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Arquivo de abril de 2010



  • Google admite rastrear redes WiFi e endereços MAC usando carro do Street View


    30 de abril de 2010

    Se você achava que o carro do Google Street View servia apenas para invadir a privacidade alheia tirar fotos das ruas e publicá-las no Google Maps, você estava enganado. Além das fotos, o carro também é usado para capturar informações que estão soltas no ar, especificamente nomes de redes WiFi e seus respectivos endereços MAC.

    O Google precisou explicar a razão da captura dessas informações depois que o comissário federal para Proteção de Dados alemão foi informado dos escaneadores de rede embutido nos carros. Segundo um post no blog de políticas públicas do Google na Europa, eles já haviam declarado estar rastreando as redes sem fio para melhorar certos serviços como a geolocalização do Google Maps, mas em nenhum dos posts a empresa disse como estava coletando esses dados.

    Para tranquilizar o governo alemão, o Google afirmou que não torna público nenhuma das informações de redes que coleta usando o carro, tampouco seus endereços MAC. Eles dizem que essa informação só é usada quando um dispositivo requisita dados de geolocalização através de uma API específica do Google. A empresa também rebate dizendo que a agência de proteção de dados alemã mentiu ao declarar que não foi possível fazer uma inspeção do carro antes dele começar a circular e ainda diz que a oportunidade de fazê-lo continua aberta.

    Além das redes WiFi, fotos e endereços MAC, o Google também revelou que o carro do Street View captura as informações 3D de edifícios e prédios usando lasers. E é assim que eles conseguem mostrar prédios em uma camada do Google Earth.

    Fonte: Tecnoblog

  • Jogue pelo navegador


    30 de abril de 2010

    Pelo título do post, você pode achar que vamos apresentar mais um jogo em flash, mas o que vamos apresentar pode ser a revolução dos “jogos online”.

    O que você está vendo no final do post é um player que utiliza Java para exibir uma versão de demonstração que dura 20 minutos de The Secret of Monkey Island: Special Edition. O segredo está no download de um arquivo com poucos MB que permite que o jogo seja jogado enquanto o restante é baixado. De acordo com a empresa, o tempo de espera para o início da jogatina é de menos de um minuto para jogos com 2.5 GB em uma conexão de 5MB.

    Apesar de algumas reclamações de incompatibilidade, como o Opera, no Linux e no Mac, o jogo funcionou perfeitamente aqui, não apresentou lag, funcionou como se ele estive instalado.  Mas só veremos seu real poder para jogos mais pesados, o que não está disponível neste início.

    The Secret of Monkey Island:SE powered by InstantAction

    Fonte: Meio-bit

  • Novo Windows Live Messenger


    29 de abril de 2010

    Ontem na Universidade de São Paulo (USP), a Microsoft apresentou em primeira mão a nova versão do Windows Live Messenger. A Microsoft escolhe o Brasil para o anúncio oficial de lançamento do produto por conta da liderança do país no uso do comunicador instantâneo, considerando base instalada do produto no mundo. São 46 milhões de usuários no país, entre os 127 milhões em toda a América Latina, mais de 320 milhões no mundo.

    A nova versão, já disponível na versão beta para seleto grupo de usuários, tem um beta público e lançamento comercial previsto para ainda esta ano. E o maior apelo é a integração total com outras redes sociais. Entre elas o Facebook, o MySpace, o Linkedin, o Flickr, o Zune e até Youtube., inicialmente.

    A intenção é ampliar sua conexão com seus familiares e amigos, em tempo real, onde quer que eles estejam, e mesmo que não usem os mesmos serviços para compartilhamento de fotos, vídeos e outros conteúdos que você. Significa dizer que de dentro do Messenger eles poderão ver e comentar fotos inseridas por você no Flickr ou vídeos no Youtube. Com a vantagem dos comentários também serem inseridos automaticamente no site hospedeiro dessas imagens.

    Para permitir visualizações confortáveis, um botão foi inserido na tradicional barra do Messenger para acesso a uma interface full screen (tela cheia), com todas as possibilidades de interação disponíveis.

