Blog do TreinaWeb
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6 tendências em gestão corporativa de IAM e de privacidade
3 de February de 2012
De acordo com o Gartner, na área de tecnologia da informação, seis grandes tendências irão conduzir o crescimento corporativo do gerenciamento de identidade e acesso (IAM, da sigla em inglês) e da gestão de privacidade, em 2012.
“As empresas precisam aumentar o seu foco na identidade e projetos de privacidade para conseguir uma resposta rápida para entregar o valor real não só para TI, mas também para os negócios”, avalia Bob Blakley, vice-presidente de pesquisa do Gartner.
A seguir, as seis tendências identificadas pelo instituto de pesquisas:1-Identidade tática: os orçamentos para projetos de gerenciamento de identidade permanecerão restritos. Uma das principais causas de falha desses projetos tem sido um escopo muito amplo combinado com uma falta de foco no valor do negócio. Não há mais orçamento ou apetite para os projetos que correm o risco de tal falha. Os projetos deste ano, voltados para IAM, geralmente serão limitados em escopo e cronograma para ajudar a garantir o sucesso.
2-Garantia de identidade: demandas por autenticação mais forte e infraestruturas de identidade mais maduras vã- se intensificar. Graves deficiências em ambas as áreas, e em emissores de credencial, vieram à tona em 2011. Organizações precisam saber quais consequências terão se as organizações que confiam para fornecer informações de identidade não cumprem com suas obrigações, e elas precisam saber a força dos mecanismos utilizados para transmitir informações de identidade.
3-Autorização: os requisitos de autorização vão crescer mais complexos e mais urgentes em resposta à contínua pressão regulatória. Identidades não são muito úteis por si só – sua utilidade reside no acesso à autorização e na criação de logs que podem ser usados para as pessoas responsáveis por suas ações. A identidade do ciclo de vida de gerenciamento de autenticação e auditoria já é bastante madura em muitas organizações. Já a autorização é muito menos madura, mas assumirá um lugar como uma função de negócios de primeira classe.
4-A ponte de identidade: um novo componente da arquitetura é necessário para gerenciar o fluxo de informações de identidade entre as organizações de cooperação. O gerenciamento de identidades federadas é uma tarefa complexa e os protocolos para provisionamento e gerenciamento federado de políticas de identidade e atributos são imaturos. O buraco na arquitetura da identidade moderna está começando a ser preenchido e vai-se tornar uma ponte de identidade.
5-O mar de tokens: as informações de identidade são transmitidas via tokens. A arquitetura de novos tokens e transformadores é mais modular, mais flexível e mais fracamente acoplada.
6-Batalhas políticas: cada vez mais, as preocupações com privacidade e roubo de identidade são alarmantes ao público e também estão tendo um sério impacto sobre as operações de negócios e até mesmo sobre a viabilidade do negócio. A comunidade empresarial, o lobby de privacidade e a aplicação da lei de segurança nacional e as comunidades continuarão a disputar a identificação e as leis e regulamentos de privacidade – e isso vai continuar a conduzir mudanças na infraestrutura de identidade.
Fonte: Computer World
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5 dicas para proteger seu e-mail no trabalho
2 de February de 2012
Apesar da popularidade dos meios de comunicação em tempo real como mensagens instantâneas, assim como updates no Facebook e no Twitter, a maioria dos ambientes de trabalho ainda usa e depende do bom e velho e-mail. Por mais útil que ele seja, também pode ser perigoso. Arquivos anexos podem trazer vírus, e mensagens de e-mail podem esconder links para ataques de phishing que te levam a sites falsos em uma tentativa de roubar suas informações de login.
Grandes empresas de tecnologia, incluindo Google e Facebook, buscam estabelecer um novo padrão chamado DMARC para reduzir essas ameaças no futuro. Mas enquanto isso não acontece existem cinco coisas que você pode fazer para deixar seu e-mail mais seguro. Confira abaixo.
1. Use uma senha…
Parece óbvio, mas nem sempre é. Sua senha é sua primeira e mais importante linha de defesa na proteção do e-mail. Apesar de a maioria dos sistemas de e-mail exigir, existem muitas maneiras de não precisar para acessar seu e-mail. Por exemplo, usar o Outlook ou o Thunderbid em um notebook sem nenhuma tela de login deixa expostos todos os e-mails que já foram baixados, mesmo que você use uma senha para fazer o download. Se você não tem senha ou PIN em seu telefone móvel, seu e-mail também é deixado sem proteção. Esteja certo de exigir senhas em qualquer aparelho que tenha e-mail, assim como com em qualquer programa.2. …e esteja certa de que é segura
Apesar de usar uma senha ser algo essencial para proteger seus e-mails armazenados localmente, ter um código seguro é algo crítico para e-mails com acesso remoto. Ao usar uma senha que seja complexa, com pelo menos oito caracteres que misture letras e números e inclua maiúsculas e símbolos, o ato de adivinhar ou “crackear” torna-se dramaticamente mais difícil. Além disso, usar senhas diferentes para cada conta que você tem evita que uma exposta em um sistema seja usada e comprometa o acesso a outros serviços.3. Use conexões HTTPS
Quando estiver em sistemas de e-mail baseados na web, use o método seguro HTTPS, que criptografa seus dados à medida que viajam na Internet, e sempre que possível torna mais difícil que seus dados sejam interceptados e caiam em mãos erradas. Sistemas como o Gmail, da Google, ou o Hotmail, da Microsoft, oferecem uma opção para usar o HTTPS. Busque pelo HTTPS no início do endereço do site na barra do seu navegador. Em browsers mais novos, você verá também um cadeado verde lá, indicando que a página é segura.4. Evite anexos
Tome cuidado com o que você faz com seu e-mail, especialmente ao abrir anexos – como podem conter vírus e malwares, abra apenas as mensagens com arquivos que já esteja esperando. Os vírus podem se esconder em mensagens dos seus amigos (ou que parecem ser deles), por isso, quando estiver em dúvida, pergunte ao remetente o que há no anexo antes de abrir. Não recuse um scan por vírus se o seu serviço de e-mail oferecer ao baixar o anexo. Outros métodos de compartilhar arquivos, como usar o Box.com ou Dropbox, são mais seguros. Mas mesmo com esses, esteja certo de estar usando uma conexão segura e que o arquivo esteja vindo da conta do seu colega, e não de um impostor.5. Fuja de ataques de phishing
Se você é o alvo de um ataque de phishing, uma mensagem de e-mail enviada para você parecerá ter sido enviada por uma fonte que você conhece. Esses ataques usam links para te levar para um site falso que tenta te enganar e fazê-lo digitar suas informações de login, o que permitirá aos criminosos acessarem sua conta verdadeira. Esforços atuais tentam reduzir esse perigo, como a recém-anunciada colaboração DMARC, que uma vez adotada deve ajudar a assegurar que as mensagens sejam realmente de quem afirmam ser. Mas até que esses e outros esforços parecidos cheguem para valer, evite clicar em links dentro de mensagens de e-mail, mesmo aqueles que parecem ser dentro da sua própria empresa. Em vez disso, use um favorito (bookmark) que já tenha salvo ou digite um endereço manualmente para um site que deseja visitar.Fonte: Computer World
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Quatro tecnologias que vão revolucionar o mercado corporativo
1 de February de 2012
Alguns avanços observados no mercado de consumo em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) também são aplicáveis ao setor empresarial. Por isso, existem tecnologias novas e revolucionárias que, além de promover o entretenimento e a produtividade pessoal, podem ser usadas para resolver grandes desafios das corporações em todo o mundo.
