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Arquivo de fevereiro de 2012



  • Cinco tendências entre os smartphones no Mobile World Congress 2012


    29 de fevereiro de 2012

    Grandes fabricantes de smartphones como a High Tech Computer (HTC) e LG Electronics estão tentando dar a volta por cima após tempos difíceis, e esperam conseguir isso colocando processadores quad-core e imensas telas de alta-definição em produtos que foram mostrados durante o Mobile World Congress, feira de telecomunicações que acontece entre os dias 27 de fevereiro e 1 de março em Barcelona.

    Veja a seguir as cinco principais tendências de hardware nesta edição da feira

    Processadores quad-core

    Se você quer competir entre os smartphones Android top de linha em 2012, um processador quad-core é essencial. Durante o MWC a LG anunciou o Optimus 4X HD, a HTC o One X e a ZTE o Era. Todos os aparelhos tem um processador Nvidia Tegra 3.

    A Huawei Tecnologies desenvolveu seu próprio processador quad-core, o K3V2, para uso em seus aparelhos Ascend D Quad e Ascend D Quad XL que, espera a empresa, a ajudará a competir do mercado high-end.

    Embora o uso destes processadores resulte em melhor desempenho em tarefas que exigem alto desempenho como jogos em 3D, o poder extra nem sempre é necessário, então os novos chips tem modos de baixo consumo para aumentar a autonomia da bateria. O processador Tegra 3, por exemplo, tem além dos seus quatro núcleos um quinto processador auxiliar de baixo consumo, que é usado para dar conta de tarefas como chamadas, e-mail e reprodução de músicas, disse a LG.

    Telas grandes de alta-definição

    Além de um processador poderoso, uma tela grande é outro item que parece essencial entre os novos modelos. O LG Optimus 4X HD e o HTC One X tem telas de 4.7 polegadas com resolução de 1280 x 720 pixels. É a mesma resolução adotada pela Huawei no Ascend D Quad e Ascend D Quad XL, embora eles usem telas um pouco menores, de 4.5 polegadas.

    Um número cada vez maior de fabricantes está fazendo experiências para determinar se há entre os consumidores interesse por produtos com telas ainda maiores. A LG está demonstrando na feita o Optimus Vu, um misto de smartphone e tablet com uma tela de 5 polegadas (como o Samsung Galaxy Note) em proporção 4:3.

    NFC

    Para que a tecnologia de pagamentos móveis via NFC (Near Field Communications, ou Comunicação por proximidade) se torne um sucesso, os consumidores terão de poder escolher entre um grande número de smartphones compatíveis, e eles estão lentamente chegando ao mercado. No Mobile World Congress a Acer, Huawei, LG, Nokia, Orange, Samsung e ZTE anunciaram aparelhos equipados com a tecnologia NFC.

    A disponibilidade de aparelhos irá incentivar o uso de aplicativos, primeiro coisas mais simples como propagandas e cupons de desconto, e mais tarde sistemas de pagamento, diz Sandy Shen, gerente de pesquisas no Gartner. O maior empecilho para os pagamentos via NFC é mudar o comportamento do usuário, o que normalmente demora muito mais do que a implantação de uma infraestrutura ou dos aparelhos, disse ela.

    LTE (4G)

    Assim como o NFC, smartphones com LTE estão se tornando muito mais comuns. Novos produtos incluem dois aparelhos da ZTE, o N910 e o PF200, e dois da LG, o Optimus Vu e o Optimus LTE Tag. O objetivo da LG é ter a maior variedade de aparelhos LTE em toda a indústria em 2012, disse um representante da empresa.

    Entretanto, o LTE não é sequer uma opção em alguns smartphones por causa do processador usado. Por exemplo, smartphones baseados no processador Nvidia Tegra 3 a princípio não terão suporte a LTE. Como resultado, a versão norte-americana do HTC One X vai usar um processador dual-core da Qualcomm, que suporte LTE, em vez do Tegra 3 quad-core. Mas a NVidia anunciou parcerias com fabricantes de modems como a GCT Semiconductor e a Renesas Mobile para mudar isto.

    Embora o LTE tenha se tornado um recurso “essencial” nos EUA, não é tão importante em outras regiões devido à ausência de redes nestes padrão. Na Europa, por exemplo, há poucos fabricantes interessados em lançamentos nos poucos mercados onde o serviço comercial está disponível. A LG diz que irá lançar smartphones com LTE na Europa “durante 2012”. Não há redes LTE (e portanto aparelhos LTE) em operação no Brasil.

    Smartphones baratos

    Embora os smartphones mais caros chamem a atenção, há uma grande batalha pela atenção dos consumidores que não querem, ou não podem, ter um aparelho com um processador quad-core e tela de 4.7 polegadas.

    No Mobile World Congress a Nokia anunciou o Lumia 610, um smartphone com o sistema operacional Windows Phone que irá custar cerca de US$ 250 (sem subsídios) e estará disponível no segundo trimestre. A Nokia terá de competir com a ZTE e seu Orbit, que será outra opçãode baixo custo para os consumidores que querem um Windows Phone.

    A Intel também está de olho neste mercado, e anunciou uma versão de baixo custo de seu processador “Medfield” para smartphones, o Z2000. O chip roda a 1 GHz, e os primeiros aparelhos nele baseados devem chegar ao mercado no início de 2013 com um preço estimado em US$ 150 sem subsídios, segundo Paul Otellini, CEO da Intel.

  • 4 dicas para implementar governança, riscos e compliance


    28 de fevereiro de 2012

    Impulsionadas principalmente por exigências de conformidade com a Lei Sarbanes-Oxley, de 2002, muitas organizações estão adotando ferramentas de governança, risco e conformidade (GRC) para ajudar a gerenciar atividades nessas três áreas. Plataformas e conjuntos de soluções para automatizar coleta, correlação e comunicação de informações oferecem um quadro mais amplo de como a empresa está, mas também mapeiam se organização está em linha com a lei e o gestão de riscos.

    Mas há muitos fatores a considerar para identificar de que forma é possível investir na tecnologia e ainda para avaliar como o conjunto de GRC vai fornecer as informações de que a organização precisa.

