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Arquivo de junho de 2011



  • Dez razões mais frequentes para o fracasso do BI


    30 de junho de 2011

    A análise dos dados relevantes para a tomada de decisões gerada pelos sistemas de Business Intelligence (BI) tornou-se indispensável para a gestão e para o plane,amento de grande parte das empresas. A boa notícia é que o interesse em BI aumentou nos últimos anos. Ainda assim, muitos dos projectos de BI terminam em fracasso.

    Baseando-se nos anos de experiência e em diversos debates com profissionais de TI e de unidades de negócio de centenas de empresas, a Information Builders identificou as 10 razões mais frequentes do fracasso.

    1. Requisitos pouco claros

    Depois que as unidades de negócio e o departamento de TI concordam que a sua empresa necessita de um sistema de reporting e de análise dos dados de negócio, o próximo grande passo é definir os indicadores-chave do desempenho (KPIs) para uma gestão empresarial eficaz. Contudo, em vez da definição destes indicadores, muitas empresas usam as aplicações de BI meramente para confirmar o que faziam anteriormente no Excel e, depois, questionam-se porque os seus relatórios são apenas um pouco melhor do que os anteriores.

    2. Dados incorretos ou incompletos

    Por mais persuasivo que o design da aplicação de BI possa ser, as pesquisas iniciais sobre a informação requerida em vastas fontes de dados durante um teste podem revelar que os dados estão desatualizados, têm erros ou (ainda) estão inacessíveis. Dados com pouca qualidade são uma causa frequente de grandes problemas nos projetos de BI. As lacunas, por vezes, também se revelam na utilização diária, quando se trabalha com dados que mudam frequentemente.

    3. Utilizadores finais envolvidos tardiamente

    Quando se implementa um projeto de BI, é essencial que se inclua colaboradores das unidades de negócio que irão trabalhar com a aplicação final já nas fases iniciais do projeto. Se a aplicação não está em sintonia com os seus inputs, o projeto provavelmente encontrará considerável resistência. Se, no mínimo, poucos utilizadores tiverem a oportunidade de trabalhar com o primeiro produto acabado, então o próximo trabalho de projeto poderá incluir as suas experiências.

    4. Resultados apresentáveis apenas após dois anos

    Muitas vezes, as empresas tentam abordar todos os requisitos concebíveis de BI em um projeto a longo prazo. Enquanto uma abordagem estratégica é sempre correta, os problemas podem surgir se a equipe do projeto insistir em, inicialmente, manter o seu trabalho “em segredo”. Quando a equipe apresenta os seus primeiros resultados após dois anos, é altamente provável que estes se desviem significativamente das suas expectativas iniciais. É muito mais promissor se levarem dois ou três meses para apresentar módulos acabados que possam provar a sua adequação às operações diárias.

    5. Falta de gestão da mudança

    Mudanças e ajustes às especificações e objectivos originais existirão em qualquer projeto de BI. Contudo, em muitos casos, inexistem uma equipe de gestão formal das mudanças que definam como os novos requisitos serão incorporados ao projeto existente e um responsável pela sua aprovação. A falta de uma gestão de mudanças resulta rapidamente em custos adicionais e em atrasos na conclusão do projeto.

    6. Cumprimento e segurança negligenciados

    O número de disposições e regulamentações legais têm aumentado continuamente nos últimos anos, e as disposições de privacidade tornaram-se mais rigorosas. As equipes de projeto raramente têm em conta as normas, as regras e os conceitos de segurança, desde o início, ao fazerem disposições para integrar futuras mudanças o mais facilmente possível. Por exemplo, deverá ser necessário dar acesso aos usuários às aplicações e aos dados no futuro.

    7. Documentação pobre sobre o ambiente da aplicação

    Não é raro que os projetos mais abrangentes de BI revelem que a documentação existente sobre a aplicação está incorreta ou desatualizada. Este é o maior obstáculo da coordenação do sistema e da integração de todos os sistemas afetados. Um simples exemplo disto é o campo de nomes que varia de uma aplicação para outra, precisando ser consolidado através de uma tabela de correspondência. Como resultado, temos custos adicionais e, normalmente, um atraso significativo do projeto.

    8. Recursos de hardware cotados de forma incorreta

    Podemos distinguir dois tipos diferentes de erros aqui. Em um primeiro caso, as empresas são demasiado generosas na determinação das suas necessidades de hardware, o que deixa os recursos inativos e leva a custos contínuos consideráveis (e desnecessários). Em um segundo caso, os requisitos de hardware são subestimados, resultando em um desempenho pobre e usuários finais insatisfeitos.

    9. Funcionários centrados no Excel

    Durante anos, muitas unidades de negócio de empresas de todas as dimensões apoiaram-se exclusivamente no Excel para criar e analisar relatórios. “Mas sempre foi assim que fizemos” é a resposta mais comum dos funcionários que ainda não estão preparados para perder os velhos hábitos. No que diz respeito a isto, muitos subestimam a prática que será necessária para tornar a aplicação um sucesso, nas operações diárias.

    10. Um orçamento inadequado

    O custo de um projeto de BI, que irá proporcionar transparência aos processos de negócio e fornecer dados para uma gestão eficaz, não pode ser coberto por fundo. Um sentido equivocado de economia leva, muitas vezes, a que as empresas decidam implementar capacidades-chave, como a integração de fontes adicionais de dados, o fornecimento de capacidades “core” de BI aos dispositivos móveis ou levar em conta os utilizadores móveis e os seus dispositivos.

    Aqueles que aprendem a partir dos erros dos outros são os que o melhor planejam suas aplicações de BI. Se os problemas são identificados a tempo, as hipóteses de se ser bem sucedido nos projetos de BI são boas. Esta é uma importante condição para assegurar que os negócios atinjam as suas metas operacionais com as aplicações de BI.

    Fonte: CIO

  • Aprenda mais sobre cloud computing antes de adotar


    28 de junho de 2011

    Apesar dos receios em relação à confiabilidade e à segurança da nuvem, as empresas estão movendo lenta, mas firmemente, as aplicações para a cloud. A migração, apontam especialistas, vai mudar de forma profunda as companhias.

