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Cinco pontos a considerar na avaliação de arquiteturas de cloud computing
30 de novembro de 2011
Um excelente ponto de partida para uma organização que pretenda implementar uma plataforma de cloud computing é examinar a sua atual arquitetura de TI. Só ao alinhar as aplicações com a arquitetura – computadores, rede, data center e recursos de armazenamento – é que se consegue manter a empresa no caminho certo para atingir a confiabilidade e a performance necessárias a um bom ambiente de cloud.
Na área de cloud computing, a verdadeira proteção depende de se ter a arquitetura certa para a aplicação certa. As organizações devem entender os requisitos individuais de suas aplicações e, se já estiverem usando uma plataforma de nuvem, entender a arquitetura de cloud correspondente. Com esse conhecimento podem tomar decisões sobre que plataforma de cloud responde melhor às necessidades de confiabilidade e de performance das suas aplicações.
Listamos aqui cinco pontos a considerar ao avaliar arquiteturas de cloud computing:
Disponibilidade – Nem todas as aplicações são iguais, tal como nem todas as plataformas de cloud são iguais. As organizações têm de prioritizar as suas aplicações, identificando as que precisam estar sempre disponíveis e as que podem ter quebras de serviço, e que quebras de serviço são aceitáveis. Têm de compreender os riscos associados à indisponibilidade dos seus dados. Para as aplicações que têm de estar sempre disponíveis, é necessário considerar tecnologias de alta qualidade e de classe empresarial que tenham sido rigorosamente testadas, em detrimento do desenvolvimento interno de uma solução. É também importante procurar por soluções multi-site e por planejamento de disaster recovery/business continuity. Para a maioria das organizações, isto significa trabalhar com um integrador de serviços ou uma empresa de consultadoria, que incluem estes serviços no seu core business.
Segurança – A segurança continua a ser a principal preocupação para as organizações que olham para a cloud. Entre as principais inquietações estão a perda de controle de dados sensíveis, os riscos associados a ambientes multiusuários, e como dar resposta aos vários padrões e compatibilidades necessárias. É necessário saber como um ambiente partilhado e multiusuário é segmentado, de forma a evitar a sobreposição dos clientes do serviço e a quebra das fronteiras que devem ser estabelecidas entre eles. Como está arquitetada a solução, e se a infraestrutura de Cloud do fornecedor do serviço (rede e plataformas de virtualização e armazenamento) é segura.
Gestão – As organizações devem compreender quais as suas obrigações, em vez de saberem apenas o que esperar de um fornecedor do serviço. A maioria dos fornecedores de soluções de Cloud pública não oferece suporte de administração. Ou os potenciais clientes dessas soluções têm os conhecimentos técnicos para desenhar a solução certa dentro de casa, ou devem procurar os serviços de um fornecedor externo. Deve existir sempre uma compreensão do nível de gestão que as suas aplicações necessitam e a identificação de um processo de gestão de mudança.
Performance – Tal como nos modelos de hosting tradicionais, é importante compreender as exigências de fluxo de trabalho que vão recair na infraestrutura. As organizações têm também de compreender quais os seus problemas e como a arquitetura de cloud que têm, ou querem adquirir, pode eliminá-los. Devem realizar seus próprios testes para compreender como um ambiente de cloud pode afetar os recursos computacionais, da rede e do armazenamento.
Conformidade - As organizações devem compreender onde estão os seus dados e quem interage com os mesmos, e como. Devem compreender as áreas de conformidade que o fornecedor do serviço controla e comparar com os padrões e regulamentos a que pretendem aderir.
Fonte: CIO
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10 dicas para medir eficácia da governança de identidade
29 de novembro de 2011
Na comunidade de segurança de TI, iniciativas de gerenciamento de acesso e identidades (IAM) são consideradas de alto valor. Mas os processos, tecnologias e diretivas para gerenciar identidades digitais e controlar a forma como as identidades podem ser usadas para acessar recursos são notoriamente problemáticas para implementar.
Este dilema tem levado ao aumento do que é chamado de governança de identidade, que envolve a definição e execução de processos de identificação relacionados aos negócios que são mais críticos para a organização.
Aqui estão dez medidas mais comuns para medir a eficácia da governança de identidade.
1. Volume de redefinição de senhas por mês
Esse é um clássico no gerenciamento de identidade, e também ponto-chave para ajudar as organizações a medir a eficácia de seus programas de IAM. Se as senhas não forem trocadas periodicamente, as políticas da organização, a senha e a ferramentas de gestão exigem um olhar mais atento.
2. Número médio de diferentes logons por usuário
Outro clássico do IAM, e por muitos anos, uma justificativa para a contratação de sistemas Single Sign-on (SSO). Um usuário empresarial típico precisa fazer logon várias vezes para obter acesso aos diversos aplicativos comerciais usados em seu trabalho. E a média de contas por usuário varia de dez a 12.
A necessidade de lembrar várias senhas é uma das principais causas de problemas. Razão pelas quais as organizações devem se esforçar para fazer a média de contas únicas por usuário cair para a menor quantidade possível. A capacidade de fazer logon uma vez e obter acesso a vários sistemas, deve ser o ‘sonho dourado’ dos projetos de gerenciamento de identidades.
3. Número de contas não correlacionadas
São contas que não têm dono, e ocorrem mais frequentemente quando uma mudança acontece, como uma promoção ou uma demissão, e as contas dessa pessoa não são administradas corretamente. Muitas contas não correlacionadas podem levar a riscos desnecessários.
4. Número de novas contas provisionadas
Esse número deve acompanhar de perto a quantidade de novos colaboradores para a organização. Um programa eficaz de IAM deve estar preparado para receber novos usuários que precisem ter acesso aos sistemas e aplicações. Se há uma discrepância significativa entre o número de contas provisionadas e o número total de novos usuários durante um determinado período, esse desequilíbrio indica processos ineficientes ou dados de identidade pobres.
5. Tempo médio necessário para o fornecimento ou prestação de-um usuário
Isso mostra quanto tempo um novo usuário espera para ter acesso aos recursos de que precisa para fazer seu trabalho. Tem implícito a produtividade e ramificações no retorno do investimento (ROI). Essa métrica pode sinalizar um processo de negócio que precisa ser revisto e possivelmente ajustado.
6. Tempo médio necessário para autorizar uma mudança
Essa métrica pode fornecer insights sobre a eficiência dos processos de aprovação de uma organização. Por exemplo, se há quatro pessoas envolvidas na aprovação do acesso de um representante de vendas ao sistema Salesforce.com, e a senha de acesso levar duas semanas para ser concedida, esse representante de vendas estará limitado na sua capacidade de vender. Saber quanto tempo leva para obter aprovações pode ajudar a identificar gargalos de processos.
7. Número de sistema ou de contas privilegiadas sem dono
Elas surgem, quase sempre, quando pessoas que tinham acesso a recursos importantes recursos, não precisam mais desse acesso, mas nunca têm seus privilégios removidos. O problema aqui é óbvio: quem não quer contas privilegiadas, órfãs?
8. Número de exceções por ciclo de acesso à re-certificação
Um número elevado de exceções é um forte indicador de má qualidade de dados de identidade (por exemplo, muitos usuários terem acesso a recursos que eles não deveriam ter), ou de problemas no processo (isso é, a pessoa que solicita a re-certificação não ter todos os informações necessárias para concluir o processo).
