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Arquivo de janeiro de 2012



  • Websense mapeia os “5 tipos de vilões” da web


    31 de janeiro de 2012

    Hackers: quem nunca ouviu falar neles? Associados a nomes como Wikileaks, Anonymous, LulzSec, malwares, keyloggers e tudo mais, os famosos “vilões virtuais” têm diversas funções, mas são comumente associados a crimes, invasões e ataques a diversos tipos de vítimas através da internet.

    O termo “hacker” era usado por estudantes do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA, para designar aqueles que “fuçavam” nos computadores, ultrapassando os limites de uso permitidos. Assim sendo, “hacker” não classifica um criminoso e sim uma pessoa que tem habilidades o suficiente para ultrapassar barreiras que um usuário comum não conseguiria.

    Para o que quebra as barreiras da lei, o nome é outro: são conhecidos como “crackers”. Esses sim, tem a função de roubar e invadir. Aliás, esse termo só foi criado para diferenciá-los dos hackers, que não têm objetivos maliciosos. Os crackers são responsáveis por roubos de contas, criação de malwares, disseminação de spams e scams, roubo de dados e até de dinheiro. Esses sim, são os famosos vilões.

    Porém, nos dias de hoje, a palavra “cracker” caiu no desuso. A palavra “hacker” é usada, tanto para caracterizar ativistas e pessoas com conhecimento necessário e os que utilizam ferramentas com má fé para se aproveitar de usuários desavisados. Aqui, o que diferencia o dois é a associação com as atitudes, sejam elas de boa ou má indole.

    Mas, será que existem diversos tipos de criminosos? A Websense, empresa especializada em pesquisas de segurança na web, mapeou os “5 tipos de vilões” do crime virtual. Confira abaixo:

    1. Crianças de scripts

    Quem: Esse grupo quer fazer parte da ação. Costumam ser vistos como adolescentes fedorentos e sem barba na cara, que fazem seus ataques no meio da madrugada, enquanto tomam refrigerantes e comem sacos enormes de batatas fritas. Lembra-se do filme “Jogos de Guerra”? Apesar de lançado há quase 30 anos, a imagem é mais popular do que nunca. Eles costumam invadir os computadores usando programas criados por outras pessoas, com muito pouco conhecimento de como funcionam e, outras vezes, apenas exercitam seus músculos virtuais recém-formados.

    Por que: Porque eles podem. Eles não são os criminosos mais “barra pesada” do mundo virtual – sua motivação principal não é o dinheiro –, é só o direito de poder se gabar. É uma prova que têm as habilidades ou agem assim pelo simples prazer de fazer algo errado. No melhor dos casos, eles são um incômodo e, no pior, estão refinando seus currículos para uma carreira como futuros criminosos virtuais.

    O que: Em 2009, um hacker de 18 anos sequestrou contas famosas no Twitter, incluindo a de Barack Obama e de Britney Spears. Ele conseguiu acessar o painel de controle administrativo do Twitter instalando um programa automático de adivinhar senhas na conta de um membro da equipe de suporte, concedendo a ele o direito de acessar qualquer conta da rede através da reconfiguração da senha. Ao perceber que não havia usado um proxy para ocultar seu endereço de IP, possibilitando o rastreamento da sua conexão, ele compartilhou as informações com outros hackers para hackear as contas.

    2. 
    Hacktivistas

    Quem: Essa categoria inclui os hackers que são motivados por crenças sociais, políticas, religiosas, ambientais ou pessoais. Normalmente percebidos como manifestantes usando roupas de fibra natural com placas de papelão feitas à mão ou penduradas em árvores, esses ativistas trocaram a tinta spray pelo teclado, e costumam usar uma série de ferramentas de software disponibilizada na internet para espalhar suas mensagens a um público maior.

    Por que: Para ganhar atenção. O ciberespaço é uma plataforma enorme e perfeita para realizar suas operações. Geralmente, não há ganhos financeiros. Eles procuram apenas envergonhar ou criar momentos inconvenientes para seus oponentes, desfigurando sites, organizando redirecionamentos e ataques de negação de serviço ou roubando/divulgando informações. As formas de hacktivismo também incluem paródias de sites, blogs anônimos e salas virtuais (uma variação da negação do serviço) e podem entrar no modo de espionagem corporativa caso isso signifique enfraquecer o oponente.

    O que: O WikiLeaks é o exemplo mais notório dos últimos meses. O WikiLeaks é uma organização internacional não governamental que publica mídias particulares, secretas e classificadas de fontes de notícias anônimas, vazamentos de notícias e delatores. Seu site, lançado em 2006, afirma que reuniu um banco de dados de mais de 1,2 milhão de documentos no 1º ano de operação. Originalmente lançado como um wiki editável pelo usuário, o site partiu para um modelo de publicação mais tradicional e não aceita mais comentários de usuários ou edições.

    3. eMugger

    Quem: Trata-se do maior grupo de hackers. Em outros tempos, seriam encontrados roubando sua bolsa, derrubando senhoras na rua ou vendendo relógios de ouro falso por US$10 de uma mala velha. Essa turma adquiriu algumas habilidades com o passar do tempo, nada complicado demais, simplesmente malware, adware ou spam. Quando conseguem aperfeiçoar suas habilidades, essas pessoas continuam fazendo a mesma coisa sempre.

    Por que: Ganhos financeiros rápidos. Os principais meios são programas falsos de antivírus, a manipulação da sua identidade, uso dos números do seu cartão de crédito ou roubo de senhas. Alguns ganham dinheiro através de propagandas ilegais, geralmente custeadas por uma empresa legítima em troca de clientes. Alguém aí quer Remédios Baratos? Alguns membros desse grupo acreditam ser apenas “publicitários agressivos”. Por isso, eles dormem bem à noite.

    O que: A contaminação via phishing e SEO foi usada apenas alguns minutos depois do terremoto que atingiu o Japão em março de 2011. E-mails pedindo doações para uma causa falsa de “Assistência humanitária ao Japão” foram distribuídos e buscas pelas últimas notícias online apontaram para diversos links de sites maliciosos. Seguindo o link, a vítima era redirecionada a um AV falso através de um botão “CLIQUE AQUI”. Em seguida, um alerta comunicava que seu computador já poderia estar infectado. Ao clicar no botão “Cancelar” ou “OK”, o antivírus falso com a aparência do Windows é exibido. Isso preocupa o usuário, que é levado a pensar que seu computador está infectado e que ele deve baixar o programa dos fraudadores e pagar para limpar sua máquina.

    4. Ninja Peso Pesado

    Quem: Esses são os pesos pesados do mundo de cibercriminosos. Os ataques e espionagens corporativas são atividades clandestinas, organizadas e apoiadas por agentes profissionais que operam da mesma maneira que as empresas verdadeiras que querem roubar. Os “operários” nesse esquema costumam ser encontrados trabalhando com equipamentos de última geração, monitores múltiplos e com cortinas ou persianas fechadas. Enquanto isso, os chefões são pessoas com grandes redes de contatos, envolvidas em muitos negócios e bem focadas. Juntos, eles formam uma equipe formidável.

    Por que: Muito dinheiro. Esses caras saem em busca de dados confidenciais corporativos que podem ser vendidos a quem fizer a melhor proposta. São 2 categorias diferentes nesse grupo: uma com uma visão de longo prazo, usando Ameaças Persistentes Avançadas (APT), e outro grupo mais concentrado nos ganhos financeiros de curto a um médio prazo.

    O que: O ataque de APT em 2009/2010, apelidado de Operação Aurora, foi direcionado a grandes empresas de tecnologia dos EUA incluindo o Google e a Adobe. Acreditava-se que o ataque originou-se na China com especulações sobre envolvimento do governo. A Aurora explora uma vulnerabilidade de dia zero do Internet Explorer, com a meta de roubar IPs e alterar o código da fonte.