Uma delas é a virtualização de desktops. O próximo passo da virtualização [depois dos servidores] está encontrando barreiras, tanto técnica como financeira, que poderiam ser resolvidas se forem implementadas soluções que atendam ao mercado consumidor como o Online Desktop Virtual. Essa ferramenta fornece um desktop completo para o Windows e o iPhone, oferecendo a mesma proximidade de soluções de alto desempenho.
Quanto ao valor, a ferramenta custa menos de 10 dólares por usuário e estará disponível para Android, iPhone e Mac. Está claro que para essa solução obter sucesso no mercado deverá se aliar a grandes fornecedores de TI, como IBM e Dell, para ampliar o alcance da solução.
Ultrabooks
Os ultrabooks são grande aposta da Intel para os usuários finais. As equipes da companhia prometem os benefícios de um MacBook Air, mas o sistema operacional será o Windows. Esse tipo de produto normalmente custa cerca de mil dólares, um preço bastante atraente, tem peso leve e bateria de longa duração.O Dell XPS 13 e o Folio, da HP, são os primeiros ultrabooks que vão ser direcionados para um segmento de negócios mais particular e podem ser considerados uma grande mudança na forma de trabalho de muitos profissionais.
Gaze e Kinect
Duas soluções, claramente orientadas para o mundo do entretenimento pessoal, mas com possibilidades grandes de uso no ambiente profissional. O Kinect é a interface que realiza movimentos no videogame Xbox, projetado para permitir que se estabeleça um jogo sem que seja necessário um controle físico. A Microsoft anuncia que o Kinect também vai funcionar no Windows 7, que será útil em teclados e mouses.Segundo analistas do mercado, a grande jogada da Microsoft é o lançamento com Windows 8, que será desenvolvido especificamente para interfaces de toque. O futuro dessa tecnologia permitirá, no médio prazo, usar um PC com interface de voz ou por flashes, em vez de cliques, eliminando o desafio de pessoas com deficiência.
HzO e Liquipel
Essas duas tecnologias são soluções destinadas a impermeabilizar iPods, iPhones e outros produtos de uso pessoal/corporativo. O HzO permite tornar um smartphone à prova d’água por meio do isolamento dos componentes eletrônicos do aparelho. Enquanto o Liquipel é um revestimento que realizar uma barreira de resistência à água e danos externos ao dispositivo.Fonte: IDGNow
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Websense mapeia os “5 tipos de vilões” da web
31 de January de 2012
Hackers: quem nunca ouviu falar neles? Associados a nomes como Wikileaks, Anonymous, LulzSec, malwares, keyloggers e tudo mais, os famosos “vilões virtuais” têm diversas funções, mas são comumente associados a crimes, invasões e ataques a diversos tipos de vítimas através da internet.
O termo “hacker” era usado por estudantes do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA, para designar aqueles que “fuçavam” nos computadores, ultrapassando os limites de uso permitidos. Assim sendo, “hacker” não classifica um criminoso e sim uma pessoa que tem habilidades o suficiente para ultrapassar barreiras que um usuário comum não conseguiria.
Para o que quebra as barreiras da lei, o nome é outro: são conhecidos como “crackers”. Esses sim, tem a função de roubar e invadir. Aliás, esse termo só foi criado para diferenciá-los dos hackers, que não têm objetivos maliciosos. Os crackers são responsáveis por roubos de contas, criação de malwares, disseminação de spams e scams, roubo de dados e até de dinheiro. Esses sim, são os famosos vilões.
Porém, nos dias de hoje, a palavra “cracker” caiu no desuso. A palavra “hacker” é usada, tanto para caracterizar ativistas e pessoas com conhecimento necessário e os que utilizam ferramentas com má fé para se aproveitar de usuários desavisados. Aqui, o que diferencia o dois é a associação com as atitudes, sejam elas de boa ou má indole.
Mas, será que existem diversos tipos de criminosos? A Websense, empresa especializada em pesquisas de segurança na web, mapeou os “5 tipos de vilões” do crime virtual. Confira abaixo:
1. Crianças de scripts
Quem: Esse grupo quer fazer parte da ação. Costumam ser vistos como adolescentes fedorentos e sem barba na cara, que fazem seus ataques no meio da madrugada, enquanto tomam refrigerantes e comem sacos enormes de batatas fritas. Lembra-se do filme “Jogos de Guerra”? Apesar de lançado há quase 30 anos, a imagem é mais popular do que nunca. Eles costumam invadir os computadores usando programas criados por outras pessoas, com muito pouco conhecimento de como funcionam e, outras vezes, apenas exercitam seus músculos virtuais recém-formados.
Por que: Porque eles podem. Eles não são os criminosos mais “barra pesada” do mundo virtual – sua motivação principal não é o dinheiro –, é só o direito de poder se gabar. É uma prova que têm as habilidades ou agem assim pelo simples prazer de fazer algo errado. No melhor dos casos, eles são um incômodo e, no pior, estão refinando seus currículos para uma carreira como futuros criminosos virtuais.
