
Cada vez é mais comum o uso de redes sociais, tanto dentro das corporações, como fora dela. E existe uma expectativa de que seu uso triplique dentro do ambiente corporativo nos próximos três anos, o que deve mudar profundamente a maneira das empresas fazerem negócios e as atribuições dos departamentos de TI.
Se por um lado, existe uma tendência de um número crescente de pessoas e empresas aderindo a este cenário, ainda há uma série de dúvidas em relação aos ricos das organizações em permitirem acesso às redes sociais e os benefícios que isto pode trazer.
Para ajudar as corporações, elencamos abaixo, quatro fases que podem ser adotadas para a implementação das redes sociais em ambiente corporativo:
Fase I – Uso de ferramentas de mercado
Nesse estágio, as organizações que querem melhorar o relacionamento com os clientes podem iniciar um trabalho em redes sociais, como o Facebook e o Twitter. As companhias também podem implementar soluções pontuais, como a criação de blogs e wikis.
Fase II – Uso de soluções mais sofisticadas
O surgimento de plataformas colaborativas, como o Jive, o Newsgator, o SocialText e o Telligent, usados para comunicação interna nas organizações, marcam o início da segunda fase no ciclo de adoção tecnológico. Nesse momento, ao CIO é dada a oportunidade de planejar o posicionamento das soluções na estrutura da organização.
Com base nessas ferramentas, as empresas podem melhorar os portais para gestão de conhecimento, o que as habilita a refinar qualitativamente o resultado das colaborações e aumenta a conectividade e a interação com o público ou a audiência visados. Também é possível usar um número maior de mecanismos para colher e compartilhar ideias.
Fase III – Integração das ferramentas aos processos e aplicativos corporativos
Nessa etapa, os CIOs precisam determinar de que maneira a computação social pode ser aplicada para incrementar as funcionalidades dos processos e das aplicações corporativos. A computação social tem a habilidade de trazer mais recursos colaborativos para os sistemas legados. O segredo é integrar as funcionalidades de colaboração para acelerar a realização de tarefas.
Nesse momento, os executivos de TI das companhias também devem traçar planos para erradicar problemas com aplicativos de negócio transacionais. Essas soluções, normalmente customizados, oferecem uma tremenda eficiência de processos às transações padrão, ao passo que, em caso de eventuais erros ou falhas, eles congelam todo um sistema. Recurso de computação colaborativa que forem somados aos aplicativos podem oferecer as soluções necessárias para contornar esse estado crítico de maneira mais eficiente que qualquer telefonema ou conversa pessoal.
Fase IV – Funções integradas
A medida com que a rede social amadurecer, ela deve ser incluída em uma série de aplicações corporativas e se tornará mais um item embutido no software.
Fonte: CIO
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