Blog do TreinaWeb!

Blog do TreinaWeb

Dicas, notícias e informações sobre cursos, programação, webstandards e desenvolvimento web.

Arquivo da Categoria ‘Notícias’



  • 15º Encontro Locaweb de Profissionais de Internet


    23 de abril de 2013

    15º Encontro Locaweb de Profissionais de Internet

    Assim como no ano passado (e nos últimos anos também), a Locaweb, uma dos maiores empresas de hospedagem e serviços técnicos do Brasil, realiza esse ano o Encontro Locaweb de Profissionais de Internet.

    O evento tornou-se referência em seu segmento e tem como objetivo levar conteúdo de qualidade aos profissionais de internet em todo o Brasil, além de incentivar o relacionamento entre eles e ampliar o contato entre clientes e fornecedores.

    O 15° Encontro Locaweb já aconteceu em Recife e ainda acontecerá em cinco capitais brasileiras. A próxima cidade será Belo Horizonte, no dia 25 de abril (próxima quinta) e ainda dá tempo de adquirir um ingresso.

    O evento em BH contará com palestras de nome como Luli Radfahrer, consultor em inovação digital, com clientes no Brasil, EUA, Europa e Oriente Médio e; Silvio Meira, cientista-chefe do C.E.S.A.R e fundador do Porto Digital, de Recife. Diego Eis, do Tableless e Fábio Ricotta, reconhecido mundialmente por seu trabalho em SEO (Search Engine Optimization), completam o time de palestrantes

    E se você não é de Belo Horizonte não fique triste, o mesmo evento também acontecerá em Curitiba, dia 07/maio; Porto Alegre, 23/maio; Rio de Janeiro, 20/junho; e, por fim, São Paulo, no dia 04/julho.

    Serviço sobre o evento em BH:

    15° Encontro Locaweb de Profissionais de Internet – Belo Horizonte

    Local: Ouro Minas Palace Hotel – Avenida Cristiano Machado, 4001 – Ipiranga – MG – Brasil
    Data: 25 de Abril de 2013
    Horário: das 9h às 18h30min
    Inscrições: http://www.encontrolocaweb.com.br/inscricao
    Investimento: R$ 70,00

     

  • Intuição x big data: um dilema para o CIO


    14 de novembro de 2012

    Durante os próximos três anos, a maioria das empresas – 58% – deverá aumentar os seus investimentos em Big Data, apura estudo elaborado pela Economist Intelligence Unit e pela Capgemini – e que ouviu mais de 600 executivos de TI no mundo.

    O levantamento revela que dois terços dos executivos acreditam que suas empresas são “condutoras de dados” e que podem fazer melhores negócios com a análise dessas informações. Os CIOs também sustentam que a experiência e o instinto – quesitos considerados vitais até bem pouco tempo – são cada vez menos usados na tomada de decisão estratégica.

    Tanto é assim que 54% dos entrevistados afirmam que as decisões de gestão com base apenas na intuição ou experiência são duvidosas. E para 65%, as decisões de gestão são cada vez mais baseadas em “informações de análise abrangente”.

    O estudo mostra que 58% dos executivos trabalham com dados não estruturados, incluindo conteúdo de texto, voz, imagens e vídeos. As redes sociais ganham força. Tanto que mais de 40% sustentaram usar informações vindas dessas mídias para tomar suas decisões de negócios.

    O grande temor no big data segue sendo a falta de mão de obra qualificada para tratar com os dados disponíveis para a análise. Tanto que 51% dos entrevistados temem pela manutenção dos seus especialistas no cargo.

  • As 10 maiores tendências tecnológicas de 2013, segundo o Gartner


    5 de novembro de 2012

    Primeiro, veio a adoção pesada da plataforma móvel da Apple pelos consumidores, que encantados com a mobilidade forçaram as empresas a apoiar o uso de dispositivos pessoais para fins profissionais.

    O Android invadiu o mundo corporativo logo depois e chega agora o Windows 8, o mais recente esforço da Microsoft para manter seu império no mundo do PC intacto e ganhar participação de mercado em dispositivos móveis.

    Para o instituto de pesquisas , a chegada do Windows 8 esquenta a “batalha de dispositivos móveis”, forte aposta para 2013, que está na lista das dez maiores tendências de TI nos próximos meses.

    O prevê que em dispositivos legados “90% das empresas vão ignorar implementações do Windows 8, pelo menos até 2014″, avalia Peter Sondergaard, que comanda a operação de pesquisa do .