    Membros do Wisegate, um grupo de networking online composto por CSOs e CISOs, compartilharam experiências e dicas para implementar uma estratégia de GRC de sucesso. Veja a seguir quatro recomendações que eles fazem:

    Dave Notch, CISO, da Thomson Reuters, agência de notícias especializada em economia

    A grande sacada é não tentar obter a perfeição. Tenha uma abordagem mais iterativa. Isso permite que você progrida e aprenda quais são os requisitos. O que me leva ao meu segundo ponto: preparar-se para jogar fora alguns dos trabalhos já realizados. Não tome isso como algo pessoal, é apenas parte do processo de aprendizagem.

    Verifique seus ativos. Se você não sabe o que tem na empresa, vai ser difícil quantificar o que está errado. Nós, por exemplo, diferenciamos nossos ativos em três categorias e elas tornaram-se lentes para olharmos tudo na companhia.

    Forme uma equipe legal que inclua diferentes áreas, como RH, produto, TI e segurança. Isso torna mais fácil o trabalho quando você precisar lidar com os diferentes setores.

    Kristen Knight, diretora sênior de Privacidade na Philips Electronics North America

    Certifique-se de compreender os impactos operacionais do produto antes de se comprometer com ele. Produtos de GRC são abrangentes por natureza. Mesmo os altos executivos da companhia serão impactados pela implementação dessa, por isso verifique se estão dispostos a participar dessa mudança.

    Implementar programas de treinamento é outra dica importante para que eles se adaptem ao novo sistema. Na Philips Electronics, se eu tivesse compreendido o produto completamente antes de comprá-lo, teria percebido a improbabilidade de um treinamento direcionado para executivos ocupados.

    Por meio de processos bem definidos, a companhia pode amadurecer e lidar com a capacidade de fluxo de trabalho que uma ferramenta de GRC estabelece. O aspecto do fluxo de trabalho de algumas soluções pode exigir que todos na organização entendam o seu uso.

    Reconheça que a implementação pode consumir muito mais tempo do que o esperado. Ao mesmo tempo, não tenha medo se a implementação não está indo bem. Você acabou de fazer a tecnologia funcionar.

    Tom Malta, executivo sênior de tecnologia de risco do setor de serviços financeiros que atua em empresas como Goldman Sachs, Morgan Stanley da BNY Mellon

    Entenda que GRC é uma abordagm que exige cuidados. Um programa baseado nessa estratégia deve ter políticas adequadas, procedimentos e fluxo de trabalho. Comunique de forma extensiva. Faça com que todos usem as ferramentas, mesmo que seja de forma gradual.

    Conseguir um bom framework de GRC não está relacionamento apenas com a escolha e uma boa ferramenta, ações simples podem ser adicionadas ao programa para ajudar a gerenciar iniciativas de risco e compliance, como a adição de indicadores de desempenho (KRI/KPI).

    Jeff Bardin, CISO sênior do Banco Bank & Trust, State Street Bank e Grupo Hanover Insurance

    Considere realizar uma prova de conceito (POC) para todos os módulos da ferramenta. Se a POC for bem-sucedida, então você deve seguir em frente. Se possível, na sequência desse processo, tente reduzir custos e ajude a desenvolver um conjunto de ferramentas de trabalho mais rápido.

    A maioria das ferramentas de GRC que vem com conectores que permitem rápida integração com outras tecnologias de segurança e alimentações de dados. Use-as para reduzir tempo e custos.

  • O que custa mais: corrigir falhas em apliçações Java ou Cobol?


    27 de fevereiro de 2012

    Aumenta a quantidade de software mal projetado no mercado mundial, criando uma série de riscos para as organizações, revela relatório global que analisou 745 aplicações. Esses produtos apresentam problemas de programação que violam as boas práticas de arquitetura e de codificação, contribuindo para elevar o chamado débito técnico, que vem ganhando ampla atenção no mundo corporativo.

    O termo débito técnico está sendo utilizado pelo mercado para definir a dívida que as equipes de desenvolvimento assumem quando escolhem uma metodologia mais fácil e rápida para criação de aplicativos. Esse tipo de abordagem pode comprometer a qualidade do software e trazer impacto para as companhias no longo prazo.

    Os especialistas dizem que assim como o saldo negativo em banco exige pagamento com cobrança de juros, a dívida técnica também pode ter custo alto para as corporações. Uma hora ela precisa ser quitada com a correção das linhas dos códigos escritos errados.

    A pesquisa das 745 aplicações foi realizada pela Cast Software, desenvolvedora de ferramentas que avalia a solidez de engenharia da arquitetura e codificação de um aplicativo. A empresa analisou programas de 160 companhias de aproximadamente 12 segmentos da economia.

    Uma das conclusões do estudo é que o desenvolvimento de programas com códigos de má qualidade é muitas vezes resutado das decisões de negócios de cortar custos. Para reduzir os investimentos dos projetos, as companhias acabam contratando programadores sem muita habilidade.

    Outro fator é a pressão em cima da equipe para que as aplicações sejam desenvolvidas rapidamente para cumprir o cronograma dos projetos. O reflexo são programas que causam falhas de sistemas, diminuem o desempenho dos computadores e abrem brecha de segurança para ataques, entre outros problemas.

    Reparar as linhas de código depois que o software está pronto, além de custar muito causa problemas técnicos. Um exemplo histórico de débito técnico foi o “Bug de 2000”, quando muitas aplicações estavam prontas para interpretar os dígitos “00” na virada daquele ano como 1900.

    Organizações em todo o mundo gastaram somas incalculáveis de dinheiro para corrigir os dois dígitos. Muitas das aplicações foram destruídas porque desenvolvedores sabiam que o erro surgiria eventualmente.

    Custo da correção

    A análise da Cast encontrou 1,8 mil tipos de falhas de desenvolvimento em aplicações escritas em Java EE, Cobol, .Net, C, C + + e outras linguagens de programação. A companhia estima que o custo médio para eliminar os bugs por linha de código é de 3,61 dólares. Esse cálculo se baseia no preço hora de 75 dólares cobrado nos Estados Unidos para correção de erros de software.

    Outra constatação da pesquisa da Cast é que corrigir falhas de aplicativos desenvolvidos em Java custa mais. O preço para eliminar bugs desta tecnologia é de 5,42 doláres por linha de código, enquanto o mesmo trabalho na plataforma Cobol sai por 1,26 dólares.

    Bill Curtis, cientista-chefe da Cast, explica que corrigir linhas de código de Cobol custa menos porque a linguagem é mais antiga e os programadores são mais experientes. Por estarem atuando há mais de 30 anos com nessa tecnologia, eles conseguem corrigir falhas críticas mais rapidamente.