9. Número de exceções de reconciliação
Exceções de reconciliação são tipicamente causadas pela incapacidade de uma plataforma confiável para IAM vincular uma identidade a uma conta em um sistema de destino. Essas exceções devem tender a zero ao longo do tempo, e qualquer pico deve desencadear uma investigação aprofundada e discussões mais aprofundadas.
10. Violações de separação de tarefas
Entre exemplos comuns de violações de separação de tarefas estão os desenvolvedores que têm acesso de administrador para bancos de dados de produção e os comerciantes que podem apresentar e aprovar suas próprias transações. São mais difíceis de capturar e medir, dada a sua sofisticação e ao cruzamento natural de funções. Aproveitamentos ilícitos desses perfis cruzados são do tipo que muitas vezes dão manchete. A organização deve implementar medidas de prevenção para controlar estas violações, comunicá-las e tentar remediá-las.
Muitas vezes é difícil entender o escopo e as ramificações destes tipos de pessoas e avarias de processo até que medidas concretas sejam tomadas para resolvê-las.
Só com as métricas adequadas as organização podem medir a sua eficácia e sucesso na gestão eficiente de acesso do usuário e fazer os ajustes necessários para colher significativos benefícios operacionais. Se você começou uma iniciativa de governança de identidade, deve tentar fazer o seu melhor para acompanhar algumas dessas métricas.
Fonte: Computer World
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10 mitos da incompatibilidade nos navegadores para HTML/CSS/JS
28 de novembro de 2011
Quem anda de cabresto, sempre tende a olhar para baixo, excluindo a curiosidade de olhar o mundo exterior ao seu redor, depois que eu saltei da minha zona de conforto a 10 meses atrás, eu tinha a notória sensação de que eu descobria coisas novas a cada segundo, e as lembranças da zona de conforto me acomodaram mal, muito mal por sinal.
Uma das coisas que te deixam infeliz é a tal preguiça de inovar, justamente por que confortavelmente você acha que nunca precisa mudar, e nessa migração constante deparamos com mitos criados ou expurgados por quem não dá a mínima atenção em inovar e ser competitivo.Quando eu comecei a estudar HTML5/CSS3/JS, eu tinha aquela sensação de mal estar adquirido, achando que nada prestava, tudo precisava melhorar, CSS então era a brincadeira de estica e puxa,Deus nos acuda!
Ao passar das semanas eu fui percebendo que os navegadores evoluíram bastante, frameworks e desenvolvedores de padrões web colaboraram para essas evoluções e no final percebi que quem estava atrasado na história era eu mesmo.
Então somei o que eu achava mito e decidi escrever esse post para você abrir sua mente e se liberar de seus medos.
10 Mitos da incompatibilidade nos navegadores
MITO 1 – HTML e CSS é feito para fazer sites e não sistemas.
Resposta: Então você nunca usou o Hotmail, Gmail, adWords, adSense na vida, você nunca usou itaú bankline, Bradesco on-line e por ai vai. o HTML e CSS é poli valente, funciona para tudo.
MITO 2 – Tenho que fazer vários ifs e elses para suportar N navegadores
Resposta: Não há necessidade, já que existem N frameworks no mercado que fazem a manipulação perfeita entre engines de navegadores, grande parte dos navegadores usam webkit/gecko e o único a usar um engine diferente é o IE com seu msie, porém na última versão 8, já vem com suporte a padrões web.
Frameworks que podem te ajudar a quebrar esse mito: JQuery, MooTools, EXT Js, Script.aculo.us, ProtoType.
Ou seja, alternativas é o que não falta para esse mito, já que todos peleijam em achar que irá voltar a época das cavernas por manipular DOM de cada engine de navegador.
MITO 3 – HTML5 é incompatível com navegadores
Respota: Desde quando HTML é incompatível com navegadores? HTML5 nada mais é que uma nova versão do HTML, existem alguns recursos como WebGL, Canvas, Audio, Video, codecs de audio e video que são específicos de cada navegador, que ao total 93% de todos os recursos que você vai usar em um único projeto é compatível com todos os navegadores.
Caso você ainda tenha problemas em achar que o HTML5 pode não rodar perfeitamente no IE7,8 você pode usar bibliotecas já prontas para isso. Uma delas inclusive é amplamente utilizada, a Modernizr.
MITO 4 – Não posso usar MVC em uma aplicação web feita em Javascript e HTML
Resposta : Mito detonado, no bom estilo caçadores de mitos, desde que javascript é javascript, e tudo é Objeto. Então eu manipulo qualquer objeto aplicando qualquer padrão existente, Aconselho você usar esse slides para te influenciar a pensar diferente.
MITO 5 – Não consigo criar interfaces com facilidade como no Flex
Resposta: É por que você não conhece o JQuery UI, YUI, Prototype UI, UKI, MochaUI, Livepipe UI, Alloy UI e GWT. Ou seja, alternativas para você criar interfaces não faltam.MITO 6 – Aplicações Web feitas em HTML 5 e CSS3 não são cross-plataforma.
Resposta: Navegadores hoje são cross-plataformas, rodam no Linux, MAC, Windows, ios, Android e Windows Phone. Se sua aplicação fica na caixinha de areia do navegador então ela também será cross-plataforma, não tendo a necessidade absoluta de portar seu aplicativo para diferentes plataformas. Assim como no Flash Player ser cross-plataforma, é por que ele tira proveito dos navegadores.
MITO 7 – Aplicações feitas em HTML5 e CSS3 são lentas
Resposta: Uma vez que sua aplicação pronta, ela trafega muito mais rápido para o navegador do usuário do que seu SWF, já que não é compilável, é apenas lida.
O Flex compila o que você escreve em um SWF, esse SWF é binário, como uma imagem em JPEG ou PNG é. A diferença é que uma vez baixado ele se torna mais rápido por que não é interpretado. Já com HTML, CSS e JS ele é interpretado sempre que você manipula.A grande vantagem está no tráfego de dados e na re-utilização do sistema, á que por padrão ele tem cache ativo. roda muito mais macio no navegador e não depende de plug-in.
MITO 8 – Em aplicações Web eu não consigo fazer Sockets, usar o AMF
Resposta: Você consegue sim, WebSockets são novidade, são feitos em js, veja o Node.JS. E AMF conheça o AMFJs.
MITO 9 – As IDE atuais são péssimas, produtividade ZERO
Resposta: Mito detonado também, existem N IDEs excelentes uma delas é as IDEs feitas pela JetBrains, compatíveis com os padrões do mercado e cheia de recursos, outras tão boas são para o Eclipse como o Aptana. E claro o Dreamweaver CS5.
MITO 10 – Meus aplicativos são re-escritos sempre que for criar uma versão mobile deles.
Resposta: Existem 2 posibilidades de você usar HTML, CSS e JS em aplicações Móveis, uma é usar os Media-Queries de CSS, fazendo o layout de suas aplicações responsivas. Ou criando um aplicativo específico para Mobile usando o mesmo HTML 5 e CSS3 feito para versão Web/Desktop.
Então se você chegou até aqui, é sinal que alguns mitos já passaram por sua cabeça e a dúvida pairava no ar. A minha sugestão é, ajude outras pessoas a se libertar desses mitos.
Fonte: Igor Costa.
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Quatro passos para o sucesso de um projeto de TI
25 de novembro de 2011
Projetos, por vezes, saem dos trilhos. É quase uma regra. Mas é sempre possível reduzir o número de projetos com problemas insolúveis.
