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Dicas, notícias e informações sobre cursos, programação, webstandards e desenvolvimento web.Arquivo de dezembro de 2011
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Sabia que as redes sociais têm deixado as pessoas loucas de verdade?
29 de dezembro de 2011
Sim, é isso mesmo o que você leu: as mídias sociais estão nos deixando loucos. Longe de ser uma cena do filme “O Iluminado”, é essa a conclusão tirada de um infográfico feito pela Assisted Livin Today (ALT), uma empresa especializada em qualidade de vida que, mesmo com um foco especial no público da terceira idade, também mostra que alguns estudos valem para todas as idades.
O relatório é chamado de “Como as mídias sociais têm arruinado nossas mentes”. Se você está acostumado a receber novidades em 140 caracteres ou assistir vídeos em menos de dez minutos, então você talvez esteja mudando a maneira como o seu cérebro trabalha.
E fica o alerta: pesquisas mostram que esses sites têm tido um profundo efeito na mente humana, o que leva a adotar certos cuidados.
O que tem sido afetado?
Entre as funções do nosso cérebro que mais são afetadas pelas redes sociais, as três principais são: habilidades multitarefas, que exigem raciocínio na hora de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo; interações sociais, seja com colegas do trabalho, amigos ou família; e, por fim, a capacidade de se concentrar e ter atenção.
Todas essas áreas, destaca o infográfico, são atingidas drasticamente pelo excesso de participação no mundo virtual.
Por que tem sido afetado?
Tais distúrbios podem ser caracterizados pela velocidade de informações que vemos todos os dias. Pelo fato de que tudo está disponível para nós quase que instantaneamente, muitos problemas podem ser relacionados à impaciência e espera de algo novo.
Toda vez que isso acontece, o cérebro precisa “se reinventar” e pode ser alvo de graves interrupções que prejudicam o rendimento do ser humano. Nossos “miolos” estão em constante mudança e adaptação, e esse processo não pode ser feito em questão de minutos, mas sim de maneira gradativa.
Um exemplo: dez anos atrás, o tempo que levávamos para prestar mais atenção no conteúdo online era de 12 minutos. Hoje, essa medição caiu para apenas cinco segundos. E isso não está ligado à idade, já que pessoas jovens são mais desatentas que usuários mais velhos.
Estamos mais esquecidos
25% dos indivíduos esquecem os nomes ou detalhes de amigos próximos e até mesmo de parentes. Além disso, 7% não se lembram do próprio aniversário, de vez em quando. Um dos dados mais assustadores talvez seja este: no Reino Unido, só no ano passado, foram perdidos mais de R$ 464 bilhões de reais em acidentes causados pela falta de atenção das pessoas.
No trabalho, por exemplo, isso é visto de perto: a média de checagem dos emails feita pelos funcionários varia de 30 a 40 vezes em uma hora, ou seja, cerca de uma vez a cada 1,5 minutos.
Seus relacionamentos pessoais também são atingidos
A vida social também é afetada pelas redes sociais. A oxitocina, o hormônio responsável por estimular confiança e empatia pelas coisas, alcança altos picos quando os internautas estão conectados, podendo até dar a mesma sensação que temos quando falamos com amigos ou família. Os efeitos do estresse, aliás, também tendem a cair quando usuários utilizam o Twitter, por exemplo.
E os números?
Sobre as redes sociais, o infográfico ALT revela que, todos os dias, 500 mil pessoas ingressam no Twitter. A partir daí, 12 milhões de novos usuários seguem 64 pessoas ou mais, e 1,5 milhões seguem mais de 511 outras contas.
Já no Facebook, os dados também surpreendem: por mês, cada usuário gasta 700 bilhões de minutos no site e instalam 20 milhões de aplicativos por dia – muitas vezes porque preferem se distrair. Além disso, 41,6% da população já acessa seus emails pelo celular.
O que fazer?
Para encerrar, o relatório aponta que os efeitos das mídias sociais no cérebro humano ainda não são o objetivo principal das pesquisas atuais nesse segmento, mas que essas definições são importantes e têm de ser levadas a sério.
Você pode observá-las em si mesmo e fazer uma análise de como sua atenção pode ter mudado nos últimos anos.
Fonte: Olhar Digital
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Seis softwares gratuitos para turbinar seu novo PC
28 de dezembro de 2011
Considerando que ele não é um Mac (ou uma máquina com Linux), ele certamente já vem com o Windows instalado. Se você é um fã do sistema da Microsoft, então ótimo – o sistema operacional já está definido. Caso contrário, a parte difícil é escolher o que você vai instalar no lugar. De qualquer forma, há várias escolhas no mundo dos softwares gratuitos e open source.
1. Linux Ubuntu
Há inúmeras opções de Linux para escolher caso o Windows não te agrade. Uma das mais populares – e amigáveis aos noso usuários – é o Ubuntu.A versão mais recente do Ubuntu é a “Oneiric Ocelot”, também conhecida como 11.10, e pode ser baixada gratuitamente no site oficial.
2. Firefox ou Chrome
Com o Windows, você também tem o Internet Explorer. Há muitas razões para considerar a instalação de outro naveador. O Firefox acaba de receber grandes melhorias de velocidade com a atualização mais recente e foi desenvolvido com a consideração de uma série de questões éticas.Seja qual for a sua escolha, não há como errar com estes dois navegadores, e ambos são gratuitos.
3. Thunderbird
Também desenvolvido pela Mozilla, o Thunderbird é um dos melhores clientes de e-mail, além de gratuito e multi-plataforma.Ele é simples de configurar, personalizar e está disponível em vários idiomas, incluindo português. Há também suporte para complementos.