    Sobre Java, Curtis constata que há muitos profissionais iniciando agora o desenvolvimento nesta linguagem sem formação científica em computação. “Tem uma enorme quantidade de pessoas escrevendo código sem ser guru em engenharia de software”, percebe o executivo.

    Implicações do débito técnico

    O estudo da Cast reforça a necessidade de as companhia entenderem as implicações do débito técnico, informa Carolyn Seaman, professora adjunta de sistemas de informação da Universidade de Maryland, em Baltimore (EUA), e coordenadora de um programa da National Science Foundation sobre esse tema. De acordo com ela, o tema gera preocupação devido ao risco que pode trazer para os negócios.

    O instituto de pesquisas Gartner estima que o débito técnico no mercado mundial subirá de 500 bilhões de dólares em 2010 para um trilhão de dólares em poucos anos. Para Carolyn diminuir essa dívida não é tarefa fácil. Ela considera que o maior obstáculo é a incerteza sobre adoção de técnicas de desenvolvimento e abordagens que realmente resultam em maior qualidade de software.

    O crescimento do débito técnico está estimulando a criação de um guia de riscos para os negócio informa John Heintz, consultor técnico da Cutter Consortium. Ele diz que esse problema já está sendo tratado como uma questão de due diligence em fusões e aquisições, aumentando a consciência de que o tema está influenciando as práticas de desenvolvimento de software.

    Na opinião de Heintz colocar mais atenção sobre o débito técnico não significa que os desenvolvedores não tenham de diminuir gastos para acelerar o desenvolvimento. “Às vezes é apropriado e necessário cortar custos, mas esse fato não pode ser ignorado”, disse ele.

    O Software Engineering Institute (SEI) da Universidade Carnegie Mellon, centro de pesquisa financiados pelo pelo Departamento de Defesa dos EUA, está trabalhando a questão do débito técnicos há cerca de dois anos. A instituiçao vem organizando workshops sobre o tema, de acordo com Ipek Ozkaya, membro sênior da equipe técnica.

    “Existe interesse crescente neste assunto porque empresas e desenvolvedores querem entender seus fundamentos”, afirma Ozkaya. Ele observa a falta de orientação sobre como fazer o levantamento dessa dívida e como quitá-la para evitar implicações futuras.

    Fonte: Computer World

  • As melhores formas de compartilhar suas fotos


    24 de fevereiro de 2012

    Anos atrás, “compartilhar uma foto” significava dar a alguém uma cópia em papel de uma imagem. Hoje em dia a forma mais fácil de fazer isso é colocar suas fotos em um site na web. Há vários serviços especializados que prometem abrigar suas imagens e ajudá-lo a compartilhá-la com seus amigos e sua família. Alguns são gratuitos, outros não, e alguns oferecem recursos “premium” que valem alguns dólares a mais. Estas são algumas das melhores opções disponíveis, leia para saber qual é a melhor para você.

    Flickr: o “YouTube das Fotos”

    O Flickr é como um YouTube para fotos: um serviço bastante popular que abriga coleções de imagens de usuários de todo o mundo, com recursos de uma rede social: você pode participar de grupos com um tema em comum, favoritar as imagens de amigos, postar comentários e mais.

    O meio mais comum de usar o Flickr é com uma conta gratuita, embora assim o serviço seja muito restritivo, especialmente se você é entusiasmado pela fotografia e pretende postar montes de fotos: contas gratuitas são limitadas ao upload de no máximo 300 MB de imagens por mês – dependendo da resolução de sua câmera, isso pode significa umas 100 imagens ou menos – embora apenas as 200 fotos mais recentes sejam visíveis a qualquer momento. Além disso, apenas versões em baixa resolução das imagens poderão ser baixadas do site.

    Mas o Flickr nunca joga nada fora: se você pagar os R$ 45,90 por uma conta “Pro” todas as fotos que você já enviou se tornam imediatamente visíveis, bem como a opção de download das imagens no tamanho original. Você também ganha espaço ilimitado para guardar suas imagens e se livra do limite de upload, além de outros recursos interessantes.

    Microsoft SkyDrive: compartilhamento seguro

    Quem se preocupa com a privacidade ao deixar fotos visíveis a qualquer um na internet tem no SkyDrive, da Microsoft, uma alternativa. Ele não é um álbum virtual como os outros serviços. Pense nele mais como um “HD Virtual”: suas imagens ficarão armazenadas online e você poderá acessá-las a partir de qualquer computador, e dar acesso a elas apenas às pessoas em quem confia, enquanto as protege de outros olhos curiosos.

    É uma boa forma de compartilhar imagens de alta-resolução, com qualidade suficiente para impressão, apenas com as pessoas que você conhece. Para usá-lo basta ter uma conta gratuita no Windows Live e você poderá armazenar até 25 GB de arquivos, sejam fotos, música, documentos e o que mais quiser.

    Picasa: no desktop ou na web

    O Picasa, da Google, é uma alternativa popular ao Flickr para o compartilhamento de imagens: uma conta grátis (se você já tem uma conta no GMail ou GTalk pode usá-la) dá direito a 2 GB de espaço para suas imagens ou vídeos, e todos os recursos típicos de um serviço de compartilhamento: você pode criar álbuns com as imagens, fazer ajustes simples, definir quem pode vê-las, baixar os originais se necessário, postar comentários, seguir os amigos e mais. Se quiser você pode comprar mais espaço para suas imagens: 20 GB custam apenas US$ 5,00 por ano, mas se quiser você pode chegar a 1 TB por US$ 256,00 anuais.

    O destaque do Picasa fica para sua integração com o desktop, com um software gratuito de mesmo nome (para Windows, Linux ou Macs) que permite organizar as fotos no PC, editar as imagens e enviá-las para a web com muita facilidade, além de trazer ferramentas para criar montagens ou pedir cópias impressas de suas fotos em serviços online, que são entregues em casa. A interface às vezes é um pouco confusa, mas ainda assim ele é fácil de usar.

    500px: uma galeria para suas melhores imagens

    Recentemente fiquei fã do 500px, um site lindo tanto na apresentação das imagens quanto na qualidade dos trabalhos lá expostos. Há dois tipos de conta: uma gratuita que permite o upload de 20 imagens por semana e uma paga, que custa US$ 50 por ano e não tem limites de upload ou banda e oferece extras interessantes para os entusiastas e profissionais, como domínios personalizados e várias opções de design para as páginas com suas fotos.