    Cerca de 80% dos novos aplicativos corporativos serão desenvolvidos para rodar na nuvem em 2011 e, no ano passado, a adoção do modelo mudou para a fase inicial e pragmática (early majority), diz Frank Gens, vice-presidente e analista-chefe da consultoria IDC.

    Gens faz parte do time de analistas que avaliou as promessas e as armadilhas da nuvem. Abaixo, veja 12 dicas importantes que as empresas devem observar para que possam se preparar para entrar na cloud.

    1. A nuvem é a terceira onda. O mainframe foi a primeira, que em seu auge oferecia às empresas cerca de 2 mil aplicações. O cliente/servidor veio em seguida, levando à revolução do PC, em que o número de aplicações cresceu para dezena de milhares. Hoje, é a vez da nuvem, que permite o trabalho em qualquer lugar. Ela vai criar dezenas de milhões de aplicações e gerar uma explosão de novos serviços, incluindo aplicações móveis, tecnologia social e análise de grande quantidade de dados, diz Gens.

    2. Fornecedores de infraestrutura vão criar um quarto pilar além de servidores, storage e redes, que será conhecido como “cache compartilhado”. O impacto da virtualização de servidores está apenas começando, diz Rick Villers, analista e vice-presidente de sistemas de armazenamento da IDC. TI quer livrar-se de silos e passar para a tecnologia da informação convergente.

    A virtualização é o primeiro passo para estabelecer a infraestrutura desse novo pilar. Logo chegará o dia em que TI projetará cem máquinas virtuais para um servidor físico em vez dos atuais oito para 20 máquinas virtuais (VMs). É por isso que os data centers precisarão contar com esse espaço de cache compartilhado, mais rápido que disco compartilhado/storage, em que as VMs são mantidas.

    3. Os executivos de TI dizem que os acordos de licenciamento do software são barreira para a adoção de nuvens. As empresas de software empresarial que sobrevivem à transição para a computação em nuvem irão adaptar as licenças para que o software posse ser acessado a partir de múltiplas localizações oferecendo um único custo aos usuários, diz Robert Mahowald, vice-presidente de pesquisa IDC para os serviços de SaaS e Cloud. Por exemplo, um usuário pode acessar o SQL Server por meio de um modelo on premise, a nuvem da Amazon e do Windows Azure, tudo por um custo único.

    A escolha por licenças de software de código aberto é um fator no qual a TI deverá seguir quando se move do data center para a nuvem híbrida. Nem todos os fornecedores emplacaram a ideia, mas alguns, como a Microsoft, estão-se movendo nessa direção. A partir de 1º de julho, os clientes do Microsoft Software Assurance poderão usar os acordos de licença de software atual para mover aplicativos do servidor interno para cloud computing, serviço que Microsoft chama de “licença de mobilidade”.

    Profissionais de TI, como Steve Turner, diretor de tecnologia da informação da Amherst Securities Group em Austin, Texas, aprova o movimentação. “Novos modelos de licenciamento na nuvem é uma ideia boa e necessária. Microsoft e outras empresas estão fazendo essa transição. Nem todos os fornecedores farão.”

    4. Os negócios vão ver a TI como uma loja de aplicativos internos. O papel da TI mudará da construção de aplicativos personalizados e customização de grandes aplicativos para a oferta de uma miscelânea de serviços, acessíveis a partir de qualquer dispositivo, por meio de nuvens públicas e privadas. TI terá de reorientar-se em torno do conceito “serviços de TI”, diz Dave McNally, assessor executivo de TI da IDC. Essa movimentação começou com SOA alguns anos atrás, mas como SOA não obteve sucesso em muitos fornecedores, a nuvem irá, mais uma vez, propagar a ideia de TI como viabilizador de um conjunto de serviços.

    5. Nuvens públicas vão-se tornar mais importantes do que nuvens privadas, diz Gens. “Muitos dos executivos de TI que eu converso estão pensando, ‘como posso implementar cloud na minha zona de conforto?’”. Olhar por esse lado é caminhar para o lugar errado, diz ele. Em vez disso, os executivos de TI precisam ver a plataforma de terceiros sob uma ótica de oferecimento de novas qualidades, e não simplesmente para recriar o que a empresa já está fazendo em uma plataforma potencialmente mais barata.

    6. A nuvem é fonte para uma grande quantidade de dados. Um pequeno número de serviços em nuvem do Google, Amazon ou o iTunes está demandando muito espaço de armazenamento – ou 9,8 exabytes de capacidade de disco rígido, diz Villars. Diante dessa grande massa de dados, os fornecedores começaram a perceber que entre as informações armazenadas há informações valiosas sobre os consumidores.

    Empresas de análise estão surgindo para realizar essa tarefa: desde a análise de informações que circulam no Twitter, por exemplo, ao fornecimento de análises personalizadas. Essa movimentação tem implicações de conformidade para as empresas, mas também possibilita às equipes de TI a oportunidade de pesquisar sobre clientes e mercados.

    7. As organizações de TI vão se tornar corretores de serviços em nuvem. A TI vao ganhar papel de loja de aplicativos da empresa. Em vez de as unidades de negócios contratarem serviços de TI baseados em SaaS, a TI encontrará uma forma de agrupar serviços em nuvem para os negócios, diz Mahowald. TI vai também realizar serviços de gestão de ativos que administram todos os recursos de TI utilizados pela empresa, in-house, híbridos e por meio da nuvem. Isso também vai exigir maior interação e acompanhamento de fornecedores que vão além do contrato anual.

    8. A nuvem incomoda e, potencialmente, espanta a força de trabalho de TI tradicional. “Se nós acreditamos que a mudança está chegando, uma empresa precisa preparar sua força de trabalho”, aconselha McNally. Qual será, então, o impacto da nuvem nos profissionais de TI?. Funcionários da área temem que a nuvem transforme o trabalho de TI em commodity.

    Alunos que estão entrando agora no mercado querem seguir carreira em locais em que possam fazer a diferença e não sentir que empregos de TI oferecem essa perspectiva. Isso poderia criar um gap de competências que poderá estimular a terceirização.

    9. Fornecedores que estão abraçando a nuvem, estão no caminho certo ao olhar para a implementação de serviços privados de cloud e modificar seus contratos de licença para levar os clientes para a nuvem. Fornecedores que optarem por manter a velha maneira de entregar os serviços vão se tornar o próximo Wang ou Digital Equipment Corporation (DEC), empresas que não existem mais hoje e que não conseguiram ver, compreender e adaptar-se à revolução do PC após a ascensão de tecnologias cliente/servidor.

