Blog do TreinaWeb
Dicas, notícias e informações sobre cursos, programação, webstandards e desenvolvimento web.Arquivo de agosto de 2011
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Como encontrar os melhores grupos no LinkedIn
31 de agosto de 2011

Enquanto o Facebook e o Google + dominam as manchetes, atualmente, a rede social LinkedIn tem consolidado a imagem de local mais apropriado para os profissionais, onde podem conhecer outros profissionais, conversar e trocar informações. Ações em grande parte impulsionadas pelas comunidades formadas em torno de interesses comuns, objetivos ou experiências de trabalho. Participando de um grupo LinkedIn é fácil manter-se atualizado com as tendências do setor, fazer contatos valiosos e tornar-se uma referência em sua área de atuação.
Mas, por onde começar? Há mais de 16 mil comunidade relacionados à TI no LinkedIn. Percorrer todas na esperança de tentar encontrar aquelas que valem a pena participar seria uma tarefa inglória. Não só existem grupos que se especializam em áreas específicas de TI _ de hardware, aplicativos, rede, segurança, etc _ como grupos com estilos diferentes que podem ou não ser realmente úteis. Alguns grupos são estritamente comerciais, outros mais freewheeling onde os participantes compartilham informações pessoais, pródigos em discussões off-topic. Muitos concentram um fluxo constante de postagens com comentários ricos, enquanto outros têm menos discussões.
Nem todos os grupos serão ideais para todas as pessoas, mas essa é a beleza de tudo isso – um vasto leque de opções para escolher. Difícil não encontrar algo que satisfaça suas necessidades.
Confira algumas dicas de como identificar os grupos do LinkedIn mais indicados para você.
Encontrando grupos dignos de sua participação
Ao escolher os grupos LinkedIn para participar, os especialistas aconselham que você tenha antes uma estratégia sólida, passe algum tempo “à espreita” para ver como os fluxo de informações acontece, e siga algumas diretrizes de melhores práticas bastante simples.
Em primeiro lugar, identifique o que você espera ganhar com a participação em um grupo. Por exemplo: “Eu gostaria de encontrar uma boa fonte de informações sobre como solucionar questões relacionadas com o Windows”, ou “eu gostaria de saber mais sobre aplicações HTML5″. Seus objetivos irão ajudá-lo a definir o escopo e reduzir a quantidade de opções disponíveis para analisar, além de orientar o tipo de mensagens que você vai trocar durante a sua participação nesses grupos.
“Você deve saber que experiência quer ter e com que pessoas quer falar”, diz Wayne Breitbarth, autor do livro “The Power Formula for LinkedIn Success” (Greenleaf Book Group Press, 2011). “Se você tem um processo bem definido para compartilhar informações nos grupos nos quais participa e suas atualizações são consistentes com a sua marca e seu nicho, maiores são as chances das pessoas passarem a ver você como um perito com o passar do tempo.”
Uma vez que você tenha uma ideia de seus objetivos, existem três principais formas de encontrar um grupo, diz Jan Vermeiren, fundador da rede de treinamento técnico de consultoria e autor do livro “How to REALLY use LinkedIn” (BookSurge Publishing, 2009).
1 – Procurar no Diretório de grupos
No topo da página inicial LinkedIn, clique no menu Grupos, em seguida, digite um termo de pesquisa relacionado ao conteúdo desejado. Você obterá uma lista de grupos, ordenados da maior para a menor quantidade de participantes.
A busca de temas de interesse no diretório de grupos é um bom primeiro passo para encontrar grupos relevantes no LinkedIn. A busca muito genérica pode gerar resultados demais.
“Infelizmente”, explica Vermeiren, “não há pesquisa avançada para grupos, o que pode tornar a tarefa um desafio”.
Minha busca por “IT security”, por exemplo, trouxe mais de 7 mil resultados. Por isso, procure estreitar seu termo de pesquisa tanto quanto possível. A lista que você vai obter fornece algumas informações gerais sobre cada grupo e seus membros para que você possa começar a avaliar se estão ou não alinhados com seus objetivos.
2 – Grupos semelhantes
Uma vez que você começar a juntar os grupos, o próprio LinkedIn começará a sugerir outros grupos que você poderia estar interessado em conhecer.
3 – Grupos nos quais outros profissionais participam
Você pode já estar familiarizado com alguns líderes em suas áreas de interesse e, ao começar a participar de alguns grupos, identificar pessoas com conhecimentos específicos e sólidos. É normal querer saber que outros grupos eles frequentam. Você pode descobrir indo no perfil da pessoa, onde é possível encontrar uma lista de grupos a que ele ou ela pertence. Por exemplo, Miles Jennings é o moderador do grupo CIO Network. No Brasil, Murilo Martino é o administrador do grupo CIO Forum Brasil. No perfil de cada um delesvocê encontrará uma série de grupos dos quais participam.
Como avaliar os grupos
Muitos usuários do LinkedIn desanimam ao verem os grupos que frequentam serem tomados por spammers, flagrantes auto-promotores e aqueles que estão mais interessados em crescer seu número de conexões do que em participar ativamente da troca de conhecimento. Mas há um monte de trigo entre a palha. Aqui estão algumas pistas que como ter insights sobre se um grupo LinkedIn serve para você.
Alem de abertos ou de participação restrita, os grupos do LinkedIn podem ser moderados ou não. O ícone de cadeado ao lado do nome do grupo é um sinal de que ele é um grupo fechado, só para membros.
Discussões criadas em grupos abertos são pesquisáveis e visíveis para qualquer pessoa na Web e podem ser compartilhadas em outros sites de redes sociais como Twitter e Facebook. Os gerentes de um grupo aberto também podem permitir que usuários do LinkedIn que não sejam membros do grupo contribuam para as discussões. Nos grupos fechados somente os participantes do grupo podem ver ou participar das discussões.
Enquanto cada grupo LinkedIn tem um dono (geralmente a pessoa que o iniciou), grupos moderados são gerenciados por um ou mais supervisores que estabelecem regras para a participação conversas, monitoram e tentam garantir que os membros cumpram essas regras. Eles podem até mesmo expulsar aqueles que não seguem essas regras.
Há muitas exceções, mas os grupos sem moderação – ou com moderação fraca, ruim – podem tornar-se como o Velho Oeste selvagem onde vale tudo e as conversas são dominados pelos participantes mais agressivos ou, muitas vezes, que têm alguma coisa para vender.
Ao contrário dos grupos fechados, não há como identificar de antemão se um grupo é moderado ou não. A melhor maneira de descobrir é participando dele.
Sempre que navegar nos grupos do LinkedIn, você verá uma lista de suas conexões primárias, secundárias e de 3 grau que fazem parte do grupo, mesmo que o grupo seja apenas para membros. Encontrar nesta lista um número expressivo de colegas ou pessoas cujas opiniões você respeita é um indicador de que o grupo pode ser bom para você.
Grupos abertos também exibem uma caixa na parte inferior da coluna direita da página onde são mostrados os membros do grupo cujas discussões geraram mais respostas. Se os participantes mais ativos são líderes, referências no tema, em vez de tipos spammer, é um bom sinal de que vale a pena investigar mais o grupo.
O número de membros que pertencem a um grupo e o número de discussões ativas que você vê acontecendo também podem ser pistas importantes. Afinal, não há sentido aderir a um grupo onde tudo que você ouve são grilos cantando. Por outro lado, uma conversa entre centenas de participantes tende a criar menos intimidade.
