Blog do TreinaWeb
Dicas, notícias e informações sobre cursos, programação, webstandards e desenvolvimento web.Arquivo de abril de 2012
-
5 coisas que você precisa saber antes de usar as assinaturas do Facebook
26 de abril de 2012
As assinaturas permitem ao usuário ver as atualizações de outro sem, necessariamente, adicioná-lo como amigo. E, embora a função seja interessante para conectar-se com pessoas com quem, de outra forma, não seria possível, algumas críticas já aparecem por conta do cuidado que a ferramenta exige.
Caso o recurso, ainda assim, te atraia, é melhor saber onde pisa antes de cometer gafes. Elaboramos cinco tópicos para que você não envie os pés pelas mãos e seja traído pela tecnologia.
Essa atualização é pública?
Nas suas configurações de privacidade, é preciso customizar qual será o tratamento dado as suas atualizações: se serão visualizadas, por todos, só por amigos, por um grupo em particular. O perigo é que, mesmo selecionando a opção desejada, você não estará a salvo.A configuração só será levada em consideração no conteúdo em que as opções de privacidade não aparecem na hora de postá-lo. É o caso, por exemplo, com o aplicativo para BlackBerry, mas não funciona com a versão para PC do Facebook ou o programa para iPhone.
Por exemplo, se alguém passar a assiná-lo, esta pessoa só poderá visualizar as atualizações em que o ícone “público” for selecionado no menu. E atenção: na próxima vez que você for postar algo, esta escolha será adotada automaticamente, ou seja, se quiser compartilhar algo mais reservado, será necessário escolher o item “amigos” ou “amigos de amigos”, entre outros.
Atualizações públicas, comentários públicos
Quando você assinar um usuário, todas as atualizações públicas dele aparecerão em seu mural. É importante lembrar, portanto, que qualquer comentário que você fizer ao post também será tratado dessa maneira.Para ser mais claro: se uma celebridade com milhares de assinantes compartilhar alguma coisa, seu comentário poderá ser visualizado por todos os fãs. Pior, se o perfil deste internauta puder ser pesquisado a partir do Google – há essa opção no Facebook – sua afirmação estará ainda mais em evidência.
Mural poluído
O problema de assinar tantos usuários quanto no Twitter é que seu mural poderá ficar bem confuso. Tudo o que essas pessoas compartilharem publicamente aparecerá na sua página, misturado ao conteúdo postado por seus amigos, por exemplo.Infelizmente, o FB ainda não criou uma lista para assinantes, de modo que o internauta tivesse uma página onde apenas esse tipo de material seria visualizado. Enquanto isso não for providenciado, limpar a bagunça pode dar muito trabalho.
Há, porém, uma alternativa. Vá até o perfil da pessoa em questão e leve o mouse até o ícone “assinado”. Um menu aparecerá, no qual você poderá selecionar o conteúdo que será exibido. A opção padrão é “atualizações mais recentes” e, abaixo, todos os tipos de posts estão selecionados. Assim, é possível escolher “somente atualizações importantes” – mudanças de cidade ou de relacionamento – ou configurar que apenas as fotos serão mostradas.
Assinaturas ou Spam?
Na última semana, eu habilitei as assinaturas. Depois de algumas horas, quando abri meu perfil, uma surpresa: um monte de contas havia começado a me seguir. O problema é que a maioria não parecia de internautas legítimos.Quando você permite que as pessoas te assinem, não poderá retirá-las da lista ou bloqueá-las. A única coisa a ser feita é impedir que elas comentem em suas publicações. Também pode escolher não ser alertado via e-mail quando um novo usuário passar a segui-lo.
Para editar as configurações das assinaturas, vá até a opção “assinaturas”, abaixo de sua foto de perfil, e, depois, selecione “editar configurações”.
Cheque seu perfil
Para garantir que você não está deixando nada escapar, vá até sua página de perfile clique em “ver como”. Na caixa de texto, você poderá ver como seu perfil é exibido para cada um de seus amigos.Para visualizar como pessoas que não te adicionarem veem seu perfil, clique no link “public”, mostrado acima da caixa de texto. É capaz de que descubra algumas coisas até então ignoradas.
No meu caso, por exemplo: pude perceber que meu e-mail, meus interesses e minha formação eram visíveis a todos os membros da rede social, algo que, definitivamente, não gostaria. Fui até as configurações de privacidade e corrigi o erro.
Por último, caso você queria habilitar as assinaturas por motivos profissionais, lembre-se: seu perfil terá de tornar-se mais “profissional” também. O primeiro passo talvez seja alterar sua foto de exibição.
Fonte: IDGNow
-
Conquiste a carreira que você quer desenvolvendo valor para os negócios
25 de abril de 2012
Profissionais de tecnologia estão frustrados com a profissão de TI. Eles não conseguem encontrar um emprego ou uma promoção. Estão sempre ouvindo que a demanda existe, mas não é isso que a sua experiência pessoal mostra. Sentem que têm as habilidades necessárias para o trabalho, e até disposição para serem qualificados ou certificados nas tecnologias que o mercado demanda. Mas os requisitos para desenvolvimento de uma carreira de sucesso permanecem desconhecidos.
Para alguns profissionais de TI, a frustração chegou ao ponto de perderem a noção do que é necessário para se encaixarem no futuro da profissão. O que fazer? Abandoná-la? Acho que não. Nas condições econômicas de hoje, com a concorrência cada vez mais intensa e o surgimento cada vez mais rápido de novas tecnologias, a demanda por pessoas que podem efetivamente aplicar a TI às necessidades do negócio e aos objetivos estratégicos nunca foi tão grande.
Mas note que eu não disse que os negócios precisam simplesmente de profissionais de TI. Requerem “pessoas que possam efetivamente aplicar a TI às necessidades de negócios e aos objetivos estratégicos.” Os profissionais de TI que os empregadores consideram valiosos para os seus negócios não têm apenas as habilidades técnicas certas, mas também as capacidades necessárias para contribuições empresariais produtivas a longo prazo.
E sobre aqueles critérios aparentemente misteriosos para ser um profissional de TI bem sucedido? É simples. Na verdade, a primeira coisa que você precisa é demonstrar que está ciente das necessidades do negócio e que é capaz de encontrar maneiras inovadoras para os atingir. Você precisa falar a linguagem dos negócios. E assim buscar proficiência nas tecnologias mais recentes, além de procurar adquirir as habilidades necessárias para:
1 – Comunicar-se falando a linguagem do pessoal da área de negócios.
2 – Ser um líder melhor na empresa.
3 – Negociar o ecossistema de clientes de forma eficiente.
4 – Inspirar sua equipe.
5 – Fornecer valor inestimável para o sucesso de seus clientes.
É assustador ter muito mais a aprender? Bem, a boa notícia sobre os soft skills fundamentais para o desenvolvimento da carreira de TI é que, ao contrário de habilidades tecnológicas, eles não mudam tanto. Mas se ignorá-los em favor de mais e mais habilidades de TI, difícies, e certificações, lembre-se que esse caminho poderá limitar o mercado de trabalho, porque as habilidades de negócio são consideradas cada vez mais valiosos para os empregadores do que a competência técnica, na hora de construir uma carreira.
Em outras palavras, você precisa de ambos, e se tudo que você tem é proficiência técnica – mesmo uma extraordinária proficiência técnica – você não irá a lugar nenhum. Já se buscar unir a proficiência técnica com uma extraordinária consciência de negócios e rápida capacidade de resposta, então o céu será o limite.
Saiba onde quer ir
No começo da minha carreira, confiei no que eu chamo de “sorte shotgun”. Busquei oportunidades de formação diversas que me atraíram ou pareceram promissoras, e persegui todas as oportunidades para o avanço que vieram junto. Por um tempo, essa estratégia funcionou muito bem, e eu senti que estava sendo impulsionado para frente apesar de qualquer plano real. Eventualmente, porém, o meu progresso começou a ficar lento e comecei a adivinhar as minhas decisões de carreira. Foi quando alguém me disse que eu deveria saber o que eu estava procurando, antes de começar a procurar. E ouvi a frase memorável: “Se você não sabe o seu destino, qualquer caminho serve.”
