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	<title>BLOG - TreinaWeb</title>
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	<description>Webstandards e Programação Web e Desktop</description>
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		<title>Veja como se livrar de 10 incômodos no Google Docs</title>
		<link>http://www.treinaweb.com.br/blog/veja-como-se-livrar-de-10-incomodos-no-google-docs/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 12:24:25 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Google Docs]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google Docs é conveniente, barato e compatível com praticamente qualquer plataforma, tornando a colaboração incrivelmente simples. Também é irritante, incompleto e limitado. Como ele existe “na nuvem”, pouco além do alcance de seus dedos, você está à mercê dos engenheiros da Google, que controlam os ajustes, correções e melhorias. Desde que colocou o serviço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google Docs é conveniente, barato e compatível com praticamente qualquer plataforma, tornando a colaboração incrivelmente simples. Também é irritante, incompleto e limitado. Como ele existe “na nuvem”, pouco além do alcance de seus dedos, você está à mercê dos engenheiros da Google, que controlam os ajustes, correções e melhorias.</p>
<p>Desde que colocou o serviço no ar em 2006 a Google vem melhorando o Docs para adicionar suporte a documentos de texto complexos, tabelas, formulários e apresentações. Você pode ter que esperar que os engenheiros façam grandes mudanças, mas ainda assim pode aplicar alguns truques para contornar problemas ou acessar recursos ocultos. Quer reduzir o número de abas abertas? Compensar a falta de um corretor ortográfico guiado? Criar atalhos para trechos de texto frequentemente usados? Então continue lendo para tornar sua preferência mais agradável.</p>
<p>Neste primeiro artigo de uma série, iremos falar apenas do editor de textos do Google Docs. Em breve teremos também dicas para a planilha de cálculo e ferramenta de apresentações.</p>
<p><strong>1. Aprenda a lidar com texto repetido</strong></p>
<p>Os editores de texto tradicionais podem usar plug-ins e utilitários, como o TextExpander para o OS X e iOS, que completam automaticamente frases e palavras frequentemente usadas, seja um título profissional ou uma linha de código HTML frequentemente usada. O Google Docks tem uma função similar &#8211; porém um tanto limitada.</p>
<p>Digamos que você é um professor que precisa escrever constantemente a frase “precisa de mais explicações” nos trabalhos de seus alunos. Para economizar tempo abra um documento de texto no Docs e clique em <em>Ferramentas / Preferências</em>. Na janela que surge, sob o item <em>Substituição automática</em>, digite <strong>pme</strong> debaixo de <em>Substituir</em> e <strong>precisa de mais explicações</strong> debaixo de <em>Com</em>. Clique em <em>OK</em>.</p>
<p>De volta ao seu documento digite <strong>pme</strong>, tecle espaço e a abreviatura deve ser automaticamente substituída pelo texto que você definiu. Se não funcionar volte a <em>Ferramentas / Preferências</em> e certifique-se de que a opção <em>Substituição automática</em> está marcada. Escolha substituições curtas e tente usar combinações de letras únicas, para que o Google Docs não confunda uma palavra com uma substituição.</p>
<p>As preferências de substituição são universais, e uma vez configuradas irão funcionar em qualquer documento de texto. Uma limitação é que o Google Docs só permite substituições em uma linha de texto, então criar um comando para substituir blocos inteiros, como uma assinatura, está fora de cogitação. Pelo menos por enquanto.</p>
<p><strong>2. Veja arquivos em “texto puro”</strong></p>
<p>Se você usa editores como o Emacs, Gedit, Notepad e Vim, pode ter notado que alguns arquivos criados por estes aplicativos não são exibidos pelo Google Docs. Em vez disso você verá o “documento sorridente”.</p>
<p>Isso ocorre quando você faz o upload de um arquivo de texto com uma extensão que o Google Docs não reconhece, como a <em>.sh</em> dos shell scripts em Bash, ou quando seu documento não tem uma extensão. Antes de fazer o upload de um arquivo de texto para o Google Docs, clique com o botão direito do mouse sobre ele, escolha <em>Renomear</em> e adicione a extensão <em>.txt</em> ao final. Agora você não terá problema ao visualizá-lo no Google Docs.</p>
<p><strong>3. Simule um corretor ortográfico guiado</strong></p>
<p>Em contraste à maioria dos editores de texto, o Google Docs não tem um processo “formal” de correção ortográfica: ela é feita automaticamente enquanto você digita. Sempre que você vir uma palavra sublinhada em vermelho, pode clicar com o botão direito do mouse sobre ela para ver possíveis correções.</p>
<p>Mas para algumas pessoas isso não é tão bom quanto um corretor tradicional, que aponta os erros em sequência, um a um. Para simular este comportamento use dois atalhos de teclado:<strong> Ctrl+;</strong> te leva ao próximo “erro”, e <strong>Ctrl+[</strong>, que volta ao anterior.</p>
<p><strong>4. Conquiste mais espaço</strong></p>
<p>O Google Docs desperdiça valioso espaço na tela cercando o menu e barras de ferramentas com amplo espaço em branco, o que pode ser um problema se você está trabalhando em uma tela de resolução limitada, como um netbook. Para redimir o problema clique em <em>Visualizar / Compactar</em> controles (ou tecle <strong>Ctrl+Shift+F</strong>).</p>
<p>Lembre-se que esta opção tem de ser definida para cada tipo de documento em separado. Você pode compactar os controles em um documento de texto, por exemplo, mas suas planilhas ainda mostrarão os controles normais a não ser que você repita o processo.</p>
<p>Se você quiser ainda mais espaço, tente ver os documentos em “tela inteira” (<em>Visualizar/Tela inteira</em>). Eles irão ocupar toda a janela do navegador, e os menus e barras de ferramentas ficarão ocultos até que você tecle <strong>Esc</strong>. É uma boa opção para quem já domina os atalhos de teclado do Docs e não precisa dos menus e barras de ferramentas sempre visíveis. Esta opção não é permanente, e você tem de ativá-la cada vez que abrir um documento.</p>
<p>Para ter <em>ainda</em> mais espaço, combine o modo “tela inteira” do Docs com o modo Tela Cheia de seu navegador favorito. No Firefox e no Chrome basta teclar <strong>F11</strong>. Assim o navegador irá ocupar a tela inteira, o documento irá ocupar todo o navegador, e você terá o máximo de espaço para seu texto, sem nada mais para lhe distrair.</p>
<p><strong>5. Desligue todas as notificações</strong></p>
<p>Você está colaborando em um documento online mas ficando maluco por causa das constantes notificações via e-mail? Então não está sozinho. Reagindo aos usuários que expressaram sua frustração em várias threads nos grupos de discussão do Google Docs, a Google criou um recurso que permite bloquear as notificações em documentos específicos.</p>
<p>Basta abrir o documento, clicar no botão <em>Comentários</em> no canto superior direito da tela e em <em>Configurações de notificação</em>. Na janela que surge, marque <em>Não enviar notificações por e-mail sobre este documento para mim</em> e clique em <em>OK</em>. Você também pode escolher ser notificado apenas quando mencionado em um comentário, ou quando alguém responder a algo sobre o que você comentou.</p>
<p><strong>6. Abra documentos na mesma aba ou janela</strong></p>
<p>Por padrão o Google Docs abre cada um de seus documentos em uma nova aba ou janela, mas você pode mudar este comportamento para que ele ocupe apenas uma aba/janela de cada vez.</p>
<p>Clique no botão com a engrenagem no canto superior direito da janela principal do Google Docs (a que lista todos os seus documentos) e no item <em>Configurações</em> no menu. Na tela seguinte, sob a aba <em>Geral</em>, encontre a opção <em>Onde os itens serão abertos</em> e selecione o item <em>Na janela atual</em>. Clique em <em>Salvar</em> no final da página.</p>
<p>A partir de agora seus documentos serão abertos na mesma aba, exceto quando você criar um novo documento ou abrir um documento a partir de outro usando a opção <em>Arquivo/Abrir</em>.</p>
<p><strong>7. Descubra quem fez uma alteração</strong></p>
<p>O Google Docs permite que você veja quem fez mudanças em qualquer documento compartilhado, com o nível de detalhes que você quiser. Para começar clique em <em>Arquivo/Ver Histórico de Revisões</em>. Uma barra aparecerá na lateral direita da tela, detalhando as mudanças recentes em seus documentos. Cada pessoa que editou o documento aparece na lista, com uma cor correspondente.</p>
<p>Mudanças feitas por diferentes editores são destacadas com suas respectivas cores. Se você quiser ver detalhes adicionais, como revisões célula-a-célula em uma planilha, clique no botão <em>Mostrar revisões mais detalhadas</em> no rodapé da barra. Para reverter um documento para uma versão anterior, encontre-a no histórico e clique em <em>Restaurar esta revisão</em> sob o nome do editor. Se você quer ver as revisões sem as cores em destaque, desmarque a opção <em>Mostrar alterações</em> no rodapé da barra lateral. Para sair do histórico de revisões sem fazer qualquer mudança, clique no <em>X</em> no topo de barra lateral.</p>