Independentemente disso, os números não contam toda a história de um grupo. “Não é a quantidade, mas a qualidade das discussões, o calibre dos participantes, o alcance e a influência do grupo” o que mais interessa na hora de decidir de quais grupos participar, diz Paul Sonnier, gerente do grupo Wireless Health. Você pode achar que grupos altamente moderados com poucos participantes seja mais relevante.
Etiqueta
O valor de um grupo é baseada principalmente nas ações de seus integrantes. Ao gastar algum tempo nos grupos você vai perceber rapidamente como se comportar. O que fazer e o que não fazer. Para ajudá-lo a evitar cometer gafes, nossos especialistas em LinkedIn oferecem estas dicas:
1 - Ouça primeiro, e depois fale, recomenda Vermeiren. “Primeiro reaja a discussões iniciados por outras pessoas”, diz ele, e só ouse iniciar discussões depois de ter descoberto a atmosfera ou a cultura do grupo.
2 – “Nunca vendemos em um grupo”, acrescenta Vermeiren. “Se alguém pergunta sobre um fornecedor, não poste a resposta no grupo. Preferia a resposta direta a quem perguntou.
3 – Tenha cuidado com o postagens multiplataforma, adverte Breitbarth. “Por causa de pequenas ferramentas como a caixa do Twitter, você pode postar atualizações de status em todas as plataformas. As pessoas estão trazendo tweets demais e as atualizações do Facebook e do LinkedIn são de outro tipo”, ele diz.
Melhores práticas para o envolvimento no grupo
Não há dúvida sobre isso – a participação em grupos pode ser um grande sorvedouro de tempo. Os grupos podem tornar-se irresistíveis rapidamente, se você não tem uma estratégia para tirar o máximo de valor com o mínimo de tempo.
Uma boa prática é fazer um bom uso das notificações por e-mail. “Só ative notificações de e-mail para os grupos que você considera que são os mais importantes, nos quais você não gostaria de perder uma conversa”, diz ele. E mesmo com esses grupos importantes, faz sentido controlar quantas vezes ao dia você quer ser notificado das discussões.Você pode definir essas preferências quando você participar de um grupo ou alterá-las posteriormente na página de configurações de cada grupo.
Breitbarth recomenda o desenvolvimento de um cronograma de atividades online, incluindo atualizações de status no LinkedIn. Por exemplo, você poderia entrar no LinkedIn para ler e participar de discussões em seus grupos duas vezes por dia – uma vez na hora do almoço e uma vez antes de desligar o computador.
Ideias para compartilhar informações e conversas podem vir de vários lugares, se você estiver preparado para eles. “Ao ler revistas e sites, ir a a eventos…”
Fonte: IDGNow
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Em busca de emprego? Restrinja informações pessoais no Facebook
31 de agosto de 2011

Quando alguém que pode oferecer a oportunidade de emprego dos seus sonhos se conecta à sua conta do Facebook isso tende a representar um risco. Isso porque, informações pessoais – como fotos e comentários – contidas nas redes sociais podem se transformar em um fator negativo de análise para quem pretende contratá-lo.
A saída, de acordo com o especialista em mídias sociais e autor do livro “Job Searching With Social Media for Dummies” (ainda sem versão em português), Joshua Waldman, não está em apagar todas as suas informações do Facebook, mas, sim, restringir os conteúdos pessoais apenas aos amigos.
Waldman mostra, em seu livro, um tutorial de como restringir o acesso a conteúdos pessoais apenas a amigos e, assim, evitar problemas no ambiente profissional, em especial, para não afastar potenciais recrutadores.
Crie uma lista de amigos com acesso limitado:
1. Entre na área ‘Conta’ (no topo e à direita na tela do Facebook) e escolha a opção ‘Editar Amigos’
2. Vá em ‘Criar uma Lista’ e monte um novo grupo, no qual colocará apenas pessoas com acesso restrito a seu perfil
3. Adicione a essa nova lista todos os contatos do Facebook que terão acesso limitado. Essa escolha pode ser feita levando em conta quem você não gostaria que visse suas fotos na última festa com os amigos, por exemploAjuste as ferramentas de privacidade
1. Volte para a área ‘Conta’ e escolha a opção ‘Configurações de Privacidade’
2. Escolha a categoria na qual você quer limitar o acesso a suas informações
3. Clique em ‘Personalizar Configurações’ e escolha os itens que você não quer divulgar para a lista mais restrita
4. Clique no box do lado direito do item – por exemplo, ‘Publicações Enviadas por Mim’ – e escolha ‘Personalizar’ e, em seguida, escolha ‘Ocultar’ para essa lista que terá acesso restrito a seu perfilFonte: Olhar Digital
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Como proteger seus dados, quando a nuvem se desfaz?
29 de agosto de 2011

Mais e mais usamos serviços Web. E de uma forma natural. Confiamos na nuvem. Assumimos que os dados que enviamos para um serviço, hoje, ainda estará lá amanhã. Em grande parte, porque assumimos que os próprios serviços também estarão lá amanhã.
Mas ao longo dos últimos anos, temos visto muitos exemplos de sites que desaparecem da noite para o dia. Quem não lembra das dores de cabeça provocadas pelo redesenho do Friendster, em maio? Ou o fechamento do GeoCities em 2009?
Nada dura para sempre. A máxima serve também para os serviços Web aos quais confiamos nossos dados. Ele podem desaparecer sem aviso prévio. E quando isso acontecer, você vai precisar ter um plano para não perder seus dados.
Infelizmente, há muitos exemplos de serviços que fecharam, mudaram de mãos ou simplesmente perderam seus dados. Não deixe que isso aconteça com você
Se está pensando em usar um serviço Web específico, ajuda saber como ele vai lidar com seus dados e se proporciona maneiras de salvar seus dados ou mover as informações para outros serviços.
Os dados estão disponíveis em formatos abertos para facilitar o download?
O melhor sinal de que um site ou serviço se preocupa com a preservação dos dados de seus usuários é a capacidade que oferece de fazer o backup dos seus dados através do próprio serviço. Se não há nenhuma ferramenta de back-end para download cópias de seu conteúdo, você pode ser forçado a fazer isso manualmente. Portanto, qualquer ferramenta que ofereça para poupar o seu trabalho é algo digno de nota.
Curiosamente, o Google tem feito grandes progressos nesta área. Quando começou recentemente os testes do Google+, acrescentou extensões para permitir que os dados pessoais (contatos, círculos, etc) possam ser exportados via Google Checkout. O teste real de tal recurso, porém, é o quanto ele sera útil para o transporte de seus dados para outros serviços.
Ferramentas para exportação de dados são fornecidas pelo serviço ou por terceiros. Se você não tem acesso direto aos seus dados através da interface do próprio serviço, a melhor coisa a fazer é saber se existem aplicações de terceiros que podem copiar os dados para você através de uma das APIs do serviço. Você pode ter que fazer alguma programação no seu próprio país para aproveitar as APIs, mas é uma boa ideia procurar antes para saber se alguém em algum lugar, já fez esse trabalho para você, gratuitamente ou não.
Andrew Reichman, analista da Forrester Research, diz que qualquer serviço que você use deve ser considerado proprietário, mesmo que o prestador do serviço anuncie estratégia de uso de ferramentas de código aberto. Em outras palavras, tome qualquer reclamação sobre a portabilidade de dados como um problema de difícil solução. Pode ser um sinal de que você estará à mercê dos administradores e as políticas da empresa que opera os equipamentos em seu nome.”