Tomando esse conselho a sério, comecei a desenvolver a intenção consciente, o que me permitiu dar pequenos passos, constantes, no sentido de escolher a opção mais atraente diante de oportunidades que se encaixavam com meus objetivos. Desenvolvi uma série metas de curto prazo, muito específicas, que poderia me preparar para realizar e sentir, mais uma vez, que estava em movimento. É claro, ao mesmo tempo tracei um objetivo de mais longo prazo. Alcançá-lo imediatamente não era meu foco.
Você poderia pensar em tudo isso como algo semelhante a estar na margem de um rio. Você tem que estudar o caminho, sabendo que o seu objetivo está do outro lado do rio. De pé, onde está, você só pode ver até a próxima curva, e esse é o seu objetivo imediato. Eventualmente, depois de atingir muitas curvas, você pode escolher um lugar onde possa atravessar o rio mais facilmente.
Defina objetivos
Ser mais específico e ser realista ajudam. Você tem que estabelecer objetivos realizáveis, de modo a estabelecer também um padrão de sucesso.
Considere tudo, e quando decidir sobre um objetivo, o anote. Ah! Importante: não limite seus objetivos. Não busque apenas assumir novas posições e cargos. Leve em conta outros objetivos, legítimos, como ter mais reconhecimento, melhorar relacionamentos, ser desafiado por tarefas mais difíceis, aprender novas técnicas ou tecnologias, ganhar experiência internacional, ampliar ou aprofundar conhecimentos, melhorar o equilíbrio trabalho+vida, aumentar a remuneração, tirar proveito dos benefícios educacionais. As possibilidades são limitadas apenas pela sua imaginação.
Um fator-chave no estabelecimento de metas realistas é avaliar suas aptidões e quão elas se alinham com o objetivo que você está considerando. Isso irá ajudá-lo a canalizar sua ambição em direções mais adequadas às suas habilidades naturais e pontos fortes, e, alternativamente, vai ajudá-lo a definir metas intermediárias destinadas a desenvolver as aptidões que você precisa para alcançar outro objetivo particular.
O que geralmente acontece quando você está selecionando objetivos é que você se torna mais ativo e capaz de descobrir as qualificações necessárias para estar verdadeiramente preparado quando a oportunidade certa surgir. E a oportunidade surge, por contar,, pelo menos para aqueles que estão preparados para elas. A beleza de se preparar para uma coisa é que quase sempre parece se preparar para muitas coisas.
Agora, vamos voltar à questão do que os recrutadores estão procurando, além do know-how técnico. São muitas coisas, na verdade. E apesar de ninguém no planeta satisfazer plenamente todos os requisitos que listo abaixo, isso não o impede de atender a boa parte deles.
1. Perspectiva de negócios
Entrevistadores querem saber se você está orientado para o negócio ou para as tecnologias mais cool. A escolha deles recairá sempre para o candidato que demonstre mais interesse e compreensão de como a área de negócios conquista seus clientes e os retém. É preciso ter consciência de fatores críticos de sucesso e do papel que a TI desempenha nessa jornada, além de disposição para evitar custos desnecessários, melhorar o serviço e aumentar a receita com o uso cada vez mais eficaz da TI.
Sem essa perspectiva, o seu interesse em tecnologia estará fora de sintonia com as necessidades dos negócios.
Você é franco e amigável? Mostra vontade de compartilhar e trocar conhecimentos em todos os níveis? Conhece bem os desafios de gestão dos negócios? Pode dar exemplos de metas de negócios ou tarefas que você teve, as atividades que você realizou e os resultados que você conseguiu?
Orientação estratégica – Para alguns cargos, os entrevistadores vão querer saber se você pode olhar para além valor do negócio, o que inclui questões como o posicionamento da empresa em relação à liderança so segmento industrial que atua, excelência operacional e melhoria da área de business intelligence e intimidade com o cliente, e se você tem disposição para iniciar estratégias exploratórias estratégicas em torno de tecnologias emergentes.
Consciência de tendências tecnológicas – Mais do que competência técnica, o que está sendo procurado aqui é alguém que saiba o suficiente sobre as tecnologias atuais para estimar seus ciclos de vida, e que possa identificar quais as tecnologias emergentes devem ser observados e explicar por quê.
Capacidade de medir e melhorar a qualidade do serviço – O que quis é uma pessoa que conhece os meios práticos e comprovados para fazer isso, que tenha experiência em fazer acontecer e que é capaz de descrever como uma forma de melhoria contínua devem ser implementadas.
2. Sucesso em situações desafiadoras
Você pode descrever eventos difíceis de sua carreira com objetividade? Os entrevistadores não estão interessados em ouvir sobre uma cadeia interminável de sucessos. É importante estar aberto sobre as falhas, enfatizando as lições aprendidas. Também é interessante demonstrar como você soube reconhecer contribuições especiais de membros da equipe que ajudaram a atravessar um momento difícil.
Excelente capacidade de comunicação – É acessível para ser acionado, não importa a posição que ocupe? Comunicação de todas as formas (escrita, falada, em apresentação) será avaliada, então você precisa ser capaz de demonstrar essas habilidades em seu currículo, em sua carta de apresentação e, claro, durante a entrevista em si. O peso dado a esta habilidade é bem alto, já que a TI deve ser um parceiro proativo, não um espectador reativo. Ah! E aqui vai uma dica para você: o comunicador eficaz de TI não usar o jargão de TI. Falar a língua do negócio.
Capacidade de liderança comprovada – É caracterizada pela visão, por padrões de comportamento exemplar, capacidade de inspirar os outros, experiência na introdução de mudanças, ser encarregado de tarefas complexas de amplo alcance, facilidade de estar à vontade em áreas de grande responsabilidade, habilidade para alcançar desempenho estelar da equipe e disposição para compartilhar crédito, entre outras coisas.
Você é alguém da confiança dos recursos da empresa?
Capacidade comprovada para introduzir mudanças benéficas – Aqui, os tomadores de decisão vão querer saber como persuasão, colaboração e comunicação foram usados para ganhar apoio para a mudança, que condições ou circunstâncias foram melhoradas e como os resultados foram quantificados (especialmente quando se lida com situações sensíveis ao tempo ou críticas) .
3. Relações profissionais de longa data
Você mostra interesse em seus colegas, nas pessoas de sua equipe e naquelas com quem deve interagir? Você demonstra que você se preocupa com seu bem-estar, e encontra tempo para ajudar a melhorá-lo? Você ficar em contato com pessoas que você já trabalhou em estreita colaboração? Você tem um padrão de troca de ajuda e orientação com essas pessoas? Suas relações – na profissão de TI, no mundo dos negócios e na comunidade de fornecedores – são construtivas e positivas? Os recrutadores vão querer saber essas coisas para que possam eliminar aqueles que são pobres na construção de relacionamentos.
Referências de três excelentes parceiros e clientes
Empregadores querem ver cada vez mais como os candidatos são percebidos por aqueles que trabalharam para eles ou com eles e por aqueles que foram seus supervisores.
4. Bom equilíbrio trabalho+vida pessoal
Acredite ou não, a pessoa que é consumida pela carreira será preterida em favor de quem é mais equilibrada. Isso é porque agora é geralmente reconhecido que os colaborados mais produtivos e inovadores são os que sabem cuidar de si próprios, suas famílias e suas necessidades profissionais, na proporção adequada. Eles demonstram desenvolvimento pessoal. Eles também estabelecem padrões de comportamento exemplar, como uma espécie de proposição de valor da equipe.
Vontade de mudar
Esta é uma pergunta que não entrava nas entrevistas de emprego, porque a suposição era a de que todos os candidatos eram chefes de família cujas carreiras vinham acima de tudo. Hoje, a questão “Se fosse bom para você, sua família e seu equilíbrio trabalho-vida, você consideraria uma realocação ou transferência?” é fundamental. A mesma coisa se aplica à disponibilidade para viagens constantes.
