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Arquivo da Categoria ‘SEO’



  • Cinco dicas para começar um canal no YouTube


    28 de April de 2010

    Quem trabalha com redes sociais sabe o quão é importante investir em conteúdo. Sair dos convencionais posts e pensar em novos formatos, é uma maneira de atrair seu público de forma criativa.

    O YouTube está aí pra mostrar como é possível engajar usuários e fortalecer sua marca. Muitas empresas tem investido no canal, informando, anunciando produtos e promovendo ações nas quais o usuário tem o papel principal.

    Para ajudar quem pensa em investir no YouTube, hoje daremos 5 dicas de como começar:

    1. Personalize seu canal

    A primeira coisa a ser feita é personalizar sua aparência. Criar um layout específico para sua empresa, seguindo a mesma comunicação visual dos outros canais, é fundamental para reforçar sua marca, integrar seus perfis em outras redes sociais e passar credibilidade ao usuário.

    2. Organize seus vídeos

    Criar listas de reprodução é uma boa maneira de facilitar a navegação do usuário. Segmente os grupos por temas relevantes, datas, produtos, enfim, de modo a otimizar o tempo de quem visita seu canal. Outra dica é  pensar bem nos títulos e nomes dos vídeos, deixando de forma clara o assunto de que tratam.

    3. Promova o engajamento dos usuários

    Estar realmente presente em redes sociais requer envolvimento com sua comunidade. Se limitar a postar vídeos e abandonar o canal não é uma boa ideia. Afinal, o intuito é que as pessoas se envolvam com sua marca e para isso é fundamental estimular essa relação.

    4. Divulgue!

    Parece óbvio, mas muitas empresas tem canais no YouTube e não divulgam em lugar algum. Não acredite que o usuário descobrirá sozinho onde estão seus vídeos, por isso, divulgue as novidades no Twitter, Facebook, Orkut, blog e claro, no seu site institucional.

    5. Acompanhe o desempenho

    O YouTube disponibiliza a todos os seus usuários uma ferramenta de análise de desempenho em um botão chamado “Insight”. As estatísticas mostram informações como número de exibições por período, dados demográficos ou comunidades.

    Um item bem interessante é o “Descobertas” onde você pode checar como os usuários estão chegando até seu vídeo. Os resultados podem mostrar dados como pesquisa no YouTube, vídeos relacionados, pesquisa no Google entre outros.

    Fonte: Voit

  • Google melhora sistema de aviso de Malware


    26 de April de 2010

    O Google anunciou este mês que melhoraram o sistema de aviso de malware do Google Webmaster Tools. Este sistema avisa ao webmaster sempre que é  identificado algum problema relacionado a malware encontrado no processo de webcrawling.

    A atualização visa melhorar a informação fornecida ao usuário, que agora pode ser encontrada na aba “Diagnóstico”. Juntamente com isto, os webmasters agora possuem um formulário para descrever que o problema de malware já foi solucionado e assim o Google poderá remover a mensagem de aviso de malware.

    Para aqueles que nunca se deparam com a mensagem de malware do Google, ela é exibida sempre que o Google detecta algum problema atrelado a malware, como vocês pode ver abaixo:

    Ainda que o Google avise caso encontre um problema relacionado a malware é sempre importante saber se a empresa que hospeda os seus sites está antenada nas últimas atualizações dos software contidos em seus servidores. Sempre pergunte à empresa sobre estas políticas antes de assiná-las.

    Fonte: Mestre SEO

  • 5 dicas para se dar bem nas redes sociais


    12 de April de 2010

    Você sonha com o sucesso nas redes sociais, não é verdade? E como super-heróis estamos aqui para lhe ajudar. Brincadeiras a parte, vamos às dicas:

    1 - Utilize um título atraente: Para se destacar na “multidão” é preciso escolher um título que atraia a atenção, evitando a mesmice.

    Ps: Atrair a atenção não é escrever em caixa alta ou criar um título falso. Seja coerente.

    2 - Facilite o processo: Para tirar o máximo proveito das redes sociais, implemente botões(Ícones) que permitam  que seus leitores compartilhem o post junto às redes sociais.

    3 - Ajuda sempre é bem-vinda: Utilize os principais sites de rede social para ajudar na divulgação do seu conteúdo.

