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Arquivo de novembro de 2010



  • O Google Docs agora permite edição pelo celular e tables


    29 de novembro de 2010

    Os usuários de celulares, agora podem editar seus documentos arquivados no Docs direto no celular. O anúncio foi feito pelo blog oficial do Google Docs.

    São suportados celulares e tables com o Android (versão 2.2) e equipados com o iOS (3.0 ou superior), o iPhone, iPod Touch e o iPad.

    Ao acessar o endereço docs.google.com de um dos aparelhos suportados, basta selecionar o documento que você quer editar e clicar no botão Edit.

    A novidade está disponível primeiro para que usa o programa em inglês. E de acordo com Andrew Grieve, engenheiro de software do Google, que assina o post, diz que suportará outras linguagens em breve.

    Fonte: Folha.com

  • 5 golpes online que devem ser evitados na época do Natal


    26 de novembro de 2010

    Na temporada de compras de final do ano, surgem várias promoções com produtos com preços menores, mas isto acaba também criando um oportunidade de ouro para os artistas dos golpes online.

    Para evitar que você caia neste tipo de golpe, listamos aqui cinco dicas, para se manter a salvo:

    O infame iPad grátis

    Falsas ofertas de iPad grátis começaram a aparecer no mesmo dia em que o tablet chegou às lojas. Eles já foram banidos do Facebook, mas você ainda poderá vê-los por aí na web, afirma a McAfee. A proposta: você precisa comprar outros produtos como condição para ganhar um iPad grátis. Já dá para perceber que a coisa é muito boa para ser verdade.

    Golpe do cartão de presente

    Sabe aquele cupom de presente no valor de mil dólares que você viu no Facebook? Falso, é claro. A McAfee diz que os cibergolpistas convencem as pessoas a ceder suas informações pessoais, ou a responder a testes online em troca desses cupons – que nunca chegarão. As informações são então vendidas a empresas de marketing ou usadas em golpes de roubo de identidade.

    O FBI também aconselha cautela na compra de cupons de presente por meio de sites de leilão ou anúncios classificados. Eles podem ser fraudulentos, e você não terá seu dinheiro de volta. Compre-os diretamente dos revendedores.

    Leilões e classificados falsos

    Eis um esquema particularmente engenhoso apontado pelo FBI. Em leilões e sites de classificados, os fraudadores usam formulários próprios para obter detalhes de pagamento dos consumidores.

    Em seguida, eles cobram o valor do cartão de crédito da vítima, mas usam um cartão de crédito roubado para comprar o item verdadeiro, que é enviado diretamente à vítima. Em outra palavras, você ainda terá o produto, mas poderá ser responsabilizado por receptação de roubo.

    Para evitar este golpe, certifique-se de usar serviços legítimos de pagamento como o PayPal em vez de pagar diretamente ao vendedor.

    A polícia também alerta sobre um golpe similar, que oferece o envio com frete grátis ou reduzido. Os fraudadores mandam  comprovantes de envio falsos à vítima, mas os produtos são interceptados em trânsito, nunca chegando a seu destino.

    Sites maliciosos

    Para os cibercriminosos, inundar o Google com páginas falsas de presentes de fim de ano é praticamente uma tradição anual. Essas páginas podem ser carregadas de malware ou de formulários de pagamento feitos para roubar sua identidade.

    A F-Secure criou uma lista do que pensa que serão os termos de busca mais visados deste ano, incluindo Kinect for Xbox, Call of Duty: Black Ops, Amazon Kindle e Apple iPad. Visite os sites de varejistas diretamente quando possível, use software de segurança da Internet sempre que puder e sempre verifique se o endereço URL traz “https” no começo antes de efetuar pedidos online, para se certificar de que a página é segura.

    Hackers do Wi-Fi

    As redes públicas de Wi-Fi serão bastante testadas neste fim de ano, época em que muitos viajam, afirma a McAfee. Isto é especialmente verdadeiro em relação à Google, que vai oferecer Wi-Fi grátis em voos domésticos das três maiores empresas aéreas dos EUA.

    Entre as medidas de segurança para conexão Wi-Fi gratuita – desligar conexão automática, utilizar VPN quando possível, ativar firewall pessoal -, há uma que pode ser chamada de regra de ouro: simplesmente evite comprar e pagar contas usando uma rede pública.