    “Concordo com a ideia de que estamos em um caminho similar ao que aconteceu com as soluções cliente/ servidor. Precisamos prestar atenção para qual fornecedor vai adotar a nuvem ou não”, afirma Turner.

    10. Na última onda, as empresas digitalizaram seus processos. Agora, algumas veem valor em oferecer esses processos na nuvem, diz Villers. Como exemplo ele cita a Technicolor, empresa de produção de vídeo, que começou as atividades possibilitando a coloração dos filmes antes de ser replicados e enviados aos cinemas. A Technicolor digitalizou sua metodologia e foi capaz de oferecer voz e serviços de vídeo na nuvem.

    11. Os usuários finais já estão construindo suas próprias nuvens, normalmente acessada por meio de dispositivos móveis como smartphones, diz Mahowald. Essas nuvens são importantes para os usuários e para o modelo pelo qual eles vão querer receber aplicativos da loja virtual. Com a virtualização de desktop, aplicações móveis e SaaS, a TI pode se adaptar às expectativas dos usuários.

    Nos últimos tempos, usuários finais estão construindo nuvens pessoais para ser uma mistura dos aplicativos de negócios e pessoais. TI não pode parar essa movimentação e não deve tentar. Muito parecida com a revolução do PC, as pessoas mais bem-sucedidas na próxima geração baseada em nuvem de serão aquelas que sabem como equilibrar as necessidades dos usuários e da empresa.

    12. Cloud services promovem a inovação. A rápida adoção de cloud é mais uma oportunidade para os CIOs, executivos de rede e toda a equipe de TI, para conduzir o negócio de forma mais rápida e econômica. Em 20110, a resistência com relação à nuvem parece ser em vão.

    Fonte: Computer World

  • 5 dicas para reter profissionais talentosos


    28 de junho de 2011

    Durante a recessão, é provável que a sua empresa tenha trabalhado duro para manter os melhores profissionais. Agora que o cenário econômico mostra sinais claros de melhoria, os esforços para reter executivos são ainda mais vitais.

    Funcionários altamente qualificados, que ficaram em posições seguras podem agora ganhar um novo olhar e função na companhia. Não espere perder um funcionário-chave da equipe para fazer da retenção uma prioridade. Abaixo, veja cinco formas de manter seus profissionais mais importantes envolvidos e motivados.

    1. Forneça as ferramentas adequadas. Profissionais de TI que se sentem prejudicados por tecnologias ultrapassadas ou recursos limitados podem rapidamente se tornarem frustrados e entediados. Isso não significa que a companhia deva dedicar metade do orçamento para implementar as mais recentes soluções e gadgets. Mas isso significa que a companhia deve seletivamente investir em ferramentas que irão manter a equipe desafiada e estimulada. A liberdade para explorar tecnologias emergentes – mesmo aqueles que não têm ainda um benefício de negócios óbvio – pode gerar inovações.

    2. Oriente sobre o trabalho deles. Certifique-se de que os funcionários entendam o motivo do trabalho deles, não apenas saibam fazê-lo. Lembrar a sua equipe da importância da área em que a atuam para organização como um todo e, por sua vez, o impacto da organização no mercado. Ao iniciar um projeto, por exemplo, explique como cada um poderá ajudar os negócios a atender melhor os clientes e a cumprir as metas.

    3. Mantenha o canal de comunicação aberto. Esperar que problemas sejam levados até o seu conhecimento pode gerar aborrecimentos. Solicitar a contribuição construtiva, não apenas no nível do grupo, mas também um a um é uma opção interessante. Se um membro da equipe parece relutante em dividir os problemas, cite um exemplo de uma dificuldade que foi superada, pois foi criada e dirigida desde o início. Mesmo que um obstáculo não possa ser resolvido imediatamente, dê voz aos que podem minimizar os prejuízos.

    4. Atualização de remuneração. Regularmente, reavalie salários e benefícios para se certificar de que eles estão em linha ou a um passo à frente dos padrões do mercado. Embora o salário não seja o fator mais importante para cada funcionário, pagamento inadequado é o caminho mais comum para anular os esforços de retenção de talentos.

    5. Liberte seu potencial. Para manter a motivação, os funcionários mais valiosos podem exigir mais liberdade do que possuem hoje. Conceda aos profissionais a liberdade de assumir riscos razoáveis e tentar novas abordagens aos projetos e problemas. Incentive ainda um ambiente em que falha ocasional é vista como um custo necessário para fazer negócios e crescer. Seus melhores funcionários irão gostar do desafio e desenvolver um forte senso de propriedade de seus trabalhos.

    Métodos de retenção como esses não giram em torno apenas de incentivar os profissionais mais produtivos. Quando a companhia investe para manter a equipe envolvida – e estabelecendo a organização como um ótimo lugar para trabalhar – a empresa torna-se um local em que todos querem atuar.

    Profissionais falam sobre seus trabalhos com amigos e colegas, as experiências e impressões e têm mais peso do que qualquer material de recrutamento. Esse cenário vai se tornar cada vez mais valioso já que a busca por talentos cresce em todo o mercado.

    Fonte: ComputerWorld

  • Cinco dicas para medir a qualidade das aplicações


    22 de junho de 2011

    Não surpreendentemente, essas dificuldades resultam de um foco incorreto sobre o processo pelo qual o software é construído. Achamos que podemos definir essas atividades e medi-los com precisão para que as pessoas possam ver e focar nas atividades necessárias para criar, melhorar e gerenciar o software.

    Mas de nada adianta ter um processo impecável se o produto não está em linha. Infelizmente, esse é o tipo de falha que corremos o risco quando não somos capazes de medir a qualidade do software.

    Essa falta de visibilidade sobre a qualidade está na raiz de muitos problemas de gestão de software. Os executivos de negócios não conseguem entender por qual motivo um software custa tanto, demora tanto tempo para ser desenvolvido e ainda os custos associados para mudá-lo. CFOs e CEOs, por sua vez, não conseguem entender por que o investimento em TI é tão alto.

