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  • Dez táticas essenciais para aumentar a audiência do seu blog


    23 de January de 2012

    Muitos sonham em viver do próprio esforço, serem seus próprios chefes e, quem sabe, conseguir até certa fama com isso. A profissão de “blogueiro” parece ser um atalho para esses três objetivos. “Parece”, já que, para se tornar um blogueiro de sucesso – o chamado pro blogger -, você também terá que se esforçar muito – e se estressar mais ainda.

    Pensando nisso, mostramos dez táticas que, embora não sejam atalhos, podem lhe ajudar a evitar os erros mais comuns e, quem sabe assim, você consiga se destacar da ampla concorrência com certa antecipação:

    1) “Blogar” não é fazer mágica

    O primeiro pensamento de qualquer pessoa que quer começar um blog é como transformá-lo em uma fonte de renda suficientemente satisfatória para sustento próprio. Embora não seja errado sonhar, esse pensamento é um erro comum. Por que? Porque internet não é mágica. Embora a capacidade de transmissão de informação seja incrivelmente veloz, você vai levar muito tempo até que seu blog obtenha certa popularidade.

    Será necessário que você troque links e crie uma rede de relacionamento e networking sólida, para que as pessoas entendam seu conteúdo como algo válido e que forme opiniões. Em outras palavras, você vai suar a camisa sem retorno por muito tempo. O segredo é ter paciência.

    2) Faça os outros trabalharem com você

    Já ouviu o ditado contemporâneo que diz que “as redes sociais são o novo boca-a-boca”? Pois é. Assim que você publicar o seu post, viralize-o. Não falamos no sentido de encher a paciência dos seus amigos do MSN para divulgarem seus links (embora isso ajude também), mas de mostrar no Twitter, Facebook e afins como aquilo que você publicou é relevante e agrega conhecimento a quem você conhece. As redes sociais estão aí para isso: updates periódicos no Twitter e Facebook são essenciais nos dias de hoje. Em outras palavras, não peça ajuda aos seus amigos: faça com que eles queiram divulgar seu material.

    3) Não há o que monetizar aqui! Circulando…

    Você montou seu blog, escolheu o layout e já configurou as páginas que você queria. E agora, o que você vai fazer? Abrir o menu do Google AdSense e inserir o código para a exibição de anúncios direcionados, não é? Bom, você não poderia estar mais errado.

    A verdade é que o AdSense, que promete lhe pagar com um cheque do Google sempre que seus fundos atinjam a marca de US$ 100, não é uma boa ferramenta de monetização. Nem qualquer outra desse nicho. Os acessos ao seu blog, de início, serão tão triviais que, se você chegar à casa das centenas ao final do primeiro mês, você é um dos que tem sorte – e mesmo assim seu cheque vai demorar a chegar.

    Aqui, mais uma vez, vale a paciência. Continue postando e divulgando seu conteúdo de forma autônoma. Conforme sua rede de contatos e leitores vai crescendo, eventualmente você poderá abordar alguém para um post patrocinado e arrancar seus primeiros trocados com seu blog. É, essa sensação se chama orgulho. Sabemos como é.

    4) Defina um nicho e fique nele

    Video games, música, tecnologia, fofocas, esportes … Os assuntos que você gosta são tantos que a quantidade de pessoas que você pode atingir parece ser gigantesca. Nisso reside o problema: quem quer falar sobre tudo acaba não falando nada. Defina um tópico de abordagem – um que você tenha pleno conhecimento e estude sempre – e avance seu conteúdo na direção de um grupo que se interesse por esse assunto.

    Mais além: relacione-se com o seu público. Você tem um blog sobre basquete? Por que não procurar os fóruns mais populares do assunto e discutir os temas que você aborda? Ou acessar fan pages do Facebook para mostrar seu serviço, dispondo-se a conversar com os outros membros e pedir sugestões a eles? É uma forma bastante eficaz de se construir uma rede forte de leitores e amigos.

