Blog do TreinaWeb
Dicas, notícias e informações sobre cursos, programação, webstandards e desenvolvimento web.Arquivo de fevereiro de 2011
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Cerca de metade da população dos EUA estará no Facebook em 2012
25 de fevereiro de 2011
De acordo com uma nova pesquisa do eMarketer, 116,8 milhões de norte-americanos acessaram o Facebook pelo menos uma vez por mês em 2010.
Esse número deve subir para 132,5 milhões este ano e chegar a 143,4 milhões em 2012, o que significa que 9 em cada 10 usuários de redes sociais e 6 em 10 de internet do país estarão no site – o número representa 45,3% da população dos EUA.
Em contrapartida, o Twitter deve crescer mais do que o Facebook este ano, mas a audiência do microblog ainda representa apenas uma pequena parcela do público de rede social no país. Com um aumento esperado de 26,3%, 20,6 milhões de adultos nos EUA acessarão o site pelo menos uma vez ao mês em 2011.
Fonte: Blue Bus
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Google detém a preferência absoluta dos brasileiros entre os buscadores
24 de fevereiro de 2011
No Brasil, o Google possui a preferência absoluta dos brasileiros no mercado de buscadores. Um relatório da empresa Serasa Experian apontou que o endereço www.google.com.br foi acessado por 92,15% dos usuários nacionais para realizar uma busca.
A segunda colocação ficou com o Bing, da Microsoft, com 3,67% de participação no mercado. O buscador registrou um aumento de 2,32% em relação ao ano passado, quando ocupava o terceiro lugar.
Na terceira posição, ficou o endereço www.google.com, com 2,06% da preferência, seguido do Google português (.pt), do Yahoo!, e do buscador do UOL – todos com menos 1% de participação no mercado.
http://imasters.com.br/admin/portal/conteudo/editor/conteudo/19959/
Segundo o estudo, o Buscador UOL e o Bing foram os mais eficientes em seus resultados, com índices de 88,68% e 84,64%. Isso significa que, para eles, mais de 80% das buscas executadas resultaram em visita a um site. O Yahoo! atingiu 80,34%, seguido do Yahoo! Brasil, com 79,22%. O Google Brasil ficou com 72,89% de taxa de sucesso.
O relatório concluiu que 21,45% dos usuários combinam três palavras na hora de fazer uma busca; 20,84% deles usam duas palavras; e 19,58% utilizam apenas uma.
O estudo analisou os dados de 500 mil pessoas espalhadas geograficamente na mesma proporção da população digital do país, e levou em consideração as últimas 12 semanas até o dia 29 de janeiro.
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Apple libera preview do Mac OS X Lion para desenvolvedores
24 de fevereiro de 2011
Além de anunciar a nova linha de MacBooks Pro, a Apple disponibilizou hoje uma versão preview do novo Mac OS X 10.7 Lion para desenvolvedores que fazem parte do programa oficial da companhia (Mac Developer Program).
Segundo a empresa, essa versão preview combina o Mac OS X com algumas das melhores ideias introduzidas com o lançamento do iPad.
O Lion traz o Mission Control, para visualizar tudo que está em execução no Mac, o Launchpad para aplicativos, além de suporte para execução de aplicativos em tela cheia, para multitoque, para Mac App Store integrada, entre outras funcionalidades.
A Apple afirmou que a versão final do Mac OS X 10.7 Lion será lançada durante o verão norte-americano.
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Lançada versão 3.1 do WordPress
24 de fevereiro de 2011
Os desenvolvedores do WordPress anunciaram o lançamento da versão 3.1 do sistema de gerenciamento de conteúdo. O codinome da versão, que seria Django, em homenagem ao guitarrista de jazz Django Reinhardt, foi mudado para Reinhardt, já que existe um framework de Python chamado Django.
De acordo com Matt Mullenweg, criador do WordPress, foram escolhidas as modificações sugeridas pelos usuários. Entre elas estão a adição da barra administrativa no blog, reformulação da organização padrão dos painéis e mudança na interface de links do editor visual, facilitando a criação de links internos.
Além disso, a nova versão implementa melhor os formatos de posts, o que, para o usuário final, modifica a forma como a seleção de formato é feita. Em vez de atrelá-lo a categorias, desenvolvedores poderão construir formatos independentes.
A versão 3.1 sofreu mais de duas mil modificações, que totalizaram mais de 820 chamadas fechadas no Trac.