Atenção aos Termos de serviço
O ToS para quase qualquer serviço nos dias de hoje está redigido cbrindo todos os aspectos possíveis de funcionalidades do serviceo. ”Prestar atenção aos SLAs e aos contratosé importante”, diz Reichman. ”Ter uma estratégia de saída, ou pelo menos ter se preocupado em discutir o que aconteceria no caso de o cliente desejar retirar ou cancelar o fornecedor de serviços, é um passo preliminar importante para tomar, antes de se comprometer com um determinado fornecedor.”
George Hamilton, analista do Yankee Group, é ainda mais insistente sobre este ponto. ”Saber como o provedor de serviços protege os dados armazenados e os dados em movimento, e como é feito o backup” são preocupações legítimas e fundamentais para evitar problemas .
Este é um aspecto onde os serviços podem dar ao luxo de competir mais agressivamente: permitir que os clientes tenham maior liberdade para movimentação de dados, mesmo que pareça contraditório, a princípio, deixá-los exportar seus dados ao bel prazer. ”Os fornecedores devem vender a sua funcionalidade, e não criar barreiras”, diz Hamilton, observando que o movimento geral da indústria é em direção a padrões abertos.
Reichman, no entanto, discorda. ”O mais provável é a estrutura proprietária de um fornecedor se tornar um padrão de fato seguido por outros fornecedores “, diz ele.
Atenção aos sinais de alerta
É possível dizer de antemão que um serviço está prestes a ser descontinuado? Depende.
O site ArchiveTeam mantém uma lista de sites que correm o risco de serem desligados ou já estejam morrendo. Se você usa um site listado lá, deve começar a pensar em migrar seus dados para outro lugar ou, no mínimo, apoiar-se em algum serviço mais sólido.
Reichman aconselha a olhar para os números da empresa. ”Nem sempre se pode descobrir que um fornecedor tem problemas financeiros, mas algumas questões podem ser descobertas com uma due diligence nos balanços, se disponíveis, ou no noticiário recente sobre o fornecedor”, diz ele. ”Os rumores de aquisições ou alienações iminentes, demissões ou mudanças de estratégia são todos sinais de que pode haver problemas.”
Outros sinais de aviso incluem declínio da qualidade de serviço, interrupções constants, problemas de desempenho, suporte falho ou demorado, redução do apoio de terceiros (para sites com um ecossistema ativo em tono das APIs para desenvolvimento de aplicativos), mudanças abruptas nos termos de serviço (ToS) ou comportamentos arbitrários.
Crie uma estratégia de saída
É sempre bom manter cópias locais de tudo o que é crucial. Qualquer serviço da Web deve ser pensado como um replicador, não um repositório.
Por exemplo, nunca confie a um serviço remoto sua única cópia de uma determinada foto, já que a regra do serviço sobre a preservação dos dados pode não ser de seu interesse. O Flickr, um dos mais populares serviços de hospedagem de fotografia, não permite que você acesse a cópia original de uma foto enviada a não ser que você tenha uma conta paga.
Muitos usuários do Gmail, por exemplo, não têm escrúpulo em deixar toda a sua correspondência nos servidores do Google – apesar de o gerenciador de e-mails do Google oferecer padrões de conectividade POP3 e IMAP.
Se um serviço oferece uma maneira de fazer uma cópia local de seus dados, faça.
Fonte: CIO
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Quatro erros que as pessoas cometem quando buscam um emprego na web
29 de agosto de 2011
A internet facilitou o trabalho para quem quer buscar um novo emprego. Hoje, existem diversos sites específicos que mostram as vagas disponíveis no mercado, além disso, as redes sociais servem, cada vez mais, para divulgar oportunidades de trabalho.
A jornalista especializada em carreira e colunista do Wall Street Journal, Elizabeth Garone, alerta que as pessoas precisam evitar alguns erros que são comuns a quem busca um emprego pela internet. A seguir, a especialista cita os quatro equívocos mais frequentes cometidos pelos internautas:
1. Deixar de lado as boas maneiras
As pessoas não podem esquecer de que tudo o que elas escrevem na internet – em sites, blogs, redes sociais, entre outros – pode ser facilmente buscado, inclusive pelos recrutadores, quando eles procuram referências para um candidato a uma vaga de emprego na web. Elizabeth lembra que um estudo da Microsoft, divulgado em dezembro de 2009, mostrou que 79% dos profissionais que cuidam de recrutamento e seleção nas empresas procuram informações online sobre quem se candidata a uma vaga.
Com base nisso, em momento algum, as pessoas podem esquecer as boas maneiras na internet, seja por meio de comentários inapropriados, fotos e vídeos com imagens inadequadas ou detalhes sobre a vida pessoal que possam ser prejudiciais no ambiente de trabalho. Os principais problemas ocorrem quando os indivíduos escrevem na web coisas que não falariam em público – como piadas racistas ou de conteúdo sexual -, achando que estão em um ambiente protegido.
2. Não divulgar informações suficientes
Ter um perfil em uma rede social, só com metade das informações preenchidas não serve para nada mais do que irritar quem o acessa, avisa a jornalista. Assim, os profissionais que querem ser facilmente achados em ambientes como LinkedIn ou Facebook devem perder algum tempo para escrever um perfil nas redes sociais, o mais detalhado possível.
Além disso, ter uma rede de contatos online qualificada dentro de uma determinada área profissional pode servir como chamariz para potenciais recrutadores. Em outras palavras, não basta apenas estar na rede social, é necessário ser ativo para conseguir conexões interessantes.
De acordo com Krista Canfield, porta-voz do LinkedIn, os profissionais que têm um perfil completo e mais de 35 contatos apresentam 40 vezes mais chances de receber oportunidades de emprego pela rede social.
3. Ser generalista
Antes de encaminhar o currículo para uma vaga de emprego divulgada na internet, o profissional precisa ter o cuidado de entender quais os requisitos necessários para a função e escrever uma carta de apresentação que o qualifique ao trabalho.
O que acontece na prática, no entanto, é que pela facilidade de encontrar vagas online, as pessoas enviam currículos para diversas oportunidades, de forma genérica. O que fica perceptível também para quem está fazendo o recrutamento e seleção.
Também em relação a ser generalista, os profissionais que se encontram desempregados costumam omitir essa informação nas redes sociais. O que é um erro, segundo Elizabeth, em especial, pelo fato de que boa parte das pessoas conseguem um novo emprego por meio de indicações.
4. Ficar concentrado apenas na internet
Por mais que a web tenha facilitado a busca por um novo emprego, a rede de contatos pessoais ainda é o caminho mais rápido para a recolocação. Assim, quem quer ser contratado por uma empresa não pode apenas mandar currículos ou acessar as redes sociais e achar que isso é suficiente.
O caminho para cultivar essa rede de contatos – na vida real – é participar de eventos, estimular encontros informais com profissionais que atuem no mesmo setor e, até mesmo, buscar ajuda ou dicas de pessoas que estejam em áreas correlatas.
Fonte: Olhar Digital
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Os seis principais riscos e benefícios dos projetos de cloud computing
29 de agosto de 2011

Depois de entender como funciona o conceito de cloud computing e quais os diferentes serviços que podem ser contratados na nuvem, o próximo passo para quem estuda a adoção dessa tecnologia é entender os benefícios e os riscos embutidos nos projetos. A má notícia, nesse caso, está no fato de que não existem respostas prontas, cada caso precisa ser analisado a partir das demandas individuais dos usuários e das empresas.