    5) Aprenda tudo o que puder sobre SEO

    A parte técnica de se ter um blog é incrivelmente chata. Convenhamos: quem quer ganhar a vida escrevendo por conta própria não é lá muito disposto a ficar horas mexendo em tags e códigos de Search Engine Optimization (SEO). Mas assim como o dinheiro que você está tentando ganhar, esse é um mal necessário.

    Sabia que o Google possui aproximadamente 3 bilhões de buscas feitas diariamente? Construir o SEO pode te colocar nessas buscas, o que, obviamente, é um enorme fator de direcionamento de audiência a seu favor. Atualmente, as ferramentas mais populares de blogs possuem guias para iniciantes, que explicam tudo de forma simplificada.

    Uma boa estrutura de SEO possui diversos benefícios: separa você dos spammers, pode colocá-lo em pontos altos de buscadores e garantir que sua audiência seja do tipo “vai-e-volta” – aquela que todos nós desejamos.

    6) Invista na sua imagem

    Por mais amigáveis que sejam, as plataformas “WordPress” e “Blogspot’ falham em um aspecto: qualquer endereço “seublog.wordpress.com” possui uma capacidade de repelir audiência. Isso se dá pelo fato da ideia – por muitas vezes errada – de que a ausência de um domínio próprio implica em amadorismo do autor. Para piorar, os layouts padronizados de ambas as plataformas, por mais belos que sejam, são usados por muitos blogueiros, evitando que você se destaque visualmente.

    Se você tem o conhecimento técnico para isso, poderá por conta própria investir na compra de um domínio e uma hospedagem (com menos de R$ 100,00 mensais você consegue fazer isso), para que vocÇe dê mais propriedade ao seu blog. Já no tocante ao design, você pode desenvolver um por conta própria ou, caso seja leigo no assunto, comprar um: empresas como ThemeForest e PremiumThemes.com oferecem layouts completos a partir de US$ 30,00. Em último caso, se estiver a fim de investir um pouco mais, contrate um webdesigner e tenha o seu próprio, exclusivo visual.

    7) Opine, mas dê o crédito

    Um bom escritor sempre mostra suas fontes. Isso dá crédito à imagem do autor como alguém confiável. É mais interessante ainda se, ao invés de você copiar uma notícia, você apenas introduzí-la num texto próprio, mostrando os seus pensamentos sobre aquilo – claro, com argumentação lógica, o que dá a oportunidade dos leitores discutirem e concordarem ou discordarem de você.

    8) O Google está aqui para ajudar!

    O maior titã dos buscadores online possui uma série de recursos que podem auxiliar você muito mais do que a busca orgânica de resultados. Um deles, por exemplo, é o AdWords Keyword Tool. Trata-se de uma ferramenta que lhe permite pesquisar quais palavras-chave, e os sinônimos delas, possuem mais efeito para determinado assunto. Ele funciona de forma similar à busca, com opções para buscar o termo exato ou, melhor para você, a procura simples, com termos abrangentes. Usar este recurso para determinar quais palavras-chave usar no seu texto pode ser a diferença na hora que seu blog precisar saltar nos resultados de busca.

    9) Está se relacionando com os outros? Então relacione-se mais!

    Participação em sites de perguntas e respostas (como o Yahoo! Answers), permitir assinaturas via feed e newsletter, abrir espaço para comentários, responder os comentários – tudo isso contribui muito para que sua audiência não só cresça em números, mas também em fidelidade. Quando você permite que o leitor interaja, ele automaticamente cria uma relação de confiança com o seu blog, voltando a ele sempre que quiser buscar alguma novidade sobre determinado tema.

    Sites como o Yahoo! Answers são especialmente interessantes nessas horas, uma vez que não só eles se provam uma ótima chance para você tirar dúvidas e linkar seu blog no processo, mas também servem de fonte para assuntos que você ainda não tratou.