A despeito de muitos fatores afetarem o sucesso de um projeto,os fracassados muitas vezes decorrem de planejamentos falhos, que deixam de considerar restrições básicas. Em TI, restrições nas seguintes áreas:
Habilidades específicas – Todo planejamento deve considerar a disponibilidade de habilidades de alta demanda. Um varejista integrante da lista de 500 maiores empresas da Fortune precisava reconstruir quase todas as aplicações em uso. Inicialmente, o plano parecia agressivo, mas alcançável. Uma análise mais profunda, porém, revelou falhas de pessoal significativas. Nove pessoas-chave, incluindo arquitetos e gerentes de projeto, receberam atribuições em excesso, em mais de um projeto. Evite isso, verificando a disponibilidade de pessoal, mesmo que as habilidades específicas sejam necessárias só por um tempo limitado. Isso parece óbvio, mas muitas vezes é ignorado.
Cultura - Os planos devem acomodar culturas distintas de uma organização. Uma empresa global com centenas de pequenos escritórios autônomos não levou em conta a independência desses escritórios ao implantar o help desk corporativo centralizado. Os escritórios não viam valor no help desk e o ignoravam.
Gestores de projeto têm o hábito de ignorar a cultura organizacional por sua conta e risco.
Capacidade de entrega - Toda organização de TI tem limitações impostas pela infraestrutura. Uma fabricante de alimentos, também integrante da lista de 500 maiores empresas da Fortune, decidiu mudar toda a sua força de vendas direta e, simultaneamente, todo o seu mix de produtos e instrumentos de crédito. Infelizmente, seus sistemas caseiros foram inflexíveis. Velhos e mal documentados, transformaram-se em legado de difícil atualização. A equipe de planejamento de TI se recusou a incluir melhorias, apesar dos muitos protestos. Incapaz de tomar decisões ou despachar produtos por seis semanas, a empresa quase saiu do negócio.
Orçamentos - Planejamentos que ignoram restrições orçamentárias estão condenados. Um CIO era obrigado a realizar oito grandes projetos em paralelo, embora não tivesse gestores suficientes. Seus pedidos de contratação de pessoal adicional ou de adiamento eram sempre negados. O pessoal de TI, agora desmoralizado, foi forçado a trabalhar em planos considerados inviáveis. Resultado: muitos decidiram procurar outras oportunidades de emprego.
Falhas de planejamento são frequentemente o resultado de fraquezas das empresas. Pressão de gestão é uma das fraquezas mais comuns. Inexperiência é outra. Equipes de planejamento precisam ter participantes experientes suficientes para garantir que os prazos serão realistas e que as restrições e os riscos, levados em conta.
Mesmo planejamentos agressivos podem ter sucesso se forem realistas. Quanto mais ousado o plano é, menos há espaço para erro. Falhas de planejamento não detectados são prenúncio de fracasso.
Fonte: IDGNow
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Aprenda a dominar o iPad 2 e aumentar sua produtividade
24 de novembro de 2011
Se você é um novo usuário do iPad 2, vamos falar sobre dicas básicas para configurar o tablet. Para começar, saiba que muitos softwares para o para iPad não possuem telas individuais de preferências, como acontece no sistema para desktops da Apple, o Mac OS X.
Em vez disso, você terá de acessar essas opções, juntamente com todas as configurações gerais do seu iPad, a partir do ícone Ajustes, que está localizado na tela Início do tablet.
Há cerca de 15 seções no canto esquerdo da tela principal de Ajustes, além de seções adicionais para apps baixados que mantém suas configurações no local. Já o lado direito da tela exibe o conteúdo da seção que você está acessando no momento. A seguir temos um olhar sobre o que faz cada uma dessas configurações.
Geral – A seção Geral é o centro da área de configurações do iPad. A partir daqui você pode ajustar a data e a hora, configurar uma senha numérica, habilitar a conexão Bluetooth, e muito mais.
Modo Avião – Se você viaja bastante, o Modo Avião é uma verdadeira necessidade: ele desativa temporariamente a antena celular e o Wi-Fi, que podem interferir no sistema de navegação do avião. Isso permite que você use o iPad com segurança no voo uma vez que o piloto autorize. Felizmente, o iPad ainda permite conexões Wi-Fi neste modo, mas você terá de acionar o Wi-Fi de volta manualmente. Por isso, se você estiver em um voo que ofereça Wi-Fi, poderá navegar na web normalmente.
Wi-Fi – A listagem de Wi-Fi na coluna esquerda mostra seu status atual de conexão (Conectado, Não conectado ou o nome de uma rede). Na direita, na tela principal do Wi-Fi, o primeiro ajuste é uma chave de Liga/Desliga. Se você estiver com o Wi-Fi acionado, aparecerá uma lista de redes disponíveis embaixo da seção Escolher uma Rede.
Se você estiver conectado a uma rede Wi-Fi no momento, o nome dessa rede aparecerá em azul e terá um sinal de visto. As barras ao lado de uma rede mostram a força de seu sinal, e um ícone de cadeado significa que ela exige uma senha.
Tocar na seta azul ao lado direito do nome de uma rede traz algumas informações avançadas de conexão. Para juntar-se a uma rede não listada, toque em Outra Rede e digite o nome exato de uma rede. A configuração final dessa página controla se você quer que o iPad te mostre novas conexões automaticamente.
Notificações – Uma notificação é um som, alerta pop-up ou símbolo no ícone de um aplicativo que aparece quando um app precisa te dizer algo. Por exemplo, quando você tem uma nova mensagem instantânea ou é a sua vez de jogar um game. Você pode acionar ou desabilitar as notificações em todos os aplicativos que as utilizem, ou escolher quais notificações ativar para cada app listado.
Serviços de Localização - Os serviços de localização do iPad permitem que aplicativos da Apple ou de terceiros descubram onde você está usando redes Wi-Fi. O modelo do tablet com conexão 3G também usa redes celulares e GPS para encontrar sua localização. Se você quiser barrar todos os aplicativos de conhecerem sua localização, apenas desabilite a opção Serviços de Localização (em Ajustes).
Dados Celulares – Essa tela de configurações só está disponível no modelo Wi-Fi + 3G do iPad. A primeira opção te permite ligar ou desligar suas habilidades de dados, e a segunda habilita ou desabilita o Roaming de Dados. Isso é algo muito importante se você viajar para outro país, onde as taxas de dados provavelmente serão altíssimas. E com o Roaming de Dados desabilitado, o iPad simplesmente se abstém de usar a rede de dados celulares quando estiver fora de seu território. Você pode olhar a sua conta e qualquer plano de dados ao tocar em Visualizar Conta; para adicionar uma senha ao seu chip, selecione SIM PIN.
Brilho e Imagem de Fundo – Por padrão, o brilho da tela do iPad se ajusta automaticamente à medida que detecta os níveis de iluminação ao seu redor. Você pode desabilitar esse recurso e ajustar manualmente o nível de brilho com a barra deslizante na seção Brilho e Imagem de Fundo (também há uma barra de controle de brilho ao lado dos controles do iPod na prateleira de multitarefa).
A outra configuração nesta seção é para Imagem de Fundo. Sua imagem de papel de parede aparece sempre que o iPad está bloqueado ou quando você está em uma tela Início. Toque nas imagens de previews uma vez para abrir suas coleções de imagens.
Sobre – A tela Sobre lista vários detalhes sobre seu aparelho como informações legais, o endereço atual da conexão Wi-Fi, a quantidade de memória disponível e o número serial. Você também pode visualizar o número de músicas, vídeos, fotos e aplicativos que possui.