    SmugMug: recursos avançados para os entusiastas

    O SmugMug é um site voltado a fotógrafos e outros profissionais da criação. Não há nada grátis aqui: uma conta básica custa US$ 35 anuais e dá direito ao upload ilimitado de imagens. Uma conta “Power”, por US$ 55 anuais, lhe dá um domínio personalizado, a capacidade de impedir que outros usuários baixem suas fotos e a possibilidade de upload ilimitado de vídeos em alta-definição. Também há o plano “Pro”, que custa US$ 145 anuais e inclui uma loja online para que você possa vender imagens e outros itens.

    O SmugMug é a escolha certa se você quer ter controle total sobre as fotos que compartilha na rede. Você pode compartilhar fotos específicas em redes sociais como o Facebook ou enviá-las via e-mail, ou embutí-las em sites e blogs. Também é possível criar portfolios para vender suas imagens online. E um sistema de backup permite que você recupere suas imagens caso um desastre aconteça.

    Fonte: PCWorld

  • Seis dicas para aproveitar melhor a Visualização Rápida do Mac OS X


    23 de fevereiro de 2012

    O recurso Quick Look (Visualização Rápida) do Mac OS X te permite visualizar os conteúdos de um arquivo ao selecioná-lo no Finder e então apertar a barra de espaço. Não é preciso esperar o arquivo abrir em um aplicativo – ele aparece imediatamente, para que você possa olhar um número ou data, ou simplesmente ver se esse é o arquivo que quer. Ler arquivos de texto, RTF, documentos Word, planilhas do Excel, e documentos PowerPoint. Dar uma olhada rápida em arquivos do Pages, Numbers e Keynote. Reproduzir vídeos, em muitos formatos, e até mesmo ouvir arquivos musicais. Mas por mais útil que seja tudo isso, o Quick Look pode fazer ainda mais:

    1.Visualize múltiplos arquivos com o Quick Look

    Se você selecionou um arquivo no Finder e o visualizou com o Quick Look, também é fácil verificar outros arquivos na mesma pasta. Apenas aperte as teclas de setas. Se estiver na List View (Visualização de Lista) ou Column List (Visualização de Coluna), aperta as setas para cima ou para baixo para visualizar outros arquivos. Se você está no Icon View (Visualização de Ícones), pode mover para cima e para baixo, mas talvez precise usar as setas laterais para ver os itens de outras colunas. Usando essa técnica, você pode “passear” por uma pasta inteira de arquivos ao selecionar o primeiro, apertar a barra de espaço, e então usar as setas do teclado para ver o restante.

    2.Veja mais do que apenas a primeira página

    Quando você abre um arquivo de várias páginas com o Quick Look, pode descer a barra de rolagem para visualizar o documento inteiro. Por exemplo, se selecionar um arquivo PDF e apertar a barra de espaço, a primeira página aparecerá juntamente com thumbnails (miniaturas) de outras páginas em uma barra lateral à direita. Para ler essas páginas, use seu mouse ou trackpad para clicar neles, ou aperte os botões Page Up ou Page Down para movê-los. (Se estiver em um laptop, terá de usar as setas para cima e para baixo para fazer a mesma coisa.) Isso também funciona com documentos criados com os softwares Pages, Numbers, e Keynote, da Apple, assim como com Word, Excel e PowerPoint, da Microsoft.

    3.Preview de anexos no Mail

    Se você receber uma mensagem de e-mail com um arquivo anexo no Mail (e o OS X puder ler esse anexo), pode clicar no botão Quick Look próximo ao canto superior direito da mensagem para visualizá-lo.

    Caso tenha mais de um anexo, aparecerão setas no canto superior esquerdo da janela do Quick Look; clique em uma delas para ver o anexo a seguir ou o anterior. Você também verá um botão Open With Application Name (Abrir com Nome do Aplicativo), que te permite escolher abrir o arquivo que estiver vendo no aplicativo designado. (No Mac OS X Lion, você verá essa opção na maioria das situações em que usar o Quick Look).

    Quando tiver terminado de visualizar seu anexo, pressione a barra de espaço, ou clique no botão de Fechar (com um “X”) para fechar a janela do Quick Look.

    4.Olhe mais de perto para os resultados do Spotlight

    Se você usa o Spotlight para buscar arquivos no seu Mac, pode acessar uma espécie de opção do Quick Look quando estiver olhando para seus resultados. Passe o cursor sobre o resultado da busca para ver o conteúdo do arquivo. Por exemplo, passe sobre uma página web para ver como ela é; passe sobre um arquivo de música ou vídeo, então mova seu cursos pela tela e clique no botão de seta para reprodução; passe sobre um documento Word para ver seu conteúdo.

    5.Visualize itens do iTunes sem interromper sua música

    Apesar de você não poder usar o Quick Look no iTunes – selecionar um item e pressionar a barra de espaço para reproduzi-lo – há uma maneira de acessar um recurso parecido com o Quick Look no programa. Usando o script “Have a Quick Look Apple”, de Doug Adams, você pode visualizar PDFs e arquivos sample de músicas sem precisar fechar a faixa que está sendo reproduzida. Você também pode visualizar previews de vídeos. Apenas selecione um item no iTunes e acesse o script a partir do menu Script (marcado com um ícone de rolagem).

    6.Veja o que há na sua lixeira

    Você coloca alguns arquivos no Lixo, mas agora você está começando a questionar se livrou-se de algo importante por engano. O OS X não te permitirá abrir arquivos no Lixo, por isso você pode pensar que precisa copiar tudo para outra pasta e verificar tudo lá. Não é precisso fazer nada disso. Selecione os arquivos e aperte a barra de espaço para visualizá-los com o Quick Look.

    Fonte: MacWorld

  • Como empresas podem atrair e reter talentos de TI


    17 de fevereiro de 2012

    Melhorar o salário, oferecer mais flexibilidade e prêmios atraentes são as principais formulas para manter nos quadros de TI talentos certos que atender às necessidades dos negócios da companhia. Porém no Brasil, onde há escassez de mão de obra qualificada e em outros mercados como Estados Unidos e países da Europa afetados pela desaceleração da economia, atrair e reter os bons profissionais se tornou um desafio para as empresas do setor.

    Geralmente a contratação de novos profissionais parece simples. As companhias precisam oferecer propostas mais atraentes da que eles tinham no antigo emprego. Mas o assunto se torna mais complicado quando se fala de reter os que já fazem parte do time da empresa. Os bons mesmos são assediados constantemente pela concorrência.

