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Arquivo de abril de 2011



  • Cinco formas de evitar desperdício na virtualização


    29 de abril de 2011

    Em mais de 75% das empresas dos EUA existem estruturas virtualizadas baseadas em servidores x86. Ainda assim, a parcela de companhias que consegue extrair o melhor retorno sobre o investimento (ROI) é ínfima. Segundo analistas, isso se dá em função de uma gestão relapsa.

    Três são os fatores de maior confusão: a proximidade na gestão de ambientes virtualizados, o planejamento da carga de trabalho e o descontrole de gastos.

    Muitas vezes, eles conduzem a cinco pontos de desperdício:

    1. Subutilização dos servidores físicos

    É o caso mais comum de ROI deficiente. Segundo Galen Speck, analista chefe da Forrester, é prática corrente manter os servidores rodando abaixo de sua capacidade para garantir um desempenho estável por períodos prolongados. “Como não era interessante ter servidores com desempenho variável, os gestores se davam por satisfeitos com máquinas a 50% da capacidade”, diz.

    “À medida que o número de servidores aumenta e o nível de satisfação dos gestores se mantém estável, isso é indicativo de que a tecnologia não está entregando os resultados esperados”, afirma o analista.

    Segundo ele, esse nível de satisfação equivale a deixar recursos financeiros sobrarem sobre a mesa.

    2. Não usar ferramentas de virtualização apropriadas

    “É fácil abarrotar o servidor com máquinas virtuais adicionais somente para gerar economia”, diz Schreck.

    Mas isso não é uma solução ideal segundo o analista.

    As ferramentas de virtualização como o Microsoft Center Virtual Machine Manager estão anos luz à frente de soluções relativamente novas. Segundo Dan Olds, da Gabriel Consulting Group, acontece que o método de aferição das métricas permanece o mesmo. O que pouco incentiva os administradores a substituir as soluções.

    “Não há como estimar o uso otimizado das novas ferramentas”, diz Olds.

    “É necessário que haja um uso agressivo das soluções novas. Elas oferecem opções de gestão que vão além dos métodos antigos. Trata-se de uma aproximação de cunho mais científico que oferece mais dados que simplesmente informar o que o servidor está executando”, diz.

    O foco deve estar na identificação do custo de cada máquina. Não raro, esse custo é várias vezes superior ao suposto, e tais informações podem ser obtidas através do uso de ferramentas de gestão mais modernas.

    3. Planejamento em curto prazo

    Para James Staten, analista da Forrester, ao planejar o uso de estruturas virtualizadas é necessário olhar para o todo e não ficar focado apenas nas requisições técnicas de um conjunto de servidores.

    “No método tradicional de planejamento de carga, é comum darmos a um aplicativo duas vezes mais recursos do que necessita, para evitar que com a expansão do uso da máquina haja qualquer incômodo”, conta Staten.

    “Mas quando o assunto é virtualização, todo esse espaço de reserva é desnecessário. O verdadeiro alvo dessa otimização deveria ser a utilização sustentável de todo o ambiente a 60% ou mais alto que isso. Na verdade, o negócio é chegar mais perto possível de usar 100% dos recursos”, diz.

    É uma maneira bastante diferente de pensar em infraestrutura.

    4. Não gerir os ciclos de vida

    Para evitar que os servidores virtuais se percam em meio às várias instâncias de máquinas virtuais, cada aplicativo e unidade de negócios tem um ciclo de vida. “infelizmente”, lamenta Staten ”são raros os casos em que empresas definem esse ciclo de vida”.

    “Quando mencionamos ciclo de vida, o comum é entenderem isso como configurar um servidor e esperar que tombe de tão velho”, diz.

    “No mundo das virtualizações, é necessário que haja gestão proativa dos ciclos de vida, processo que se dá dentro das máquinas virtuais. É necessário definir políticas de provisionamento de recursos, de atualizações, de gestão e de administração de todos os outros processos que, de outra forma, seriam geridos manualmente”, completa.

    5. Abrir mão do chargeback

    Uma das maneiras mais eficientes de prevenir gastos excessivos e de manter controle sobre os investimentos é o chargeback.

    “No universo físico, muitas empresas lançam mão de análises técnicas feitas por pessoas para manter o controle do ambiente. Isso porque, parar arregimentar os recursos em casos de necessidade, são requeridos laudos que atestem a falta de hardware ou de outros recursos”, diz Smoot, diretor de marketing da VMware. Segundo ele, requerer uma máquina virtual é muito fácil, o que revela que o processo de aprovação não passa por uma minuciosa análise que contabilize o uso dos recursos alocados e e acbe gerando uma alocação desorganizada.

    Para Olds, as colocações de Smoot estão corretas. “Ainda assim”, diz Olds, “são poucas as empresas que se empenham em implementar tal sistema. Mais de 75% das empresas entrevistadas disseram atentar para a importância do chargeback, mas apenas a metade delas afirmou operar dentro de um esquema dessa natureza de cálculo do custo de cada processo. Apenas 20% das companhias disse reportar os dados para a gestão da empresa.

    “É fato, o chargeback ainda não é realidade em muitas companhias”, finaliza Olds.

    Fonte:CIO

  • Saiba como manter organizada sua conta no Facebook


    28 de abril de 2011

    Criar uma conta no Facebook é simples –é só entrar em facebook.com e fazer o cadastro gratuito–; difícil é manter o perfil organizado e não se perder pelas várias formas de configuração oferecidas pela rede social.

    Conheça, abaixo, uma série de dicas que irão ajudar a manter o seu Facebook em ponto de bala.

    MURAL

    O Mural é a sua página do Facebook onde serão exibidas as suas atualizações e os recados deixados pelos seus contatos. Geralmente, você pode escrever no mural de uma pessoa, desde que ela seja seu contato no Facebook, mas os usuários podem restringir essa opção.

    No seu mural, você pode publicar textos, fotos, links e vídeos. Para definir quem poderá enxergar o que foi publicado, mude as configurações de privacidade clicando no cadeado, que fica abaixo da caixa de texto, onde a atualização será escrita.

    Para controlar o acesso dos seus amigos ao seu mural, vá para o menu Conta e procure a seção Configurações de privacidade. Escolha a opção Personalizar configurações e procure por Itens que outros compartilham.