Uso – Disponível apenas na versão 3G do iPad, essa seção contém a chave para ligar/desligar, a Porcentagem de Bateria (a porcentagem em si é mostrada na barra do menu) e um sumário do total de dados de rede enviados e recebidos. O botão Redefinir Estatísticas facilita o processo de zerar todos esses processos, como você deve fazer no final de um mês.
Sons – Na seção Sons, você pode usar o slider de volume para ajustar o volume, assim como habilitar ou desabilitar os alertas de som: esses são os alertas que tocam quando você recebe ou envia um e-mail, ou recebe um lembrete de calendário, por exemplo. Quando você configura um alerta, mover a chave dele do Off para On trará um preview do som que toca para esse evento (infelizmente não é possível mudar o som). Você também pode tirar o som do teclado e do bloqueio nessa seção. Habilite a opção Mudar com Botões para controlar os sons de alerta e a campainha com os botões de volume na parte lateral do iPad.
Rede – No menu de Rede, você verá opções de VPN e Wi-Fi. Tocar na segunda trará as mesmas opções que você encontra na aba Wi-Fi do menu Ajustes. Uma rede VPN (rede virtual privada) permite que as pessoas usem uma rede privada de modo seguro. Isso é útil, por exemplo, se você está acessando a rede interna da sua empresa fora do trabalho.
Para configurar uma VPN, toque na opção Adicionar Configuração VPN. A tela de Adicionar Configuração exibe as três opções de suporte: L2TP, PPTP e IPsec. Verifique com o seu administrador de rede se você não tem certeza de qual delas usar.
Bluetooth – Quando essa configuração está acionada, o iPad torna-se localizável por meio da conexão Bluetooth e buscará por aparelhos compatíveis, como fones de ouvido e teclados wireless.
Busca do Spotlight – Quando você desliza o dedo para esquerda na primeira página da sua tela Início, você pode usar o Spotlight para buscar em todo seu aparelho por apps, mensagens, eventos de calendário e mais. Essa preferência te permite escolher quais tópicos incluir em uma busca e em qual ordem eles aparecem (por exemplo, mensagens relevantes do Mail primeiro e aplicativos em segundo).
Bloqueio Automático – Após períodos de inatividade, o iPad é bloqueado de modo que tocar sua tela não adianta nada. Para “acordá-lo”, você precisa apertar o botão Início ou o Dormir/Acordar. Na tela de Bloqueio Automático, você configura a quantidade de tempo que deve passar antes do tablet ser bloqueado. Suas opções são 1, 2, 5, 10 ou 15 minutos, ou Nunca.
Bloqueio por Código – Você pode designar um código de quatro dígitos para o seu iPad para que ninguém consiga usá-lo sem digitar uma senha. Toque nessa tela em Ajustes, Geral e depois em Ativar Código para abrir uma janla pop-up que pedirá para você definir a senha. Após fazer isso, você tem a opção de desabilitá-la, alterá-la ou configurar se o iPad exigirá uma senha imediatamente ou após um período de inatividade.
Se quiser algo mais seguro do que apenas um código de quatro dígitos, desabilite a configuração Código Simples e digite qualquer senha da sua escolha, incluindo números, letras ou caracteres especiais. Você também pode usar o bloqueio por código no recurso Moldura, ou configurar o iPad para apagar automaticamente todos os seus dados após dez tentativas frustradas de digitar o código.
Bloqueio e Desbloqueio pela capa do iPad – Se você está usando uma Smart Cover do iPad 2, pode habilitar essa configuração e o iPad irá bloquear e desbloquear automaticamente quando você fechar e abrir a capa.
Restrições – Essa é a seção de controle parental do iPad: configure um código e então bloqueie o acesso dos usuários a determinados recursos. Você pode restringir opções como instalar e apagar apps, acesso ao Safari, ao YouTube, câmera, FaceTime, iTunes Store e a rede social musical Ping.
Também há controles adicionais que evitam que sejam feitas mudanças nos serviços de localização e nas contas. Na seção de Conteúdo Permitido você pode desligar a opção de realizar compras dentro dos aplicativos, escolher um sistema de classificação para o seu país e bloquear o acesso a músicas consideradas explícitas ou conteúdo de podcast. Existem classificações separadas para filmes, programas de TV e apps, que variam de acordo com cada país. A página ainda permite o controle de funções da rede online de jogos Game Center.
Usar Interruptor Lateral – Você pode controlar a função da chave lateral do iPad, localizada no canto superior do aparelho, acima dos controles de volume. Se a opção Bloquear Rotação estiver selecionada, mude o interruptor lateral até que o ponto laranja seja exposto, e seu iPad ficará no modo de visualização paisagem ou retrato, independentemente de como estiver segurando-o.
Quando sua trava de rotação estiver acionada, um pequeno ícone de um cadeado com uma flecha ao redor aparecerá no cantor superior direito do iPad, ao lado do ícone de bateria. Se decidir usar o interruptor lateral para deixar seu aparelho mudo, selecione a opção Ativar “Mudo” para tirar o som dos alertas e ringtones das chamadas o FaceTime. Mas saiba que você ainda poderá ouvir o áudio das músicas e vídeos do aparelho.
Teclado – Aqui você pode ligar ou desligar cinco tipos diferentes de recursos de digitação: o Maiúsculas Automáticas “aperta” a tecla Shift para você no início das frases; a Correção Automática te propõe sugestões de palavras que você possa ter digitado errado; a opção Verificar Ortografia sublinha palavras não encontradas no dicionário; Ativar Fixas Maiúsculas te permite dar um toque duplo na tecla Shift para ir para o modo Caps Lock; e o Atalho “.” Deixa que você toque duas vezes na barra de espaço para inserir um ponto na frase.
Abaixo dessas opções está o menu de Teclados Internacionais, onde você pode escolher quais deles seu iPad suportará a partir de uma lista de idiomas. Se optar por mais de uma língua, uma tecla com um pequeno globo aparecerá à esquerda da sua barra de espaço quando estiver usando um app que tenha suporte para digitação, permitindo que você escolha entre todas as opções de teclado internacional que tiver selecionado.
Também há uma subopção em cada listagem de teclado internacional, para mudar o layout do software e do hardware do teclado. Com o teclado Português (Brasil), você pode mudar o layout padrão QWERTY para AZERTY ou QWERTZ, e pode ter a configuração do teclado físico configurado para Brasileiro, Francês, Alemão, EUA, EUA Internacional – PC e EUA Ampliado.
Internacional – A partir desse menu, você pode escolher o idioma que preferir para a interface do iPad. Além disso, é possível ajustar suas opções de teclado e selecionar o formato que o iPad usa para exibir hora, data e números de telefone por padrão.
Acessibilidade – Habilite ou desligue os itens VoiceOver na tela Acessibilidade; uma opção adicional em VoiceOver te permite que você receba um feedback de sistema fonético e alteração de tom enquanto digita.
Você também pode ativar o sistema de zoom, inverter toda a interface do iPad da cor branca para preto, forçar todo o áudio para o formato mono, e habilitar que o sistema fale autocorreções e as maiúsculas automáticas.
Com a tela de Acessibilidade também dá para configurar a ativação dos recursos VoiceOver, Branco Sobre Preto, Zoom ou Perguntar por meio de um toque triplo no botão Início.