    No Brasil, essa situação vem ocorrendo com mais freqüência por conta da aceleração da economia e pelo fato de a demanda por profissionais ser maior que a oferta no mercado. Um estudo recente sobre o mercado de trabalho no setor realizado pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) estima que o país fechou 2011 com déficit de 92 mil especialistas.

    Como o mercado de TI no Brasil vem crescendo mais que 10% ao ano, taxa que é dobro do índice mundial, o levantamento da Brasscom prevê que até 2014 o País precisará de mais 78 mil talentos qualificados, o que pode aumentar mais ainda o déficit de mão de obra no setor.

    A mesma pesquisa aponta ainda que as universidades brasileiras não conseguirão atender nem a metade dessa demanda. Com base no número de estudantes matriculados nos cursos do setor, a entidade prevê apenas 33 mil jovens se formarão nos próximos três anos, o que demonstra que a iniciativa privada e pública têm um papel fundamental no processo de desenvolvimento dos talentos de TI.

    Como a procura por profissionais bons se tornou um desafio para as companhias do setor, convencer os atuais colaboradores de que ele pertence à empresa que trabalha é essencial para retê-los.
    A Computerworld dos Estados Unidos elaborou juntamente com especialistas internacionais algumas recomendações que os diretores de recursos humanos devem levar em conta para manter em seus quadros os bons talentos.

    1- Salário compatível
    Pagar salário compatível com a função exercida pelo profissional e valorizá-lo é algo essencial. É óbvio que seu empregado ficará tentado a mudar de emprego ao receber uma proposta mais atraente. As empresas estão competindo pelos bons talentos e criando uma bolha para acabar a insatisfação deles, oferecendo salário exorbitante. No Brasil, por exemplo, estudos de consultorias apontam que os salários inflacionaram em 2011 e alguns chegaram a taxas de aumento de até 20%.

    Porém, os especialistas advertem que, embora a maioria dos empregados coloquem o salário no topo da sua escala de prioridades, muitos preferem outros benefícios, tais como possibilidade de trabalhar em casa e jornada mais flexível para terem mais qualidade de vida. Alguns estão buscando o equilíbrio entre vida pessoal e profissional para terem mais tempo para a família, lazer e estudos que aprimorem sua carreira.

    2- Flexibilidade e recompensas
    Como já mencionado, o salário não é atualmente o único fator para retenção de talentos. Estudos da empresa PeopleBank do Reino Unido, especializada em recrutamento de pessoal, informa que esse item está entre a quinto e oitava preocupação dos trabalhadores. Ou seja, as empresas devem adotar planos consistentes para gratificar seus empregados.

    Oferecer coisas simples, como acesso aos recursos da infraestrutura para que os colaboradores possam realizar suas tarefas sem esforço ou trabalho em equipe são essenciais para tornar a empresa atraente aos olhos de um talento de TIC.

    A possibilidade de trabalhar em casa está ganhando uma importância maior para os trabalhadores do setor, obrigando as companhias a analisarem essa tendência de acordo com as regulamentações. Recentemente, o Brasil aprovou uma lei que garante aos profissonais remotos os mesmos direitos dos que trabalham nas empresas.

    3- Uso de Mídias Sociais
    Nos últimos anos, mídias sociais como LinkedIn, Facebook e Twitter se tornaram ferramentas importantes para atrair e reter os talentos mais valiosos da organização. Este tipo de rede permite também que a empresa saiba se a cultura organizacional é a mesma dos seus empregados, bem como detalhes da sua personalidade e habilidades potenciais.

    Além disso, o uso de redes sociais no processo e recrutamento de pessoal mostra o interesse da empresa em inovação e também o quanto ela está disposta a analisar o inconformismo de seus empregados.

    4 – Formação e desenvolvimento profissional
    Os funcionários estão cada vez mais exigente. Eles esperam que a empresa tenha um programa de educação continuada que permita melhorar suas habilidades e manter-se atualizados sobre as últimas tendências, já no mundo de TI as tecnologias mudam muito rapidamente.

    Uma forma de reter talento é oferecer oportunidade para que seus colaboradores não fiquem obsoletos, incentivando o seu desenvolvimento profissional. É importante apoiá-los no desenvolvimento de sua carreira. Esse caminho ajuda a resolver qualquer dissonância que pode evitar males maiores que afetam a condução dos negócios da empresa.

    Fonte: IDGNow

  • 7 fatores para levar em conta antes de criar um aplicativo móvel


    16 de fevereiro de 2012

    Os smartphones e tablets estão dominando o mundo da tecnologia, e os aplicativos estão entre os itens mais vendidos para cada sistema operacional móvel. Com as lojas da Apple e da Google possuindo mais de 500 mil aplicativos cada e dezenas de bilhões de downloads, o desejo de fazer parte desse mercado em crescimento é grande. Os aplicativos podem ser úteis para uso interno pela sua empresa, ou como uma maneira de colaborar com clientes, fabricantes, clientes, e o público. Mas antes de decidir desenvolver um app para a sua companhia, leve esses fatores em consideração.

    1. Compatibilidade

    Ao desenvolver um app para uso interno, os seus sistemas existentes podem interagir com um app? Eles oferecem APIs ou funções importar/exportar que um aplicativo pode usar para colocar e retirar dados? Muitos sistemas, especialmente aqueles desenvolvidos internamente, podem não oferecer uma maneira de criar uma interface com um app, exigindo um movimento em direção a um sistema diferente para se comunicar com esses aparelhos móveis.

    2. Upgrade

    Muitas das soluções de softwares comerciais (off-the-shelf), incluindo relacionamento com o cliente e sistemas POS, incluem apps para interagir com aparelhos móveis. Se os seus não possuem, você ficará melhor servido por uma plataforma que seja mais rápida em responder às necessidades da empresa. Avalie os benefícios de um novo sistema, os custos envolvidos na migração, e os valores envolvidos para permanecer no seu sistema atual, incluindo o desenvolvimento de aplicativos.

    3. Padronização

    Quando estiver desenvolvendo um app para uso interno, é preciso em qual plataforma ele vai rodar. O Android é atualmente uma escolha forte para smartphones, enquanto que a Apple domina o mercado de tablets, e o Windows 8 ainda nem chegou. A padronização em uma plataforma simplificará o desenvolvimento de aplicativos, mas limita suas opções de hardware assim como sua seleção de outros apps que podem servir a sua empresa. Desenvolver para várias plataformas será mais caro, mas permite uma maior flexibilidade.