    10) Escreva para os outros e os outros escreverão para você

    Conhece o termo guest blogging? Trata-se do nome dado à ocasião em que seu blog abriga o texto de outra pessoa, ou quando você escreve para outros. É uma das melhores formas de atacar audiências que, mesmo com as nove dica acima, você ainda não conseguiu conquistar. Inicialmente, é complicado convencer alguém de que você tem relevância o suficiente para escrever no blog/site dele; ou então convencer uma pessoa de que seu blog tem a audiência sedutora o suficiente para que ele queira contribuir para você. Nessas horas, amigos e contatos profissionais são de excelente ajuda. Aí vão algumas dicas para se dar bem em guest blogging:

    • Pesquise os posts do blog onde você quer escrever: é muito ruim perder tempo escrevendo um texto mais extenso apenas para vê-lo afundar por falta de interesse. Tenha uma noção da abordagem que o “blog-alvo” faz e qual o público que o frequenta.
    • O ideal é que seu texto tenha uma abordagem única, inédita para aquele veículo que você quer. Isso ajuda muito na hora de “vender seu peixe” e facilita a vida do dono do blog.
    • Da mesma forma, quando pedir a alguém que escreva para o seu blog, tente tornar o processo muito mais simples: ofereça um tema específico, além de informações sobre as visitas do seu site. Obviamente, quanto mais leitores você tem, mais sedutora será a sua oferta.

    Vale lembrar: esses são apenas dez processos de uma atividade muito maior. Se você conhece alguma dica que deixamos de abordar aqui, sinta-se à vontade para compartilhar seus conhecimentos conosco nos comentários abaixo!

    Fonte: Olhar Digital

  • SEO – Qual é a quantidade máxima de links que uma página pode ter?


    13 de January de 2011

    Existe um longo debate em SEO sobre o número máximo de links que você pode colocar em uma página. A maioria dos profissionais de SEO orientam ter até 100 links.

    Por que 100?

    O limite de 100 links veio de fontes dentro do Google e tem sido utilizado há anos, como em março de 2009, Matt Cutts, cita as diretrizes do Google para dizer:

    “Mantenha os links de uma determinada página em um número razoável (que seja menor que 100)”

    Este número foi escolhido devido às limitações de largura de banda. Em uma análise feita, 100 links foi uma boa regra para evitar qualquer problema com o processamento.

    Você pode ser penalizado?

    Antes de mais nada, quero deixar claro que nunca houve uma penalização se uma página passar de 100 links. Em uma entrevista de 2007, Matt Cutts disse:

    “100 ligações de uma página é apenas uma sugestão… Há páginas com mais de 100 links, e isto não é um problema. Se sua página for referência no assunto, o Google estará interessado nas páginas que estão sendo recomendadas.”

    Assim como o Google tem muitos “limites”, este provavelmente não é um número concreto, ele deve variar de acordo com a relevância da página. Também é provável que o numero tenha aumentado ao longo do tempo.

    Então, isto ainda importa?

    Uma resposta curta seria sim. Há uma realidade incontornável em SEO, que quanto mais links uma página tiver, menor será PageRank que cada link irá receber. Para citar novamente a entrevista do Matt:

    “De qualquer forma, você estará dividindo o PageRank da página entre as centenas de links, cada link só vai receber uma minúscula quantidade de PageRank de qualquer forma.”

    Resumindo, quanto mais links uma página tiver, menos será o PageRank de cada link.

    Qual é o número certo?

    Tal como acontece com tantas questões complexas de SEO, não existe uma resposta correta. Embora os SEOs argumentam ter um tratamento pleno para as páginas, o problema básico é que ele trata todos os links como iguais. Se você tem 150 (ou mais) páginas que merecem tratamento igual a partir da home, todas deveriam ter um PR igual? Provavelmente não, e assim tentamos dar uma equilibrada na abordagem hierárquica, concentrando o PR interno primeiro nas páginas mais importantes.

    Embora possa estar ultrapassada, a diretriz de 100 links ainda é uma boa regra para a maioria dos sites.

    Fonte: SEOMoz

  • Lançado oficialmente o Blekko


    3 de November de 2010

    Com investimentos na casa dos 24 milhões de dólares, o buscador de conteúdo Blekko começou a funcionar a partir do dia 1º (1/11), depois de passar 3 anos e alguns meses sendo apurado por engenheiros (alguns ex-Google). O objetivo é oferecer pesquisas na web usando personalização e processos colaborativos. O mecanismo de buscas foi posto no ar cinco horas antes do previsto. À base de um roll-out em etapas, pode levar algum tempo até que todos os usuários consigam acessar o site.