4. LibreOffice
Uma das melhores alternativas para o Microsoft Office, o LibreOffice inclui módulos para trabalhar com textos, planilhas e apresentações. Ele é gratuito, open source e dá conta do recado.5. GIMP
Na hora de trabalhar com fotos ou imagens, o GIMP é uma alternativa obrigatória ao caríssimo Photoshop, da Adobe.Esse software é ótimo para criar gráficos para web, materiais de marketing ou simplesmente retocar fotos. As imagens podem ser criadas em vários formatos, incluindo o do próprio Photoshop.
6. ClamAV
Com ou sem Windows, é sempre uma boa ideia ter algum tipo de proteção antivírus – e o ClamAV é a grande escolha entre os gratuitos. Ele é multi-plataforma e detecta Cavalos de Tróia, vírus, malware e spywares.Fonte: IDGNow
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10 mudanças que a nuvem trará em 2012
23 de dezembro de 2011
2011 será lembrado como o ano da computação em nuvem, já que foi o ano em que o conceito se energizou e ganhou o mercado. A abordagem em nuvem foi adotada por várias organizações e muitos fornecedores já garantiram seu lugar no jogo. Mas o que virá em 2012? A computação em nuvem vai se tornar um meio aceitável de adquirir serviços de TI e aplicativos.
Apesar disso, empresas zelosas de seus orçamentos ainda vão querer ver o valor do conceito, e o passe que ele recebeu este ano por ser tão novo e diferente estará vencendo. Por conta disso, é tempo de avaliar o que o ano que vem pode trazer ao mercado:
1 – Cloud deixará de ser um termo de diferenciação – o mercado chegará ao ponto em que cloud será simplesmente aceito como uma plataforma de entrega de aplicações e serviços. O conceito estará mais forte que nunca mas, ironicamente, não será mais encarado como uma quebra de paradigma. A expectativa é que, por conta disso, os fornecedores de TI comecem a criar novos termos.
2 – muitas empresas vão seguir o exemplo de governos federais de adotar uma política “cloud first” – no último ano, como parte de um esforço para reduzir o orçamento de TI em US$ 80 bilhões, o governo norte-americano determinou que todas as agências deveriam considerar primeiro as opções de computação em nuvem para seus projetos. Reconhecendo o sucesso da medida, e sua adoção massiva, as empresas vão adotar suas próprias abordagens “cloud first” quando considerarem a compra de novos sistemas.
3 – a pressão fará aumentar demonstrações de ROI em cloud – mesmo a adoção da abordagem “cloud first” pelo mercado corporativo não vai tirar a pressão pela demonstração do retorno sobre o investimento feito em nuvem. O mundo tradicional de TI sempre trabalhou assim e, por algum tempo, deixou que os projetos em nuvens – tão novos e inovadores – passassem em branco. Com a nuvem tornando-se normal, isso deve acabar. Parte do cálculo deverá levar em conta provisões para continuidade de negócios. O ponto é: cloud computing será usada para gerar valor ao negócio, não por modismo, e em muitos casos, não será a abordagem mais eficiente.
4 – as nuvens privadas vão crescer mais rápido que as nuvens públicas – muitas empresas, especialmente aquelas com grandes estruturas de TI ou ativos de dados sensíveis, estão descobrindo que vale a pena adotar o modelo de cloud para entregar seus próprios aplicativos internos como serviço. Como a virtualização continua crescendo, as oportunidades para a criação de nuvens privadas crescerão também. Aplicativos internos serão entregues por meio de serviços em nuvem exclusivos do negócio.
5 – as nuvens privadas vão ampliar o papel da TI nos negócios – as organizações não apenas confiam na TI para operar, mas a veem como uma estratégia chave para o crescimento em uma economia global super competitiva. Enquanto terão menos tempo para gerenciar suas próprias infraestruturas, os executivos e gerentes de TI serão chamados a opinar e guiar suas empresas neste novo território. Parte da nova proposição de valor da TI será ver o próprio negócio crescendo como provedor em nuvem, mesmo que não esteja diretamente relacionado à tecnologia.
6 – os departamentos de TI serão facilitadores e concorrentes dos provedores de nuvens públicas – as organizações agora podem escolher onde comprar serviços de TI: de seus próprios departamentos de TI ou de provedores externos. Enquanto muitos executivos de TI vão assumir o papel de conselheiros sobre estas decisões, seus departamentos terão que fornecer bons business cases para provar que seus serviços são melhores, em custo e oferta de valor. Muitas empresas vão usar um mix de serviços internos e externos, e os departamentos de TI terão que competir por estes contratos. Por outro lado, eles também poderão oferecer seus serviços para outras empresas.
7 – a separação entre provedores de serviços e clientes não será tão nítida – em muitos casos, as empresas serão ambos. Com o crescimento das nuvens privadas, muitas empresas vão desenvolver e oferecer seus serviços ao mercado. Hoje isso é visto no modelo de lojas de aplicativos, onde os desenvolvedores de software conseguem obter uma receita considerável com a publicação de aplicativos na nuvem.
8 – nuvens públicas começarão a ser vistas como mais seguras que os sistemas on-premise – a segurança dos dados tem sido vista como o maior desafio para o uso de nuvens externas, mas isso começa a mudar. Já é possível encontrar CIOs que reconhecem que um provedor bem treinado e em conformidade com SAS-70 pode cuidar de seus dados melhor que sua estrutura e equipe, que precisam ser sempre atualizados em procedimentos e protocolos.
9 – o crescimento econômico vai acelerar a criação de mais negócios na nuvem – a disponibilidade de recursos computacionais baratos em nuvem provavelmente dará início a um boom de startups, de um modo nunca visto antes. O desenvolvimento de novos produtos, sem a necessidade da aprovação dos departamentos financeiro e de TI, são um bom meio de estimular o espírito empreendedor.