Para Álvaro Leal, diretor da consultoria IT Data, quem olha para soluções em cloud precisa também tomar cuidado com o discurso dos fornecedores. “Vejo com preocupação as discussões em torno da computação em nuvem. O que existe hoje é muito marketing e pouca TI”, considera, acrescentando: “Isso pode criar uma bolha no mercado.”
Em outras palavras, Leal considera que, por mais benefícios que as empresas e os usuários finais consigam obter com cloud computing, o modelo nem sempre se encaixa bem em todos os projetos. Assim, uma corrida desenfreada para trocar a compra de hardware e software por serviços na nuvem pode ter efeitos desastrosos, em médio e longo prazos.
De qualquer forma, Pedro Bicudo, sócio-diretor da consultoria TGT Consult, considera que as empresas não podem ignorar a importância de analisar a adoção de serviços nas nuvens, principalmente, porque isso pode torná-las mais competitivas no mercado, graças à redução dos custos de TI e à agilidade de implementação de novos produtos e soluções no mercado. Mas como encontrar o equilíbrio necessário?
A seguir, separamos os seis principais riscos e benefícios do uso de cloud computing e que podem ajudar a fazer uma análise mais detalhada dos projetos.
Benefícios
1. Redução de custos – ao contratar um hardware, software ou plataforma na nuvem, o usuário não precisa fazer um investimento inicial em infraestrutura ou licenças, as quais passam a ser totalmente geridas e fornecidas pelo provedor do serviço. Além disso, todo o processo de manutenção e atualização das soluções fica sob responsabilidade do fornecedor. Assim, o cliente paga apenas um valor mensal pelo uso dos recursos contratados.
2. Elasticidade – este é um dos conceitos que mais atrai as empresas que trabalham com picos de demanda sazonais. Isso porque, cloud computing permite que o usuário aumente ou reduza a quantidade de recursos contratados, de forma simples e ágil, sem a necessidade de mudar contratos. De forma geral, as próprias empresas usuárias do serviço conseguem fazer essa mudança por meio de painéis de controle online.
3. Agilidade – para novos projetos, que exijam uma rápida implementação, a computação em nuvem pode ser bastante atrativa. Isso porque, em pouquíssimo tempo, é possível contratar a infraestrutura necessária para rodar um novo projeto, sem a preocupação com compra de hardware e software, implementação e manutenção.
4. Simplificação na gestão de TI – ao transferir a responsabilidade pela manutenção de parte dos recursos de tecnologia para os fornecedores de cloud computing, as equipes de TI conseguem se livrar de atividades burocráticas e que consomem um grande tempo, para se dedicar a projetos estratégicos.
5. Facilidade de acesso remoto – pelo fato dos serviços em cloud serem acessados pela internet, isso permite que usuários remotos utilizem os recursos de TI da empresa de qualquer lugar. O que pode ser especialmente interessante para companhias que têm profissionais dispersos geograficamente ou que fiquem muito tempo fora do escritório.
6. Economia de energia – uma das pressões cada vez mais frequentes na área de TI é a redução de custos. E os data centers, especificamente, são uma importante fonte de despesas. Assim, ao terceirizar os serviços na nuvem, é possível cortar os gastos relacionados à energia e à manutenção dos centros de processamento de dados. O que, por outro lado, responde aos requisitos da TI verde.
Riscos
1. Segurança – este aparece como o tema que mais preocupa as empresas e os usuários que estudam a migração para cloud computing. Isso porque, há uma preocupação em deixar que sistemas ou dados sensíveis sejam processados por terceiros, em um local não determinado.
2. Privacidade dos dados – também em relação à segurança, outro risco bastante apontado no modelo de computação em nuvem é a garantia de que as informações armazenadas em cloud não sejam acessadas ou utilizadas por pessoas não autorizadas ou má intencionadas.
3. Link de dados – em especial no Brasil, onde há ainda um problema em relação à infraestrutura de telecomunicações, muitas corporações consideram que pode ser um problema acessar os serviços em cloud, por meio da internet. Isso porque, caso ocorra qualquer interrupção no link de dados, a solução ficará indisponível.
4. Provedor do serviço – outra questão em relação à continuidade dos serviços é a garantia de que o fornecedor das soluções em nuvem não terá problemas em seu data center. A preocupação com o assunto ganhou força depois que, em abril deste ano, a fornecedora Amazon teve problemas em sua infraestrutura e tirou do ar mais de 70 sites que estavam armazenados em seu sistema de cloud.
5. Falta de SLAs e padronização – por ser uma tecnologia ainda nova, ainda não há um padrão para a oferta de serviços na nuvem e que seja utilizado pelos mais diversos fornecedores. O que torna difícil uma possível migração de dados de um provedor para o outro, assim como cria uma barreira à criação de acordos de nível de serviço (SLAs).
6. Questões regulatórias – por fim, outro risco que precisa ser avaliado na adoção de cloud computing é a questão regulatória. Isso porque, além de seguir as regras de armazenamento de informação vigentes no país de origem da empresa usuária, o fornecedor deve atender à legislação que vigora nos diversos países em que estão instalados seus data centers.
Fonte: Olhar Digital
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Dez hábitos capazes de evitar os piores pesadelos da segurança
24 de agosto de 2011

No mundo das revistas em quadrinhos, todo bandido é um gênio do mal. Na web, crackers, spammers e phishers podem encarnar o mal, mas não precisam ser gênios.
Eles exploram brechas na segurança conhecidas, que muitos usuários não se deram ao trabalho de corrigir ou apostam que as pessoas vão fazer coisas que foram aconselhadas a não fazer.
O consolo é que você também não precisa ser um gênio para evitar estes ataques frequentes. Adote alguns hábitos simples para rechaçar a maior parte do mal existente por aí.
Fix 1: Corrija o cerne do software
Foi-se o tempo dos grandes vírus exibicionistas, que se anunciavam para os usuários de PC. O cibercriminoso moderno prefere assumir o controle dos equipamentos sem fazer alarde. E software não corrigido é a oportunidade perfeita para isso.Hoje, uma página web “sequestrada” - o ataque preferido dos modernos bandidos digitais - busca uma vulnerabilidade não corrigida nos softwares da máquina que possa ser explorada. Se algo for encontrado, torça para que seu programa antivírus detecte o ataque que virá a seguir. Do contrário, provavelmente você não perceberá nada errado enquanto seu sistema for infectado.
Ainda bem que você pode bloquear totalmente a maioria dos exploits baseados na web se mantiver todos os seus programas atualizados, não apenas o sistema operacional ou o navegador.
Portanto, ative recursos de atualização automática para qualquer software que ofereça o serviço – é a opção mais rápida e fácil para obter patches.
Fix 2: Descubra as outras brechas
Se todos os programas fornecessem atualizações automáticas – e todos nós fôssemos espertos o bastante para também usá-las – o próspero negócio de malware sofreria um sério golpe. Até lá, use um aplicativo que examine o software instalado e aponte os programas desatualizados que talvez estejam tornando seu PC vulnerável. Há opções de empresas de segurança confiáveis disponíveis gratuitamente na Internet.
Fix 3: Deixe que os navegadores mais novos lutem por você
É quase impossível detectar as páginas web “sequestradas” mais traiçoeiras. Pequenos fragmentos do código inserido que não aparecem na página podem ativar ataques devastadores nos bastidores. Tentar evitar tais páginas por conta própria é um convite a problemas, sobretudo porque pessoas desonestas gostam de violar sites populares.