    Lá você pode, por exemplo, impedir que sejam deixados recados no seu mural, desabilitando a opção Amigos podem publicar mensagens em meu mural.

    GRUPOS

    No Facebook, você pode criar e participar de grupos acessando on.fb.me/opcaogrup. Ao entrar em um grupo, é importante tirar alguns minutos para ajustar configurações, ou você estará sujeito a uma avalanche de e-mails.

    Para fazer isso, vá até a página do grupo e procure pelo link Editar configurações (no canto direito superior da página). Lá, você pode desativar, por exemplo, a opção que lhe envia um e-mail sempre que alguém publica algo na página do grupo.

    LISTAS

    Se você tem muitos amigos no Facebook, pode dividi-los em listas e instituir uma determinada configuração de privacidade para cada grupo. Para fazer isso, acesse facebook.com/friends/edit e procure a opção Criar uma lista. Siga os passos descritos pelo site.

    Para determinar camadas de privacidade para cada lista, vá à opção Configurações de privacidade e escolha Personalizar configurações.

    Na hora de determinar quem terá acesso a determinado conteúdo, escolha Personalizar. Uma caixa de diálogo será aberta. Na caixa Estas pessoas, escolha a opção Pessoas específicas. Na nova caixa de texto que aparece, digite o nome da lista.

    MARCAÇÕES EM FOTOS

    No Facebook, um usuário pode identificar seus amigos ao fazer uma marcação em fotos. Para controlar quem vê as fotos em que você foi marcado, vá ao menu Configurações de privacidade e escolha Personalizar configurações.

    Na seção Itens que outros compartilham, procure Fotos e vídeos nos quais você foi marcado e clique em Editar configurações. Uma nova janela será aberta e nela você determina quem pode ver as fotos em que foi marcado.

    No menu Configurações de conta, você pode configurar o site para lhe enviar uma notificação quando uma foto for marcada com o seu nome. Vá ao menu e procure a área de Notificações. Então, vá até a seção Fotos.

    NOTIFICAÇÕES

    É no menu Notificações, na área de Configurações de conta, que você controla aquelas mensagens chatas que recebe por e-mail.

    Na tela, são exibidas as diversas situações em que você pode receber uma notificação e, ao selecionar as caixas colocadas ao lado da situação, você escolhe que quer ser notificado. As mensagens são enviadas por e-mail ou pelo celular fornecido pelo usuário (em algumas das opções).

    Fonte: Folha Online

  • 5 dicas para conseguir mais seguidores no Twitter


    27 de abril de 2011

    O Twitter se tornou uma das mais populares ferramentas quando se trata de alcançar um público, seja para promover conteúdo, se destacar como especialista em um determinado campo ou fazer contatos com outros usuários que possuam interesses similares.

    Uma maneira de aumentarseu alcance na rede é obter mais seguidores, contudo isso não é tão simples quanto apertar o botão de “Follow” e esperar que a pessoa do outro lado faça o mesmo. A última pesquisa de Dan Zarrella (autor dos livros The Facebook Marketing Book e The Social Media Marketing Book e “cientista de marketing viral e de social media”) mostra o que as pessoas procuram no perfil de um usuário antes de segui-lo, e dá dicas de como aumentar as chances de outros usuários te seguirem de volta. Aqui estão cinco dicas do especialista para aumentar seu alcance, e do conteúdo que você posta, na rede.

    1. Deixe que os outros saibam quem é você

    Quando um usuário cria uma conta, o Twitter pede que ele complete seu perfil. Isso inclui inserir uma pequena descrição (chamada “bio”), um link e uma foto. Dê uma olhada em seu perfil para ver o que está faltando, aconselha Zarrella.

    “Usuários que investem tempo [preenchendo o perfil por completo] possuem mais seguidores do que aqueles que não o fazem” completou. Sendo assim, coloque uma imagem, insira um link para seu blog ou webpage e escreva uma “bio” que faça com que os outros membros da rede social saibam quem estão prestes a seguir.

    2. Chega de narcisismo

    Geralmente, redes sociais como o Facebook e Twitter podem ficar saturadas com o tanto que os usuários falam de si mesmos – o que fizeram naquele dia, reclamações triviais, e assim por diante. Entretanto, de acordo com o cientista, se seu desejo for aumentar seus seguidores, é importante parar de falar de si.

    “Imagine encontrar alguém em uma festa que não fez outra coisa se não falar sobre si mesmo durante toda a noite. Você gostaria de ouvir durante muito tempo?” questiona o especialista.

    3. Diversifique seus tweets

    Um dado interessante recolhido na pesquisa de Zarrella: usuários no Twitter com mais seguidores tendem a não responderem (no jargão da rede, fazer uma “reply”) tanto quanto aqueles com menor número de seguidores. Sendo assim, mesmo que você se sinta obrigado a responder toda vez que alguém envia uma @reply, não é necessário, de acordo com o especialista. Ao invés disso, equilibre as respostas com outro tipo de conteúdo – ou opte por um serviço de mensagens instantâneas.

    4. Identifique-se autoritariamente

    Mostre-se autoritário em sua “bio”, de maneira que sua descrição dê legitimidade a você e diga por quê as pessoas devem prestar atenção em você. Se você escreveu um livro, mostre que você é um autor, ou se fala muito, defina-se como falante, comunicativo.

    “Um dos meus mitos favoritos é o velho ditado ‘não se chame de guru. Já ouvi e disse muitas coisas sobre isso de diversas maneiras, e, atualmente, sempre aparece alguém que sugere que o termo “expert e mídias sociais” não existe. Acontece que, tirando toda a ilusão e olhando os dados concretos, contas no Twitter que possuem a palavra “guru” tendem a possuir 100 seguidores a mais do que um perfil comum.

    5. Não puxe os outros para baixo

    Nem todo mundo teve um bom dia, portanto resista à tentação de liberar suas frustrações no Twitter, aconselha Zarrella. Tente manter sentimentos negativos como tristeza, agressividade de temas mórbidos mais distantes o possível. “Ninguém gosta de seguir uma depressão ambulante, e contas com muitos seguidores tendem a não fazer muitos comentários negativos” analisa o especialista. “Se você deseja mais seguidores, anime os outros e a si mesmo.