O WordPress 3.1 pode ser baixado no site oficial, e quem já usa a versão 3.0 pode atualizá-lo pela área administrativa automaticamente.
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Apple anuncia nova linha de MacBooks Pro
24 de fevereiro de 2011
A Apple anunciou hoje a nova linha de MacBooks Pro, que agora possuem portas Thunderbolt de alta velocidade, câmeras FaceTime HD e novos processadores da Intel dual e quad-core, baseados na arquitetura Sandy Bridge. De acordo com a empresa, a linha é “até duas vezes mais rápida que a antecessora”. O visual externo dos computadores não foi modificado
A nova geração não usa mais chipsets gráficos da NVIDIA: o modelo de 13 polegadas é equipado com uma placa gráfica integrada Intel HD 3000, com 384 MB de memória compartilhada para vídeo (antes, eram 256 MB). Já os modelos de 15 e 17 polegadas utilizam chipsets AMD Radeon.
A porta Thunderbolt utiliza a interface da Mini DisplayPort. Ela serve tanto para a conexão de monitores externos quanto para transferência de dados em alta velocidade, chegando a 10 Gbps. Já as câmeras FaceTime HD embutidas triplicam a resolução das antigas iSight (agora em 720p) e poderão ser bastante utilizadas em vídeochamadas widescreen em alta definição.
O MacBook Pro de 13″ é vendido a partir de US$ 1.200 nos Estados Unidos, e vem com processadores Intel Core i5 e i7 dual-core de até 2,7GHz e placa Intel HD Graphics 3000. Já os de 15″ e de 17″ trazem chips Core i7 quad-core de até 2,3GHz e gráficos AMD Radeon HD com até 1 GB de memória de vídeo para alta performance em jogos, edição de vídeo profissional e aplicativos que façam uso intenso de gráficos.
No Brasil, as novas máquinas custarão a partir de R$ 3.600.
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Práticas para garantir o sucesso da virtualização de desktops
23 de fevereiro de 2011
A infraestrutura virtual de desktop (ou VDI, sigla do termo em inglês virtual desktop infraestructure) ganha mais força no mercado com sua possibilidade de permitir que administradores gerenciem desktops e aplicações, a partir de uma localização centralizada. A consequência lógica disso é rapidez no fornecimento e implantação de novas máquinas, situação ideal para ambientes em rápida expansão de máquinas cliente. Os usuários finais também se beneficiam, com a possibilidade de acessar aplicações críticas de qualquer lugar, valendo-se de recursos centrais poderosos.
Apesar de todas as promessas, projetos de VDI falham. E a razão principal é a insatisfação do usuário. Com a dinâmica veloz do mercado, os usuários estão menos tolerantes a falhas e problemas de desempenho. A boa notícia é que as falhas possuem razões comuns e um estudo mais cauteloso vai ajudar a evitá-las.
Infraestrutura de rede
O ponto fundamental para a satisfação do usuário com o desktop virtual é a rede. É ela quem alimenta o dispositivo do cliente com informações e atividades. Mesmo que os servidores sejam potentes e que o melhor equipamento esteja na mesa do usuário, uma rede ruim vai minar o projeto. E para começar, é necessário entender as diferenças entre LAN, WAN e VPN.
Os problemas surgem quando os usuários começam a acessar o desktop virtual por meio de WAN, VPN ou outros links mais lentos. Na rede LAN, não costuma haver problemas, o que gera outro problema: testes realizados por meio dessa rede podem causar falsa sensação de requisitos cumpridos. Se o time responsável pela implantação não tiver referência do desempenho das máquinas em todos os links de rede, uma entrada em produção dos VDIs pode ser desastrosa.
Ao analisar a largura de banda, o responsável pelo projeto deve levar em conta os picos de utilização e não somente o uso médio de rede. Com a informação dos picos, o responsável pelo projeto pode trabalhar junto ao fornecedor de VDI para ajustar parâmetros de protocolo que garantam o desempenho da infraestrutura como um todo. Os parâmetros incluem resolução do vídeo, qualidade do áudio, redirecionamento de portas USB e outras configurações.
Uma vez configurada, é importante monitorar a infraestrutura continuamente para avaliar explosões repentinas nas cargas de rede. Para isso, é importante realizar testes pilotos qualificados, ao longo dos quais os responsáveis vão elaborar diretrizes de estabilidade das quais serão tiradas as bases para o projeto de implantação completa, em produção.