Conhecimento de sua própria proposta de valor …
… e a capacidade de expressá-la simplesmente, são relevantes. Por exemplo: “Tenho uma aptidão significativa para otimização de processos e integração de soluções de tecnologia a partir de uma perspectiva de negócio”. Claro, você tem que ser capaz de fazer backup de tais declarações.
O que mais você precisa?
Apenas isto: Acredite em si mesmo. Se você tiver fé bem fundamentada em suas qualificações e capacidade de enfrentar desafios, as chances são as de ser escolhido por unanimidade. Empregadores sabem esta qualidade quando se deparam com ele, e eles valorizam muito o suficiente que pode compensar de outra forma menos-que-perfeito qualificações. Por quê? Porque nada acontece exatamente como planejado. Quando surgem surpresas, os empregadores sabem, os melhores resultados vão vir sobre quando eles colocaram alguém com auto-confiança no comando do desafio.
Você tem isso. Deixá-lo passar.
Fonte: CIO
-
5 dicas para usar o Facebook para anunciar sua empresa
24 de abril de 2012
O novo recurso Ofertas do Facebook permite às empresas publicar cupons e descontos no Feed de Notícias dos seguidores. Anunciado pela primeira vez em março, o recurso está sendo expandindo gradualmente para tipos seletos de páginas comerciais do Facebook.
O Facebook explica que as Ofertas “são um excelente meio de atrair gente nova para a sua empresa e envolver os clientes. Os cupons e descontos também incentivam o público a falar da sua Página quando as ofertas são compartilhadas entre amigos”.
Os administradores de páginas podem criar e compartilhar ofertas gratuitamente e, embora ainda estejam disponíveis só para um número pequeno de páginas de empresas locais, o Facebook informa que pretende lançar o recurso Ofertas de maneira mais ampla em breve. Se as sua página ainda não tem o recurso Ofertas, mas você gostaria de usá-lo, preencha esta ficha no Facebook para pedir a sua inclusão.
Aqui está uma rápida explicação de como criar uma Oferta e dicas sobre como criar uma Oferta bem-sucedida.
Como os Administradores de Páginas podem criar uma Oferta no Facebook
Entre na página da sua empresa no Facebook e vá para o alto da linha do tempo. Na ferramenta de compartilhamento no alto da página, clique no ícone Oferta — um quadrado amarelo — que diz “Oferta, Evento +”. Escolha a opção Oferta.
Preencha a ficha que vai aparecer, inclusive o cabeçalho da sua Oferta (compre um par de meias, ganhe mais um par grátis, por exemplo), inclua a foto que aparecerá em miniatura e o número de produtos que está oferecendo, e a data de vencimento.
Para escolher o número de produtos (isto é, o número de ofertas disponíveis), clique em Ilimitado e selecione um número no menu suspenso. Para escolher a data de vencimento, clique na data enumerada (8/31/2012 neste caso).
Por fim, para adicionar os termos e as condições da sua Oferta, preencha o espaço apropriado, depois faça uma exibição prévia e clique em “Publicar”. Se quiser fazer alterações à oferta quando estiver checando a exibição prévia, clique em “Editar” e volte para fazer as mudanças necessárias ou desejadas.
Se quiser interromper uma Oferta antes que ela expire, basta excluí-la. Para isso, posicione o mouse sobre a Oferta, clique no ícone do lápis e selecione “Excluir”. A exclusão da Oferta é permanente.
Como criar uma oferta de sucesso no Facebook
Segundo o Facebook, para garantir que a sua oferta seja comprada e compartilhada, você deve levar em conta o valor, o cabeçalho, a imagem e a linguagem usada. “Se a sua oferta não for entendida ou tiver aparência de SPAM, não se surpreenda se os usuários a ocultá-la dos Feeds de Notícias, marcá-la como SPAM ou chegue mesmo a descurtir a sua página.”
Para evitar isso, o Facebook distriui algumas dicas para garantir o êxito da sua Oferta. Vejamos:
1 – Faça descontos interessantes – Embora não haja obrigação de fazer desconto mínimo nas Ofertas, o Facebook recomenda que sejam de, pelo menos, 20% dos preços normais. Oferecer negócios gratuitos — mesmo que o percentual de desconto tenha o mesmo valor implícito do item gratuito – é ainda melhor. Um exemplo disso: “Compre um par de meias, ganhe mais um par grátis.”
2 – Use uma boa imagem – O Facebook explica que fotos de pessoas usando o seu produto geralmente têm melhor desempenho que as fotos do produto sozinho, e que ambas costumam dar mais certo que o logotipo da sua empresa. Na sua Oferta, também vai aparecer, na maioria dos locais, a foto do seu perfil na sua página, portanto usar o logotipo da sua empresa é, em geral, desnecessário. Também confira se a sua imagem fica bem em miniatura, cujo tamanho é de 90×90 pixels. Imagens que não sejam quadradas serão cortadas em forma de quadrado.
3 – Use uma linguagem simples – Não deixe de acrescentar o valor da Oferta no cabeçalho, em vez de slogans de marketing, recomenda o Facebook. Redija a Oferta, inclusive os termos e condições, da maneira mais simples possível e preste atenção nos limites de número de caracteres: 90 caracteres no texto do cabeçalho e 900 caracteres nos termos e condições. Além disso, defina uma data de vencimento razoável para dar aos clientes alguns dias para ver e comprar a Oferta.
4 – Direcione a Oferta para o público correto – Se quiser controlar quem pode ver a sua Oferta, a única opção de fazê-lo é visar o público desejado por país e idioma. Antes de compartilhar a Oferta, clique no menu suspenso embaixo de “Público” e ao lado do botão “Publicar”, e selecione “Idioma/Localização”. Em seguida, digite os nomes dos países e os idiomas das pessoas que você deseja que vejam a sua Oferta. Ela só aparecerá nos feeds de notícias ou na sua página para pessoas que estiverem nos países que você escolher ou que falem as línguas que você especificar.
O Facebook informa que ainda não é possível mostrar Ofertas somente para pessoas que curtam a sua página, portanto qualquer pessoa que visite a sua página poderá ver as Ofertas (a não ser que você selecione o público por país ou idioma).
5 – Promova, treine e rastreie – Para maximizar o efeito da sua Oferta, o Facebook sugere a publicação de matérias patrocinadas para promovê-las. As matérias patrocinadas são anúncios pagos que aparecem nos feeds de notícias dos seus seguidores e põe em destaque interações específicas que as pessoas tenham com a sua organização ou marca. Para chamar atenção adicional para a sua Oferta — gratuitamente — afixe-a no alto da sua página.
Além disso, confira se os seus empregados estão cientes dos termos da Oferta, como é possível comprá-la e quais processos de ponto de venda de que a sua empresa precise para honrar e rastrear as entregas. As ofertas podem ser resgatadas de duas maneiras: imprimindo ou mostrando-as em um telefone celular ou tablet.
Por fim, rastreie quantas pessoas encomendaram e receberam a sua Oferta, o que pode ser uma informação valiosa se você optar por oferecer outra Oferta.
Para rastrear quantas pessoas encomendaram a Oferta, consulte a publicação original na sua página. Para rastrear quantas pessoas a retiraram na sua empresa, o Facebook recomenda definir um código de venda especial no software do seu ponto de venda ou treinar o seu pessoal para fazer a contagem na caixa registradora.
Fonte: IDGNow
-
Cinco coisas que o Google Drive precisará para ter sucesso
23 de abril de 2012
O Google Drive é daquelas figures míticas que rondam as notícias desde 2006. No entanto, os rumores estão cada vez mais fortes, e a tendência é que ele seja lançado nessa semana. Detalhes a respeito do serviço de armazenamento online, inclusive, já vazaram e parecem confiáveis.
No entanto, em seis anos a Internet mudou bastante, assim como o modo como a utilizamos. Temos o Dropbox para sincronizar nossos arquivos e os compartilhar, o Amazon Cloud Drive, que oferece até 1TB de espaço, e o SkyDrive, com a marca Microsoft. Há também o iCloud, criado recentemente pela Apple para unir todos os seus dispositivos.