    Fonte:PCWorld

  • 8 questões que devem ser vistas antes de criar um app ( aplicativo )


    26 de abril de 2011

    Não é novidade que muitas corporações correm contra o tempo para desenvolver soluções para smartphones e tablets buscando aprimorar a experiência para o cliente, ganhar novos canais de relacionamento e oferecer o ambiente mais dinâmico para os funcionários.

    A demanda por essas aplicações se desenvolve rapidamente, mas, infelizmente, os riscos associados com aplicações móveis são diferentes dos enfrentados por softwares típicos.

    Os gerentes, de negócios e de TI, envolvidos com o projeto devem se certificar de que os dados dos clientes não estarão vulneráveis por furos de segurança encontrados por ataques externos. Nessa etapa, devem levar em consideração oito questões centrais.

    1 – Qual a diferença entre software móveis e tradicionais em se tratando de segurança?

    O software móvel pode estar do lado do cliente, muitas vezes em dispositivos modificados, como é o caso de iPhones e iPads que passaram por jailbreak, o que significa que o código pode ser analisado com engenharia reversa. Com isso, a segurança deve ser trabalhada em outras camadas.

    2 – Como os aplicativos móveis interagem com os servidores internos?

    Muita da atenção e até da cobertura jornalística em se tratando de mobilidade é a segurança focada no dispositivo. Na verdade, a maior parte do risco reside na interação entre os dispositivos com servidores internos e externos. Um aparelho desbloqueado pode ajudar um criminoso virtual a identificar para quais servidores ele envia resposta. Com isso, o servidor na ponta do processo de mobilidade deve estar preparado para resistir a esses ataques.

    3 – Há talentos internos para gerenciar esse risco?

    Desenvolvedores de software para mobilidade, mesmo com pouca experiência, são muito procurados por líderes empresariais interessados em montar uma boa equipe na área de desenvolvimento para dispositivos móveis. As empresas devem se preocupar mais em quantificar o conjunto de habilidades que a equipe reúne e buscar profissionais nas comunidades que reúnem especialistas em software móvel para contar com um desenvolvimento seguro.

    4 – Os desenvolvedores de código para mobilidade entendem os conceitos de segurança mais ou menos do que os outros desenvolvedores?

    Infelizmente, para muitos casos a resposta é que os especialistas em software móvel entendem menos de segurança. Muitos dos talentos desse mercado emergente vêm de ambientes móveis e não estão acostumados com a forte segurança dos que constroem softwares tradicionais. A situação pode piorar com desenvolvedores que não têm familiaridade com ambientes móveis, aumentando as chances de erros.

    5 – Há a certeza de que informações confidenciais do cliente não permanecerão no dispositivo após o fim da sessão?
    Os desenvolvedores de softwares devem escrever códigos que impedem a permanência de dados confidenciais no equipamento após o encerramento de um aplicativo ou browser. A organização, por sua vez, deve se acostumar a manter conhecimento sobre sistemas operacionais e browsers, conhecendo suas fraquezas e pontos fortes.

    6 – Com quais processos a empresa conta para responder uma situação de crise, na qual haja vazamento de dados associado a uma aplicação móvel?

    A empresa deve ter planos para responder a esse tipo de questão associado a dispositivos móveis. É recomendável fazer um estudo para comparar condutas de concorrentes, avaliar casos e se preparar para o pior. Cabe também outra pergunta: a empresa está preparada para puxar a tomada da infraestrutura para mobilidade se uma vulnerabilidade vier à luz?

    7 – Que organização (companhia, provedor de serviços, fornecedor de sistema operacional móvel) está à frente da segurança?

    Dadas as diversas questões relacionadas à arquitetura, se uma brecha ocorre quem é responsável por qual aspecto do ambiente, seja dispositivo, sistema operacional ou aplicação? Entender esse ecossistema ajuda na melhor gestão de incidentes de segurança com aplicativos móveis.

    8 – Quais são as abordagens estruturadas de desenvolvimento para a criação de aplicações mais seguras?

    As abordagens para a construção de aplicações móveis mudaram, dada a fraqueza do ambiente móvel? Quais são os padrões que a empresa possui para os códigos? Como se garante esses padrões e como eles são conferidos? Eles são checados sempre ou em somente em determinadas versões? O desenvolvimento de software deve estar dentro de padrões muito bem controlados, além de sofrerem atualizações constantes, em razão da crescente complexidade das ameaças associadas com aplicações móveis.

    Fonte: Computer World

  • 5 aplicativos imperdíveis para o Android


    25 de abril de 2011

    O principal atrativo de um smartphone moderno é sua flexibilidade. Com o aplicativo certo ele pode virar um videogame, câmera digital, GPS ou media player, e muitos destes programas são gratuitos ou tem preço baixo (geralmente menos de R$ 10 no caso de versões pagas).

    Se você tem um smartphone Android, a porta de entrada para este mundo de possibilidades é o Android Market no seu aparelho ou na versão Web, em market.android.com. Veja a seguir cinco aplicativos que consideramos essenciais para todos os fãs do “robozinho verde” da Google. Se você tem algum favorito que não aparece aqui, deixe sua sugestão nos comentários.

    Dolphin Browser

    É de longe o melhor navegador para smartphones Android. É mais rápido que o navegador padrão do sistema e tem recursos como navegação privada, abas, controle por gestos e um gerenciador de downloads integrado.

    Há duas versões: o Dolphin Browser Mini é a versão mais “leve”, que roda em qualquer smartphone com Android 1.6 ou superior. Já o Dolphin Browser HD exige o Android 2.0 ou mais recente, e traz um sistema de extensões que permitem adicionar novos recursos ao navegador (como no Firefox no PC), suporte a telas multi-toque e temas para mudar sua aparência.

    Camera360

    Substitui a câmera padrão do sistema e adiciona funções como “Touch to Focus” (toque numa parte da imagem para focar naquela região), estabilização de imagem (a câmera não dispara até que o smartphone esteja parado), temporizador e uma variedade de efeitos que podem melhorar ou dar um toque artístico às suas imagens, incluindo um modo HDR (High Dynamic Range) similar ao do iPhone 4 e substituição de cores.

    Novamente há duas versões: Camera360 Free é gratuita e traz a maior parte dos recursos, e Camera360 Ultimate (cerca de R$ 6,30) tem efeitos extras.