    Fonte: IDGNow

  • Google Docs ganha recurso de “arrastar e soltar”


    26 de novembro de 2010

    Similar a função existente no Gmail, o Google Docs anunciou que também passará a oferecer uma funcionalidade de ‘arrastar e soltar’ para envio de arquivos ao serviço. A principal diferença entre as implementações está na não necessidade de utilizar Flash ou outro plug-in.

    “Se você está usando o Chrome, Safari ou Firefox, você será capaz de rapidamente arrastar arquivos solta-los para a nuvem”, informou  o blog do Google Docs.

    Anunciada há poucas semanas, uma nova funcionalidade no Google Docs também permite aos usuários a possibilidade de arrastar e soltar imagens para dentro de seus documentos.

    Em paralelo, agora também é possível ocultar a barra de título: para isso basta acessar “Exibir” > “Controles Compactos” (ou pressionando Ctrl Shift F (Cmd Shift F em Macs). A novidade está disponível somente no editor de novos documentos.

    Fonte: Google Discovery

  • Google ensina 20 coisas sobre a internet com um livro interativo em HTML5


    24 de novembro de 2010

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Você provavelmente deve conhecer a internet, e entender (ao menos) um pouco, de TCP/IP, HTML, DNS, navegadores, plugins. Então o conteúdo desse livro não é pra você, mas a parte técnica faz valer a pena. Parece Flash, mas é tudo em HTML5 e JavaScript.

    Semana passada o Google lançou o livro interativo 20 Things I Learned About Browsers & The Web. Desenvolvido pela equipe responsável pelo Chrome, e ilustrado pelo artista alemão Christoph Niemann, ele é claramente destinado a pessoas que usam o computador como meio, e tenta explicar o básico do básico, desde as partes que movem a internet até o que é e o que representa um navegador e suas tecnologias modernas.

    O livro, em inglês, tem linguagem bem simples, para você enviar o link para aqueles parentes que não param de perguntar as coisas mais básicas possíveis sobre internet. E, indo além do mais básico, há páginas dedicadas às novas tecnologias, como o HTML5, a computação na nuvem e o uso do 3D nos navegadores. No capítulo 7, A Browser Madrigal, o Google dá aquela cutucada em quem ainda usa versões antigas de navegadores, falando sobre os atrasos que eles trazem a web como um todo. “Browsers antigos diminuem a velocidade de inovações na web”.

    Fonte: Meio-bit

  • Google Cloud Connect sincroniza Office com Google Docs


    23 de novembro de 2010

    A Google começou a testar, com um número limitado de usuários do Microsoft Office, um plug-in que permite compartilhar e editar documentos de forma colaborativa, armazenando-os na infraestrutura de nuvem da própria Google.


    A Google obteve a tecnologia do plug-in por meio da aquisição da DocVerse, em março de 2010. O produto, que deverá estar disponível a todos os usuários da Google no ano que vem, foi rebatizado como Google Cloud Connect.

    O plug-in funciona com Office 2003, Office 2007 e Office 2010. Uma vez que o documento tenha sido armazenado nos servidores da Google, diversos outros usuários do Office podem acessar e editar simultaneamente a partir da interface da suíte da Microsoft.

    O Cloud Connect mantém um registro de todas as mudanças e permite que o usuário desfaça edições. Ele também mostra alertas se uma mesma porção de um documento foi alterada de forma diferente por mais de um usuário, oferecendo a opção de aplicar apenas uma das edições.

    A partir de seu PC e de navegadores móveis, mesmo usuários que não tenham o Office poderão acessar e ler os documentos, mas não editá-los. Cada documento na nuvem ganha uma URL única e fica associada à conta Google Docs de seu autor.

    Fonte: IDGNow

  • As 10 expressões mais exageradas da TI


    22 de novembro de 2010

    Muito do que se diz no mundo high-tech parece tão denso como o ar. Por exemplo: uma conexão móvel ou é 4G ou não é. Mas isso pode mudar se quem usa o termo é um CEO com tendências a distorcer a realidade, executivos de marketing ou representantes de venda.

    Em outras palavras, o significado para alguns serviços e tecnologias vai depender de com quem você está conversando.

    Eis aqui meus 10 termos técnicos favoritos que têm sido diariamente alterados, contorcidos e massageados por alguns dos maiores fornecedores de tecnologia da atualidade.

    1. Cloud Computing – Se a coisa envolve alguma conexão à Internet, então com certeza está na “nuvem”. Certo? Errado! (E, para todos os efeitos, dizer “baseado na nuvem” para qualquer coisa soa ainda mais elegante!)