    As novas funcionalidades incluem ainda o chat de vídeo em alta definição, em tela cheia; integração de resultados com o Bing; widget Messenger Connect para inserção de janela de bate papo em qualquer website; lista única de contatos, integrando contatos disponíveis em outras redes, sem duplicação; e o melhor, disponibilidade do produto para outras plataformas móveis, incluindo o iPhone e aparelhos Android.

    Uma prévia do novo Messeger pode ser vista no www.messengerpreview.com.

    Fonte: IDG Now e Zumo

  • Cinco dicas para começar um canal no YouTube


    28 de abril de 2010

    Quem trabalha com redes sociais sabe o quão é importante investir em conteúdo. Sair dos convencionais posts e pensar em novos formatos, é uma maneira de atrair seu público de forma criativa.

    O YouTube está aí pra mostrar como é possível engajar usuários e fortalecer sua marca. Muitas empresas tem investido no canal, informando, anunciando produtos e promovendo ações nas quais o usuário tem o papel principal.

    Para ajudar quem pensa em investir no YouTube, hoje daremos 5 dicas de como começar:

    1. Personalize seu canal

    A primeira coisa a ser feita é personalizar sua aparência. Criar um layout específico para sua empresa, seguindo a mesma comunicação visual dos outros canais, é fundamental para reforçar sua marca, integrar seus perfis em outras redes sociais e passar credibilidade ao usuário.

    2. Organize seus vídeos

    Criar listas de reprodução é uma boa maneira de facilitar a navegação do usuário. Segmente os grupos por temas relevantes, datas, produtos, enfim, de modo a otimizar o tempo de quem visita seu canal. Outra dica é  pensar bem nos títulos e nomes dos vídeos, deixando de forma clara o assunto de que tratam.

    3. Promova o engajamento dos usuários

    Estar realmente presente em redes sociais requer envolvimento com sua comunidade. Se limitar a postar vídeos e abandonar o canal não é uma boa ideia. Afinal, o intuito é que as pessoas se envolvam com sua marca e para isso é fundamental estimular essa relação.

    4. Divulgue!

    Parece óbvio, mas muitas empresas tem canais no YouTube e não divulgam em lugar algum. Não acredite que o usuário descobrirá sozinho onde estão seus vídeos, por isso, divulgue as novidades no Twitter, Facebook, Orkut, blog e claro, no seu site institucional.

    5. Acompanhe o desempenho

    O YouTube disponibiliza a todos os seus usuários uma ferramenta de análise de desempenho em um botão chamado “Insight”. As estatísticas mostram informações como número de exibições por período, dados demográficos ou comunidades.

    Um item bem interessante é o “Descobertas” onde você pode checar como os usuários estão chegando até seu vídeo. Os resultados podem mostrar dados como pesquisa no YouTube, vídeos relacionados, pesquisa no Google entre outros.

    Fonte: Voit

  • Versão 1.3 do JavaFx lançada


    27 de abril de 2010

    A nova versão do JavaFx foi lançada na última semana. E ela vem recheada de novas funcionalidades. Para facilitar a todos, abaixo tem um pequeno resumo das novidades dessa versão:

    • Novo e melhorado o suporte a CSS e layout programável
    • Um suporte nativo a uma família de fontes chamado Amble
    • Suporte a aplicações para TV, incluindo um novo emulador
    • Melhorias para aplicações Mobile, incluindo a disponibilidade de um emulador para a plataforma MAC
    • Suporte e melhorada as características de edição na IDE Netbeans 6.9 Beta
    • Novas características e melhorada a performance no JavaFX Production Suite
    • Performance do bind 2 a 3x melhorada
    • Inicialização do Applet 20% mais rápida
    • Animação de textos 5-10x mais rápida(frames por segundo)
    • Animações complexas 5 – 10x mais rápidas
    • Uso de memória reduzido 20 – 33%
    • Controles de UI(botões, campos de texto…) 150% mais rápidos, 33%-50% menor o uso de memória

    As novidades não param por ai, temos novas classes na API padrão, dentre outras coisas, que veremos em futuros artigos aqui do blog.