    É como se o nadador Michael Phelps registrasse o tempo que consome treinando, que leva para fazer as refeições, que gasta no videogame, passeando com o cachorro etc. Mas, estranhamente, não mede o tempo que leva para nadar metros no estilo borboleta.

    Você deve estar pensando: “Será que não cuidamos da qualidade de testes de software?” Mas o teste é na melhor das hipóteses uma solução parcial. O teste não é realmente concebido para medir a qualidade estrutural do software – a qualidade do design de um aplicativo e da fidelidade de sua implementação para o projeto.

    Um software bem concebido, bem arquitetado e bem executado possui alta qualidade. É fácil trabalhar com ele, mantê-lo e melhorá-lo para suprir as demandas dos negócios. Nós sabemos que medir a qualidade do software é bom, mas podemos, de fato, medi-lo? Sim, graças a produtos que realizam essa tarefa.

    Em uma aplicação, a qualidade de qualquer componente depende de outros componentes que ele está integrado. A qualidade de um aplicativo como um todo é, portanto, mais do que simplesmente a soma da qualidade de seus componentes. O erro mais frequente em engenharia de software é esquecer esse fato.
    Por isso, qualquer sistema que possa ajudá-lo nessa tarefa deverá medir cinco pontos:

    1. Alcance: deve ser capaz de lidar com várias tecnologias. A maioria dos aplicativos modernos contém vários idiomas e sistemas que são ligados entre si de forma complexa.

    2. Profundidade: deve ser capaz de gerar mapas completos e detalhados da arquitetura do aplicativo do Graphical User Interface (GUI), ferramenta de captura, processamento e análise de imagem, para o banco de dados. Sem essa detalhada arquitetura, seria impossível obter contextualização da aplicação.

    3. Tornar o conhecimento explícito de engenharia de software: deve ser capaz de verificar a aplicação inteira contra centenas de padrões de implementação que codificam as melhores práticas de engenharia.

    4. Métricas acionáveis: as métricas de qualidade não devem apenas informar, mas também orientar sobre como realizar a melhoria da qualidade do software, mostrando o que fazer primeiro, como fazê-lo, próximos passos etc.

    5. Automatização: finalmente, deve ser capaz de realizar todos os pontos descritos acima de forma automatizada. Nenhum profissional ou equipe pode fazer essa tarefa, muito menos fazê-la em um curto espaço de tempo.

    É importante medir a qualidade do software, mas é igualmente importante executar a atividade de forma correta. Essa ação é muito útil no desenvolvimento de software, mas, muitas vezes, é melhor não ter medição alguma do que contar com uma errada.

    Fonte: Computer World

  • 10 extensões essenciais para o Firefox


    22 de junho de 2011

    Usar extensões em seu navegador é como “tunar” um carro com um novo aerofólio, janelas escurecidas, calotas cromadas e adesivos em forma de chamas na lateral: se você exagerar pode prejudicar o desempenho e fazer papel de bobo. E com milhares de extensões para o Firefox disponíveis, o desafio é encontrar as melhores – e evitar as mais bobas.

    Juntamos aqui dez das extensões mais úteis para o Firefox, todas com uma perfeita combinação entre bom desempenho e economia de tempo. As chamas? Bem, essas nós vamos deixar por sua conta.

    Aprimore a navegação

    Evernote

    Você já encontrou alguma informação interessante enquanto navega e desejou poder “marcá-la” com um post-it para usar mais tarde? O popular aplicativo web Evernote tem uma extensão para o Firefox que torna fácil criar notas para si mesmo a partir de qualquer parte de uma página web que você tenha selecionado com o mouse. Notas podem incluir texto, fotos e até vídeo, e são sincronizadas com o aplicativo Evernote para smartphones, para que você tenha acesso a elas mesmo longe de seu computador.

    Greasemonkey

    A extensão Greasemonkey permite criar scripts que modificam o comportamento dos sites e fazem de tudo, de personalizar termos de busca a embutir controles para reprodução de música na barra de ferramentas ou adicionar notificações do GMail às abas. Depois de baixar a extensão você precisará dos scripts, e há milhares deles em sites como o userscripts.org. Um bom ponto de partida é o Gmail Fullscreen, que permite rodar o serviço de webmail em uma tela cheia em vez de em uma janela.

    Xmarks

    Se você alterna com frequência entre seu iPhone, seu notebook e um tablet Android, o Xmarks pode ser a extensão ideal para você. Este serviço armazena seus favoritos – e suas senhas – na web, e os mantém em sincronia em todos os aparelhos. Adicione um favorito no PC, e você verá ele no tablet. O Xmarks também pode ser usado para sincronizar favoritos e senhas entre diversos navegadores em múltiplos PCs.

    Speed Dial

    Sua rotina de navegação envolve visitar os mesmos cinco sites todo dia de manhã? Se você tem um conjunto de favoritos que visita frequentemente, pode abrí-los de uma só vez com o Speed Dial. De acordo com os desenvolvedores, esta extensão “funciona dentro de uma aba, e mostra miniaturas (thumbnails) dos sites designados. Estas miniaturas são atualizadas automaticamente em segundo plano”.

    Baixe vídeo, fotos e mais

    Read it Later

    Você está prestes a entrar em um avião e ficar horas sem conexão à internet? A extensão Read it Later (que também tem versões na forma de aplicativos para o iOS e Android) permite que você salve longos artigos e páginas web com um clique para ler depois, mesmo que não tenha conexão à internet. Excelente para colocar a leitura em dia.

    Easy YouTube Video Downloader

    Esta extensão permite baixar filmes em Flash do YouTube e de outros sites populares para que você assista depois, mesmo sem uma conexão à internet. Guarde seus videoclipes e “memes” favoritos para assistir a qualquer momento.

    Awesome Screenshot

    Se você precisar tirar um screenshot de um site, o Awesome Screenshot tornará sua vida mais fácil. Depois de instalar a extensão basta dar um clique no ícone da câmera e o Awesome Screenshot tira uma “foto” da página inteira, mesmo as partes que você não consegue ver. É possível anotar a foto com linhas, texto e mais, e até mesmo borrar informações delicadas antes de salvar a imagem ou publicá-la na internet.

