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  • Veja como o smartphone pode controlar o computador remotamente


    23 de outubro de 2012

    Esqueceu um documento importante no desktop do escritório? Precisa dar um “suporte técnico” para um amigo que não entende muito de computador? Não é preciso ter sua máquina por perto para fazer isso. Aplicativos para smartphone permitem controlar equipamentos com Windows, Mac ou Linux via internet ou rede local.

    TeamViewer for Remote Control

    Popular ferramenta de controle remoto para computadores, o TeamViewer é bem fácil de usar, com interface em português. Para começar, é preciso que seja instalado um programa no desktop ou notebook, além do app para celular.

    Ao executar o software no computador, é gerado um código de identificação e uma senha. Para permitir que o smartphone tenha acesso à tela do equipamento com segurança, forneça esses dados, que são inseridos no celular.

    Feito isso, automaticamente a interface do computador aparece no telefone. É possível então ter acesso às funções quase como se você estivesse em frente ao equipamento: basta se adaptar ao tamanho da tela. Para uso doméstico, ele não tem custo, para iOS e Android.

    LogMeIn

    Depois de criar uma conta e instalar os programas no desktop e smartphone, o computador a ser controlado fica disponível na lista de equipamentos online do app para celular. Basta clicar nele e inserir a senha que você usa normalmente para iniciar o equipamento.

    A partir daí, é possível controlar o computador na tela do smartphone, ampliando a área com o movimento de dois dedos e movendo a interface até o cursor, para depois tocar e acionar as funções do PC. Dá para ler e-mails, abrir arquivos, executar programas ou mesmo ativar computadores em hibernação. Grátis para iOS.

    PC Monitor

    Como o nome sugere, este app é destinado a quem precisa monitorar sistemas remotamente.

    Com o uso da internet, ele mostra na tela do celular relatórios abrangentes sobre os equipamentos — dados como porcentagem de uso de CPU, memória disponível e detalhes sobre os discos rígidos.

    Também mostra usuários que estão conectados ao equipamento e permite gerenciar impressoras.

    Além disso, é possível realizar tarefas como bloquear, reiniciar, hibernar ou desligar o computador, ou mesmo checar por atualizações do Windows. O programa é gratuito para gerenciar até três computadores. Grátis para iPhone, Android e Windows Phone 7.

    Off Remote Free

    Destinado ao uso em rede local, esse aplicativo permite que você desligue, bloqueie ou coloque para hibernar um computador que está no andar de cima da sua casa – tudo isso usando seu iPhone ou iPad. Depois de instalados os programas no computador e no equipamento móvel da Apple, ele identifica na tela do smartphone ou tablet os computadores disponíveis e permite que usuário assuma o controle.

    Na versão completa é possível enviar mensagens para quem estiver na frente do computador (dizendo aos seus filhos que já acabou o tempo de jogo, por exemplo), além de se livrar da grande quantidade de anúncios, que é exibida na versão gratuita. Grátis (versão paga custa US$ 2,99) para iPhone.

    Fonte: Uol Tecnologia

  • 7 fatores para levar em conta antes de criar um aplicativo móvel


    16 de fevereiro de 2012

    Os smartphones e tablets estão dominando o mundo da tecnologia, e os aplicativos estão entre os itens mais vendidos para cada sistema operacional móvel. Com as lojas da Apple e da Google possuindo mais de 500 mil aplicativos cada e dezenas de bilhões de downloads, o desejo de fazer parte desse mercado em crescimento é grande. Os aplicativos podem ser úteis para uso interno pela sua empresa, ou como uma maneira de colaborar com clientes, fabricantes, clientes, e o público. Mas antes de decidir desenvolver um app para a sua companhia, leve esses fatores em consideração.

    1. Compatibilidade

    Ao desenvolver um app para uso interno, os seus sistemas existentes podem interagir com um app? Eles oferecem APIs ou funções importar/exportar que um aplicativo pode usar para colocar e retirar dados? Muitos sistemas, especialmente aqueles desenvolvidos internamente, podem não oferecer uma maneira de criar uma interface com um app, exigindo um movimento em direção a um sistema diferente para se comunicar com esses aparelhos móveis.

    2. Upgrade

    Muitas das soluções de softwares comerciais (off-the-shelf), incluindo relacionamento com o cliente e sistemas POS, incluem apps para interagir com aparelhos móveis. Se os seus não possuem, você ficará melhor servido por uma plataforma que seja mais rápida em responder às necessidades da empresa. Avalie os benefícios de um novo sistema, os custos envolvidos na migração, e os valores envolvidos para permanecer no seu sistema atual, incluindo o desenvolvimento de aplicativos.