    4 - Engaje-se nas comunidades: Ao invés de apenas submeter seus próprios artigos aos sites sociais, submeta e/ou vote nos artigos de outras pessoas. Além disso, dedique um tempo para frequentar os sites sociais.

    5 – Monitore os resultados: É sempre bom saber quais os conteúdos estão sendo mais compartilhados pelos internautas. Dessa forma, você conhecerá melhor as preferências de seu público-alvo, focando seus esforços nesse tipo de conteúdo.

    Fonte: Artigo intertextualizado a partir do SEO Master

  • PageRank como estratégia SEO


    6 de April de 2010

    Neste último feriado o PageRank foi atualizado. É a primeira atualização depois de o Peter Norvig(diretor de pesquisa do Google) dizer que o PageRank está super valorizado.

    Mas mesmo assim não se deve esquecer totalmente dele, pelo jeito o Google com o tempo irá mudar o PageRank e está preparando as pessoas para isto. Enquanto isto não ocorrer, devemos estar atentos a ele para uma boa estratégia SEO.

    Daqui um tempo as buscas serão “segmentadas”, os resultados virão mais por índice de relevância, do que pelo peso do PR.

    Não vamos escrever todos os impactos que o PageRank pode ter em um projeto de SEO, mas vamos listar alguns itens que são influenciados por ele:

    • Descobrir se um site foi punido: Quando o site tem uma queda brusca no PageRank, é o indício de que ele foi punido, e neste caso, você deve tomar as devidas providências para tentar resolver este problema.
    • Profundidade que o Robô indexa: Sites com muitas páginas,  o robô nem sempre consegue indexar todas. Quanto maior o PageRank é distribuído entre as páginas, mais fundo o Robô conseguirá chegar e consequentemente mais páginas serão indexadas.
    • Aumentar taxa de “crawleamento”: Se você conseguir aumentar a visitação do Googlebot, conseguirá aumentar o PageRank.

    Lembre-se, que o PageRank é apenas um dos fatores de uma estratégia de SEO e que não deve ser esquecido na hora do planejamento, mas também não deve ser supervalorizado.

    Fonte: Intertextualização a partir do Marketing de Busca

  • Divulgação de conteúdo nas redes sociais


    29 de March de 2010

    Se você utiliza as redes sociais também como plataforma para divulgar conteúdo, visando promover seu blog, site ou fórum, temos aqui algumas dicas que podem ser úteis.

    As redes sociais ganharam seu espaço de uma maneira vertiginosa, além de proporcionar um aumento significativo nas interações e conectividade de grupos sociais, tornaram-se um meio promissor de divulgação de conteúdo e propagação de ideias.

    Seu diferencial está na capacidade de construir e facilitar o acesso rápido à informação. Por isto devemos ficar atentos à forma com que divulgamos nosso conteúdo, para que as ideias não sejam apenas aceitas, mas propagadas e relevantes.

    Para ter bons resultados nas redes sociais, existem certos valores que devemos trabalhar:

    • Visibilidade: A visibilidade está ligada à manutenção da própria rede social, quanto mais tempo você fica ativo, mais interage com os demais usuários, mais visibilidade você terá.
    • Reputação: O conceito de reputação está relacionado às informações sobre o que pensamos. Isso permite que os outros criem uma imagem positiva sobre o que somos. Não se esqueça de divulgar bons conteúdos e manter uma boa relação com seus “seguidores”.
    • Popularidade e Autoridade: Caracterizamos a popularidade e a autoridade muito mais como a capacidade de influenciar, do que apenas números relativos de views e comentários. O bom conteúdo sempre será propagado, mas a sua influência pode facilitar a sua divulgação. Permanência e persistência devem ser trabalhadas para se obter autoridade e popularidade

    Fonte: Conteúdo intertextualizado a partir do Brasil SEO

  • Entenda o Bounce Rate


    25 de March de 2010

    O Bounce Rate, ou taxa de rejeição, é uma métrica que tem o valor da taxa de visitantes que entram e saem do seu site sem visitar outras páginas, divida pelo total de visitantes desta página.