10 – a nuvem vai mudar o modelo de terceirização – com mais empresas adotando princípios e práticas SOA, a terceirização deverá se tornar uma opção mais simples e gerenciável. Ao mesmo tempo, haverá poucos acordos multimilionários, onde estruturas inteiras de TI serão entregues a terceiros. Uma forma mais modularizada de terceirização vai ganhar espaço por conta da padronização de serviços e componentes em nuvem, o que tornará mais fácil terceirizar pedaços da estrutura. Como resultado, o mercado verá mais “micro outsourcing” e menos acordos milionários.
Fonte: Convergência Digital
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Seis lições de implementações de ERP bem-sucedidas
22 de dezembro de 2011
Aqui está algo que você não ouve todos os dias: “nossa implementação do ERP da SAP terminou antes do previsto”. Isso quer dizer que ouvir sobre uma implementação SAP que terminou antes do previsto é como ouvir que alguém capturou o monstro do Lago Ness e o transformou em atração de passeio infantil. É tão provável quanto solicitar suporte técnico e a voz do outro lado da linha não insistir para que você reinicie o PC.
Implementações SAP não terminam antes do previsto. Não conseguir terminar é muito mais provável. Mas a Daiwa House Industry não só completou a implementação do ERP antes do previsto, como o fez apesar da interrupção forçada pelo terremoto Tohuku – aquele de 9,0 na escala Richter e obrigou o fechamento de várias usinas de energia nuclear no Japão.
Intrigado, resolvi conversar com os responsáveis pelo projeto de implementação SAP da Daiwa House, Kyoji Kato, diretor-executivo e gerente-geral da divisão de Sistemas de Informação da companhia, Ryuzo Matsuyama, líder de projeto e Isao Nakae, diretor da divisão SAP da Fujitsu Kansai Systems, parceira da Daiwa House na execução do projeto.
O que ouvi? Seis lições valiosas de quem soube transformar grandes desafios em sucesso estrondoso.
Lição No. 1: ter equipe esperando trabalho é melhor do que ter trabalho esperando quem possa executá-lo
Todos os três entrevistados enfatizaram que mudanças nas técnicas tradicionais de gerenciamento de projeto teve um enorme impacto, resultando em reduções de 25% no tempo de duração de cada fase do projeto.
Este não é o lugar para um tutorial sobre o assunto (entre outros motivos, eu não sou qualificado para isso), mas um dos pontos mais críticos é evitar a todo o custo que etapas do projeto sejam adiadas porque o pessoal não estará disponível para trabalhar na próxima tarefa. Sem trocadilhos, tal atraso desencadeia reação em cadeia nas tarefas seguintes.
Em outras palavras, o caos se instala, e cada início tardio faz com que as linhas de tempo de toda a cadeia dependente de tarefas passe a ser imprevisível.
Lição No. 2: multitarefa é mais prevalente e mais prejudicial do que imaginamos
As empresas que não compreendem a importância da Lição No. 1 inevitavelmente tentam maximizar a utilização de pessoal. Parece fazer sentido. Afinal de contas, a qualquer hora paga a um empregado para não fazer nada soa como desperdício. O problema é que a maioria das tentativas de maximizar a utilização pessoal faz mais mal do que bem.
Apesar de as pessoas terem a sensação de que conseguem executar várias tarefas ao mesmo tempo com a mesma eficácia, na prática isso não funciona. A cada 50 profissionais, apenas um tem condições de efetivamente focar em várias atividades ao mesmo tempo. O restante altera a atenção, o que compromete eficiência e produtividade.
Já mencionamos um problema: o caos do projeto em cascata. Além disso, manter os funcionários ocupados significa insistir na multitarefa. O que a palavra realmente significa é ter de mudar de uma tarefa para outra, muitas vezes de forma imprevisível. Pergunte a qualquer pessoa cujo trabalho requer esforço concentrado que impacto isso tem. A resposta será uma só: ruim. Cada opção significa voltar a atenção para a tarefa e tempo para se reorientar. Esse processo não é nem fácil nem instantâneo.
A lição é clara: permitir que os funcionários terminem o que começaram, mesmo que isso signifique que eles fiquem, ocasionalmente, sem nada para fazer. Eles serão muito mais eficazes e produtivos.
Lição No. 3: elimine “polimento da maçã”
É importante que todos saibam quando atingiram do status “bom o suficiente”.
A equipe de liderança de projetos da Daiwa House reconhece essa questão – que eles chamam de “polimento da maçã”. Antes de cada tarefa, o time da companhia fornece os critérios para avaliação do reultado. E comunica a importância de evitar polir maçãs com frequência. Ao longo da execução, compartilha com os funcionários suas impressões, constantemente, com o objetivo de levá-los a se esforçarem para encontrar maneiras de fazer o que estão fazendo de forma ainda melhor.
Matsuyama riu quando perguntei como os membros de sua equipe aceitaram prontamente a necessidade de parar de polir maçãs. A resposta? “Embora seja vital para o sucesso do projeto, é preciso gestão constante e ativa”.
Lição No. 4: não defina tarefas em excesso
“Definição de detalhes não ajuda a compreensão. Aumenta o mal-entendido”, reforçaram os líderes de projeto da Daiwa House. É correto deixar que membros da equipe usem experiência e bom senso para fazer o trabalho.
Nesse sentido, eles também mencionaram o uso extensivo de prototipagem como maneira de determinar detalhes de implementação. “Prototipagem” não é palavra comumente usada em conjunto com “implementação SAP”. É quase tão incomum como a frase “antes do previsto”. Com a equipe certa, porém, acaba por ser totalmente viável e vale a pena o esforço.Lição No. 5: seja agressivo sobre os objetivos para melhoria dos negócios
Um princípio fundamental da próxima geração de TI é o de que não existem mais projetos de TI. O foco real não é ïmplantação SAP.