    Fonte: JavaFree

  • Google melhora sistema de aviso de Malware


    26 de abril de 2010

    O Google anunciou este mês que melhoraram o sistema de aviso de malware do Google Webmaster Tools. Este sistema avisa ao webmaster sempre que é  identificado algum problema relacionado a malware encontrado no processo de webcrawling.

    A atualização visa melhorar a informação fornecida ao usuário, que agora pode ser encontrada na aba “Diagnóstico”. Juntamente com isto, os webmasters agora possuem um formulário para descrever que o problema de malware já foi solucionado e assim o Google poderá remover a mensagem de aviso de malware.

    Para aqueles que nunca se deparam com a mensagem de malware do Google, ela é exibida sempre que o Google detecta algum problema atrelado a malware, como vocês pode ver abaixo:

    Ainda que o Google avise caso encontre um problema relacionado a malware é sempre importante saber se a empresa que hospeda os seus sites está antenada nas últimas atualizações dos software contidos em seus servidores. Sempre pergunte à empresa sobre estas políticas antes de assiná-las.

    Fonte: Mestre SEO

  • Google adiciona teclado virtual no campo de busca


    23 de abril de 2010

    Depois da novidade no Gmail (Drag-and-Drop de arquivos) o Google lança no seu buscador um teclado virtual, junto a barra de busca, que permite escrever os termos da busca com o mouse. Por enquanto, o serviço só funciona nos mecanismos de busca Google Polonia e Google Rusia.

    Fonte: kadunew.com

  • Engine para criação de jogos com HTML5 e Javascript


    22 de abril de 2010

    Os inesquecíveis jogos de Arcade dos anos 80 e das plataformas 8-bits nunca perdem o estilo e continuam sendo fonte de algumas horas perdidas no entretenimento pela internet afora, principalmente para aqueles que gostam de jogos casuais.

    É comum encontrar muitos desse jogos em Flash, no entanto, muitas iniciativas para tornar a Web padronizada e livre de plugins levem o desenvolvimento de alternativas que objetivam a necessidade somente de um navegador para execução de aplicativos. E isto também está sendo aplicados ao jogos e animações, com o uso de Javascript e com os recursos, ainda não completamente especificados do HTML 5.

    Como a engine Akihabara, que utiliza alguns recursos do HTML 5 e de algumas bibliotecas Javascript para construção de jogos estilo 8-bits, sem a necessidade de nenhum plugin, mas funciona só nos navegadores atuais.

    Embora a documentação da engine não esteja completa, podemos notar nos demos que existem muitos recursos interessantes para a realização de jogos simples, que já estão disponíveis, como detecção de colisão, animação por sprites e captação de eventos do teclado.

    Abaixo alguns exemplos de jogos rodando no HTML 5:

    Jogo Leave Alone

    Leave Me Alone

    The Legend Of Sadness

    T-Spin

    Fonte: JavaFree

  • Novo PHP versão 6 promete ser polêmico


    20 de abril de 2010

    A versão atual do PHP é a 5.3 mas o núcleo de desenvolvimento da linguagem já trabalha na versão 6. Da versão 4 para a 5 da plataforma ocorreram modificações profundas, tanto que muitos scripts deixaram de funcionar. Isso ocasionou uma série de transtornos para desenvolvedores, prestadores de serviço e usuários da linguagem. E, principalmente, um atraso muito grande na adoção da versão 5. É comum, quando se contrata um servidor de hospedagem, encontrar suporte ao PHP4 e ao PHP5 (este último normalmente em suporte Beta) pois existe uma preocupação dos prestadores de serviço em suportar os scripts mais antigos, que ainda são maioria.

    A versão 6, que gera muitas discussões nas listas de desenvolvimento oficiais do PHP, pode retirar muitas características da plataforma em uma operação de enxugamento para torná-la mais prática de ser usada. O problema, novamente, é a compatibilidade legada. Com as características que devem ser abandonadas muitos scripts escritos para as versões 4 e 5 podem, outra vez, parar de funcionar. Enquanto a equipe que desenvolve o PHP está obviamente preocupada em tornar a linguagem mais profissional fica a dúvida se essas modificações constantes podem afetar a credibilidade e a adoção do PHP como ferramenta de desenvolvimento.