Visibilidade em tempo real
A entrega bem-sucedida de um desktop virtual depende de uma série de elementos: rede, armazenamento compartilhado, integradores de conexões, dispositivos do cliente, servidores de virtualização de aplicações, servidores de Active Directory, servidores DHCP, portais de segurança etc.
Com isso, desempenho, disponibilidade e limitações de cada componente da infraestrutura impactam diretamente a qualidade na experiência do usuário final. Exemplo: quando um desktop demora para realizar login, pode estar sofrendo com um integrador de conexões inapto para lidar com logins simultâneos, mas também poderia ser por conta de uma atualização demorada do antivírus que precisa acontecer após o login. Uma solução granular de gestão de performance é a única maneira de visualizar os elementos nesses segundos críticos.
As diversas partes de um ecossistema de VDI demandam um retrato preciso, abrangente e veloz, ou a postura reativa será uma triste realidade na infraestrutura. Problemas de desempenho não podem ser recriados por logs ou relatórios disparados por componentes da máquina virtual. Um sistema em tempo real, por outro lado, permite que o responsável navegue pela infraestrutura e descubra a fonte dos problemas no momento em que eles ocorrem. Os administradores devem contar com um único painel de visualização que cubra todos os componentes, físicos ou virtuais, para que não sobrem pontos cegos.
O tempo de resposta, também conhecido como latência, tem um impacto direto e imediato na experiência do usuário final. O desempenho do desktop virtual é altamente sensível a mudanças repentinas na latência do armazenamento ou da rede. Se essas variações não forem medidas em tempo real, os administradores da infraestrutura sofrerão com reclamações de usuário sem ter um aviso prévio de possíveis problemas.
As piores situações ocorrem quando o conjunto de soluções dos gerentes de infraestrutura mostra retratos da infraestrutura em intervalos de 5 a 10 minutos, quando qualquer latência de 30 segundos já causa problemas para os usuários e acaba causando má fama para o departamento de suporte de TI. Por outro lado, com ferramentas de análise em tempo real, disponível para todos os membros-chave da equipe de TI, as chances de isso ocorrer se reduzem sensivelmente.
Poder para os usuários
Ao avaliar as ferramentas de gerenciamento para virtualização de desktops, as soluções que capturam diretamente a experiência do usuário devem receber consideração especial. Se os usuários puderem disparar uma gravação de suas atividades quando problemas ocorrem, os administradores conseguem monitorar a carga em tempo real na infraestrutura. Essa informação, rica em conteúdo, elimina o passo de “recriar” o problema. Sem contar que isso nem sempre é possível, em diferentes momentos do dia.
Fonte: Computer World
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Desafios para segurança da TI em 2011
23 de fevereiro de 2011

As tecnologias de virtualização e de computação em nuvem vêm carregadas de oportunidades de ataques digitais. Tal realidade aumenta a pressão sobre o profissionais de segurança em TI.
Em 2010, as empresas lutaram para se manter ativas enquanto eram submetidas a uma avalanche de vírus, trojans, malwares e botnets. Tal fenômeno manteve os fabricantes de softwares de segurança ocupados no desenvolvimento das soluções.
Executivos de vasto conhecimento na área de segurança de TI dão sua contribuição sobre os principais perigos e ameaças a perturbar a vida dos usuários e dos desenvolvedores de soluções esse ano.
Malwares e ataques cibernéticos
É a família de ameaças digitais com maior variedade e que apresenta maior crescimento. Resta avaliar se as infraestruturas de TI conseguem ser flexíveis o suficiente para reagir aos ataques. Que medidas podem prevenir o sucesso desses ataques?
Como aconteceu em 2010, a Apple e seus produtos Safari, Quicktime e iTunes devem permanecer no centro das atenções de hackers, junto com a plataforma .pdf , da Adobe.
Da sede da McAfee na Alemanha, a executiva Isabell Unseld comenta que, em 2010, houve em média 60 mil novos malwares ganhando a internet todos os dias. Com as plataformas de redes sociais sendo usadas cada vez mais no processo de disseminação desses ataques, houve vários casos de usuários do Facebook, por exemplo, que tiveram dados roubados depois de clicar em um link.
Com relação às botnets, a situação não pareceu melhorar – pelo contrário. Houve casos expoentes no segmento de botnets como o Zeus e, mais tarde, o Stuxnet (extremamente refinado e capaz de sabotar sistemas inteiros).