    O tempo de permanência do usuário em uma página é calculado da seguinte forma:

    Você acessa a página A, e depois você acessa a página B. Agora o tempo da página A é igual a (hora de acesso da página B) – (hora de acesso da página A). Se você acessar apenas a página A, o tempo desta página será igual a 0. E se o tempo da página é igual a O, é considerado bounce rate.

    A partir desse tempo se obtém o tempo médio de visita nas páginas e em seu site todo.

    Páginas em Flash ou que tenha muito Ajax, por não serem carregadas frequentemente, possuem um bounce rate alto. Uma forma de contornar isto é fazer o track para virtual pageviews, que é encontrado no próprio Google Analytics.

    Quanto maior o bounce rate, significa que a usabilidade de seu site não é boa, ou o usuário não encontrou o que procurava no seu site. Então, revise o SEO do seu site, além disso, algumas dicas que podem lhe ajudar:

    • Faça algum tipo de interação com o usuário;
    • Dê mais usabilidade ao usuário, não coloque muitas propagandas;
    • Utilize cores mais agradáveis ao site;
    • Se for BLOG, faça uma listagem de posts relacionados no final do post (Acessibilidade).

    Até a próxima!

    Fonte: Brasil SEO

  • Otimização de sites para múltiplos Searchs Engines


    18 de March de 2010

    O Google é tido como o maior e melhor Search Engine atualmente (por enquanto, já que Microsoft está investindo pesado). Os demais motores de busca estão sempre correndo atrás das novidades do Google, e ele acaba sendo o principal (e as vezes o único) foco dos profissionais de SEO, mas não deveria ser assim.

    O Google tem aproximadamente 70% do mercado de Search Engines no mundo, e no Brasil, esta proporção é ainda maior. Alias, no Brasil, ele domina outras áreas, como a de Redes Sociais (Orkut) e E-mail (Gmail). Por este e outros motivos, a Otimização de Sites, é quase sempre focada no Google. Mas e os outros Search Engines? Os outros 20%~30% também são importantes.

    Relação entre Search Engines

    Alguns profissionais da área de Web Marketing, Otimização de Sites ou até mesmo Web design, já devem ter notado o fato de que ao realizar uma busca em diferentes Search Engines, muitas vezes temos resultados próximos e em caso extremos até resultados iguais. Isto ocorre porque eles estão relacionados. Muitos Search Engines menores (e menos lucrativos) ou até mesmo os gratuitos, não tem capacidade técnica e condições físicas (hardware) para desenvolver seus próprios sistemas Crawlers, então eles aproveitam os resultados de outros sistemas grandes, tais como o Google, Yahoo e Bing.

    Mesmo assim, não se deve desconsiderar os outros Search Engines, quando for fazer uma campanha, considere a possibilidade de otimizar seu site para o máximo de motores de busca que for possível.

    Sugestão: Google, Yahoo e Bing. Todos estes, têm ferramentas para analisar o site indexado, como, por exemplo: SiteMap, análise de palavras chaves e etc.

    Fonte: Artigo intertextualizado – Mundo SEO

  • Erros mais comuns do Link Building


    17 de March de 2010

    O Link Building é umas das melhores formas de se conseguir um bom posicionamento no Google, só que, mesmo com toda esta importância, é muito comum cometermos certos erros.

    Fizemos uma lista com os 5 erros mais comuns:

    1 – Quantidade é melhor que qualidade

    Por causa da pressão por números, é comum conseguir links pensando apenas na quantidade, como se ela fosse lhe colocar no topo do rank. Esta busca desenfreada por links, deixa de lado o principal, que é a qualidade.

    2- Submeter o mesmo artigo a vários diretórios

    Submeter um artigo em diretórios de artigos, é uma das melhores formas de conseguir links de qualidade, porém isto se aplica apenas a novos artigos, artigos “originais”, já que o Google não conta links de conteúdos duplicados.

    3 – Links em sites irrelevantes

    Links em sites com um alto PageRank têm mais peso, mas não é só o PageRank que conta na hora de medir a qualidade de um link. Links em sites relevantes, site estes onde o assunto/público alvo é parecido com o seu, tem muito mais valor que um link em um site de APENAS alto PageRank.

    4 – Solicitar links sem palavras-chaves

    Link não é tudo igual, conseguir um link sem nenhuma palavra-chave, trás menos qualidade que um link com palavra chave.