O que: Em 2009, um hacker de 18 anos sequestrou contas famosas no Twitter, incluindo a de Barack Obama e de Britney Spears. Ele conseguiu acessar o painel de controle administrativo do Twitter instalando um programa automático de adivinhar senhas na conta de um membro da equipe de suporte, concedendo a ele o direito de acessar qualquer conta da rede através da reconfiguração da senha. Ao perceber que não havia usado um proxy para ocultar seu endereço de IP, possibilitando o rastreamento da sua conexão, ele compartilhou as informações com outros hackers para hackear as contas.
2. HacktivistasQuem: Essa categoria inclui os hackers que são motivados por crenças sociais, políticas, religiosas, ambientais ou pessoais. Normalmente percebidos como manifestantes usando roupas de fibra natural com placas de papelão feitas à mão ou penduradas em árvores, esses ativistas trocaram a tinta spray pelo teclado, e costumam usar uma série de ferramentas de software disponibilizada na internet para espalhar suas mensagens a um público maior.
Por que: Para ganhar atenção. O ciberespaço é uma plataforma enorme e perfeita para realizar suas operações. Geralmente, não há ganhos financeiros. Eles procuram apenas envergonhar ou criar momentos inconvenientes para seus oponentes, desfigurando sites, organizando redirecionamentos e ataques de negação de serviço ou roubando/divulgando informações. As formas de hacktivismo também incluem paródias de sites, blogs anônimos e salas virtuais (uma variação da negação do serviço) e podem entrar no modo de espionagem corporativa caso isso signifique enfraquecer o oponente.
O que: O WikiLeaks é o exemplo mais notório dos últimos meses. O WikiLeaks é uma organização internacional não governamental que publica mídias particulares, secretas e classificadas de fontes de notícias anônimas, vazamentos de notícias e delatores. Seu site, lançado em 2006, afirma que reuniu um banco de dados de mais de 1,2 milhão de documentos no 1º ano de operação. Originalmente lançado como um wiki editável pelo usuário, o site partiu para um modelo de publicação mais tradicional e não aceita mais comentários de usuários ou edições.
3. eMugger
Quem: Trata-se do maior grupo de hackers. Em outros tempos, seriam encontrados roubando sua bolsa, derrubando senhoras na rua ou vendendo relógios de ouro falso por US$10 de uma mala velha. Essa turma adquiriu algumas habilidades com o passar do tempo, nada complicado demais, simplesmente malware, adware ou spam. Quando conseguem aperfeiçoar suas habilidades, essas pessoas continuam fazendo a mesma coisa sempre.
Por que: Ganhos financeiros rápidos. Os principais meios são programas falsos de antivírus, a manipulação da sua identidade, uso dos números do seu cartão de crédito ou roubo de senhas. Alguns ganham dinheiro através de propagandas ilegais, geralmente custeadas por uma empresa legítima em troca de clientes. Alguém aí quer Remédios Baratos? Alguns membros desse grupo acreditam ser apenas “publicitários agressivos”. Por isso, eles dormem bem à noite.
O que: A contaminação via phishing e SEO foi usada apenas alguns minutos depois do terremoto que atingiu o Japão em março de 2011. E-mails pedindo doações para uma causa falsa de “Assistência humanitária ao Japão” foram distribuídos e buscas pelas últimas notícias online apontaram para diversos links de sites maliciosos. Seguindo o link, a vítima era redirecionada a um AV falso através de um botão “CLIQUE AQUI”. Em seguida, um alerta comunicava que seu computador já poderia estar infectado. Ao clicar no botão “Cancelar” ou “OK”, o antivírus falso com a aparência do Windows é exibido. Isso preocupa o usuário, que é levado a pensar que seu computador está infectado e que ele deve baixar o programa dos fraudadores e pagar para limpar sua máquina.
4. Ninja Peso Pesado
Quem: Esses são os pesos pesados do mundo de cibercriminosos. Os ataques e espionagens corporativas são atividades clandestinas, organizadas e apoiadas por agentes profissionais que operam da mesma maneira que as empresas verdadeiras que querem roubar. Os “operários” nesse esquema costumam ser encontrados trabalhando com equipamentos de última geração, monitores múltiplos e com cortinas ou persianas fechadas. Enquanto isso, os chefões são pessoas com grandes redes de contatos, envolvidas em muitos negócios e bem focadas. Juntos, eles formam uma equipe formidável.
Por que: Muito dinheiro. Esses caras saem em busca de dados confidenciais corporativos que podem ser vendidos a quem fizer a melhor proposta. São 2 categorias diferentes nesse grupo: uma com uma visão de longo prazo, usando Ameaças Persistentes Avançadas (APT), e outro grupo mais concentrado nos ganhos financeiros de curto a um médio prazo.
O que: O ataque de APT em 2009/2010, apelidado de Operação Aurora, foi direcionado a grandes empresas de tecnologia dos EUA incluindo o Google e a Adobe. Acreditava-se que o ataque originou-se na China com especulações sobre envolvimento do governo. A Aurora explora uma vulnerabilidade de dia zero do Internet Explorer, com a meta de roubar IPs e alterar o código da fonte.
5. Soldados Virtuais
Quem: Essa é uma atividade governamental para invadir computadores ou redes de outros países para causar danos, dificuldades ou explorações com um objetivo final de reduzir a capacidade militar do oponente. Essas pessoas são as forças especiais do mundo virtual: hackers altamente especializados, bem qualificados e super habilidosos. Você jamais saberia quem eles são – porque, se eu contar, teria que te matar.
Por que: A Guerra Virtual foi descrita como o 5º domínio da guerra, com o Pentágono formalmente reconhecendo que o espaço virtual é tão importante quando as operações militares em terra, no ar e no espaço. Acredita-se que pelo menos 100 países já desenvolveram meios de usar a internet como uma arma e atacar mercados financeiros, sistemas de informática do governo e serviços públicos. Os Soldados Virtuais podem agir como APT ou espiões corporativos, mas tudo que aprendem é usado com um objetivo militar específico.
O que: O Stuxnet é um exemplo claro desse método de ataque, um caso clássico de uma APT (ameaça persistente avançada). O Worm foi descoberto em julho de 2010, e foi o primeiro malware complexo e especializado em focar apenas softwares industriais. Ele foi criado para comprometer o programa nuclear iraniano, e acreditava-se que fosse trabalho de um grupo de cinco a dez pessoas com muitos recursos no decorrer de seis meses.Especulação: Apenas um governo apresenta essa capacidade.