    Veja abaixo a lista das dez tecnologias estratégicas para empresas que estarão em alta em 2013 a e vão impactar a TI nos próximos meses, segundo o .

    1. Dispositivos móveis

    No próximo ano, os telefones celulares vão ultrapassar os PCs como dispositivo mais comum de acesso à web em todo o mundo. Será que isso significa que aparelhos móveis vão substituir os PCs? Sim e não, diz o .

    Alguns departamentos de TI só precisam suportar dispositivos móveis para profissionais específicos cujas funções exigem mobilidade. Os demais permanecem nos tradicionais computadores. Mas, acrescenta o , a ascensão de dispositivos móveis sinaliza o fim do Windows como plataforma corporativa única.

    “Até 2015, os embarques de tablets vão atingir cerca de 50% dos embarques de laptop e o Windows provavelmente ficará em terceiro lugar na preferência das pessoas, atrás do Android e do iOs, da Apple”, relata David Cearley, analista do em relatório. “Como resultado, a participação da Microsoft na plataforma do cliente (PC, tablet, smartphone) provavelmente será reduzida para 60% e pode cair para 50%.”

    2. Mudança de aplicativos nativos para aplicativos web como HTML5

    O nota que os aplicativos nativos não vão desaparecer e “sempre oferecerão a melhor experiência ao usuário e recursos mais sofisticados.”

    3. Nuvem pessoal substitui a noção de computador pessoal

    A nuvem vai abrigar todos os aspectos da vida de uma pessoa, diz o . Por ser um modelo tão vasto e capaz de empacotar recursos infinitos “nenhuma plataforma, tecnologia ou vendedor vai dominá-lo”, indica o instituto de pesquisas. Isso também significa que TI terá de suportar quase tudo.

    4. Internet das Coisas

    Tudo vai conectar-se à internet, incluindo câmeras, microfones, realidade aumentada, edifícios e sensores embutidos em todos os lugares. Em muitos casos, ela já se faz presente. A Internet das Coisas vai conduzir novos produtos, como os baseados em uso seguro ou de políticas fiscais. Também levantará novas questões.

    “Estamos em um momento em que já não é exagero imaginar que muito do que e quem interagimos esteja ligado à internet”, aponta Cearley.

    5. Cloud computing

    Como a adoção da nuvem cresce, os departamentos de TI terão de criar “serviços em nuvem” para servir como foco central para gerenciar o acesso à serviços externos.

    6. Big Data estratégico

    Projetos de Big Data estão se tornando mais econômicos para as empresas, graças, em parte, aos servidores e CPUs de baixo custo. Big Data estratégico, acredita o , fará com que usuários executem projetos não mais isolados. Companhias vão incorporar a análise da grande massa de dados em mais atividades que desempenham.

    7. Analytics acionável

    Analytics acionável é, em alguns aspectos, um subconjunto da sexta tendência (Big Data estratégico). Processamento de baixo custo está fazendo o possível para “realizar análises e simulações para cada ação tomada em um negócio”. A maioria das análises hoje se concentra em olhar para a análise histórica, o próximo passo é prever o que pode acontecer.

    8. Computação em memória (in-memory)

    Computação em memória, diz o , pode ser transformacional. Ela permite que as atividades que consomem horas para serem executadas levem minutos ou apenas segundos. A computação em memória vai se tornar uma plataforma dominante no próximo ano ou dois, já que cada vez mais os usuários buscam consultas em tempo real.

    9. Appliances virtuais integrados à ecossistemas

    Eles não vão acabar com aparelhos físicos e suas vantagens de segurança, mas dispositivos virtuais vão ganhar um lugar de destaque nas operações de TI.

    10. Lojas corporativas de aplicativos

    Lojas empresariais de aplicativos vão transformar os departamentos de TI em gerentes de mercado, proporcionando governança e até mesmo apoiando a “apptrepreneurs”. Lojas de aplicativos serão o espaço para encontrar tudo o que o usuário precisa para aprimorar seu trabalho.

    Fonte: Computer World

  • Pesquisa revela as 10 doenças mais comuns no mundo corporativo


    1 de novembro de 2012

    A Omint produziu uma pesquisa para avaliar as condições de saúde dos executivos brasileiros. Com uma amostra formada por 15 mil profissionais entre média gerência e o alto escalão de grandes companhias com atuação no país, a operadora de saúde não apenas mapeou as principais enfermidades que afetam os executivos brasileiros, mas também os principais hábitos de vidas não saudáveis, que são os maiores responsáveis pelo aumento do risco cardíaco e desenvolvimento de doenças graves.