Com tantas opções, os usuários têm uma ideia do que possuem e do que ainda querem. A seguir veja cinco coisas que o Google Drive precisa oferecer para superar seus rivais e dominar o mercado.
Espaço
Os especulados 5GB de espaço gratuito no Google Drive seriam o dobro do oferecido pelo Dropbox. Porém, o Box.com, a Amazon e o iCloud dão a mesma quantia, e o SkyDrive dispõe 25GB, embora só 5GB possam ser sincronizados com uma pasta.Para que os usuários possam armazenar uma grande variedade de arquivos, eles precisariam de algo parecido com que a Microsoft oferece, e este seria um grande atrativo para o Google Drive.
Um lugar para todos os arquivos
Você tem arquivos anexados a mensagens no Gmail, armazenados no Google Docs e guardados no Picasa, além de fotos no Google+ e música no Google Music. Entretanto, não possui um serviço onde possa deixar todos os seus documentos.O Drive serviria para unificar suas pastas, armazenando automaticamente os arquivos vinculados à conta Google. Isso facilitaria bastante na hora de encontrá-los e organizá-los.
Simplicidade
Esse é o principal mérito do Dropbox. Você mantém o arquivo no computador e o serviço, sem incomodar o usuário, o envia para a nuvem. Segundo o portal TechCrunch, o Google Drive terá um aplicativo próprio que, provavelmente, funcionará como o do rival.Assim, o melhor método seria utilizado como modelo. Você poderia selecionar as pastas que gostaria de sincronizar e não se preocupar mais com assunto – não teria que, por exemplo, copiar suas fotos do Picasa para todo PC que usar.
Mobilidade
Assim como o Dropbox, o Google Drive terá de oferecer bons aplicativos para dispositivos móveis, pois é deste segmento que boa parte do dinheiro poderá ser obtida. A Google possivelmente integrará o serviço com o Android, já que é dona de ambos, mas para o iOS precisará de um app.Seria positivo também se permitisse que desenvolvedores integrassem o serviço aos programas que criassem, aumentando, assim, sua presença no universo móvel.
Preço
O Google já dispõe de preços melhores que seus competidores. O Apps oferece 20GB por 5 dólares anuais, ante os 40 dólares cobrados pela Apple em seu iCloud. Se mantiver a proporção com o Drive, poderemos ter 400GB por 100 dólares ao ano, um valor menor que o da Amazon, que cobra 500 dólares por 500GB.Fonte: IDGNow
-
10 erros bobos no currículo que podem custar uma vaga de emprego
20 de abril de 2012
Fazer um currículo pode parecer algo simples: você coloca os seus dados escolares e profissionais, cursos, especificações e algumas considerações. Mas saiba que pequenos detalhes, coisas que nem nós mesmos percebemos às vezes, podem fazer toda a diferença na hora de conquistar uma oportunidade no mercado de trabalho.
Pensando nisso, o site New Scientist listou dez itens um tanto corriqueiros que podem influenciar nas decisões dos empregadores em não contratarem você. O curioso é que muitos deles afirmam notar esses tipos de erros o tempo todo. Veja abaixo algumas dicas para otimizar as informações do seu currículo e evitar prejudicar o próprio desempenho na próxima vez em que for se candidatar a uma vaga.
1. Muitos detalhes
Vários dados podem ficar de fora do seu currículo, como telefones demais, por exemplo – o seu celular e o número residencial já são suficientes. Evite nomes de referência, salários por posição e endereço de empresas ou escolas. Isso tudo, se necessário, será solicitado posteriormente.2. Muito espaço em branco
Não precisa deixar o currículo tão cheio a ponto de parecer um jornal, mas um currículo de meia página pode mostrar que você não tem trabalhos ou experiências suficientes de vida. Mesmo que você nunca tenha tido um emprego, deve ter feito pelo menos um trabalho voluntário, atividades extracurriculares ou tido posições de liderança. Não apresente um currículo mostrando apenas seu objetivo.3. Segunda página
Não faça um currículo com duas páginas, a menos que simplesmente liste referências na segunda. Se você não conseguir fazer um currículo em até uma página, pode dar a impressão que falta capacidade de se comunicar de forma sucinta – que tem se tornado cada vez mais crucial no nosso mundo de redes sociais.4. Foto
Muitas pessoas cometem o erro de colocar uma foto de si mesma no currículo, talvez com a ideia de que a boa aparência vai ajudar a conseguir uma entrevista. No entanto, uma companhia não pode considerar, na teoria, uma imagem na hora de determinar se você está ou não qualificado para a vaga. Várias organizações descartam imediatamente currículos com fotos. Por isso, só coloque uma figura caso solicitem.5. Dados imprecisos
Tome sempre cuidado para colocar títulos, responsabilidades e período em que você trabalhou em uma empresa de maneira consistente e correta. Imprecisões no currículo podem causar grandes problemas em entrevistas.6. Fatos que distraem
Conheça a linha que separa as boas informações de muita informação. Listar premiações ou vitórias desnecessárias podem causar má impressão. Certos dados causam mais distração do que adição positiva no currículo.7. Escola primária
Não é recomendado colocar a instituição onde você completou seu ensino fundamental. O importante para o empregador são os graus universitários e formação profissional.8. Passatempos estranhos
Não coloque hobbies ou interesses estranhos em seu currículo. Há melhores maneiras de mostrar sua individualidade.9. Fontes e tipologia bobas
Já imaginou um empregador olhar para o seu currículo com fonte em Comic Sans, letras coloridas ou qualquer tipologia gritante? Essa é, sem dúvida, uma péssima forma para se elaborar um bom currículo.10. E-mails “fofinhos”
Nada de usar contas de e-mails bonitinhos que você tinha na sua adolescência. Se você ainda usa logins como bonequinha2434@email.com, florzinha98@email.com, e tantos outros exemplos, é hora de criar um e-mail mais sério, profissional e com menos brincadeiras.Fonte: Olhar Digital
-
Como aumentar a colaboração interna no departamento de TI
19 de abril de 2012
Já faz algum tempo que o gerentes de TI lamentam a tensão entre as equipes encarregadas de mudar o negócio (desenvolvimento) e aquelas responsáveis por mantê-lo funcionando (operações). Na verdade, a maioria das organizações sofre essa maldição, e os estereótipos que refletem essa animosidade não são poucos.
Equipes operacionais, por exemplo, enxergam os integrantes da equipe de desenvolvimento como pessoas sentadas em suas torres de marfim produzindo código de todos os dias, criando aplicativos sem considerar as restrições do mundo real. Por outro lado, desenvolvedores veem o pessoal de operação como mantenedores da infraestrutura, responsáveis por mantê-la sempre disponível, sempre a postos para impedir que ela seja afetada por código mal escrito.
Esses estereótipos existem porque os comportamentos organizacionais, com uma área sempre pronta a culpar a outra pelas falhas, acirrar conflitos. As duas partes devem agir rapidamente para mudar.
O conceito de DevOps (desenvolvimento + operações) tem sido apontado por muitos como a maneira das duas áreas passarem a trabalhar juntas, de forma eficiente e harmônica, para beneficiar o negócio. Mais especificamente, a Forrester define DevOps como um conjunto de processos, métodos e sistemas de comunicação, integração e colaboração entre as funções de TI responsáveis pelo desenvolvimento das aplicações, infraestrutura e operações. Faz parte do trabalho de devs e ops estarem alinhados e colaborarem um com o outro.
Líderes de TI podem começar a construir uma relação mais próxima entre aqueles que criam o software e os que mantêm tudo funcionando, em produção, considerando as seguintes ações:
1. Alterar a gestão de mudança
A reputação do pessoal de operação é a de resistir às mudanças, porque todo mundo – pessoal operacional, desenvolvedores, e os próprios clientes – passou a acreditar que a mudança é ruim. Falhas de serviço são frequentemente atribuídas a mudanças, por isso, se poucas são executadas, menos falhas ocorrerão. Esta associação ridícula apenas nos diz que o nosso processo de gestão de mudança é falho, muitas vezes profundamente.
