Blog do TreinaWeb
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15º Encontro Locaweb de Profissionais de Internet
23 de abril de 2013
Assim como no ano passado (e nos últimos anos também), a Locaweb, uma dos maiores empresas de hospedagem e serviços técnicos do Brasil, realiza esse ano o Encontro Locaweb de Profissionais de Internet.
O evento tornou-se referência em seu segmento e tem como objetivo levar conteúdo de qualidade aos profissionais de internet em todo o Brasil, além de incentivar o relacionamento entre eles e ampliar o contato entre clientes e fornecedores.
O 15° Encontro Locaweb já aconteceu em Recife e ainda acontecerá em cinco capitais brasileiras. A próxima cidade será Belo Horizonte, no dia 25 de abril (próxima quinta) e ainda dá tempo de adquirir um ingresso.
O evento em BH contará com palestras de nome como Luli Radfahrer, consultor em inovação digital, com clientes no Brasil, EUA, Europa e Oriente Médio e; Silvio Meira, cientista-chefe do C.E.S.A.R e fundador do Porto Digital, de Recife. Diego Eis, do Tableless e Fábio Ricotta, reconhecido mundialmente por seu trabalho em SEO (Search Engine Optimization), completam o time de palestrantes
E se você não é de Belo Horizonte não fique triste, o mesmo evento também acontecerá em Curitiba, dia 07/maio; Porto Alegre, 23/maio; Rio de Janeiro, 20/junho; e, por fim, São Paulo, no dia 04/julho.
Serviço sobre o evento em BH:
15° Encontro Locaweb de Profissionais de Internet – Belo Horizonte
Local: Ouro Minas Palace Hotel – Avenida Cristiano Machado, 4001 – Ipiranga – MG – Brasil
Data: 25 de Abril de 2013
Horário: das 9h às 18h30min
Inscrições: http://www.encontrolocaweb.com.br/inscricao
Investimento: R$ 70,00 -
Intuição x big data: um dilema para o CIO
14 de novembro de 2012
Durante os próximos três anos, a maioria das empresas – 58% – deverá aumentar os seus investimentos em Big Data, apura estudo elaborado pela Economist Intelligence Unit e pela Capgemini – e que ouviu mais de 600 executivos de TI no mundo.
O levantamento revela que dois terços dos executivos acreditam que suas empresas são “condutoras de dados” e que podem fazer melhores negócios com a análise dessas informações. Os CIOs também sustentam que a experiência e o instinto – quesitos considerados vitais até bem pouco tempo – são cada vez menos usados na tomada de decisão estratégica.
Tanto é assim que 54% dos entrevistados afirmam que as decisões de gestão com base apenas na intuição ou experiência são duvidosas. E para 65%, as decisões de gestão são cada vez mais baseadas em “informações de análise abrangente”.
O estudo mostra que 58% dos executivos trabalham com dados não estruturados, incluindo conteúdo de texto, voz, imagens e vídeos. As redes sociais ganham força. Tanto que mais de 40% sustentaram usar informações vindas dessas mídias para tomar suas decisões de negócios.
O grande temor no big data segue sendo a falta de mão de obra qualificada para tratar com os dados disponíveis para a análise. Tanto que 51% dos entrevistados temem pela manutenção dos seus especialistas no cargo.
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6 indicadores fundamentais para construir seu networking
13 de novembro de 2012
Ninguém constrói uma rede de relacionamentos/networking da noite para o dia, você concorda? É preciso trabalhar duro, ter planejamento e paciência. Pilares importantes e fundamentais.
Além disso, é necessário ter controle sobre suas ações e realizações. Tem pessoas que são inconvenientes, acreditando que isso é networking. Por isso, separei 6 indicadores importantes na construção do seu networking:
Seja comunicativo
Impossível fazer networking se você não for comunicativo. Falar com as pessoas sobre o seu negócio, seus gostos e hábitos.
Certa vez antes de fechar uma consultoria com um cliente, ficamos horas conversando durante um café. Basicamente não falamos nada sobre as características do trabalho e dos meus serviços. Então ao fechar a conta perguntei ao mesmo: Não iremos falar sobre os serviços? Ele me respondeu: Não será necessário, já tenho recomendações suficientes sobre o mesmo. Passe no meu escritório hoje a tarde para assinar o contrato.
Tenha visão holística
Ao chegar em determinado local, uma academia, por exemplo, olhe ao seu redor. Veja quem são as pessoas que utilizam o local. Os exercícios que elas costumam fazer e se expressam algum sentimento durante determinada música ou se são mais reservados. Atente-se aos detalhes.
Tenha ATITUDE
Imagine a situação: Você está em um grande encontro de profissionais da sua área, palestras com profissionais renomados de todo o mundo e o evento terá dois momentos de cofee break. É bem nessa hora que você abaixa a cabeça e vai responder e-mails, ou então, se junta com um grupo com as pessoas que você já conhece.
Tenha ATITUDE para conhecer pessoas novas e diferentes. Atitude para falar sobre o seu negócio quando for perguntando ou não. Atitude ao apertar a mão daquele executivo/empresário.
Experimente sensações novas e diferentes
Visite museus, praias, parques, bares… faça viagens regularmente e frequente cursos que não são da sua área. Por favor, saia da ROTINA. Ela é a inimiga número 1 de quem deseja fazer bons contatos e construir uma cadeia de relacionamentos.
Faça o bem
Não se aproxime das pessoas somente por interesse.
Faça e pratique o bem. Essa atitude faz um bem danado e tem o incrível poder de contaminar as pessoas.
Seja criativo
Use a sua criatividade para cativar as pessoas e construir relacionamentos sustentáveis. Se todo mundo pratica o networking, você irá se destacar utilizando a criatividade. O seu comportamento pode ser decisivo na busca pelos seus objetivos.