Agora que você já conhece todos eles, comece a ter mais cuidado. Porque é sempre bom lembrar: mantenha sempre seu antivírus atualizado e não clique em links suspeitos. A segurança precisa vir sempre em primeiro lugar!
Fonte: Olhar Digital
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Três dicas para tornar um app amigável ao usuário
30 de January de 2012
Uma interface amigável ao usuário é a regra mais importante de todas se você quiser que colaboradores e usuários externos adotem uma aplicação corporativa. Mas, para falar a verdade, o que torna um aplicativo “user-friendly”? Essa é uma ciência complicada, com livros e pesquisas dedicados exclusivamente a esse assunto; no entanto, se seu app possui algum desses três elementos, isso não é um bom sinal.
1. Muitos lugares para fazer escolhas, especialmente na mesma tela. “Se você estiver trabalhando com uma tela que possui 40 opções, menus drop-down e outras caixas, não é realmente porque precisa fazer 40 coisas diferentes”, pontuou Brian Fino, diretor da Fino Consulting. “Se estiver desenvolvendo uma interaface simples e bem pensada, com apenas alguns controles discretos, fica mais fácil para utilizar e testar. E, com sorte, a aplicação se torna mais estável”.
2. Muitas telas. “Existem princípios de desenvolvimento de aplicações que realmente transcendem a questão de empresa ou consumidor”, destacou Bill Clark, analista da Gartner. “Um deles é a ‘regra dos três cliques’. A cada vez que o público precisa clicar em um link ou ser transportado para outra tela, você perde metade dele em termos de atenção e para manter em mente o contexto do que estavam fazendo momentos antes. Depois de três cliques, já perdeu muita gente”.
3. Funcionalidades demais. Considere a combinação dos primeiros itens. Se você não pode colocar muitas coisas em uma mesma tela e não é recomendável ter telas demais, tudo leva a uma conclusão inevitável: não dá para abraçar o mundo e oferecer conteúdo em excesso.
E essa é uma boa estratégia, de acordo com Mike Croucher, responsável pela arquitetura de TI da British Airways. “Você não pode tornar essas coisas muito complexas, é preciso realmente pensar sobre a quantidade de informações e opções necessárias para que os usuários executem uma ação. Se as pessoas tiverem que passar por uma transação atrás da outra, fica muito chato. Sendo assim, preste atenção ao valor de cada info colocada na tela” conclui.
A solução, de acordo com o especialista, é não tentar criar um aplicativo que resolva todos os problemas de todos os usuários. “Nossas aplicações tendem a ser feitas sobre a regra dos 80/20, ou seja: tente desenvolver algo que faça 80% ou 90% do que você precisa muito bem, e ignore o resto”, afirmou Croucher.
Fonte: IDGNow
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Seis dicas para melhorar sua produtividade
27 de January de 2012
Se você resolveu parar de procrastinar e ser mais produtivo, suas melhores intenções podem ter sido rapidamente subvertidas por sua rotina de trabalho.
Na opinião do especialista Jason Womack, autor do livro “Your Best Just Got Better: Work Smarter, Think Bigger, Make More”, mudar a forma como fazemos o nosso trabalho para melhorar a nossa produtividade é uma tarefa difícil, porque nossos processos tornam-se hábito. E, em muitos casos, esses hábitos nos fizeram bem sucedidos (mesmo que tenham nos levado muitas vezes ao limite da sanidade).
“Um gerente de nível médio, por exemplo, tem provavelmente o hábito de viver movido pelo alerta de e-mail ou o zumbido do BlackBerry”, diz Womack, e ele provavelmente foi recompensado por sua capacidade de resposta. “Será difícil para ele mudar seu hábito de resposta pavloviana.”
O maior erro que os profissionais cometem quando se trata de gestão de tempo, acrescenta Womack, continua sendo usar o seu tempo para atividades que não merecem dois minutos de atenção.
“Eles continuam escrevendo um e-mail mesmo já tendo respondido à pergunta na linha de assunto. Prolongam a conversa ao telefone depois de já terem abordou a finalidade da chamada. Permanecem na sala de reuniões após os pontos do encontro já terem sido cobertos.”
Para impedir que você cometa os mesmos erros, Womack preparou seis dicas de gerenciamento de tempo que considera mais eficazes para o aumento da produtividade.
1. Atenha-se à regra de 15 minutos
Womack recomenda organizar o seu dia de trabalho em pedaços de 15 minutos. Segundo o especialista porque 15 minutos é tempo suficiente para fazer alguma coisa e curto o suficiente para organizar o seu dia. Se você trabalha oito horas por dia, você tem 32 períodos de 15 minutos. A jornada de trabalho de 10 horas rende 40 períodos de 15 minutos.Quando você tem que agendar uma reunião ou conferência que pode ter uma hora de duração, Womack recomenda iniciá-la 15 minutos após a hora e terminá-la na hora. Ele acredita que as pessoas podem realizar em 45 minutos (isto é, três períodos de 15 minutos) tudo o que pensam precisar de 60 minutos para fazer. Uma reunião de 45 minutos obriga você a ter foco e ir direto ao ponto e ainda rende 15 minutos extras para cuidar de outro item da sua lista de afazeres.
2. Saiba dar uma tarefa por concluída
Continuar a trabalhar em algo quando já se fez o que essencialmente era para ter sido feito é uma significativa perda de tempo que a maioria dos profissionais sequer tem consciência.3. Elimine as distrações
O conselho Womack é para evitar distrações específicas. Se seu gerente está propenso a interrompê-lo com perguntas, antecipe-se a ele. Transforme em rotina abordá-la para dar feedback de suas atividades, em horários mais tranquilos para ele, logo no início do dia.Outra dica de Womack: Se você precisa fazer uma pergunta rápida para alguém, e deseja evitar o risco de ser pego em uma conversa prolongada em torno o assunto, ligue para a pessoa alguns minutos antes da hora cheia. Há uma grande chance desta pessoa não ter tempo para bate-papo, também, por conta de um compromisso pré-agendado.