    JustPictures!

    Galeria de imagens que mostra não só as fotos armazenadas no próprio aparelho, como também em serviços online como o Flickr, Picasa, Facebook, Photobucket, Tumblr, Deviant Art e outros. Também permite o upload de imagens do cartão de memória para suas contas online. É gratuito, e essencial para quem quer carregar todas as suas fotos em um só lugar.

    Twitter

    O cliente oficial é gratuito e lhe dá acesso a todos os recursos desta popular rede social, permite compor mensagens com imagens anexas e encurta automaticamente as URLs para economizar preciosos caracteres. Se integra ao painel de notificações do Android, com um ícone que mostra quantas mensagens não lidas existem. Também traz um widget para a tela inicial, que mostra a mensagem mais recente da sua timeline.

    Seu único defeito é não ser capaz de gerenciar múltiplas contas. Nesse caso a alternativa é o Seesmic, com recursos similares e igualmente gratuito.

    RockPlayer

    O suporte a arquivos multimídia no Android é inconsistente: um arquivo que toca em um aparelho pode não tocar no outro, pois cada fabricante integra ao sistema um player e codecs diferentes. É um incômodo para quem quer levar filmes e séries “pra viagem”, já que geralmente é necessário converter um arquivo que toca no PC para que fique compatível com o smartphone.

    Uma forma de evitar a conversão é usar um player “universal” como o RockPlayer, que além de tocar arquivos em formatos populares como DiVX e MKV até em alta-definição, de acordo com o aparelho. Também há suporte a legendas externas em formatos como o SRT.

    A versão gratuita (RockPlayer Lite) tem anúncios na interface (mas não durante o vídeo) e uma marca d´água (um R vermelho) no canto superior esquerdo da imagem, que não incomoda. A versão paga do aplicativo não tem anúncios ou marca d’água, e pode ser adquirida por US$ 10 em www.rockplayer.com

    Fonte:PCWorld

  • 4 dicas para as empresas tirarem mais proveito da Web 2.0


    20 de abril de 2011

    Poucas pessoas ainda questionam que qualquer empresa, independentemente de porte ou segmento, precisa estar preparada para interagir com seus consumidores e clientes por novos meios de comunicação. Um recente estudo realizado pela consultoria McKinsey, com 3.489 executivos de várias partes do mundo, confirma essa tendência ao detectar que dois terços das corporações utilizam a Web 2.0.

    Entre as empresas que já aderiram a esses novos ambientes, cerca de 40% delas estão cadastradas em redes sociais e 38% têm blogs. O principal motivo para isso é buscar resultados efetivos para o negócio ao usar a Web 2.0. Os três principais benefícios citados pelas corporações são: aumentar a velocidade de acesso ao conhecimento, melhorar as ações de marketing e aprimorar a comunicação com parceiros.

    No relatório, a McKinsey destaca dá quatro dicas para as empresas tirarem ainda mais proveito da Web 2.0:

    Dica 1: Integre o uso da Web 2.0 às atividades diárias dos funcionários

    “Esta prática é um fator fundamental para o sucesso em todas as nossas análises, bem como em outras pesquisas que já realizamos. O que está no ambiente de trabalho é o que é usado pelos funcionários e o que conduz aos benefícios”, indica o relatório.

    Dica 2: Estimule a adoção e o uso das ferramentas

    “Os benefícios podem ser limitados, sem um nível básico de adoção e utilização. Os respondentes que relataram níveis mais baixos de ambos também apontaram menores benefícios”, aponta a McKinsey.

    Dica 3: Quebre a resistência das pessoas a mudanças mostrando os resultados que podem ser obtidos

    “As organizações totalmente conectadas parecem ter mais fluidez nas informações, criam talentos mais flexíveis para lidar com problemas e permitem que os funcionários com nível hierárquico mais baixo consigam tomar decisões. A colaboração organizacional está relacionada com decisões e trabalhos compartilhados, assim como ao aumento da produtividade”, pontua.

    Dica 4: Utilize a Web 2.0 para interagir com clientes, parceiros de negócio e funcionários

    “A colaboração interna e a flexibilidade – e seus benefícios – precisam ser multiplicados. Uma organização totalmente conectada pode atingir os mais altos níveis de benefícios reportados em todo o tipo de interação”, conclui o documento.

    Fonte:Olhar Digital

  • Seis pesadelos do Windows 7


    19 de abril de 2011

    Comparado aos seus antecessores, o Windows 7 é surpreendentemente seguro e confiável. Mas está longe da perfeição: um PC que não inicia, um malware agressivo, ou um único arquivo importante que sumiu podem fazê-lo perder dias ou mesmo meses de trabalho.

    Mostramos aqui soluções para seis desastres comuns que podem acontecer aos usuários do Windows 7. Entre elas como consertar um PC que não inicia, recuperar arquivos de um HD inacessível, pôr um fim às telas azuis constantes, restaurar uma senha de administrador que foi esquecida, remover malware ou encontrar um arquivo perdido. E muitas destas dicas também podem ser aplicadas a PCs com versões mais antigas do Windows, como o XP ou Vista. Mãos à obra!

    1. Seu PC não “dá boot”

    Se seu PC não carrega o Windows quando inicia, experimente “dar boot” a partir de um DVD do Windows 7 ou de um disco de recuperação. Use o mesmo disco que você usou para instalar o Windows 7, ou procure o “Disco de Sistema” entre os DVDs que vieram com seu computador. Se você não tiver nenhum deles à mão, pode pegar emprestado de um amigo.

    Você pode também usar um outro computador com o Windows 7 e usá-lo para criar um disco de reparação do sistema (ou melhor: seja prevenido e faça isso em seu próprio PC antes que ele dê problema). Para isso, clique em Iniciar, digite “repara” no campo de texto e escolha o primeiro resultado no menu, chamado “Criar um Disco de Reparação do Sistema”. Siga as instruções na tela.

    Se seu computador não inicializa a partir do CD/DVD, pode ser um problema com a ordem de boot. Acesse a BIOS e mude a ordem de boot para que o drive de CD/DVD apareça na lista antes do HD interno. Não posso dizer exatamente como fazer isso, já que varia de modelo para modelo, mas o manual do seu computador deve ter os passos necessários. Ou preste atenção à tela assim que liga o computador: geralmente há uma mensagem dizendo para pressionar uma certa tecla que quiser entrar no “setup”.