Para Michael Hoos, os ataques cibernéticos chegaram a um nível inédito depois do Stuxnet. Aos criminosos é possível determinar com precisão o comportamento do verme binário criado para comprometer o funcionamento de infraestruturas e de controles de sistemas. Segundo a Symantec, em 2011 esse tipo de ataque altamente especializado deve explodir. O panorama pode ser amenizado com medidas de segurança ganhando o topo da agenda das TIs.
Spam
Para Markus Henning, executivo da empresa de segurança Astaro, os problemas de 2011 serão bastante semelhantes aos do ano anterior. Casos de ataques do tipo Zero Day (falhas em sistemas operacionais) são certeza, ainda assim não é fácil, melhor, é impossível, prever quando surgirão.
O executivo avisa que as redes de botnets armadas em 2010 e desmanteladas com sucesso devem ser objeto de reestruturação esse ano. Essas tentativa de reerguer as redes de botnets devem acontecer com maior ênfase ainda no primeiro semestre de 2010. Outro tipo de ataque previsto para o ano de 2011 é a combinação de datas relevantes e de eventos sendo explorados para disseminar spam e de emails do tipo phishing.
Em terceiro lugar, Henning aponta para o exponencial crescimento das redes sociais, como o Facebook e outras plataformas da web 2.0, entre estas o Twitter. Atualmente já é possível encontrar ações de disseminação em várias plataformas simultaneamente, como o Koobface. Dessa maneira, o terreno a ser vigiado tem sua dimensão aumentada.
Da Kaspersky Lab, fabricante de antivírus, o executivo Christian Funk concorda com os alertas de seus colegas e afirmar que a qualidade dos ataques de 2011 será elevada. O executivo chama atenção para os sistemas de 64bits ganhando a predileção dos cibercriminosos. Atualmente, a maioria dos PCs vêm com 4 ou mais GB de memória RAM e 50% de todos os sistemas Windows vêm instalados na plataforma de 64 bits – espera-se uma reação por parte do mundo dos hackers.
Mobile e malware mutante
Já foi dito que as plataformas móveis serão alvo preferido de muitos hackers. Agora, vale a pena enfatizar que o maior risco está nas soluções de phone banking. “Principalmente por conta da instalação de software não homologado pelos fabricantes das plataformas”, diz Unseld, da McAfee.
Da Syamntec vem a informação de que uma modalidade de malware denominada Schadcode cresce de maneira alarmante. Malwares desse tipo modificam seu próprio código cada vez que são instalados com sucesso em grupos de 15 PCs clientes. Assim ficam difíceis de serem encontrados e permitem aos criminosos propagarem seus processos.
A única maneira de combater esse tipo de malware mutante é descobrir sua versão original, analisar o código e distribuir o antídoto aos clientes infectados. A eficiência desse combate é questionável, diante da dificuldade de encontrar um código presente em apenas uma dezena de máquinas ante às milhares de variações disseminadas pela web. “São requeridas aproximações e perspectivas acerca do segmento de segurança em TI completamente diferentes das dos anos passados”, informa a Symantec.
Para dar conta dessas novas dinâmicas de contaminação cibernética, a Symantec desenvolveu uma plataforma que analisa de forma semântica o arquivo e seu histórico. Origem do arquivo, por exemplo, é avaliada antes de liberar sua execução ou abertura. A base de consulta sobre os arquivos compreende mais de 100 milhões de registros e de 1,5 bilhão de aplicativos individuais.
Nuvem e segurança de dados
Henning, da Astaro, informa três pontos que devem permear as agendas dos profissionais de segurança com relação à segurança dos dados.
Sem titubear, o executivo responde que a segurança das informações em nuvem, o IPv6 e a segurança de acesso remotos por dispositivos móveis serão as grandes dores-de-cabeça do ano de 2011.
Não são as vias, mas sim, a distribuição de atualizações de segurança aos clientes que formam o grande desafio nessas questões.
Para Sasha Krieger, da empresa de segurança de dados eleven, da Alemanha, a combinação das diferentes modalidades de ataques demanda por medidas de segurança flexíveis suficiente para se adaptarem às diferentes formas de ataques. “Soluções modulares não são mais elegíveis para tal. Elas demoram demais para responder”, diz.
Principalmente ataques do tipo DDoS e Spam, que andam muito próximos, pedem por soluções integradas.
Unseld (McAfee) diz sobre esse tema que o desafio consiste em gerir acesso de plataformas diferentes à mesma base de dados e ao mesmo tempo. Mais dispositivos Apple significam mais riscos no ambiente de trabalho. “Como proteger a empresa?”, pergunta a executiva.