4. Identifique verbos que precisam de atenção
Womack recomenda organizar sua lista de afazeres em torno de verbos, como elaboração, revisão, preparação e programação. Essas são tarefas que você pode geralmente completar em um período de 15 minutos e que ajudam a mover um projeto maior para a frente, diz ele.Se você tem uma grande variedade de verbos em sua lista de afazeres, tais como planejar, discutir, criar ou implementar, tente substituí-los por etapas da ação, acrescenta Womack. Isso vai ajudá-lo a reduzir a sensação de estar sobrecarregado.
5. Esteja preparado para um bônus de tempo
A próxima vez que você descobrir que seu vôo atrasou ou o seu médico está atrasado, não fique irritado. Você acabou de ganhar um “bônus”. Se você levar algum trabalho com você onde quer que vá, como sugere Womack, você terá a chance de realizá-lo _ responder a um e-mail, retornar uma ligação, revisar uma proposta ou elaborar um plano.6. Use atalhos de e-mail
Womack observa que tanto o BlackBerry quanto o iPhone permitem aos usuários criar atalhos de teclado para o envio de e-mail. Ele criou vários atalhos de teclado que reutiliza frequentemente. Por exemplo, se alguém envia um e-mail a Womack pedindo-lhe informações sobre como usar o Microsoft Outlook de forma mais eficaz, tudo que ele tem que fazer é digitar o seu atalho, “OL”, que preenche automaticamente o seu e-mail com uma resposta padrão para a pergunta. (Este vídeo demonstra como criar esses atalhos de teclado no iPhone 4S. E este mostra como criá-los em um BlackBerry.)Womack defende a tese de que o uso desses atalhos o tem feito economizar uma tonelada de tempo desde que ele desenvolveu várias respostas para algumas das perguntas mais comuns que as pessoas fazem a ele. O impedem de ter que recriar a resposta toda vez que alguém envia uma dúvida recorrente por e-mail.
Em resumo, ser mais produtivo só depende de você. Mantenha-se responsável por sua produtividade. No final de cada dia, durante 20 dias, yome nota de tudo o que você fez com o seu tempo naquele dia. Anote as pessoas com as quais você se encontrou, os projetos ou tarefas que você completou, ou o que você aprendeu.
O exercício soa um pouco como o trabalho escolar elementar, mas a intenção é torná-lo consciente de como você gasta seu tempo.
Fonte: IDGNow
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Os cinco maiores erros que as empresas cometem nas redes sociais
26 de January de 2012
Muito se fala sobre a importância das redes sociais para as empresas, mas poucas companhias tiram vantagem disso. Existe um grande potencial dentro das mídias sociais, especialmente para conhecer o mercado, os clientes e depender menos de pesquisas. Para ajudar as companhias nessa difícil tarefa de inclusão nas redes sociais, o CEO e co-fundador da Napkin Labs, Riley Gibson, publicou no site Mashable os maiores erros cometidos pela empresas na hora de usar as redes sociais. O presidente da startup, que ajuda as companhias a tirar das redes sociais insights valiosos para os seus negócios, ainda deu dicas de como usar essas ferramentas para o progresso da companhia. Veja abaixo.
1 – Empresas esquecem de questionar os seus clientes
Clientes adoram dar opinião e influenciar as diretrizes das companhias, mas é improvável que eles façam isso sem serem solicitados primeiro. As empresas precisam ter o costume de utilizar o Facebook ou Twitter para questionar seus clientes sobre determinados produtos, estratégias de marketing ou qualquer coisa relevante. “Quando as pessoas responderem, vá fundo! Transforme qualquer ideia inicial em conversas e tente criar algo real em cima desses diálogos”, sugere Gibson.
2 – Empresas usam as mídias sociais para se auto-promover
Normalmente é o departamento de marketing que controla as atividades da empresa dentro das redes sociais. Por isso, não é surpresa para ninguém que a maioria das informações que as companhias dividem na rede seja sobre seus próprios produtos ou serviços. O problema, segundo Gibson, é que tuítes e posts promocionais não geram uma conversa útil com os clientes. As companhias precisam entender que nem tudo deve girar ao redor delas. O ideal é postar conteúdos engraçados, inteligentes, interessantes, além de enquetes e perguntas. Dessa maneira, os clientes vão perceber que a companhia se importa com suas opiniões e que ela tem personalidade o suficiente para falar sobre outros assuntos.
3 – Empresas se prendem ao tempo e à mão de obra
Muitas companhia acreditam que teriam um melhor desempenho nas redes sociais se tivessem mais pessoas e tempo para trabalhar com as ferramentas. Apesar disso fazer certo sentido, Gibson acredita que não é preciso tanto tempo nas redes sociais para criar um envolvimento efetivo. Na maioria dos casos, aqueles que administram esses canais sociais só precisam de um pouco de direcionamento e foco. Se reunir frequentemente com o time de desenvolvimento de produtos ou atendimento ao cliente, por exemplo, ajuda a equipe responsável pelas redes a definir um rumo que valha o tempo e esforço gastos.
4 – Empresas se satisfazem com feedbacks positivos
Gibson comenta que quando conversa sobre as respostas obtidas nas redes sociais, a maioria das empresas diz estar muito feliz com a quantidade de feedbacks positivos que recebe. Claro que saber que os negócios vão bem é sempre bom, porém as companhias precisam mais do que um feedback positivo para ajudar a impulsionar os negócios. Para se obter informações mais úteis para seus negócios, as empresas devem postar e tuitar assuntos relevantes para sua área, serviços e produtos. Respostas para uma pergunta que questiona o tipo de design que combina mais com um produto pode ser mais eficaz do que um elogio sobre a beleza de algo já existente.
5 – Empresas recebem feedbacks, mas não fazem nada a respeito
Normalmente os times que administram as redes sociais das empresas não são as mesmas pessoas que tomam as decisões sobre os rumos da companhia. Isso significa que muitas ideias valiosas, coletadas por meio das redes sociais, podem se perder. De acordo com Gibson, para aproveitar todas as vantagens que os sites de relacionamento proporcionam, é necessário criar um sistema que garanta que as ideias e feedbacks provenientes de clientes sejam repassados para os executivos que comandam. A comunicação interna da companhia é essencial para que os dados coletados gerem mudanças positivas na empresa. Além disso, Gibson lembra que, uma vez que os clientes perceberem que suas opiniões e ideias estão sendo aceitas, eles terão mais vontade de contribuir com o desenvolvimento da companhia.