    5. Soldados Virtuais

    Quem: Essa é uma atividade governamental para invadir computadores ou redes de outros países para causar danos, dificuldades ou explorações com um objetivo final de reduzir a capacidade militar do oponente. Essas pessoas são as forças especiais do mundo virtual: hackers altamente especializados, bem qualificados e super habilidosos. Você jamais saberia quem eles são – porque, se eu contar, teria que te matar.

    Por que: A Guerra Virtual foi descrita como o 5º domínio da guerra, com o Pentágono formalmente reconhecendo que o espaço virtual é tão importante quando as operações militares em terra, no ar e no espaço. Acredita-se que pelo menos 100 países já desenvolveram meios de usar a internet como uma arma e atacar mercados financeiros, sistemas de informática do governo e serviços públicos. Os Soldados Virtuais podem agir como APT ou espiões corporativos, mas tudo que aprendem é usado com um objetivo militar específico.

    O que:
     O Stuxnet é um exemplo claro desse método de ataque, um caso clássico de uma APT (ameaça persistente avançada). O Worm foi descoberto em julho de 2010, e foi o primeiro malware complexo e especializado em focar apenas softwares industriais. Ele foi criado para comprometer o programa nuclear iraniano, e acreditava-se que fosse trabalho de um grupo de cinco a dez pessoas com muitos recursos no decorrer de seis meses.

    Especulação: Apenas um governo apresenta essa capacidade.

    Agora que você já conhece todos eles, comece a ter mais cuidado. Porque é sempre bom lembrar: mantenha sempre seu antivírus atualizado e não clique em links suspeitos. A segurança precisa vir sempre em primeiro lugar!

    Fonte: Olhar Digital

  • Três dicas para tornar um app amigável ao usuário


    30 de janeiro de 2012

    Uma interface amigável ao usuário é a regra mais importante de todas se você quiser que colaboradores e usuários externos adotem uma aplicação corporativa. Mas, para falar a verdade, o que torna um aplicativo “user-friendly”? Essa é uma ciência complicada, com livros e pesquisas dedicados exclusivamente a esse assunto; no entanto, se seu app possui algum desses três elementos, isso não é um bom sinal.

    1. Muitos lugares para fazer escolhas, especialmente na mesma tela. “Se você estiver trabalhando com uma tela que possui 40 opções, menus drop-down e outras caixas, não é realmente porque precisa fazer 40 coisas diferentes”, pontuou Brian Fino, diretor da Fino Consulting. “Se estiver desenvolvendo uma interaface simples e bem pensada, com apenas alguns controles discretos, fica mais fácil para utilizar e testar. E, com sorte, a aplicação se torna mais estável”.

    2. Muitas telas. “Existem princípios de desenvolvimento de aplicações que realmente transcendem a questão de empresa ou consumidor”, destacou Bill Clark, analista da Gartner. “Um deles é a ‘regra dos três cliques’. A cada vez que o público precisa clicar em um link ou ser transportado para outra tela, você perde metade dele em termos de atenção e para manter em mente o contexto do que estavam fazendo momentos antes. Depois de três cliques, já perdeu muita gente”.

    3. Funcionalidades demais. Considere a combinação dos primeiros itens. Se você não pode colocar muitas coisas em uma mesma tela e não é recomendável ter telas demais, tudo leva a uma conclusão inevitável: não dá para abraçar o mundo e oferecer conteúdo em excesso.

    E essa é uma boa estratégia, de acordo com Mike Croucher, responsável pela arquitetura de TI da British Airways. “Você não pode tornar essas coisas muito complexas, é preciso realmente pensar sobre a quantidade de informações e opções necessárias para que os usuários executem uma ação. Se as pessoas tiverem que passar por uma transação atrás da outra, fica muito chato. Sendo assim, preste atenção ao valor de cada info colocada na tela” conclui.

    A solução, de acordo com o especialista, é não tentar criar um aplicativo que resolva todos os problemas de todos os usuários. “Nossas aplicações tendem a ser feitas sobre a regra dos 80/20, ou seja: tente desenvolver algo que faça 80% ou 90% do que você precisa muito bem, e ignore o resto”, afirmou Croucher.

    Fonte: IDGNow

  • Seis dicas para melhorar sua produtividade


    27 de janeiro de 2012

    Se você resolveu parar de procrastinar e ser mais produtivo, suas melhores intenções podem ter sido rapidamente subvertidas por sua rotina de trabalho.

    Na opinião do especialista Jason Womack, autor do livro “Your Best Just Got Better: Work Smarter, Think Bigger, Make More”, mudar a forma como fazemos o nosso trabalho para melhorar a nossa produtividade é uma tarefa difícil, porque nossos processos tornam-se hábito. E, em muitos casos, esses hábitos nos fizeram bem sucedidos (mesmo que tenham nos levado muitas vezes ao limite da sanidade).

    “Um gerente de nível médio, por exemplo, tem provavelmente o hábito de viver movido pelo alerta de e-mail ou o zumbido do BlackBerry”, diz Womack, e ele provavelmente foi recompensado por sua capacidade de resposta. “Será difícil para ele mudar seu hábito de resposta pavloviana.”

    O maior erro que os profissionais cometem quando se trata de gestão de tempo, acrescenta Womack, continua sendo usar o seu tempo para atividades que não merecem dois minutos de atenção.

    “Eles continuam escrevendo um e-mail mesmo já tendo respondido à pergunta na linha de assunto. Prolongam a conversa ao telefone depois de já terem abordou a finalidade da chamada. Permanecem na sala de reuniões após os pontos do encontro já terem sido cobertos.”

    Para impedir que você cometa os mesmos erros, Womack preparou seis dicas de gerenciamento de tempo que considera mais eficazes para o aumento da produtividade.

    1. Atenha-se à regra de 15 minutos
    Womack recomenda organizar o seu dia de trabalho em pedaços de 15 minutos. Segundo o especialista porque 15 minutos é tempo suficiente para fazer alguma coisa e curto o suficiente para organizar o seu dia. Se você trabalha oito horas por dia, você tem 32 períodos de 15 minutos. A jornada de trabalho de 10 horas rende 40 períodos de 15 minutos.

    Quando você tem que agendar uma reunião ou conferência que pode ter uma hora de duração, Womack recomenda iniciá-la 15 minutos após a hora e terminá-la na hora. Ele acredita que as pessoas podem realizar em 45 minutos (isto é, três períodos de 15 minutos) tudo o que pensam precisar de 60 minutos para fazer. Uma reunião de 45 minutos obriga você a ter foco e ir direto ao ponto e ainda rende 15 minutos extras para cuidar de outro item da sua lista de afazeres.

    2. Saiba dar uma tarefa por concluída
    Continuar a trabalhar em algo quando já se fez o que essencialmente era para ter sido feito é uma significativa perda de tempo que a maioria dos profissionais sequer tem consciência.

    3. Elimine as distrações
    O conselho Womack é para evitar distrações específicas. Se seu gerente está propenso a interrompê-lo com perguntas, antecipe-se a ele. Transforme em rotina abordá-la para dar feedback de suas atividades, em horários mais tranquilos para ele, logo no início do dia.

    Outra dica de Womack: Se você precisa fazer uma pergunta rápida para alguém, e deseja evitar o risco de ser pego em uma conversa prolongada em torno o assunto, ligue para a pessoa alguns minutos antes da hora cheia. Há uma grande chance desta pessoa não ter tempo para bate-papo, também, por conta de um compromisso pré-agendado.

    4. Identifique verbos que precisam de atenção
    Womack recomenda organizar sua lista de afazeres em torno de verbos, como elaboração, revisão, preparação e programação. Essas são tarefas que você pode geralmente completar em um período de 15 minutos e que ajudam a mover um projeto maior para a frente, diz ele.

    Se você tem uma grande variedade de verbos em sua lista de afazeres, tais como planejar, discutir, criar ou implementar, tente substituí-los por etapas da ação, acrescenta Womack. Isso vai ajudá-lo a reduzir a sensação de estar sobrecarregado.