<p><strong>8. Evite problemas com imagens grandes</strong></p>
<p>No Google Docs você pode inserir praticamente qualquer imagem em um documento texto simplesmente arrastando-a do desktop para o documento (desde que use uma versão recente dos navegadores Chrome, Firefox, Internet Explorer ou Safari). Mas há um limite: não é possível usar imagens com mais de 2000 pixels de largura ou altura.</p>
<p>A Google diz que este é um problema conhecido e está trabalhando em um meio de corrigi-lo. Até lá a solução é usar um editor de imagens para redimensionar a imagem para algo menor. Só não esqueça de salvar a imagem redimensionada com um novo nome, para não sobrescrever a original.</p>
<p><strong>9. Compartilhe arquivos entre suas &#8220;nuvens&#8221;</strong></p>
<p>Compartilhar arquivos entre o Google Docs e serviços como o Box, Dropbox ou SkyDrive é um incômodo. O método padrão é baixar o arquivo de um serviço e enviá-lo para outro, um trabalho manual desnecessário. Uma alternativa melhor é usar um serviço online como o <a rel="nofollow" href="http://www.otixo.com" target="_blank">Otixo</a>, que permite gerenciar múltiplos serviços na “nuvem” em um local central e transferir arquivos entre eles sem baixar nada para seu PC.</p>
<p>Depois de criar uma conta (gratuita) e fazer o login, clique em <em>My Cloud Services</em> e selecione as contas que deseja adicionar. Depois de autorizar cada serviço você poderá simplesmente arrastar e soltar arquivos entre o Google Docs e o Dropbox, por exemplo.</p>
<p>O Otixo atualmente funciona com vários serviços online, incluindo o Google Docs, Amazon S3, Box, Files Anywhere, GoDaddy Online Storage, GMX, Picasa, SkyDrive e SugarSync, bem como servidores WebDAV e FTP.</p>
<p>O serviço é grátis se você transferir até 250 MB de dados por mês, e custa R$ 10 para uso ilimitado. E ele é capaz de realizar conversões entre formatos de arquivo quando necessário, como transformar um documento do Google Docs em um arquivo <strong>.doc</strong> quando você o copia para o Dropbox. Em meus testes, o programa também funcionou bem num iPad.</p>
<p><strong>10. Evite a internet</strong></p>
<p>O maior incômodo no Google Docs é que você precisa de uma conexão à internet para fazer qualquer coisa, seja criar um novo documento ou editar um já existente. A Google está tentando melhorar a situação com a adição recente da capacidade de visualizar (mas não de editar) documentos de texto e planilhas.</p>
<p>Este recurso, ainda em estágio Beta, só está disponível para usuários do Google Chrome. Para usá-lo basta clicar na engrenagem no canto superior direito da tela inicial do Google Docs e escolha a opção <em>Configurar o Google Docs off-line</em>. Na janela que aparece, seleciona a opção <em>Permitir o Google Docs off-line</em>. A partir daí seus documentos serão sincronizados automaticamente com o PC.</p>
<p>Você precisa autorizar o acesso em cada PC onde quiser usar este recurso. Para acessar seus documentos quando estiver offline, basta acessar <strong>docs.google.com</strong> no navegador, como se você estivesse conectado. O ícone de um “raio” próximo ao logo do Google Docs informa que você está offline.</p>
<p>Embora offline você só possa visualizar os documentos, você pode copiar o conteúdo, colá-lo em um editor tradicional e continuar trabalhando no texto. Ou, já que você está usando o Chrome, pode experimentar um editor integrado ao navegador como o <a rel="nofollow" href="https://chrome.google.com/webstore/detail/aimodnlfiikjjnmdchihablmkdeobhad?hl=pt-BR" target="_blank">Write Space</a>, que permite que você trabalhe em um documento de cada vez e salva automaticamente seu trabalho. Depois você pode colar o texto de volta no Google Docs.</p>
<p>Não é a solução ideal se você está trabalhando em um documento compartilhado, mas pelo menos é uma opção para trabalhar na hora do aperto.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: PcWorld</span></p>
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		<title>10 segredos do corretor ortográfico do Microsoft Word</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Segredos]]></category>
		<category><![CDATA[Word]]></category>

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		<description><![CDATA[Você pode usar o corretor ortográfico do Word quase todo santo dia, e ainda assim de vez em quando encontrará um comportamento estranho ou descobrirá algo novo. Você sabe como se livrar de uma palavra que foi adicionada por engano ao dicionário, ou como esconder as “ondinhas vermelhas” que aparecem debaixo das palavras em todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você pode usar o corretor ortográfico do Word quase todo santo dia, e ainda assim de vez em quando encontrará um comportamento estranho ou descobrirá algo novo. Você sabe como se livrar de uma palavra que foi adicionada por engano ao dicionário, ou como esconder as “ondinhas vermelhas” que aparecem debaixo das palavras em todo seu documento? Continue lendo para aprender a fazer isso e muito mais. As dicas a seguir foram testadas no Word 2010 e no Word 2007.</p>
<p><strong>1. Desative a verificação enquanto você digita</strong></p>
<p>Por padrão o Word verifica a ortografia de seu documento enquanto você digita, e sublinha em vermelho quaisquer palavras que não estejam presentes no dicionário de seu verificador ortográfico. Este recurso é útil, porém pode causar distração. Mas é fácil desativá-lo: clique em <em>Arquivo / Opções / Revisão de Texto</em> (no Word 2007 clique no botão com a logo do Word no canto superior direito da janela, e em <em>Opções do Word / Revisão de Texto</em>), desmarque a opção <em>Verificar ortografia ao digitar</em>. Clique em <em>OK</em>.</p>
<p><strong>2. Verifique a ortografia de palavras em outro idioma</strong></p>
<p>O Word não é naturalmente bilíngue, mas você pode treiná-lo para analisar mais de um idioma ao mesmo tempo. Normalmente quando você está trabalhando em um documento que contém texto em espanhol, por exemplo, o  Word não irá reconhecê-lo se o idioma primário for o português e irá sublinhar em vermelho todas as palavras em espanhol, achando que são erros de ortografia.</p>
<p>Você pode evitar o problema dizendo ao Word para verificar o texto em espanhol usando uma lista de palavras em espanhol. Selecione o texto no segundo idioma e clique na aba <em>Revisão</em> no topo da tela. Clique no botão <em>Idioma</em> e escolha a opção <em>Definir idioma de revisão de texto</em> (no Word 2007 simplesmente clique em <em>Definir Idioma</em>). A janela <em>Idioma</em> irá surgir, e basta escolher na lista o idioma que quer usar com o texto selecionado: as que tem uma marca em V na frente são as disponíveis. Clique em <em>OK</em> para terminar.</p>
<p><strong>3. Adicione palavras incomuns ao dicionário</strong></p>
<p>Se você já sabe que irá usar algumas palavras incomuns e não quer que o Word as indique como erros, pode adicioná-las ao dicionário.</p>
<p>Clique em <em>Arquivo / Opções / Revisão de texto / Personalizar Dicionários</em> (no Word 2007 clique no botão com a logo do Word no canto superior direito da janela, e em <em>Opções do Word / Revisão de Texto / Personalizar Dicionários</em>). Selecione o dicionário <em>Custom.dic</em> e clique em <em>Editar Lista do Word</em>. Digite uma palavra e clique em <em>Adicionar</em>. Quando terminar, clique em OK.</p>
<p>Adicionar uma palavra de cada vez faz sentido se você tem uma lista pequena delas, mas se tem muitas o melhor a fazer é editar o dicionário diretamente. Na janela que lista os dicionários, anote o caminho indicado em <em>Caminho do arquivo</em>, vá até lá com o <em>Windows Explorer</em> e abra o arquivo <strong>custom.dic</strong> usando o <em>Bloco de Notas</em>. Adicone as palavras ao arquivo, uma por linha, e salve-o. O Word irá colocar automaticamente as palavras em ordem alfabética da próxima vez que você usar o arquivo.</p>
<p><strong>4. Remova erros do dicionário</strong></p>
<p>Se você adicionou uma palavra errada ao dicionário, o Word não irá identificá-la como um erro até que você a tire de lá. Clique em <em>Arquivo / Opções / Revisão de Texto</em> e em <em>Personalizar Dicionários</em> (no Word 2007 clique no botão com a logo do Word no canto superior direito da janela, e em <em>Opções do Word / Revisão de Texto / Personalizar Dicionários</em>). Selecione o dicionário <strong>Custom.dic</strong>, clique em <em>Editar lista do Word</em> e você verá uma janela com todas as palavras adicionadas ao dicionário. Role a lista até encontrar a palavra que deseja remover, clique sobre ela, clique em <em>Excluir </em>e em <em>OK</em>.</p>
<p><strong>5. Determine o que será verificado</strong></p>
<p>Dependendo de como usa o programa, você pode notar que o Word encontra erros onde nenhum existe, ou não encontra os erros embaraçosos que você comete. Felizmente é possível dizer ao Word para verificar ou não a ortografia de itens como endereços de e-mail, URLs e itens contendo números.</p>