No caso da Daiwa House, o objetivo primário da implementação era o de sempre: apoio à gestão, particularmente na contabilidade, recursos humanos, e área de conformidade, fornecendo uma visão mais coerente de informações da empresa. Os principais benefícios comerciais esperados eram fechar os livros mais rapidamente, melhorar a gestão de RH, e suportar requisitos de conformidade internacional.
Ao longo do tempo, porém, a equipe do projeto tornou-se mais agressiva na definição de melhorias de negócios. Desenhos de processos diferentes e melhores práticas, habilitados pelo novo software, tornaram-se parte formal do esforço. O foco mudou da implementação SAP tradicional para a descoberta de como tirar proveito dos recursos adicionais do sistema para melhorar a implementação de processos de negócios e práticas de entrega.
A experiência da Daiwa House valida o princípio. Apesar do nome, esse projeto não foi uma implementação SAP. Foi uma iniciativa de melhoria de negócios que dependiam, em parte, a implementação SAP.
Lição No. 6: forneça uma visão holística para todos os membros da equipe
Em qualquer projeto, é fácil para os participantes desenvolver a “visão de túnel”, com foco estreito sobre suas própeias tarefas e responsabilidades. Isso pode resultar em uma coleção de peças – excelentes quando considerado apenas seus próprios méritos – que não se encaixam no todo. O pessoal da Daiwa House foi claro sobre a importância de manter todos os membros da equipe com sentimento do todo nas avaliações às suas responsabilidades individuais.
Implementações de ERP ganharam uma má reputação, em que o antes tarde do que nunca é considerado muito bom, e o fora de controle é considerado comum. Há sempre mais maneiras de fazer algo errado do que fazer algo certo. Além disso, o ato de definir uma implementação de ERP contribui para a probabilidade de resultados decepcionantes.
A experiência da Daiwa House demonstra que, apesar dos desafios serem comuns nesses tipos de implementações, eles estão longe de serem inevitáveis. Ainda melhor, demonstra que o sucesso não é um acidente estatístico. É o resultado de uma boa liderança, gestão e técnica.
Fonte: Computer World
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5 aplicativos recomendados ao uso profissional do Google Apps
21 de dezembro de 2011
Quando a Google lançou seu Apps Marketplace, em março, convocou os desenvolvedores a criar software corporativo para uso na nuvem que completasse o acervo já oferecido pelos Google Apps.
Os apps do Marketplace podem acessar os dados de seus apps existentes. Dessa forma, você pode usar sua lista de contatos de e-mail, por exemplo, ou planilhas.
O começo foi um tanto lento, mas hoje o Marketplace parece saudável e merece uma visita. Alguns aplicativos, como os cinco da lista abaixo, são gratuitos, e podem aumentar a eficiência de pequenas e médias empresas.
Para usar esses apps, você vai precisar de seu próprio domínio Google Apps. Eles não podem ser utilizados com as contas padrão da Google (aqueles com um endereço gratuito de Gmail), mas funcionam bem com a versão gratuita de 50 usuários dos Google Apps.
Algumas vezes um pouco de configuração é necessária. Mas, uma vez instalado, você pode acessar os apps a partir do menu More, no canto superior esquerdo de qualquer página dos Google Apps.
Desenvolvido especialmente para o seleto grupo de contadores sênior, o aplicativo permite confrontar entrada e saída de dinheiro das contas, criar faturas (para enviar por e-mail) e controlar a folha de pagamentos. Como não tem opções de configuração descomplicadas, o Rhino é sugerido para contadores com alguns anos de experiência; novatos se perdem ao tentar usar de maneira otimizada a solução.
É possível integrar aos Google Apps. Mas, por enquanto, quem quiser usar terá de criar entradas para cada empresa de maneira independente. A vantagem consiste no fato de cada empresa ter de ser adicionada uma única vez.
O aplicativo, assim como o suporte, é gratuito.
O sucesso de uma empresa pode ser mensurado pelo volume de informações que compartilha com seus funcionários. Um jeito de fazer isso é partilhar websites úteis ao negócio da organização. URLs de conteúdo interessante podem ser partilhadas com contatos do Google Apps, por meio do Appogee Bookmarks. Ele adiciona um painel à interface de seu iGoogle ou à lista de mensagens em sua caixa de entrada. Qualquer usuário pode adicionar mais links à lista. A lista é visível a todos os usuários pertencentes ao seu domínio.
Depois de habilitado o serviço, você deve liberar uma função pertencente ao Google Labs que permitirá adicionar gadgets de acordo com sua URL. Isso é feito por meio do item de configurações em sua caixa de entrada. Em seguida, acione o item Labs e marque a caixa correspondente a “Add Any Gadget buy URL”. Salve as alterações e volte ao menu de configurações acionando a lista de gadgets. No campo URL, você insere o domínio de seu grupo, assim: http://appogeebookmarks.appspot.com/gadget?hd=seudomínio.com.
Clique no botão Adicionar e retorne para sua caixa de entrada. Nela você deve se deparar com o aplicativo de favoritos. Marque a caixa correspondente ao domínio que deseja partilhar com seu usuários. Se não fizer isso, ele permanacerá como um link privado, visível somente para você.
Acompanhar a agenda de colegas em deslocamento pode ser um pesadelo. Apesar do Calendar permitir compartilhamento de informações sobre reuniões, muitos detalhes acabam sendo passados via e-mails do tipo “leia já”.
O Triplt Travel Organizer vem para dar conta desse ingrato e confuso afazer. Ele permite a integração entre o Google Apps e o site. O serviço não acompanha apenas as reservas de voos e de hotel. Ele compõe todas as informações em uma espécie de rede social integrada ao serviço de e-mails para facilitar a partilha das informações.
Uma vez instalado, o aplicativo varre o conteúdo de caixa de entrada em busca por confirmações de passagens e de reservas iguais as emitidas por companhias comuns. De posse dessas informações, o Triplt monta um plano de viagem em seu site. Completo, com agenda de reuniões e tudo mais. Essas informações são integradas ao Calendar de sua companhia.