    Privacidade e segurança

    Ghostery

    Há todo tipo de sistemas ocultos de rastreamento – tags, pixels ocultos, marcadores e mais – em uso para seguir seus movimentos pela web, e o Ghostery torna o que era invisível visível. Por exemplo, quando usei o serviço e visitei o site CNN.com uma lista de sete empresas que estavam secretamente rastreando minha sessão surgiu na tela. O Ghostery pode ajudá-lo a identificar e evitar quase todos eles bloqueando as imagens e scripts usados.

    NoScript

    Java, Javascript e Flash são ótimas tecnologias usadas pelos desenvolvedores para criar sites dinâmicos e cheios de interatividade. O ruim é que anunciantes e agressores também os consideram ferramentas eficientes para executar scripts maliciosos ou de rastreamento em seu navegador. O NoScript pode bloquear applets em Java, scripts em JavaScript e animações em Flash exceto nos sites nos quais você confia, mantendo o seu computador a salvo dos bisbilhoteiros.

    Adblock Plus

    Esta é de longe a extensão mais popular para o Firefox, e é fácil ver o motivo: ela bloqueia as propagandas que entulham o navegador, tiram sua atenção e até tentam te levar a armadilhas (como os famosos falsos alertas de vírus). Ele é simples de configurar e fácil de usar.

    Só tenha em mente que muitos sites dependem da renda publicitária para continuar operando. Portanto, se você tem um site de que gosta e no qual confia, desabilite o Adblock nele (é fácil incluir o site na “lista branca” com um clique no ícone da extensão). O webmaster agradece.

    Fonte: PCWorld

  • Dez ingredientes indispensáveis ao outsourcing de serviços de TI


    20 de junho de 2011

    Muitas empresas associam a terceirização com a perda de controle das informações e atividades críticas, altos custos com terceiros dizendo o que fazer, entre outros fatores, ou seja, impressões negativas que, via de regra, são consequências de um processo de terceirização mal executado.

    O fato é que a terceirização pode, se bem executada e de acordo com as reais necessidades de quem contrata, ser a maneira mais rápida e com melhor relação custo X benefício para atualizar tecnologicamente a sua empresa.

    Nesse sentido, escolhi 10 ingredientes para o outsourcing de TI bem realizado e com resultados concretos:

    1. O processo de terceirização e a escolha de um fornecedor de outsourcing são tarefas complexas. Assim, considero como primeiro ingrediente, a necessidade de descrever claramente seu ambiente, com volumetrias, detalhamentos técnicos dos equipamentos, infraestrutura e aplicações envolvidas no processo.

    2. Decida sobre quais serão os critérios que você adotará para escolher o prestador de serviços que cuidará dos recursos tecnológicos da sua empresa. Sugiro uma matriz com itens de avaliação específicos, com pesos diferenciados de acordo com a importância do item para sua empresa. Lembre-se de envolver seus usuários chave nessa avaliação. A avaliação por óticas diferentes é sempre desejável.

    3. Trate dos acordos de níveis do serviço (SLA). Como diz o ditado, o combinado não sai caro. E ele cabe perfeitamente nesse caso. Não basta dizer que o serviço estará baseado em SLA, é necessário ter documentado como ele será medido (fórmulas), em qual periodicidade, o que será excluído dessa medição, quando e como serão consideradas as penalidades etc.. Lembre-se, se não está escrito, será questionado no futuro.

    4. Dedique esforços no desenvolvimento da minuta contratual. Cito como exemplos cláusulas como penalidades, aumento da volumetria, encerramento motivado ou imotivado do contrato, entre outras. Esses temas podem ser extremamente desgastantes se discutidos após a declaração do vencedor ou, pior, após o início dos serviços. Não é incomum algumas empresas descobrirem que, mais difícil que contratar uma boa empresa prestadora de serviços, é se livrar de uma ruim.

    5. Prepare-se para os custos e indisponibilidades do período de transição. Essa etapa é muitíssimo importante para o processo de outsourcing, pois é nessa hora que você validará suas contingências, seu processo de comunicação, o entrosamento entre outras áreas de sua empresa, seu contrato com o prestador de serviços anterior, mas principalmente a qualificação, competência e organização do seu atual prestador de serviços. Mesmo com todas essas preocupações, essa pode ser uma ótima oportunidade para você resolver antigos problemas na sua infraestrutura de TI.

    6. Estruture um bom plano de comunicação, participe seus usuários e gestores de sua empresa do processo de outsourcing, descreva o que mudará, quais os riscos e mitigações, como acessar as equipes de apoio, quais os serviços que estarão indisponíveis e, o mais importante, o que seus usuários perceberão de benefícios com o processo.

    7. Aproveite a oportunidade para adotar metodologias de gestão de serviços e de qualidade atualizadas ou melhorar as atualmente disponíveis em sua empresa.

    8. Planeje a forma de comunicação do outsourcing com os recursos humanos de TI. Lembre-se que, provavelmente, eles perceberão a movimentação, participarão do levantamento de informações necessárias ao processo de escolha do prestador de serviços. E prepare-se para eventuais resistências internas e demissões planejadas e não planejadas, porque a liberação desses recursos da folha de pagamento devem ser considerados na transição.

    9. Estabeleça um período para avaliação do processo, procedimentos do prestador de serviços, das ferramentas, dos profissionais terceirizados, etc. Sugiro um período máximo de 90 dias, tempo suficiente para concluir a fase de adaptação e entrar na fase do SLA.

    10. Registre (se possível) os indicadores de disponibilidade, satisfação dos usuários e níveis de serviços antes do outsourcing. Caso essas informações não estejam disponíveis, compare os custos atuais, que você tinha antes da terceirização. Essa é a melhor forma de constatar os benefícios de redução dos custos com RH, riscos trabalhistas, espaço físico de escritório, ativos físicos, além, é claro, de benefícios intangíveis como: reduzir a dependência por pessoas e aumentar a vantagem competitiva frente aos seus concorrentes.

    Existem empresas que investem muito na área comercial e pouco na entrega, assim, vendem maravilhosamente bem, mas a entrega deixa a desejar.

    Solicite os cases de sucesso em serviços similares ao que precisa, valide esses cases, obtenha referências do fornecedor na internet, entre em contato com essas referências, inclusive pessoalmente, se possível.