<p>Clique em <em>Arquivo / Opções / Revisão de texto</em> (no Word 2007 clique no botão com a logo do Word no canto superior direito da janela, e em <em>Opções do Word / Revisão de Texto</em>). Aqui você pode definir preferências como <em>Ignorar palavras em MAIÚSCULAS</em> ou <em>Ignorar palavras contendo números</em>. Se você não quiser que o Word aponte endereços de e-mail e URLs como erros, marque a opção <em>Ignorar endereços de arquivo e Internet</em>.</p>
<p>Você também pode desabilitar <em>Sinalizar palavras repetidas</em> se você acha este comportamento irritante. Depois de terminar clique em <em>OK</em>. As mudanças entram em vigor imediatamente e são persistentes.</p>
<p><strong>6. Esconda as “ondinhas”, só desta vez</strong></p>
<p>Se você gosta de trabalhar com verificação ortográfica automática habilitada, mas quer esconder o sublinhado vermelho nas palavras erradas em apenas um documento para evitar distrações, clique em <em>Arquivo / Opções / Revisão de texto</em> (no Word 2007 clique no botão com a logo do Word no canto superior direito da janela, e em <em>Opções do Word / Revisão de Texto / Personalizar Dicionários</em>).  No campo que diz <em>Exceções para:</em> selecione o documento atual, marque a opção <em>Ocultar erros de ortografia neste documento apenas</em> e clique em <em>OK</em>. Você ainda poderá fazer uma verificação ortográfica no documento clicando no item <em>Ortografia e Gramática</em> na aba <em>Revisão</em>, ou teclando <strong>F7</strong>.</p>
<p><strong>7. Faça o Word ignorar um bloco de texto</strong></p>
<p>Exemplos de linguagens de programação, dados científicos e outros tipos de texto especializado muitas vezes incluem palavras que não constam no dicionário do Word e portanto são apontadas como erros. Para desabilitar a verificação em um trecho nestes casos, clique na aba <em>Revisão</em> no topo da tela e no botão <em>Idioma / Definir Idioma de Revisão de Texto</em> (no Word 2007 clique em <em>Revisão </em>e <em>Definir Idioma</em>). Marque a opção <em>Não verificar ortografia ou gramática</em> e clique em <em>OK</em>. O Word nunca mais irá verificar o trecho selecionado.</p>
<p><strong>8. Use múltiplos dicionários para diferentes projetos</strong></p>
<p>Muitas profissões tem seu próprio jargão, como médicos, engenheiros e profissionais de tecnologia, cheios de termos e expressões incomuns no dia-a-dia de quem não trabalha na área. Portanto, é conveniente ter um dicionário com os termos mais comuns à mão, para que o Word não os aponte como erros.</p>
<p>Você pode adicionar sua terminologia especial ao seu próprio arquivo <strong>Custom.dic</strong> (veja a dica Nº 3) ou criar um segundo dicionário apenas com os termos especializados. Esta pode ser uma boa opção, já que você poderá compartilhá-lo com outros usuários.</p>
<p>Para criar o segundo dicionário clique em <em>Arquivo / Opções / Revisão de texto</em> e clique em <em>Personalizar dicionários</em> (no Word 2007 clique no botão com a logo do Word no canto superior direito da janela, e em <em>Opções do Word / Revisão de Texto / Personalizar Dicionários</em>). Clique em <em>Novo</em>, dê um nome ao dicionário e clique em <em>Salvar</em>. Agora você pode adicionar palavras a ele seguindo os passos da dica nº 3.</p>
<p>Se você está usando dois dicionários, provavelmente irá querer que o Word use as palavras de ambos na hora de sugerir correções para palavras que possam estar erradas. Para fazer isto clique em <em>Arquivo / Opções / Revisão de Texto</em> (no Word 2007 clique no botão com a logo do Word no canto superior direito da janela, e em <em>Opções do Word / Revisão de Texto</em>) e desmarque a opção <em>Sugerir com base no dicionário principal</em>. Clique em <em>OK</em>.</p>
<p><strong>9. Compartilhe um dicionário com outros usuários</strong></p>
<p>Essa é praticamente uma continuação da dica anterior. Para compartilhar um dicionário que você criou clique em <em>Arquivo / Opções / Revisão de texto</em> e em <em>Personalizar dicionários</em> (no Word 2007 clique no botão com a logo do Word no canto superior direito da janela, e em <em>Opções do Word / Revisão de Texto / Personalizar Dicionários</em>). Selecione na lista o dicionário que você quer compartilhar e anote o caminho até ele, mostrado no campo <em>Caminho do arquivo</em>. Abra o Windows Explorer, vá até a pasta indicada e mande o arquivo <strong>.dic</strong> correspondente por e-mail, por exemplo, ou copie-o para um pendrive.</p>
<p>Para adicionar o dicionário compartilhado  à sua cópia do Word o destinatário deve copiar o arquivo recebido para a mesma pasta onde está o arquivo <strong>Custom.dic</strong>. Depois deve abrir o Word e clicar em <em>Arquivo / Opções / Revisão de texto</em> e em <em>Personalizar dicionários</em> (no Word 2007 clique no botão com a logo do Word no canto superior direito da janela, e em <em>Opções do Word / Revisão de Texto / Personalizar Dicionários</em>). Ele deve então clicar em <em>Adicionar</em>, indicar o novo arquivo <strong>.dic</strong> e clicar em <em>Abrir</em> para adicioná-lo à lista de dicionários do Word.</p>
<p><strong>10. Marque palavras que só estão erradas no contexto</strong></p>
<p>Em algumas situações você pode usar uma palavra que está escrita corretamente, mas incorreta no contexto. Estes homófonos, como conserto e concerto, podem gerar confusão, ainda mais porque o corretor nem sempre aponta que estão sendo usados incorretamente. Uma possível solução é excluir estas palavras problemáticas da lista do corretor ortográfico para que a ferramenta as destaque.</p>
<p>Para isso você irá precisar adicionar as palavras ao arquivo de exclusão do Word, que é criado automaticamente para você quando o Word é instalado. Ele fica em sua pasta pessoal dentro de uma pasta oculta, em <em>&lt;sua pasta pessoal&gt;\AppData\Roaming\Microsoft\UProof</em>. O arquivo com as palavras em português se chama <strong>ExcludeDictionaryPB0416</strong> e o com as palavras em inglês é o <strong>ExcludeDictionaryEN0409</strong>.</p>
<p>Clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo que deseja modificar e clique em <em>Abrir com</em>. Selecione o <em>Bloco de Notas</em> na lista de programas instalados. Digite as palavras que deseja excluir da verificação, uma em cada linha, e salve o arquivo. Feche o Word e abra-o novamente.</p>
<p>A partir de agora, sempre que você digitar uma palavra que está na lista de exclusão o Word irá apontá-la como um erro. Só tenha cuidado: se você iniciar uma verificação ortográfica manual no documento usando a opção <em>Ortografia e Gramática</em> na aba <em>Revisão</em>, tenha o cuidado de clicar apenas em <em>Ignorar uma vez</em> para passar por ela. Se você clicar em <em>Ignorar todas</em> ou <em>Adicionar ao dicionário</em>, ela não será mais apontada como um erro.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: PCWorld</span></p>
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		<title>Cinco parâmetros para medir a qualidade das aplicações</title>
		<link>http://www.treinaweb.com.br/blog/cinco-parametros-para-medir-a-qualidade-das-aplicacoes/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 12:19:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Avaliar a qualidade de um software é um mistério. Muitos profissionais de TI ficam frustrados sobre como definir e medir a qualidade das aplicações. Não surpreendentemente, essas dificuldades resultam de um foco incorreto sobre o processo pelo qual o software é construído. Achamos que podemos definir essas atividades e medi-los com precisão para que as [...]]]></description>
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<div id="conteudo">
<div>
<p>Avaliar a qualidade de um software é um mistério. Muitos profissionais de TI ficam frustrados sobre como definir e medir a qualidade das aplicações.</p>
<p>Não surpreendentemente, essas dificuldades resultam de um foco incorreto sobre o processo pelo qual o software é construído. Achamos que podemos definir essas atividades e medi-los com precisão para que as pessoas possam ver e focar nas atividades necessárias para criar, melhorar e gerenciar o software.</p>
<p>Mas de nada adianta ter um processo impecável se o produto não estiver em linha. Infelizmente, esse é o tipo de falha que corremos o risco quando não somos capazes de medir a qualidade do software.</p>
<p>Essa falta de visibilidade sobre a qualidade está na raiz de muitos problemas de gestão de software. Os executivos de negócios não conseguem entender por qual motivo um software custa tanto, demora tanto tempo para ser desenvolvido e ainda tem custos associados para mudá-lo. CFOs e CEOs, por sua vez, não conseguem entender por que o investimento em TI é tão alto.</p>
<p>É como se o nadador Michael Phelps registrasse o tempo que consome treinando, que leva para fazer as refeições, que gasta no videogame, passeando com o cachorro etc. Mas, estranhamente, não mede o tempo que leva para nadar metros no estilo borboleta.</p>
<p>Você deve estar pensando: &#8220;Será que não cuidamos da qualidade de testes de software?&#8221; Mas o teste é na melhor das hipóteses uma solução parcial. O teste não é realmente concebido para medir a qualidade estrutural do software &#8211; a qualidade do design de um aplicativo e da fidelidade de sua implementação para o projeto.</p>