Da mesma forma que conseguimos conciliar objetivos aparentemente contraditórios, como disciplina e velocidade, os profissionais de desenvolvimento deverão olhar os de operações como parceiros, não como um obstáculo irritante. O pessoal operacional da área de gestão de mudanças permite garantir que o processo está sendo executado de forma consistente. Todas as alterações realizadas fora do processo devem ser identificadas e corrigidas imediatamente.
2. Aumentar a comunicação entre as áreas, para que o grupo de desenvolvimento conheça melhor a área de operações
Para melhorar a compreensão, reduzir o preconceito e melhorar a percepção, as equipes de TI precisam melhorar a comunicação. O objetivo é adaptar as práticas de trabalho para garantir uma maior colaboração entre as áreas em novas iniciativas de TI. Essa colaboração não só ajuda a maximizar ganhos, como também a melhorar a qualidade das soluções de TI.
3. Educar os desenvolvedores de aplicações sobre a evolução de I&O orientada a serviço
Líderes de TI devem estender a ITIL ao gerenciamento de serviços. Com a introdução da ITILv3, em 2007, o quadro já não é mais centrado na operação. Ela explica todas as fases do ciclo de vida de serviços, incluindo aqueles relacionados com a área de desenvolvimento. É preciso educar os profissionais de desenvolvimento e operações a identificarem como ferramentas de automação de serviços podem colaborar para a implantação dos processos de TI e usá-las. A abordagem certa dele levar o pessoal de desenvolvimento a desejar ter um papel em ITIL e não se sentirem forçados a isso.
4. Considere o desenvolvimento de aplicações como serviço
A declaração pode soar chocante e provavelmente ofensiva para alguns desenvolvedores, mas o desenvolvimento de aplicações é, em última análise, um subcomponente do serviço geral de TI. O líder de TI deve trabalhar para reposicionar o até então isolado grupo de desenvolvedores dando a eles um papel mais central, de parceiros do pessoal de infraestrutura e operações na prestação de serviços relevantes para clientes comuns.
5. Compreender e gerir a diversidade de opiniões sobre a entrega de serviços
Existem razões pelas quais alguns de nós gostam de trabalhar em desenvolvimento e por que os outros odeiam programação. No entanto, essa não é uma desculpa para não trabalhar juntos para o bem do negócio. A liderança de TI precisa assegurar que haja um melhor mix de habilidades e tipos de personalidade nos grupos funcionais de TI. A revisão dos processos de gestão de pessoas deve ser feita em conjunto com o RH. Isto irá identificar problemas e lacunas nos conhecimentos e habilidades do pessoal de TI.
6. Integrar TI às áreas de negócio
Pare de repetir o mantra de alinhamento das áreas de TI e negócios e trabalhar para tornar-se de fato um facilitador de um parceiro de valor estratégico. A TI não deve estar alinhada ao negócio, simplesmente porque a TI é o negócio! As equipes de TI precisam entender como o seu trabalho está em sintonia com os objetivos mais amplos do negócio. Ter uma equipe eficaz, que compreenda isso, é essencial para posicionar a área de TI como um grupo que pode aumentar a vantagem competitiva da empresa por meio da tecnologia e da inovação.
Fonte: Olhar Digital
-
Os seis principais riscos e benefícios dos projetos de cloud computing
18 de abril de 2012
As empresas não podem ignorar a importância de analisar a adoção de serviços nas nuvens, principalmente, porque isso pode torná-las mais competitivas no mercado, graças à redução dos custos de TI e à agilidade de implementação de novos produtos e soluções no mercado. Mas como encontrar o equilíbrio necessário?
A seguir, separamos os seis principais riscos e benefícios do uso de cloud computing e que podem ajudar a fazer uma análise mais detalhada dos projetos.
Benefícios
1. Redução de custos – ao contratar um hardware, software ou plataforma na nuvem, o usuário não precisa fazer um investimento inicial em infraestrutura ou licenças, as quais passam a ser totalmente geridas e fornecidas pelo provedor do serviço. Além disso, todo o processo de manutenção e atualização das soluções fica sob responsabilidade do fornecedor. Assim, o cliente paga apenas um valor mensal pelo uso dos recursos contratados.
2. Elasticidade – este é um dos conceitos que mais atrai as empresas que trabalham com picos de demanda sazonais. Isso porque, cloud computing permite que o usuário aumente ou reduza a quantidade de recursos contratados, de forma simples e ágil, sem a necessidade de mudar contratos. De forma geral, as próprias empresas usuárias do serviço conseguem fazer essa mudança por meio de painéis de controle online.
3. Agilidade – para novos projetos, que exijam uma rápida implementação, a computação em nuvem pode ser bastante atrativa. Isso porque, em pouquíssimo tempo, é possível contratar a infraestrutura necessária para rodar um novo projeto, sem a preocupação com compra de hardware e software, implementação e manutenção.
4. Simplificação na gestão de TI – ao transferir a responsabilidade pela manutenção de parte dos recursos de tecnologia para os fornecedores de cloud computing, as equipes de TI conseguem se livrar de atividades burocráticas e que consomem um grande tempo, para se dedicar a projetos estratégicos.
5. Facilidade de acesso remoto – pelo fato dos serviços em cloud serem acessados pela internet, isso permite que usuários remotos utilizem os recursos de TI da empresa de qualquer lugar. O que pode ser especialmente interessante para companhias que têm profissionais dispersos geograficamente ou que fiquem muito tempo fora do escritório.
6. Economia de energia – uma das pressões cada vez mais frequentes na área de TI é a redução de custos. E os data centers, especificamente, são uma importante fonte de despesas. Assim, ao terceirizar os serviços na nuvem, é possível cortar os gastos relacionados à energia e à manutenção dos centros de processamento de dados. O que, por outro lado, responde aos requisitos da TI verde.
Riscos
1. Segurança – este aparece como o tema que mais preocupa as empresas e os usuários que estudam a migração para cloud computing. Isso porque, há uma preocupação em deixar que sistemas ou dados sensíveis sejam processados por terceiros, em um local não determinado.
2. Privacidade dos dados – também em relação à segurança, outro risco bastante apontado no modelo de computação em nuvem é a garantia de que as informações armazenadas em cloud não sejam acessadas ou utilizadas por pessoas não autorizadas ou má intencionadas.
3. Link de dados – em especial no Brasil, onde há ainda um problema em relação à infraestrutura de telecomunicações, muitas corporações consideram que pode ser um problema acessar os serviços em cloud, por meio da internet. Isso porque, caso ocorra qualquer interrupção no link de dados, a solução ficará indisponível.
4. Provedor do serviço – outra questão em relação à continuidade dos serviços é a garantia de que o fornecedor das soluções em nuvem não terá problemas em seu data center. A preocupação com o assunto ganhou força depois que, em abril deste ano, a fornecedora Amazon teve problemas em sua infraestrutura e tirou do ar mais de 70 sites que estavam armazenados em seu sistema de cloud.
5. Falta de SLAs e padronização – por ser uma tecnologia ainda nova, ainda não há um padrão para a oferta de serviços na nuvem e que seja utilizado pelos mais diversos fornecedores. O que torna difícil uma possível migração de dados de um provedor para o outro, assim como cria uma barreira à criação de acordos de nível de serviço (SLAs).
6. Questões regulatórias – por fim, outro risco que precisa ser avaliado na adoção de cloud computing é a questão regulatória. Isso porque, além de seguir as regras de armazenamento de informação vigentes no país de origem da empresa usuária, o fornecedor deve atender à legislação que vigora nos diversos países em que estão instalados seus data centers.
Fonte: Olhar Digital
-
Conheça os nove círculos do inferno da TI
17 de abril de 2012
Passe tempo suficiente na indústria de tecnologia, e você eventualmente se encontrará no inferno da TI – um local não muito diferente do submundo descrito por Dante em sua “Divina Comédia”.