Mas novos recursos lançados navegadores web oferecem alguma blindagem. Cada camada adicional de proteção ajuda.
Fix 4: Evite a engenharia social
Os bandidos mais perigosos utilizam marketing mais inteligente para levar você a infectar seu próprio PC. Muitos ataques de engenharia social são absurdamente primitivos, contendo palavras com grafia errada e gramática tosca, mas isso não significa que você deva negligenciar o perigo.
De vez em quando, um ataque primoroso pode ludibriar suas defesas e seduzi-lo a abrir um anexo de e-mail ou um arquivo baixado envenenado. Um ataque dirigido pode até usar seu nome e seu cargo corretos.
Resista. Há programas antivírus com ferramentas poderosas ara analisar previamente o conteúdo desses arquivos. Faça uso corrente delas.
Fix 5: Controle malware que se movimenta rápido
O software antivírus tradicional baseado em assinatura está sendo soterrado sob malware. Os atacantes tentam escapar da detecção criando mais variantes do que os laboratórios de segurança são capazes de analisar. Por isso, além das assinaturas, qualquer programa antivírus digno deste nome utiliza hoje detecção pró-ativa que não exige uma assinatura completa para detectar malware sorrateiro.
Uma abordagem promissora emprega análise comportamental para identificar software malicioso baseando-se exclusivamente no modo como ele age no seu PC. Mas seu software antivírus, por si só, talvez não baste.
Fix 6: Proteja sua caixa de entrada contra spam
Os filtros de spam estão cada vez melhores, mas algum lixo ainda consegue passar até mesmo pelo mais possante deles. Em vez de se contentar em pressionar a tecla Del para todas estas tentações de compra de ações “quentes” e Viagra, experimente o endereço de e-mail descartável.
Você pode criar este endereço toda vez que se depara com um site de compras online, fórum ou outro serviço que exige que você entre um endereço de e-mail. Se este endereço é inundado com spam, você pode anulá-lo. É um sistema melhor do que criar uma conta de webmail gratuita utilizada exclusivamente para compras e inscrições na web. Com uma conta única separada, você tem que cancelar a conta inteira se ela receber spam demais.
Fix 7: Desenvolva um hábito antiphishing
A prática de phishing de informações pessoais ainda existe e é difícil distinguir muitos sites falsos dos verdadeiros. Mas alguns hábitos simples podem assegurar que você nunca será fisgado por um anzol.
A abordagem melhor e mais simples é jamais clicar em um link em qualquer mensagem de e-mail para acessar suas contas financeiras. Em vez disso, sempre digite a URL ou use um bookmark. Este único hábito o protegerá de praticamente todos os ataques phishing.
Se você não conseguir empreender esta mudança, então pelo menos use a versão mais recente dos browsers. Todos têm recursos embutidos para bloquear sites phishing conhecidos.
Por fim, fique de olho na tática comum de phishing de usar URLs do tipo “http://adwords.google.com.d0l9i.cn/select/Login”. Se você der uma olhada na URL talvez pense que o domínio do site é google.com. Na verdade, ele está apontando para d0l9i.cn, um site na China onde os operadores estão à espreita para roubar suas informações pessoais.
Alguns browsers já detectam este tipo de trapaça.
Fix 8: Mantenha seu próprio site seguro
Para manter seu site seguro, comece com alguns scans gratuitos rápidos que mostram os problemas mais óbvios.
Um certificado de boa saúde nesses scans não garante que o site está seguro, mas ajuda a identificar de cara as falhas mais comuns. Os scans não descobrem problemas em código JavaScript personalizados, outro tipo comum de ataque. E, embora seja fácil solicitar ou executar o scan, corrigir uma brecha reportada pode ser bastante trabalhoso. Mas bem menos do que reparar o site e a reputação depois que seu site foi seqüestrado.
Fix 9: Crie senhas seguras e fáceis de lembrar
A oferta de logins roubados está tão grande que é praticamente impossível para os trapaceiros ganhar dinheiro vendendo-as, a menos que acrescentem outros dados roubados, tais como endereços ou números de inscrição na previdência social, de acordo com pesquisadores de segurança. E os ladrões não se contentam em roubar logins para contas financeiras – eles também roubam regularmente informações de acesso a contas de webmail. Em um caso recente, um criminoso invadiu contas de webmail e enviou mensagens para os amigos da vítima pedindo dinheiro.
Os especialistas nos dizem que deveríamos usar senhas fortes e exclusivas para todas as nossas contas. Mas eles não nos ensinam a lembrar delas. Por isso, a maioria de nós emprega a mesma senha, não tão segura, em todas as nossas contas. Evite isso a qualquer custo.
Fix 10: Obtenha ajuda extra para limpar infecções resistentes
Muitos fornecedores de antivírus oferecem varreduras online gratuitas e fáceis por meio do seu navegador. O scan vai demorar, já que o serviço de varredura precisará baixar grandes componentes Java ou ActiveX antes de iniciá-lo, mas é fácil ativá-lo. Você pode executá-lo, além do aplicativo antivírus já instalado, para obter uma segunda (ou terceira ou quarta) opinião.
Fonte: CIO
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Como negociar o salário usando táticas do FBI
24 de agosto de 2011
O FBI (Federal Bureau of Investigation) – agência de investigações do governo norte-americano – publicou um livro no qual mostra algumas técnicas de como transformar uma pessoa comum em um bom negociador. A obra, batizada de “Crisis Intervention: Using Active Listening Skills in Negotiations”, explica como é possível convencer as pessoas, por meio de uma argumentação e postura adequadas.
O especialista em carreira e autor de livros sobre o assunto Jim Hopkinson, por sua vez, transformou as técnicas do FBI em dicas para quem precisa negociar o salário com o chefe ou um futuro empregador.
A seguir, veja três dicas de Hopkinson, divulgadas em sua coluna na versão online do jornal The Wall Street Journal, de como obter sucesso na hora de negociar o salário:
Colha informações
Um bom agente do FBI, assim que chega na cena do crime, se preocupa em avaliar toda a situação. No caso de um profissional em busca do salário ideal, isso significa que ele precisa analisar todo o cenário à sua volta, antes de sentar na mesa de negociações. “Isso inclui entender exatamente quanto as suas habilidades valem para a posição”, aconselha o especialista. Isso, segundo ele, pode ser feito pedindo ajuda para colegas e para a rede de contatos profissionais e por meio de pesquisas em sites que divulguem salários e informações de carreira.
Mostre confiança
O segredo para conseguir uma negociação favorável é também parecer alguém confiável. “Você pode fazer isso ao construir um diálogo agradável com a outra pessoa, ouvindo atentamente a proposta dela, entendendo sua posição e estando preparado para usar dados que o ajudem a suportar seus argumentos”, sinaliza. Uma dica é utilizar informações de pesquisas realizadas por fontes confiáveis de mercado e que, dessa forma, evitem a sensação de algo pessoal.
Permaneça calmo
“Não importa quão maluca fique a situação, um negociador de resgate [do FBI] sempre se mantém calmo, atento e positivo. O mesmo vale para discussões de salário”, afirma Hopkinson. Para ele, mesmo que o profissional descubra que outras pessoas que fazem o mesmo que ele ganham muito mais, deve evitar atitudes explosivas. “Entrar no escritório do chefe exigindo um aumento ou ameaçando ir embora, raramente, fará com que você alcance seu objetivo”, complementa.