<p>Um software bem concebido, bem arquitetado e bem executado possui alta qualidade. É fácil trabalhar com ele, mantê-lo e melhorá-lo para suprir as demandas dos negócios. Nós sabemos que medir a qualidade do software é bom, mas podemos, de fato, medi-lo? Sim, graças a produtos que realizam essa tarefa.</p>
<p>Em uma aplicação, a qualidade de qualquer componente depende de outros componentes que ele está integrado. A qualidade de um aplicativo como um todo é, portanto, mais do que simplesmente a soma da qualidade de seus componentes. O erro mais frequente em engenharia de software é esquecer esse fato.</p>
<p>Por isso, qualquer sistema que possa ajudá-lo nessa tarefa deverá medir cinco pontos:</p>
<p><strong>1. Alcance:</strong> deve ser capaz de lidar com várias tecnologias. A maioria dos aplicativos modernos contém vários idiomas e sistemas que são ligados entre si de forma complexa.</p>
<p><strong>2. Profundidade:</strong> deve ser capaz de gerar mapas completos e detalhados da arquitetura do aplicativo do Graphical User Interface (GUI), ferramenta de captura, processamento e análise de imagem, para o banco de dados. Sem essa detalhada arquitetura, seria impossível obter contextualização da aplicação.</p>
<p><strong>3. Tornar o conhecimento explícito de engenharia de software:</strong> deve ser capaz de verificar a aplicação inteira contra centenas de padrões de implementação que codificam as melhores práticas de engenharia.</p>
<p><strong>4. Métricas acionáveis:</strong> as métricas de qualidade não devem apenas informar, mas também orientar sobre como realizar a melhoria da qualidade do software, mostrando o que fazer primeiro, como fazê-lo, próximos passos etc.</p>
<p><strong>5. Automatização:</strong> finalmente, deve ser capaz de realizar todos os pontos descritos acima de forma automatizada. Nenhum profissional ou equipe pode fazer essa tarefa, muito menos fazê-la em um curto espaço de tempo.</p>
<p>É importante medir a qualidade do software, mas é igualmente importante executar a atividade de forma correta. Essa ação é muito útil no desenvolvimento de software, mas, muitas vezes, é melhor não ter medição alguma do que contar com uma errada.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: CIO</span></p>
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		<title>Conheça 5 truques escondidos para turbinar seu Gmail</title>
		<link>http://www.treinaweb.com.br/blog/conheca-5-truques-escondidos-para-turbinar-seu-gmail/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 12:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gmail]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você usa o Gmail trabalho ou na vida pessoal, provavelmente sabe lidar muito bem com o básico: organização de contatos, envio de e-mails, criação de pastas e mais. Mas se você já domina tudo isso e procura aumentar as vantagens e produtividade do Gmail, aqui vão 5 dicas. 1. Como habilitar notificações no desktop Se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você usa o Gmail trabalho ou na vida pessoal, provavelmente sabe lidar muito bem com o básico: organização de contatos, envio de e-mails, criação de pastas e mais. Mas se você já domina tudo isso e procura aumentar as vantagens e produtividade do Gmail, aqui vão 5 dicas.</p>
<p><strong>1. Como habilitar notificações no desktop</strong></p>
<p>Se você está esperando por e-mails importantes, não há necessidade de atualizar constantemente ou monitorar sua caixa de entrada. Em vez disso, baixe o add-on para o navegador Google Chrome, que habilita uma janela pop-up que avisa quando você recebe um novo e-mail ou mensagem no chat.</p>
<p>As notificações do chat são habilitadas por padrão, mas você pode desabilitá-las nas configurações do Gmail. Para habilitar as notificações de e-mail ou mensagens do chat, faça o seguinte: clique no ícone de engrenagem na parte superior direita do seu Gmail e selecione “Configurações”. Na aba “Geral”, selecione a opção que desejar na seção “Notificações do Desktop”. Aqui, você pode deixar as notificações do chat ativadas ou desativadas, receber notificações para todos os e-mails recebidos ou apenas aqueles que o Gmail marca como “importante”. Após fazer suas modificações, clique em “Salvar”. É bom lembrar que esse recurso só funciona no navegador Chrome.</p>
<p><strong>2. Como adicionar múltiplos anexos rapidamente em um e-mail<br />
</strong></p>
<p>Se um e-mail requer que você envie vários anexos, há um modo mais fácil do que selecionar os arquivos um por um. Caso os anexos desejados estiverem todos na mesma pasta, segure a tecla “Ctrl” (ou Command, em Macs) e clique em cada arquivo que você deseja anexar. Você também pode segurar a tecla “Shift” para selecionar um grupo de arquivos.</p>
<p>Outra opção é clicar e arrastar os ícones dos arquivos diretamente de uma pasta ou de seu desktop para “Selecione um arquivo”. Quando fizer isso, essa área ficará branca e mostrará a seguinte mensagem: “Arraste arquivos aqui para adicioná-los como anexos”.</p>
<p><strong>3. Não perturbe, estou de férias!<br />
</strong></p>
<p>A resposta de férias irá enviar automaticamente uma mensagem para qualquer pessoa que envie um email a você, exceto mensagens classificadas como spam e aquelas endereçadas a listas de mailing nas quais o usuário estiver inscrito &#8211; esses grupos não receberão uma notificação.</p>
<p>Para configurar a reposta, clique no ícone de engrenagem no canto direito superior da janela e vá em “Configurações”. Na aba General, selecione “Vacation Responder on” na seção de mesmo nome. Em seguida, insira o assunto e o corpo da mensagem nos campos apropriados, e então habilite a caixa na opção “Only send a response to people in my Contacts”, caso você não queira que todos saibam que está ausente.</p>
<p>Se você utiliza o Google App, também verá uma opção para enviar uma resposta apenas para seu domínio. Se clicar em ambas as caixinhas, apenas os usuários que estão nos seus contatos e domínio receberão a resposta automática. Ao terminar, clique em “Save Changes”. Quando voltar das férias, basta clicar no botão “end now”, em um banner no topo da página.</p>
<p><strong>4. Saiba mais sobre seus contatos<br />
</strong></p>
<p>O widget de pessoas do Gmail, localizado à direita das mensagens, mostra informações contextuais a respeito das pessoas com as quais você está interagindo através do serviço. Clique no nome do contato para exibir informações como nome, email, cargo, posts no Google+ que estão visíveis para você, mensagens trocadas recentemente, entre outros. O painel mostra ainda eventos do Google Calendar e documentos do Docs que tenham compartilhados.</p>
<p>Se você possui diversos contatos em um tópico de email, aquele com a primeira mensagem não lida daquela conversa terá as informações citadas acima exibidas no widget de pessoas. É possível obter detalhes sobre outros usuários que estejam nessa conversa ao clicar no link more no topo do widget. Para desativar este recurso, clique na engrenagem e selecione “Settings”. Na aba “General”, clique no botão “Hide the people widget”; depois disso, basta escolher Save Changes.</p>
<p><strong>5. Encerre suas sessões automaticamente<br />
</strong></p>
<p>Se você utiliza múltiplos computadores ou dispositivos com a mesma conta Gmail e acha que esqueceu de fazer logout de algum deles, é possível fazer isso remotamente. Role para a base da página, e você verá informações a respeito do horário e localização a respeito da atividade de sua conta. Escolha “Details” para ver em que locais ela ainda está aberta, com outras informações como o endereço de IP. Se preferir, você pode encerrar todas as suas sessões a partir dessa janela.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: IDGNow</span></p>
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		<title>Conheça dez programas para fazer backup dos dados do seu PC</title>
		<link>http://www.treinaweb.com.br/blog/conheca-dez-programas-para-fazer-backup-dos-dados-do-seu-pc/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 12:29:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Backup]]></category>

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		<description><![CDATA[De uma hora para a outra, você pode perder os dados de seu computador. Um notebook roubado, um HD pifado, uma queda inesperada. Motivos não faltam para que seus arquivos sejam pedidos para sempre. Por isso, é sempre indicado fazer o backup (cópias de segurança) dos mais importantes (ou de todos) arquivos em seu PC. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De uma hora para a outra, você pode perder os dados de seu computador. Um notebook roubado, um HD pifado, uma queda inesperada. Motivos não faltam para que seus arquivos sejam pedidos para sempre. Por isso, é sempre indicado fazer o backup (cópias de segurança) dos mais importantes (ou de todos) arquivos em seu PC.</p>
<p>Para isso, basta um disco no qual os dados serão copiados (CDs, DVDs, HDs secundários ou externos, pendrives) e um software que facilite a realização das cópias (mesmo porque fazer o backup manual dá um trabalho danado). Entre as principais opções para download, a maior parte dos programas de backup permite agendar a operação, automatizar o processo, salvar por tipo de arquivos ou por determinadas pastas.</p>