Nos centros de dados, salas de conferências e cubículos, a versão deste inferno na área de TI não é alegoria. É um teste muito real de sanidade e alma.
Quantos de nós têm sido abandonados no limbo por nossos fornecedores de TI, só para venderem facilidades. Quantas vezes fomos acusados de heresia por argumentar a favor ou contra o uso de código aberto? Certamente muitos de nós foram vítimas de fraude e traição por parte dos fornecedores.
Felizmente, como no universo poético de Dante, há maneiras de escapar dos nove círculos do inferno de TI. Mas tenha cuidado: de uma outra para outra você pode ter que enfrentar seus próprios demônios para fazê-lo.
1° Círculo do Inferno de TI: Limbo
Descrição: Um pântano lamentável onde nada é feito e a mudança é impossível
Pessoas que você encontra lá: Usuários presos por fornecedores, departamentos algemados por bloqueios de software, organizações refém de desenvolvedores.
Há muitas maneiras de cair no Limbo. Quando os problemas surgem e os vendedores começam a apontar o dedo uns para os outros, quando você está preso a um software de baixa qualidade, sem alívio à vista, quando seus programadores o deixam preso, sem nada poder fazer a não ser começar de novo a partir do zero.
Você sabe que está no Limbo quando “os caras software começam a dizer que o problema está no hardware enquanto os caras hardware dizem que o problema está no software”, diz Dermot Williams, diretor da Threatscape, uma empresa de segurança de TI com sede em Dublin, na Irlanda . “Passe a eternidade neste círculo e você vai descobrir que, sim, é possível que ninguém seja culpado e todos se sintam culpados, ao mesmo tempo”, completa o executivo.
Algo semelhante acontece quando os vendedores de aplicativos culpam o OS, e fornecedores de sistemas operacionais culpam dos desenvolvedores de aplicações, aponta Bill Roth, vice-presidente executivo da empresa de gerenciamento de dados LogLogic. “A Oracle diz que é culpa da Red Hat, enquanto a Red Hat culpa a Oracle”, diz ele. “O suporte de TI é ruim de ambos os lados.”
Como escapar: “Quando você está cavando um buraco no inferno, a primeira coisa a fazer é parar de cavar e escalar o seu caminho para fora”, diz Roth. Isso significa ter certeza que você tem o conhecimento técnico em casa para resolver seus próprios problemas, pode adotar código aberto para evitar os bloqueios de software, e ter tempo para refatorar seu código para que você possa ser mais eficiente da próxima vez.
2° Círculo do Inferno de TI: Luxúria Techie
Descrição: Uma caverna profunda repleta de montanhas de aparelhos descartados, com criaturas lutando para alcançar o topo
Pessoas que você encontra lá: Quase todo mundo, em algum momento.
O círculo da luxúria techie permeia praticamente todas as áreas de uma organização.
Inclui desenvolvedores que abandonam a manutenção das ferramentas em uso para abraçar tecnologias mais recentes, sem parar para entender primeiro essas novas estruturas e metodologias. Gestores que querem aparelhos novos (como o iPhone) e inventam uma razão pela qual eles devem tê-los, independente do impacto sobre as políticas de TI. Executivos que se fixam em conceitos que mal entendem (como a nuvem) e acionam todos os recursos de uma organização por trás do medo de perder concorrência.
“Na realidade, todos nós visitamos o círculo da luxúria, cedo ou tarde”, diz Lowe. “O problema com a luxúria techie é o acúmulo de coisas. Você pode ficar atolado para sempre no “nós não podemos terminar este projeto, porque uma nova ferramenta acabou de sair e estamos começando tudo de novo”.
Como escapar: é difícil se libertar do círculo da luxúria techie, admite Lowe. “Nós todos amamos coisas novas”, diz ele. “Mas você tem que saber o que é bom o suficiente para começar a trabalhar com, e aprender a ser feliz com o que você tem.”
3° Círculo do Inferno de TI: Gula dos Stakeholders
Descrição: Um pântano fétido cheio de usuários de negócios insaciáveis que exigem mais e mais recursos, não importa o custo
Pessoas que você encontra lá: Demônios de vendas e marketing, finanças e administração. Este círculo é dolorosamente familiar para qualquer um que já tentou desenvolver um aplicativo de negócios, diz Dermot Threatscape, da Williams.
“Até o fim do projeto, as especificações, orçamentos e cronogramas reais não têm qualquer semelhança com as que você começou estimou, graças aos usuários que continuam acrescentando mais recursos”, diz Williams . “Um desenvolvedor que tenha a infelicidade de cair nesse círculo nunca vai realmente alcançar o nirvana de oferecer “todo os recursos “, porque a especificação, em si, nunca estará totalmente finalizado.”
Como escapar: há apenas um caminho para fora, e isso implica enfrentar algumas duras realidades, diz Williams. “Para escapar deste círculo é melhor empunhar o espelho mágico da verdade dolorosa”, diz ele. “Esta arma poderosa faz os demônios olharem em seus próprios corações escuros e perceberem que, em última análise, são eles que mais têm a perder com a inclusão desenfreada de recursos.”
4º Círculo do Inferno de TI: a ganância corporativa
Descrição:Uma fornalha acre onde criaturas se afogam em um rio de ouro derretido
Pessoas que você encontra lá: Os executivos e acionistas. Também: Donald Trump
Este círculo é preenchido com aqueles que colocam o ganho financeiro pessoal à frente das necessidades dos clientes, diz Anthony R. Howard, consultor de tecnologia.
“Quando os arquitetos de TI estão trabalhando em projetos capazes de trazer dezenas de milhões de dólares, o pessoal da torre de marfim quer que a receita entre o mais rápido possível para que possam apresentá-la à turma de Wall Street – e recolher seus bônus”, diz ele. “Ao mesmo tempo, os clientes querem tudo, incluindo os produtos que não existem ainda.”
Como escapar: A habilidade política, a dedicação ao cliente, o suporte e a gestão são as únicas maneiras de sair desse círculo, diz Howard. “Você tem que descobrir como entregar os resultados que eles querem de alguma outra forma.”
5º Círculo do Inferno de TI: Raiva do desenvolvedor
Descrição: Um poço de enxofre, fumaça e fogo onde geeks crescem
Pessoas que você encontra lá: programadores, desenvolvedores, executivos C-level
No mundo do desenvolvimento de software, os prazos são constantes, a pressão é intensa, e refletem nos temperamentos. Os habitantes deste círculo tendem a gritar primeiro e perguntar depois.
Larry Roshfeld, vice-presidente executivo de Sonatype, provedora de soluções de governança open source, diz que sua equipe trabalhou recentemente com uma grande instituição financeira para o desenvolvimento de software personalizado para a divisão comercial do banco. Mas quando a equipe jurídica do banco examinou o código, encontrou centenas de conflitos de direitos autorais que levariam semanas para resolver.
“A equipe da área comercial começou a gritar que precisava da aplicação o mais rápido possível”, diz ele. “Outra equipe ficou sabendo disso e também começou a reivindicar a atenção do pessoal de desenvolvimento, preocupada com o fato da demora no desenvolvimento do aplicativo da equipe de vendas prejudicar o desenvolvimento que precisava.” A equipe legal, por sua vez, garantia que o uso do aplicativo não seria liberado até que as questões com licenças e direitos autorais fossem resolvidos. “Ouvi palavrões que eu nunca tinha ouvido antes. As pessoas estavam literalmente espumando pela boca enquanto gritavam umas com as outras, em uma verdadeira guerra.”
Como escapar: Você pode evitar a maioria dos conflitos mantendo todos informados de cada passo do caminho, diz Roshfeld. “Em nosso exemplo, se a equipe de desenvolvimento tivesse as informações de licenciamento nos estágios iniciais do desenvolvimento, poderia ter tomado decisões mais acertadas, capazes de evitar a crise”, diz ele. “Tomar conhecimento de falhas críticas no final do processo de desenvolvimento inevitavelmente conduz ao caminho do quinto círculo.”