Redefinir – Essa tela será útil para você se o seu iPad se comportar de maneira estranha ou se você simplesmente quiser começar do zero. A opção Redefinir Todos os Ajustes reiniciará todas as configurações do aparelho, mas não apagará nenhum arquivo de mídia.
Já Apagar Todo o Conteúdo e Ajustes apaga todas as configurações, assim como dados e mídias, essencialmente limpando seu iPad. Redefinir Ajustes de Rede te levará de volta para as configurações iniciais de rede do aparelho, enquanto Redefinir Dicionário de Teclado levará o dicionário do tablet às configurações padrão.Por último, Redefinir Layout da Tela Início moverá todos os ícones da sua tela Início para as suas posições iniciais, e Redefinir Avisos de Localização significa que os apps que querem saber sua localização física precisarão perguntar novamente antes de descobrir sua localização.
Mail, Contatos, Calendários – Como o nome indica, essa tela funciona como uma central com todas as configurações para os seus e-mails, contatos e calendários.Contas – A partir dessa área, você pode visualizar contas existentes, adicionar novas contas, e modificar as configurações para cada conta existente. Para contas de e-mail padrão POP e IMAP, toque no nome da conta para editar as configurações padrão, como nomes de servidor, nomes de usuário e senhas.
Para adicionar uma nova conta, toque em Adicionar Conta e você verá uma tela que oferece as escolhas a seguir: Microsoft Exchange, MobileMe, Gmail, Yahoo Mail, AOL, e Outra. Escolher a última opção permite configurar contas IMAP e POP por conta própria. Também existem opções para adicionar contas de contato LDAP, contas de calendário CalDAV, e calendários assinados.
Obter Novos Dados – Aqui, você escolherá a periodicidade com que seu iPad se conecta a Internet para reunir novos e-mails e dados de contatos e calendários. A seção também permite selecionar de quanto em quanto tempo você receberá atualizações, variando de a cada 15 minutos ou a cada hora. Escolha a opção Manualmente, e só mostrará quando você quiser.
Mail – Na área do Mail você pode escolher o número de mensagens que devem ser exibidas, o quanto de cada mensagem deve aparecer no preview, e o tamanho mínimo de fonte a ser usado.
Você também pode configurar o app Mail para mostrar indicações Para e Cc, perguntar antes de apagar uma mensagem, carregar imagens remotas, organizar os e-mails por tópicos, e sempre te mandar uma cópia oculta das mensagens enviadas. Nela, também é possível alterar ou remover sua assinatura (como a padrão Enviado do meu iPad).
Contatos – Na área de Contatos, é possível controlar como os contatos são arrumados no seu aparelho e como eles são exibidos (nome ou sobrenome).
Calendários – Aqui dá para escolher ser avisado de novos convites após sincronizar os calendários, configurar a data máxima com a qual os calendários devem sincronizar (2 semanas, 1 mês, entre outras), e escolher o fuso horário que você quer que seja exibido nos itens.
Safari – Na tela do navegador Safari é configuradas a ferramenta de busca padrão (Google ou Yahoo), decidir se quer exibir sempre a Barra de Favoritos, acionar ou desligar um alerta de Aviso de Fraude para sites fraudulentos, habilitar ou desabilitar JavaScript, bloquear pop-ups, e ajustar suas configurações de Cookies.
Aproveite esta área para limpar o histórico, cookies e cache. Apagar a última opção, em particular, pode ajudar a resolver problemas, como travamentos e crashes constantes que você possa enfrentar com o Safari no iPad. Também há uma aba chamada Desenvolvedor que habilita o chamado Console de Depuração, que mostra janelas pop-up automaticamente para ajudar com erros em páginas da web.
Mas talvez o item mais importante nesta tela seja o Preenchimento Automático, que pode economizar seu tempo ao inserir automaticamente formulários na web com informações de contato ou nomes de usuário e senhas que já tenha digitado.
FaceTime – Você precisará de uma Apple ID para usar o aplicativo de videochamada FaceTime no iPad. Faça login ou crie uma conta nova na tela de ajustes.
Notas – Escolha a sua fonte para o app Notes entre essas três opções: Noteworthy, Helvetica ou Marker Felt.
Loja – Tela de configurações onde você vai para fazer login ou logout da sua conta na iTunes Store. Se não estiver logado em nenhuma conta, receberá duas opções: acessar com uma conta existente ou criar uma nova Apple ID. Após ter feito login, pode selecionar a opção Visualizar Conta (para ver informações de pagamento e contato) ou Finalizar a Sessão.
Outros Apps – Alguns programas baixados da App Store também vão armazenar uma porção das suas configurações individuais aqui nesta seção do iPad. Eles aparecerão abaixo do cabeçalho na coluna esquerda da tela de Ajustes, listados em ordem alfabética por nome.
Fonte: CIO
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Os 15 hábitos tecnológicos que todos devem evitar
23 de novembro de 2011
Todo mundo tem vícios no mundo da tecnologia: que atire a primeira pedra quem nunca usou a palavra “senha” como senha. Mas agora vamos cavar mais fundo, em busca dos hábitos realmente ruins que podem causar danos permanentes ao seu computador, seu bolso e seu estado de espírito.
Apresentamos a vocês os 15 piores hábitos no mundo da tecnologia, que devem ser evitados a todo custo.
1. Não usar software de segurança
Então você pensou que poderia viver sem utilitários contra vírus e malware, apenas prestando atenção aos links nos quais clica em páginas web e e-mails. Está dando certo? Aposto que não por muito tempo.
Pelo amor de tudo o que é sagrado, use alguma coisa, qualquer coisa, para proteger seu PC de malfeitores que adorariam ter você, seu computador e sua conta bancária como alvo.
2. Não fazer backup de seu computador
A coisa mais engraçada sobre as pessoas que não fazem backup das informações em seus computadores é que elas sempre tem uma “boa” desculpa. “Eu sei que estou errado, mas…”. Escute: TODOS os HDs eventualmente falham. Todos. O seu também irá falhar. Não é uma questão de se, mas de quando, e você deve estar preparado.
3. Não fazer backups “off-site”
Imagine que um ladrão entra em seu apartamento e rouba o seu notebook. Você pensa: “não tem problema, eu fiz um backup completo ontem à noite”. Mas aí você descobre que o ladrão também roubou o HD de backup, que estava do lado do notebook. Oops!
Armazene seus dados em múltiplos locais, com backups automáticos para os dados armazenados remotamente (por exemplo, em um servidor na nuvem). E ao fazer planos para recuperar seus dados, sempre se prepare para o pior cenário possível.
4. Responder a SPAM
Sabe porque os spammers continuam emporcalhando sua caixa postal? Porque há um número grande o suficiente de pessoas que responde às mensagens, fazendo o esforço de enviá-las valer a pena. Sim, clicar no link “remova meu e-mail” no rodapé da mensagem conta como uma resposta, já que confirma para o spammer que seu endereço existe, está ativo e há um “cliente” em potencial lendo as mensagens.
Apenas em raras ocasiões, se a mensagem vier de uma empresa legítima, seu endereço de e-mail será realmente removido da lista quando você clica no link. Lembre-se: se você não é parte da solução, é parte do problema. Invista também algum tempo aprendendo como funcionam as soluções anti-spam de seu cliente de email ou provedor. Garantimos que vale a pena.
5. Andar por aí com um notebook ligado
Não há problema em tirar seu notebook da cozinha e levá-lo para a sala quando ele ainda está funcionando. Agora, tirar o notebook do escritório, enfiá-lo ligado dentro de uma mochila e encarar meia hora de metrô e um quilômetro de caminhada é uma PÉSSIMA ideia.