    Mas se seu PC não dá nenhum sinal de vida quando você aperta o botão de força, ou começa a bipar desesperadamente logo em seguida, um disco de recuperação não vai ajudar. Isso é sinal de um problema de hardware. Se você não se sente à vontade em abrir o PC para tentar um diagnóstico, leve-o a um profissional.

    Mas vamos assumir que o PC consegue inicializar a partir do CD. Neste caso, siga as informações na tela. Em breve o utilitário lhe dirá se há um problema e perguntará se você deseja corrigí-lo. Se ele não perguntar, ou se não encontrar nenhum problema, você verá um menu com múltiplas opções. Nesse caso vale a pena experimentar Startup Repair (Reparo da Inicialização) e System Restore (Restauração do Sistema).

    2. Você não consegue acessar o HD

    Se o PC não inicializa porque não consegue ler os dados no HD, a solução acima não irá funcionar. Mas essa não é a pior parte: a não ser que você tenha um backup muito atualizado (e recomendo que tenha), todos os seus arquivos estarão presos em um HD possivelmente “morto”. Isto também pode acontecer com discos secundários, externos ou internos.

    Se o HD está fazendo barulhos estranhos que você nunca ouviu antes, desligue o PC imediatamente. Nesse caso a única solução possível é cara: contratar uma empresa especializada em recuperação de dados. Espere uma conta de várias centenas de Reis.

    Mas se o HD não soa estranho, você pode conseguir resgatar seus arquivos usando um programa como o Recover My Files, da GetData. Se o disco defeituoso for o HD principal do PC (o famoso “C:”) você terá de removê-lo e conectá-lo a um outro computador, seja como um HD interno secundário ou como um disco externo.

    Nesse caso, você vai precisar de uma “gaveta de HD” que irá abrigar o disco e contém a interface necessária para transformá-lo em um HD externo USB. Ela pode ser encontrada nas boas lojas de informática. Só certifique-se de que ela é compatível com o barramento usado por seu HD: IDE ou SATA (leve o HD com você se não souber e mostre-o ao vendedor).

    A versão gratuita do Recover My Files irá mostrar quais arquivos podem ser recuperados (quase todos eles, quando testei) e até mesmo exibir seu conteúdo. Depois que você pagar pela licença do programa (US$ 70) poderá copiar estes arquivos para um outro HD.

    3. Seu PC é atacado regularmente pela tela azul da morte.

    Num segundo você está trabalhando produtivamente, e no segundo seguinte se assusta com uma tela azul cheia de texto branco que parece não fazer sentido. Se isso acontece ocasionalmente você resmunga, reboota o micro e volta ao trabalho. Mas se acontece com frequência, seu PC tem um problema que precisa de tratamento.

    O Windows 7 mantém um registro do que a Microsoft chama de “Stop Error” (mas na verdade todo mundo conhece como “Tela Azul da Morte”). Para ver e interpretar estes registros é necessário baixar um programa gratuito chamado BlueScreenView da NirSoft. Ele mostra quais drivers estavam rodando no momento da pane, e indica os possíveis suspeitos. Se o mesmo driver aparece consistentemente em várias panes, você deve atualizá-lo.

    Falando nos drivers, você deve se certificar de que eles estejam sempre atualizados. O utilitário gratuito SlimDrivers, da SlimWare, torna o trabalho muito mais fácil, já que ele se encarrega de analisar o sistema e listar os drivers que precisam ser atualizados. Se você registrar o programa (o registro é gratuito) ele irá até mesmo baixar e atualizar os drivers para você e criar um ponto de restauração antes de cada atualização. Mas não atualize todos os seus drivers de uma só vez: se você fizer isso e algum deles causar problemas, terá trabalho para encontrar o culpado.

    Telas azuis frequentes também podem ser sinal de problemas de hardware, especialmente RAM defeituosa. Embora o Windows 7 tenha seu próprio utilitário de diagnóstico de memória, eu prefiro o Memtest86+ (gratuito). Você pode baixá-lo tanto na forma de uma imagem .ISO, que deve ser gravada em um CD, ou como um executável que irá criar um pendrive “bootável” com o utilitário. Use este CD ou pendrive para inicializar o computador e o programa começará a rodar automaticamente.

    4. Ninguém sabe a senha de administrador do PC

    Se uma pessoa sair subitamente de sua empresa, um ou mais PCs podem ser deixados à deriva. Se ninguém na empresa conhecer a senha da conta de administrador das máquinas, será impossível instalar software, mudar configurações importantes ou acessar dados criptografados.

    Felizmente é possível remover a senha, o que permite o login na conta e a troca da senha. Você pode fazer isso com o Offline NT Password & Registry Editor, um utilitário gratuito que é distribuído na forma de um arquivo .ISO. Grave-o em um CD e inicialize o computador a partir dele para utilizar a ferramenta.

    A partir daí siga nossas instruções. As mensagens na tela estão em itálico, as respostas que você deve digitar em negrito. Depois de cada comando, tecle Enter.

    boot: Tecle Enter

    Select: [1]: Acima desta mensagem você verá uma lista de partições no HD. Selecione a correta digitando o número correspondente.

    What is the path to the registry directory?…: O padrão provavelmente é a opção correta. Apenas tecle Enter.

    [1]: 1

    What to do? [1] ->: 1

    or simply enter the username…: digite o nome da conta do adminstrador. Se não souber qual é, consulte os nomes listados acima desta mensagem

    Select: [q] >: 1

    Select: ! – quit…: !

    What to do [1]: q

    About to write file(s) back…: y

    New run? [n]: n

    # Remove the CD and reboot.

    Remova o CD, reinicie o computador e você deverá ser capaz de entrar na conta de administrador sem uma senha. Por motivo de segurança, não se esqueça de criar uma nova senha para ela.

    5. Você acha que seu PC está infectado

    Seu computador está se comportando de forma estranha, lento demais o tempo todo, ou se recusando a abrir certos programas? Ele pode estar infectado com malware. O que você pode fazer?