6º Círculo do Inferno de TI: Heresia Tech-cult
Descrição: Um labirinto insondável, onde todos os caminhos levam ao mesmo destino, iluminado pelos fogos de descrentes queimando na fogueira
Pessoas que você encontra lá:Fanboys da Apple, Google e Microsoft, wikipedistas, defensores do uso doe código aberto, e qualquer outro membro de um culto da área de TI
Onde verdadeiros nerds crentes se reúnem, o resto do mundo é lançado na cova de heresia.
Sistemas aberto versus software proprietário, Apple versus Microsoft – não importa que lado você defenda, haverá sempre uma heresia, do outro lado, diz David O’Berry, engenheiro de sistemas estratégicos da McAfee.
Como escapar: Depende do grau de fanatismo e da crença no poder da “evangelização”, diz O’Berry. Você pode evitá-los, mantendo a mente e os olhos bem abertos. “No momento em que você começa a tratar algo como um fanático, você reforça a noção de que o assunto é uma religião”, diz ele. “Não é religião, é negócio. O mundo sobrevive com compromisso. Ir longe demais em um sentido ou no outro não fará você resolver os problemas.”
7º Círculo do Inferno de TI: a violência do fornecedor
Descrição: Um local sombrio cheio de ogres com cortes de cabelo caríssimos, empunhando carteiras Louis Vuitton
Pessoas que você encontra lá: Advogados
No mundo da TI, a violência contra indivíduos é lamentável, mas felizmente rara. Já a violência entre as empresas é comum – e os danos colaterais muitas vezes muito mais extensos.
“Quando as empresas não podem competir de forma justa, elas ficam predatórias”, observa O’Berry. “Acontece quando todos os processos de patentes começam a aparecer.
Como escapar: Saindo do círculo de empresa contra empresa, a violência só pode ser possível através de ação coletiva, diz O’Berry. “Quando você aperta o único ecossistema para a sua vantagem, e não se preocupa com as empresas que você matou ao longo do caminho, eventualmente, as pessoas vão dizer basta”, diz O’Berry. “Precisamos equilibrar a nossa natureza capitalista com alguma forma de responsabilidade social.”
8º Círculo do Inferno de TI: Práticas fraudulentas e hackers malévolos
Descrição: Um local escorregadio onde demônios espreitam nas sombras e nada é como parece
Pessoas que você encontra lá: Scammers, spammers, hackers black hat e administradores de sistemas desonestos
O oitavo círculo do Inferno de TI é povoado por almas perdidas que abusam de seus privilégios de acesso para roubar dinheiro, dados e propriedade intelectual, ou simplesmente promover danos em resposta a alguma percepção errada.
Como escapar: Você pode evitar cair no círculo de fraude melhorando o monitoramento dos privilégios de acesso. “As pessoas com mais poder – administradores de rede e de sistemas – muitas vezes não são controlados de forma alguma”, diz ele. “Você precisa ser capaz de ver o que estão fazendo e controlá-los em um nível granular. Quando as pessoas sabem que estão sendo monitoradas, tendem a manter seus narizes limpos “.
9º Círculo do Inferno de TI: Traição techie
Descrição: Um deserto gelado, cheio de almas perdidas desesperadamente agarrando as facas nas costas
Pessoas que você encontra lá: funcionários descontentes, os rivais de trabalho, qualquer geek rancoroso
Inveja, calúnia, subterfúgios e sabotagem – todos eles são apenas infelizes partes da vida de TI, diz Anthony R. Howard.
Como escapar: A possibilidade de traição aconselha ter um bom gestor do seu lado, diz Howard.
-
Três dicas para ganhar dinheiro com apps móveis
16 de abril de 2012
Encare o fato: Suas perspectivas de se tornar um bilionário durante a noite por inventar o próximo Instagram não são boas.
Mas isso não significa que você não pode ganhar alguma grana no mercado de aplicativos móveis. Embora a concorrência seja feroz, existem maneiras de construir uma base de usuários e monetizar o conteúdo do seu aplicativo. Durante a Conferência Sloan Hi-Tech no MIT esta semana, cinco veteranos dessa indústria deram dicas preciosas.
Não suponha que você vai ser o Instagram
É melhor ter uma visão de longo prazo e gradual para tornar sua aplicação bem-sucedida, o que invariavelmente significa estabelecer um plano de negócio para rentabilizar o app e assim mostrar às empresas de capital de risco (venture) que você será capaz de criar um fluxo de receita.“Quando você olha para omgpop, Facebook e Instagram, é 1% do top 1% das startups”, diz George Bell, CEO da JumpTap. “Se você é uma startup normal, vai ter de ir atrás de financiamento e provar que tem um modelo sustentável.”
Quando se trata de modelos de receita para aplicações, há dois principais sistemas em voga: os livres para baixar e sustentados por publicidade, e “freemium” – grátis para download, mas que cobram para conteúdo adicional.
O consenso geral é que o “freemium” é o modelo com mais força, uma vez que normalmente fornece um fluxo mais consistente de receitas.
Aaron Woodman, diretor de negócios de comunicações móveis da Microsoft, disse que os desenvolvedores têm de insistir em cobrar alguma coisa pelo seu conteúdo, apesar do fato de que as app stores estão transbordando com aplicativos que prometem tudo gratuitamente.
“Na Microsoft temos lutado para defender a sua capacidade de vender seu produto”, diz. “Eu não acho que haja modelos diferentes de ‘freemium”, em que seja possível vender conteúdo dentro dos jogos. ”
Nem todo mundo partilha o entusiasmo, no entanto. Ray Silva, fundador e CEO do estúdio XMG, disse que “detesta” o sistema e, em vez dele, prefere o “paymium”, em que os usuários pagariam uma pequena quantia pelo app, além de extras para opcionais.
“Acreditamos que o modelo final é cobrar 99 centavos (de dólar) por um jogo e depois por conteúdo adicional”, diz.
Fique fora do HTML5 por enquanto
Embora seja o provável futuro dos apps móveis, o HTML5 ainda está em seus primeiros dias e tem um longo caminho a percorrer antes que possa fornecer o tipo de codificação personalizada que desenvolvedores têm com a sua própria API nativa.“De uma perspectiva de desenvolvedor do jogo, se você quer atingir um melhor desempenho para seus usuários, precisa de um monte de APIs que o HTML5 não suporta”, disse Sharma. “Por exemplo, o GPS. Muitos aplicativos o usam, mas dentro do mundo HTML5 APIs para ele não existem.”
Eli Schleifer, fundador da Directr e moderador do painel, disse que o HTML5 seria mais bem utilizado por empresas que estão desenvolvendo aplicações relativamente simples que não necessitam de serviços baseados em localização ou outras ferramentas de desenvolvimento complexas.
Registre patentes, no início e sempre
Caso você não tenha notado, o mundo móvel tem sido consumido por uma série de ações judiciais sobre propriedade intelectual. Por isso, se você acha que tem uma ideia brilhante que pode ser o próximo hit, você realmente precisa patenteá-la para evitar imitadores.Embora isso pareça difícil, os participantes observaram que as empresas ficam felizes em ter protegido sua propriedade intelectual após o negócio decolar.
“Nós incentivamos as pessoas a não ter medo do processo”, diz Sean Kelly, vice-presidente de desenvolvimento de produtos na Zynga.
Fonte: IDGNow
-
5 tendências em Business Analytics que as empresas podem explorar
13 de abril de 2012
Ferramentas de análise e inteligência de negócios estão ajudando empresas a responder perguntas mais complexas para fornecer informações valiosas e ajudar a gerenciar os negócios com mais eficácia. Cinco tendências no setor de tecnologia da informação (TI) estão, agora, desafiando as análises e impactando na entrega de resultados. São elas: o surgimento do Big Data, tecnologias para processamento mais rápido, custos decrescentes de commodities de TI, proliferação de dispositivos móveis e mídias sociais.