Fonte: Olhar Digital
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Quatro dicas para deixar seu Feed de Notícias mais limpo no Facebook
25 de January de 2012
Você provavelmente tem vários amigos no Facebook que postam coisas demais, jogam muitos games ou compartilham um número grande de fotos. Essas pessoas bem-intencionadas acabam inundando seu Feed de Notícias com ruído.
Má notícia: à medida que o Facebook continuar a lançar mais novos apps para a Timeline, seu Feed deve ficar cada vez mais cheio. Agora a boa notícia: existem várias soluções rápidas e fáceis para cortar o que você não quer e deixar aparecendo as informações que importam.
Confira abaixo quatro maneiras para refinar suas configurações no Facebook e cortar o excesso do seu Feed de Notícias e tornar esse recurso mais produtivo para você.
1. Uma alternativas para terminar a amizade
Se você tem amigos que quer remover do Facebook, mas acha que acabar a “amizade” com eles é muito duro, há uma alternativa: basta cancelar a assinaturas das atualizações.Ao escolher a opção de cancelar a assinatura de um amigo, nenhuma atualização dele ou dela aparecerá mais no seu Feed de Notícias, mas vocês continuarão amigos no site. Eles ainda poderão entrar em contato com você, e vice-versa. E esse amigo nunca ficará sabendo que você cancelou a assinatura, ao contrário do que aconteceria se rompesse a relação na rede social.
Para cancelar uma assinatura, visite seu perfil no Facebook. Na parte superior direita da sua página, você verá uma série de botões: Amigos, Assinado, Mensagem e um ícone de ferramenta. Clique no botão Assinado para revelar um menu de opções. Para cancelar a assinatura, clique simplesmente na opção “Cancelar Assinatura”, na parte inferior da lista.
Também é possível cancelar uma assinatura diretamente no seu Feed de Notícias. Para isso, vá até um post do amigo(a) em questão e clique na flecha à direita para abrir o menu drop-down. Aqui, você terá a opção de cancelar a assinatura do seu amigo por completo ou apenas suas atualizações de status.
Além disso, é possível escolher outras opções de cancelamento de assinatura, como, por exemplo “Todas as Atualizações”, que cancela tudo; “Atualizações mais recentes”, que é a configuração padrão e exclui algumas postagens; e “Somente atualizações importantes”, que mostará apenas atualizações como mudanças em relacionamentos, novos empregos e mudanças de cidade.
2. Esconda aplicativos específicos do seu Feed de Notícias
Se o seu Feed de Notícias está lotado de updates do Spotify e outros aplicativos e games, você pode escondê-los de maneira fácil. Veja abaixo como fazer isso.Passe o mouse sobre um post específico no seu Feed de Notícias. Clique no menu drop-down e selecione a última opção, “Ocultar tudo de (nome do aplicativo que você não quer mais ver atualizações)”. Escolher esse item significa que você nunca mais verá updates desse app, independente de qual amigo estiver usando-o.
Se você já quis esconder as atualizações de um aplicativo, desça a barra de rolagem do seu Feed de Notícias e selecione “Editar Opções”. Aqui, você verá todos os aplicativos que escolheu ocultar no seu Feed de Notícias. Para voltar a receber updates e posts de um deles, basta clicar no “X” para removê-lo da lista.
3. Destaque histórias para “ensinar” ao Facebook o que é importante para você
Você pode organizar os posts no Feed de Notícias de duas maneiras: “Histórias em destaque primeiro” e “Histórias recentes primeiro”. As histórias em destaque são aquelas que o Facebook acha que são as mais importantes para você.Se você organizar seu Feed de Notícias por “Histórias em destaque primeiro”, vai perceber que as principais são identificadas com uma margem retangular azul no canto superior esquerdo. Para ajudar o Facebook a saber quais histórias são ou não importantes para você, clique no canto superior esquerdo e desmarque as que não são tão importantes para você.
Com o tempo, o Facebook aprenderá quais posts você quer ver, e colocará esses no topo da visualização de histórias em destaques, deixando as menos importantes lá embaixo.
4. Filtre seu Feed de Notícias pelas listas de amigos
As novas listas de amigos do Facebook, que foram lançadas em setembro de 2011, automaticamente agrupam alguns dos seus amigos com base na sua frequência de interação com eles, membros da família, colegas de trabalhos, e geografia.Além de tornarem mais fácil o controle do acesso ao seu perfil, atualizações e fotos, essas listas também são uma boa maneira de fugir do ruído do Feed de Notícias e visualizar apenas as atualizações dos amigos mais próximos.
Após ter criado novas listas ou editado as que o Facebook criou para você, busque pela seção “Listas” na coluna de navegação à esquerda. Algumas vezes, a opção “Listas” também pode ser encontrada em “Mais”.
Se você possui muitas listas, algumas vezes apenas as primeiras aparecerão. Passe o cursor sobre essa seção para a opção “Mais”, e então clique para ver todas as suas listas. Para visualizar apenas as atualizações de amigos nessa lista no seu Feed de Notícias, clique no nome da lista.
Fonte: IDGNow
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Sete verdades sobre consumerização da TI
24 de January de 2012
Os usuários corporativos de TI deixaram de ser ignorantes sobre tecnologia, muitos são até fascinados pelas mesmas. Por outro lado, as ferramentas tradicionalmente posicionadas para o mercado de consumo são muitas vezes superiores às voltadas para uso profissional. Eles estão usando cada vez mais dispositivos móveis, serviços de cloud computing, redes sociais e outras ferramentas de software. Mas há implicações boas e más para a capacidade de resposta, produtividade, gerenciamento e segurança das empresas. É o fenômeno chamado de consumerização.
Nesse cenário, vale a pena rever sete aspectos na estratégia para lidar com a tendência da consumerização da TI.1- Não se consegue pará-la: seja quais forem as razões levantadas pelas TI para manter o controle sobre a tecnologia da empresa, isso não importa. Os usuários estão escolhendo usar a sua própria tecnologia, e não é porque sejam fãs incapazes de se conterem face a uma marca. A tendência de consumerização é incontrolável e fundamentada em necessidades de negócio das empresas. O problema não é saber como barrar a tendência, mas perceber como fazer para trabalhar nessa realidade.