    Muitas empresas permitem o início da prestação de serviços apenas com a proposta técnica e comercial assinada e, depois, descobrem que existe um contrato padrão registrado em cartório, que é válido nesses casos. Fique de olho!

    Fonte: CIO

  • Três oportunidades de emprego que devem ser criadas por novas tecnologias


    17 de junho de 2011

    O mundo vive hoje uma velocidade de inovação tecnológica sem precedentes. Não à toa, muitas pessoas estão preocupadas se seu trabalho e o ambiente em que atuam será impactado por esse cenário, em médio e longo prazos. Basta lembrar do que aconteceu com a indústria das máquinas de escrever ou com o setor de pagers para perceber que essa preocupação tem fundamentos.

    E se a tecnologia fez desaparecer muitos empregos, ela gerou uma série de novas oportunidades. Uma recente pesquisa realizada pela consultoria McKinsey, mostra que para cada posto de trabalho que sumiu por conta do surgimento da internet foram criadas outras 2,6 vagas.

    Com base nessa percepção de que a tecnologia gera uma série de oportunidades futuras, a escritora e especialista em carreira Leslie Stevens-Huffman fez uma lista – publicada no site norte-americano de busca de empregos Dice.com – de três novos setoresque devem surgir nos próximos anos e que tendem a representar excelentes possibilidades de emprego futuro.

    Redes digitais de iluminação

    Combinar a tecnologia da informação com a iluminação era um sonho distante há alguns anos. Agora, no entanto, uma série de startups (empresas iniciantes de tecnologia) tem trabalhado para criar lâmpadas mais eficientes e sistemas de controle da luz que possam ser ajustados automaticamente para obter o máximo de eficiência.

    O jornal norte-americano San Jose Mercury News divulgou uma reportagem afirmando que os investidores projetam que esse setor vai movimentar US$ 100 bilhões. O próprio Google firmou uma parceria com um grupo de cientistas da Flórida, com o intuito de criar as primeiras lâmpadas LED controladas pelo Android (sistema operacional para smartphones).

    Robótica Residencial

    Da mesma forma que os robôs passaram a fazer parte das linhas de produção e distribuição de produtos, os especialistas projetam que eles tendem a invadir a casa das pessoas. O que vai exigir que profissionais altamente capacitados possam construí-los, programá-los e repará-los.

    Biorrobótica

    Com a tendência de digitalização dos registros de pacientes médicos, existe a perspectiva de que, em breve, o mercado vai demandar o trabalho de especialistas em biorrobótica. O papel dessas pessoas será o de colaborar com toda a cadeia. Ou seja, cuidarão dos equipamentos e do fluxo de informações entre médicos, pacientes, enfermeiros, farmácias, laboratórios e empresas de saúde.

    Fonte: Olhar Digital

  • Oito dicas para utilizar o Twitter na sua empresa de forma eficiente


    16 de junho de 2011

    A sua empresa já tem um perfil no Twitter? Então crie já. O microblog tweetou seu caminho até o topo das redes sociais. São mais de 200 milhões de usuários que enviam 65 milhões de tweets por dia.

    Mas alto lá. Se você ainda não aprendeu em outras redes sociais, o relacionamento com clientes nessas plataformas não é o mesmo que pessoalmente. Você precisa aprender tanto o uso do Twitter quanto como usá-lo para se comunicar de maneira efetiva com consumidores para obter sucesso.

    Aqui estão oito dicas para começar na direção certa:

    1 – Construindo uma lista de seguidores

    Não importa o valor da comunicação via Twitter se não há leitores. Seus tweets são públicos e pesquisáveis de acordo com os tópicos específicos contidos em sua mensagem, mas você precisa construir uma lista de seguidores ativos que leiam seu conteúdo. Os seguidores no Twitter representam sua comunidade, são a audiência e com quem você se relaciona.

    Se você é Ashton Kutcher, Charlie Sheen ou Lady Gaga, tudo que precisa fazer é criar uma conta no microblog e milhões de pessoas irão seguir seu perfil instantaneamente. Caso você não seja um megastar, e a maioria não é, você vai ter que se esforçar para conseguir isso. Comece convidando comunidades de clientes que você tenha.

    Sua companhia tem site, blog, lista de contatos ou newsletter? Use todos os meios que você possui. Se seus clientes já têm conta no serviço, convide-os a seguir seu perfil. Você deve também incluir o endereço do Twitter da sua empresa na assinatura de seus e-mails, marketing de apoio ou qualquer tipo de exposição. Você pode até mesmo estimular os usuários com sorteio de prêmios ou desconto em serviços.

    Parte da cultura do Twitter é que os usuários seguem de volta quem os segue. Clique no link de sugestões no Twitter “Who to Follow”. Ferramentas como o software Tweet Adder pode dar mais detalhamento de contas a serem seguidas. Use-a para selecionar usuários de companhias similares ou que compartilham interesses com seus serviços e então siga automaticamente esses internautas. Certo número de perfis devem segui-lo de volta. Mas antes disso, é claro, deixa a sua página no Twitter atraente com uma boa imagem de perfil e bio.

    2 – Conheça as regras do relacionamento

    Se você é novo, aprenda o básico. As melhores práticas do Twitter como direct messages, o uso do ”@” para responder a usuários e os retweets. As direct messages são particulares. Para enviá-las, basta colocar a letra “d” antes do nome de perfil do destinatário. Para conversar em tweets público é feito o mesmo procedimento, mas substituindo a letra “d” pelo “@”. Caso você queira reenviar uma mensagem de outro internauta, basta colocar o mesmo símbolo antes do nome do usuário e escrever as letras “RT” no começo do tweet. Você pode também pedir educadamente que seu público retweet suas publicações.

    Essas práticas atraem a atenção dos seguidores, que podem ver que você está interagindo com eles. Para ter ter sucesso nessa ação, escreva uma mensagem curta antes de replicar a publicação de outro usuário. E fique atento a tweets sobre suas mensagens para manter uma conversa. Assim que aprender o básico, ferramentas com o Group Tweet permitem que você se comunique com grupos de usuários, mesmo via direct messages.

    3 – Valorize a conversa

    Um dos maiores erros que companhias cometem no Twitter – e nas redes sociais em geral – é tentar usá-lo para um marketing antiquado. O slogan que sua empresa usa em campanhas publicitárias na mídia pode se revelar falso no microblog.