Um disco rígido em funcionamento pode ser danificado mesmo por um pequeno impacto (como um solavanco dentro de um ônibus), e micros podem facilmente superaquecer se deixados em lugares fechados. Desligue seu micro antes de transportá-lo.
6. Imprimir tudo
Você pode ter cópias digitais de todos os formulários, recibos e comprovantes de que precisa, basta instalar um software gratuito como o PDFCreator que “imprime” em arquivos PDF a partir de qualquer programa no Windows. Então pra que desperdiçar papel? Mesmo formulários hoje em dia podem ser assinados digitalmente, então antes de imprimir pense duas vezes: eu realmente preciso de uma cópia disso em papel? Seu bolso, e o meio-ambiente, irão agradecer.
7. Usar um notebook na cama
Você pode usar seu notebook na cama o quanto quiser. O problema é quando você o deixa ligado apoiado sobre seu maravilhoso edredon de penas de ganso. Edredons, cobertores, travesseiros e almofadas podem bloquear as saídas de ventilação do computador, causando superaquecimento e danos aos componentes. Além do mais, você pode acabar com um baita torcicolo se usar o computador em uma posição não natural. Use uma mesinha para notebook ou mesinha de café para manter a máquina em uma posição confortável e garantir um bom fluxo de ar.
8. Deixar o notebook no carro
Ladrões ficam à espreita em estacionamentos movimentados e procuram pessoas engravatadas que distraidamente deixam suas malas de notebook no carro, mesmo que por alguns minutos. Tudo o que eles tem a fazer é quebrar uma janela, agarrar a mala e pronto, seu portátil virou história em menos de 10 segundos.
Colocar a mala no bagageiro do carro em uma rua movimentada à vista de todos também é uma péssima idéia. Bandidos podem seguí-lo e esperar você “dar bobeira” para atacar, seja com um revólver em punho ou simplesmente abrindo o porta-malas quando você estacionar, algo ainda mais fácil que quebrar a janela.
Se você precisa deixar o notebook na mala do carro, faça isso em um local discreto, longe dos olhos de curiosos. Melhor ainda, leve o notebook com você.
9. Não ter um endereço de e-mail “descartável”
Não dê seu endereço principal de e-mail para sites questionáveis ou pessoas que você encontrou na balada. Um endereço “descartável” que você checa de vez em quando é uma solução melhor. É pra isso que o GMail foi inventado.
10. Guardar todos os seus e-mails!
Todas as mensagens que você recebeu em sua vida estão sentadinhas na sua caixa de entrada em ordem cronológica? Parabéns! Você não só tem um histórico perfeito de toda sua comunicação online como a garantia de que nunca mais conseguirá achar uma mensagem importante no meio de tudo aquilo.
Use pastas e tags (marcadores) para separar suas mensagens por categoria (trabalho, pessoal, importante, etc…) e seja liberal no uso da tecla Delete para apagar mensagens que não terão mais serventia.
11. Não aprender os atalhos de teclado
Você sabia que há pessoas que não sabem que Ctrl+C serve para copiar um item e Ctrl+V para colar? Não estou dizendo que você tem que decorar todas as combinações de Alt, Ctrl e Shift existentes, mas quanto mais você aprender, mais cedo vai terminar seu serviço. É simples: é necessário mais tempo para pegar o mouse e clicar em Arquivo / Salvar do que para teclar Ctrl + S.
12. Instalar coisas demais
Porque o Windows está tão lento? Porque você instalou três programas de mensagens instantâneas e 7 barras de ferramentas em seu navegador. Depois que tudo isso estiver instalado o estrago já está feito, porque muitos destes programas deixam para trás rastros que são difíceis de eliminar. Você pode fazer um esforço para Limpar seu PC, mas se precaver é a melhor opção. Antes de instalar um programa, faça a pergunta: eu realmente preciso dele?
13. Salvar arquivos em qualquer lugar
Quando a conta de luz chega você a joga em cima da mesa, em uma pilha com as fotos da família, folhetos de pizzaria, o jornal de domingo e um monte de DVDs? Ou você gasta os 20 segundos necessários para colocá-la no lugar certo? Nem precisa responder. Assim como nos e-mails, organize seus arquivos em pastas. Elas são suas amigas.
14. Usar uma única senha para tudo
Basta que sua operadora de telefonia escorregue e deixe vazar informações sobre seus assinantes para que um malfeitor, de posse de sua senha de auto-atendimento, acesse seu e-mail, conta no banco e perfil de rede social. É como uma pista expressa para ladrões de identidade!
Nos dias de hoje, ter uma senha única para cada site é algo impossível, mas ao menos use um conjunto de várias senhas, e guarde as melhores para os serviços mais importantes.
15. Não trancar seu smartphone
Quando um pilantra encontra um smartphone perdido, a primeira coisa que ele irá fazer é quantas ligações interurbanas e internacionais precisar. Depois, ele vai coletar toda a informação que puder para uso em spam ou roubo de identidade.
Mas você pode evitar tudo isso colocando uma simples senha no aparelho. Ou investir em ferramentas de segurança, que permitam bloquear o aparelho à distância e até “formatar” a memória interna com um simples comando via SMS, impedindo que suas informações caiam em mãos erradas.
Fonte: CIO
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Como as empresas podem se proteger dos trolls?
22 de novembro de 2011
A internet tem sido por muito tempo um parque de diversões para exercitar a raiva, especialmente quando se trata da relação entre consumidores e empresas. Um professor de psicologia da University of the Rockies examinou as motivações desses “reclamões crônicos” da web e descobriu uma saída a partir das mídias sociais, para as companhias que procuram maneiras de minimizar danos e explorar oportunidades de negócios.
David Solly, da University of the Rockies, uma instituição especializada em ciências sociais e comportamentais, disse que as reclamações – seja na internet ou em frente a um espelho – aliviam o stress e deixam o resmungão fisicamente melhor. E a web, com sua quantidade interminável de fóruns sociais, dá aos consumidores “a capacidade de expressar suas opiniões com grandeza em escala mundial”.
Solly afirma que utilizar um meio impessoal e sem confronto, como o Twitter ou Facebook, transmite a reclamação para um público mais distante, oposto de estratégias “cara a cara”, que influenciam apenas aqueles que estão por perto. Dar voz às reclamações na web também deixa um ar de proteção e anonimato, além de um “sentimento de grande poder e controle autoritário” sobre a situação. “Eles têm a percepção de que estão transmitindo sua mensagem para o público…e realmente estão”.
De acordo com uma pesquisa feita esse ano pela Pew Internet, 65% dos adultos na rede estão utilizando as redes sociais, e alguns deles definem o Facebook em suas vidas como mais importante do que dar descarga após usar o banheiro. Sendo assim, não é uma grande surpresa que a empresa de análise Webs revelou que 69% dos donos de empresas estão utilizando recurso de social media em suas companhias, e entre aqueles que ainda não utilizam, 41% afirmam que irão iniciar nos próximos três meses.
Para empresas que procuram acalmar os detalhistas implacáveis, a Solly sugere que as companhias se conectem a eles em seus próprios ambientes, o que pode transformar críticos ferrenhos em defensores de uma marca. O conceito psicológico é que, ao autenticar a necessidade de poder e controle do usuário que reclama pode criar uma conectividade valiosa. “Mostrar aos clientes que a empresa se preocupa com eles, independentemente se for um elogio ou reclamação, proporciona uma sensação de acolhimento e constrói uma lealdade” escreveu a Solly.