    Se seu anti-vírus do dia-a-dia – o que está instalado em seu computador – não impediu a infecção, então não há mais nada que ele possa fazer. O que você precisa é de uma segunda – e talvez uma terceira ou quarta – opinião.

    Comece com a versão gratuita do Malwarebytes Anti-Malware, um utilitário com um histórico excepcional na busca e remoção de malware. Depois de instalá-lo, faça uma atualização da base de dados (database update) e peça uma varredura completa (full scan).

    Mas como a instalação e atualização de um utilitário de limpeza são tarefas nas quais uma infecção pode interferir, é uma boa idéia acompanhar uma varredura do Malwarebytes com outras varreduras que não exijam instalação ou atualização.

    Em um outro PC, baixe o SuperAntiSpyware Portable e copie-o para um pendrive. Inicie o PC no Modo de Segurança (reinicie o computador e logo após o bipe segure a tecla F8. Segure-a até um menu surgir na tela. Escolha a opção Modo de Segurança) e rode o programa.

    Uma quarta opção é o F-Secure Rescue CD. É outro arquivo .ISO que deve ser gravado em um CD. Inicie o PC a partir deste CD e rode uma varredura. O programa tentará atualizar sua base de dados de malware conhecido através da internet. Se ele não conseguir, você pode baixar esta atualização em um outro computador, colocá-la em um pendrive e plugá-lo à máquina supostamente infectada enquanto o F-Secure está rodando.

    6. Um arquivo importante desapareceu

    Você está trabalhando numa apresentação há seis semanas, e a reunião com a diretoria é amanhã. A apresentação está linda, está perfeita, está… caramba, onde é que ela está??

    Talvez você tenha apenas movido o arquivo para uma outra pasta. Clique no menu iniciar, digite o nome do arquivo e espere para ver se o sistema o encontra.

    Nada? Talvez você tenha renomeado acidentalmente o arquivo. Clique em Iniciar, digite uma palavra que você sabe que faz parte do texto da apresentação mas não apareça em muitos outros documentos e veja se você consegue melhores resultados. Se houver excesso deles, clique em “See more results” para ordenar os arquivos encontrados por data.

    Nada ainda? Olhe na lixeira. Talvez você tenha apagado acidentalmente o arquivo.

    Se você não encontrar, não entre em pânico. Você sempre pode restaurar o arquivo a partir daquele backup que você fez ontem. Você não fez backup? Aposto que fará de agora em diante.

    Mas voltando ao arquivo do qual você tão desesperadamente precisa, uma alternativa é tentar um software de recuperação de arquivos. Mas antes de discutirmos as opções, preciso lhe informar sobre a regra de ouro: até que você tenha encontrado e recuperado o arquivo, ou desistido completamente, não grave nada no HD. A cada vez que você faz isso, reduz as chances de recuperar o arquivo perdido.

    Por isso você vai precisar de um software de recuperação de arquivos portátil. Baixe o utilitário em outro PC e salve-o em um pendrive. Plugue este pendrive no PC e rode o programa a partir de lá. Se encontrar o arquivo perdido, não tente restaurá-lo para seu local de origem. Salve-o no pendrive.

    Com sorte, um destes dois utilitários irá lhe ajudar a encontrar e recuperar o arquivo perdido. Primeiro tente o Recuva Portable. É rápido e simples, pode fazer preview de arquivos de imagem e é confiável na maior parte do tempo.

    Se não funcionar, tente o File-Rescue Plus da Software Shelf. Custa US$ 40, mas a versão de demonstração gratuita permite recuperar até cinco arquivos. Mas para torná-lo portátil é necessário pôr a mão na massa: instale o programa em um outro PC e copie apenas seu executável, chamado FileRescuePlus.exe, para um pendrive.

    Depois de registrar o programa, use o bloco de notas para criar um arquivo chamado key.ini contendo apenas a chave de registro que a Software Shelf lhe mandou por e-mail. Coloque o arquivo no pendrive, no mesmo lugar do executável.

    Desastres e arquivos perdidos acontecem. Mesmo tomando todas as precauções algo pode sair horrivelmente errado, lhe jogando em um pesadelo do Windows. Mas siga nossas dicas e você poderá voltar a ter um sono tranquilo.

    Fonte: PCWorld

  • Sete dicas para aumentar a produtividade com o Android


    15 de abril de 2011

    Quando você pensa no sistema Android, certamente “produtividade” não é a primeira palavra que vem a sua mente, não é?

    Pois bem, saiba que não é preciso migrar para a linha RIM (BlackBerry), Windows Phone 7 ou outra plataforma para poder dar conta de algumas tarefas; sejam estas profissionais, ou não.

    Nas sete dicas a seguir, você poderá observar maneiras de personalizar o processo de navegação no sistema Android. Assim, será possível acessar seus arquivos multimídia e aplicativos favoritos de maneira mais rápida e eficiente.

    Antes de mais nada, saiba que os testes a seguir foram executados usando um Motorola Atrix 4G munido a Android 2.2.1 – algumas funções podem não estar disponíveis para todos os dispositivos.

    1. Personalizar as áreas de trabalho

    É, sem sombra de dúvida, uma das maneiras mais fáceis de deixar o sistema do seu jeito. Também permite acessar os aplicativos mais usados em questão de segundos. Qualquer item do menu pode ser movido para uma das áreas de trabalho.

    O processo é simples. Para mandar um atalho de qualquer aplicativo do menu para a área de trabalho, basta pressionar o ícone do aplicativo por uns dois segundos, até o ícone ficar envolto em uma sombra colorida. Assim que o sistema entender que você deseja mover o aplicativo para a área de trabalho, a janela do menu irá sumir e o ícone será posicionado na área em que o usuário estava, antes de abrir a janela do menu.

    Se desejar transferir o atalho para outra área de trabalho – por padrão, são cinco, na versão Android 2.2 – é necessário pressionar levemente o ícone por pouco tempo, até ele ser selecionado e então arrastá-lo até o local desejado na tela ou até outro espaço dos cinco ambientes disponíveis.

    Não quer mais aquele ícone em nenhuma área de trabalho? Mandar os atalhos para o lixo requer a mesma operação: selecionar e arrastar para a lixeira.