    5. Esteja preparado para um bônus de tempo
    A próxima vez que você descobrir que seu vôo atrasou ou o seu médico está atrasado, não fique irritado. Você acabou de ganhar um “bônus”. Se você levar algum trabalho com você onde quer que vá, como sugere Womack, você terá a chance de realizá-lo _ responder a um e-mail, retornar uma ligação, revisar uma proposta ou elaborar um plano.

    6. Use atalhos de e-mail
    Womack observa que tanto o BlackBerry quanto o iPhone permitem aos usuários criar atalhos de teclado para o envio de e-mail. Ele criou vários atalhos de teclado que reutiliza frequentemente. Por exemplo, se alguém envia um e-mail a Womack pedindo-lhe informações sobre como usar o Microsoft Outlook de forma mais eficaz, tudo que ele tem que fazer é digitar o seu atalho, “OL”, que preenche automaticamente o seu e-mail com uma resposta padrão para a pergunta. (Este vídeo demonstra como criar esses atalhos de teclado no iPhone 4S. E este mostra como criá-los em um BlackBerry.)

    Womack defende a tese de que o uso desses atalhos o tem feito economizar uma tonelada de tempo desde que ele desenvolveu várias respostas para algumas das perguntas mais comuns que as pessoas fazem a ele. O impedem de ter que recriar a resposta toda vez que alguém envia uma dúvida recorrente por e-mail.

    Em resumo, ser mais produtivo só depende de você. Mantenha-se responsável por sua produtividade. No final de cada dia, durante 20 dias, yome nota de tudo o que você fez com o seu tempo naquele dia. Anote as pessoas com as quais você se encontrou, os projetos ou tarefas que você completou, ou o que você aprendeu.

    O exercício soa um pouco como o trabalho escolar elementar, mas a intenção é torná-lo consciente de como você gasta seu tempo.

    Fonte: IDGNow

  • Os cinco maiores erros que as empresas cometem nas redes sociais


    26 de janeiro de 2012

    Muito se fala sobre a importância das redes sociais para as empresas, mas poucas companhias tiram vantagem disso. Existe um grande potencial dentro das mídias sociais, especialmente para conhecer o mercado, os clientes e depender menos de pesquisas. Para ajudar as companhias nessa difícil tarefa de inclusão nas redes sociais, o CEO e co-fundador da Napkin Labs, Riley Gibson, publicou no site Mashable os maiores erros cometidos pela empresas na hora de usar as redes sociais. O presidente da startup, que ajuda as companhias a tirar das redes sociais insights valiosos para os seus negócios, ainda deu dicas de como usar essas ferramentas para o progresso da companhia. Veja abaixo.

    1 – Empresas esquecem de questionar os seus clientes 

    Clientes adoram dar opinião e influenciar as diretrizes das companhias, mas é improvável que eles façam isso sem serem solicitados primeiro. As empresas precisam ter o costume de utilizar o Facebook ou Twitter para questionar seus clientes sobre determinados produtos, estratégias de marketing ou qualquer coisa relevante. “Quando as pessoas responderem, vá fundo! Transforme qualquer ideia inicial em conversas e tente criar algo real em cima desses diálogos”, sugere Gibson.

    2 – Empresas usam as mídias sociais para se auto-promover

    Normalmente é o departamento de marketing que controla as atividades da empresa dentro das redes sociais. Por isso, não é surpresa para ninguém que a maioria das informações que as companhias dividem na rede seja sobre seus próprios produtos ou serviços. O problema, segundo Gibson, é que tuítes e posts promocionais não geram uma conversa útil com os clientes. As companhias precisam entender que nem tudo deve girar ao redor delas. O ideal é postar conteúdos engraçados, inteligentes, interessantes, além de enquetes e perguntas. Dessa maneira, os clientes vão perceber que a companhia se importa com suas opiniões e que ela tem personalidade o suficiente para falar sobre outros assuntos.

    3 – Empresas se prendem ao tempo e à mão de obra

    Muitas companhia acreditam que teriam um melhor desempenho nas redes sociais se tivessem mais pessoas e tempo para trabalhar com as ferramentas. Apesar disso fazer certo sentido, Gibson acredita que não é preciso tanto tempo nas redes sociais para criar um envolvimento efetivo. Na maioria dos casos, aqueles que administram esses canais sociais só precisam de um pouco de direcionamento e foco. Se reunir frequentemente com o time de desenvolvimento de produtos ou atendimento ao cliente, por exemplo, ajuda a equipe responsável pelas redes a definir um rumo que valha o tempo e esforço gastos.

    4 – Empresas se satisfazem com feedbacks positivos

    Gibson comenta que quando conversa sobre as respostas obtidas nas redes sociais, a maioria das empresas diz estar muito feliz com a quantidade de feedbacks positivos que recebe. Claro que saber que os negócios vão bem é sempre bom, porém as companhias precisam mais do que um feedback positivo para ajudar a impulsionar os negócios. Para se obter informações mais úteis para seus negócios, as empresas devem postar e tuitar assuntos relevantes para sua área, serviços e produtos. Respostas para uma pergunta que questiona o tipo de design que combina mais com um produto pode ser mais eficaz do que um elogio sobre a beleza de algo já existente.

    5 – Empresas recebem feedbacks, mas não fazem nada a respeito

    Normalmente os times que administram as redes sociais das empresas não são as mesmas pessoas que tomam as decisões sobre os rumos da companhia. Isso significa que muitas ideias valiosas, coletadas por meio das redes sociais, podem se perder. De acordo com Gibson, para aproveitar todas as vantagens que os sites de relacionamento proporcionam, é necessário criar um sistema que garanta que as ideias e feedbacks provenientes de clientes sejam repassados para os executivos que comandam. A comunicação interna da companhia é essencial para que os dados coletados gerem mudanças positivas na empresa. Além disso, Gibson lembra que, uma vez que os clientes perceberem que suas opiniões e ideias estão sendo aceitas, eles terão mais vontade de contribuir com o desenvolvimento da companhia.

    Fonte: Olhar Digital

  • Quatro dicas para deixar seu Feed de Notícias mais limpo no Facebook


    25 de janeiro de 2012

    Você provavelmente tem vários amigos no Facebook que postam coisas demais, jogam muitos games ou compartilham um número grande de fotos. Essas pessoas bem-intencionadas acabam inundando seu Feed de Notícias com ruído.

    Má notícia: à medida que o Facebook continuar a lançar mais novos apps para a Timeline, seu Feed deve ficar cada vez mais cheio. Agora a boa notícia: existem várias soluções rápidas e fáceis para cortar o que você não quer e deixar aparecendo as informações que importam.

    Confira abaixo quatro maneiras para refinar suas configurações no Facebook e cortar o excesso do seu Feed de Notícias e tornar esse recurso mais produtivo para você.

    1. Uma alternativas para terminar a amizade
    Se você tem amigos que quer remover do Facebook, mas acha que acabar a “amizade” com eles é muito duro, há uma alternativa: basta cancelar a assinaturas das atualizações.

    Ao escolher a opção de cancelar a assinatura de um amigo, nenhuma atualização dele ou dela aparecerá mais no seu Feed de Notícias, mas vocês continuarão amigos no site. Eles ainda poderão entrar em contato com você, e vice-versa. E esse amigo nunca ficará sabendo que você cancelou a assinatura, ao contrário do que aconteceria se rompesse a relação na rede social.

    Para cancelar uma assinatura, visite seu perfil no Facebook. Na parte superior direita da sua página, você verá uma série de botões: Amigos, Assinado, Mensagem e um ícone de ferramenta. Clique no botão Assinado para revelar um menu de opções. Para cancelar a assinatura, clique simplesmente na opção “Cancelar Assinatura”, na parte inferior da lista.