    “Hoje damos o primeiro passo no processo de estruturação de um exército de internautas disposto a eliminar resultados de baixa relevância e spams”, afirmou Rich Skrenta, CEO da Blekko, quando o site foi lançado. Skrenta acredita que à medida que a web ganha cada vez mais conteúdo, introduzir um componente humano na filtragem, sem fazer da busca um processo trabalhoso.

    O Blekko se vale de slashtags (barras invertidas) em que o usuário filtra os resultados de acordo com o tipo de informação que deseja. E, inicialmente, oferece sete categorias pré-programadas: health (saúde), Money (finanças), autos (automóveis), lyrics (letras de músicas), recepies (culinária), college (colegas de escola e de faculdade) e hotels (hotéis).

    A seleção de categorias expressa atenção para termos com histórico de busca e de conversão robustos. Mas cada usuário pode também criar as próprias categorias. Para isso deve inserir o termo de busca – um ou mais palavras – seguido de uma barra invertida depois da qual cita o tipo de categoria do conteúdo que busca.

    O Blekko foi ao ar, em fase experimental, no mês de julho de 2010. Desde então, mais de três mil categorias foram criadas por usuários que visitaram o site.

    A empresa é mantida por um grupo de investidores formado pela US Venture Partners e pela CMEA Capital.

    Os membros da equipe desenvolvedora do Blekko vêm de uma longa trajetória profissional voltada à organização de conteúdo digital. Seus principais colaboradores foram responsáveis pela formação do Open Diretctory Project, que pode reunir mais de 80 mil editores de forma voluntária. Antes de ser adquirido pela Netscape, a equipe já havia segmentado mais de um milhão de categorias diferentes de conteúdo.

    Outro representante do legado da Blekko é o Topix, plataforma que conecta usuários com interesse por informações referentes aos seus locais de residência, nos EUA. Nos fóruns colaborativos do Topix, mais de 360 mil municípios americanos mantém grupos de discussão em que trocam informações sobre assuntos de suas cidades. A Topix é, hoje, uma empresa privada e pertence a um conglomerado de empresas de comunicação formado por Gannett Co., The McClatchy Company e a Tribune Company.

    Por enquanto, as buscas na web com o Blekko são concentradas em uma base de dados com sites predominantemente norte-americanos.

    Fonte: IDGNow

  • Black Hat SEO: Mentir para o Google traz sérias consequências


    22 de October de 2010

    Conseguir emplacar um site em uma posição legal no Google envolve conteúdo relevante e alinhado às pesquisas feitas na internet por usuários e potenciais consumidores. De acordo com a qualidade das informações nas páginas e com base em fatores de ordem técnica (são muitos) é possível conseguir se destacar no ambiente de buscas. Mas existem truques, dribles e uma série de artifícios que são usados para tentar galgar o topo do Google em menos tempo. É, em muitos aspectos, igual a beber e, em seguida, dirigir. Emocionante, perigoso, fatal.

    O professor de métricas e de SEO do Instituto Infnet, Guga Alves, expôs muito claramente as consequências dramáticas da aplicação desse tipo de técnica, em palestrava para mais de cem profissionais de web durante o CoéSEO, realizado sábado (9/10) no Rio de Janeiro.

    No jargão de SEO (otimização de sites para buscadores) essas técnicas são conhecidas por Black Hat.
    “É comum que os empresários de deixem seduzir por anúncios que prometem o primeiro lugar no Google”, diz Guga para a platéia de profissionais de SEO. Os buscadores, como o Bing e o Google, realizam atualizações constantes no algoritmo de indexação usado para avaliar o conteúdo das páginas na internet. Muitas delas voltadas apenas à detecção de Black Hat.