Porém em um nível mais profundo, reclamações crônicas a partir de um sentido de identidade disfuncional, e fornecendo um desejo de simpatia e validade emocional pode simplesmente alimentar uma necessidade e dar continuidade ao comportamento negativo, de acordo com a Psyology Today. Logo, se sua empresa está caminhando nessa direção, tome cuidado: é sempre uma má ideia alimentar os trolls.
Fonte: IDGNow
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Seis passos para o sucesso do projeto de Social CRM
21 de novembro de 2011
Um projeto de Social CRM permitirá que uma empresa consiga entender alguns dos hábitos dos seus clientes, conhecer sua rede de relacionamentos e determinar qual o seu nível de influência nas comunidades que participa. Assim, integrando este monitoramento com seus sistemas tradicionais de CRM, será possível estabelecer correlações entre o comportamento deste cliente nas mídias sociais digitais e como, quando e onde ele consome seus produtos ou serviços. Desta forma, a empresa poderá trazer para este cliente uma melhor e mais eficaz experiência no relacionamento, aumentando suas receitas e, acima de tudo, melhorando suas margens.
Resolvi apresentar alguns passos iniciais que deveriam ser seguidos para que o projeto tenha sucesso desde o seu momento inicial.
1- Defina quais são os objetivos do projeto
O ditado popular diz que se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve. Todo objetivo deve ser simples de ser explicado, compreendido por todos os envolvidos e mensurável. Só leve o projeto adiante se, antes de iniciar, os objetivos satisfizerem estas regras. Em toda escolha futura, lembre-se dos objetivos antes de decidir.2- Conheça, nos detalhes, quais são as capacidades atuais da sua empresa e seu nível de maturidade com iniciativas de CRM
Com isto, você conseguirá ter uma visão muito clara na hora de dividir as responsabilidades da execução com as pessoas que farão parte da equipe do projeto e o quanto precisará ser investido em capacitação. Ainda, será extremamente útil na escolha dos parceiros que precisarão ser contratados, pois dificilmente você conseguirá levar adiante sem ajuda externa.3- Crie um plano com ações de curto, médio e longo prazo, levando em conta pessoas, processos e tecnologia
São 3 os pilares desta iniciativa que envolverá diversas áreas em uma empresa. Um projeto de Social CRM irá exigir uma mudança no modo de agir dos vários grupos envolvidos. Seguindo uma estratégia por fases, permitirá que estas mudanças sejam absorvidas por todos mais facilmente, com benefícios já alcançados mais rapidamente.4- Analise as soluções de tecnologia e serviços existentes no mercado, em suas potencialidades e limitações
Sem tecnologia, esta iniciativa não vai ter sucesso. Existem várias opções gratuitas, porém as melhores são pagas. Busque apoio de um prestador de serviços que conheça os detalhes de funcionamento e operação destes produto. E procure não economizar demais, pois o barato poderá lhe custar o sucesso do projeto.5- Estabeleça quais serão as métricas de sucesso, olhando para o retorno do investimento em termos financeiros
Como exemplo, suponha que sua empresa tenha criado um novo vídeo de um produto já existente e postado no YouTube. Ele foi assistido por algumas milhares de vezes num período de 6 meses. Excelente, parabéns. Só que ser visto várias vezes não deve ser o objetivo e, menos ainda, é retorno de investimento. Estabeleça que a métrica de sucesso seja aumentar o ticket médio de compras de 10% para pelo menos 20% das atuais clientes mulheres classe A e B que morem nos estados de SP, RJ e PR, durante os 3 primeiros meses. O objetivo do vídeo no YouTube é causar este impacto. Para saber o retorno, é calcular o quanto de lucro sua empresa terá com as vendas adicionais que serão realizadas.6- Procure mapear todos os riscos que poderão levar ao insucesso desta iniciativa
Conhecendo-os antecipadamente, irá ajudar em uma série de escolhas que serão realizadas durante a execução. E lembre-se de reavaliar o plano com o passar do tempo e as lições aprendidas, para evitar percalços. Lembre-se que um projeto de Social CRM consome recursos (tempo das pessoas envolvidas, dinheiro e tecnologia), ativos que nenhuma empresa hoje pode ignorar.Fonte: Computer World
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8 passos para melhorar sua loja virtual
18 de novembro de 2011
Uma tarefa muito difícil no momento de montar a loja virtual é definir a plataforma de e-commerce. Nem sempre o novo lojista tem um plano de negócios bem elaborado e não faz ideia das dimensões do novo negócio.
Como escolher a plataforma adequada sem ter ideia da capacidade de venda?
Realmente não é fácil. Mais difícil ainda é trocar de plataforma depois que a loja está vendendo. É quase como você tentar passar de um carro para o outro, em pleno movimento. É muito comum os lojistas começarem com uma ferramenta menor, sem flexibilidade e mais barata. No decorrer do negócio percebe-se que poderia vender muito mais se tivesse uma plataforma melhor, e, nesse momento, chega a hora da troca da plataforma.
Quando se inicia o processo de troca, é praticamente como se estivesse começando do zero, sendo necessário planejamento, pessoas especializadas e muito esforço.
Veja os pontos críticos deste processo:
1 – Gerenciar o projeto - Um dos pontos mais críticos, pois a troca da plataforma significa começar de novo, exigindo o gerenciamento como um novo projeto. É necessário entender quais as atividades e seus responsáveis, lembrando que sempre são várias empresas envolvidas.
2 – Migrar dados dos produtos - É, geralmente, um passo extenso e delicado, pois muito provavelmente os dados que estão na antiga plataforma não seguem o mesmo modelo para o cadastro da ferramenta nova. Neste momento será feito o trabalho de re–cadastro, análise das imagens e adequação do conteúdo.
3 – Migrar dados dos pedidos - Quase nunca é possível, muitas vezes devido às diferenças nos modelos entre as plataformas. Porém, se o lojista tiver um ERP integrado, esse problema é minimizado.
4 – Integração com a nova loja – Demanda tempo e dinheiro. Muitas vezes o lojista inicia a implantação de um ERP adequado ao negócio, fazendo assim com que a troca da plataforma se transforme ainda mais em um projeto complexo.
5 – Trabalhar a equipe – Aprender a lidar com os dados na nova ferramenta não é uma tarefa simples. Toda mudança gera um desconforto e aumento de trabalho.
6 – Acesso do cliente a essa nova loja – Ele precisa ser comunicado da mudança para minimizar o risco de estranhar sua primeira visita e não realizar a compra.
7 – SEO (Search Engine Optmization) – Dependendo da tecnologia da nova plataforma, será necessário começar do zero. Isso mesmo, tudo que estava feito na ferramenta anterior poderá se perder. É claro que com uma boa plataforma e com uma integração bem trabalhada, rapidamente será possível recuperar e melhorar.
8 – Por último, o ponto que geralmente gera mais conflitos: o alinhamento de expectativas – O lojista não imagina todo o trabalho que terá e se depara com todas as dificuldades citadas acima e, ainda, pode passar por um período de queda no faturamento, mesmo com consciência de que a nova ferramenta trará mais lucro a médio e longo prazo.
Na maioria dos casos em que as empresas querem manter ou acelerar seu crescimento, trocar para uma nova plataforma não é uma opção. Portanto, o ideal é fazer uma escolha assertiva desde o início de sua operação de comércio eletrônico para não ter que passar pelo trauma da troca.