    Os números mostram que 95,5% dos executivos brasileiros não mantém uma alimentação equilibrada no dia a dia, 44% são sedentários e 31,7% têm índice elevado de estresse. “Esses indicadores tem permanecido estáticos nos últimos três anos, embora boa parte deles revelem intenção de mudança de hábitos alimentares e inclusão de atividades físicas na rotina”, revela Caio Soares, diretor médico da Omint e coordenador do estudo.

    A pesquisada Omint  traz ainda um agravante. Entre as patologias mapeadas pelo estudo, a ansiedade é a que apresentou maior crescimento entre os executivos avaliados pela operadora nos últimos três anos. Se em 2010 14% dos executivos avaliados apresentavam sintomas da doença, em 2011 esse percentual chega a 18,20%, crescimento de 24%.

    “A ansiedade está associada ao estresse, que é um dos grandes vilões da saúde. Além de, por si só, agravar ou acelerar o desenvolvimento de doenças, também afasta da serenidade necessária para iniciar o processo de mudanças de hábitos. Não é fácil!”, explica Soares.

    Também de acordo com o levantamento, o excesso de peso, reflexo direto da má alimentação e do sedentarismo, também é considerado um grave problema no mundo corporativo. Porém, os indicadores vêm se mantendo estáveis nos últimos três anos. De acordo com a pesquisa, 38,6% dos executivos estão com Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 25. Dentro desse universo, 18,99% são homens e 11,53% mulheres. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) pode ser considerada obesa uma pessoa que tem IMC acima de 30.

    Doenças mais comuns
    A pesquisa da Omint relevou também quais são as doenças mais frequentes entre os executivos brasileiros. A poluição e a manutenção inadequada do ar condicionado no ambiente corporativo colocou a rinite alérgica no topo do ranking. A doença atinge 29% dos executivos analisados. O segundo lugar é ocupado pela alergia de pele, atingindo 22,4% do total.

    Entre os fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, também avaliados pela pesquisa da Omint, uma boa notícia. Vem caindo progressivamente o percentual de executivos hipertensos. Em 2010 eram 10%. Passaram para 9,07% em 2011 e agora somam 8,15% do total. Já os indicadores de diabetes e colesterol alto seguem estáveis. Atingem 2,3% e 2,04% da população avaliada, respectivamente.

    O desejo de mudança de hábitos também é avaliado pela pesquisa que concluiu que a inclusão de pelo menos uma atividade física na rotina é objetivo de 37,7% dos executivos e 44%, ainda que não tenham tomado nenhuma iniciativa, tem “pensado muito” no assunto.

    Quando o assunto é alimentação saudável a pesquisa detectou que 26,1% dos executivos avaliados já estão tomando providências e adotando um cardápio mais saudável no dia a dia, enquanto que 39% pensam constantemente sobre o assunto.

    Já no caso do tabagismo, os dados são animadores. Realizado há sete anos, a pesquisa da Omint apontava em 2004 cerca de 18% de fumantes entre os executivos. Em queda gradual desde então, hoje os fumantes não passam de 12%. E a tendência é de queda ainda mais acentuada. “Entre as mudanças de hábitos, parar de fumar é uma inciativa fundamental para quem almeja vida longa saudável”, diz Soares.

    O diretor médico da Omint ressalta, ainda, que  a adoção de hábitos de vida saudáveis deveria ser uma preocupação de primeira ordem para empresas e seus colaboradores. “As pessoas hoje têm consciência do risco que correm com os hábitos de vidas não saudáveis, mas conforme nosso estudo comprova, isso não é suficiente para a mudança de comportamento. Elas precisam de estímulos contínuos para mudança de estilo de vida”, afirma.

    Fonte: Convergência Digital

  • Google lança tablets e smartphone da linha Nexus com a nova versão do Android


    30 de outubro de 2012

    O Google anunciou, nesta segunda-feira (29), três novos dispositivos Nexus, dois tablets e um smartphone, todos com o sistema operacional móvel mais recente da empresa, o Android 4.2 (Jelly Bean). A ideia é oferecer dispositivos com três tamanhos diferentes aos consumidores. As novidades começam a ser vendidas no próximo dia 13 de novembro. No entanto, o Brasil, por enquanto, não está entre os países que receberão os equipamentos.