    A notícia de que mudanças no PHP6 poderiam criar incompatibilidade com o legado das versões 4 e 5 surgiu de um dos desenvolvedores da linguagem, Derick Rethans. Ele afirmou publicamente que, entre outras coisas, o PHP6 dará suporte ao Unicode. Isso tornaria as aplicações escritas em PHP mais internacionalizáveis, aumentando a flexibilidade do que pode ser escrito com a plataforma. Entretanto, ao contrário dessa modificação, as outras propostas retiram características que, quando usadas por scripts de outras versões, podem ocasionar em erros de execução paralisando os serviços. Entre o que está planejado para mudar no PHP6 aparece:

    1- Remoção completa de register_globals Desde a versão 4 do PHP fala-se em abandonar essa característica assim programadores mais experientes já produzem código sem usá-la. Ainda que aplicativos escritos por desenvolvedores menos preocupados possam deixar de rodar na versão 6 o impacto disso dever ser pequeno sobre os aplicativos profissionais.

    2- Remoção de magic_quotes_* Boa parte dos programadores PHP sequer as usa e seu abandono já era discutido há muito tempo. Deve ocasionar pouco impacto sobre a plataforma.

    3- O PHP6 deve incluir um mecanismo para que os desenvolvedores desliguem opções do ambiente que o administrador do site tenha deixado ligadas por padrão, e vice-versa. Aqui vemos luzes vermelhas, pois os usuários não deveriam poder alterar opções do sistema sem o uso de um mecanismo que limite o que pode ser alterado, nos moldes do Apache. Não há indicação de que esse sistema vá existir o que pode gerar a situação incômoda do desenvolvedor administrar mais o sistema do que o próprio administrador. É apenas uma suspeita de nossa equipe que essa característica vá trazer problemas, mas a possibilidade está em aberto.

    4- Remoção do safe_mode e foco no uso de open_basedir O open_basedir é mais restritivo que o safe_mode e por isso permite uma flexibilidade maior, entretanto em servidores que armazenem diversos sites distintos (que é o caso mais comum na internet) o compartilhamento de scripts pode tornar-se problemático. Ponto para a segurança, mas os administradores de sistemas com PHP6 terão que suar um pouco mais a camisa.

    5- Remoção de tudo que foi marcado como desatualizado desde o PHP 3/4 Muitos scripts, principalmente os mais “antigos” vão parar de funcionar definitivamente, exigindo que o código seja revisado e reescrito. Somando à isso o fato de querer aproveitar as novas funcionalidades vai haver muita gente decidindo que a migração não vale a pena ou que é melhor escrever a aplicação do zero do que ficar tapando buracos em código legado.

    6-Tornar os identificadores sensíveis à caixa do texto Aqui haverá um problema para desenvolvedores de Windows, que podem não estar acostumados com essa característica já existente em diversas outras linguagens, como o C/C++, por exemplo. Desenvolvedores UNIX não sentirão diferença pois nessa classe de sistema operacional a sensibilidade à caixa é padrão. Nesse aspecto os hábitos antes alimentados pelo PHP podem exigir adaptação de parte dos desenvolvedores. Além disso, scripts escritos com pouco cuidado podem parar de funcionar.

    7- Remoção de vários aliases de funções Scripts que fazem uso desses aliases não irão funcionar na nova versão do PHP. É uma simplificação boa, já que é melhor ter apenas um nome para cada coisa, e vai reduzir a complexidade do desenvolvimento. Mas outra vez os desenvolvedores terão que optar entre permanecer com uma versão antiga da linguagem ou trabalhar para modificar o código existente.

    Essas são as principais modificações propostas para a versão 6 do PHP, que irão exigir cuidado dos profissionais que decidam pelo upgrade em seus servidores. Entretanto não são as únicas, mmuitas outras propostas e suas conseqüências podem ser observadas aqui. Certamente elas devem atrasar a adoção da nova versão, como aconteceu com o PHP5. Na versão 5 muito foi feito no sentido de tornar a linguagem orientada à objetos. Isso permite que os programadores escrevam aplicações mais complexas e maduras, mas as incompatibilidades com o legado das versões 3 e 4 do PHP foram um grande obstáculo para a adoção do PHP5. De tal sorte que o PHP5 ainda não tornou-se o padrão para as aplicações PHP no mundo, havendo uma forte presença do PHP4 no mercado.