Fonte: O Melhor do Marketing
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7 dicas para empresas dominarem o Skype
12 de novembro de 2012
O Skype é tão popular que algumas pessoas usam o nome do serviço como um verbo. Ainda assim a maioria delas o utiliza apenas para fazer chamadas de voz, ou uma ocasional videochamada, para amigos e parentes distantes.
É uma pena, porque o Skype é também uma poderosa ferramenta para os negócios. Uma videoconferência pode substituir uma viagem de negócios, economizando dinheiro com passagem aérea, hotel e aluguel de um carro.
E o Skype tem mais recursos do que aparenta. Você pode, por exemplo, usá-lo para enviar mensagens SMS, para fazer uma apresentação em PowerPoint, para economizar com o Wi-Fi em viagens, para facilitar a participação em conferências e até adicionar um botão do Skype ao seu site, para que seus clientes possam contatá-lo de uma forma gratuita e simples. Interessado?
1. Compartilhe sua tela
É mais fácil mostrar do que contar, e o Skype permite que você transmita, além de sua imagem, o que acontece na tela de seu computador. Com este recurso, que é um dos segredinhos do programa, você pode compartilhar uma apresentação, mostrar uma página web ou demonstrar como usar um software.
Inicie uma chamada e, assim que ela se completar, clique no ícone + na barra de chamada e escolha o item Compartilhar tela. Na janela que aparece, clique no botão Iniciar. Com isso você irá compartilhar seu desktop inteiro. Se quiser compartilhar apenas uma janela, clique na seta para baixo e escolha Compartilhar janela. Escolha a janela e clique em Iniciar.
Pronto! Agora seu interlocutor poderá ver tudo o que você vê na tela. Se você quiser compartilhar sua tela com um grupo de pessoas, precisará de uma conta Skype Premium.
2. Grave chamadas
Gravar chamadas pode ser algo muito útil nos negócios. Desde que ambos os lados estejam de acordo com a gravação, ela pode ajudá-lo a revisar pontos importantes em uma reunião ou na transcrição de uma conversa com um cliente.
Existem vários aplicativos para Windows que podem gravar chamadas. O MP3 Skype Recorder, por exemplo, pode iniciar uma gravação automaticamente ou manualmente, e funciona em conferências, chamadas de Skype para Skype, de Skype para telefones e de telefones para Skype. E o que é mais legal: é possível dividir a chamada em duas trilhas, uma com o seu áudio e outra com o áudio da pessoa com quem você está falando. E o programa é gratuito.
Se você quer algo ainda mais versátil, experimente o IMcapture. Ele pode gravar chamadas de vídeo e é compatível com PCs com Windows e Macs. Custa US$ 50.
3. Entre em conferências com facilidade
Se você passa muito tempo em conferências, sabe que o caminho até elas é cheio de incômodos: achar os detalhes na agenda (ou o e-mail de confirmação), discar o número, digitar a senha, etc.
Se você é um usuário do Outlook, experimente o InstantMeeting da Plantronics. Este add-on gratuito puxa os dados das conferências de seu calendário do Outlook, te lembra antes do início de cada uma e possibilita a discagem via Skype com um clique. Se você está organizando a reunião, pode usar o InstantMeeting para notificar os participantes de um atraso. E se a ligação cair, basta um clique para rediscar.
Vale notar que o InstantMeeting também tem versões para Android, BlackBerry e iOS, embora elas não se integrem ao Skype.
4. Coloque um botão do Skype em seu site
Quer dar aos seus clientes uma forma gratuita de entrar em contato com você? Basta adicionar um botão do Skype ao seu site. Você pode escolher entre meia dúzia de estilos (dois deles dinâmicos, ou seja, mudam para informar se você está online ou offline) e depois basta colocar o código HTML no local desejado em seu site.
Se você quer ter ainda mais controle, acesse este assistente para mudar o estilo, tamanho, cor, fundo e outros aspectos do botão, incluindo sua função: iniciar chamadas, bate-papo ou mensagens de voz.
5. Consiga um número Skype
Adicionar um botão do Skype ao seu site permite que as pessoas chamem sua empresa diretamente, mas não é a mesma coisa que ter um número de telefone de verdade que você possa compartilhar com clientes e contatos importantes. Se você quer receber chamadas via Skype com a mesma flexibilidade que as faz, peça um número online (Skype Online Number).
Ele é basicamente um número de telefone dedicado, para o qual as pessoas podem discar a partir de qualquer telefone fixo ou celular. Mas quando alguém chamá-lo, quem “toca” é o Skype, onde quer que você esteja, como em uma chamada de PC para PC. Há até um identificador de chamadas.
O mais legal é que você pode escolher um código de área para seu número, então você pode dar aos seus clientes de Salvador um número de Salvador, aos parentes do Rio um número do Rio, e todos irão “tocar” no mesmo lugar. Você pode associar até 10 números online a uma conta do Skype, e o recurso é parte de um pacote que inclui redirecionamento de chamadas e caixa postal de voz, por € 15 (cerca de R$ 39) por três meses ou € 50 (cerca de R$ 130) anuais.
6. Mande mensagens de texto sem gastar muito
Este é outro segredinho do Skype. Você pode usá-lo para mandar, a partir do computador ou do smartphone, mensagens SMS para qualquer um de seus contatos. Imagine que você está trabalhando no computador e quer mandar uma mensagem para um colega. Basta iniciar um chat como de costume, mas logo abaixo da caixa de mensagem clique no texto via Skype e mude para via SMS. A mensagem será enviada para o número de celular associado ao contato. Se não houver nenhum, o Skype lhe pede para adicionar um número.