Uma vez instalado, o aplicativo solicita que seja criada a conta de um determinado grupo no site do Triplt. Qualquer participante da rede que instalar o aplicativo será adicionado automaticamente. Isso permite aos participantes, monitorar o andamento da viagem e dos compromissos. O recurso possui ainda uma ferramenta para localizar geograficamente o usuário.
4. RapidTASK
Todo gerente de negócios precisa, vez ou outra, abraçar a gestão de um projeto. Dadas as dificuldades em aprender de forma satisfatória como trabalhar com aplicativos do tipo MS Project, o RapidTASK facilita a vida ao compor uma rotina de gestão de projetos baseada em uma lista de afazeres. Você deve presumir, corretamente, que o RapidTASK permite partilhar a relação de tarefas entre os participantes do Google Apps. Caso precise, pode também atribuir determinadas tarefas a outros participantes da rede.
Depois de instalado, o usuário deve configurar a integração entre o RapidTASK e o Google Apps Calendar, para adicionar os deadlines de tarefas cumpridas. Se quiser, pode configurar o aplicativo para enviar e-mails de forma automática aos colegas assim que lhes forem atribuídas tarefas. Basta configurar.
Para usufruir de maneira completa do RapidTASK, todos os participantes devem ter o aplicativo instalado e configurado de maneira apropriada.
Desenvolvido para atender todos aqueles que trabalham com reuniões pré-agendadas, o YouCanBook.Me integra o Calendar do Google Apps a um site de nome igual ao do aplicativo. Assim que algum contato seu desejar, poderá marcar uma reunião com você. Quando isso ocorrer, uma mensagem será encaminhada para sua caixa de entrada, avisando detalhadamente sobre a proposta de reunião.
O aplicativo pode, se você assim desejar, enviar lembretes aos contatos envolvidos no evento agendado. Esses recados são enviados via SMS ou e-mail.
É um recurso muito fácil de ser usado por você e seus contatos. Lembrando que vale avaliar muitíssimo bem para quem vai passar o link e os direitos de marcar compromissos em sua agenda.
Como a interface usada para marcar compromissos no Calendar é um tanto rudimentar, uma boa opção consiste em personalizá-la clicando no link exibido nas páginas do Google Apps.
Fonte: Computer World
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Veja quatro dicas para trabalhar com mídias sociais
20 de dezembro de 2011
Em um universo que já foi dominado por áreas como medicina, engenharia, direito e outras profissões, os trabalhos envolvendo a internet têm crescido de maneira constante – especialmente no que diz respeito às mídias sociais. Só nos Estados Unidos, cerca de 30 mil vagas estão abertas para quem gosta e tem interesse em ingressar nesse mercado.
Mas, o que fazer para, digamos, se adequar a esse tipo de oportunidade? Antes de tudo, vale lembrar que não basta ter uma conta no Twitter ou Facebook. Pensando nisso, o site Mashable listou quatro dicas que com certeza vão te ajudar quando o assunto são redes sociais, principalmente na hora de preencher uma vaga.
1. Quantifique suas experiências nas redes sociais das empresas
Você já sabe que, antes de comparecer a uma entrevista de emprego, aconselha-se buscar conhecer a companhia e estudá-la, para se diferenciar dos demais candidatos. E nas empresas de mídias sociais não é diferente. Contudo, é necessário se mostrar ativo e interessado nas ferramentas sociais da companhia – tudo, claro, de maneira discreta e informal, pois lembre-se: você está falando com alguém de maneira profissional, e não com um amigo, por exemplo.
Muitos entrevistadores questionam qual foi a importância das redes sociais em experiênciais de trabalho anteriores. Logicamente, quanto mais experiências, melhores chances do empregador perceber que você tem potencial para administrar funções da área.
Feito isso, como dar o seu melhor e conseguir um emprego? Primeiro, certifique-se de quantificar o impacto das redes sociais durante sua última experiência profissional. Seu currículo ou carta de apresentação, por exemplo, podem fornecer alguns dados específicos sobre sua participação nesses sites. Algo como “Ajudei a estabelecer um aumento de duas vezes o tráfego de usuários no Twitter para nossa página de produtos, o que resultou em um crescimento de 50% na receita trimestral”, ou até “Auxiliei no aumento de participação dos internautas no Facebook: de uma média de 24 comentários por semana, saltou para 75, em um período de três meses”.
2. Prepare o caminho para ser bem visto na web
De acordo com Amy Porterfield, uma consultora de mídias sociais americana, “quando existe a oportunidade de contratação para cargos em mídias sociais, as empresas vão buscar informações sobre você, antes de qualquer outro lugar, na internet”. E é verdade. Para se ter uma ideia, 69% das empresas já rejeitaram candidados por causa de sites de relacionamento, e 47% dos recrutadores realizam pesquisas sobre o entrevistado nas redes em que estão cadastrados.
Nesse caso, é recomendado que você otimize seu Facebook, LinkedIn, Twitter ou qualquer conta em outros sites, e que você acrescente todos eles em seu currículo. A participação também é fundamental, como ter um blog e atualizá-lo com frequência, ou fazer um canal de vídeos no YouTube. Estes são apenas alguns exemplos de como mostrar que você já domina habilidades nas mídias sociais.
3. Faça cursos online
Algumas universidades gastam mais tempo com conceitos sobre marketing e não investem tanto em ferramentas online. Com isso, uma maneira de se diferenciar e buscar conhecimento é se matricular em programas de formação profissional, que trabalham em habilidades para aumentar seu desempenho e acrescentar maiores especificações ao seu currículo.
Entre as opções estão aulas e cursos que você pode fazer onde quiser – desde que tenha um computador conectado à internet -, ou em instituições de ensino espalhadas por todo o Brasil.