    O fato do cPanel demorar cerca de 6 meses para retirar do estágio Beta qualquer modificação na plataforma PHP irá atrasar a migração de boa parte dos usuários. Muitos scripts livres e gratuitos que são usados por uma parte grande do mercado, cujos administradores não são programadores e usam código de terceiros, podem demorar para serem migrados para o PHP6 paralisando ainda mais o movimento de migração para a nova versão. As mudanças da versão 4 para a 5 obrigaram muitos desenvolvedores a reescrever seus scripts do zero e as quebras de suporte legado propostas para a versão 6 irão deixar muitos programadores descontentes.

    Ainda que os aplicativos desenvolvidos para o PHP4 que não tenham recebido adaptação para a versão 5 possam ser reescritos ou adaptados diretamente para a versão 6 é impossível negar que os programadores ficarão desconfiados. Começar os trabalhos para levar seus scripts para a versão 6 valerá a pena? Haverá outra quebra de suporte legado em uma futura versão 7? Essas perguntas agora encontram-se atrás de uma cortina de fumaça e devem levar algum tempo para serem respondidas. Talvez o mercado só comece a migrar realmente para o PHP6 quando o grupo que desenvolve a linguagem comprometer-se a manter suporte para uma nova versão. Podem se passar 2 ou 3 anos até que uma migração forte para a nova versão 6 seja verificada no mercado e até lá provavelmente poucos decidirão investir tempo e dinheiro para adaptar scripts antigos para a versão 5, dando uma sobrevida inusitada ao PHP4.

    Essas mudanças na plataforma PHP que causam falta de compatibilidade com aplicações legadas são reflexos de um projeto pouco estruturado. A mudança de foco do PHP, desde seu nascimento até hoje, também contribuiram para que mudanças tão profundas fossem levadas à cabo. E é indiscutível que esse tipo de acontecimento abala o respeito que o mercado tem por dada solução. Essas guinadas bruscas demandam retrabalho de profissionais cuja hora de serviço não é das mais baratas. Produtos de empresas consolidadas, como Microsoft, Oracle, e outras, raramente colocam seus clientes em posições tão desconfortáveis em tão curto espaço de tempo. Esse panorama deixará muitos tomadores de decisão avessos ao PHP ainda que as mudanças efetuadas sejam reconhecidamente necessárias e bem vindas pelos profissionais técnicos.

    Em uma análise mais profunda esse tipo de situação pode servir para o pessoal do Software Livre repensar um pouco mais a forma como grandes projetos é manejada. Não são raros os casos de projetos livres que obrigaram seus usuários a passarem pelo mesmo tipo de situação que o PHP.

    Fonte: Meiobit

  • Dicas de segurança no Twitter


    19 de abril de 2010

    O Twitter tem cada vez mais usuários, e este potencial não atrai apenas empresas, mas também cyber-criminosos que perceberam o potencial para expandirem suas operações. Para evitar qualquer problema futuro, listaremos aqui algumas dicas importantes:

    • Duvide: Sempre duvide das mensagens que você recebe, porque elas podem não ser de quem diz ser.
    • Questione: Não informe seus dados para qualquer site que alguém lhe enviou. Verifique se o site é “verdadeiro”, e o que ele realmente faz.
    • Senhas diferentes: Sempre utilize senhas diferentes para cada serviço e contas.
    • Cuidados 1: Evite revelar informações pessoais, você nuca sabe quem lê suas informações.
    • Cuidados 2: Cuidado ao entrar em sites e fazer downloads de arquivos desconhecidos.
    • Antivírus: Tenha sempre um antivírus atualizado no seu computador
    • Atualizações: Mantenha seus softwares sempre atualizados
    • Não clique: Cuidado ao clicar em um link que tenha sido encurtado, tipo bit.ly, yurl.com. Serviços como o migre.me, tem a opção de exibir o link antes de redirecionar.

    Estas dicas também funcionam para as outras redes sociais, então, lembre-se de sempre ficar atento às redes sociais.

    Fonte: Folha