    Também é possível cancelar uma assinatura diretamente no seu Feed de Notícias. Para isso, vá até um post do amigo(a) em questão e clique na flecha à direita para abrir o menu drop-down. Aqui, você terá a opção de cancelar a assinatura do seu amigo por completo ou apenas suas atualizações de status.

    Além disso, é possível escolher outras opções de cancelamento de assinatura, como, por exemplo “Todas as Atualizações”, que cancela tudo; “Atualizações mais recentes”, que é a configuração padrão e exclui algumas postagens; e “Somente atualizações importantes”, que mostará apenas atualizações como mudanças em relacionamentos, novos empregos e mudanças de cidade.

    2. Esconda aplicativos específicos do seu Feed de Notícias
    Se o seu Feed de Notícias está lotado de updates do Spotify e outros aplicativos e games, você pode escondê-los de maneira fácil. Veja abaixo como fazer isso.

    Passe o mouse sobre um post específico no seu Feed de Notícias. Clique no menu drop-down e selecione a última opção, “Ocultar tudo de (nome do aplicativo que você não quer mais ver atualizações)”. Escolher esse item significa que você nunca mais verá updates desse app, independente de qual amigo estiver usando-o.

    Se você já quis esconder as atualizações de um aplicativo, desça a barra de rolagem do seu Feed de Notícias e selecione “Editar Opções”. Aqui, você verá todos os aplicativos que escolheu ocultar no seu Feed de Notícias. Para voltar a receber updates e posts de um deles, basta clicar no “X” para removê-lo da lista.

    3. Destaque histórias para “ensinar” ao Facebook o que é importante para você
    Você pode organizar os posts no Feed de Notícias de duas maneiras: “Histórias em destaque primeiro” e “Histórias recentes primeiro”. As histórias em destaque são aquelas que o Facebook acha que são as mais importantes para você.

    Se você organizar seu Feed de Notícias por “Histórias em destaque primeiro”, vai perceber que as principais são identificadas com uma margem retangular azul no canto superior esquerdo. Para ajudar o Facebook a saber quais histórias são ou não importantes para você, clique no canto superior esquerdo e desmarque as que não são tão importantes para você.

    Com o tempo, o Facebook aprenderá quais posts você quer ver, e colocará esses no topo da visualização de histórias em destaques, deixando as menos importantes lá embaixo.

    4. Filtre seu Feed de Notícias pelas listas de amigos
    As novas listas de amigos do Facebook, que foram lançadas em setembro de 2011, automaticamente agrupam alguns dos seus amigos com base na sua frequência de interação com eles, membros da família, colegas de trabalhos, e geografia.

    Além de tornarem mais fácil o controle do acesso ao seu perfil, atualizações e fotos, essas listas também são uma boa maneira de fugir do ruído do Feed de Notícias e visualizar apenas as atualizações dos amigos mais próximos.

    Após ter criado novas listas ou editado as que o Facebook criou para você, busque pela seção “Listas” na coluna de navegação à esquerda. Algumas vezes, a opção “Listas” também pode ser encontrada em “Mais”.

    Se você possui muitas listas, algumas vezes apenas as primeiras aparecerão. Passe o cursor sobre essa seção para a opção “Mais”, e então clique para ver todas as suas listas. Para visualizar apenas as atualizações de amigos nessa lista no seu Feed de Notícias, clique no nome da lista.

    Fonte: IDGNow

  • Sete verdades sobre consumerização da TI


    24 de janeiro de 2012

    Os usuários corporativos de TI deixaram de ser ignorantes sobre tecnologia, muitos são até fascinados pelas mesmas. Por outro lado, as ferramentas tradicionalmente posicionadas para o mercado de consumo são muitas vezes superiores às voltadas para uso profissional. Eles estão usando cada vez mais dispositivos móveis, serviços de cloud computing, redes sociais e outras ferramentas de software. Mas há implicações boas e más para a capacidade de resposta, produtividade, gerenciamento e segurança das empresas. É o fenômeno chamado de consumerização.
    Nesse cenário, vale a pena rever sete aspectos na estratégia para lidar com a tendência da consumerização da TI.

    1- Não se consegue pará-la: seja quais forem as razões levantadas pelas TI para manter o controle sobre a tecnologia da empresa, isso não importa. Os usuários estão escolhendo usar a sua própria tecnologia, e não é porque sejam fãs incapazes de se conterem face a uma marca. A tendência de consumerização é incontrolável e fundamentada em necessidades de negócio das empresas. O problema não é saber como barrar a tendência, mas perceber como fazer para trabalhar nessa realidade.

    2- É realmente uma questão de gestão: a consumerização de TI exige fundamentalmente empregados de confiança, sem tentar programá-los para comportamentos cristalizados ao restringir a adopção de tecnologias. Saber em quem confiar para aquilo que é, em última análise, uma questão de gestão – explorando a paixão e a capacidades das pessoas – acaba por excluir os funcionários, incapazes de demonstrar discernimento e merecer confiança.

    Da mesma forma, adotar uma atitude mais ponderada sobre os riscos permitidos e flexíveis é uma questão de gestão impossível de resolver com a tecnologia. A consumerização das TI afeta os negócios e a gestão de TI da mesma forma.

    3- Fazer gestão de dispositivos é um bom primeiro passo: embora a consumerização abranja dispositivos móveis, serviços de cloud computing, aplicações de desktop, e redes sociais, é bom começar com os dispositivos, dado essas plataformas virem com componentes de API, capazes de suportar uma abordagem baseada em políticas para acesso e gestão da informação. Além disso, os principais casos de adoção são relativos ao acesso a plataformas de e-mail.

    Associar os dispositivos ao sistema de permissões de acesso  (como o Active Directory) será uma medida de segurança natural. Mas, claro, a gestão de dispositivos móveis deve incluir o dispositivo em si, a rede, as aplicações, o acesso e a gestão da informação – são aspectos que devem contar também  para dispositivos fixos.

    4- Legislação sobre propriedade da informação é instável: embora se possa ter a certeza de que as informações transmitidas por meio de contas de e-mail e outras pertencentes às empresas, são propriedade das organizações. Mas as leis são menos claras sobre a informação transmitida pelas contas de funcionários e redes sociais, mesmo durante o trabalho. A forma como as leis e decisões judiciais começam a dar uma melhor forma às regras exige acompanhamento de proximidade.

    5- Participação em redes internas  não pode ser decretada: ao perceberem o sucesso do Twitter e do Facebook, muitas empresas implantam plataformas internas sobre as quais incentivam a construção de uma comunidade. O problema é que as abordagens decretadas não encorajam a constituição de comunidades construtivas, nem as tecnologias normalizadas e inflexíveis. As redes sociais precisam ser nutridas nas suas muitas formas. Além disso, é preciso confiar nas pessoas para poder criar um ambiente vibrante, comunidades visíveis capazes de serem embaixadores da organização.

    6- Experiência do utilizador não pode ser defraudada: muitas aplicações internas e empresariais têm interfaces de usuários pobres, proporcionando más experiências. Segundo o CIO da SAP, Oliver Bussman, isso vai deixar de acontecer: os usuários têm agora aplicações pessoais e serviços, que aumentam suas expectativas. Os departamentos de TI e programadores nas empresas precisam ser muito sensíveis em relação às interfaces, e à possibilidade de os usuários migrarem para aplicações e dispositivos externos se as tecnologias das empresas falharem. Os departamentos de TI devem prever maiores gastos de tempo e esforço em questões relacionadas à experiência do usuário.

    7- A concorrência já está a trabalhar sobre o assunto: apesar das preocupações sobre segurança e gestão da informação serem legítimas, muitas empresas estão percebendo o potencial de permitir que os empregados usem dispositivos móveis pessoais para trabalhar,  usufruam de serviços de cloud computing, redes sociais e aplicações de desktop especiais. Assim, estão forjando esforços para suportar a consumerização, aprender a equilibrar a segurança com a disponibilização de recursos.