2- É realmente uma questão de gestão: a consumerização de TI exige fundamentalmente empregados de confiança, sem tentar programá-los para comportamentos cristalizados ao restringir a adopção de tecnologias. Saber em quem confiar para aquilo que é, em última análise, uma questão de gestão – explorando a paixão e a capacidades das pessoas – acaba por excluir os funcionários, incapazes de demonstrar discernimento e merecer confiança.
Da mesma forma, adotar uma atitude mais ponderada sobre os riscos permitidos e flexíveis é uma questão de gestão impossível de resolver com a tecnologia. A consumerização das TI afeta os negócios e a gestão de TI da mesma forma.
3- Fazer gestão de dispositivos é um bom primeiro passo: embora a consumerização abranja dispositivos móveis, serviços de cloud computing, aplicações de desktop, e redes sociais, é bom começar com os dispositivos, dado essas plataformas virem com componentes de API, capazes de suportar uma abordagem baseada em políticas para acesso e gestão da informação. Além disso, os principais casos de adoção são relativos ao acesso a plataformas de e-mail.
Associar os dispositivos ao sistema de permissões de acesso (como o Active Directory) será uma medida de segurança natural. Mas, claro, a gestão de dispositivos móveis deve incluir o dispositivo em si, a rede, as aplicações, o acesso e a gestão da informação – são aspectos que devem contar também para dispositivos fixos.
4- Legislação sobre propriedade da informação é instável: embora se possa ter a certeza de que as informações transmitidas por meio de contas de e-mail e outras pertencentes às empresas, são propriedade das organizações. Mas as leis são menos claras sobre a informação transmitida pelas contas de funcionários e redes sociais, mesmo durante o trabalho. A forma como as leis e decisões judiciais começam a dar uma melhor forma às regras exige acompanhamento de proximidade.
5- Participação em redes internas não pode ser decretada: ao perceberem o sucesso do Twitter e do Facebook, muitas empresas implantam plataformas internas sobre as quais incentivam a construção de uma comunidade. O problema é que as abordagens decretadas não encorajam a constituição de comunidades construtivas, nem as tecnologias normalizadas e inflexíveis. As redes sociais precisam ser nutridas nas suas muitas formas. Além disso, é preciso confiar nas pessoas para poder criar um ambiente vibrante, comunidades visíveis capazes de serem embaixadores da organização.
6- Experiência do utilizador não pode ser defraudada: muitas aplicações internas e empresariais têm interfaces de usuários pobres, proporcionando más experiências. Segundo o CIO da SAP, Oliver Bussman, isso vai deixar de acontecer: os usuários têm agora aplicações pessoais e serviços, que aumentam suas expectativas. Os departamentos de TI e programadores nas empresas precisam ser muito sensíveis em relação às interfaces, e à possibilidade de os usuários migrarem para aplicações e dispositivos externos se as tecnologias das empresas falharem. Os departamentos de TI devem prever maiores gastos de tempo e esforço em questões relacionadas à experiência do usuário.
7- A concorrência já está a trabalhar sobre o assunto: apesar das preocupações sobre segurança e gestão da informação serem legítimas, muitas empresas estão percebendo o potencial de permitir que os empregados usem dispositivos móveis pessoais para trabalhar, usufruam de serviços de cloud computing, redes sociais e aplicações de desktop especiais. Assim, estão forjando esforços para suportar a consumerização, aprender a equilibrar a segurança com a disponibilização de recursos.
Fonte: Computer World
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Dez táticas essenciais para aumentar a audiência do seu blog
23 de January de 2012
Muitos sonham em viver do próprio esforço, serem seus próprios chefes e, quem sabe, conseguir até certa fama com isso. A profissão de “blogueiro” parece ser um atalho para esses três objetivos. “Parece”, já que, para se tornar um blogueiro de sucesso – o chamado pro blogger -, você também terá que se esforçar muito – e se estressar mais ainda.
Pensando nisso, mostramos dez táticas que, embora não sejam atalhos, podem lhe ajudar a evitar os erros mais comuns e, quem sabe assim, você consiga se destacar da ampla concorrência com certa antecipação:
1) “Blogar” não é fazer mágica
O primeiro pensamento de qualquer pessoa que quer começar um blog é como transformá-lo em uma fonte de renda suficientemente satisfatória para sustento próprio. Embora não seja errado sonhar, esse pensamento é um erro comum. Por que? Porque internet não é mágica. Embora a capacidade de transmissão de informação seja incrivelmente veloz, você vai levar muito tempo até que seu blog obtenha certa popularidade.
Será necessário que você troque links e crie uma rede de relacionamento e networking sólida, para que as pessoas entendam seu conteúdo como algo válido e que forme opiniões. Em outras palavras, você vai suar a camisa sem retorno por muito tempo. O segredo é ter paciência.
2) Faça os outros trabalharem com você
Já ouviu o ditado contemporâneo que diz que “as redes sociais são o novo boca-a-boca”? Pois é. Assim que você publicar o seu post, viralize-o. Não falamos no sentido de encher a paciência dos seus amigos do MSN para divulgarem seus links (embora isso ajude também), mas de mostrar no Twitter, Facebook e afins como aquilo que você publicou é relevante e agrega conhecimento a quem você conhece. As redes sociais estão aí para isso: updates periódicos no Twitter e Facebook são essenciais nos dias de hoje. Em outras palavras, não peça ajuda aos seus amigos: faça com que eles queiram divulgar seu material.
3) Não há o que monetizar aqui! Circulando…
Você montou seu blog, escolheu o layout e já configurou as páginas que você queria. E agora, o que você vai fazer? Abrir o menu do Google AdSense e inserir o código para a exibição de anúncios direcionados, não é? Bom, você não poderia estar mais errado.
A verdade é que o AdSense, que promete lhe pagar com um cheque do Google sempre que seus fundos atinjam a marca de US$ 100, não é uma boa ferramenta de monetização. Nem qualquer outra desse nicho. Os acessos ao seu blog, de início, serão tão triviais que, se você chegar à casa das centenas ao final do primeiro mês, você é um dos que tem sorte – e mesmo assim seu cheque vai demorar a chegar.
Aqui, mais uma vez, vale a paciência. Continue postando e divulgando seu conteúdo de forma autônoma. Conforme sua rede de contatos e leitores vai crescendo, eventualmente você poderá abordar alguém para um post patrocinado e arrancar seus primeiros trocados com seu blog. É, essa sensação se chama orgulho. Sabemos como é.