O especialista lembra que qualquer negociação de dinheiro tende a ser tensa e estressante. Mas ela sempre precisa ser tratada pelos profissionais como apenas uma transação comercial, com o mínimo de envolvimento pessoal possível.
Fonte: Olhar Digital
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6 tendências que sua empresa precisa saber sobre BI
19 de agosto de 2011
A tecnologia de Business Intelligence (BI) tem tido um enorme impacto positivo nas empresas. Nos últimos anos, tornou-se uma das tecnologias de software mais implementadas no mundo dos negócios, ajudando gestores e analistas a manterem-se a par das atividades das empresas. Contudo, do ponto de vista do usuário, a tecnologia de BI só agora começa a alcançar o seu potencial.
De fato, identifiquei seis formas que considero vitais para impulsionar a adesão às ferramentas de BI e obter maior retorno do seu investimento.
1: Servir uma audiência mais abrangente
Durante anos ouvimos como o BI está sendo direcionado para as massas. Quanto mais consumidores de informação se tem, maior será o retorno do investimento de BI. Contudo, para verdadeiramente disponibilizar estas aplicações a todos na empresa, é necessário fornecer aos usuários um elevado grau de informação através de uma interface simples, que não exija formação.
Com a informação correta disponível de forma fácil, todos na organização se tornam potenciais decisores, quer seja nos serviços de apoio ao cliente, ou na distribuição, produção, área administrativa, etc. O enfoque do BI passou dos analistas, que necessitam de ferramentas complexas para criar e analisar informação, para os colaboradores, que apenas necessitam aceder a conteúdos significativos rápida e facilmente.
2: Disponibilizar a informação ativa
Apesar de serem necessárias ferramentas de BI profissionais para analistas, esta nova face do BI envolve a disponibilização de informações relevantes aos usuários dentro do contexto das suas atividades diárias. Por exemplo, um colaborador de call center poderá receber um alerta a avisar sobre novos descontos em determinados produtos, para que este possa promovê-los aos clientes. Um representante comercial pode depender da visão de um sistema de BI para detectar pedidos acima de determinado valor para depois recomendar um fornecedor baseando-se em promoções e disponibilidade. Da mesma forma, os representantes comerciais podem receber atualizações sobre assuntos de clientes envolvendo as suas contas, enquanto os representantes de produção recebem alertas sobre o aumento da ordem de volumes, que pode ter impacto na produção.
À medida que a natureza do BI se torna mais operacional tem, igualmente, de se tornar mais previsível. Estes colaboradores não deverão ter que pesquisar relatórios ou submeter consultas. A informação relevante deverá encontrá-los e as aplicações de BI deverão ser desenvolvidas para reagir às atividades operacionais existentes. A tecnologia de integração inserida nesta ferramenta é a chave para estas aplicações de BI, chamado de BI dinâmico: falamos de acessar dados, pesquisar por mensagens, sincronizar acontecimentos de negócio e submeter transações baseadas em um fluxo de trabalho pré-definido. Isto permite que essas aplicações “detectem” acontecimentos e tomem ações de acordo com parâmetros pré-definidos (tais como reenvio de informação para um agente tomar a decisão).
3: Implementar o BI como um serviço
À medida que os ambientes de BI se tornam mais operacionais, as suas capacidades tomam geralmente a forma de serviços que podem ser apresentados através de portais, painéis de controle, etc. Este tipo de aplicação abre uma nova dimensão para a indústria de BI, à medida que as empresas aplicam o conhecimento do seu domínio a uma indústria particular ou vertical.
Por exemplo, além de ajudar empresas a gerir pessoas e pagamentos, algumas empresas de RH estão também oferecendo serviços de armazenamento de dados e de capacidades analíticas, para criar relatórios. Observamos uma tendência semelhante com empresas de cartões de crédito, que deixam comerciantes analisarem os dados de transações geradas para compreender os padrões de compra dos consumidores. O que têm estas aplicações de BI em comum? Estão implementadas como serviços para uma base de clientes existente. Mais importante, todas partem do que é geralmente um centro de custo e o transformam em um centro de lucro.
4: Integração de pesquisas
O valor real da tecnologia de pesquisa revela-se quando se consegue alimentar o serviço de busca a partir de todas as fontes de informação da empresa e analisar resultados ao longo desse percurso. Idealmente, os usuários deverão poder pesquisar o conteúdo empresarial tão facilmente como usam o seu serviço de busca favorito na Web. Isto permitirá que tenham acesso ao conteúdo de BI dinâmico e adicionalmente a fontes de dados estruturados e não estruturados dentro da empresa.
Com a fácil localização de dados relevantes através da pesquisa por palavras-chave simples, a empresa irá obter ganhos significativos de produtividade, pois os usuários gastarão menos tempo para pesquisar a informação.
Infelizmente, a maioria das ferramentas de BI oferece apenas capacidades de pesquisa rudimentares. Trabalham através da construção de um índex consolidado de dados da empresa. Apenas uma pequena quantidade de informação de business intelligence é arquivada, o que limita a utilidade deste modelo.
Ao utilizar tecnologia de integração embutida, o ambiente de BI pode melhorar o valor das pesquisas. Por exemplo, quando uma transação é processada pelo seu sistema ERP, este pode inserir a informação no índex de pesquisa, para que os usuários possam encontrar de imediato os dados quando iniciam as pesquisas. Estes usuários podem começar com pesquisas tipo Google e depois enriquecer com transacções associadas e bases de dados para encontrar informação adicional, correlacionando eventos à medida que continuam.
5: Dar pernas ao BI com aplicações móveis
Os “smartphones” atuais têm telas e teclados que permitem acessar e visualizar facilmente conteúdo enriquecido da Web. À medida que os colaboradores descobrem as capacidades destes dispositivos, solicitam cada vez mais o acesso a dados corporativos. Se conseguem enviar e-mails ou navegar a Web nos seus telefones, porque não podem acessar ao último resultado de vendas ou solicitar um relatório de vendas?
Contudo, ainda se colocam alguns problemas. Uma vez que a memória e poder de processamento da maioria dos dispositivos móveis não corresponde às dos computadores, torna-se crítico entregar apenas a informação relevante. Além disso, as aplicações móveis de BI não deveriam requerer que os usuários instalem nenhum software extra no seu telefone. Os criadores de BI devem ter atenção, pois o cenário ideal é o desenvolvimento de aplicações centralizadas, baseadas na Web, que consigam receber pedidos e introduzir informação facilmente para os usuários móveis.
Claro que mostrar relatórios e alertas é apenas o começo. Para compreender o total potencial de uma solução de BI móvel, os usuários necessitam também conseguir analisar dados. Este é ainda um desafio que só agora começa a ter alguma resposta com os Active Reports.
6: Data warehouses não são a única solução
Os armazéns de dados não devem ser implementados sem uma clara compreensão dos desafios de negócio que são desenhados para resolver. Existem muitas formas de disponibilizar informação exata.
Algumas alternativas a considerar são a derivação de dados diretamente de fontes operacionais (ou uma cópia dessas fontes estabelecidas para relatórios); a inserção de dados no data warehouse à medida que determinadas transações ocorrem; criação de informação desencadeada por determinadas ocorrências na base de dados; ou a utilização de serviços Web para criar relatórios e entregar informação diretamente a usuários de negócio.
