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Arquivo da Categoria ‘Desenv. Web’



  • Colocando o site ASP.NET em manutenção


    8 de May de 2009

    Quando é necessário colocar um site em manutenção, por que vamos atualizar o layout, alguma página importante, ou mesmo porque ocorreu algum problema, normalmente, realizamos um trabalho complicado. No entanto,o que muita gente não sabe,  é que o ASP.NET tem um recurso para isto (tem alguma coisa que ele não pode fazer?).

    Basta criar um arquivo html com o nome de app_offline.htm com uma mensagem qualquer de manutenção no diretório raiz do site e pronto!

    A presença deste arquivo fará com que o IIS entenda que para toda requisição realizada, seja exibido esse arquivo, ou seja, não é necessário parar o serviço web ou remover qualquer arquivo.

    Pode parecer o contrário, mas este não é um serviço do servidor web IIS, é realmente mais uma facilidade do ASP.NET (versão 2 ou superior).

    Até a próxima!

  • O que é Flex?


    6 de May de 2009

    O Flex (também chamado de Adobe Flex) é um conjunto de tecnologias open source, que foi lançado em março de 2004 pela Macromedia, com o intuito de facilitar o desenvolvimento de aplicações ricas em recursos para a Internet, baseadas na plataforma Flash.

    É possível verificar que as aplicações feitas em Flash oferecem ao usuário uma experiência muito mais robusta, na qual a produtividade é envolvida pela facilidade de uso e interatividade em tempo real, impossível conseguir isto no HTML. Desenvolver aplicações com o Flash torna-se estranho, no início para alguns programadores, pelo fato do Flash utilizar uma linha do tempo (timeline), o que facilita o trabalho dos designers. Já o Flex remove esta timeline, fornecendo aos programadores um novo caminho de desenvolvimento de RIAs.

    Linguagem MXML

    Os arquivos desenvolvidos em Flex possuem a extensão MXML, o como o XML do nome sugere é mais uma linguagem de marcação baseada no XML. Para visualizar uma aplicação MXML o usuário faz uma requisição pelo seu servidor, o servidor recebe a requisição, o servidor do Flex compila o arquivo MXML para SWF (formato do Flash), e este será rodado no Flash Player como uma aplicação Flash normal.

    Flex SDK

    Flex SDK é o compilador em modo caractere do Flex, com ele é possível desenvolver as aplicações em Flex, ele é distribuído gratuitamente pela Adobe, e você pode usar qualquer editor de textos para escrever seus códigos.

    A Adobe também comercializa o Flex Builder, que é um framework que oferece várias facilidades ao usuário, que está “embutido” em uma suíte de desenvolvimento. A grosso modo podemos comprara-lo ao Delphi, pelas facilidades e os recursos que ambas as suítes possuem, só que o Flex Builder é voltado para o desenvolvimento web.

    Nos próximos artigos mostraremos alguns exemplos de aplicações desenvolvidas em Flex.

    Até a próxima!

  • Pegadinha IF em PHP


    5 de May de 2009

    Básico? Sim, mas vamos a uma pequena dica para aqueles que programam em PHP.

    Sem executar, diga-nos: Qual é o resultado dos dois IFs abaixo?

           if ("6 Galinhas" + "4 Patos" == "10 Aves") {
                    echo "Expressão Verdadeira!";
           } else {
                    echo "Expressão Falsa!";
           }
     
    	if ( 0 == "Não Encontrado")
    	{
    		echo "Expressão Verdadeira';
    	}else{
    		echo "Expressão Falsa!";
    	}

    Se dissermos que ambos irão retornar verdadeiro como resultado, você acreditaria? OK, pode testar, não somos muito malucos.

    Ainda não acredita? ou acha que não é PHP? Veja a explicação lógica para isto:

    No primeiro exemplo, quem programa em PHP deve saber, que o operador ‘+’ é somente para expressões aritméticas (para concatenação, utiliza-se o ‘.’- ponto), então o PHP reconhece o primeiro digito das strings “6 Galinhas”, “4 Patos” e “10 Aves”, converte a string para o tipo inteiro e assim ignorando as palavras e deixando somente os números, resultando em 6 + 4 == 10, sendo assim o resultado será verdadeiro.

    Já no segundo caso, o PHP irá reconhecer o número 0 e tentará converter a string “Não encontrado” para o tipo inteiro, pelo fato de não haver número na string a tentativa irá falhar e retornará Falso, como falso em PHP é 0(zero), então a pergunta será se 0(zero) == 0(zero), que também irá retornar verdadeiro.

    Pode ser algo simples, mas quem está começando, pode perder alguns minutos até encontrar este “problema”que não ocorreria  em outras linguagens.

    Até a próxima!

  • Gerar PDF em Javascript!


    29 de April de 2009

    Apesar de conhecemos pessoas que “odeiam” o Javascript, não podemos negar que foi o tempo, onde ele servia apenas para efeitos bobos, abrir “popups”, alertas e validação de formulários. Nos já mostramos funções em Javascript, que há tempos era impensável de se fazer na linguagem.

    Se você se surpreendeu com o Chrome Experiments, se prepare porque agora você irá cair pra atrás, pois surgiu uma função para gerar PDFs, isto mesmo, você não ouviu errado. A biblioteca chama-se jsPDF (que original!) e gera PDF em Javascript puro. É um projeto open source, e atualmente só funciona no Firefox 3, Safari (até o do Iphone) e Opera, mas o suporte ao IE está a caminho.

    Por enquanto ele gera PDF só com texto, mas o suporte a imagens, links e fontes está previsto nas próximas versões.

    Até a próxima!

  • Ruby on Rails


    2 de April de 2009

    Antes de falarmos sobre o que é Ruby on Rails, vamos contar uma pequena história:

    Em 1995 um japonês chamado Yukihiro Matsumoto criou uma linguagem de programação dinâmica, chamada Ruby. Já em 2003 um cara chamado David Heinemeir Hansson conseguiu extrair de suas aplicações um meta-framework e o nomeou como Rails.

    Como o Rails foi desenvolvido em Ruby, começou a ser chamado de Ruby on Rails, ou RoRé.

    A arquitetura do Rails foi desenvolvida para ser “MVC” (Model-View-Controller). O MVC oferece vantagens no desenvolvimento, através da separação em camadas, permitindo implementar com facilidade e clareza,  camadas como persistência de dados, controle de segurança, comunicação em rede e fluxo de visualização.

    Como dito anteriormente, o Rails é um meta-framework, ou seja, contém precisamente 5 frameworks:

    Active Record;
    Action Pack;
    Action Mailer;
    Active Support;
    Active WebServices;

    Estes framework estão disponíveis via “GEM” (o gerenciador de pacotes do Ruby), mas todos são baixados e instalados quando se instala o Rails.

    Para facilitar a configuração, o Rails não utiliza arquivos XML. Na verdade ele trabalha com convenções que facilitam as configurações (mostraremos isto nos próximos artigos).

    O Rails também trabalha com o conceito DRY (Don’t Repeat Yourself, não se repita), que é uma técnica de definir nomes, propriedades e códigos em somente um lugar e reaproveitar essas informações em outros objetos. Como isto funciona? Não é necessário ficar criando classes com get e set para todas as tabelas do banco, ao invés disto os métodos são “injetados” nas classes através da linguagem Ruby. Com isto todos os objetos baseados na tabela são alterados automaticamente, quando se altera a tabela.

    Bom por hoje é só pessoal, nos próximos artigos entraremos em detalhes das funcionalidades do Ruby on Rails.