    2. Velocidade ‘tipo’ 4G – Bem… Essa maleabilidade do termo 4G é uma reminiscência da época em que o rótulo de “banda larga” se aplicava a qualquer conexão mais rápida que a discada. Caiam na real, operadoras móveis: vocês não estão dizendo a verdade!

    3. Líder do setor – Se por “líder do setor” você quer dizer “uma equipe de sete pessoas, com cinco clientes (um dos quais é seu tio), e um desejo enorme de ser comprado o mais cedo possível”, então eu acho que todas as startups realmente têm o direito de usar este slogan de marketing.

    4. Segurança online – Agora mesmo tem um rapaz imberbe no interior da Estônia tentando burlar sua “solução de segurança”. Quem sabe não podemos consertar essa brecha daqui a dez anos?

    5. Parceiro de valor – Isso até o dia em que o parceiro decidir não renovar seus acordos de licenciamento. Nesse caso, a grande empresa de TI ameaçará esse ex-parceiro de valor da mesma forma que Don Corleone ameaçou seu valoroso irmão Fredo.

    6. Não seja mau – Que mal há em uma pequena maldade de vez em quando, desde que se tenha boas intenções?

    7. Privacidade no Facebook – As políticas de privacidade dessa rede social (lembre-se do opt-in automático!) parece mudar com a mesma frequência com que Zuckerberg troca de camiseta.

    8. Líder de pensamento – Se você já teve uma ideia realmente decente (vá lá, talvez dois ou três insights) a ponto tê-la divulgado em orgulho pelo Twitter ou pelo Facebook, desculpe – isso não o torna um líder de pensamento (ou guru, ou influenciador, ou expert).

    9. Disponibilidade geral – Se um produto ainda vem sendo testado por um “grupo seleto de consumidores” (conhecidos também como ‘beta testers’) e tem mais bugs que seus primeiros exercícios de programação da faculdade, então ele não está nem perto do estado de disponibilidade geral (GA, na sigla em inglês).

    10. Solução robusta – Desculpe, essa saiu da minha boca sem querer.

    Fonte: IDGNow

  • MySpace anuncia parceria com o Facebook


    19 de novembro de 2010

    Depois de desistir de concorrer com o Facebook, o MySpace anunciou, ontem (18), que será possível construir um perfil em sua página por meio da maior rede social do mundo.

    O recurso foi batizado pelas companhias como “Mashup with Facebook”, e o botão correspondente estará disponível na página do MySpace.

    Dessa forma, é possível criar um novo usuário no MySpace com base nas informações fornecidas ao Facebook, além de conectar os perfis de ambas as páginas, de forma a facilitar o compartilhamento de informações e os contatos com outros admiradores de suas bandas e canções favoritas.

    O MySpace também pretende incluir botões “Curtir” em sua página, o que permitirá que músicas e vídeos também sejam publicados na rede social criada por Mark Zuckerberg.

    O movimento consolida o anúncio do MySpace de que passaria a ter um novo foco, o entretenimento, depois de ter perdido o lugar de maior rede social do planeta para o Facebook. A expectativa é de que a parceria que permite o compartilhamento de informações entre as duas redes aumente os números de ambas as companhias.

    Fonte: Folha Online

  • Google lança Hotpot, serviço de recomendação de lugares


    18 de novembro de 2010

    O Google lançou um serviço baseado em geolocalização, o Hotpot, um mecanismo de recomendações de lugares. O objetivo do Hotpot é tronar as recomendações locais mais pessoais e relevantes, isso recomendando lugares baseando em suas avaliações e nas avaliações de seus amigos.

    O Hotpot tem um app baseado na web e um para o Android (a versão para o iPhone está chegando em breve). Ele permite que você avalie lugares e convide amigos para compartilhar essas avaliações. À medida que você vai avaliando os lugares no Hotpot, o serviço irá lhe recomendar lugares semelhantes que você também possa gostar. E como você pode compartilhar suas recomendações com os outros, você pode também ver quais os lugares que seus amigos preferem.

    Suas recomendações serão visíveis quando você utilizar o Place Search da Google e também aparecerá no Maps.

    Enquanto a batalha da Google contra o Facebook está nos holofotes, o Hotpot pode ter mais efeito contra o Yelp, o site associado com opiniões e recomendações locais. A Google já possui mais de 50 milhões de lugares, com links para mapas e reviews (muitos deles do Yelp).

    Ao trazer os processos de recomendações e análises para “casa,” por assim dizer, sendo capaz de fornecer um algoritmo para recomendar sites com base nas preferências, e não apenas na localização, o Hotpot da Google pode se tornar um killer app das localizações.