    Fonte: Computer World

  • Dez táticas essenciais para aumentar a audiência do seu blog


    23 de janeiro de 2012

    Muitos sonham em viver do próprio esforço, serem seus próprios chefes e, quem sabe, conseguir até certa fama com isso. A profissão de “blogueiro” parece ser um atalho para esses três objetivos. “Parece”, já que, para se tornar um blogueiro de sucesso – o chamado pro blogger -, você também terá que se esforçar muito – e se estressar mais ainda.

    Pensando nisso, mostramos dez táticas que, embora não sejam atalhos, podem lhe ajudar a evitar os erros mais comuns e, quem sabe assim, você consiga se destacar da ampla concorrência com certa antecipação:

    1) “Blogar” não é fazer mágica

    O primeiro pensamento de qualquer pessoa que quer começar um blog é como transformá-lo em uma fonte de renda suficientemente satisfatória para sustento próprio. Embora não seja errado sonhar, esse pensamento é um erro comum. Por que? Porque internet não é mágica. Embora a capacidade de transmissão de informação seja incrivelmente veloz, você vai levar muito tempo até que seu blog obtenha certa popularidade.

    Será necessário que você troque links e crie uma rede de relacionamento e networking sólida, para que as pessoas entendam seu conteúdo como algo válido e que forme opiniões. Em outras palavras, você vai suar a camisa sem retorno por muito tempo. O segredo é ter paciência.

    2) Faça os outros trabalharem com você

    Já ouviu o ditado contemporâneo que diz que “as redes sociais são o novo boca-a-boca”? Pois é. Assim que você publicar o seu post, viralize-o. Não falamos no sentido de encher a paciência dos seus amigos do MSN para divulgarem seus links (embora isso ajude também), mas de mostrar no Twitter, Facebook e afins como aquilo que você publicou é relevante e agrega conhecimento a quem você conhece. As redes sociais estão aí para isso: updates periódicos no Twitter e Facebook são essenciais nos dias de hoje. Em outras palavras, não peça ajuda aos seus amigos: faça com que eles queiram divulgar seu material.

    3) Não há o que monetizar aqui! Circulando…

    Você montou seu blog, escolheu o layout e já configurou as páginas que você queria. E agora, o que você vai fazer? Abrir o menu do Google AdSense e inserir o código para a exibição de anúncios direcionados, não é? Bom, você não poderia estar mais errado.

    A verdade é que o AdSense, que promete lhe pagar com um cheque do Google sempre que seus fundos atinjam a marca de US$ 100, não é uma boa ferramenta de monetização. Nem qualquer outra desse nicho. Os acessos ao seu blog, de início, serão tão triviais que, se você chegar à casa das centenas ao final do primeiro mês, você é um dos que tem sorte – e mesmo assim seu cheque vai demorar a chegar.

    Aqui, mais uma vez, vale a paciência. Continue postando e divulgando seu conteúdo de forma autônoma. Conforme sua rede de contatos e leitores vai crescendo, eventualmente você poderá abordar alguém para um post patrocinado e arrancar seus primeiros trocados com seu blog. É, essa sensação se chama orgulho. Sabemos como é.

    4) Defina um nicho e fique nele

    Video games, música, tecnologia, fofocas, esportes … Os assuntos que você gosta são tantos que a quantidade de pessoas que você pode atingir parece ser gigantesca. Nisso reside o problema: quem quer falar sobre tudo acaba não falando nada. Defina um tópico de abordagem – um que você tenha pleno conhecimento e estude sempre – e avance seu conteúdo na direção de um grupo que se interesse por esse assunto.

    Mais além: relacione-se com o seu público. Você tem um blog sobre basquete? Por que não procurar os fóruns mais populares do assunto e discutir os temas que você aborda? Ou acessar fan pages do Facebook para mostrar seu serviço, dispondo-se a conversar com os outros membros e pedir sugestões a eles? É uma forma bastante eficaz de se construir uma rede forte de leitores e amigos.

    5) Aprenda tudo o que puder sobre SEO

    A parte técnica de se ter um blog é incrivelmente chata. Convenhamos: quem quer ganhar a vida escrevendo por conta própria não é lá muito disposto a ficar horas mexendo em tags e códigos de Search Engine Optimization (SEO). Mas assim como o dinheiro que você está tentando ganhar, esse é um mal necessário.

    Sabia que o Google possui aproximadamente 3 bilhões de buscas feitas diariamente? Construir o SEO pode te colocar nessas buscas, o que, obviamente, é um enorme fator de direcionamento de audiência a seu favor. Atualmente, as ferramentas mais populares de blogs possuem guias para iniciantes, que explicam tudo de forma simplificada.

    Uma boa estrutura de SEO possui diversos benefícios: separa você dos spammers, pode colocá-lo em pontos altos de buscadores e garantir que sua audiência seja do tipo “vai-e-volta” – aquela que todos nós desejamos.

    6) Invista na sua imagem

    Por mais amigáveis que sejam, as plataformas “WordPress” e “Blogspot’ falham em um aspecto: qualquer endereço “seublog.wordpress.com” possui uma capacidade de repelir audiência. Isso se dá pelo fato da ideia – por muitas vezes errada – de que a ausência de um domínio próprio implica em amadorismo do autor. Para piorar, os layouts padronizados de ambas as plataformas, por mais belos que sejam, são usados por muitos blogueiros, evitando que você se destaque visualmente.

    Se você tem o conhecimento técnico para isso, poderá por conta própria investir na compra de um domínio e uma hospedagem (com menos de R$ 100,00 mensais você consegue fazer isso), para que vocÇe dê mais propriedade ao seu blog. Já no tocante ao design, você pode desenvolver um por conta própria ou, caso seja leigo no assunto, comprar um: empresas como ThemeForest e PremiumThemes.com oferecem layouts completos a partir de US$ 30,00. Em último caso, se estiver a fim de investir um pouco mais, contrate um webdesigner e tenha o seu próprio, exclusivo visual.

    7) Opine, mas dê o crédito

    Um bom escritor sempre mostra suas fontes. Isso dá crédito à imagem do autor como alguém confiável. É mais interessante ainda se, ao invés de você copiar uma notícia, você apenas introduzí-la num texto próprio, mostrando os seus pensamentos sobre aquilo – claro, com argumentação lógica, o que dá a oportunidade dos leitores discutirem e concordarem ou discordarem de você.

    8) O Google está aqui para ajudar!

    O maior titã dos buscadores online possui uma série de recursos que podem auxiliar você muito mais do que a busca orgânica de resultados. Um deles, por exemplo, é o AdWords Keyword Tool. Trata-se de uma ferramenta que lhe permite pesquisar quais palavras-chave, e os sinônimos delas, possuem mais efeito para determinado assunto. Ele funciona de forma similar à busca, com opções para buscar o termo exato ou, melhor para você, a procura simples, com termos abrangentes. Usar este recurso para determinar quais palavras-chave usar no seu texto pode ser a diferença na hora que seu blog precisar saltar nos resultados de busca.

    9) Está se relacionando com os outros? Então relacione-se mais!

    Participação em sites de perguntas e respostas (como o Yahoo! Answers), permitir assinaturas via feed e newsletter, abrir espaço para comentários, responder os comentários – tudo isso contribui muito para que sua audiência não só cresça em números, mas também em fidelidade. Quando você permite que o leitor interaja, ele automaticamente cria uma relação de confiança com o seu blog, voltando a ele sempre que quiser buscar alguma novidade sobre determinado tema.

    Sites como o Yahoo! Answers são especialmente interessantes nessas horas, uma vez que não só eles se provam uma ótima chance para você tirar dúvidas e linkar seu blog no processo, mas também servem de fonte para assuntos que você ainda não tratou.