<p>Confira dez softwares de backup que facilitam e automatizam o processo da realizar cópias de segurança de seus arquivos digitais.</p>
<p><strong><a rel="nofollow" href="http://web.archive.org/web/20060317162115fw_/http://web.telia.com/%7Eu32102551/index.html" target="_blank">Back It!</a></strong></p>
<p>Leve, o programa necessita do <a rel="nofollow" href="http://get.adobe.com/br/air" target="_blank">Adobe Air</a> para rodar e realizar os backups. Em compensação, tem uma interface fácil de usar: basta arrastar para dentro dele o conteúdo a ser copiado e indicar a pasta e o tipo de mídia (disquete, DVD, HD). Gratuito.</p>
<p><strong><a rel="nofollow" href="http://www.cobiansoft.com/" target="_blank">Cobian Backup</a></strong></p>
<p>Programa que faz backup e pode copiar arquivos do local de origem para pastas ou drives no mesmo ou em outros computadores. Ele permite agendar a realização de cópias de segurança automaticamente, com as opções entre “única”, diária, semanal, mensal ou em intervalos de tempo programados. Gratuito.</p>
<p><strong><a rel="nofollow" href="http://www.codessentials.com/products/yadisbackup.html" target="_blank">Yadis! Backup</a></strong></p>
<p>O software é uma ferramenta de backup extremamente simples. Seu grande trunfo é fazer atualizações das cópias de segurança em tempo real. Sempre que o usuário salvar modificações dos documentos, para qualquer destino, o programa entra em ação e atualiza a cópia. Gratuito.</p>
<p><strong><a rel="nofollow" href="http://dfg1.netfirms.com/products/a_backup_e.htm" target="_blank">dfg BackUp XP</a></strong></p>
<p>Ferramenta profissional de cópias de segurança e de restauração de dados. Ela suporta ilimitados perfis de backup e pode ser configurada para trabalhar automaticamente, em determinados intervalos de tempo. Tem opções de trabalho em linha de comando e pode fazer backups que gerem arquivos compactados (ZIP) ou que sejam, por padrão, enviados por e-mail. Uso gratuito limitado.</p>
<p><strong><a rel="nofollow" href="http://www.gfi.com/pages/backup-freeware.asp" target="_blank">GFI Backup</a></strong></p>
<p>Programa de backup que possui ferramentas avançadas, como possibilidade de criptografar as cópias de segurança usando o algoritmo AES. O software permite também que arquivos originais sejam deletados ou mantidos no sistema de forma automática e possui modo de sincronização de pastas. Gratuito.</p>
<p><strong><a rel="nofollow" href="http://www.sparebackup.com/" target="_blank">Spare Backup</a></strong></p>
<p>O Spare pode fazer cópias de segurança automaticamente. Ele pega os arquivos mais importantes do seu PC e passa para o destino desejado pelo usuário. O software tem como diferencial recuperar arquivos perdidos dentro do computador. Gratuito por tempo limitado.</p>
<p><strong><a rel="nofollow" href="http://ziggi.uol.com.br/downloads/titan-backup" target="_blank">Titan Backup</a></strong></p>
<p>Gratuito por 30 dias, o Titan Backup fazer backups automáticos em diversos tipos de sistemas de armazenamento de mídia, como CD / DVD-RW, dispositivos removíveis, unidades de rede e servidores remotos FTP. Tem interface limpa e pode gerar arquivos compactados (ZIP) automaticamente. Gratuito por tempo limitado.</p>
<p><strong><a rel="nofollow" href="http://www.tomsguide.com/us/download/EastTec-Backup,0301-22773.html" target="_blank">East-Tec Backup</a></strong></p>
<p>Permite ao usuário realizar a cópia de segurança por meio do perfil do arquivo. Assim, pode fazer o backup de itens como arquivos, pastas, documentos, e-mails, fotos, livro de endereços e das configurações dos programas favoritos, como o Internet Explorer, Firefox, Outlook e Outlook Express. É muito fácil de usar e possui características intuitivas, backups automáticos, compressão de dados, uma forte criptografia militar AES, sincronização de dados e suporta FTP. Gratuito por tempo limitado.</p>
<p><strong><a rel="nofollow" href="http://bitripper.com/" target="_blank">bitRipper</a></strong></p>
<p>Um tanto limitado, o bitRipper é um programa que permite fazer backup de DVDs em formato AVI para o disco rígido. O programa é voltado a quem tem vasta coleção de filmes e quer passar para o computador. Ele ainda garante ajustes necessários, como configuração de codecs de áudio e vídeo, resolução e taxa do vídeo, entre outros. Gratuito.</p>
<p><strong><a rel="nofollow" href="http://download.cnet.com/FlashBack/3000-2242_4-10608477.html" target="_blank">Flashback</a></strong></p>
<p>Especializado em fazer backup de dados no pendrive, o programa é rápido e prático. Para usá-lo, basta informar os tipos de arquivo que ele deve salvar (documentos, imagens, áudio&#8230;) e onde deseja armazená-los. Gratuito.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: UOL Tecnologia</span></p>
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		<title>Sua empresa tem infraestrutura disponível?</title>
		<link>http://www.treinaweb.com.br/blog/sua-empresa-tem-infraestrutura-disponivel/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 13:06:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine que você trabalha no departamento de infraestrutura e operações de uma empresa de distribuição que mantém um braço de e-commerce muito forte na web e acontece falha em momento de alto pico de vendas. Sua companhia pode não apenas perder dinheiro mas ter a imagem arranhada. Enquanto sua equipe tenta encontrar uma solução, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine que você trabalha no departamento de infraestrutura e operações de uma empresa de distribuição que mantém um braço de e-commerce muito forte na web e acontece falha em momento de alto pico de vendas. Sua companhia pode não apenas perder dinheiro mas ter a imagem arranhada.</p>
<p>Enquanto sua equipe tenta encontrar uma solução, o seu site de e-commerce, que gera dezenas de milhares de reais receita, exibe uma mensagem de erro para todos os seus clientes potenciais. Com as redes sociais em ebulição, em questão de segundos esse problema pode cair no Facebook, Twitter ou em outras mídias dociais. Para piorar a situação, hoje não é um dia normal, mas a data de maior volume de negócios do ano, como acontece em períodos como Dia das Mães, Natal etc.</p>
<p>Este cenário de pesadelo é um exemplo extremo do que sua empresa pode experimentar com a indisponibilidade de serviço no pior momento possível. Nunca é uma boa hora para a queda de sistemas de negócios, mesmo em paradas planejadas. Hoje com empresas globais, funcionando em horários diferentes, a TI muitas vezes tem que funcionar 24 horas aos sete dias da semana, dependendo da atividade.</p>
<p>É por essa razão que as empresas estão cada vez mais construindo sistemas de negócios e infraestrutura que estejam sempre disponíveis para evitar quedas. Porém, não existe um botão mágico que permita isso. Os processo são complexos e demorados. Eles exigem planejamento e dsenvolvimento de uma estratégia para encontrar o local perfeito, que garanta que seus serviços funcionem 24 horas por dia, 365 dias por ano.</p>
<p>A Computerworld da Espanha traçou algumas dicas em conjunto com o instituto Forrester para ajudar a reduzir o impacto de quedas bruscas. Veja a seguir:</p>
<p><strong>1- Entenda os custos da indisponibilidade de serviços críticos<br />
</strong></p>
<p>A maioria das empresas não sabe calcular quanto custa para os negócios a queda de sistemas críticos. Estimar o impacto de uma interrupção, contabilizar prejuízos com perda da reputação e retenção de clientes pode ser uma tarefa assustadora. É preciso saber colocar na ponta do lápis a receita que a empresa deixará de ganhar e todas as possíveis perdas, com adoção de medidas que assegurem que a situação não se repetirá.</p>
<p>Lembre-se que o cálculo do impacto varia de empresa para empresa. Ou seja o custo de downtime muda de negócio para negócio. No exemplo acima, é preciso saber quantos clientes potenciais deixaram de comrpar e em que hora o acidente aconteceu. Em que momento do dia o serviço ficou fora do ar e por quanto tempo. Uma interrupução ao meio dia tem um custo diferente de uma queda às 3 da manhã, dependendo da atividade da companhia.</p>
<p><strong>2- Análise toda a infraestrutura<br />
</strong></p>
<p>Não se deve reduzir a ordem de armazenamento ou outro componente de qualquer estrutura de TI. A percepção holística geralmente é a correto. É importante considerar e calcular o tempo de toda a infraestrutura e sempre procurar soluções para os problemas de negócios de ponta a ponta.</p>
<p><strong>3- Combinação entre objetivos de negócio e de TI<br />
</strong></p>
<p>Uma vez que você calculou o custo de inatividade e mudou a abordagem da análise da infraestrutura, avaliando de ponta a ponta, o próximo passo é selecionar as tecnologias adequadas para suportar os serviços críticos.</p>
<p>Atualmente, há muitas ferramentas que podem apoiar nesse processo, como arquiteturas específicas para reiniciar rapidamente as máquinas virtuais, monitoramento remoto de equipamentos ou de serviços baseados em nuvem e deduplicação.</p>