    As punições impostas pelos mecanismos de busca são variadas. Entre os “castigos”, Guga cita desde rebaixamento dos sites no ranking das SERPs (páginas com resultados de busca) até, em situações extremas, o banimento da URL. Ou seja, assim como uma página está sujeita a aparecer em 40º lugar, é possível que suma do index. Então tome cuidado na hora de aplicar as técnicas de SEO no seu site.

    Fonte: IDGNow

  • Melhore os títulos de suas páginas


    8 de July de 2010

    Quando o Googlebot acha uma página, ele faz o processo de análise de conteúdo. Por se tratar de um robô, podemos ajudá-los a entender melhor nossas páginas e aumentar os cliques quando elas aparecem nos resultados de busca. Um dos itens que mais chama a atenção do usuário na hora da pesquisa é o título da página, e um título bem escrito pode trazer mais usuários para o seu site.

    Otimizando títulos

    O título é um fator muito importante a ser considerado na hora de criar uma página (ou um post). Ele é o que fica marcado na barra superior do seu navegador, e na maioria das vezes, é o que aparece em destaque nos resultados de busca do Google.

    Para criar uma bom título, é ideal que as palavras-chave sejam unidas a uma frase, formando algo como:

    Dicas de SEO para otimização de blogs

    Assim, usamos palavras importantes (em negrito) dentro de uma frase de fácil assimilação para quem lê e que estará fortemente relacionada com o conteúdo da página. Sempre mantenha o título da página bem relacionado com o seu conteúdo.

    Exemplo: se você quiser oferecer uma música que acabou de gravar, seja direto no título:

    Minhas Canções – Download do samba “Salve nosso mundo”.

    O Google apresenta até 70 caracteres nos títulos listados pelo resultado. Use seu poder de síntese e descreva a sua página dentro desse limite, para que o usuário veja nos resultados o título completo feito por você. Isso faz esse título mais atraente do que vagos pontos de reticências colocados pelo Google, quando há excedente de caracteres.

    Os seus títulos formam a apresentação do seu site nos resultados de busca, tenha cuidado ao criá-los

    Fonte: Google Discovery

  • Yahoo começa a testar resultados do Bing


    21 de June de 2010

    Foi publicado no Search Engine Round Table, que o Yahoo já começa a testar os resultado do Bing em sua interface, isto para o mercado norte-americano e canadense.

    A notícia surgiu do um post no forum Webmaster World, que apontava para um vídeo publicado pelas duas empresas. No vídeo mostra a tabela de transição para os EUA e Canadá:

    Nesta imagem, e segundo o vídeo, o Bing já está testando alguns resultados do Yahoo, logo, alguns norte-americanos já estão vendo os resultados fornecidos pelo Bing ao invés dos resultados do Yahoo.

    É importante ressaltar que esta é uma fase de testes mas a transição da interface deve acontecer em meados de Agosto/Setembro.

    Para o restante do mundo, é provável que aconteça apenas no ano que vem.

    Fonte: MesteSeo, Search Engine Round Table

  • 10 motivos para você começar um blog corporativo


    16 de June de 2010

    Há vários motivos para você manter um blog no site da sua empresa, e a seguir temos uma lista com 10 motivos para ter um:

    1. Ajuda na obtenção de links externos

    Contribui para a otimização externa da página, pois a criação de conteúdo relevante fornece motivos para as pessoas linkarem o seu site. Além disso, haverá também um aumento de acesso provenientes dos links obtidos.

    2. Incremento nos links internos

    Através do blog, pode-se criar posts com links para outras páginas do site, contribuindo para a melhoria do posicionamento nos mecanismos de busca.

    3. Conteúdo sempre atualizado

    O Google privilegia site que atualizam com frequência as páginas.

    4 . Aumento do número de páginas indexadas

    A cada novo post, uma nova página é gerada. Logo, quanto mais posts, mais páginas o Google irá indexar. Isto significa mais chances do site ser encontrado nos mecanismos de busca para diferentes palavras-chave.

    5. Mais prospectos

    O blog possibilita a obtenção de novos prospectos via inscrições de RSS e e-mail.