As atuais aplicações de BI dinâmicas, operacionais e integradas provam que não se necessita sempre de um data warehouse como fonte para as suas atividades de BI.
Em suma, os atuais ambientes de BI dão às empresas uma nova forma de servir os clientes, interagir com os parceiros de negócio e disponibilizar informação a todos os tipos de usuários – em alguns casos criando até novas linhas de negócio. O BI não envolve meramente a construção de um data warehouse e a disponibilidade de ferramentas para geração de relatórios. Implica uma estrutura preditiva que atenda uma grande parte da empresa utilizando capacidades de análise simples, mas poderosas, inseridas nas rotinas de trabalho.
Os criadores de BI devem empenhar-se para tornar as suas aplicações mais acessíveis através de acesso aos dados em tempo real, análise móvel e pesquisa empresarial – idealmente como parte de uma arquitetura orientada para o serviço. Isto irá permitir ao BI chegar a uma mais vasta audiência e rentabilizar enormemente o investimento realizado.
Fonte: CIO
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Cinco dicas para não estourar o plano de dados no celular
17 de agosto de 2011
São grandes as chances de que você não tenha um plano de dados ilimitado. Há alguns anos, os pacotes do tipo “consuma tudo o que puder” eram comuns, no entanto eles estão desaparecendo rapidamente. E mesmo que não haja um limite propriamente dito, existem algumas barreiras muito comuns, como as limitações de velocidade: quanto mais dados são consumidos, mais a velocidade de navegação é reduzida.
Sendo assim, o que um usuário viciado em internet móvel deve fazer? Na verdade, é uma questão do que “não fazer”. Separamos cinco “nãos” mais importantes para evitar sustos com a conta de telefone no final do mês.
1. Não seja um viciado em vídeos
Este fato é absolutamente irrefutável: fazer streaming de vídeos é uma das maneiras mais rápidas de consumir seu plano de dados. Por exemplo, assistir a um filme de 90 minutos de duração através de serviços como o Netflix consome 225MB de dados. Se o plano for de 200MB, você irá esgotá-lo antes dos momentos finais do filme.
Existem muitos outros sites que também fazem bons estragos na navegação móvel. Os mais famosos são o YouTube e o Facebook, com aqueles vídeos da festa da noite passada que você está tão ansioso para ver. Mas independente da fonte ou da vontade de assistir, espere até voltar para uma rede Wi-Fi.
Esse conselho se aplica a outros apps com conteúdo audiovisial também. Uma vídeochamada de uma hora pode consumir cerca de 450MB de dados. Um aplicativo de webcam remota que funciona como câmera de segurança (para você observar sua casa quando estiver longe) também pode comer preciosos megabytes.
2. Não troque o cartão de memória pelo streaming
A música é outro vilão do consumo de dados. Utilizar um aplicativo de streaming de música enquanto faz sua corrida matinal ou a caminho do trabalho pode consumir toda a cota do plano em um piscar de olhos.
Para se ter uma ideia, 10 minutos de música a partir de uma conexão 3G consomem, em média, 4MB de dados. Pode não parecer muito, mas são 24MB por hora, e em apenas oito seu plano de 200 MB irá pelos ares. Uma dica para quem não quer abrir mão do streaming é baixar a qualidade da transmissão de áudio para economizar nos dados. Se sua rádio online tem a opção de múltiplas qualidades de transmissão, prefira a baixa (geralmente 32 Kb/s).
O ideal é que você copie suas músicas favoritas para um cartão de memória e ouça elas no caminho para o trabalho ou na academia. Assim você não consome dados, e não abre mão da trilha sonora. Sim, dá um pouco mais de trabalho fazer uma seleção, mas em um cartão de memória de 16 GB você pode armazenar literalmente milhares de faixas.
3. Não dependa de mapas em tempo real
Versões mais recentes do Google Maps podem armazenar alguns mapas no cartão de memória de seu aparelho, evitando o uso da rede para baixá-los, mas se você estiver procurando por uma nova rota não planejada anteriormente, ele provavelmente terá que se conectar a um servidor para buscar a informação necessária, consumindo dados.
Apps de rastreamento, utilizados para encontrar aparelhos roubados ou perdidos, também podem utilizar grandes quantidades de dados, dependendo dos recursos que oferecem. E apps de segurança, que enviam informações sobre a segurança de um bairro consultando o número de ocorrências policiais no local, precisam comparar sua localização com um banco de dados remoto, e isso é feito pela internet.
Na hora de dirigir, é possível chegar até seu destino sem utilizar a internet móvel. Aplicações de navegação de fabricantes de GPS como a TomTom e a Navigon possuem mapas e pontos de interesse pré-definidos, que são armazenados na memória do aparelho e não dependem de conexão à internet. O efeito colateral dessa economia de dados é o tamanho dos aplicativos de GPS, que são imensos, e ocupam muito espaço no celular.
Se você precisa mesmo usar mapas e prefere uma solução gratuita (mas que depende de dados) como o Google Maps Navigation em vez do TomTom ou Navigon, há algumas formas de economizar no consumo de dados. Evite usar a visão “de satélite” no mapa, bem como informações de trânsito em tempo real e o “Street View”, que dá uma visão em primeira pessoa da rua.
4. Não abuse dos games
Não é surpresa de que jogos multiplayer online com gráficos pesados consomem uma grande quantidade de dados com uma velocidade incrivel. Porém, ninguém suspeitaria que um jogo simples como Angry Birds pudesse aumentar as tarifas no fim do mês. Isso acontece porque muitas versões gratuitas desses jogos trazem anúncios, que chegam ao celular via internet. Além disso, ao alcançar uma pontuação alta grande parte dos jogadores quer compartilhar seu feito, e essa informação também chega ao servidores por meio de uma conexão.
5. Não compartilhe tanto
Dividir as coisas é muito bom, no entanto se você capturou a foto mais linda de sua filha ou descobriu o video mais bonito da cidade, não é preciso compartilhá-lo imediatamente. Não poste no Facebook, YouTube ou envie como anexo de e-mail. Acalme-se e repita: o Wi-Fi é seu amigo. De acordo com informações da operadora norte-americana AT&T, com um plano de 200MB por mês os usuários podem fazer o upload de 50 fotos.
No entanto, caso você já tenha assistido a vídeos, jogado games e baixado diversos mapas, o limite para fotos é ainda menor. E sem um hotspot, enviar vídeos é a sentença de morte do plano de dados.
Fique ligado no consumo
Controlar o consumo de dados durante o mês não é tão complicado quanto parece – não é preciso converter kilobytes para megabytes e multiplicar por gigabytes. Apenas verifique com sua operadora: grande parte delas oferece ferramentas online para monitorar o uso da internet móvel, e a maioria dos smartphones possui ferramentas ou aplicativos de contagem de dados. Pode parecer um pouco chato, mas é melhor do que uma surpresa desagrável no dia da fatura.
Fonte: PCWorld
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Seis tendências do BI que nenhuma empresa pode ignorar
16 de agosto de 2011

A tecnologia de Business Intelligence (BI) tem tido um enorme impacto positivo nas empresas. Nos últimos anos, tornou-se uma das tecnologias de software mais implementadas no mundo dos negócios, ajudando gestores e analistas a manterem-se a par das atividades das empresas. Contudo, do ponto de vista do usuário, a tecnologia de BI só agora começa a alcançar o seu potencial.
De fato, identifiquei seis formas que considero vitais para impulsionar a adesão às ferramentas de BI e obter maior retorno do seu investimento.