4. Por último, e não menos importante: não seja “careta”, e sim descontraído
Geralmente, muitas vagas de emprego exigem certos comportamentos para os entrevistados. Algumas pessoas, por exemplo, não gostam de trabalhar com roupas mais sociais e, em outros casos, efetuam funções mais fechadas e mecânicas, sem direito à opinião. No entanto, a mídia social é baseada totalmente na personalidade do indivíduo ou da empresa. Dessa forma, o candidato pode expressar seu senso de humor, ser criativo e um grande comunicador diante daquilo que gosta de fazer – tudo para impressionar os recrutadores.
Fonte: Olhar Digital
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Dez mandamentos para a segurança corporativa em 2012
19 de dezembro de 2011
Tendências mostradas pela próxima geração da força de trabalho em ignorar ameaças on-line representam desafios para segurança pessoal e corporativa, de acordo com estudo global da Cisco. O relatório “Cisco Connected World Technology“, composto por três partes, revela atitudes surpreendentes em relação às políticas de TI e às crescentes ameaças de segurança que surgem com a próxima geração de profissionais que entrarão no mercado de trabalho – um grupo demográfico que cresceu com a realidade da internet e que possui um estilo de vida cada vez mais sob demanda, que mistura atividades pessoais e profissionais no local de trabalho.
Mesmo que as organizações precisem desenvolver uma abordagem de segurança de rede e dados que suportem as necessidades específicas da força de trabalho e a ajude a alcançar os objetivos de negócios, há várias iniciativas que qualquer empresa pode realizar para melhorar a postura de segurança, imediatamente e a longo prazo. Abaixo seguem dez recomendações de especialistas de segurança da Cisco, publicadas no relatório de segurança anual Cisco 2011.
1. Avalie a totalidade da sua rede
Saber onde começa e termina a infraestrutura de TI é muito importante. Muitas empresas simplesmente não têm ideia da totalidade da rede. Além disso, saber o que é o seu ‘normal’ é fundamental para poder identificar e responder um problema com rapidez.
2. Reavalie a política de uso aceitável e o Código de Conduta
Afaste-se da abordagem “lista de lavanderia” para as políticas de segurança. Foque apenas no que você sabe que deve e pode impor.
3. Determine quais dados devem ser protegidos
Você não pode construir um programa eficaz de prevenção de perda de dados (DLP) se não souber quais informações devem ser protegidas. É preciso também determinar quem na empresa terá permissão para acessar essas informações, e como eles serão autorizados a acessá-las.
4. Saiba onde estão os dados e entenda como é (e se) eles estão sendo garantidos
Identifique todos os terceiros com permissão para armazenar dados de sua empresa a partir de provedores de nuvem e confirme que a informação está sendo protegida de forma adequada. Requisitos de conformidade, e agora a tendência do cibercrime em hackear grandes empresas, mostram que você deve assumir que seus dados nunca estão seguros, mesmo quando estão nas mãos daquele em quem confia.
5. Avalie práticas de educação do usuário
Seminários e manuais extensos não são eficazes. Funcionários mais jovens serão mais receptivos a uma abordagem para a educação do usuário com sessões mais curtas e treinamentos “just-in-time”. A formação de pares também funciona bem no atual ambiente de trabalho colaborativo.
6. Monitore tudo o que sai
Isso é algo básico, mas nunca o suficiente para animar as empresas a fazê-lo. Monitorar a saída é uma mudança de foco. Você precisa saber o que está sendo enviado para fora da organização, por quem e para onde.
7. Prepare para a inevitabilidade do Bring Your Own Device (BYOD)
As empresas precisam parar de pensar sobre quando elas vão adotar o modelo BYOD e começar pensar mais sobre como fazer isso.
8. Crie um plano de resposta a incidentes
TI deve ser tratada como qualquer outro negócio de risco. Significa a necessidade de ter um plano claro para reportar e responder rápida e adequadamente a qualquer tipo de evento de segurança, quer se trate de uma violação de dados resultante de um ataque direcionado, uma violação devido ao descuido de um empregado, ou um incidente de hacktivismo.
9. Implemente medidas de segurança para ajudar a compensar a falta de controle sobre as redes sociais
Não subestime o poder das tecnologias de controle, como os sistemas de prevenção de intrusão e de proteção contra ameaças da rede. Filtragem de reputação também é uma ferramenta essencial para detectar atividades suspeitas e conteúdos suspeitos.
10. Monitore o cenário dinâmico de risco e mantenha os usuários informados
As empresas e suas equipes de segurança precisam vigiar uma gama de fontes de risco, a partir de dispositivos móveis, da nuvem, das redes sociais e tudo o que as novas tecnologias possam oferecer amanhã. Elas devem adotar uma abordagem de duas etapas: reagir às divulgações de vulnerabilidades de segurança, além de serem pró-ativas na educação de seus funcionários sobre como proteger a si e a empresa das ameaças cibernéticas potentes e persistentes.
Fonte: Computer World
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Três dicas para evitar dores de cabeça com a gestão dos tablets
16 de dezembro de 2011
O uso de tablets é uma proposição complicada para muitos departamentos de TI. Esses dispositivos móveis já oferecem muitas das capacidades de criação de conteúdo dos laptops, mas faltam uma gestão madura e softwares de segurança.
Funcionários que usam seus iPads próprios, ou fornecidos pelo empregador, para fins de trabalho podem inadvertidamente expor dados da empresa para os hackers se as devidas precauções não forem tomadas, quer enquanto conectados à rede da empresa ou a uma rede Wi-Fi pública.