    6. Aumento da confiança e transparência da empresa

    Se ninguém confia ou entende a empresa, menores serão as as suas taxas de conversão (número de negócios fechados/número de visitas recebidas). Através do blog, a empresa pode mostrar sua qualificação e experiência, podendo ficar reconhecida como autoridade no ramo que atua.

    7. Maior poder de conversão

    Os blogs ajudam a fazer um usuário voltar ao site, aumentando as chances de convertê-lo em cliente.

    8. Possibilidade de desfrutar das redes sociais

    Redes socais, como Twitter ou Facebook são muito mais úteis e benéficas a um negócio quando há conteúdo para compartilhar.

    9. Expandir network

    Como o blog, há enormes possibilidade de adquirir novos contatos, fazer novas parcerias ou conhecer futuros colaboradores para sua empresa.

    10. Interação com o cliente

    O blog é uma forma barata que possibilita a interação direta com o clientes, sendo capaz de absorver exatamente o que eles têm a dizer.

    Fonte: SEO Master

  • Alternativas para o Google Analytics


    1 de June de 2010

    Que o Google Analytics é muito bom, ninguém pode negar, mas depois do anuncio do Google, de uma extensão para o IE, Firefox e Chrome que permite aos usuários “não serem vistos” pelo Analytics, ficou evidente que ele não poderia mais medir todas as informações do site, apesar que somente os usuários mais avançados irão instalar este complemento.

    Mesmo assim, estamos listando aqui alternativas ao Google Analytics, para quem quer coletar todas as informações:

    • Reinvigorate: Está em beta fechado a anos, acessível apenas mediante pedidos, mesmo assim parece competente, e ainda trás estatísticas em tempo real. A qualquer momento é possível ver quantos pessoas estão online no site.
    • Clicky: Também tem o diferencial de estatísticas em tempo real, mas vai além disso. Tem exportação de dados, alertas, acompanhamento de downloads, estatísticas do Twitter, RSS, integração com encurtadores de URL, versão para o iPhone e até programa de afiliados.
    • AWStats: Este não tem cadastro ou algo do tipo, apenas precisa ser instalado no servidor. Com isto, consegue gerar informações do servidor sem precisar de códigos JavaScript. Qualquer hospedagem simples traz o AWStats pré-instalado, e o nível de detalhamento é satisfatório.

    Fonte: Meio-Bit

  • Ferramentas para otimização de imagens


    12 de May de 2010

    As imagens, na maioria dos casos, são as grandes responsáveis em deixar as páginas lentas, e isso impacta bastante na eficiência das páginas.

    Felizmente, existem algumas ferramentas que ajudam a otimizar estas imagens:

    • PunyPNG: Disponibilizado pela Grace Point After Five, consegue otimizar imagens sem grandes perdas de qualidade. Além de rápida, a ferramenta permite a otimização em massa, basta visitar o site, e clicar no botão Upload e escolher a pasta que está a imagem.
    • Picnik: Ferramenta adquirida pelo Google, emprega muita praticidade e um jeito divertido de trabalhar com efeitos e compactação de imagens.
    • Contenta Converter Premium: Pratico e rapido, tem opções claras. A única má notícia é que o programa funciona com um trial de apenas 30 dias.

    Fonte: Problogger

  • Twitter lança serviço que transforma tweets em código HTML


    5 de May de 2010

    Ontem o Twitter lançou o serviço Blackbird Pie, que transforma um tweet publicado em um código HTML que pode ser inserido em páginas web.

    Segundo a empresa, o serviço foi criado para facilitar a vida de quem usa tweets para ilustrar textos e reportagens online, como citação de fontes. Antes era necessário tirar um print da tela do tweet e inserir a imagem no texto, o que impedia sua indexação por ferramentas de busca.

    Para usar o serviço, basta colocar o endereço (url) do tweet e clicar no botão Bake it. O resultado será um código HTML pronto para ser colocado no texto, como no exemplo abaixo. Desta forma, o texto do tweet poderá ser indexado, copiado e os links poderão ser clicados.

    Exemplo:

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    Acesse o serviço e veja a facilidade de uso.

    Fonte: PcWorld