    4. Equipe

    Você possui pessoas na equipe capazes de escrever um aplicativo, ou será preciso contratar o desenvolvimento terceirizado? Poucos desenvolvedores são capazes de criar apps para múltiplas plataformas, por isso talvez seja preciso contratar mais de um. Tenha em mente que você precisará manter um relacionamento com os desenvolvedores uma vez que soluções de bugs e novos recursos são uma parte inevitável da manutenção de um app. Se decidir pelo desenvolvimento interno, usar uma plataforma como o Appcelerator pode simplificar o processo, especialmente se estiver escrevendo um app para várias plataformas.

    5. Código

    Desenvolver um aplicativo em linguagem HTML5, em vez de focar em sistemas operacionais individuais, facilita a implementação em múltiplas plataformas. Usar um código nativo para cada plataforma pode melhorar o desempenho e a integração com recursos bult-in, e ainda permite usar elementos da interface padrão para dar ao software uma aparência mais familiar. O que é melhor para você: fácil implantação em outros sistemas ou uma aparência agradável e um bom desempenho?

    6. Testando

    Desenvolver aplicativos não quer dizer apenas escrever códigos, mas também testá-los, o que é essencial para uso interno e entre empresas (B2B). Avalie se você possui tempo e equipe suficientes para testar e resolver os bugs do software, especialmente ao desenvolver para várias plataformas. Isso vai reduzir suas escolhas por plataformas ou em usar uma solução comercial (off-the-shelf).

    7. Suporte

    A sua empresa pode estar pronta para fornecer suporte às necessidades técnicas internas, mas se você lança um aplicativo empresarial ou de uso público, suas necessidades de suporte aumentam. Considere como a sua companhia vai dar suporte para todos os clientes, consumidores e usuários públicos do seu aplicativo que buscarem por ajuda. Usar um software help-desk, como o recente lançamento da VMWare chamado Desk.com, que integra Twitter e Facebook, é uma forma de lidar com essa questão.

    Fonte: IDGNow

  • Como melhorar a capacidade da busca corporativa


    15 de fevereiro de 2012

    O Google e outros sistemas de busca na Internet quase nunca falham na hora de entregar resultados relevantes instantaneamente. Isso cria um desafio para o CIO na hora de pensar em um projeto para satisfazer as expectativas dos funcionários sobre as capacidades de pesquisa no ambiente de trabalho.. Porém, segundo especialistas, é possível implementar tecnologias eficientes que permitem realizar pesquisas corporativas com produtividade.

    Entretanto, os especialistas afirmam que adotar um motor de busca para as tarefas corporativas com o mesmo despenho como do Google com a mesma capacidades que estamos acostumados a usar em nossas vidas diária não é tarefa simples. Não é fácil convencer todos os funcionários a usarem esse tipo de ferramenta. É importante antes de escolher o sistema de busca que sua empresa vai utilizar fazer uma uma avaliação prévia das necessidades da companhia e realizar uma prova de conceito para medir a performance da ferramenta a ser implementada.

    Analistas recomendam adotar um motor de busca que integra os resultados de múltiplos repositórios. Essa tecnologia conhecida como “pesquisa federada” para fazer buscas em locais remotos sem a necessidade de abrir sites ou usar o browser,  permite criar relatórios com uma quantidade muito maior de informações. O uso de relatórios independentes de repositórios diferentes simplesmente não têm o mesmo impacto.

    A busca corporativa é uma necessidade premente para as empresas e uma tendência crescente. Uma pesquisa da Forrester, realizada no último trimestre de 2010, observou que 47% das companhias estão implementando ou planejando ter algum software para acessar informações, tais como ferramentas de busca da empresa.

    Antes de embarcar em um projeto de pesquisa da empresa, você deve primeiro determinar o que é necessário para sua companhia. Alguns gerentes de TI consideram que as ferramentas de busca de desktop e recursos inerentes aos repositórios de informações organizacionais, tais como e-mail e sistemas de gerenciamento de conteúdo (CMS), são suficientes.

    Existem produtos muito diferentes e fornecedores no mercado de busca corporativa. Há desde os provedores especializados em indústrias específicas, tais como Attivio, Coveo, Endeca, Exalead, Sinequa Vivisimo a fornecedores de busca integrado (Autonomy, Microsoft etc), pssando pelos de pesquisa independentes como plataforma Google, ISYS ou Fabasoft.

    Faça prova de conceito

    Depois de ter escolhido o produto certo, é hora de realizar uma prova de conceito (PoC). O objetivo é determinar se o motor de busca não só atende o que o vendedor prometeu, mas avaliar se a tecnologia permite fazer o que você precisa de acordo com as necessidades da companhia de forma bem-sucedida em seu ambiente técnico.

    Neste sentido, é preciso incluir uma mistura representativa de tipos de documentos, tamanhos e perfis de segurança para o motor de pesquisa e índice. Após esse trabalho, os repositórios de dados são rastreados e indexados. A próxima etapa é configurar a interface do usuário e os módulos de segurança. É essencial para confirmar se sistema de busca respeita as paredes de permissões que foram erguidas em torno de informações confidenciais.

    Tratamento das informações

    O tratamento de documentos sensíveis, incluindo memorandos confidenciais e avaliações de desempenho, é considerao como um dos maiores desafios enfrentado para implementação de um mecanismo de busca empresarial.

    As empresas às vezes descobrem conteúdo sensível apresentado em uma área pública do sistema de gestão documental. Os conteúdos tinham sido protegidos com sucesso porque as ferramentas de busca anteriores não eram fortes o suficiente. Mas com uma poderosa ferramenta, tais como pesquisa federada, é possível ajudar os usuários a encontrar mais informações do que a companhia poderia desejar.

    Fonte: Computer World

  • 5 desenvolvedores de software que sua empresa precisa ter


    14 de fevereiro de 2012

    Codificações rotineiras e manutenção de código são funções cada vez mais desvalorizadas e facilmente terceirizadas. Os desenvolvedores que desejam manter uma vantagem no mercado de trabalho de hoje precisam se especializar. Aqui estão cinco exemplos de áreas de habilidades especializadas que vão experimentar um crescimento rápido nos próximos anos. Todas endereçam tecnologias estratégicas para as empresas. Por isso, não se espante se você desejar ter um deles no time de TI.