    O evento oficial de lançamento dos novos produtos foi cancelado pelo Google. Ele deveria ocorrer nesta segunda-feira (29) em Nova York, mas a cidade espera a chegada do furacão Sandy e o local do evento fica em uma das áreas que deveriam ser evacuadas. A empresa usou então o seu blog oficial para anunciar detalhes dos novos dispositivos com Android 4.2.

    O menor dos dispositivos é o Nexus 4, smartphone com tela de 4,7 polegadas e 320 ppi (concentração de pixels) de resolução. O aparelho virá com o PhotoSphere, aplicativo que permite capturar imagens em 360°. Ele também traz a digitação por gestos, que permite deslizar os dedos pelas teclas para agilizar a tarefa. Os detalhes da configuração não foram revelados pelo Google, mas segundo o “The Verge” o smartphone traz processador quad-core de 1,5 GHz (S4 Pro), câmera traseira de 8 megapixels e frontal de 1,3 megapixel.

    O Nexus 4 custará US$ 299 (8GB) e US$ 399 (16 GB) e estará disponível pela loja online Google Play nos EUA, Reino Unido, Austrália, França, Alemanha, Espanha e Canadá.

    O tablet Nexus 7, anunciado pelo Google em junho, ganha uma nova versão além do Wi-Fi. O modelo de 16 GB já é vendido por US$ 199 no mercado americano, enquanto o de 32 GB sai por US$ 249. Este último passa a ter uma versão com conectividade HSPA+ e, segundo o Google, está habilitado para funcionar com 200 provedores GSM no mundo. O tablet, segundo o “Gizmodo”, traz processador dual-core de 1,7 Ghz (Samsung Exynos), com 2 GB de RAM e uma câmera de 5 megapixels.

    O Nexus 7 com plano de dados será vendido por US$ 299 (32GB) e estará disponível pela loja online Google Play nos EUA, Reino Unido, Austrália, França, Alemanha e Japão.

    O Nexus 10 passa a integrar a linha de dispositivos do Google. O tablet vem com 10 polegadas de tela e “a maior resolução do mercado”, segundo o Google, que é de 2560 x 1600 pixels (300 ppi de concentração de pixels). O iPad de quarta geração, da Apple, tem 264 ppi. O Nexus 10 será vendido por US$ 399 (16 GB) e US$ 499 (32 GB) pela loja online Google Play nos EUA, Reino Unido, Austrália, França, Alemanha e Japão.

    Loja de entretenimento

    O Google expandiu a possibilidade da compra de filmes para mais países pela sua loja online, a Google Play. Usuários do Canadá, Reino Unido, França, Espanha e Austrália terão a possibilidade de comprar esse tipo de conteúdo.

    Em 13 de novembro, países europeus poderão comprar também música pela Google Play, que terá ainda mais de 20 mil canções disponíveis gratuitas. Segundo o Google, os Estados Unidos serão o próximo país da lista a ter o recurso.

    Fonte: Uol Tecnologia

  • Entenda o que é e como funciona o Windows To Go


    26 de outubro de 2012

    O Windows 8 chega ao mercado nessa sexta-feira, dia 26, e traz outras novidades e funções além das muito divulgadas e promovidas características ligadas ao uso de touchscreen. E, embora alguns analistas julguem que grande parte das empresas não irá adotá-lo, o sistema operacional conta com um trunfo no âmbito comercial. Este atrativo é a tecnologia Windows To Go, que permitirá a inicialização do Windows sem a sua instalação na máquina, direto de um pen drive ou aparelho parecido, utilizando o mesmo como HD e com todas as configurações salvas.

    A tecnologia estará presente apenas no Windows 8 Enterprise,  e é exatamente no âmbito empresarial que se concentram suas funcionalidades. Através dos mesmo softwares utilizados para a instalação de imagens do sistema em múltiplos computadores, como o ImageX, se pode criar diversos drives Windows To Go em pen drives, todos com as configurações da empresa, tanto de segurança quanto de rede. Não são todos os pen drives, no entanto, que o suportam, e cresce a tendência para atender os requisitos estabelecidos pela Microsoft. Também não são todos os computadores que podem rodar esse sistema, limitando-se àqueles com hardware suficiente para rodar no mínimo o Windows 7. Não é necessário tê-lo instalado.