As mensagens não são gratuitas: você precisa de créditos do Skype para usar este recurso, e o custo por mensagem varia de acordo com o país onde está o destinatário. Mensagens para números no Brasil, por exemplo custam R$ 0,45, para os EUA saem por R$ 0,24 e para o Japão saem por R$ 0,14 cada (vá entender…). Não é a melhor opção para falar com sua namorada que mora na mesma cidade, mas pode ser bem mais barato do que a tarifa da operadora quando você, ou ela, está fora do país. Uma tabela com os preços das mensagens está disponível no site do Skype.
7. Economize com o Wi-Fi em viagens
Em viagens internacionais não é incomum um hotel cobrar US$ 10 ou US$ 20 por dia pelo acesso à internet. Às vezes até mais. Mas o Skype Wi-Fi promete te manter conectado por menos: usando a versão do software para Windows ou o app para iOS você pode se conectar a qualquer um dos milhões de hotspots Skype em todo o mundo. O serviço não é gratuito: o pagamento é feito usando o créditos na sua conta, mas o Skype cobra (pouco) por minuto de uso em vez de pela quantidade de dados consumidos ou por um período fixo.
Nos EUA, por exemplo, você encontra o Skype WiFi em hotéis de redes como a Best Western e Econo Lodge, e o acesso custa US$ 0,14 por minuto. Na Índia, varia de US$ 0,04 a US$ 0,14. No Brasil o valor depende de quem opera a rede Wi-Fi, e varia de R$ 0,08 a R$ 0,24. Se você pretende se conectar por horas a fio pode ser mais barato pagar a taxa fixa do hotel, mas se você só precisa dar uma olhadinha no e-mail, o Skype Wi-Fi pode ajudá-lo a economizar um bom dinheiro.
Fonte: PCWorld
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7 pontos para considerar ao contratar um consultor de TI
9 de novembro de 2012
A contratação de um consultor de TI para uma tarefa de missão crítica ou projeto que impulsione o core business, por vezes, exige agilidade em razão da demanda dos negócios. Esse profissional especializado é normalmente levado para a empresa para atuar com prazos custos e por isso é imperativo localizar o perfil adequado.
Esse é um processo complicado e potencialmente arriscado. Alguns passos, no entanto, podem ser tomados para minimizar os riscos para a empresa. Há uma série de razões para buscar um consultor de TI, incluindo a formação sobre um novo equipamento, software ou tecnologia.
Independentemente do motivo, encontrar o consultor em linha com a companhia pode significar a diferença entre o sucesso e o fracasso.
Então, por onde começar? Michael Chrusch, vice-presidente sênior, conselheiro-geral e secretário corporativo da Signature Consultants, informou sete erros mais comuns a fim de evitar surpresas na contratação de um consultor de TI.
1. Funcionário ou consultor?Uma das primeiras decisões a ser tomada ao contratar um consultor é sua situação de trabalho. “Dois dos problemas mais comuns legais ao contratar consultores de TI surgem da falta de compreensão de status do consultor e em lidar com o conceito de coemprego”, diz Chrusch.
É crítico para as empresas determinarem corretamente se os consultores de TI são empregados ou contratados independentes. Para um funcionário regular, é claro, a organização precisa reter impostos federais e estaduais, pagar a Segurança Social e as contribuições médicas, e assim por diante. Mas um contratante independente, por outro lado, não exige nada disso.
“Para determinar se o consultor de TI é um prestador de serviço ou um profissional, todas as informações que fornecem evidência do grau de controle e independência devem ser considerado”, ensina Chrusch.
Ao optar por pessoal de TI voltado para serviços, eles podem ajudar a empresa a tomar a decisão. Mas se o departamento de RH está à frente do processo de contratação, Chrusch lista algumas dicas que podem contribuir para a decisão.
Existem três categorias principais para considerar que fornecem provas do grau de controle e independência:
- Comportamental: a companhia controla ou tem o direito de controlar o que o trabalhador faz e como o trabalhador executa o seu trabalho?
- Financeiro: os aspectos do negócio de trabalho do profissional são controlados pela empresa?
- Tipo de relacionamento: existem contratos escritos ou benefícios como plano de previdência, seguros, férias etc? A relação vai continuar? O trabalho realizado pelo profissional é elemento-chave para o negócio?
Se a organização decidir escolher o caminho do consultor de TI há outras questões legais que podem surgir se a natureza de trabalho for alterada.
“Organizações devem pesar todos esses fatores ao determinar se trata de um contrato de trabalho ou autônomo. O segredo é olhar para toda a relação. Considere o grau ou a extensão do direito de dirigir e controlar, e documente cada um dos fatores”, recomenda Chrusch.
Se você recorrer a uma empresa de recursos humanos de TI, esteja ciente das questões de coemprego que podem surgir. “Coemprego é geralmente definido como uma relação comercial entre duas ou mais empresas em que cada uma tem direitos e obrigações legais”, relata Chrusch. Certifique-se de resolver essa questão com a companhia de recrutamento antes de assinar qualquer acordo.
2. Proteger a propriedade intelectualProteger a propriedade intelectual da empresa (IP) é sempre primordial. Ninguém quer um consultor que tenha posse da conta do Twitter ou um que deixe a empresa e leve informações sobre login.
“Um consultor, por exemplo, pode estabelecer um acordo em que concorda que a posse de qualquer propriedade intelectual pertence ao “cliente” – ou seja, à organização que está recebendo seus serviços”, diz Chrusch.
3. Conduzir uma entrevista completaConsultores de TI são, muitas vezes, direcionados para projetos relacionados ao core business. Por isso, é importante a realização de uma entrevista como se fosse um empregado. Vá atrás de recomendações e certifique-se de que o consultor tenha experiência com os desafios da empresa.
É fundamental para consultores de TI entenderem como esse projeto está vinculado aos seus objetivos de negócios.