    1. Desenvolver móvel cross-plataforma

    O mercado de sistemas operacionais de smartphones é muito mais fragmentado do que o mercado de PC e provavelmente continuará assim por muitos anos. Com a consumerização, é muito provável que sua empresa já esteja sendo obrigada a lidar com diferentes plataformas móveis e modelos de aparelhos, com recursos e funções diversas.

    O truque é saber como acessar as APIs que permitam acesso aos recursos comuns, independentemente da plataforma usada. Isso não é fácil quando cada plataforma faz você escrever aplicações em uma linguagem de programação diferente, usando um conjunto diferente de ferramentas. Mesmo baseados em HTML, as aplicações móveis precisarão de ajustes de interface de usuário consideráveis.

    É claro que os fornecedores de ferramentas móveis devem fazer mais para ajudar a facilitar o desenvolvimento de APPs multi-plataforma. Até que isso aconteça, os desenvolvedores que investirem tempo para tornarem-se versados em dois ou mais ecossistemas móveis vão ser altamente demandados.

    2. Mainframe/especialista em integração à nuvem

    Plataformas de computação em nuvem incluem toda a sorte de aplicações web. Eles estão ganhando espaço, em pequenas empresas e departamentos de grandes empresa, também. Mas para outros segmentos de mercado, incluindo grandes varejistas, finanças, banco, seguros e telecomunicações, entre outros – o mainframe ainda é rei. Isso não quer dizer que esse tipo de organização não esteja interessada ​​em computação em nuvem. Ela está. Mas esperar que migra suas aplicações críticas do mainframe para a nuvem não é realista.

    Acontece que, em alguns aspectos, plataformas de computação em nuvem multitenant são muito parecidas com os ambientes de mainframe timeshared do passado. Em outros aspectos, eles são muito diferentes. Isso representa uma oportunidade significativa para os desenvolvedores, que podem transitar nos dois mundos.

    Desenvolvedores de mainframe tradicionais estão se tornando uma raça rara. Os desenvolvedores que falam Java e Cobol, ou quem sabem lidar com as bases de dados do mainframe e os sistemas de armazenamento em nuvem, da mesma forma, praticamente inexistem – mas as empresas vão começar a procurar por eles. Preencher esse nicho será de extrema importância.

    3. Engenheiro de migração para a nuvem

    As empresas que estão investindo pesadamente na nuvem enfrentarm um problema diferente daquelas que ainda estão aderindo caos mainframes. Mainframes são uma tecnologia madura, enquanto que as plataformas em nuvem ainda estão em sua infância. A Amazon Web Services, sem dúvida a plataforma de nuvem de uso geral mais madura, celebra o seu décimo aniversário este ano.

    Naturalmente, o mercado de cloud ainda está enfrentando o que chamamos de dores do crescimento. As vantagens de custo das ofertas de cloud pública ainda não são claras. Diferem em características, segurança e estabilidade. As interrupções não são incomuns. A largura de banda de rede pode se tornar um gargalo para alguns serviços.

    Quando deixarem de ser uma novidade, os provedores de produtos e serviços de computação em nuvem receberão o mesmo tratamento de qualquer outro fornecedor. A insatisfação com um, fará a empresa a levar seus negócios para outro. É nesse momento que a presença ou a falta de desenvolvedores especializados na equipe de TI se fará sentir. Mover um aplicativo de um serviço de armazenamento em nuvem para outra nuvem não é tão simples quanto mudar as empresas de telefonia. Um desenvolvedor que conheça bem os meandros de vários fornecedores de cloud – APIs, SLAs, serviços e tecnologias suportadas – irá parecer um Deus para as empresas que desejarem abandonar o navio com pressa.

    4. Especialista em portabilidade para RIA

    Lembre-se de RIAs (Rich Internet Applications, ou Aplicações de Internet Rica)? Os desenvolvedores web não estão se afastando de aplicações de conteúdo rico – longe disso -, mas os dias de usar plug-ins para fornecer gráficos sofisticados e interatividade ficaram para trás. O velório do Flash tem sido aguardado desde que Steve Jobs virou as costas para a tecnologia na plataforma iOS. O futuro do Silverlight parece igualmente sombrio. O HTML5 e suas tecnologias relacionadas são o caminho a seguir.

    Mas o que acontecerá com todos os aplicativos Flash e Silverlight lagados? Alguns deles são materiais de marketing e publicidade com vida útil curta, mas outros, da área de educação, podem servaliosos, bem como os usados em visualização de dados e aplicações de comércio eletrônico. Preservar esse conteúdo para os futuros usuários da Web, em breve, se tornará uma preocupação a mais.

    A conversão automática do Flash para HTML5 não é fácil, como demonstraram as próprias tentativas da Adobe. Ferramentas de autoria em HTML para aplicações ricas estão surgindo, mas lentamente. Entretanto, a demanda está crescendo para os desenvolvedores Web que já dominam o HTML5.

    5. Arquiteto de computação paralela

    Os aplicativos de hoje escalam de forma horizontal, não para cima. Clusters e outros sistemas distribuídos espalham aplicações em vários sistemas, não apenas em um servidor central. Com a ascensão de arquiteturas de CPU multicore, mesmo os software de desktops devem ser escritos com multiprocessamento em mente. Infelizmente, a computação paralela ainda é uma das tecnologias menos compreendidas em disciplinas de desenvolvimento de software.

    Todas as ferramentas de desenvolvimento dos principais fornecedores estão evoluindo para tornar mais fácil a construção de aplicações de computação paralela. Alguns são desenvolvedores de linguagens, como a Go, da Google e X10, da IBM – que fazem projetar algoritmos concorrentes mais intuitivos. Tecnologias como OpenCL ajudarão os desenvolvedores a descarregar o processamento de múltiplos núcleos e GPUs. Outros projetos, como o Intel Parallel Studio, estão sendo projetadas para tornar as ferramentas existentes mais “paralelo-friendly”.

    O problema é que nenhum desses esforços conseguiu tornar o multiprocessamento acessível para a maioria dos programadores. A programação paralela exige mais do que apenas novas ferramentas. Exige uma nova maneira de pensar. Os desenvolvedores que dominarem as ginásticas mentais necessárias para o design da aplicação vão avançar rapidamente para a função de arquiteto de sistemas.

    Um bom caminho para as empresas é investir na formação de seus desenvolvedores para que possam ocupar algumas dessas funções.

    E, você, vê outros nichos exclusivos emergentes para os desenvolvedores? Conte para nós, aí nos comentários.