    Com o Windows To Go, um empregado que estiver utilizando uma máquina iniciada a partir de um desses drives pode simplesmente desligar o computador, desplugar o pen drive e levá-lo para casa, reiniciando seu trabalho de onde parou, com todas as configurações salvas. A tecnologia também é útil para quem trabalha a partir de home offices. Ou seja, o funcionário pode utilizar a rede da empresa a partir do seu próprio computador, mesmo tendo outro sistema operacional previamente instalado. Ela também facilita casos como trabalhadores temporários, ou até mesmo em locais sem máquinas fixas para os funcionários. Cada um pode ter, assim, seu próprio drive Windows To Go, ligando-o em diferentes computadores, dependendo de sua disponibilidade.

    Na primeira inicialização a partir do drive, a tecnologia identifica e instala os drivers necessários. Nas utilizações seguintes, funcionará tudo normalmente, como uma versão normal do Windows. No entanto, há pequenas diferenças entre os dois, geralmente para diminuir os riscos de segurança a arquivos internos das empresas. Os discos internos do computador serão desligados (assim como, se o drive To Go for ligado num sistema já inicializado, não aparecerá no Windows Explorer), o módulo TPM não será usado, o modo hibernar não poderá ser utilizado, o Ambiente de Recuperação será desativado, assim como a nova função Reset, e o acesso à WindowsStore também. Por isso também é aconselhável evitar a instalação de aplicativos ligados à Store no drive.

    Fonte: Adrenaline

  • CEO, CFO, CIO: afinal, o que estas siglas significam?


    22 de outubro de 2012

    Elas tornaram-se bastante comuns quando o assunto são diretores de grandes empresas. Cada uma designa um cargo distinto, mas, afinal, você sabe o que as siglas do mundo corporativo querem dizer?

    As nomenclaturas representam o chamado ‘nível C’ (do inglês C-Level ou C-Suite), devido à primeira letra destas siglas, que significa a palavra “chefe”. O significado completo é “Chief ______ Officer”, com o espaço em branco representando a área da empresa que a pessoa chefia.

    Então, quando se deparar com alguma sigla do tipo, saiba que se trata do ‘manda-chuva’ de determinada área de uma empresa.

    Conheça o significado das principais siglas:

    • CEO (Chief Executive Officer) – É a mais conhecida de todas. Trata-se do presidente-executivo ou diretor geral de uma empresa. Pode ser considerado também o ‘chefão’ de uma companhia, mas deve responder ao quadro de diretores. Alguns nomes consagrados que ocuparam este cargo foram Steve Jobs, hoje substituído por Tim Cook na Apple, e Steve Ballmer na Microsoft.
    • CFO (Chief Financial Officer) – Diretor financeiro. Comanda as finanças da empresa e controla as metas, objetivos e orçamentos. Cuidam dos investimentos, além de supervisionar o capital da companhia.
    • COO (Chief Operation Officer) – Diretor operacional. Espécie de braço direito do CEO, que coordena mais de perto as rotinas de uma companhia. Dependendo da empresa, pode até carregar o título de presidente.
    • CMO (Chief Marketing Officer) – Diretor de marketing. Como o nome já diz, responsável por comandar as ações de marketing de uma organização.
    • CPO (Chief Product Officer) – Diretor de produtos. Comanda as atividades relativas aos produtos da empresa, como a concepção, o projeto e sua produção.
    • CTO (Chief Technology Officer) – Diretor de tecnologia. Deve comandar a área de tecnologia de uma empresa ou Pesquisa e Desenvolvimento.
    • CIO (Chief Information Officer) – Diretor de TI. Responsável pela área de informática de uma empresa. A diferença entre o CTO e o CIO é que o primeiro desenvolve tecnologia para vendas, enquanto o segundo cria recursos para uso interno.

    Além destas, há ainda várias outras siglas que são menos utilizadas, mas também determinam cargos de alta importância. Algumas chegam até mesmo a se repetir para determinar posições distintas. Confira exemplos:

    • CAO (Chief Accounting Officer) – Diretor de contabilidade;
    • CAO (Chief Academic Officer) – Diretor acadêmico, no comando de assuntos acadêmicos em uma instituição de ensino;
    • CBO (Chief Brand Officer) – Diretor de marca;
    • CBO (Chief Business Officer) – Diretor de negócios;
    • CCO (Chief Communications Officer) – Diretor de comunicações;
    • CCO (Chief Creative Officer) – Diretor criativo;
    • CCO (Chief Content Officer) – Diretor de conteúdo;
    • CDO (Chief Diversity Officer) - Diretor de diversidade. Responsável por ações de diversidade e inclusão social
    • CDO (Chief Design Officer) - Diretor de design;
    • CHRO (Chief Human Resources Officer) – Diretor de Recursos Humanos;
    • CLO (Chief Legal Officer) – Diretor jurídico;
    • CSO (Chief Science Officer) – Diretor científico. Responsável pela pesquisa e criação de novas tecnologias.