4. Conheça a metodologia que usa o consultor
Saber o que o consultor faz e como ele faz estabelece a diferença entre o sucesso e o fracasso. Por exemplo, se a organização está contratando um consultor de Search Engine Optimization (SEO), sabendo que sua metodologia pode salvar os negócios, ele pode explicar para o CEO porque seu tráfego do site caiu 50% ou mais no último mês.
5. Ter um contrato detalhado
Certifique-se de ter coberto todas as possibilidades em seu contrato, incluindo custos, horas, metas, resultados, prazos e quem paga as despesas. “Sugiro que uma empresa que utiliza consultores tenha contrato próprio padrão. Um contrato padrão prevê consistência. Uma empresa tem melhor chance de conhecer as responsabilidades de cada parte e não ter de analisar cada acordo para determinar respostas”, diz Chrusch.
Ter todos na mesma página é vital. Certifique-se de que você tem claramente comunicado o escopo do projeto, o que é esperado e quem é o ponto de contato na empresa e a consultoria.
6. Use acordos de confidencialidade
Seu consultor de TI tem muitos clientes e alguns deles pode ser alguém da concorrência. “Acordos de confidencialidade são importantes e essas disposições devem ser incluídas no contrato. “Se informações confidenciais forem compartilhadas entre as partes antes que um contrato é executado, então sugiro que um acordo de não divulgação seja estabelecido antes de compartilhar qualquer informação confidencial sobre o projeto”, ensina Chrusch. Obter uma carta assinada de confidencialidade pode ajudá-lo a dormir melhor durante a noite.
7. Verifique se o profissional vai treinar sua equipeNinguém quer ter uma empresa de consultoria para sempre. O trabalho de treinamento do consultor vai acabar depois que o projeto for finalizado? Descobrir isso antes do tempo pode dar detalhes sobre quem você está trabalhando.
Resumo
Consultores de TI podem fornecer conhecimentos específicos, ajudar a empresa a concluir projetos em tempo e contribuir para que a companhia alcance seus objetivos de negócios. Compreender os desafios de encontrar o profissional adequado é a chave para a contratação de uma pessoa ou empresa que pode agregar valor ao negócio.
Fonte: CIO
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Cientista de dados: profissão do futuro?
8 de novembro de 2012
Uma adolescente vai ao supermercado e, ao passar no caixa, recebe um folheto informativo sobre gravidez. Ela ainda não sabe, mas, a partir da listagem de produtos comprados, foi identificada a probabilidade de gestação, confirmada semanas depois. Como chegaram ao resultado? Por meio do somatório de tecnologia, análise e, claro, o trabalho de um… cientista de dados.
Nos últimos meses, a carreira despontou como uma das mais promissoras em tecnologia da informação, especialmente com a explosão do Big Data, termo usado para descrever a grande quantidade de dados que precisa ser analisada para apoiar as tomadas de decisão. Já é considerada por analistas do mercado a profissão do futuro. A previsão de dobrar o volume de dados a cada dois anos e o salto de Hadoop [projetado para uso intensivo de dados] tem impulsionado a importância desse talento.
“Em meio a uma montanha de dados, o cientista de dados deve localizar padrões e identificar insights, fornecendo subsídios para que empresas identifiquem o melhor caminho para conduzir os negócios e conquistar diferencial competitivo”, explica Pedro Desouza, cientista de dados da EMC, que há 20 anos trabalha no segmento.
É como encontrar uma agulha no palheiro. “Cientista de dados é aquele que, normalmente, tem formação em Ciência da Computação, Matemática e Estatística com conhecimentos profundos nessas áreas. Mais do que isso, ele entende de negócios”, descreve Desouza. É ainda alguém curioso, que gosta de resolver problemas e não tem medo de errar e se comunicar.
Explicar a aplicação dos resultados matemáticos na linguagem dos negócios é vital nessa profissão. “Existem pessoas altamente técnicas que falham em não se preocupar com esse ponto. Aquele que adota essa postura, rapidamente, vai parar no terceiro subsolo do prédio”, brinca. Saber extrair informação de um banco de dados também faz parte da lista de um bom profissional da área.
Cientista de dados é diferente de um estatístico. “Um estatístico não manipula dados. Ele os recebe em um arquivo e não participa do caminho anterior. O cientista tem conhecimento fim a fim, desde a fonte até o produto final”, esclarece.
De fato, prossegue o executivo, encontrar um profissional que reúna características tão particulares não é tarefa fácil. “Levando em conta que a demanda por cientistas de dados é latente e cresce, esse sujeito começa a ficar raro”, assinala. Não por acaso, seu salário gira em torno de seis dígitos nos Estados Unidos.
Esse quadro tem levado a uma inflação do mercado, observa. “A busca é tão alta que pessoas que trabalham em campos relacionados inserem em seus currículos palavras-chave como ‘Hadoop’, ‘Big Data’, para atrair a atenção das empresas, mesmo sem o conhecimento necessário”, explica.
Desouza enfrenta esse desafio na hora de contratar. “Para driblar, busco sólido embasamento estatístico e matemático, experiência em desenvolvimento Java, algoritmos estatísticos e PhDs.” Ele diz que uma das estratégias que tem adotado é localizar esses profissionais em conferências técnicas de alto nível. “Contratei dois dessa forma.”
Para companhias que querem fisgar esse especialista, ele recomenda a ajuda de uma consultoria. Isso porque, segundo ele, é preciso, em primeiro lugar, desenvolver uma cultura analítica. “Além disso, ainda há dúvidas sobre para quem o cientista de dados vai se reportar: para o CEO? Ele estará posicionado na estrutura de negócios ou TI?”, questiona.
Além da sala de aula
Desouza reuniu as competências necessárias ao longo do tempo por meio do acúmulo de experiência. “O volume de conhecimento é crítico e o grande desafio da profissão. Não se aprende com um único curso”, observa. O executivo, por exemplo, formou-se em 1985 no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e partiu para o mestrado em seguida, também no ITA, e doutorado na Carnegie Mellon University (CMU), em Pittsburgh, nos Estados Unidos, país que mora até hoje.