    O Twitter pode ser uma ferramenta importante de marketing, mas a rede social deve gerar conversação e agregar valor à marca. Você se promove por quem é, não pelo que diz ser. Você pode certamente usar o microblog como um meio para anunciar produtos ou serviços novos, mas seus tweets precisam valorizar o público para manter sua audiência interessada. Compartilhe informações relevantes sobre o seu setor, assim como dicas e conselhos e conversas em geral para motivar seus contatos a participar das discussões. Faça tweets divertidos e espirituosos, diga algo único. Se posicione como especialista em sua área e ofereça conselhos gratuitamente. É melhor divulgar opiniões próprias e pessoais do que apenas repetir o que os outros dizem.

    4 – Encurte os links

    Utilize ferramentas de encurtamento de link, como bit.ly e TinyURL para que seus links não utilizem todos os 140 caracteres do seu tweet. O bit.ly oferece também mensuração de acessos para monitorar o sucesso da sua publicação. Você pode analisar quantos cliques foram dados em cada link e qual foi mais popular, informação que você pode usar para descobrir o que funciona melhor.

    5 – Enriqueça seus tweets com ferramentas de terceiros

    Uma quantidade incrível de ferramentas e plug-ins para Twitter pode aumentar o valor do seu perfil. Apesar de a rede social ter sido criada como forma de serviço de SMS via internet, você pode ampliar o tamanho de suas mensagens e enviar outros tipos de arquivo. Comece usando o TwitPic ou o Yfrog para compartilhar fotos ou vídeos. Habilite estes serviços no seu smartphone para que você possam mostrar – e não apenas contar – a coisa engraçada que você viu na rua.

    Você pode tornar os tweets mais interativos conectando-os com pesquisas, usando o Twtpoll, ou a salas de bate-papo, com o Nurph. Seus seguidores vão prestar mais atenção em seus tweets se acharem conversas interessantes para participar. E integrando o Twitter com serviços de localização, como o FourSquare, pode chamar a atenção. Por exemplo, durante aquela conferência em Atlanta, alguém da sua área pode ver que você está realmente lá.

    O TweetDeck, recentemente comprado pelo Twitter, permite que você gerencie multiplas contas tanto no microblog, como no Facebook, LinkedIn, MySpace, Google (GOOG) Buzz, and Foursquare. Você pode criar listas e filtrar o conteúdo dos updates que quer receber. O aplicativo possui colunas que permitem que o usuário monitore palavras-cheve específicas ou hashtags. Você também pode habilitar o TweetDeck a enviar alertas quando outras contas no Twitter mencionem sua companhia, o que dá oportunidade para identificar clientes fiéis, possíveis questões de relações públicas e gerenciar crises rapidamente.

    O programa também permite programar o horário das publicações, mas o Timely, da Flowtown, vai além. Ele analise seus tweets anteriores e estima qual hora do dia eles são mais favoráveis e então programa seus próximos tweets de acordo com o resultado.

    6 – Use hashtags

    As hashtags são símbolos # na frente de palavras-chave. Elas tornam seus tweets mais fáceis de pesquisar. Ferramentas como o TweetDeck e o Hashtags.org permitem que visualizar os tweets mais recentes com qualquer hashtag. Uma hashtag comum no Twitter é #FollowFriday ou #FF, que às sextas-feiras divulga nomes de usuários que você acha relevantes. É um método valioso de conseguir mais seguidores. Se você ganhar novos seguidores, responda agradecendo a indicação. Esse tipo de toque pessoal é uma das coisas de que os usuários gostam.

    Uma maneira de atrair a atenção é tweetar sobre tópicos enquanto eles estão entre os mais postados do momento. Crie um Google Alerta para rastrear assuntos da sua área, e quando ele enviar uma histórica inédita e relevante para seu e-mail, envie essa mensagem aos seus seguidores. Se sua compania conserta computadores antigos e uma matéria sobre desperdício de eletrônicos está nas manchetes dos jornais, você pode criar a hashtag #ewaste ou #desperdicioeletronico em um tweet que explique como seu trabalho deixa equipamentos eletrônicos fora de aterros sanitários.

    Mesmo que você não comente as mais novas histórias populares do dia, você pode direcionar seu Twitter para divulgação de eventos na sua área. O NearbyTweets permite visualizar quem está falando sobre praticamente qualquer tópico em uma parte específica do mundo.

    7 – Evite armadilhas

    Já falamos sobre não usar o Twitter como ferramenta de spam. Mas cuidado com outras armadilhas. Lembre que muitos “seguidores” não estão realmente prestando atenção. Mesmo que a tática de conseguir seguidores seja seguir usuários com interesses em comum e esperar que haja reciprocidade, isso só vai até aí. Muitos internautas que seguirem seu perfil podem estar usando a mesma tática para aumentar a força de suas contas no microblog, e eles não estão realmente interessados nas suas publicações ou área de negócios.

    Utilize o Klout ou o Peerindex para ter ideia de quantos seguidores são realmente ativos. Esses serviços dão notas de 1 a 100 para medir sua influencia online. Em algum ponto, você terá que parar de usar a estratégia de seguir usuários para conseguir mais seguidores.Deixa a sua conta no Twitter falar por si própia e espere a divulgação boca-a-boca da qualidade do seu perfil.

    8 – Não espere milagres

    Preciso lembrar que você não é a Lady Gaga? Você não vai ter milhões de seguidores instantaneamente. Não haverá um aumento milagroso nas vendas ou no lucro da sua companhia só porque você criou uma conta no Twitter. Como para tudo que vale a pena ser feito, não há atalhos mágicos.

    Se você usar corretamente, o Twitter pode ser uma poderosa ferramenta de marketing, um instrumento para conseguir o reconhecimento da marca e a fidelidade de clientes. Seja paciente. Agregue valor. Construa uma comunidade e deixe o conteúdo e o reconhecimento dos seus seguidores ser a força que o leva ao sucesso, tanto a sua conta no Twitter, quanto nos seus negócios.

    Fonte: CIO

  • Cinco passos para aumentar as chances de contratação


    15 de junho de 2011

    Há algumas dezenas de milhares de vagas abertas no mercado de tecnologia no Brasil. No entanto, para preenchê-las, os candidatos precisam de uma capacitação adequada e de um cuidado na forma de abordar os potenciais empregadores.