    2. Criar widgets

    Um dos recursos mais inteligentes do Android é a possibilidade do usuário criar widgets (miniaplicativos) que ficam expostos em uma das áreas de trabalho e se atualizam de forma automática. Dessa forma, não é necessário abrir os aplicativos para saber se houve ou não alguma atualização.

    Criar esses ícones é absolutamente rudimentar. Basta manter uma área livre de qualquer ícone pressionada por algum tempo e selecionar widgets no menu que será apresentado. De lá, o usuário será levado até uma lista de aplicativos que podem ser transferidos para a área de trabalho.

    Ao usuário serão apresentadas duas listas de widgets possíveis: os de terceiros e os do núcleo do sistema. Dependendo do modelo de seu aparelho, a nomenclatura desses widgets irá mudar. No smartphone usado para esse artigo, o menu de widgets apresenta as opções da Motorola.

    Não são todos os aplicativos para Android que oferecem a opção de widget. Vale a pena verificar quais dispõem dessa funcionalidade.

    3. Crie atalhos de sites na área de trabalho

    Da mesma forma que é possível posicionar widgets na área de trabalho, o usuário pode colocar atalhos para as páginas da Internet que acessa frequentemente. Assim, elimina-se a necessidade de abrir o navegador e digitar nas teclas minúsculas o início de cada URL desejada.

    Sim, é possível configurar alguns browsers mobile para, assim que forem executados, irem para uma série de endereços, mas ainda requer, no mínimo, um clique a mais. Em tempos de economia e experiência de usuário em alta, vale a pena criar esses atalhos.

    Para criar esses atalhos, navegue até a página que deseja marcar como favorita e acione o menu do browser. Na opção “more” (mais) você verá o item “create shortcut” (criar atalho). Basta selecionar essa opção e pronto: o ícone com o atalho vai para a seção da área de trabalho que estava aberta quando você entrou na web.

    4. Alternar entre aplicativos recentes

    Uma das melhores maneiras de visualizar quais aplicativos foram usados recentemente, é pressionar o botão da Home do Android. Normalmente esse botão é em forma de uma casa. Mantê-lo pressionado por alguns segundos, vai abrir uma janela, em que são exibidos os ícones dos aplicativos em execução ou usados há pouco.

    Ao selecionar qualquer um deles, ele será executado novamente.

    5. Consolidar áreas de trabalho

    Com o Android, é possível visualizar todas as áreas de trabalho de uma vez só em forma comprimida. A maneira que cada dispositivo usa para essa opção varia fortemente de aparelho para a aparelho.

    No Atrix, por exemplo, basta eu pressionar por alguns instantes o botão circular do menu de aplicativos para ter essa visão.

    Já em um HTC Droid Incredible, munido do Android 2.2, é necessário dar um duplo toque no ícone da Home, não no botão exposto no display, e, sim no ícone posicionado na barra inferior do aparelho.

    6. Crie pastas personalizadas

    Depois de ajeitar as áreas de trabalho de seu Android com os aplicativos preferidos e atalhos, possivelmente você sofrerá da falta de espaço nos ambientes diferentes. A não ser que adicione mais e mais áreas de trabalho ao display, essa escassez é praticamente certa. Para contornar isso, o usuário de Android tem a possibilidade de criar pastas e, dentro destas, colocar os atalhos criados.

    Basta manter um pedaço da área de trabalho livre pressionada por alguns segundos. Assim que o menu abrir, selecione a opção “folders” (pastas). Você verá que um ícone em forma de pasta suspensa será exibido na área de trabalho. Arraste os atalhos e aplicativos para dentro dessa pasta, crie um nome apropriado para o diretório e voi lá, um diretório com os aplicativos de fácil acesso estará em seu display.

    Atenção: Nem todos os itens podem ser movidos para uma pasta. Determinados widgets se recusam terminantemente a entrar em qualquer pasta.

    7. Personalizar o duplo toque na tela

    Em alguns aparelhos Android, incluído aí o Atrix 4G da Motorola, permitem que o usuário configure a reação do sistema ao duplo toque na tela. As opções são variadas: desde abrir a câmera, a exibir o discador ou a galeria de arquivos multimídia.

    Para configurar essa opção, acesse, no menu de configurações do sistema, o item “Aplications” (aplicativos) e, descendo pelas opções, selecione o item “Double tap home launch”. Dentro dele, o usuário poderá definir de que maneira o sistema deve reagir ao duplo toque na interface do sistema.

    Fonte:CIO

  • Quatro elementos fundamentais de uma boa estratégia de informação


    15 de abril de 2011

    Os dados recolhidos pelas empresas são, provavelmente, o seu ativo mais valioso. Todos os dias, as empresas recolhem grandes quantidades de informação corporativa, que precisam ser tratadas para recuperação rápida das atividades operacionais como, por exemplo, a emissão de faturas ou de listas de materiais, cortes de pagamentos ou elaboração de planilhas de balanço

    Os ambientes das aplicações empresariais e os sistemas de ERP gerem muitas destas funcionalidades. Contudo, à medida que se recolhe, processa, transforma e aproveita mais e mais informação, as empresas tendem a implementar quatro fases de desenvolvimento de soluções que lhes permitam obter informação útil e confiável, utilizada na tomada de decisões mais inteligentes.

    Primeiro elemento: Business Intelligence

    Tradicionalmente, o BI era usado por analistas de negócio, para uma manipulação sofisticada dos dados. Embora este tipo de BI analítico seja crucial para uma estratégia de informação, a maioria das empresas começar a perceber que o efeito do BI pode ser multiplicado se os dados corporativos também forem disponibilizados aos trabalhadores de primeira linha, aos clientes e aos parceiros de negócio externos. É aquilo a que, atualmente, se chama “costumer-facing-BI” – o Business Intelligence a serviço dos clientes.

    No entanto, chegar a um grande número de colaboradores operacionais apresenta os seus próprios desafios. À medida que a informação chega a usuários de todo o mundo, alcançar e manter uma segurança eficaz é muito mais complicado. Se o BI vai integrar todas as facetas de uma empresa, chegando não só a cada processo interno, como também àqueles que estão fora deles, a solução que o suporta deve obedecer a certos critérios.