“A gestão dos tablets é muito diferente da gestão dos laptops. Para começar, a maioria das pessoas não leva seus laptops para o trabalho e diz, ‘Eu quero que você conecte o meu laptop na rede da empresa”, argumenta Dan Croft, CEO da empresa de serviços wireless sem fio Mission Critical. “O uso da maioria dos laptops é controlado e bloqueado pela empresa. Mas, se uma empresa vai fazer uso de tablets com aplicativos corporativos sobre eles, é preciso haver um certo nível de controle, reconhecendo que eles serão usados, na prática,t anto para negócios e como para questões pessoais.”
Com isso em mente, aqui estão três práticas que analistas e usuários recomendam a empresas que desejam investir no uso de tabletes ou permitir que os trabalhadores levem os seus próprios tablets para o escritório.
Primeiro: Use uma plataforma de gestão de dispositivos móveis
O uso de uma plataforma de gestão é a melhor forma de implementar políticas de limpeza remota, a aplicação da políticas de controle de acesso e diretrizes mínimas de segurança para a conexão de dispositivos móveis em redes corporativas.
“Você precisa usar uma plataforma de gerenciamento de dispositivos móveis para que a empresa tenha algum conhecimento básico e um certo nível de controle sobre qualquer dispositivo conectado à sua rede”, diz Croft. “É a melhor maneira de manter o controle.”
As plataformas de gerenciamento mais conhecidas, como as da AirWatch, MobileIron e Sybase, suportam múltiplos sistemas operacionais, ou seja, você não precisa de sistemas separados para gerir o que quer que usuários levem para o escritório. Em vez disso, o seu departamento de TI pode se concentrar na gestão dos próprios usuários.
“Em geral, há uma tese de que agora que você deve começar gerenciando o usuário em vez de gerenciar o dispositivo”, diz o analista da Forrester, Christian Kane. “Significa que você deve compreender o que os trabalhadores podem usar a partir desses dispositivos, dar a eles acesso aos aplicativos que precisam.” O trabalho da empresa será o controle de acesso a certas aplicações, de acordo com as necessidades do usuário, impedindo o seu acesso a aplicativos que não podem ser usados com segurança em seu dispositivo.
Segundo: Desenvolva uma estratégia para uso de aplicativos
Caso você não tenha notado, aplicativos móveis são bastante populares. O número de downloads de APPs deve totalizar 17,7 bilhões em 2011, segundo previsão do Gartner, gerando uma receita de aproximadamente US $ 15 bilhões.
Virtualizar as aplicações corporativas dodesktop para o tablet é uma maneira de assegurar que eles serão usados de forma segura e que os dados armazenados sobre eles serão mantidos em segurança na rede corporativa. Kane diz que, além de disponibilizar uma forma segura para entregar aplicativos corporativos para tablets, a virtualização também pode ser um caminho para garantir que as aplicações corporativas serão mantidas separadas dos aplicativos de consumo.
“Algumas empresas têm aplicativos baseados no Windows que eles querem entregar em tablets através do uso de ferramentas de virtualização, como o Citrix Receiver ou o VMware View”, diz ele. Isso é bom.
Outra forma de gerenciar APPs com segurança é simplesmente montar a sua própria APP Store na empresa. Isso pode garantir que as empresas pré-aprovem o uso dos aplicativos mais populares para os usuários, e saibam exatamente a que recursos esses aplicativos terão acesso na rede corporativa.
Joel Evans, vice-presidente de desenvolvimento de aplicações da Mobiquity garante que a construção de uma loja de aplicativos in-house pode ser muito mais simples do que parece se as empresas não caírem na tentação de projetar uma loja que se equipare à da Apple App Store ou ao Android Market, do Google.
“Um dos nossos clientes montou uma loja de aplicativos internos através da construção de um site com links com URLs seguras que os usuários podem ativas para obter os aplicativos”, diz ele. “Há um monte de alternativas open-source para lojas de aplicativos que são simples e fáceis de gerenciar.”
Terceiro: Certifique-se de seus usuários sabem o que é e o que não é de sua responsabilidade
Como mencionado anteriormente, a tendência de deixar de gerenciar os dispositivos dos usuários e para gerenciar os próprios usuários e o acesso deles aos recursos corporativos tem crescido. Isto dá aos usuários muito mais liberdade e responsabilidades quando se trata de gerir os seus dispositivos de forma segura.
“Os usuários fazem o que bem entendem com seus dispositivos e depois culpam TI quando algo dá errado”, diz o analista do Gartner, Ken Dulaney. “Isso é insustentável.”
Então, se você é um administrador de TI de uma empresa cujos trabalhadores têm o hábito de esquecer seus iPads em bares, tarde da noite, você tem que dar a eles as ferramentas necessárias para que apaguem dados remotamente, por conta própria ou não.
“Temos ouvido histórias de processos judiciais envolvendo alguns usuários que tiveram suas fotos pessoais apagadas quando seus departamentos de TI limparam remotamente seus iPads”, diz ele. “Mas a política das empresas dava a elas o direito de eliminar todos os dados, independentemente de serem pessoais ou não.”
“O livre uso dos tablets pessoais é uma responsabilidade partilhada e tem de ser gerida dessa forma”, diz ele. “Por exemplo, uma empresa pode dizer que vai pagar por uma parcela do seu contrato mensal de comunicação de dados, mas não vai pagar por seus excessos de consumo mensal de dados. Ou que vai deixar você usar os aplicativos que quiser, mas não vai pagar para consertar o [dispositivo] se você quebrá-lo, nem se resposnabilizar por dados pessoais apagados em caso de perda ou roubo.”
Fonte: CIO
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Quatro pegadinhas das métricas em TI
15 de dezembro de 2011
Era um help desk excelente. Então, seu CIO, querendo resultados mensuráveis, estabeleceu que a métrica de incidentes resolvidos por semana era adequada para a avaliação de desempenho. A empresa em questão tinha três unidades de help desk: uma para cada local importante. O resultado de uma delas foi muito pior que a das outras duas, e foi castigada por isso.
