Blog do TreinaWeb
Dicas, notícias e informações sobre cursos, programação, webstandards e desenvolvimento web.Arquivo de janeiro de 2010
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Como utilizar o HTML5, atualmente?
30 de janeiro de 2010
Infelizmente nenhum dos maiores navegadores atuais suportam todas as novas tags inseridas no HTML5, como: article; section, header, hgroup, etc.
Então é necessário simular estas tags com a ajuda de hacks em CSS e JavaScript. Basicamente para estas tags, a única coisa que você precisa fazer é setá-las como display:block. Veja abaixo um exemplo de css hack para aticle, footer, section e header:
<style> article, footer, section, header { display:block } </style>
Simples assim. Primeiramente, nós adicionamos as tags que não são suportadas pelos navegadores, então setamos os atributos display para block.
Ok, o hack de CSS é realmente bem simples, mas infelizmente não funciona em todos os navegadores, como por exemplo o Internet Explorer. Para solucionar este problema também no IE, precisamos criar também um hack em JavaScript.
Vamos ao código:
<script type="text/javascript"> (function () { var elements = [ 'article', 'content', 'footer', 'header', 'nav', 'section' ]; for (var i = 0, j = elements.length; i < j; i++) { document.createElement(elements[i]); } })(); </script>
Note que o código acima deve ser adicionado logo abaixo às tags <link> e <style>. Caso contrário, não irá funcionar.
Basicamente é isto, agora você pode utilizar o HTML5 em todos os principais browsers.
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Dicas para otimizar seu site no WordPress
27 de janeiro de 2010
Este ano o Google anunciou na Pubcon, que o tempo de carregamento das páginas se tornaria um fator importante de rankeamento. Pouco depois o webmaster central, começou a mostrar os tempos de carregamento das páginas. Tendo em vista que isto irá só aumentar com o tempo, apresentaremos aqui algumas dicas para otimizar o seu site no WordPress:
- Comece removendo todos os botões sociais que utilizam contagem ativa. Como por exemplo o “smart digg button”, que estabelece uma ligação com outro website, isto faz com que o tempo de carregamento da sua página aumente. Quantos mais botões utilizar, maior será o tempo de carregamento. É aconselhável utilizar os botões estáticos inseridos no código do template.
- Os dois plugins “share this” e “tweetmeme“, são os maiores prejudicadores de tempos de carregamento, pois fazem ligações completamente desproporcionais para o serviço que oferecem.
- Verifique a sua barra lateral e procure por widgets sociais, que utilizem plugins ou códigos javascript. Decida se eles estão lhe ajudando a conseguir algum tráfego. E veja se vale a pena mante-los.
- Se você usa plugins como o “shadowbox“, para dar zoon nas fotos, considere sua utilização: a probabilidade desse plugin afetar o carregamento do seu site é enorme.
- Se você utiliza redimensionamento de imagem em tempo real, opte por criar imagens pequenas e link diretamente para as imagens grandes, isto diminui o carregamento da página consideravelmente.
- Se utiliza comentários no seu blog, defina o avatar padrão para “blank.” Ele irá mostrar imagens para quem tem os gravatars definidos, mas não apresenta imagem nenhuma para quem não tem avatar. Se você receber algo como 25 comentários por artigo, os ganhos serão significativos, especialmente o nível de carregamento de páginas e também de largura de banda.
- Faça uma auditoria no seus plugins. Utilize uma ferramenta de monitoramento de carregamento de páginas e desligue um a um, seus plugins, para avalizar o seu impacto no carregamento da página.
- O cache é algo muito importante no WordPress. É recomendável a utilização de um plugin como o WP-Cache para acelerar seu blog. Só não esqueça de limpar o cache de tempos em tempos.
Para concluir o que você deve fazer é se livrar dos scripts, add-ons, plugins, javascripts que demoram para carregar ou fazem chamadas externas. Remova-os sempre que possível. Também tem que ficar claro que isto ainda não é comprovado que realmente irá melhorar seu posicionamento nas buscas, mas irá ajudar em muitos os usuários com internet mais lenta.
Até a próxima!
Fonte: Imasters
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Vamos iniciar o SERP(Search Engines Result Page) Domination
19 de janeiro de 2010
Não é nada de conspiração, também não pretendemos dominar o mundo. SERP Domination é um assunto pouco conhecido, mas muito útil para quem quer dominar as buscas (entendeu o nome agora?).
O que é SERP Domination?
SERP é a sigla de Search Engines Result Page, e SERP Domination é, como dissemos acima, dominar os primeiros resultados da busca. Entendeu?
Esta técnica é utilizada para dominar as primeiras posições da busca orgânica de uma palavra-chave, tem gente que consegue dominar a primeira página toda. É uma técnica já utilizada há um bom tempo, mas está ganhado mais adeptos ultimamente, devido aos seus benefícios:
- Deixar a concorrência para trás: se só você aparece nos resultados, ninguém vai saber que o concorrente existe.