    Fonte: Olhar Digital

  • Rede social é ‘combustível’ do big data


    19 de outubro de 2012

    Os gastos mundiais com tecnologias de big data — de empresas dos setores da indústria, governo, comércio e de serviços, entre outras — devem totalizar US$ 28 bilhões em 2012. Para o ano que vem, a previsão é que ocorra um incremento de 22%, chegando a US$ 34 bilhões, diz o Gartner.

    A maior parte das despesas neste ano, segundo o instituto de pesquisas, será para adaptar as soluções tradicionais para as demandas do big data; apenas US$ 4,3 bilhões se destinam à compra de software voltado a atender às novas funcionalidades dessa nova tecnologia. O maior impacto do big data, sustenta o Gartner, está nas áreas de análise de redes sociais e de conteúdo, que respondem por 45% de todo o gasto anual.

    Os mercados tradicionais de TI, de infraestrutura de aplicação e de middleware são os mais afetados pelo fenômeno do big data, representando 10% de novas despesas a cada ano, quando comparadas com software de armazenamento, sistema de gerenciamento de banco de dados, integração e qualidade de dados, business intelligence (BI) ou cadeia de gestão de suprimento (SCM).

    “Em 2011, o big data formou um novo condutor em quase todas as categorias de gastos com TI. No entanto, até 2018, grandes requerimentos de dados vão evoluir gradualmente a partir da diferenciação nas práticas de gestão da informação e tecnologia. Em 2020, recursos e funcionalidade não serão um diferencial e se tonarão rotineiramente esperados por fornecedores corporativos tradicionais em parte de suas ofertas de produtos”, afirmou o vice-presidente de pesquisa do Gartner, Mark Beyer.

  • Microsoft inicia pré-venda do tablet Surface nos EUA por US$ 499


    17 de outubro de 2012

    A Microsoft deu início nesta terça (16) à pré-venda do seu tablet Surface com Windows RT, versão do novo sistema operacional da companhia, nos EUA e mais cinco países. A versão de 32 Gbytes sairá por US$ 499 (cerca de R$ 1.000), o mesmo preço do iPad de 32 Gbytes naquele país.

    O lançamento do tablet acontece no dia 26 de outubro, assim como o do novo Windows. A pré-venda está sendo feita por meio da loja virtual da Microsoft.

    O Surface RT de 32 Gbytes com a Touch Cover, teclado que serve como capa de proteção, está sendo comercializado por US$ 599. Já a versão do aparelho com 64 Gbytes de memória interna sai por US$ 699 –com a Touch Cover incluída.

    O aparelho também está sendo vendido nesse regime em Alemanha, Austrália, Canadá, França e Reino Unido.

    O Windows RT é uma versão do novo sistema da Microsoft voltada para tablets que usam processadores com a mesma tecnologia da dos celulares.

    A Microsoft também venderá o Surface Pro, versão mais robusta do tablet, com Windows 8 Pro e processador feito pela Intel (um Core i5 de terceira geração), mas data e preço ainda não foram divulgados.

    Fonte: Folha.com

  • Governo cria programa de estímulo para startups


    16 de outubro de 2012

    O Governo quer fortalecer o setor de software e serviços de TI. Foi publicado no Diario Oficial da União nesta segunda (15), uma portaria do Ministério da Ciência e Tecnologia que institui programa de apoio a empresas iniciantes.

    Chamado de Start-Up Brasil, o programa tem como objetivo “fortalecer os setores científico, tecnológico e econômico do país, (…) em especial o de software e serviços de tecnologias da informação”. O texto diz ainda, citado em matéria da Reuters, que haverá estímulo “por meio do empreendedorismo, a ampliação da base tecnológica, a consolidação de ecossistemas digitais e o surgimento de um ambiente favorável a pesquisa, desenvolvimento e inovação”.

    Os investimentos em cada projeto selecionado não foram divulgados. O Start Up Brasil faz parte do Programa TI Maior, lançado em agosto, que é voltado ao estímulo da criação de softwares. Estão previstos R$ 500 milhões até 2015. Destes, 40 milhões são para empresas iniciantes.

    Fonte: Mundobit