    Para comécar, o BI deve ser fácil e intuitivo, para que os colaboradores sem perfil técnico possam acessar a informação instantaneamente. Deve ser rentável, para reduzir ao máximo os custos relativos a licenças e a formação. Deve ser personalizável, para que os usuários individuais possam ajustá-lo às suas necessidades específicas. Devem incorporar ferramentas que permitam acesso em tempo real, para dar resposta às necessidades de informação no nível operacional. Por último, a solução de BI deve proporcionar uma segurança suficientemente flexível, para que funcione com as infraestruturas existentes, mas com potência para encarregar-se da segurança individual e proteger a informação sensível ou confidencial, a todo o momento.

    Segundo elemento: Gestão de desepenho

    Uma solução de gestão do desempenho pode interligar, de um modo eficaz, objetivos financeiros estratégicos com iniciativas operacionais chave ou táticas, e medir e comunicar efectivamente a concretização destes objetivos para melhorar o desempenho corporativo geral.

    No entanto, muitas soluções abordam os requisitos da gestão de desempenho apenas em uma perspectiva financeira. Fazem monitoramento eficaz do progresso dos seus resultados, como a rentabilidade e o benefício, mas não podem entrar facilmente nos sistemas que contêm informação realmente útil sobre as atividades-chave que contribuem para o alcance destes objetivos.

    As medidas financeiras são, geralmente, indicadores vagos da gestão do desempenho. Quando uma empresa não tem bons resultados econômicos, pode significar que existem problemas gerais e é uma oportunidade para implementar melhorias significativas nos processos táticos, que podem ter influenciado a situação atual.

    Os três níveis do BI – o estratégico (gestão do desemepnho), o analítico (consultas ad hoc e processamento analítico [OLAP]) e o operacional (criação de relatórios operacionais, de produção e financeiros), devem trabalhar juntos para que todo o tipo de empresas, com diferentes dimensões, possa ter êxito.

    Para tal, uma empresa deve contar com uma solução de gestão do desempenho que esteja bem integrada com a sua plataforma de BI e que admita a criação de relatórios analíticos e operacionais. Na maioria dos casos, as ferramentas de gestão do desempenho são soluções únicas e rígidas direcionadas à gestão, para os investidores. Não integram ou partilham informação com a solução de BI utilizada pela linha de negócio e pelos colaboradores da empresa.

    Terceiro elemento: Análise avançada

    Tradicionalmente, o software de Business Analytics (BA) era totalmente independente das soluções de Business Intelligence e utilizado por poucos estatísticos nos seus gabinetes. No entanto, cresce o número de empresas que compreendem que a tomada de decisões não se limita só aos executivos e altos cargos diretivos, já que quase todos os colaboradores (independentemente do seu cargo) tomam decisões diariamente, que afetam o desempenho empresarial de forma considerável.

    Se todos os colaboradores aproveitassem o software analítico avançado quando tomarem decisões, os resultados serão imensos. Mas a pergunta é: como se pode alcançar vantagens de um modelo preditivo sem assustar os directores nem converter todos os usuários operacionais em analistas? Até agora, devido à sua natureza esotérica, o BA era domínio de alguns especialistas, incluindo matemáticos e estatísticos. Os projectos relacionados eram poucos e distribuía-se o resultado como documentação de investigação ou como arquivos com registos de marcações. Era um processo lento, entediante e que consumia muitos recursos. Não era sistemático e os arquivos de projetos e de dados misturavam-se entre os distintos utilizadores.

    Para que as aplicações do modelo preditivo se apliquem bem aos utilizadores de negócio, esta complexidade deve ser eliminada. Os processos tradicionais devem ser simplificados e substituídos por abordagens mais intuitivas e orientados para o sistema. Isto concretiza-se dando aos usuários operacionais aplicações de qualificação que lhes permitam chegar a previsões simplesmente selecionando alguns parâmetros, em um formulário Web fácil de entender.

    Quarto elemento: A integridade dos dados

    Uma das últimas coisas que as empresas assumem, à medida que a sua estratégia de informação cresce, e que deveria preceder todas as outras, é a importância da qualidade dos dados recolhidos.

    As transacções de negócio são a fonte mais habitual de geração de dados de uma empresa. Cada erro que se produza no processo de introdução da informação, por muito pequeno que seja, pode contribuir para contaminar os dados de toda a empresa.

    Hoje, as transacções de negócio produzem-se a grande velocidade, com milhares de registos de dados transferidos entre empresas diariamente. Os computadores processam essas informações e introduzem, de forma dinâmica, os registos relacionados aos sistemas correspondentes. Contudo, esta automatização não corrige os erros. Na verdade, tende a misturá-los. Todas estas lacunas colocam em perigo a integridade da informação corporativa e aumenta, significativamente, os custos do negócio.

    Se não se corrigem os dados, a informação e as consultas geradas através de um produto de Business Intelligence, as métricas refletidas nos sistemas de gestão de desempenho e as previsões realizadas com ajuda do software de análise perdem muito do seu valor, podendo enviesar as avaliações do desempenho corporativo e conduzir a más decisões de venda, apoio e outras atividades dirigidas aos clientes.

    Conclusão

    Os quatro elementos fundamentais de uma boa estratégia de informação, independentes e distintos, têm sobrevivido até aqui como aplicações autônomas. Contudo, nas implementações de BI com maior sucesso, todos funcionam juntos, influenciando-se e complementando-se. Daí a importância de contar com uma plataforma que proporcione uma infraestrutura integral, que funcione como um quebra-cabeças de quatro peças. Cada elemento é independente e dá apoio a uma peça do jogo. Quando se unem as peças, as empresas voltam a ver a imagem completa.

    Fonte:CIO

  • Microsoft apresenta versão de testes do IE10


    13 de abril de 2011

    Durante um evento para desenvolvedores realizado ontem, nos Estados Unidos, a Microsoft apresentou uma versão prévia do navegador Internet Explorer 10. O anúncio foi feito poucas semanas depois do lançamento da última versão do browser, o Internet Explorer 9.

    Além disso, a empresa liberou testes com a versão prévia do IE10. De acordo com a Microsoft, a nova versão do navegador irá suportar box flexíveis em CSS3 e imagens com fundo gradiente.

    A empresa também confirmou que vai mudar o ciclo de atualizações do IE10 para a cada 12 semanas, ao contrário do IE9 que tem um ciclo de oito semanas.