<p>A parte mais difícil é encontrar uma abordagem que case com seus objetivos de disponibilidade e que também coincida com o que a empresa está disposta a pagar para proteger sistemas críticos. Há ainda a opção de terceirizar a infraestrutura com um data center, contratar sites backups e ter um plano de continuidade de negócios, para que a operação volte em menor tempo possível.</p>
<p><strong>4 – Disponibilidade 100% é quase impossível<br />
</strong></p>
<p>O objetivo das empresas não deve atingir 100% de disponibilidade de todos os seus sistemas de negócios, mas apenas para as aplicações críticas. Apesar ter muitas empresas que estão perto de atingir essa meta, a manutenção da infraestrutura disponível o tempo todo é praticamente impossível. Muitas coisas podem dar errado com infraestrutura e aplicações. Podem acontecer desastres naturais, erro humana ou até mesmo manutenção mal planejada.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Computer World</span></p>
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		<title>6 dicas para manter seu perfil saudável no Facebook</title>
		<link>http://www.treinaweb.com.br/blog/6-dicas-para-manter-seu-perfil-saudavel-no-facebook/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 12:31:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[O acesso à internet ampliou as possibilidades de acesso às informações e diminuiu diversos espaços físicos. Neste processo evolutivo, as redes sociais sugiram para promover o engajamento a favor de determinadas ideias, além de aglutinar pessoas em grupos de interesse em relação a alguma causa. Sob esta realidade, o Facebook despontou como a maior e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O acesso à internet ampliou as possibilidades de acesso às informações e diminuiu diversos espaços físicos. Neste processo evolutivo, as redes sociais sugiram para promover o engajamento a favor de determinadas ideias, além de aglutinar pessoas em grupos de interesse em relação a alguma causa. Sob esta realidade, o Facebook despontou como a maior e principal mídia colaborativa já que, todos os dias, processa 26 bilhões de conteúdos, promove 2 trilhões de cliques e conta com mais de 400 milhões de visitas à sua rede.</p>
<p>Além de estimular o compartilhamento de conteúdo entre diversos públicos, a rede social atrai, cada vez mais, os olhares dos malfeitores virtuais e cibercriminosos. Por isso, a Norton separou algumas dicas para que o internauta possa se prevenir de vulnerabilidades e armadilhas na rede.</p>
<p><strong>Curtir e compartilhar</strong></p>
<p>Esta é a fraude mais comum no momento e, geralmente, o usuário é estimulado a curtir e compartilhar certo conteúdo para receber algum tipo de prêmio ou acesso a algo prometido. Também existe a variação de quando a pessoa é imediatamente direcionada a responder uma pesquisa ao endossar determinada informação. Para se ter uma ideia, cada questionário respondido rende ao autor da enquete uma comissão que varia entre US$ 0,50 e US$ 20. E mais: o moderador ganha o &#8220;direito&#8221; de acessar informações sigilosas.</p>
<p>Na maioria das vezes, é muito difícil distinguir se o conteúdo é maléfico ou não. Por isso, a recomendação é que os usuários estejam sempre atentos ao acessarem qualquer tipo de dado, principalmente, se forem questionados por informações pessoais. Ser cético e crítico são opções sempre válidas. De qualquer forma, ao identificar uma ameaça, as pessoas podem reportar e marcar o conteúdo com Spam, informando ao Facebook.</p>
<p><strong>Curtir conteúdos invisíveis</strong></p>
<p>Ao acessar alguma informação que lhe é interessante, o usuário pode estar, na verdade, curtindo um conteúdo invisível, que pode ser danoso. Por exemplo, as pessoas acreditam que clicaram para assistir um vídeo, mas, na verdade, estão dando um &#8220;Like&#8221;, sem saber do que se trata. O alerta vale para os internautas terem cuidado constante no acesso aos links, assim como no teor das mensagens, principalmente, aquelas que promovem imagens e vídeos.</p>
<p><strong>Aplicações maliciosas</strong></p>
<p>Esta é uma das mais velhas fraudes encontradas no campo da social media. Atualmente, ocupa a terceira posição no ranking, sendo que, até o final de 2010, era elencada como a principal forma de ameaça. Geralmente, o público é atraído a instalar aplicações maliciosas, acreditando que são indicadas pelo Facebook. Porém, ao acessar um conteúdo duvidoso, o usuário permite que o fraudador acesse o seu perfil e publique informações a partir dele.  Por isso, é extremamente importante que se tome cuidado ao baixar uma aplicação. Atenção redobrada para aqueles <em>Apps</em> que demandam muitas permissões e questionam demais. Na dúvida, não instale nada.</p>
<p><strong>Marcar imagens e fotos</strong></p>
<p>Uma atividade comum no Facebook é colocar uma <em>tag</em> (marcação, em inglês) de amigos em fotos, imagens e mensagens, promovendo uma interação ainda maior entre as pessoas. Mas é necessário ter cuidado porque, algumas vezes, o navegador social pode ter uma surpresa e ser marcado sem reconhecer do que se trata a informação. Ao ser apontado, a pessoa recebe em seu e-mail uma notificação e, por curiosidade, logo clica para saber qual é a mensagem ao qual foi atrelada. Aí que está o perigo. Existem três iniciativas a serem tomadas, quando se percebe a situação duvidosa: direcionar o perfil à lista pessoal de bloqueados, desabilitar a marcação na imagem que direciona ao seu perfil e revisar a própria configuração para a ação.</p>
<p><strong>Phishing</strong></p>
<p>Ao contrário do que se imagina, o <em>Phishing</em> é uma armadilha que também existe para encurralar usuários do Facebook e não apenas internautas dos sites convencionais. Apresentam diversas formas e, aqui, podem aparecer em mensagens falsas que sinalizem que o perfil tem um pedido pendente de um amigo ou, então, que a página pessoal foi excluída.  Ao clicar neste link, a pessoa é direcionada a uma página que imita o endereço original da rede social. Neste caso, os internautas devem ter cuidado, mais uma vez, ao clicar em endereços e ao visualizar mensagens, sempre buscando saber a procedência das informações. Além disso, acessar a rede social pela página oficial é a melhor opção.</p>
<p><strong>Enviar brincadeiras pelas redes</strong></p>
<p>Correntes com informações engraçadas, piadas e brincadeiras fazem partem do ambiente da internet e não é diferente nas mídias sociais. Geralmente, quem envia estes conteúdos pede para que a sua rede também redirecione a mais pessoas, pulverizando a informação. Apesar de não conterem links maliciosos, estes dados são difundidos na web como uma praga, espalhando rumores indevidos. Então, por quê receber e repassar mensagens falsas? Além de divulgar ideias ruins, o usuário fica suscetível a outros malefícios, que podem redistribuir um conteúdo mentiroso a toda a sua lista de contatos.</p>
<p>Infelizmente, os criminosos virtuais estão se reinventando e criando, de forma constante, novos métodos para lesar os partidários das redes sociais. Por isso, estar ciente dos tipos de fraudes existentes é uma maneira de se precaver e manter o seu ambiente virtual seguro. Porém, se você já foi vitima de algum conteúdo malicioso nas mídias sociais a opção é limpar seu perfil completamente: remover posts ofensivos e aplicações duvidosas do seu mural e mudar a senha de acesso. Outra recomendação importante é conhecer a área de configurações do Facebook, pois nela é possível saber as melhores práticas para manter a privacidade da sua página e segurança da sua rede de uma forma geral.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Olhar Digital</span></p>
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		</item>
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		<title>Veja quatro dicas para lidar com os desafios de TI</title>
		<link>http://www.treinaweb.com.br/blog/veja-quatro-dicas-para-lidar-com-os-desafios-de-ti/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 12:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Um grupo profissionais explica três estratégias para lidar com os desafios de ambientes de TI, cada vez mais complexos. Avaliar o software em termos de vulnerabilidades antes de o comprar, mudar de fornecedor e não de expectativas, e fazer mudanças de forma frugal são as suas recomendações. Avaliar o software quanto às suas vulnerabilidades É  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo profissionais explica três estratégias para lidar com os desafios de ambientes de TI, cada vez mais complexos. Avaliar o software em termos de vulnerabilidades antes de o comprar, mudar de fornecedor e não de expectativas, e fazer mudanças de forma frugal são as suas recomendações.</p>
<p><strong>Avaliar o software quanto às suas vulnerabilidades<br />
</strong></p>
<p>É  a filosofia adotada na Universidade de West Virginia: a instituição pede, cada vez mais, aos fornecedores de software para submeter os seus produtos propostos a um exame de avaliação de vulnerabilidades, antes de comprá-los.</p>