    Fonte: Computer World

  • Minimize os riscos com as cinco novas leis do anti-malware


    13 de fevereiro de 2012

    As faces de um malware têm mudado consideravelmente, especialmente dos últimos cinco, dez anos. Mas, infelizmente, muitas empresas adotam muitas abordagens ultrapassadas, com várias décadas de vida. Esse artigo fala sobre as novas leis do anti-malware, como elas ditam o desenvolvimento e implementação de uma proteção avançada e como soluções velhas precisam evoluir para enfrentar as ameaças que empresas enfrentam nos dias de hoje.

    A evolução das ameaças

    O malware tem mudado consideravelmente desde o início dos primeiros vírus de PC introduzidos há mais de 25 anos. Hoje, isso evolui tão rapidamente que muitos clientes acham impossível permanecer à frente da mais recente ameaça. Especialistas em segurança estimam: mais de 280 milhões de vírus foram disparados somente no ano passado.

    Como se não bastasse a explosão de variação de malwares, sofisticados ataques do lado do cliente (Client Side Attacks) e ameaças persistentes (Advanced Persistent Threats – APT) vitimam alvos que evitam completamente medidas tradicionais de segurança. Pesquisas recentes mostram que 75% de um novo malware são vistas em um único usuário final e cerca de 40% dos novos malwares ainda não são detectados.

    A questão não é se sua rede será atacada com um malware avançado. É uma questão de quando isso vai acontecer e como você vai responder. Malwares avançados estão mudando a maneira de como a segurança é gerenciada.

    Há cinco novas leis que você deve saber:

    1 – Segurança é agora um problema “Big Data”

    Desde que a primeira tecnologia anti-malware foi introduzida há décadas, fornecedores de segurança têm realizado, assiduamente, algum grau de coleta, processamento de amostra, geração de detecção e publicação de detecção. Em suma, essa abordagem foi impulsionada por fornecedores que poderiam traduzir rapidamente uma inteligência de back-office voltada à proteção do cliente.

    O que mudou foi o grande volume de dados com os quais um típico fornecedor deve lidar nos dias de hoje.

    Ainda pior, as ameaças de hoje são altamente efêmeras. De fato, aproximadamente 75% das ameaças têm uma vida inteira de zero, ou seja, a primeira vez que um usuário achá-la também será a última vez que ele irá vê-la. A quantidade de associados com ameaças está crescendo rapidamente sem sinais de diminuição num futuro previsível.

    2 – Colaboração é a chave

    Tradicionalmente, novas ameaças têm sido associadas com as novas tecnologias. Infelizmente, elas geralmente não têm sido desenvolvidas para trabalhar de forma colaborativa. Considere fornecedores de anti-malware tradicionais que descrevem suas tecnologias de proteção como uma “pilha”. Essa terminologia faz referência para um número de tecnologias as quais são operadas independentemente das outras.

    Tipicamente, a ameaça é bloqueada em um sistema quando uma das tecnologias que está na pilha detectá-la como maliciosa. Operando sozinha, informações importantes contextualizadas são perdidas entre as diferentes tecnologias. A abordagem baseada em pilha foi o suficiente em um momento em que as ameaças foram mais simples. As ameaças avançadas exigem uma abordagem mais colaborativa. Em vez de operar de forma independente, as diferentes tecnologias devem formar um sistema totalmente integrado. Diferentes tecnologias de proteção devem integrar nativamente e trabalhar em conjunto para chegar a uma disposição final – sobre se um determinado arquivo ou aplicativo – representa uma ameaça.

    3 – Não pense no usuário final, pense em usuários finais

    Fornecedores de anti-malware tradicionais têm um foco singular no “usuário final”. A luta contra malware avançado requer uma abordagem mais holística. Uma vez que ameaças tipicamente se propagam entre as empresas, saber que um único usuário final foi exposto a uma ameaça não diz nada sobre como essa ameaça pode ter afetado o resto da empresa.

    Profissionais de segurança em TI precisam de uma perspectiva mais ampla para responder a perguntas críticas, incluindo:

    • Quantas ameaças serão alvo para a empresa como um todo?
    • Como diferentes departamentos de uma empresa vão uns contras outros?
    • Como a empresa se compara com a população mundial, em geral?

    Saber respostas como essas e outras questões é importante para determinar como se irá combater malwares avançados.

    4 – Você sabe o seu melhor em um cenário de ameaças

    Costumamos falar sobre o “cenário de ameaças” como se eles fossem um único objeto uniforme e monolítico. Embora isso seja conveniente para descrever as tendências gerais do mundo, a realidade é que o cenário de ameaças é diferente para cada empresa e, em muitos casos, até mesmo para os indivíduos dela.

    Fatores que contribuem para o cenário de ameaças de uma empresa incluem:

    • O seu tamanho;
    • Valor das informações ativas;
    • Seu perfil ou reconhecimento como uma indústria;
    • A vulnerabilidade de seus sistemas.

    Por exemplo, uma pequena empresa que ofereça serviços de commodities tem preocupações diferentes em segurança da informação em relação à uma multinacional que projeta tecnologias sensíveis para clientes do âmbito governamental.

    Os responsáveis pela segurança das informações estão frequentemente na melhor posição para entender a natureza única do cenário de ameaças. Na luta contra o malware avançado, essas mesmas pessoas deveriam ter autonomia para alavancar seus conhecimentos de domínio em vez de depender exclusivamente de seu fornecedor de anti-malware para desenvolver proteção para novos ataques.

    5 – Detecção não é mais suficiente

    Infelizmente o resultado desse problema em rápido crescimento é que os profissionais de segurança geralmente não têm a visibilidade dos últimos ataques e lutam para manter o controle depois de uma quebra inevitável.

    Apesar das nossas melhores intenções, jamais chegaremos a 100% de efetividade contra ataques. Ainda assim, devemos continuar a investir em novas tecnologias que fornecem detecção de ameaças mais recentes.

    É também cada vez mais claro: a detecção por si só não é suficiente. Hoje, a melhor solução também inclui tecnologias que podem ajudá-lo a responder rapidamente ao surto inevitável; tecnologias para ajudar na resposta de questões críticas como: onde o ataque começou? Como ele se espalhou? Ele pode ser controlado?

    Além de responder a essas perguntas, uma solução deve ajudar a garantir que as empresas possam cumprir as suas missões apresentando o menor risco de perda de ativos, perda de produtividade e danos à reputação.

    Fonte: Webinsider