    Fonte: ReadWriteWeb BR

  • Três erros comuns em projetos de computação em nuvem


    17 de novembro de 2010

    Muitas corporações estão trabalhando em projetos de cloud computing, elaborando desde projetos simples e rápidos a completas migrações de sistemas. Enquanto muitas tem sucesso, outras nem tanto.

    As razões podem ser muitas, mas já da para observar alguns padrões. Elas podem ser resumidas em três razões:

    1 – Regras de conformidade incompreendidas

    Nesse caso, parece haver dois padrões: um é presumir que os dados não podem residir em nenhum lugar que não seja o data center, com a justificativa de questões de complexidade. Mas ninguém se importa em testar essa premissa e frequentemente não há nenhum problema real em dividir os dados nas nuvens. O outro é presumir que não há problemas de governança e logo se ver em situações perigosas, onde os dados vão parar onde definitivamente não deveriam estar. Qualquer exagero ou displicência com relação à conformidade provoca falhas.

    2 – Apostar no modelo errado

    Nem todos os fornecedores de cloud computing são iguais e alguns possuem o péssimo hábito de encerrar os serviços para evitar problemas com canais de distribuição. Isso aconteceu quando a EMC encerrou o trabalho com sistema de storage como serviço Atmos para trabalhar mais com parcerias. As chances são de que grandes fornecedores façam o mesmo ao perceber que cloud é mais uma substituição do que um avanço de suas próprias tecnologias. O ideal é estudar o mercado e optar pela proposta mais consistente e segura.

    3 – Deixar o departamento de TI fora do jogo

    Muitos projetos de computação em nuvem acabam saindo do departamento de tecnologia, principalmente em casos de adoção de software como serviço (SaaS), soluções de storage online, entre outros. É compreensível que, em muitos casos, a TI seja vista mais como uma barrreira para desenvolvimento de projetos, mas a resposta real para esse problema é fazer com que os técnicos tenham a mente mais aberta sobre o uso da computação em nuvem para se moverem mais rápido no sentido de gerenciar infraestrutura e aplicações que melhores suportem os negócios, garantindo consistência na companhia.

    Fonte: ComputerWorld

  • Facebook anuncia novo serviço que agrupa mensagens


    16 de novembro de 2010

    O Facebook anunciou ontem (15/11) uma série de novidades, sendo a mais importante, o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, divulgou o aguardado serviço de messaging da rede social – “ele inclui, mas não é um e-mail”, disse.

    Hã 350 milhões de pessoas usando o sistema de messaging interno do Facebook. São mais de 4 bilhões de mensagens trocadas diariamente dentro da rede, disse Zuckerberg. A enorme maioria são comunicações entre duas pessoas.

    A próxima geração de mesaging tem de ser pessoal, informal, fácil de usar e imediata, disse o CEO. Segundo o Facebook, o foco é a mensagem, não a ferramenta usada para trocar mensagens. Todas estarão juntas na mesma infraestrutura.

    O novo sistema de conversação do FB tem três pontos fundamentais: é independente de plataforma (seamless), mantém um histórico de conversação constante entre as partes, sem separação por assuntos (threads) e tem uma caixa de entrada chamada social inbox, com um filtro que prioriza mensagens de pessoas de sua lista de amigos, separadas de todos os outros e-mails.

    Qualquer usuário poderá ter um endereço @facebook. “No entanto, não é um serviço de e-mail puro nem um ‘matador’ deles”, disse Zuckerberg. “Nós não esperamos que amanhã nenhum de vocês deixe de usar seu email”, afirmou.

    Todas as mensagens, independente de onde foram enviadas (SMS, messaging interno ou e-mail), são agrupadas em uma conversação, e podem ser recebidas nas três plataformas também. “É como uma caixa de cartas”, disse Andrew Bosworth, da equipe de desenvolvimento do Facebook.

    O messaging também dará suporte a anexos. “Estendemos nosso sistema de compartilhamento de fotos para que funcionasse em todas as plataformas”, disse Bosworth.

    O social inbox prioriza as mensagens das pessoas com quem o usuário tem mais contato, e permite classificá-las em “amigos”, “outros”, e “lixo”, que serão exibidas em pastas diferentes. Ele também permite controlar quem pode mandar e-mails para a pessoa.

    Nos Estados Unidos, o novo sistema do Facebook começará a ser liberado ao longo dos próximos três meses, mediante convites.

    Fonte: IDGNow