    10) Escreva para os outros e os outros escreverão para você

    Conhece o termo guest blogging? Trata-se do nome dado à ocasião em que seu blog abriga o texto de outra pessoa, ou quando você escreve para outros. É uma das melhores formas de atacar audiências que, mesmo com as nove dica acima, você ainda não conseguiu conquistar. Inicialmente, é complicado convencer alguém de que você tem relevância o suficiente para escrever no blog/site dele; ou então convencer uma pessoa de que seu blog tem a audiência sedutora o suficiente para que ele queira contribuir para você. Nessas horas, amigos e contatos profissionais são de excelente ajuda. Aí vão algumas dicas para se dar bem em guest blogging:

    • Pesquise os posts do blog onde você quer escrever: é muito ruim perder tempo escrevendo um texto mais extenso apenas para vê-lo afundar por falta de interesse. Tenha uma noção da abordagem que o “blog-alvo” faz e qual o público que o frequenta.
    • O ideal é que seu texto tenha uma abordagem única, inédita para aquele veículo que você quer. Isso ajuda muito na hora de “vender seu peixe” e facilita a vida do dono do blog.
    • Da mesma forma, quando pedir a alguém que escreva para o seu blog, tente tornar o processo muito mais simples: ofereça um tema específico, além de informações sobre as visitas do seu site. Obviamente, quanto mais leitores você tem, mais sedutora será a sua oferta.

    Vale lembrar: esses são apenas dez processos de uma atividade muito maior. Se você conhece alguma dica que deixamos de abordar aqui, sinta-se à vontade para compartilhar seus conhecimentos conosco nos comentários abaixo!

    Fonte: Olhar Digital

  • Três dicas para vencer desafios do ambiente de TI


    20 de janeiro de 2012

    São três as estratégias usadas por um grupo profissionais para lidar com os desafios de ambientes de TI, cada vez mais complexos. Ou seja, avaliar o software em relação às vulnerabilidades antes de comprar, mudar de fornecedor e não de expectativas e fazer mudanças de forma frugal.
    1- Avaliar o software quanto às suas vulnerabilidades: é a filosofia adotada na Universidade de West Virginia. A instituição pede, cada vez mais, aos fornecedores de software para submeter os seus produtos propostos a um exame de avaliação de vulnerabilidades, antes de comprá-los.

    “Faz parte do processo contratual”, explica Alex Jalso, diretor-assistente de segurança da informação na universidade. O responsável utiliza o software IBM AppScan Enterprise como ferramenta de avaliação de vulnerabilidades, de análise e de correção de fragilidades de código.

    Jalso diz que o procedimento de análise permite à instituição ter um olhar mais profundo sobre o código. Como é de propriedade intelectual do fornecedor, a universidade compromete-se a trabalhar sob sigilo e não divulgar quaisquer questões que possam surgir.

    A organização ainda não convenceu todos os seus fornecedores de software, mas caminha nessa direção. A AppScan também é usada pela universidade para analisar eventuais falhas de segurança em aplicações web desenvolvidas internamente antes de entrarem em produção.

    Qual é a importância desse aspecto? Jalso diz que se trata de antecipar a identificação de pontos fracos no software, capazes de se tornarem um caminho de ataque para hackers e malware.

    Há uma série de questões jurídicas a considerar, também, como não violar as diretrizes de proteção de dados relacionadas com várias normas (HIPAA, PCI e FerpaA). A universidade considera não ser pedir demais a um fabricante que sujeite o seu software a um teste de vulnerabilidade – e na realidade, nem mesmo fazer isso várias vezes conforme ocorram mudanças na base do código, diz Jalso.

    2- Mudar de fornecedor em vez de alterar expectativas: Ross Elliott é gestor da rede para as escolas públicas de Brick Township, em Nova Jersey, um distrito com 12 escolas e 10 mil alunos. O departamento de TI para o distrito escolar oferece acesso à Internet com fio e sem fio para alunos e professores.

    Mas a parte mais aberta da rede sem fio mostrou sinais de tensão e congestionamento quando o número de alunos usuários aumentou, no início de 2011. Como efeito colateral, a firewall Astaro e o serviço da Comcast “não funcionavam bem juntos”, explica Elliott. Segundo ele, a configuração de firewall, baseada num “proxy” pode ter sido fator importante.

    Contudo, o responsável também estava insatisfeito com o suporte fornecido. O nível de disponibilidade da rede sofria queda e em junho a rede sem fio começou a ter desempenho fraco e “o departamento de TI foi bombardeado com telefonemas”, conta.

    O departamento da escola foi capaz de resolver os problemas de rede durante o verão, atualizando a largura de banda e adaptando firewall da SonicWall. E Elliott diz que podem ser necessárias mais mudanças no acesso à rede da escola para suportar os que são realizados por meio de dispositivos móveis.

    A Columbia Grammar and Preparatory School, em  Nova York, tinha cerca de 450 computadores Macintosh para uso em salas de aula, e não estava feliz com o desempenho dos servidores da Apple, há muito tempo. Por isso, mudou para servidores Windows, obtendo  melhores desempenhos no apoio aos computadores Macintosh, de acordo com Adam Gerson, codiretor de tecnologia da escola. Embora seja um fã dos Mac, numa “escola Mac”, não deixou que isso o impedisse de experimentar uma alternativa  aos servidores da Apple.

    3-Correção rápida: como em muitos sistemas escolares nos Estados Unidos, os professores realizam cada vez mais procedimentos de rotina online em vez de usarem papel. É o caso do grupo de cinco escolas do Belchertown School District, em Massachusetts.

    Professores e alunos vão a plataformas online para obter material das aulas ou outro tipo de suporte. O distrito começou a usar uma aplicação chamada PowerSchool, configurada com Cisco UCS a executar desktops virtuais VMware View, ligados a uma plataforma de armazenamento NetApp FAS2020.

    Mas de acordo com Scott Karen, diretor de tecnologia para o distrito escolar, haveria indícios de problemas de excessiva latência relativa à configuração das máquinas virtuais, quando muitos estudantes tentavam autenticar-se e usar o sistema ao mesmo tempo. Além disso, quando os professores usavam as plataformas nas salas de aula, em simultâneo, deparavam-se com a lentidão das mesmas, e a ocorrência de erros de arquivo.

    A falta de capacidade de “caching” nos velhos sistemas NetApp FAS era um problema, diz Karen. E adotar um sistema da NetApp maior e mais recente não era atraente do ponto de vista orçamental, para o distrito escolar.

    No entanto, como participante regular do grupo de usuários locais da VMware,  Karen descobriu uma solução mais econômica. Decidiu adotar um sistema de dois nós Avere FXT para optimizar as capacidades de leitura e registo.

    Foi rapidamente colocado a funcionar, trouxe a latência para um nível tolerável, e constituiu uma lição sobre virtualização de desktops.

    Fonte: Computer World

  • Cinco dicas para tornar os seus negócios mais interativos nas redes sociais


    19 de janeiro de 2012

    Diferente de anos atrás, quando uma empresa mantinha seu foco em campanhas publicitárias para a TV, outdoors de rua e outros veículos de comunicação, hoje, por assim dizer, houve uma grande transformação no conceito de reinventar e divulgar sua companhia para o público.

    Por um lado, as organizações não podem mais se dar ao luxo de desenvolver projetos mais fechados e com chamativas simples, que geralmente não atraem o interesse dos consumidores. Por outro, não se pode optar em não participar e permanecer em silêncio diante das notícias, em especial no que diz respeito à internet, redes sociais e outros desses sites, já que esse ciclo de informações é constante, e exige das empresas cuidado e atenção para não hesitarem.

    Com o aumento dos canais de mídia social, existe a necessidade de se comunicar facilmente – e simultaneamente – com os usuários. Dessa forma, que tipo de mensagem sua marca visa transmitir aos clientes socialmente engajados?

    Foi pensando nisso que o site Social Media Examiner elaborou cinco dicas de como você e sua companhia podem formular seus objetivos de forma confortável, fácil, rápida e confiante, para então tornar sua marca ainda mais eficaz no mercado da competitividade.