- Evitar domínios semelhantes: Evita que seus usuários acessem sites que tenha o domino parecido com o seu, já que é você que aparecerá primeiro.
- Resultados inconvenientes: É possível evitar que uma busca por produto ou serviço, traga alguma informação que possa desqualificar o produto, como uma reclamação.
- Divulgar os outros canais: Você não vai aparecer em varias posições na busca, com apenas um site, então você acaba divulgando mais seus outros canais, como blog, fórum, redes sociais, etc.
Dominar a busca
Normalmente, se escolhe uma palavra-chave e a partir dela, se faz a estratégia para dominar as buscas. O mais comum, é escolher o nome do site/produto e a partir dai dominar as buscas relacionados a esta palavra chave.
Então se você quiser dominar as buscas, escolha uma palavra chave e utilize as técnicas de SEO que você conheça.
Ah, a tarefa é bastante difícil então, BOA SORTE! Se precisar de ajuda, consulte nosso outros artigos sobre SEO, sites como Metre SEO também são legais, porém são pagos. Outra opção é o curso de SEO do TreinaWeb.
Até a próxima!
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Quem assiste não aprende. Por que o ensino baseado na web é mais eficiente que o ensino tradicional?
13 de janeiro de 2010
Será que finalmente estamos prontos para admitir que os métodos tradicionais de ensino são pouco eficientes e devem evoluir rapidamente? Pelo menos é o que aponta um estudo publicado pelo governo americano, que compila os resultados de 10 anos de pesquisa e conclui que os recursos de aprendizagem on-line constituem uma maneira mais eficiente de aprender do que o ensino tradicional.
A pesquisa (em inglês, arquivo PDF) propôs uma meta-análise que chega a uma conclusão já amplamente difundida no mundo corporativo: sentar em uma cadeira e ficar olhando alguém falar não leva o aluno a grandes resultados. Neste contexto, devemos nos lembrar de como nasceu o modelo de educação em vigor e questionar por que é tão difícil fazê-lo evoluir. Quais são os mecanismos que realmente despertam o aprendizado e como desenvolvê-los?
Assistir não é aprender!
O pecado original da área educacional é tratar o conhecimento como se existisse a possibilidade de transferi-lo, como se transfere vinho da garrafa para o copo. Porém, conhecimento não se transfere, mas se constrói; o futuro do aluno depende menos de quem sabe e mais de o que ele mesmo vai fazer para aprender. A industrialização do processo educacional foi influenciada pela filosofia Taylorista; em geral, os governos são considerados responsáveis por preparar, em grande escala, cidadãos e profissionais capazes de sustentar a economia do futuro. Por questões logísticas, desenhou-se um modelo para dividir o problema em partes: por idade, por ano, por matéria, por sala, por região. Assim, foi abafada a individualidade do desenvolvimento intelectual, procurando um difícil equilíbrio entre ensinar a todos e respeitar o ritmo de cada um.
Fatalmente, entre seguir o programa e atender às peculiaridades de cada aluno, o professor não tinha opção. A padronização da aprendizagem começou: “sente, escute, anote, até a próxima”. Isso acomoda o aluno numa postura passiva e as escolas, em vez de formar profissionais e cidadãos pró-ativos, formam espectadores. Paradoxalmente, enquanto as corporações modernas evoluíram para modelos organizacionais mais flexíveis e abertos a sugestões, como o sistema japonês de produção, boa parte dos sistemas de ensino têm dificuldade em evoluir. Acontece que os alunos-internautas são hoje os principais atores da mudança. Por não aceitarem mais o status quo, eles se tornaram instigadores de novas práticas.
É necessário adaptar o processo a cada aluno
Pensando bem, das situações que ensinam algo na vida, você vai se lembrar de duas: grandes alegrias e sofrimentos. O que realmente gravamos está intimamente vinculado ao que sentimos; e o que sentimos está ligado ao nosso grau de envolvimento no que está acontecendo. Portanto, colocar o aluno como principal ator do seu aprendizado é geralmente mais eficiente do que colocar o professor numa posição central.
Isso não quer dizer que aprender é um ato desestruturado e individual. Pelo contrário, ele deve ser planejado, acompanhado e adaptado. É este o papel fundamental de quem sabe: escutar e orientar e, não, palestrar. As tecnologias educacionais, neste sentido, representam uma verdadeira mudança de paradigma, já que oferecem escalabilidade, canalizando a experiência do aluno, sem engessá-la. Por exemplo, atividades on-line com previsão de 30 minutos de duração são realizadas por alguns alunos em 20 minutos, enquanto outros levam até 50 minutos. Juntando essas pessoas em uma mesma sala de aula, o ritmo imposto não agrada a nenhum dos dois. E tal sensação conflita diretamente com o estado emocional necessário para que se aprenda.