“Estamos percebendo uma mudança de paradigma”, diz Hoos, da Symantec. De acordo com ele, o foco em segurança muda da infraestrutura e passa a atender, inclusive, ao contingente de dados espalhados por ambientes de nuvem e dispositivos móveis. As equipes de TI devem se preparar para acessos independentemente da plataforma ou dos sistemas operacionais clientes, principalmente nas rotinas que prevêem acessos para servidores SharePoint e semelhantes.
“Com a invasão dos dispositivos móveis nas empresas surge o colaborador nômade”, diz, Martin Rösler, executivo de segurança da comunicação na firma Obserwando. Deixa de existir um local central para a produção de valor no negócio.
Dicas finais para a segurança em 2011:
- Preste atenção redobrada no status dos softwares de segurança. Caros e eficientes, essas soluções perdem seu valor no segundo em que deixam de estar atualizadas;
- Estude os logs de acesso dos servidores. É possível detectar acessos estranhos com uma depuração atenciosa dos registros;
- Use plataformas combinadas para combater ameaças que venham por email. Vale usar um software para analisar o conteúdo dos emails e vincular um exame por parte das soluções de gestão de processos;
- Capacite os colaboradores. Apesar de as medidas serem tomadas por sistemas digitais, a maioria dos ataques é possibilitada pelo comportamento promíscuo do colaborador interno;
- Explore as soluções integradas para comunicação de eventos estranhos nos sistemas e desenvolver planos de ação para tais eventualidades.
Fonte: CIO
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Microsoft disponibiliza Windows 7 Service Pack 1 para download
23 de fevereiro de 2011
Uma semana depois de liberar o software para parceiros da MSDN e Technet, a Microsoft disponibilizou ontem o download do Windows 7 Service Pack 1. A atualização do sistema operacional é gratuita, e tem como foco a melhoria na estabilidade da máquina e nas atualizações de segurança.
A principal novidade está na melhora de desempenho ao reproduzir áudio baseado em HDMI. Segundo a Microsoft, uma pequena porcentagem de usuários do Windows 7 relatava problemas relacionados ao HDMI, o que aparentemente foi resolvido.
O Service Pack 1 para o Windows 7 não apresenta um arquivo gigantesco na hora de ser baixado. A instalação via Windows Update na versão x86 requer o download de apenas 44 MB. Se o Windows 7 for baseado em x64, aí o arquivo fica ligeiramente maior: 74 MB.
Novos clientes que comprarem o Windows 7 em lojas de varejo terão a versão mais atual, já com o SP1 disponível. Ou então poderão comprar o Windows tradicional e depois instalar as atualizações diretamente a partir de download.
Além do Windows 7, o Windows Server 2008 R2 também ganhou um Service Pack. Essa versão do Windows recebeu mais novidades, como o RemoteFX, que cria um leque de opções para quem quer operar o computador remotamente. Essa tecnologia não está disponível no Windows 7.
O caminho para realizar as atualizações liberadas pela Microsoft é muito simples. Basta ir em Iniciar e digitar Windows Update. O menu lateral (esquerda) dessa janela oferece a opção Procurar atualizações, na qual se deve clicar. Depois disso, basta escolher o que deseja instalar. O SP1 está sob o código KB976932.
Depois de baixar o software, é só esperar que o Windows realize o processo automático de instalar o Service Pack.
Fonte: iMasters
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Google disponibiliza SDK do Android 3.0 para todos os desenvolvedores
23 de fevereiro de 2011
O Google anunciou que o kit de desenvolvimento (SDK) completo do Android 3.0, de codinome Honeycomb, está disponível para todos os desenvolvedores.
As APIs são finais, e os desenvolvedores estão livres para criar aplicativos para a versão do Android que tem foco nos tablets e disponibilizá-los no Android Market.
A empresa também atualizou o SDK Tools (r10) e o plugin para Eclipse ADT (10.0.0).
O SDK foi liberado no momento em que a Motorola está prestes a liberar seu tablet com Android 3.0, o Xoom.
Mais detalhes sobre o Honeycomb podem ser conferidos aqui.
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5 práticas para teste e desenvolvimento de cloud computing
22 de fevereiro de 2011

O barulho em torno da computação em nuvem é inegável, especialmente quando relacionado a como o conceito ajuda a economizar dinheiro nas organizações. Mas, infelizmente, o barulho desenha um quadro muito genérico de corte de custos que não corresponde à realidade.