Fonte: IDGNow
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Qual a melhor estratégia de desenvolvimento para apps móveis?
16 de novembro de 2011
Os líderes de TI já entenderam que para serem realmente úteis, os aplicativos móveis têm de nascer como móveis e não meras adaptações de aplicativos prévios feitos para o Windows ou o Mac OS. Eles precisam ser desenvolvidos a partir do zero, não só para funcionar bem dentro dos limites das telas de dispositivos móveis, memória e poder de computação limitados, mas também para tirar proveito de recursos que tradicionalmente não estão disponíveis em desktops, como múltiplas câmeras, telas sensíveis ao toque, animação e comunicação multimídia.
Criar uma aplicação desde o início para um dispositivo móvel, em vez de adaptar aplicativos de desktop para um smartphone, “é chegar a um novo paradigma que faz todo sentido”, diz William Clark, vice-presidente de Pesquisas do instituto de pesquisas Gartner.
De acordo com dados do Gartner, publicados em junho de 2011 como parte do seu relatório “Quadrante Mágico para Plataformas Móveis de Aplicativos para Consumidores”, 5 bilhões de smartphones estavam em atividade em 2010 e esse número deverá exceder 6,7 bilhões até 2015, criando enormes oportunidades para empresas de consumo.
Segundo o estudo do Gartner, o desenvolvimento de aplicativos móveis voltados para o consumidor continuará a ultrapassar a criação de aplicativos para web e outras modalidades até 2014. Trata-se de movimento comprovado por pesquisa recente da revista CIO, que ouviu 261 líderes de TI sobre suas prioridades. Desse total, mais da metade, 54%, declarou planejar gastar mais com aplicações móveis.
Por hora, os aplicativos móveis para o público interno da empresa estão ficando atrás dos aplicativos voltados para o consumidor, segundo o Gartner, mas os CIOs já começam a explorar novos meios de utilizar tais aplicativos para aumentar a produtividade dos funcionários e seu tempo de resposta.
Por outro lado, Clark, do Gartner, preocupase com a “fragmentação e o caos” do mercado móvel, no qual atualizações e novas versões dos sistemas operacionais móveis pipocam o tempo todo, tornando extremamente difícil para uma empresa desenvolver e executar estratégia coerente. E ter uma estratégia é fundamental para as companhias, com o qual analistas e CIOs concordam.
Na empresa de seguros Erie Insurance, a TI desenvolveu um aplicativo para iPhone que permite aos clientes informar sobre danos ou acidentes em sua propriedade antes de preencher um relatório de danos mais completo, segundo Eric Miller, vice-presidente sênior de TI. Aplicativos móveis também foram uma escolha óbvia na hora de criar um sistema para que os agentes de seguro possam avaliar no local do acidente os danos em um veículo.
“Não seria viável para os nossos agentes tirar fotos de um eixo de carro usando um notebook, mas com um iPhone é só piscar os olhos”, diz Rich Warnaka, diretor de Experiência do Usuário da Erie Insurance, que fatura 4 bilhões de dólares ao ano.
Outra coisa. Migrar para o conceito de “móvel primeiro” exige que os gestores de TI repensem a mistura de talentos e especialização que eles possuem nos times de design de aplicações, desenvolvimento, gerenciamento e manutenção. Como parte de sua estratégia de múltiplas fases de mobile, a Matson distribuiu as responsabilidades entre dois grupos na TI, explica Cherukuri.
O grupo global de gestão de equipamentos está encarregado de escolher que plataformas móveis suportar e as ferramentas e tecnologias para gerenciá-las. O grupo de aplicativos realiza pesquisas e conversa com usuários para determinar quais aplicativos vão oferecer benefícios abrangentes para funcionários e consumidores, explica Cherukuri.
Embora geralmente o CIO e o time de TI sejam os encarregados de definir a estratégia de aplicações móveis, essa nem sempre é a regra. A participação ativa de outros grupos de negócios da empresa é fator crítico apontado por todas as fontes do mercado.
A Marcus & Millichap recentemente criou um comitê de gestão para desenvolver um processo formal de escolha de ideias para apps móveis internos e criar uma estrutura para “construir, testar e implementar soluções inovadoras” diz Peltz. O comitê inclui gerentes regionais, usuários de negócios e vários diretores, que vão prover os recursos e os critérios de urgência por trás dos projetos, explica o CIO.
Na AARP, o Grupo de Estratégia Digital está separado de TI. Hassanyeh reporta-se ao vicepresidente- executivo e diretor de comunicações e não ao CIO. Seu grupo é responsável por encarar os aspectos ligados aos consumidores de aplicações móveis, pelo desenvolvimento, gestão e suporte. TI é responsável pelo banco de dados, as aplicações de desktop internas e serviços de backup, internet e segurança.
A AARP não está desenvolvendo apps móveis para uso interno atualmente, diz Hassanyeh. O Grupo de Estratégia Digital agrupa desenvolvedores, administradores de sistemas, times que cuidam do marketing on-line, equipe de conteúdo on-line e social media e time de produção que mapeia a estratégia de desenvolvimento de novos aplicativos móveis e para a web baseados no que os usuários estão pedindo, explica Hassanyeh.
Outra questão-chave para os estrategistas de mobilidade é definir se uma aplicação específica ou se todas as aplicações da empresa serão móveis primeiro ou unicamente móveis. Embora alguns CIOs e desenvolvedores tratem os sistemas móveis e desktop como elementos diferentes, muitos apostam nos benefícios de desenvolver um aplicativo móvel primeiro e depois migrá-lo para os desktops ou para a web.
Forçar os desenvolvedores a trabalhar com telas pequenas dos equipamentos móveis e recursos de processamento limitados aumenta a eficiência e a efetividade, diz Miller, da Erie Insurance. “Eles precisam manter-se focados nas atividades dos usuários porque não temos espaço vago para jogar tudo na tela como você faria numa tela de desktop ou na web convencional.”
O grupo de Miller agora está entrevistando clientes potenciais de apps, sejam eles empregados ou consumidores, para “identificar suas necessidades e desejos” antes de ir para frente com uma aplicação. “Você acaba desenvolvendo muito menos, reduzindo seu tempo de entrega final e agradando mais os consumidores”, garante Miller. “Por isso, decidimos por “móvel primeiro” para todos os nossos aplicativos”, diz ele.
“O desktop é como uma carpa nadando numa banheira de bebê; ela cresce até tomar todo o espaço disponível”, diz Luke Wroblewski, que trabalhou como diretor de produtos e cofundador da Bagcheck.com. [A companhia foi comprada pelo Twitter em agosto de 2011]. A mesma imagem vale para páginas web, diz Luke, e por conta disso a tela fica lotada de dados irrelevantes que podem distrair ou frustrar os usuários.
Wroblewski adotou o “móvel primeiro” no Bagcheck.com, um serviço que permite compartilhar informação e fotos de objetos relacionados a interesses, experiências ou hobbies. Ainda que a empresa fosse formada por apenas três pessoas, ela enfrentou as mesmas questões ligadas ao desenvolvimento móvel que afetam as grandes companhias, diz Wroblewski, ex-chefe de Arquitetura de Design do Yahoo. “O uso móvel está crescendo tão rápido que vai ultrapassar os desktops e os PCs em um ou dois anos. Temos de nos preparar para uma virada inevitável.”
Fonte: IDGNow