<p>“Faz parte do processo de contratação”, explica Alex Jalso, diretor-assistente de segurança da informação na universidade. O responsável utiliza o software IBM AppScan Enterprise como ferramenta de avaliação de vulnerabilidades, de análise e de correção de fragilidades de código.</p>
<p>Jalso diz que o processo de análise permite à instituição ter um olhar mais profundo sobre o código. Como este é propriedade intelectual do fornecedor, a universidade compromete-se a trabalhar sob sigilo e não divulgar qualquer questão que possa surgir.</p>
<p>A organização ainda não convenceu todos os seus fornecedores de software, mas caminha nessa direção. A AppScan também é usado pela universidade para analisar eventuais falhas de segurança em aplicações Web desenvolvidas internamente antes de elas entrarem em produção.</p>
<p>Qual é a importância deste aspecto? Jalso diz que tenta antecipar a identificação de pontos fracos no software, capazes de se tornarem um caminho de ataque para hackers e malware.</p>
<p>Há uma série de questões jurídicas a considerar, também, como não violar as diretrizes de proteção de dados relacionadas com várias normas (HIPAA, PCI e FERPA). A universidade considera que não é pedir demais a um fabricante que sujeite o seu software a um teste de vulnerabilidade – e na realidade, nem o é fazer isso várias vezes conforme ocorram mudanças na base do código, diz Jalso.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Mudar de fornecedor em vez de alterar expectativas<br />
</strong></p>
<p>Ross Elliott é gestor da rede para as escolas públicas de Brick Township, em Nova Jersey, um distrito com 12 escolas e 10 mil alunos. O departamento de TI para o distrito escolar oferece acesso à Internet com fio e sem fio, para alunos e professores.</p>
<p>Mas a parte mais aberta da rede sem fio mostrou sinais de tensão e congestionamento quando o número de alunos a usá-la aumentou, no início de 2011. Como efeito colateral, o firewall Astaro e o serviço da Comcast “não estavam funcionando bem juntos”, explica Elliott. Segundo este responsável, a configuração de firewall, baseada num “proxy”, foi um importante fator para a queda de desempenho.</p>
<p>Contudo o responsável também estava insatisfeito com o suporte fornecido. O nível de disponibilidade da rede estava descaindo e em junho, a rede sem fio começou a ter desempenhos muito fracos e “no departamento de TI, estávamos sendo bombardeados com telefonemas”, conta.</p>
<p>O departamento da escola foi capaz de resolver os problemas de rede durante o verão, atualizando a largura de banda e adotando uma firewall da SonicWall. E Elliott diz que podem ser necessárias mais mudanças na natureza de acesso à rede da escola para suportar os acessos por dispositivos móveis.</p>
<p>Outro caso, na Columbia Grammar and Preparatory School, em  Nova Iorque, a equipe de TI geria cerca de 450 computadores Macintosh para uso em salas de aula, e não estava feliz com o desempenho dos servidores da Apple. Por isso, mudou para servidores Windows, durante o verão passado, obtendo melhores desempenhos no apoio aos computadores Macintosh, de acordo com Adam Gerson, codiretor de tecnologia da escola.</p>
<p>Embora seja um auto-proclamado fã dos Mac, em uma “escola Mac”, isso não o impediu de experimentar uma alternativa aos servidores da Apple.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Corrigir ligeiramente<br />
</strong></p>
<p>Como em muitos sistemas escolares nos Estados Unidos, os professores realizam cada vez mais procedimentos de rotina online em vez de usarem papel. É o caso do grupo de cinco escolas do Belchertown School District, em Massachusetts.</p>
<p>Professores e alunos vão a plataformas online para obter material das aulas e outro tipo de suporte. O distrito começou a usar uma aplicação chamada PowerSchool, configurada com Cisco UCS para executar desktops virtuais VMware View, ligados a uma plataforma de armazenamento NetApp FAS2020.</p>
<p>Mas de acordo com Scott Karen, diretor de tecnologia para o distrito escolar, havia indícios de problemas de excessiva latência relativa à configuração das máquinas virtuais  quando muitos estudantes tentavam autenticar-se e usar o sistema ao mesmo tempo. Além disso, quando os professores usavam as plataformas nas salas de aula, simultaneamente, deparavam-se com a lentidão das mesmas, e a ocorrência de erros de arquivo.</p>
<p>A falta de capacidade de “caching” nos velhos sistemas NetApp FAS era um problema, diz Karen. E adotar um sistema da NetApp maior e mais recente não era atraente do ponto de vista econômico.</p>
<p>No entanto, como participante regular do grupo de usuários locais da VMware – onde os problemas são discutidos e, sim, os fabricantes mostram os seus produtos – Karen descobriu uma solução mais econômica. Decidiu adotar um sistema de dois nós Avere FXT para otimizar as capacidades de leitura e registo que resolveu o problema.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Computer World</span></p>
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		<title>Como o Twitter Web Analytics pode ajudar sua empresa</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 12:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter Web Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>

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		<description><![CDATA[No ano passado durante a conferência TechCrunch Disrupt, nos EUA, o Twitter anunciou o Web Analytics, ferramenta para análise de tráfego que poderá ser usada pelos sites para avaliar o impacto da rede social sobre sua audiência. Segundo o que foi publicado no blog oficial do Twitter, as novas ferramentas vão oferecer três benefícios principais: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No ano passado durante a conferência TechCrunch Disrupt, nos EUA, o Twitter anunciou o Web Analytics, ferramenta para análise de tráfego que poderá ser usada pelos sites para avaliar o impacto da rede social sobre sua audiência.</p>
<p>Segundo o que foi publicado no <a rel="nofollow" href="https://dev.twitter.com/blog/introducing-twitter-web-analytics">blog oficial</a> do Twitter, as novas ferramentas vão oferecer três benefícios principais:</p>
<p><strong>1::Entender quanto do seu conteúdo tem sido compartilhado via Twitter</strong></p>
<p>Este ponto promete entregar muito mais transparência, já que vai mostrar quanto do conteúdo de seu site tem sido compartilhado por meio do Twitter. Um gráfico mostrado como exemplo pela empresa mostra o número de tuites publicados sobre o site e o número de cliques nos links. Até então, não era possível ter este nível de detalhe. Você já podia ver quanto do tráfego chegou ao seu site por meio do Twitter (usando o Google Analytics), mas não o caminho que esse tráfego percorreu para chegar nele.</p>
<p>Este detalhamento vai permitir ver quem está compartilhando o conteúdo de seu site, e como. Isso abre novas possibilidades, tais como o lançamento de programas de incentivo e de afiliados – coisas que seriam impossíveis de implantar no passado.</p>
<p><strong>2::Ver a quantidade de tráfego que o Twitter traz ao seu site</strong></p>
<p>Isso é algo que você já conseguia ver por meio do Google Analytics. Portanto, nenhuma surpresa aqui.</p>
<p><strong>3::Medir a efetividade da integração do botão Tweet</strong></p>
<p>Isso também era algo que já podia ser feito com a maioria dos plug-ins para seu site web. O Shareholic, por exemplo, mostra quantas vezes seu conteúdo é tuitado ou compartilhado com suas ferramentas, e serviços semelhantes têm as mesmas opções. O interessante aqui será ver até que nível de detalhe as ferramentas do Twitter poderão nos levar.</p>
<p><strong>Aquisição da BackType</strong><br />
O Twitter afirma, em seu comunicado, que o novo serviço foi ajudado pela compra da empresa BackType. O site da BackType não revela muito sobre o que o novo serviço do Twitter poderá oferecer, mas pelo menos uma citação do blog que anuncia a aquisição pelo Twitter mostra-se reveladora:</p>
<p>“Nossa visão na BackType tem sido sempre ajudar nossos clientes a entender o valor do engajamento no Twitter e em outras plataformas sociais. Nós também criamos os BackTweets, para ajudar os editores a entender o alcance de seus  tuites e conteúdos, quem eles atingiram, e como os tuites colaboram no tráfego web, em vendas e em outros KPIs [<em>indicadores-chave de desempenho</em>].”</p>
<p>A experiência da BackType promete uma ferramenta com um profundo nível de detalhe, capaz de mexer com qualquer um que precise medir o sucesso online.</p>
<p><strong>Por que você vai querer o Web Analytics</strong><br />
Se os anúncios recentes do Twitter servirem de indicação, seu Web Analytics será tão vital para um dono de site como é hoje o Google Analytics. Até agora, uma das maiores queixas sobre o Twitter era que ele não é suficientemente rastreável e não vai além de mostrar os números brutos de visitas a seu site.</p>
<p>O Web Analytics muda tudo. Com ele, os profissionais de marketing online poderão finalmente responder às dúvidas dos clientes sobre se a audiência do site vem de contas-robô, já que o serviço será capaz de mostrar exatamente quem está tuitando o que, e quando.</p>