Depois de incontáveis visitas a clientes, está se tornando mais claro para a Forrester que um retorno sobre investimento positivo da cloud computing não pode ser obtido de qualquer maneira, já que os benefícios da tecnologia variam de acordo com a aplicação e com a finalidade. A realização de testes e o desenvolvimento na nuvem estão entre as atividades que podem ser muito beneficiadas.
Um dos fundamentos da infraestrutura como serviço é o de que a plataforma oferece um ambiente virtual que é padronizado e automatizado para ser facilmente consumível por diferentes pessoas ou departamentos, com menos intervenção dos profissionais de TI. As plataformas públicas e privadas de nuvem medem consumo de recursos, dentro de um modelo que leva à mudanças no padrão e ao consumo consciente, fazendo com que as unidades empreendam seus próprios esforços para a redução de custos. Esse é um conceito crucial para entender mais a nuvem.
Pergunte ao gerente do laboratório de testes sobre os desafios que ele enfrenta. A reclamação mais comum, provavelmente, será sobre o excesso de exigência dos desenvolvedores e o tempo que é desperdiçado configurando e desmontando ambientes de desenvolvimento para eles.
Mas a surpresa virá se resolverem perguntar para os desenvolvedores mais produtivos e inovadores como eles driblam o problema do ambiente de desenvolvimento: eles dirão que vão direto a alguma forma de serviço de IaaS (infraestrutura como serviço) ou PaaS (plataforma como serviço) dos quais conseguem tirar recursos em minutos, pagando apenas pelo que usam.
Claro, quando os desenvolvedores se voltam para as nuvens para fazer o seu trabalho, o lado operacional de TI talvez fique preocupado com o fato de informações da corporação estarem em risco. Mas em vez de desencorajá-los dessa prática, o ideal é regulamentar o uso, com a criação de ferramentas para solicitação de recursos na nuvem por meio de um túnel seguro ou de políticas de uso. Levando isso em consideração, veja cinco dicas fundamentais que devem ser consideradas na hora de estabelecer a política.
1 – Execute testes que podem ser acomodados em um ambiente virtual padrão.
Plataformas do tipo IaaS colocam à disposição máquinas virtuais e volumes virtuais de storage. Já a PaaS colocam a disposição um nível mais alto de middleware ou diretórios onde as aplicações podem ser instaladas. Na maioria dos casos, recursos físicos dedicados não são oferecidos.2 – Prefira levar para a nuvem testes de aplicações que não exigem integração com sistemas em produção.
Se o projeto em desenvolvimento pode ser testado isolado, significando que não exige integração com sistemas em produção, ele normalmente pode ser testado em uma plataforma de nuvem. A forma mais barata é usar plataformas de nuvem que não consome envio de tráfego. Essa modalidade também é a que representa o menor risco para a companhia, pois não há necessidade de abrir portas de firewall.3 – Prefira colocar na nuvem projetos com ciclo de vida menor que 12 meses.
A maioria das plataformas de nuvem é precificada por hora. Se consumidas perpetuamente em um período de 12 meses, acabam custando mais do que uma operação interna em um laboratório virtualizado. Aqui está a regra básica: se sua conta de nuvem pública varia constantemente, algumas vezes chegando a zero, então você está utilizando-a efetivamente.4 – Escolha projetos que não expõem a companhia a regras de risco e conformidade.
Não coloque testes e desenvolvimento na nuvem privada até que você tenha a certeza de que está totalmente em conformidade com as regras e obrigações.5 – Se as aplicações usam múltiplas máquinas virtuais, jogue na nuvem as que se conectam via serviços web.
A nuvem pública espalha as cargas de trabalho do cliente através de infraestruturas virtuais padrão e as conectam usando protocolos IP e serviços web. Se um desenvolvedor precisa que componentes de uma aplicação conversem com outros, ele não pode esperar encontrar suporte para protocolos que são sensíveis à latência ou que requerem configurações de rede específicas. A maioria das nuvens públicas não suporta protocolos multicast. Definir clusters também pode ser um desafio grande demais. Não use a nuvem para esses tipos de projetos até que você consiga garantir que o desempenho será o esperado. Por outro lado, a maioria das intercomunicações baseadas em serviços web funciona bem.O uso da nuvem para testes e desenvolvimento segue a meta de acelerar o tempo para a chegada de novas aplicações ao mercado Seguindo as regras acima as companhias conseguem garantir a efetividade do investimento.
Fonte: CIO