1: Servir uma audiência mais abrangente
Durante anos ouvimos como o BI está sendo direcionado para as massas. Quanto mais consumidores de informação se tem, maior será o retorno do investimento de BI. Contudo, para verdadeiramente disponibilizar estas aplicações a todos na empresa, é necessário fornecer aos usuários um elevado grau de informação através de uma interface simples, que não exija formação.
Com a informação correta disponível de forma fácil, todos na organização se tornam potenciais decisores, quer seja nos serviços de apoio ao cliente, ou na distribuição, produção, área administrativa, etc. O enfoque do BI passou dos analistas, que necessitam de ferramentas complexas para criar e analisar informação, para os colaboradores, que apenas necessitam aceder a conteúdos significativos rápida e facilmente.
2: Disponibilizar a informação ativa
Apesar de serem necessárias ferramentas de BI profissionais para analistas, esta nova face do BI envolve a disponibilização de informações relevantes aos usuários dentro do contexto das suas atividades diárias. Por exemplo, um colaborador de call center poderá receber um alerta a avisar sobre novos descontos em determinados produtos, para que este possa promovê-los aos clientes. Um representante comercial pode depender da visão de um sistema de BI para detectar pedidos acima de determinado valor para depois recomendar um fornecedor baseando-se em promoções e disponibilidade. Da mesma forma, os representantes comerciais podem receber atualizações sobre assuntos de clientes envolvendo as suas contas, enquanto os representantes de produção recebem alertas sobre o aumento da ordem de volumes, que pode ter impacto na produção.
À medida que a natureza do BI se torna mais operacional tem, igualmente, de se tornar mais previsível. Estes colaboradores não deverão ter que pesquisar relatórios ou submeter consultas. A informação relevante deverá encontrá-los e as aplicações de BI deverão ser desenvolvidas para reagir às atividades operacionais existentes. A tecnologia de integração inserida nesta ferramenta é a chave para estas aplicações de BI, chamado de BI dinâmico: falamos de acessar dados, pesquisar por mensagens, sincronizar acontecimentos de negócio e submeter transações baseadas em um fluxo de trabalho pré-definido. Isto permite que essas aplicações “detectem” acontecimentos e tomem ações de acordo com parâmetros pré-definidos (tais como reenvio de informação para um agente tomar a decisão).
3: Implementar o BI como um serviço
À medida que os ambientes de BI se tornam mais operacionais, as suas capacidades tomam geralmente a forma de serviços que podem ser apresentados através de portais, painéis de controle, etc. Este tipo de aplicação abre uma nova dimensão para a indústria de BI, à medida que as empresas aplicam o conhecimento do seu domínio a uma indústria particular ou vertical.
Por exemplo, além de ajudar empresas a gerir pessoas e pagamentos, algumas empresas de RH estão também oferecendo serviços de armazenamento de dados e de capacidades analíticas, para criar relatórios. Observamos uma tendência semelhante com empresas de cartões de crédito, que deixam comerciantes analisarem os dados de transações geradas para compreender os padrões de compra dos consumidores. O que têm estas aplicações de BI em comum? Estão implementadas como serviços para uma base de clientes existente. Mais importante, todas partem do que é geralmente um centro de custo e o transformam em um centro de lucro.
4: Integração de pesquisas
O valor real da tecnologia de pesquisa revela-se quando se consegue alimentar o serviço de busca a partir de todas as fontes de informação da empresa e analisar resultados ao longo desse percurso. Idealmente, os usuários deverão poder pesquisar o conteúdo empresarial tão facilmente como usam o seu serviço de busca favorito na Web. Isto permitirá que tenham acesso ao conteúdo de BI dinâmico e adicionalmente a fontes de dados estruturados e não estruturados dentro da empresa.
Com a fácil localização de dados relevantes através da pesquisa por palavras-chave simples, a empresa irá obter ganhos significativos de produtividade, pois os usuários gastarão menos tempo para pesquisar a informação.
Infelizmente, a maioria das ferramentas de BI oferece apenas capacidades de pesquisa rudimentares. Trabalham através da construção de um índex consolidado de dados da empresa. Apenas uma pequena quantidade de informação de business intelligence é arquivada, o que limita a utilidade deste modelo.
Ao utilizar tecnologia de integração embutida, o ambiente de BI pode melhorar o valor das pesquisas. Por exemplo, quando uma transação é processada pelo seu sistema ERP, este pode inserir a informação no índex de pesquisa, para que os usuários possam encontrar de imediato os dados quando iniciam as pesquisas. Estes usuários podem começar com pesquisas tipo Google e depois enriquecer com transacções associadas e bases de dados para encontrar informação adicional, correlacionando eventos à medida que continuam.
5: Dar pernas ao BI com aplicações móveis
Os “smartphones” atuais têm telas e teclados que permitem acessar e visualizar facilmente conteúdo enriquecido da Web. À medida que os colaboradores descobrem as capacidades destes dispositivos, solicitam cada vez mais o acesso a dados corporativos. Se conseguem enviar e-mails ou navegar a Web nos seus telefones, porque não podem acessar ao último resultado de vendas ou solicitar um relatório de vendas?
Contudo, ainda se colocam alguns problemas. Uma vez que a memória e poder de processamento da maioria dos dispositivos móveis não corresponde às dos computadores, torna-se crítico entregar apenas a informação relevante. Além disso, as aplicações móveis de BI não deveriam requerer que os usuários instalem nenhum software extra no seu telefone. Os criadores de BI devem ter atenção, pois o cenário ideal é o desenvolvimento de aplicações centralizadas, baseadas na Web, que consigam receber pedidos e introduzir informação facilmente para os usuários móveis.
Claro que mostrar relatórios e alertas é apenas o começo. Para compreender o total potencial de uma solução de BI móvel, os usuários necessitam também conseguir analisar dados. Este é ainda um desafio que só agora começa a ter alguma resposta com os Active Reports.
6: Data warehouses não são a única solução
Os armazéns de dados não devem ser implementados sem uma clara compreensão dos desafios de negócio que são desenhados para resolver. Existem muitas formas de disponibilizar informação exata.
Algumas alternativas a considerar são a derivação de dados diretamente de fontes operacionais (ou uma cópia dessas fontes estabelecidas para relatórios); a inserção de dados no data warehouse à medida que determinadas transações ocorrem; criação de informação desencadeada por determinadas ocorrências na base de dados; ou a utilização de serviços Web para criar relatórios e entregar informação diretamente a usuários de negócio.
As atuais aplicações de BI dinâmicas, operacionais e integradas provam que não se necessita sempre de um data warehouse como fonte para as suas atividades de BI.
Em suma, os atuais ambientes de BI dão às empresas uma nova forma de servir os clientes, interagir com os parceiros de negócio e disponibilizar informação a todos os tipos de usuários – em alguns casos criando até novas linhas de negócio. O BI não envolve meramente a construção de um data warehouse e a disponibilidade de ferramentas para geração de relatórios. Implica uma estrutura preditiva que atenda uma grande parte da empresa utilizando capacidades de análise simples, mas poderosas, inseridas nas rotinas de trabalho.
Os criadores de BI devem empenhar-se para tornar as suas aplicações mais acessíveis através de acesso aos dados em tempo real, análise móvel e pesquisa empresarial – idealmente como parte de uma arquitetura orientada para o serviço. Isto irá permitir ao BI chegar a uma mais vasta audiência e rentabilizar enormemente o investimento realizado.
Fonte: CIO