4) Defina um nicho e fique nele
Video games, música, tecnologia, fofocas, esportes … Os assuntos que você gosta são tantos que a quantidade de pessoas que você pode atingir parece ser gigantesca. Nisso reside o problema: quem quer falar sobre tudo acaba não falando nada. Defina um tópico de abordagem – um que você tenha pleno conhecimento e estude sempre – e avance seu conteúdo na direção de um grupo que se interesse por esse assunto.
Mais além: relacione-se com o seu público. Você tem um blog sobre basquete? Por que não procurar os fóruns mais populares do assunto e discutir os temas que você aborda? Ou acessar fan pages do Facebook para mostrar seu serviço, dispondo-se a conversar com os outros membros e pedir sugestões a eles? É uma forma bastante eficaz de se construir uma rede forte de leitores e amigos.
5) Aprenda tudo o que puder sobre SEO
A parte técnica de se ter um blog é incrivelmente chata. Convenhamos: quem quer ganhar a vida escrevendo por conta própria não é lá muito disposto a ficar horas mexendo em tags e códigos de Search Engine Optimization (SEO). Mas assim como o dinheiro que você está tentando ganhar, esse é um mal necessário.
Sabia que o Google possui aproximadamente 3 bilhões de buscas feitas diariamente? Construir o SEO pode te colocar nessas buscas, o que, obviamente, é um enorme fator de direcionamento de audiência a seu favor. Atualmente, as ferramentas mais populares de blogs possuem guias para iniciantes, que explicam tudo de forma simplificada.
Uma boa estrutura de SEO possui diversos benefícios: separa você dos spammers, pode colocá-lo em pontos altos de buscadores e garantir que sua audiência seja do tipo “vai-e-volta” – aquela que todos nós desejamos.
6) Invista na sua imagem
Por mais amigáveis que sejam, as plataformas “WordPress” e “Blogspot’ falham em um aspecto: qualquer endereço “seublog.wordpress.com” possui uma capacidade de repelir audiência. Isso se dá pelo fato da ideia – por muitas vezes errada – de que a ausência de um domínio próprio implica em amadorismo do autor. Para piorar, os layouts padronizados de ambas as plataformas, por mais belos que sejam, são usados por muitos blogueiros, evitando que você se destaque visualmente.
Se você tem o conhecimento técnico para isso, poderá por conta própria investir na compra de um domínio e uma hospedagem (com menos de R$ 100,00 mensais você consegue fazer isso), para que vocÇe dê mais propriedade ao seu blog. Já no tocante ao design, você pode desenvolver um por conta própria ou, caso seja leigo no assunto, comprar um: empresas como ThemeForest e PremiumThemes.com oferecem layouts completos a partir de US$ 30,00. Em último caso, se estiver a fim de investir um pouco mais, contrate um webdesigner e tenha o seu próprio, exclusivo visual.
7) Opine, mas dê o crédito
Um bom escritor sempre mostra suas fontes. Isso dá crédito à imagem do autor como alguém confiável. É mais interessante ainda se, ao invés de você copiar uma notícia, você apenas introduzí-la num texto próprio, mostrando os seus pensamentos sobre aquilo – claro, com argumentação lógica, o que dá a oportunidade dos leitores discutirem e concordarem ou discordarem de você.
O Google está aqui para ajudar!O maior titã dos buscadores online possui uma série de recursos que podem auxiliar você muito mais do que a busca orgânica de resultados. Um deles, por exemplo, é o AdWords Keyword Tool. Trata-se de uma ferramenta que lhe permite pesquisar quais palavras-chave, e os sinônimos delas, possuem mais efeito para determinado assunto. Ele funciona de forma similar à busca, com opções para buscar o termo exato ou, melhor para você, a procura simples, com termos abrangentes. Usar este recurso para determinar quais palavras-chave usar no seu texto pode ser a diferença na hora que seu blog precisar saltar nos resultados de busca.
9) Está se relacionando com os outros? Então relacione-se mais!
Participação em sites de perguntas e respostas (como o Yahoo! Answers), permitir assinaturas via feed e newsletter, abrir espaço para comentários, responder os comentários – tudo isso contribui muito para que sua audiência não só cresça em números, mas também em fidelidade. Quando você permite que o leitor interaja, ele automaticamente cria uma relação de confiança com o seu blog, voltando a ele sempre que quiser buscar alguma novidade sobre determinado tema.
Sites como o Yahoo! Answers são especialmente interessantes nessas horas, uma vez que não só eles se provam uma ótima chance para você tirar dúvidas e linkar seu blog no processo, mas também servem de fonte para assuntos que você ainda não tratou.
10) Escreva para os outros e os outros escreverão para você
Conhece o termo guest blogging? Trata-se do nome dado à ocasião em que seu blog abriga o texto de outra pessoa, ou quando você escreve para outros. É uma das melhores formas de atacar audiências que, mesmo com as nove dica acima, você ainda não conseguiu conquistar. Inicialmente, é complicado convencer alguém de que você tem relevância o suficiente para escrever no blog/site dele; ou então convencer uma pessoa de que seu blog tem a audiência sedutora o suficiente para que ele queira contribuir para você. Nessas horas, amigos e contatos profissionais são de excelente ajuda. Aí vão algumas dicas para se dar bem em guest blogging:
- Pesquise os posts do blog onde você quer escrever: é muito ruim perder tempo escrevendo um texto mais extenso apenas para vê-lo afundar por falta de interesse. Tenha uma noção da abordagem que o “blog-alvo” faz e qual o público que o frequenta.
- O ideal é que seu texto tenha uma abordagem única, inédita para aquele veículo que você quer. Isso ajuda muito na hora de “vender seu peixe” e facilita a vida do dono do blog.
- Da mesma forma, quando pedir a alguém que escreva para o seu blog, tente tornar o processo muito mais simples: ofereça um tema específico, além de informações sobre as visitas do seu site. Obviamente, quanto mais leitores você tem, mais sedutora será a sua oferta.
Vale lembrar: esses são apenas dez processos de uma atividade muito maior. Se você conhece alguma dica que deixamos de abordar aqui, sinta-se à vontade para compartilhar seus conhecimentos conosco nos comentários abaixo!
Fonte: Olhar Digital