O tema de sua especialização foi o primeiro passo para que ingressasse na área. “Optei por abordar a otimização de problemas de grande porte. A complexidade me chamou a atenção”, diz. “Esse desafio passou a ter valor de negócios, abrindo oportunidades no mundo corporativo”, completa.
Atuou na IBM, BusinessObjects, Qualcomm e lidera, desde o início de 2011, na área de consultoria da EMC, uma equipe de 15 PhDs, que têm formação em matemática e estatística com conhecimento de indústrias. “Temos contratos com grandes clientes, especialmente em setores como varejo, finanças, companhias aéreas, internet e energia que querem tirar conhecimento de ‘caixas’ para reduzir custos e serem mais efetivos em suas estratégias”, aponta.
Estar em linha com o que há de novo na literatura fez a diferença em sua trajetória. “Muitos departamentos de pesquisa realizam estudos na área. É preciso ver o que é publicado nos jornais científicos, misturar com os requerimentos do cliente e adaptar os algoritmos para atender às necessidades”, afirma.
E como funciona o dia a dia do cientista de dados? Na área de consultoria, diz, tudo começa com um bate-papo com o cliente para entendimento dos processos. “Depois, pedimos acesso ao banco de dados. Não queremos que eles nos forneçam os dados, porque pode haver uma filtragem e eliminação de informações que podem ser importantes”, explica.
Diante de terrabytes de dados, o profissional deve aplicar algoritmos, analisar e fazer descobertas. “A busca começa no escuro, já que o universo é baseado em algoritmos probabilísticos, então, não tem uma resposta correta para o problema”, observa.
Mas a natureza do Big Data ajuda a ser mais assertivo. “É diferente da estatística pura e por isso não generaliza. É possível entender o padrão de consumo de um usuário e não mais de um grupo”, explica. Ele aponta que a tecnologia é fundamental nesse processo, porque análise e modelo estatístico são somente a ponta do iceberg.
Ele cita a aplicação do conceito na área de saúde. Por exemplo, um médico recomenda uma cirurgia para um paciente em determinadas condições e ele pede autorização para o plano, a combinação tecnologia + análise + atuação do cientista de dados em tempo real pode alertar o médico se ele realmente quer partir para o procedimento, levando em conta que naquelas condições, 70% de seus colegas sugerem outros exames. “A TI tem enorme potencial do ponto de vista humano”, conclui.
Fonte: Computer World
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O que é necessário para conquistar um emprego em Big Data?
7 de novembro de 2012
A avalanche de dados produzida por redes sociais, sensores, redes de abastecimento e todos os tipos de dispositivos estão criando novos empregos. O Gartner estima que Big Data exigirá a contratação de um exército de 4,4 milhões profissionais em todo o mundo até 2015. Em solo nacional, cerca de 500 mil vagas serão abertas nesse mercado, de acordo com o instituto de pesquisas.
Segundo um relatório do McKinsey Global Institute, de maio de 2011, intitulado “Big Data: The next frontier for innovation, competition, and productivity”, há escassez de talentos para as organizações iniciarem suas estratégias em Big Data. Acredita-se que essa lacuna seja o maior bloqueio para a adoção em massa da tecnologia pela indústria.
Michael Rappa viu essa tendência emergente em 2007 e tornou-se o diretor-fundador do Instituto de Análise Avançada da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Ele criou na instituição educacional um mestrado no programa de Analytics, o primeiro curso acadêmico dedicado à análise de dados. Sua ideia era capacitar profissionais para atuarem com a grande massa de dados. Agora, universidades nos Estados Unidos estão criando programas semelhantes, iniciativas que devem ser replicadas no Brasil.
Por aqui, empresas estão promovendo cursos de Big Data, como é o caso da EMC. A fabricante abriu processo seletivo para a primeira edição da Summer School on Big Data (Escola de Verão EMC em Big Data). O curso gratuito reunirá, de 4 a 7 de fevereiro de 2013, pesquisadores de todo o Brasil para um programa focado em temas relacionados ao processamento e a análise de grandes volumes de dados.
Como atuar na áreaRappa explica o que constitui um trabalho em Big Data e os tipos de treinamento que os profissionais terão de buscar para atuar na área. Segundo ele, seria um equívoco descrever empregos em Big Data simplesmente a partir de um conjunto de ferramentas ou linguagens de programação.
O profissional que vai lidar com a tecnologia tem de ser experiente para poder extrair conhecimentos significativos a partir da avalanche de dados que invade as organizações. “Aí é que nasce a figura do cientista de dados”, resume Fernando Belfort, analista sênior de Mercado da Frost & Sullivan.
“Em meio a uma montanha de dados, o cientista de dados deve localizar padrões e identificar insights, fornecendo subsídios para que empresas identifiquem o melhor caminho para conduzir os negócios e conquistar diferencial competitivo”, explica Pedro Desouza, cientista de dados da EMC, que há 20 anos trabalha no segmento.
Com a rápida evolução desse mercado, Rappa afirma que, hoje, há um déficit de talentos na área. “Precisamos fazer mais para alinhar as ofertas educativas com as necessidades de rápida evolução do mercado”, avalia.
Ele afirma que no Instituto de Análise Avançada da Universidade da Carolina do Norte o número de vagas para profissionais interessados em especialização de Big Data dobrou do último ano para cá. “Se existissem mais dez institutos como esse, seriam 200 profissionais se formando ao ano. Ainda assim, isso representaria cerca de 1% do número de alunos matriculados em programas de MBA nos Estados Unidos”, destaca.
Para alunos de graduação em ciências, tecnologia, engenharia e matemática que querem seguir carreira em Big Data ele afirma que a boa notícia é que não é preciso um doutorado para atuar na área. “Tivemos grande sucesso com pessoas com nível de mestrado relatando que tiveram oportunidades imediatas”, relata.