    5 – Troca ou compra de links

    Apesar de ser uma prática conhecida, se for descoberto pelo Google, é punição na certa. Então tente conseguir links de forma natural e bem trabalhada.

    E você, já cometeu algum destes erros? Interaja, comente!

  • Razões para não fazer um site em Flash


    5 de March de 2010

    O Flash é sem dúvida uma tecnologia excelente para a criação de animações e aplicações com grande interatividade. Infelizmente, ele sempre foi utilizado de maneira inadequada por grande parte dos sites. Neste artigo, abordaremos algumas das razões para não se construir um site em flash.

    Não temos nada contra o flash, mas o site deve ser uma ferramenta eficaz de atração, comunicação, aprendizado e interatividade com o consumidor, e um site totalmente em flash, dificulta a vida do seu leitor.

    Algumas considerações sobre um site em flash:

    1 – O Google não indexa corretamente sites em flash: Para o Google é importante ler com facilidade o conteúdo do site, e o flash dificulta esta leitura. Mesmo com funcionalidades que permitem o indexamento do Google, o mesmo ainda tem dificuldades para rastrear este conteúdo.

    2 – URLs únicas: Experimente digitar no Google “site:umsiteemflash.com.br” e note que poucas páginas são indexadas no Google.

    Um site inteiramente desenvolvido em flash é como um vídeo para o Google, onde só a URL é “aproveitada” na indexação.

    3 - Em geral, um site desenvolvido em flash,  faz com que o cliente necessite 100% do web designer para atualizar o conteúdo. O que antes era bom para o web designer, hoje é um ponto negativo, pois agora temos o WordPress, Joomla entre outros CMSs. E o fato do Google dar mais importância para os sites atualizados com frequência, faz com que os clientes prefiram sites que facilitam sua atualização.

    4 - Dispositivos móveis não visualizam bem sites em flash: Já tentou acessar um site em flash pelo celular ou smartphone? É complicado, ou impossível se você estiver utilizando o Iphone. E o uso destes dispositivos só tendem a aumentar, com as novas promoções de aparelhos e dos planos 3G.

    5 - Prejudica as campanhas de Links Patrocinados do Google (adwords): Da mesma forma que não existe urls únicas para cada página, dependendo da forma que o site foi programado, é difícil ou quase impossível direcionar uma campanha para uma página especifica do site.

    Conclusão

    Se você quiser mais acesso, mas visibilidade do Google, é melhor pensar duas vezes antes de desenvolver um site completamente em flash, ou você irá gastar muito dinheiro ao “migrá-lo” para os Padrões Web.

    Lembrando que não temos nada contra o flash. Você pode desenvolver um site de acordo com os Padrões Web, mas mesclando algumas vantagens que o Flash possa oferecer.

    Até a próxima!

    Fonte: Konfide

  • Google SEO


    8 de February de 2010

    Em muitos negócios o empreendedor vive com a impressão de que qualquer site pode ser otimizado para melhorar o ranking na busca. Ético ou antiético, com qualquer método de otimização você pode obter os resultado desejados. No entanto, uma coisa que estes empresários tendem a esquecer é que os motores de busca, como o Google, seguem diretrizes rigorosas quando se trata de fiscalizar a qualidade de um site.

    Agora, a qualidade pode ser medida através de vários parâmetros. Alguns dos itens que devem ser evitados estão listados abaixo:

    • Não utilizar a “camuflagem” no seu site. Ou seja, não fazer páginas diferentes para os usuários e os buscadores. Mantenha seu foco no usuário, seu objetivo final é mantê-los felizes.
    • Não se envolva em esquemas de ligação para aumentar o seu PageRank. Mantenha ligações com sites confiáveis. Ficando vinculados a spammers ou sites ruins, só vai atrapalhar sua reputação.
    • Não envie consultas automáticas ao Google, usando programas de computador não autorizados que enviam as páginas ou verificar a classificação automaticamente. Experimente fazer tudo isso manualmente, tanto quanto possível.
    • Não use texto ou links ocultos para os buscadores rastrearem. Tudo o que você tem em seu site deve ser transparente e igualmente disponível para os usuários.

    Até a próxima!