Comprometer o aluno é a única maneira de ele construir o seu conhecimento
Ao dar autonomia e recursos ao aluno, o mesmo assume uma postura completamente diferente em relação aos objetivos de aprendizagem. A variedade de serviços web disponíveis atende de maneira cada vez melhor às afinidades e restrições de cada um. Podcasts, wikis, webtvs, fóruns, conteúdos multimídia, games, chats, micro-bloggings, realidade aumentada, cada uma dessas tecnologias tem o seu valor e pode compor uma trilha de aprendizagem para fazer dessa experiência um sucesso. O uso desses recursos não pretende necessariamente substituir os encontros presenciais, porém, uma abordagem híbrida permite desenvolver uma experiência mais rica para todos. A responsabilidade do aluno no bom uso desses recursos melhora naturalmente os resultados dos momentos de troca. De ouvinte, ele se torna participante, animador e moderador.
Os principais desafios já podem ser superados
Se todos os estudos recentes mostram que inserir uma boa dose de tecnologia no processo de aprendizagem é irreversível e vantajoso, ainda existem restrições para que isso se torne uma realidade no Brasil.
Primeiro, a escalabilidade, pois os grandes projetos de e-learning contemplam hoje dezenas de milhares de pessoas. Os desafios educacionais do país, desde a alfabetização até a formação de técnicos para a indústria, passando pela preparação da Copa de 2014, abrangem milhões ou até dezenas de milhões de pessoas. Portanto, os investimentos necessários em infra-estrutura física e lógica para superar esses desafios são significativos, apesar de sensivelmente inferiores aos investimentos necessários para melhorar a qualidade do ensino presencial.
Segundo, o acesso na ponta, que embora venha sendo aprimorado de maneira rápida e contínua (13,4 milhões de conexões banda larga e 50 milhões de internautas no país passam em média 1h20 por dia na web), ainda é problemático. Ele depende basicamente das redes, dos dispositivos de acesso e da qualidade dos serviços, três pontos que ainda devem evoluir para se tornarem mais acessíveis ao público em geral. As LAN houses aparecem neste momento como uma alternativa transitória valiosa para compartilhar esses recursos e reduzir custos.
Por fim, a garantia da qualidade é uma questão central. Implementar métricas para ter um controle estatístico do processo ainda não é praticado sistematicamente em educação, sendo o campo mais promissor para as tecnologias educacionais. De fato, tradicionalmente o aluno é avaliado por meio de provas, mas pouco ou nada é levantado sobre como ele aprendeu para chegar a um determinado resultado. Isso muda radicalmente quando se trata de educação on-line, já que todas as ações do usuário logado podem ser acompanhadas (tempo de estudo, tipo de atividades, relação com os demais alunos, temas de preferência, etc.) para extrair correlações e melhorar o processo.
Como dizia Galileu “Não se pode ensinar nada a um homem; só é possível ajudá-lo a encontrar a coisa dentro de si”. E talvez esse tenha se tornado o principal papel de quem pretende hoje atuar em educação: ser o arquiteto de sistemas de aprendizagem híbridos cada vez mais eficientes.
Fonte: Imasters
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O valor das campanhas sazonais
11 de janeiro de 2010
As campanhas sazonais são bastante comuns em períodos do ano, como datas comemorativas e estações do ano. Além disso, aproveitar situações corriqueiras para criar uma campanha pode ser fundamental.
Um analista de marketing deve ficar atento a tudo que acontece ao seu redor. Ao procurar por oportunidades no dia-a-dia, é necessário notificar o cliente rapidamente para aproveitar a melhor oportunidade de divulgar o produto/serviço e pegar a onda com as palavras-chave envolvidas.
É necessário ficar atento as noticias, e utilizar ferramentas que mostram como alguns assuntos estão ganhando mais destaque. Como exemplo, podemos citar o Google Alerta que pode informar no seu e-mail, se ouve alguma noticia sobre um determinado produto, serviço ou marca. Assim você pode criar uma campanha rapidamente e gerar uma conversão maior que o normal.
Um acontecimento recente ilustra o que estamos falando. Quando ocorreu o apagão no Brasil, muitos usuários foram procurar informações na internet, e as palavras “apagão”, “apagão no Brasil”, “apagão 2009″, entre outras relacionadas foram muito utilizadas. As empresas que vende produtos relacionados com energia (geradores, luzes de emergência), gerariam mais cliques se suas campanhas estivessem relacionadas a estas palavras.
Situações cotidianas, como diz o nome, ocorre todo dia, então é só ficar atento e aproveitar a melhor oportunidade, para gerar mais conversões para suas campanhas.
Até a próxima!
Fonte: Imasters