Nesse novo cenário, é possível usar analytics para obter uma série de vantagens. Veja como explorar esses fenômenos.
Big Data
Big Data é o conjunto de uma grande quantidade de dados, entre eles os estruturados e não estruturados, como vídeos e imagens. Mídias sociais, dados de cadeia de suprimentos e câmeras de vigilância tornaram a gestão dos dados corporativos mais complexa do que costumava ser.Embora nem toda empresa precise de técnicas e tecnologias para lidar com grandes conjuntos de dados não estruturados, Perry Rotella, CIO da Verisk Analytics, companhia de análise de risco, acredita que todos os CIOs devem olhar para plataformas de análise de Big Data.
Big Data é uma tendência explosiva, de acordo com Cynthia Nustad, CIO da HMS, empresa que ajuda a conter custos em programas de saúde. A HMS ajudou os clientes a economizar 1,8 bilhão de dólares no último ano e a salvar bilhões em gastos desnecessários por evitar pagamentos indevidos. “Recebemos e acompanhamos milhares de materiais com dados estruturados e não estruturados”, diz Cynthia.
Para ajudar a lidar com o fenônemo, a HMS está explorando o uso de tecnologias NoSQL, baseadas em open source. Elas são capazes de processar dados com eficiência e a baixos custos. Cynthia usa Hadoop para analisar fraude e desperdício e talvez migre a utilização para a análise de registros de visitas de pacientes que podem ser relatados em uma variedade de formatos.
Entre os CIOs entrevistados para esta reportagem, aqueles que tiveram experiência prática com o Hadoop, incluindo Rotella e o CIO do comparador de preços na web Shopzilla, Jody Mulkey, estão empresas que prestam serviços de dados como parte de seu negócio.
“Estamos usando o Hadoop para tarefas que costumamos usar o data warehouse”, diz Mulkey. E, mais importante, acrescenta ele, para conseguir “análises muito interessantes que nunca poderíamos fazer antes”.
O Good Samaritan Hospital, hospital em Indiana, nos Estados Unidos, é outro exemplo. “Não temos o que eu classificaria como Big Data”, diz o CIO Chuck Christian. No entanto, os requisitos regulamentares estão desafiando o armazenamento de novas categorias de dados, como registros médicos eletrônicos em grandes quantidades. Assim sendo, sem dúvida, existe um grande potencial para colher informações sobre a qualidade de saúde a partir dos dados, diz ele.
Business Analytics ganha espaço
Tecnologias para lidar com Big Data ajudam empresas a caminhar mais rapidamente em direção ao mundo analítico, diz Vince Kellen, CIO da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos. “O que queremos é uma análise avançada em meio a uma montanha de dados”, diz Kellen.A capacidade dos computadores de hoje para processar muito mais dados em memória permite resultados mais rápidos do que quando a pesquisa por dados acontecia no disco.
Apesar de os bancos de dados terem, há décadas, ganhado melhor desempenho com cache de dados acessados com frequência, agora tornou-se mais prático carregar grandes conjuntos de dados para a memória de um servidor ou cluster de servidores, com discos usados apenas como backup.
Por esse motivo, agora, Rotella diz que pode executar em segundos as informações, o que há cinco anos consumiria uma noite toda. A companhia em que Rotella trabalha faz análises preditivas de grandes conjuntos de dados, que muitas vezes envolvem a execução de uma consulta, a busca por padrões, e realização de ajustes antes de executar a próxima consulta.
Tecnologias mais baratas
Junto com o aumento da capacidade de computação, análises estão se beneficiando da queda dos preços de memória e armazenamento, juntamente com o software de código aberto que fornece uma alternativa aos produtos comerciais e estabelece pressão competitiva sobre os preços.Cynthia, da HMS, vê as mudanças na economia na computação alterar algumas opções básicas de arquitetura. Por exemplo, na empresa, uma das razões tradicionais para a construção de data warehouse foi juntar os dados em servidores com potência de computação para processá-los. Quando o poder de computação era mais escasso do que hoje, era importante descarregar cargas de trabalho analíticas de sistemas operacionais para evitar degradar o desempenho de cargas de trabalho diárias. Agora, essa nem sempre é a escolha certa, observa Cynthia.
“Com o preço do hardware e de armazenamento caindo, você pode se dar ao luxo de começar a lidar com uma camada de Business Intelligence”, diz ela. Ao levar em consideração todos os passos da mudança, a reformatação e o carregamento de dados no warehouse, análises podem dar respostas mais imediatas.
Hackney observa, no entanto, que, embora as tendências de desempenho dos preços sejam úteis para o gerenciamento de custos, economias potenciais são muitas vezes eliminadas pela crescente demanda por capacidade. “É como correr no mesmo lugar”, diz.
Todo mundo é móvel
Assim como todas as aplicações existentes hoje, BI está saltando para dispositivos móveis. Para Cynthia, BI móvel é uma prioridade “porque todo mundo quer acessar relatórios sobre a organização onde quer que esteja”, assinala. Ela afirma que faz parte dos planos da companhia fornecer para os clientes da empresa acesso móvel aos dados para ajudá-los a monitorar e gerenciar despesas de saúde. “É uma demanda que teve início há cinco anos, mas cresce muito hoje”, observa.Para os CIOs, o caminho é partir para a criação de interfaces para smartphones, tablets e telas sensíveis ao toque e não para a adoção de sofisticados recursos analíticos. Talvez por essa razão, Kellen considera essa questão bastante fácil de resolver.
Rotella não concorda com Kellen. “A computação móvel afeta a todos”, diz ele. “O número de pessoas que faz o trabalho em iPads e outros dispositivos móveis está explodindo. Essa tendência irá acelerar e mudar a forma como nós interagimos com nossos recursos de computação”, observa. Por exemplo, Verisk desenvolveu produtos para permitir acesso a análises em campo, para que os funcionários possam executar as estimativas de custo de reposição de produtos. Isso é uma forma de “alavancar a análise e colocá-la nas pontas dos dedos das pessoas que precisam dela”.
O que torna esse cenário desafiador é a rapidez das mudanças tecnológicas, avalia Rotella. “Dois anos atrás não tínhamos iPads. Agora todo mundo está andando por aí com um”, afirma.
Mídia social sob os holofotes
Com a explosão do Facebook, Twitter e outras redes sociais, mais companhias buscam analisar os dados gerados por esses sites. Novas aplicações analíticas surgiram para apoiar técnicas estatísticas, como processamento de linguagem natural, análise de sentimento, e análise de rede que não fazem parte do kit de ferramentas de BI.Por serem novas, muitas ferramentas que mapeiam mídias sociais estão disponíveis como serviço. Um exemplo é o Radian6, produto baseado no modelo software como serviço (SaaS) que recentemente foi adquirido pela Salesforce.com. O Radian6 apresenta um painel da marca com menções positivas, negativas ou neutras.
Esse tipo de tecnologia, quando usada em departamentos de marketing e atendimento ao cliente, não exige envolvimento pesado de TI. Ainda assim, a Universidade de Kentucky acredita que precisa prestar auxiliar no processo. “Meu trabalho é identificar essas tecnologias, ver se está em linha com os objetivos de competitividade da empresa e começar a educar as pessoas certas para usá-las”, diz ele.
Assim como qualquer outra empresa, a universidade tem interesse em monitorar o sentimento das pessoas sobre a sua marca, mas Kellen diz que essa movimentação também pode auxiliar a identificar oportunidades para desenvolver aplicações específicas para as preocupações escolares, como a retenção dos alunos.
Por exemplo, monitorar mensagens de estudantes nas mídias sociais pode ajudar professores e administradores a identificar quando os alunos estão com dificuldade no aprendizado. Os desenvolvedores de TI também vão procurar maneiras de construir alertas gerados por análise de mídia social em aplicações para responder a esses eventos, completa.
Encontrar tais correlações pode fazer uma grande diferença na hora de mostrar o retorno sobre o investimento da mídia social, diz Hackney. “No meu setor, todo mundo olha para os números”, observa.
Fonte: Computer World