Desde a fundação do Instituto, em 2007, ano após ano, segundo ele, a demanda por alunos se intensificou. “Os alunos que se formaram em maio passado realizaram uma média de 16 entrevistas de trabalho, e mais de 80% tinham duas ou mais ofertas de emprego”, detalha. “Quarenta empregadores foram até o Instituto para tentar contratar. Os seis maiores contrataram dois terços da classe. Pelo quinto ano consecutivo, mais de 90% dos nossos alunos foram empregadas pela graduação. Salários médios continuam a aumentar ano após ano”, observa.
No Brasil, lembra Belfort, não há certificações focadas no tema. “Esse profissional tem de ser criado pelas empresas e pela indústria a partir de uma necessidade”, ensina. “Fabricantes já começam a mapear o ecossistema para impulsionar o desenvolvimento da carreira de cientista de dados. Até porque, não se pode vender uma tecnologia sem ter quem operá-la. É como um barco sem comandante”, completa.
Para ingressar nessa seara
“Meu conselho para alunos de graduação é realizar um curso preparatório com os pré-requisitos necessários em matemática, estatística e ciência da computação, para se preparar para a pós-graduação. Isso significa ir além de um ano de cálculo e álgebra linear e matriz”, aconselha Rappa.
Para quem já está mais tempo no mercado, Rappa afirma que é preciso mergulhar em um rigoroso e intensivo treinamento por cerca de dez meses. “Não há nada como a proximidade física para maximizar o aprendizado”, acredita.
Como nem todos os profissionais podem abandonar seus trabalhos por dez meses, alguns podem acumular experiência na posição atual. “Certificações oferecidas por fornecedores e entidades podem ajudar os executivos a demonstrar seus conhecimentos e avançar a carreira”, completa.
As habilidades técnicas são apenas uma parte do pacote, avalia Rappa. “Os empregadores querem pessoas que entendem os métodos e as aplicações de análise, mas também que estejam focados no problema de negócios. Além disso, é preciso ser capaz de trabalhar em equipes multifuncionais e estabelecer comunicação de ideias aos executivos”, afirma.
Belfort afirma que o pessoal da área terá um salário acima da média e será disputado pelo mercado. “O profissional brasileiro de TI é um dos mais bem remunerados na América Latina e a tendência é que ele ganhe mais do que os demais”, observa.
Eliminando as barreiras de falta de talento e especialização, o analista da Frost acredita que cada vez mais o mercado brasileiro vai diminuir a distância e o tempo de adoção da tecnologia em comparação com geografias mais maduros. “É uma evolução natural”, finaliza.
Fonte: Computer World
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8 dicas para aumentar a retenção dos talentos de TI
6 de novembro de 2012
Rotatividade de funcionários é um assunto caro para os empregadores. O tempo consumido para procurar, contratar e treinar pessoas é algo crítico para os negócios e, naturalmente, a empresa quer proteger seu investimento. Então, o que você pode fazer para aumentar a retenção na companhia?
“O mais importante na atração e retenção de funcionários é a cultura da empresa”, opina Matt Chasen, CEO da uShip, no Texas (EUA), que oferece frete, bens domésticos duráveis e serviços de transporte de veículos. “Tudo começa com o processo de entrevistas, fase fundamental para os candidatos que vão até o nosso escritório”, completa.
De acordo com Chasen, uma vez lá, o objetivo é levá-los para conhecer o máximo de funcionários possível para que possam ter a sensação de como é trabalhar na uShip e para que o empregador veja como os candidatos se encaixam na cultura da companhia. “O que temos feito bem é criar uma grande cultura. Essa foi a estratégia que desenhei para ser mais eficaz em reter e atrair talentos.” Os resultados estão na baixa taxa de rotatividade da uShip, que em julho era de 1,5%.
O que é preciso, então, para construir uma grande cultura e manter colaboradores atuais e atrair novos? Aqui estão oito ações que você pode colocar em prática para impedir que seus funcionários abandonem o barco.
1 – Expresse claramente as expectativas – Isso pode parecer algo simples, mas não é. Você, provavelmente, em algum momento da sua carreira, teve um chefe que desejava ser mais claro ao distribuir tarefas, responsabilidades e projetos. Hoje, os funcionários de TI são inundados com tarefas e responsabilidades. Se você não deixa claro seu trabalho, como é possível avaliar seu desempenho? Expectativas claras tornam a vida de todos mais fácil.
2 – Fomente linhas de comunicação abertas – Na uShip, a cada semana, diz Chasen, as equipes se encontram e todos os temas de discussão são abertos. Do mais novo ao mais antigo funcionário, todos são incentivados a compartilhar suas ideias com o grupo. Ter uma política de portas abertas também contribui para a adoção da comunicação aberta. Profissionais que se comunicam mais terão um efeito positivo sobre a moral e são como um espelho para os colegas.
3 – Ajude seus funcionários a crescer – Esse item pode ser colocado em prática de muitas formas, incluindo treinamento interno ou reembolso para os externos. “Você perde as estrelas se não oferecer um caminho para o progresso”, avalia Chasen. Mostre uma direção clara para o avanço da carreira e faça o que puder para ajudar seus funcionários a alcançar objetivos.
4 – Valorize e promova os profissionais – Quando as pessoas observam como um funcionário ganha mais responsabilidade e credibilidade, e progride rapidamente, ele contamina os demais.
Se um colaborador sente-se em um beco sem saída e não há espaço para o avanço, ele estará mais propenso a procurar um novo emprego. Clareza sobre o caminho para a evolução pode oferecer paz de espírito e ajudar a afastar a ideia de encontrar outro emprego.
“Temos programas de mentoring e educação e quando as pessoas observam como alguém cresceu rapidamente na carreira elas também desejam aquilo”, ensina Chasen.