O que ele estava fazendo de errado? Ser eficiente demais. Seus gestores tinham estabelecido um programa de autosuficiência dos usuários que reduziu muito o número de chamados. Os analistas consumiram bastante tempo educando os funcionários a serem mais independentes e sofisticados no uso da tecnologia. O resultado foi menos incidentes para resolver, juntamente com níveis mais elevados de eficácia dos funcionários.
Moral da história: seu resultado nitidamente superior, resultou em métricas de desempenho pobres.
“Você não pode gerenciar o que não pode medir”, afirma o lendário guru da administração Peter Drucker. Ele está certo, mas não o suficiente. O fato é que é muito mais fácil obter métricas erradas do que certas, e o dano causado a partir das métricas erradas geralmente excede o benefício potencial das métricas certas.
A métrica certa depende do entendimento claro do que a companhia quer realizar. Imagine que em vez de trabalhar em TI você seja um policial rodoviário. Se seu objetivo é pegar quem anda acima da velocidade máxima permitida, sua métrica será o maior número de multas emitidas por agente por hora. Se, por outro lado, seu objetivo for minimizar a quantidade de excesso de velocidade nas estradas, você vai garantir que cada carro da polícia esteja altamente visível, e a métrica passará a ser o menor quantidade de multas emitidas.
Uma razão aparentemente inteligente nem sempre é realmente inteligente
Qualquer objetivo que não possa ser transformado claramente em um número permite a manipulação para que os interessados o considerem atingido ou não. Talvez sua organização não tenha definido as métricas necessárias para avaliar um objetivo. Muitas vezes, elas e os instrumentos para chegar a elas, são especificados antes da definição do objetivo. E talez aí esteja o “x” da questão.
A SMART é uma técnica de definição de metas muito popular. Ela representa (com algumas variações) os objetivos específicos, mensuráveis, atingíveis, realistas e e em tempo (ou com prazo).
Quem poderia argumentar contra uma técnica de formulação de objetivos como essa? A resposta: quem prefere a prevenção para a solução de problemas, ainda que, com poucas exceções, as ações preventivas sejam mais difíceis de medir.
A prevenção bem-sucedida é indistinguível na ausência de risco. Qualquer um que tenha trabalhado em projetos Y2K, sabe bem. Muitos foram acusados de desperdiçar dinheiro da empresa em um falso problema diante da não ocorrência do caos anunciado para o dia 1º de janeiro de 2000.
Será que eles definiram claramente o método ou sistema de medição que seria usado para monitorar o seu objetivo: evitar a parada dos sistemas com a troca da data?
Há, ao que parece, quatro maneiras diferentes de realizar métricas erradas. Você pode:
- Medir as coisas certas de forma ruim.
- Medir as coisas erradas, bem ou mal.
- Negligência a medição de algo importante.
- Estender as métricas a funcionários individuais.
O primeiro problema é o mais fácil de evitar. Depois de saber o que você precisa medir – quais são seus objetivos – as falhas mais comuns são fáceis de detectar e corrigir. Um exemplo comum é não dar pesos diferentes para atividades diferentes. Nosso exemplo de help desk teria falhado este teste, mesmo que a taxa de resolução fosse a medida certa: todas as chamadas para o help desk foram contadas de forma igual, mesmo que resultassem em quantidades dramaticamente diferentes de tempo para resolução dos problemas.
O segundo problema é mais difícil de detectar. Foi o pecado cometido no caso do help desk. A taxa de resolução não era o elemento mais importante para medir. O tempo de trabalho do usuário gasto para resolver dificuldades técnicas é o que importa.
As empresas devem querer também que seus funcionários aproveitem ao máximo as ferramentas disponíveis para eles. É um outro objetivo muito importante e de difícil mensuração. O gerente de help desk reconhecia essa importância e instituiu programas nessa direção.
E aí chegamos na quarta e mais polêmica falácia métricas – ampliar as métricas para funcionários individuais. Por mais tentadora que seja, é quase sempre uma proposta perdedora, porque os empregados quase sempre descobrirão as formas como as métricas são aplicadas.
Métricas não importam se não forem associadas a maneiras de saber se a organização está ou não alcançando os objetivos mais importantes. Caso contrário, seus administradores estarão voando sem instrumentos. O desafio é medir direito, porque há coisas piores do que voar sem instrumentos. Entre elas, voar com base em instrumentos que permitem leituras falsas.
Fonte: Computer World
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10 tendências para mobilidade em 2012
14 de dezembro de 2011
A Juniper divulgou nesta segunda (12) uma lista com previsões para a indústria mobile e wireless no ano que vem. O estudo completo, com descrições de cada item, pode ser baixado no site da consultoria.
1. A recessão global irá atingir em cheio a venda de dispositivos “inteligentes”, como smartphones e TVs conectadas à web.
2. As Olimpíadas de Londres no ano que vem irão incentivar a publicidade e as apostas em dispositivos móveis, e serão o início da decolagem da tecnologia NFC.
3. Cupons móveis irão liderar o segmento de mCommerce (vendas no celular), apesar da estagnação das economias na maior parte do mundo.
4. 2012 será o ano dos processadores de quatro núcleos (quad-core).
5. O Windows 8 irá incentivar o renascimento da Nokia e ter forte impacto no mercado de tablets.
6. Em 2012, veremos ataques de malware de grande impacto entre os dispositivos móveis
7. Acelerômetros MEMs e giroscópios irão transformar o mercado de sensores para dispositivos móveis
8. O chamado “Social Gaming” (games sociais) será um dos grandes líderes na indústria de jogos móveis, com a introdução dos jogos “em sincronia”.
9. Online, mobile e físico começarão a se fundir em um só mercado de varejo.
10. A chamada “nuvem móvel” irá liderar as comunicações colaborativas, facilitando o acesso dos funcionários a aplicativos corporativos.
Fonte: Computer World