    1. Determine a personalidade da sua marca

    Grande parte das pequenas empresas cresce gradualmente, acrescentando clientes e serviços ao longo do tempo. À medida que evoluem, elas garantem uma reputação de como conseguem evoluir e fazer bons negócios, determinando, assim a voz da sua marca. Com isso, ao identificar os traços de personalidade da sua companhia, os clientes terão razões para chegar até você

    Um bom exemplo dessa situação é comparar a marca da sua empresa a um tipo de carro, rede de hotéis ou até a um CEO de alguma multinacional, para saber qual deles melhor representa a sua mensagem. Richard Branson ou Bill Gates? Land Rover ou Porsche? Com qual deles você tem mais a ver? Definir o seu personagem lhe dará mais convicção acerca de como alcançar bons resultados.

    2. Identifique o público e sua verdadeira audiência

    Com a quantidade de dados que estamos sujeitos na geração atual, o mesmo produto pode servir para diferentes tipos de grupos. Por isso, certifique-se de conhecer o público que é mais receptivo à sua mensagem e que está mais de acordo com as propostas da sua marca.

    Por exemplo: se você é uma empresa B2B (Business-to-business), sites como LinkedIn e Google+ podem ser um terreno melhor e mais direcionado do que um serviço de ofertas profissionais no Twitter para seguidores aleatórios. Ao invés de uma abordagem menos direta, alinhe sua marca e empenhe o potencial de seus recursos para as comunidades que irão responder a suas demandas.

    Junte-se a subgrupos específicos da indústria e fóruns para se mostrar participativo, oferecendo respostas pensadas em sua área de especialização. Além disso, é importante que você faça a medição da influência de sua marca no mercado de negócios. Para isso, existe uma opção eficaz e gratuita que, inclusive, já falamos aqui no Olhar Digital: o Klout, um serviço que mapeia sua participação nas principais redes sociais da atualidade e lhe fornece gráficos, dados e outras informações demográficas sobre como sua empresa/mensagem tem se saído na internet.

    3. Desenvolva um objetivo mais consistente

    Algo fundamental para o crescimento da marca é a sua consistência. Por isso, não deixe de transmitir um estilo familiar de mensagens ao se comunicar com os demais consumidores. Vale lembrar que não há uma maneira certa ou errada de falar: o importante é saber falar com o público – que não exige frases mais fechadas. Seja mais próximo do seu cliente, utilize de uma linguagem mais informal (sem deixar a seriedade de lado), elabore uma comunicação mais sociável. Conheça-o.

    Contudo, não adote um perfil de multi-personalidades, como ter um lado mais rígido no Facebook, e no Twitter uma versão menos séria. Isso pode causar um certo transtorno para os usuários. Se vários funcionários contribuem para suas mídias sociais, certifique-se de que eles compreendem a personalidade de sua marca (como foi dito no item 1).

    4. O tempo é tudo

    Saber quando falar é muitas vezes crucial para estabelecer um contato confiável de sua marca no mercado. Se antecipar exageradamente ou esperar muito tempo pode dar a impressão de que você não está antenado ao que está acontecendo. Se organizar e mostrar-se ponderado é a melhor solução.

    Uma maneira simples que pode amenizar eventuais problemas desse gênero é o Google Alerts. Nele, você pode delimitar um assunto-chave na sua indústria, de modo que seus funcionários estarão informados, esclarecidos e preparados para oferecer insights e comentários quando for necessário.

    Outros meios, como o Twitter, por exemplo, também são ótimas ferramentas para estar por dentro – e em tempo real – sobre os principais fatos do dia a dia. E não se esqueça: cada segundo pode ser um fator determinante para definir a sua marca. Leia e responda os comentários de seus clientes para não se esquecer e ficar para trás.

    5. Praticar é essencial

    Hesitar pode gerar falta de confiança. E nada constroi melhor a confiança do que a prática. Felizmente, a web oferece uma ampla oportunidade para aperfeiçoar o poder da sua marca. Você pode começar com o blog da empresa (caso já exista um) e construir uma biblioteca de artigos úteis para seus clientes.

    Tais artigos podem ser reaproveitados a vários diretórios, que vão amplificar sua mensagem. Elabore alguns tweets, faça atualizações diárias no Facebook, contribua com o seu perfil no LinkedIn, e você terá o reconhecimento esperado para o seu setor. Sabendo bem que tipo de personalidade sua marca possui e o público a ser atingido, as características da sua empresa serão aprimoradas, para então melhorar e fortalecer sua voz no mercado de negócios.

    Ao seguir estas cinco dicas, você provavelmente se sentirá mais à vontade para se comunicar e alcançar uma audiência maior de sua marca e empresa. E qual sua opinião? Diga suas experiências nos comentários abaixo.

    Fonte: Olhar Digital.

  • 10 dicas para se livrar dos incômodos ao navegar na web


    18 de janeiro de 2012

    Seu navegador está te incomodando? Você está cansado de brigar com o IE, Chrome, Firefox ou Safari por causa de coisas simples? Não se preocupe: temos algumas soluções rápidas para os problemas mais comuns. Veja como recuperar uma barra de endereços que sumiu, salvar imagens impossíveis de clicar, sincronizar favoritos entre vários aparelhos e manter suas senhas sempre à mão e seguras.

    1. Encontre uma barra de endereços que sumiu
    Talvez você tenha clicado onde não deveria, ou o gato tenha andado sobre o teclado, mas não importa: de alguma forma a barra de endereços do seu navegador sumiu. Mas não se preocupe, porque recuperá-la é fácil.

    No Internet Explorer, clique com o botão direito do mouse em qualquer barra de ferramentas e marque a opção Barra de Endereços. No Firefox clique no botão Firefox no canto superior esquerdo da tela e selecione o item Barra de Navegação no menu Opções. Ou faça como no IE: clique com o botão direito do mouse sobre qualquer barra de ferramentas e marque a opção Barra de Navegação no menu.

    Se você usa o Safari, segure as teclas Command (Ctrl se você estiver em um PC com Windows), Shift e \. A barra deve reaparecer.

    2. Sincronize seus favoritos
    Sincronizar seus favoritos é algo incrivelmente simples, graças a um utilitário gratuito chamado Xmarks (antigamente conhecido como FoxMarks). Ele armazena seus favoritos “na nuvem”, e você pode acessá-los a partir de qualquer computador. Você pode até criar perfis para diferentes grupos de favoritos, como “Casa” e “Trabalho”.

    Para usar o Xmarks, baixe-o em Xmarks.com e instale-o (ele roda no IE, Firefox, Chrome e Safari). Se for sua primeira vez usando o programa, um assistente irá guiá-lo pelos passos necessários para criação de uma conta e cópia dos favoritos de seu navegador para a “nuvem”.

    Se você já tem uma conta, ou está instalado o Xmarks em um segundo PC, o programa irá pedir para sincronizar os favoritos com a nuvem. Basta pedir para  “mesclar” os favoritos do PC com os armazenados no servidor (ou descartar o que está no PC e pegar uma cópia da lista do servidor) e pronto. A partir de agora, sempre que você salvar um favorito em um PC, ele automaticamente estará disponível no outro.

    3. Use atalhos de teclado para ganhar tempo
    Para quê tirar a mão do teclado e levá-la até o mouse para abrir uma nova aba, se você pode fazer isso usando um atalho de teclado? Aqui estão alguns que irão aumentar sua produtividade. Boa parte desses atalhos é “universal” e funciona em qualquer navegador.

    Gerenciamento de abas e janelas

    Ctrl-T: Abre uma nova aba
    Ctrl-N: Abre uma nova janela
    Ctrl-W: Fecha a aba atual
    F5: Recarrega a página atual
    Ctrl-L: Seleciona a barra de endereços
    Ctrl and +: Amplia/aproxima a página (zoom in)
    Ctrl and -: Reduz/afasta a página (zoom out)
    Ctrl-0: Retorna ao nível de zoom padrão.