5 – Ofereça prêmios – Fornecer prêmios em dinheiro é uma alternativa sólida para promover a fidelidade e garantir que os empregados cumpram ou superem as expectativas. Mas lembre-se de recompensar os funcionários que estão no topo de acordo com o mérito.
6 – Forneça benefícios – A uShip emprega um chef em tempo integral que faz o almoço todos os dias para os funcionários e café da manhã às sextas-feiras. “Quando eles saem para o almoço, estão desconectados”, observa Chasen. “Preparar almoços em casa incentiva os profissionais a comerem juntos”, justifica.
Chasen também diz que o investimento para contar com um chef em tempo integral e outras regalias é menor do que encontrar e trazer alguém novo para a empresa com a velocidade que os negócios demandam. Pequenas ações podem contribuir para manter seus empregados animados para ir ao trabalho.
7 - Conheça seus funcionários – A maioria das empresas realiza uma entrevista quando o colaborador está de saída. Mas essa atividade não produz informação suficiente ou necessária para manter os demais. A melhor pergunta a fazer é: por que os funcionários decidem ficar?
“Entrevistas desse tipo exigem confiança e essa pode ser uma ferramenta mais eficaz para as empresas”, disse Susan Torroella, presidente e CEO da Columbia Medcom, em artigo recente na revista Forbes. Essa é uma ótima maneira de saber o que é necessário para manter o pessoal interno feliz.
8 – Forneça bons benefícios – Benefícios para a saúde são vitais na remuneração de um empregado. Geralmente incluem planos médicos, odontológicos e seguro de vida. Outros permitem que funcionários trabalhem remotamente, tenham horários flexíveis e contem com creches para os filhos. Fornecer bons benefícios pode fazer com que eles pensem duas vezes antes de procurar outro lugar para trabalhar.
Crie uma cultura corporativa positiva
Quando saírmos da recessão econômica e mais empregos de TI tornarem-se disponíveis, os empregadores precisam estar em sintonia com as necessidades e desejos de seus colaboradores. Se não fizerem isso, correm o risco de sofrer uma fuga em massa de talentos.
Em tempos altamente competitivos, oferecer mais dinheiro nem sempre é a resposta. “Você tem de acenar mais do que com o salário para atrair e reter pessoas”, diz Chasen. Criar uma cultura positiva e manter uma declaração clara da missão é um ótimo começo. O exercício de atrair pessoal nunca acaba e de tempos em tempos você precisa se perguntar: “O que mais posso fazer para manter meus profissionais satisfeitos?”.
Fonte: ComputerWorld
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As 10 maiores tendências tecnológicas de 2013, segundo o Gartner
5 de novembro de 2012
Primeiro, veio a adoção pesada da plataforma móvel da Apple pelos consumidores, que encantados com a mobilidade forçaram as empresas a apoiar o uso de dispositivos pessoais para fins profissionais.
O Android invadiu o mundo corporativo logo depois e chega agora o Windows 8, o mais recente esforço da Microsoft para manter seu império no mundo do PC intacto e ganhar participação de mercado em dispositivos móveis.
Para o instituto de pesquisas , a chegada do Windows 8 esquenta a “batalha de dispositivos móveis”, forte aposta para 2013, que está na lista das dez maiores tendências de TI nos próximos meses.
O prevê que em dispositivos legados “90% das empresas vão ignorar implementações do Windows 8, pelo menos até 2014″, avalia Peter Sondergaard, que comanda a operação de pesquisa do .
Veja abaixo a lista das dez tecnologias estratégicas para empresas que estarão em alta em 2013 a e vão impactar a TI nos próximos meses, segundo o .
1. Dispositivos móveisNo próximo ano, os telefones celulares vão ultrapassar os PCs como dispositivo mais comum de acesso à web em todo o mundo. Será que isso significa que aparelhos móveis vão substituir os PCs? Sim e não, diz o .
Alguns departamentos de TI só precisam suportar dispositivos móveis para profissionais específicos cujas funções exigem mobilidade. Os demais permanecem nos tradicionais computadores. Mas, acrescenta o , a ascensão de dispositivos móveis sinaliza o fim do Windows como plataforma corporativa única.
“Até 2015, os embarques de tablets vão atingir cerca de 50% dos embarques de laptop e o Windows provavelmente ficará em terceiro lugar na preferência das pessoas, atrás do Android e do iOs, da Apple”, relata David Cearley, analista do em relatório. “Como resultado, a participação da Microsoft na plataforma do cliente (PC, tablet, smartphone) provavelmente será reduzida para 60% e pode cair para 50%.”
2. Mudança de aplicativos nativos para aplicativos web como HTML5
O nota que os aplicativos nativos não vão desaparecer e “sempre oferecerão a melhor experiência ao usuário e recursos mais sofisticados.”
3. Nuvem pessoal substitui a noção de computador pessoal
A nuvem vai abrigar todos os aspectos da vida de uma pessoa, diz o . Por ser um modelo tão vasto e capaz de empacotar recursos infinitos “nenhuma plataforma, tecnologia ou vendedor vai dominá-lo”, indica o instituto de pesquisas. Isso também significa que TI terá de suportar quase tudo.
4. Internet das CoisasTudo vai conectar-se à internet, incluindo câmeras, microfones, realidade aumentada, edifícios e sensores embutidos em todos os lugares. Em muitos casos, ela já se faz presente. A Internet das Coisas vai conduzir novos produtos, como os baseados em uso seguro ou de políticas fiscais. Também levantará novas questões.
“Estamos em um momento em que já não é exagero imaginar que muito do que e quem interagimos esteja ligado à internet”, aponta Cearley.
5. Cloud computing
Como a adoção da nuvem cresce, os departamentos de TI terão de criar “serviços em nuvem” para servir como foco central para gerenciar o acesso à serviços externos.