    3. Padronização

    Quando estiver desenvolvendo um app para uso interno, é preciso em qual plataforma ele vai rodar. O Android é atualmente uma escolha forte para smartphones, enquanto que a Apple domina o mercado de tablets, e o Windows 8 ainda nem chegou. A padronização em uma plataforma simplificará o desenvolvimento de aplicativos, mas limita suas opções de hardware assim como sua seleção de outros apps que podem servir a sua empresa. Desenvolver para várias plataformas será mais caro, mas permite uma maior flexibilidade.

    4. Equipe

    Você possui pessoas na equipe capazes de escrever um aplicativo, ou será preciso contratar o desenvolvimento terceirizado? Poucos desenvolvedores são capazes de criar apps para múltiplas plataformas, por isso talvez seja preciso contratar mais de um. Tenha em mente que você precisará manter um relacionamento com os desenvolvedores uma vez que soluções de bugs e novos recursos são uma parte inevitável da manutenção de um app. Se decidir pelo desenvolvimento interno, usar uma plataforma como o Appcelerator pode simplificar o processo, especialmente se estiver escrevendo um app para várias plataformas.

    5. Código

    Desenvolver um aplicativo em linguagem HTML5, em vez de focar em sistemas operacionais individuais, facilita a implementação em múltiplas plataformas. Usar um código nativo para cada plataforma pode melhorar o desempenho e a integração com recursos bult-in, e ainda permite usar elementos da interface padrão para dar ao software uma aparência mais familiar. O que é melhor para você: fácil implantação em outros sistemas ou uma aparência agradável e um bom desempenho?

    6. Testando

    Desenvolver aplicativos não quer dizer apenas escrever códigos, mas também testá-los, o que é essencial para uso interno e entre empresas (B2B). Avalie se você possui tempo e equipe suficientes para testar e resolver os bugs do software, especialmente ao desenvolver para várias plataformas. Isso vai reduzir suas escolhas por plataformas ou em usar uma solução comercial (off-the-shelf).

    7. Suporte

    A sua empresa pode estar pronta para fornecer suporte às necessidades técnicas internas, mas se você lança um aplicativo empresarial ou de uso público, suas necessidades de suporte aumentam. Considere como a sua companhia vai dar suporte para todos os clientes, consumidores e usuários públicos do seu aplicativo que buscarem por ajuda. Usar um software help-desk, como o recente lançamento da VMWare chamado Desk.com, que integra Twitter e Facebook, é uma forma de lidar com essa questão.

    Fonte: IDGNow

  • Três dicas para tornar um app amigável ao usuário


    30 de janeiro de 2012

    Uma interface amigável ao usuário é a regra mais importante de todas se você quiser que colaboradores e usuários externos adotem uma aplicação corporativa. Mas, para falar a verdade, o que torna um aplicativo “user-friendly”? Essa é uma ciência complicada, com livros e pesquisas dedicados exclusivamente a esse assunto; no entanto, se seu app possui algum desses três elementos, isso não é um bom sinal.

    1. Muitos lugares para fazer escolhas, especialmente na mesma tela. “Se você estiver trabalhando com uma tela que possui 40 opções, menus drop-down e outras caixas, não é realmente porque precisa fazer 40 coisas diferentes”, pontuou Brian Fino, diretor da Fino Consulting. “Se estiver desenvolvendo uma interaface simples e bem pensada, com apenas alguns controles discretos, fica mais fácil para utilizar e testar. E, com sorte, a aplicação se torna mais estável”.

    2. Muitas telas. “Existem princípios de desenvolvimento de aplicações que realmente transcendem a questão de empresa ou consumidor”, destacou Bill Clark, analista da Gartner. “Um deles é a ‘regra dos três cliques’. A cada vez que o público precisa clicar em um link ou ser transportado para outra tela, você perde metade dele em termos de atenção e para manter em mente o contexto do que estavam fazendo momentos antes. Depois de três cliques, já perdeu muita gente”.

    3. Funcionalidades demais. Considere a combinação dos primeiros itens. Se você não pode colocar muitas coisas em uma mesma tela e não é recomendável ter telas demais, tudo leva a uma conclusão inevitável: não dá para abraçar o mundo e oferecer conteúdo em excesso.

    E essa é uma boa estratégia, de acordo com Mike Croucher, responsável pela arquitetura de TI da British Airways. “Você não pode tornar essas coisas muito complexas, é preciso realmente pensar sobre a quantidade de informações e opções necessárias para que os usuários executem uma ação. Se as pessoas tiverem que passar por uma transação atrás da outra, fica muito chato. Sendo assim, preste atenção ao valor de cada info colocada na tela” conclui.

    A solução, de acordo com o especialista, é não tentar criar um aplicativo que resolva todos os problemas de todos os usuários. “Nossas aplicações tendem a ser feitas sobre a regra dos 80/20, ou seja: tente desenvolver algo que faça 80% ou 90% do que você precisa muito bem, e ignore o resto”, afirmou Croucher.

    Fonte: IDGNow