    Navegação

    Ctrl-[: Volta uma página
    Ctrl-]: Avança uma página
    Espaço: Desce uma página inteira
    Home: Pula para o topo de uma página
    End: Pula para o fim de uma página

    4. Use sites sem precisar criar uma conta
    Criar contas para acessar conteúdo em um site que você só vai visitar uma vez é um saco, mesmo que você use um endereço de e-mail “descartável” para driblar o spam. Às vezes você só quer confirmar uma informação ou ver um vídeo com um gatinho engraçadinho e nada mais. Mas existe uma forma rápida de driblar a necessidade de registro: use o Bugmenot.

    Trata-se de um site com um banco de dados com nomes de usuário e senhas legítimos para vários sites que exigem registro antes que você possa acessar o conteúdo. O jeito mais fácil de usá-lo é acessar Bugmenot.com e digitar o endereço do site que você está tentando visitar. Em questão de segundos você verá uma lista com os nomes de usuário e senhas disponíveis. Se um deles funcionar, lembre-se de “votar” para que outros usuários do serviço saibam quais combinações são válidas.

    Se você usa o Firefox ou Chrome, pode usar uma extensão do Bugmenot que irá automatizar o processo de login. Se usa outros navegadores, pode experimentar o bookmarklet disponível no site do serviço (basta adicionar o link “Bugmenot Bookmarklet” aos seus bookmarks). Atenção: o Bugmenot não oferece nomes de usuário/senhas para sites pagos.

    5. Bloqueie propagandas incômodas

    Propagandas não são só chatas: elas aumentam o tempo necessário para carregar uma página, e isso pode comer um pedaço do seu plano de dados se você estiver acessando a internet através de um smartphone ou outro serviço com limite de tráfego. Notem que não estamos falando de pop-ups (a maioria dos navegadores atuais inclui um navegador de pop-ups), mas de propagandas embutidas nas páginas, acima ou ao lado do conteúdo.

    Para se livrar delas, instale um filtro de propaganda (também conhecido como “Ad Blocker”) em seu navegador. Usuários do IE podem experimentar o Simple Adblock, e quem usa o Firefox tem à disposição o popular Adblock Plus. Há opções similares para usuários do Google Chrome (AdBlock) e Safari (Adblock for Safari)

    6. Tenha suas senhas sempre à mão

    Lembra-se de uma senha já é difícil, então como fazer para se lembrar de dezenas delas sem anotar em algum canto ou usar a mesma senha em todos os sites? Simples: use um gerenciador de senhas seguro, como o LastPass. Desenvolvido pela mesma equipe do Xmarks, este utilitário é compatível com vários navegadores, incluindo o IE, Firefox, Chrome, Safari e Opera (seja no Windows, Mac OS X ou Linux), e também funciona em smartphones e tablets com Android e iOS, além de BlackBerry, Symbian e Windows Phone 7. Seus nomes de usuário e senhas são armazenados de forma segura em um servidor “na nuvem”, e podem ser acessados a partir de qualquer lugar.

    Depois de baixar e instalar o LastPass você precisará criar uma “conta mestre” que dará acesso ao “cofre” (Vault) com suas senhas. A partir daí é fácil: sempre que você fizer login em um site, o LastPass irá se oferecer para armazenar estas informações no cofre. Na próxima visita ele poderá preencher os dados de login automaticamente para você. Também há um recurso para geração automática de senhas fortes (como “Y6f3ckC8”), para evitar que você reuse senhas ou escolha uma senha fraca na hora de criar uma conta em um site.

    Se você usa múltiplos PCs, instale o LastPass em todos eles para ter acesso a suas senhas a partir de qualquer lugar. E mesmo que você não tenha o LastPass instalado em um PC, ainda poderá acessar suas senhas usando a interface web em LastPass.com. Indispensável.

    7. Salve uma imagem “impossível de clicar”.

    Ocasionalmente você pode encontrar uma imagem na web que quer salvar em seu PC mas ela é “impossível de clicar”. Geralmente porque está protegida por um script que intercepta o clique com o botão direito do mouse, evitando que você salve-a no HD. Mas se você realmente quer uma cópia da imagem, há formas de driblar a “proteção”.

    Uma delas é fazer uma captura de tela: no Windows 7 ou Vista abra a Ferramenta de Captura (Menu Iniciar / Todos os Programas /  Acessórios / Ferramenta de Captura). Clique na seta ao lado do botão Novo e selecione a opção Captura Retangular. Use o mouse para desenhar um retângulo ao redor da imagem que quer copiar, e clique em Salvar Captura para guardar a imagem.

    Outra alternativa é teclar Print Screen para fazer uma captura rápida da tela inteira. Depois abra um editor de imagens como o Paint e  tecle Ctrl-V para “colar” a captura em uma nova imagem. Agora basta salvá-la.

    Se você está em um Mac, pode usar o atalho Command+Shift+4 para fazer uma captura. O cursor vai virar uma “cruz” e basta arrastá-lo para selecionar a área a ser capturada. Quando você soltar o botão do mouse, a imagem será salva automaticamente em seu desktop. Para fazer uma captura da tela inteira o atalho é Command+Shift+3.

    8. Restaure uma aba que você fechou acidentalmente

    Isso acontece sempre: estou tentando fechar rapidamente um punhado de abas, mas acabo passando da conta e fechando uma que não deveria. Se você usa o IE, pode restaurar esta aba clicando com o botão direito do mouse em qualquer outra e selecionando a opção Reabrir guia fechada. Ou use o atalho de teclado, Ctrl+Shift+T, que também funciona no Chrome e no Firefox. Se você usa o Safari, tecle Ctrl+Z.

    9. Imprima só o que você quiser

    Imprimir uma página web é geralmente um transtorno: você acaba gastando uma tonelada de tinta e papel em imagens, links e anúncios que não servem para nada. Felizmente é possível imprimir só o que interessa usando um programa chamado Printliminator.

    Instale-o visitando o site e adicionando o bookmarklet aos seus favoritos. Na hora de imprimir uma página, clique no Bookmarklet e uma pequena barra de ferramentas irá aparecer sobre a janela do navegador, com opções como Remove All Graphics (Eliminar as imagens), Apply Print Stylesheet (Aplicar uma folha de estilo para impressão), Undo Last Action (Desfazer última ação) e Send to Printer (Enviar à impressora).

    Se você quiser eliminar todas as imagens, clique em Remove All Graphics. Se quiser eliminar apenas algumas partes da página, passe o cursor do mouse sobre elas. Você verá que um retângulo vermelho surgirá sobre a seção: basta um clique para fazê-la “sumir”. Para corrigir um erro escolha Undo Last Action, e quando estiver satisfeito com o resultado escolha Send to Printer.

    10. Fique de olho em todas as suas redes sociais

    Um agregador de mídias sociais pode ser a solução para você não perder uma única mensagem sequer de seus amigos no Facebook, StumbleUpon, Google+, LinkedIn e tantas outras redes sociais. O Yoono é um deles, um complemento que funciona no Firefox e no Chrome.

    Ele se conecta a todas as suas redes sociais, incluindo o Facebook, Flickr, FourSquare, LinkedIn, MySpace, Twitter e YouTube, entre outras menos conhecidas, e coloca todas elas em uma imensa barra lateral na janela do seu navegador. Tudo o que você precisa fazer é “passar os olhos” pela barra para saber o que os seus amigos estão fazendo, não importa a rede.

    Se você não se importa muito com o que seus amigos estão fazendo, mas quer compartilhar conteúdo em múltiplas redes ao mesmo tempo, experimente o Ping.fm. Ele pode postar em múltiplas redes direto da janela de seu navegador. Basta criar uma conta, adicionar suas redes na janela de configuração e pronto.

    Mas se você não se importa em usar um novo navegador, experimente o RockMelt. Este “navegador social” baseado no Google Chrome tem múltiplas barras laterais que podem lhe trazer informações em um piscar de olhos, além de ferramentas para facilitar o compartilhamento. E é grátis.

    Fonte: PCWorld