    Para o fundador da empresa de recrutamento e seleção de profissionais AttractJobs, Jerome Young, existem cinco passos básicos em qualquer processo de busca de emprego. E, segundo ele, o desempenho dos profissionais em cada uma dessas etapas vai ser decisivo para determinar o tempo de recolocação no mercado.

    Em seu blog na revista Forbes, Young cita quais os cinco passos que as pessoas devem seguir para aumentar as chances e diminuir o tempo para conquistar um novo emprego:

    Passo 1 – Utilize Referências

    Poucos candidatos a uma vaga de emprego se preocupam em buscar referências de antigos empregadores, ressalta o especialista da AttractJobs. Assim, ele indica que os profissionais busquem executivos ou gestores com os quais trabalharam nos últimos sete anos, com o intuito de entender o que eles consideram seus pontos mais fortes e se estariam dispostos a servir de referência para potenciais empregadores. “Essa informação pode ser destacada mais tarde, durante a entrevista de emprego”, pontua Young.

    Passo 2 – Adeque o Currículo e a Imagem

    Um currículo que busca enfatizar conhecimentos e experiências específicas para um determinado cargo exige que o profissional cite os resultados práticos que ele obteve em cargos anteriores, como parte do resumo de suas funções. Além disso, o perfil e as informações de redes sociais, como o LinkedIn, devem refletir essa vivência.

    Outra preocupação que as pessoas devem ter quando buscam uma vaga de emprego é verificar quais informações aparecem quando seu nome é digitado em mecanismos de busca na internet, pois isso pode afetar, de forma positiva – ou negativa – o ânimo dos potenciais contratantes.

    Passo 3 – Amplie sua Rede de Contatos

    Quando você está em busca de um novo emprego, não deve ter vergonha de divulgar isso para o máximo de pessoas possíveis, o que inclui os amigos do Facebook e a rede de contatos profissionais. “Não dá para saber quem pode indicá-lo para uma grande oportunidade de emprego”, cita o especialista. Ainda segundo ele, qualquer possibilidade de conhecer novas pessoas não pode ser desperdiçada, o que exige que os profissionais participem de eventos e encontros de sua área.

    Passo 4 – Aprimore suas Habilidades para a Entrevista

    A entrevista pessoal costuma ser a parte mais estressante de um processo para busca de emprego. “De qualquer forma, se o seu currículo é forte o suficiente para convencer o recrutador de que você merece uma ligação telefônica, você já é um bom candidato ao emprego”, avalia Young.

    Com base nesse pensamento, ele considera que o candidato deve preparar-se para a entrevista de emprego como ele faria em uma prova, ou seja, estudando. Assim, antes do encontro com o potencial recrutador, deve gastar um tempo analisando quais as possíveis perguntas que deverá responder. Além disso, precisa pensar em questões que pode fazer, com o intuito de demonstrar interesse pela vaga e mostrem que se preparou para a conversa.

    Passo 5 – Seja um Concorrente Agressivo

    “Isso se aplica a qualquer momento da busca de emprego. Sempre, seja proativo e investigue as empresas para entender as necessidades de contratação delas”, ressalta o especialista. “Algumas vezes, isso significa ser determinado – mas educado – em uma entrevista, em vez de ficar enrolando quando você precisa responder a uma questão”, complementa.

    Acima de qualquer coisa, ser um concorrente agressivo significa dedicar um tempo extra para preparação e análise de todas as fases do processo de emprego. “Se você está realmente preocupado em conseguir um trabalho rápido, invista na busca da vaga, em escrever um currículo adequado e em procurar o apoio necessário para fazer uma boa entrevista”, conclui.

    Fonte: Olhar Digital

  • Seis dicas de como manter um ambiente de trabalho atraente


    14 de junho de 2011

    A satisfação dos funcionários ao desempenhar suas funções tem influência direta na produtividade. Por isso, os líderes devem dispensar atenção especial a comportamentos e ações que motivem seus colaboradores e garantam a retenção de talentos.

    Mais do que promover a realização de tarefas em conjunto e a integração entre os funcionários, o gestor deve entender os anseios e as aspirações de cada um para, então, conseguir satisfazê-los.

    A seguir, seis dicas práticas de como manter o ambiente de trabalho em harmonia e garantir que a companhia continue sendo um bom lugar para se trabalhar:

    1. Não esconda a verdade: Certamente a comunicação aberta é mais eficiente do que o silêncio; portanto, discuta a situação da organização com a equipe e mostre como cada colaborador se encaixa na estratégia de atuação da companhia nos próximos anos;

    2. Ouça os funcionários: Reúna o time e convide-o a contar quais foram as lições aprendidas em outras crises e como cada um acha que poderia aplicá-las no momento atual. Além disso, é importante observar o ambiente de trabalho de sua equipe: no dia-a-dia, você escuta algumas risadas de vez em quando ou somente o silêncio? Os funcionários parecem empolgados com as tarefas que lhe são passadas? O comportamento rotineiro mostrará importantes dicas sobre o real clima organizacional do grupo;

    3. Distribua tarefas de forma estratégica: Avalie o papel de cada membro da equipe e ajuste a distribuição do trabalho de acordo com as habilidades individuais e o temperamento do funcionário. Peça que o time colabore nessa divisão de tarefas e tente atribuir responsabilidades que desafiem os empregados;

    4. Não sobrecarregue as pessoas: Seja realista quanto à capacidade de trabalho de cada funcionário. Se perceber que algum deles está sobrecarregado, mude a estratégia da equipe antes que esse colaborador atinja um nível muito alto de stress;

    5. Recompense os colaboradores: Muitas vezes pequenos gestos, como elogios e agradecimentos, são mais significativos do que aumentos salariais. Faça o exercício de incorporar palavras como “Parabéns” e “Obrigado” na rotina de trabalho. Além disso, peça e ouça a opinião da equipe antes de tomar algumas decisões;

    6. Desenvolva um plano de carreira: Embora o momento não seja o mais adequado para firmar compromissos de longo prazo, converse com cada colaborador sobre os planos que a empresa tem para ele. Discuta os pontos nos quais ele deve melhorar e quais devem ser valorizados.

    Fonte: CIO