6. Big Data estratégico
Projetos de Big Data estão se tornando mais econômicos para as empresas, graças, em parte, aos servidores e CPUs de baixo custo. Big Data estratégico, acredita o , fará com que usuários executem projetos não mais isolados. Companhias vão incorporar a análise da grande massa de dados em mais atividades que desempenham.
7. Analytics acionável
Analytics acionável é, em alguns aspectos, um subconjunto da sexta tendência (Big Data estratégico). Processamento de baixo custo está fazendo o possível para “realizar análises e simulações para cada ação tomada em um negócio”. A maioria das análises hoje se concentra em olhar para a análise histórica, o próximo passo é prever o que pode acontecer.
8. Computação em memória (in-memory)
Computação em memória, diz o , pode ser transformacional. Ela permite que as atividades que consomem horas para serem executadas levem minutos ou apenas segundos. A computação em memória vai se tornar uma plataforma dominante no próximo ano ou dois, já que cada vez mais os usuários buscam consultas em tempo real.
9. Appliances virtuais integrados à ecossistemasEles não vão acabar com aparelhos físicos e suas vantagens de segurança, mas dispositivos virtuais vão ganhar um lugar de destaque nas operações de TI.
10. Lojas corporativas de aplicativos
Lojas empresariais de aplicativos vão transformar os departamentos de TI em gerentes de mercado, proporcionando governança e até mesmo apoiando a “apptrepreneurs”. Lojas de aplicativos serão o espaço para encontrar tudo o que o usuário precisa para aprimorar seu trabalho.
Fonte: Computer World
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Pesquisa revela as 10 doenças mais comuns no mundo corporativo
1 de novembro de 2012
A Omint produziu uma pesquisa para avaliar as condições de saúde dos executivos brasileiros. Com uma amostra formada por 15 mil profissionais entre média gerência e o alto escalão de grandes companhias com atuação no país, a operadora de saúde não apenas mapeou as principais enfermidades que afetam os executivos brasileiros, mas também os principais hábitos de vidas não saudáveis, que são os maiores responsáveis pelo aumento do risco cardíaco e desenvolvimento de doenças graves.
Os números mostram que 95,5% dos executivos brasileiros não mantém uma alimentação equilibrada no dia a dia, 44% são sedentários e 31,7% têm índice elevado de estresse. “Esses indicadores tem permanecido estáticos nos últimos três anos, embora boa parte deles revelem intenção de mudança de hábitos alimentares e inclusão de atividades físicas na rotina”, revela Caio Soares, diretor médico da Omint e coordenador do estudo.
A pesquisada Omint traz ainda um agravante. Entre as patologias mapeadas pelo estudo, a ansiedade é a que apresentou maior crescimento entre os executivos avaliados pela operadora nos últimos três anos. Se em 2010 14% dos executivos avaliados apresentavam sintomas da doença, em 2011 esse percentual chega a 18,20%, crescimento de 24%.
“A ansiedade está associada ao estresse, que é um dos grandes vilões da saúde. Além de, por si só, agravar ou acelerar o desenvolvimento de doenças, também afasta da serenidade necessária para iniciar o processo de mudanças de hábitos. Não é fácil!”, explica Soares.
Também de acordo com o levantamento, o excesso de peso, reflexo direto da má alimentação e do sedentarismo, também é considerado um grave problema no mundo corporativo. Porém, os indicadores vêm se mantendo estáveis nos últimos três anos. De acordo com a pesquisa, 38,6% dos executivos estão com Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 25. Dentro desse universo, 18,99% são homens e 11,53% mulheres. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) pode ser considerada obesa uma pessoa que tem IMC acima de 30.
Doenças mais comuns
A pesquisa da Omint relevou também quais são as doenças mais frequentes entre os executivos brasileiros. A poluição e a manutenção inadequada do ar condicionado no ambiente corporativo colocou a rinite alérgica no topo do ranking. A doença atinge 29% dos executivos analisados. O segundo lugar é ocupado pela alergia de pele, atingindo 22,4% do total.Entre os fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, também avaliados pela pesquisa da Omint, uma boa notícia. Vem caindo progressivamente o percentual de executivos hipertensos. Em 2010 eram 10%. Passaram para 9,07% em 2011 e agora somam 8,15% do total. Já os indicadores de diabetes e colesterol alto seguem estáveis. Atingem 2,3% e 2,04% da população avaliada, respectivamente.
O desejo de mudança de hábitos também é avaliado pela pesquisa que concluiu que a inclusão de pelo menos uma atividade física na rotina é objetivo de 37,7% dos executivos e 44%, ainda que não tenham tomado nenhuma iniciativa, tem “pensado muito” no assunto.
Quando o assunto é alimentação saudável a pesquisa detectou que 26,1% dos executivos avaliados já estão tomando providências e adotando um cardápio mais saudável no dia a dia, enquanto que 39% pensam constantemente sobre o assunto.
Já no caso do tabagismo, os dados são animadores. Realizado há sete anos, a pesquisa da Omint apontava em 2004 cerca de 18% de fumantes entre os executivos. Em queda gradual desde então, hoje os fumantes não passam de 12%. E a tendência é de queda ainda mais acentuada. “Entre as mudanças de hábitos, parar de fumar é uma inciativa fundamental para quem almeja vida longa saudável”, diz Soares.
O diretor médico da Omint ressalta, ainda, que a adoção de hábitos de vida saudáveis deveria ser uma preocupação de primeira ordem para empresas e seus colaboradores. “As pessoas hoje têm consciência do risco que correm com os hábitos de vidas não saudáveis, mas conforme nosso estudo comprova, isso não é suficiente para a mudança de comportamento. Elas precisam de estímulos contínuos para mudança de estilo de vida”, afirma.
Fonte: Convergência Digital