<p>Talvez um dos maiores efeitos do Web Analytics seja o de silenciar os detratores do Twitter. Uma vez que as empresas tenham melhor visão de como exatamente o tráfego chega ao seu site via Twitter, elas poderão investir mais recursos no uso do serviço. Até agora o Twitter tem colocado o carro na frente dos bois ao oferecer o Twitter Analytics apenas a anunciantes, e mesmo assim somente com informações sobre como seus programas de anúncios têm funcionado.</p>
<p>Quando os negócios puderem ver o que o Twitter pode fazer por eles, a probabilidade de eles tornarem-se anunciantes do microblog crescerá.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: CIO</span></p>
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		<title>Sete ajustes essenciais em seu navegador</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 12:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[browser]]></category>
		<category><![CDATA[Chrome]]></category>
		<category><![CDATA[Firefox]]></category>
		<category><![CDATA[Internet Explorer]]></category>
		<category><![CDATA[Navegador]]></category>
		<category><![CDATA[Safari]]></category>

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		<description><![CDATA[Esteja você em casa, no trabalho ou na escola, são boas as chances de que você passe boa parte do seu tempo em frente ao PC olhando para um navegador. Então porque não personalizá-lo? Esta nossa coletânea de segredinhos e extensões ira tornar seu navegador mais seguro, prático e eficiente do que nunca, pode até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esteja você em casa, no trabalho ou na escola, são boas as chances de que você passe boa parte do seu tempo em frente ao PC olhando para um navegador. Então porque não personalizá-lo? Esta nossa coletânea de segredinhos e extensões ira tornar seu navegador mais seguro, prático e eficiente do que nunca, pode até salvar sua pele quando as coisas derem errado.</p>
<p>A não ser quando indicado, nossas dicas funcionam em todos os quatro principais navegadores do mercado: Chrome, Firefox, Internet Explorer e Safari.</p>
<p><strong>1. Atualize automaticamente seu navegador:</strong> esta é a forma mais fácil de mantê-lo sempre estável e seguro. Por sorte todos os quatro principais navegadores no mercado vem pré-configurados para se atualizar automaticamente. Mas se por algum acaso este recurso estiver desabilitado, veja como reativá-lo.</p>
<p>Se você usa o Internet Explorer clique no <em>botão Iniciar / Painel de Controle / Sistema e Segurança / Windows Update</em>. Clique no link <em>Alterar configurações </em>na lista à esquerda da janela e em <em>Atualizações importantes</em> selecione <em>Instalar atualizações automaticamente (recomendado)</em>. Isso irá fazer com que a maioria das atualizações do Windows também seja instalada automaticamente.</p>
<p>Se você usa o Safari abra o <em>Apple Software Update</em>, clique em <em>Editar / Preferências</em> e defina a frequência de atualização desejada: diária ou semanal. O Apple Software Update não baixa atualizações sem que você aprove cada uma delas, então você não precisará se preocupar com atualizações indesejadas.</p>
<p>Quem usa o Firefox deve clicar no menu Firefox (no canto superior esquerdo da janela) e escolher o item <em>Opções</em>. Na janela que surge clique no ícone <em>Avançado</em>, na aba <em>Atualizações</em> e marque a opção <em>Instalar automaticamente (recomendado: maior segurança)</em>.</p>
<p>No Chrome é impossível desabilitar a atualização automática a não ser que você lide com a linha de comando ou modifique o registro do Windows. Se o Chrome encontrar uma atualização enquanto você está navegando, ele mostrará uma pequena seta ao lado do ícone da chave inglesa no canto superior direito da janela. Clique neste ícone e escolha a opção <em>Atualizar o Google Chrome</em> para instalá-la.</p>
<p><strong>2. Desabilite cookies de rastreamento:</strong> Cookies no geral são úteis, e podem ser usados, por exemplo, para que um site “se lembre” de você ou de sua última visita sem que seja necessário digitar um nome de usuário ou senha. Mas há uma variante “má” que te segue de site em site e reporta seus hábitos de navegação aos anunciantes, que irão usar esta informação para lhe encher de propaganda. Felizmente dá para desabilitar os cookies ruins sem ter de sacrificar os bons.</p>
<p>Quem usa o IE deve clicar no <em>botão Iniciar / Painel de Controle / Rede e Internet / Opções da Internet</em>. Clique na aba <em>Privacidade</em> e coloque o controle logo abaixo da opção <em>Configurações</em> no nível <em>Médio</em>. Ou então clique no botão <em>Avançado</em>, marque a opção <em>Ignorar manipulação automática de cookies</em> e sob <em>Cookies de Terceiros</em> escolha o item <em>Bloquear</em>.</p>
<p>No Safari vá em <em>Editar / Preferências / Privacidade</em> e em <em>Bloquear cookies</em> escolha a opção <em>De terceiros e de anunciantes</em>.</p>
<p>No Firefox clique no menu <em>Firefox / Opções / Privacidade</em>. No menu em frente ao item <em>O Firefox deve:</em> selecione <em>Usar minhas configurações</em> e desmarque a opção <em>Inclusive cookies de elementos fora do site visitado</em>.</p>
<p>No Chrome clique na <em>Chave inglesa / Configurações / Configurações avançadas / Configurações de Conteúdo</em> e marque a opção <em>Bloquear cookies de terceiros e dados do site</em>.</p>
<p><strong>3. Salve seus formulários com o Lazarus </strong>(só no <a rel="nofollow" href="http://lazarus.interclue.com/" target="_blank">Safari, Chrome e Firefox</a>): nada pior do que ver o navegador fechar justo quando você estava terminando de preencher um formulário longo ou escrevendo um e-mail complexo. Esta extensão acaba com o problema, salvando automaticamente qualquer texto digitado e recuperando-o na próxima vez que o navegador for aberto.</p>
<p><strong>4. Fique seguro com a “Rede de Confiança”:</strong> instale a extensão <a rel="nofollow" href="http://www.mywot.com/" target="_blank">Web of Trust (WOT)</a> em seu navegador e um pequeno círculo irá aparecer em cada link da página que você estiver vendo. A cor do círculo, vermelha, amarela ou verde, indica o quão seguro aquele link é, baseado em informações de milhares de outros usuários do Web of Trust em quesitos como confiabilidade, privacidade e segurança para crianças.</p>
<p><strong>5. Sincronize seus favoritos:</strong> estamos em 2012, você não precisa mais ficar organizando manualmente sua coleção de favoritos em cada um de seus PCs (e tablets, e smartphones&#8230;). Felizmente há diferentes ferramentas para sincronia de favoritos disponíveis, dependendo do navegador que você usa. No Chrome basta fazer login em sua conta do Google (clique na <em>Chave Inglesa / Configurações / Coisas Pessoais / Fazer login</em>) e seus favoritos, histórico, extensões e mais serão automaticamente sincronizados em cada computador onde você tiver uma cópia do Chrome “logada” em sua conta. O Safari tem algo similar, sincronizando informações entre Macs, PCs, iPhones e iPads através do serviço iCloud.</p>
<p>Também há alternativas como o <a rel="nofollow" href="http://xmarks.com/" target="_blank">Xmarks</a>, uma extensão multiplataforma que funciona entre múltiplos navegadores: ou seja, você pode ter os favoritos do Firefox no PC do trabalho sincronizados com o Safari no Mac de casa. O serviço básico é gratuito, mas por US$ 12 anuais você também pode sincronizar favoritos em aparelhos com iOS, Android e BlackBerry.</p>
<p><strong>6. Fique “incógnito” e limpe seu histórico:</strong> os navegadores tem o hábito de “tomar nota” de cada site que você visita, o que geralmente é útil. Mas para aqueles momentos onde você quer ficar “na surdina” a maioria deles tem um modo de “navegação privada” que não irá registrar seus passos na rede. No Internet Explorer 9 ele é chamado de <em>InPrivate Browsing</em>, e ativado com a combinação <strong>Ctrl+Shift+P</strong>. No Chrome ele se chama <em>Incognito Mode</em>, e é ativado com <strong>Ctrl+Shift+N</strong>. O Firefox tem o modo de <em>Navegação Privada</em> acionado com <strong>Ctrl+Shift+P</strong> e o Safari também: clique no menu <em>Editar</em> e escolha a opção <em>Navegação Privada</em>.</p>
<p>Se você se esqueceu de usar a navegação privada quando deveria, terá de limpar o histórico de navegação para cobrir seus rastros. No IE e Firefox digite <strong>Ctrl+Shift+Delete</strong>. No Chrome clique na <em>Chave Inglesa, Configurações, Coisas avançadas, Privacidade</em> e no botão <em>Limpar dados de navegação</em>. Por fim, no Safari clique no menu <em>Histórico</em> e escolha <em>Limpar Histórico</em>.</p>
<p><strong>7. Amplie ou reduza a página facilmente:</strong> as páginas web nem sempre são tão fáceis de ler quando deveriam. Se você esbarrar em alguma com letras minúsculas, segure a tecla <strong>Ctrl</strong> e mova a rodinha do mouse para cima ou para baixo até que as coisas fiquem a seu gosto. Os atalhos correspondentes no teclado são <em>Ctrl +</em> e <em>Ctrl -</em>.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: PcWorld</span></p>
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