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Posts com a Tag ‘Ambiente’



  • Veja algumas dicas para quem vai trabalhar remotamente nas férias


    6 de julho de 2012

    Os dias presos entre as quatro paredes do escritório já eram. Até mesmo as pessoas que tradicionalmente trabalham em empresas, hoje em dia têm, ocasionalmente, a possibilidade de trabalhar de casa. O período de férias pode ser um destes momentos em que você saiu do escritório, mas não pôde se desligar completamente das atividades. Com a ascensão da tecnologia ficou fácil fazer conferências, reuniões e apresentações, pois já não é mais preciso estar fisicamente presente nos lugares, basta ter um computador com acesso à internet e uma webcam.

    A flexibilidade é boa em diversas questões como não ser perturbado por colegas, chefes, não ter horários estabelecidos para executar tarefas e etc. Mas, por outro lado, as atividades profissionais podem competir com filhos, televisão, sono e outros confortos (e distrações) que só nossa casa tem. Segundo a jornalista Pamela Saccon, que há mais de seis anos trabalha de casa, o grande desafio da atividade remota é saber administrar o seu tempo, pois às vezes a falta de rotina atrapalha.

    Quem vive ou viveu essa experiência acabou achando a sua maneira de manter a produtividade mesmo estando no aconchego do lar. “Eu preciso fazer uma lista de tarefas assim que eu acordo. Dessa forma estabeleço prioridades e limito o tempo adequado para cada coisa”, explica a jornalista. Assim como a Pamela, outros profissionais têm suas regrinhas e segredos para conseguir fugir das distrações e manter a disciplina na hora de colocar a mão na massa. Veja abaixo:

    - Tenha um espaço de trabalho com porta. É difícil produzir com crianças gritando ou com o barulho da TV. Além disso, qualquer barulho que não represente um ambiente de trabalho convencional pode dar má impressão ao telefone.

    - Mesmo que você seja o único em casa, tente ouvir música apenas pelos fones de ouvido. Isso ajuda a esquecer os outros barulhos e a focar na tarefa que está sendo feita.

    - Se tiver filhos, deixe uma caixa com brinquedos, jogos e livros, que ele só poderá usar quando você estiver ao telefone. Use essa tática somente em momentos especiais (telefone ou conferência), assim a criança se mantém ocupada.

    - Mesmo trabalhando em casa, se vista como se estivesse indo ao escritório e mantenha uma rotina. Acorde cedo, tome banho e troque de roupa.

    - Não almoce no seu ambiente de trabalho. Use esse tempo para falar com outras pessoas e descansar. Se não fizer isso, o trabalho de casa pode se tornar algo constante e sem pausas.

    - Saiba em que momento do dia você é mais produtivo. Se você trabalha melhor de madrugada, deixe para fazer as suas coisas nesse horário e preencha os outros períodos com suas atividades pessoais.

    - Prenda-se à sua cadeira. Existem muitas distrações em casa, portanto é importante passar a mesma quantidade de horas que você trabalha no escritório, em casa.

    - Una as tarefas similares. Por exemplo, se você precisa fazer três ligações diferentes, faça uma seguida da outra, então parta para os emails que precisa mandar, textos que precisa escrever, reuniões e etc. Também deixe um período reservado para checar as redes socias, assim perde-se menos tempo.

    - Divida seu dia em três grandes tarefas a serem desempenhadas e faça pausas entre uma e outra.

    - Diversifique o local de trabalho. Cafés sempre são uma boa alternativa, pois oferecem um ambiente agradável, têm comida e bebida a qualquer hora e, na maioria dos lugares, têm Wi-Fi.

    - Imagine que as pessoas ao seu redor são clientes em potencial e estão lá para julgar o seus hábitos de trabalho. Pode parecer meio estranho, mas a possível pressão fará você trabalhar ainda mais.

    - Volte sempre para a mesma mesa, assim vai parecer que você está indo para o escritório.

    - Conheça o dono da cafeteria que você frequenta. Converse com ele, saiba sua história e nome. Ele provavelmente conhece seus clientes e se você for um freelancer, pode conseguir boas dicas de trabalho.

    - Deixe seu carregador do computador em casa, assim você se força a terminar o serviço antes do laptop desligar. Isso vai te dar ânimo.

    - Tente sentar de frente para uma parede e procure uma cafeteria em uma rua calma. Também peça pouca bebida para evitar as idas ao banheiro.

    - Se você for desenvolver algo que não precise de acesso à internet, não vá a uma cafeteria que tenha Wi-Fi. É mais fácil de você terminar o trabalho sem a distração de emails e sites.

    Com essas dicas dá para saber como lidar com a flexibilidade de um trabalho remoto. Teste e veja em quais situações seu trabalho rende melhor.

    Fonte: Olhar Digital

  • Cinco remédios para os males que afligem o departamento de TI


    4 de junho de 2012

    Seu departamento de TI pode ter os funcionários mais brilhantes e ambiciosos. Os melhores. Mas isso não garante que o grupo será eficiente.

    Como na maioria dos departamentos, há muitas causas para a ineficiência. E sintomáticas. O grupo de TI deve estar preparado para ajustar forças que, por vezes, estão fora do seu controle. As mudanças no modelo de negócios aumentaram a pressão sobre os CIOs, que já não podem mais errar na seleção de fornecedores ou terem dificuldades de entender o significado de ROI.

    “A cada falha, é fácil detectar uma infinidade de causas potenciais”, diz John Baschab, VP sênior de serviços de gestão da Technisource.

    As quatro principais razões para a ineficiência da TI, diz Baschab, são: (1) turbulências na área de negócios da empresa, como a necessidade de rápido crescimento da receita ou uma fusão forçando uma maior demanda por TI; (2) seleção equivocada e uma fraca gestão dos fornecedores; (3) inexperiência de gestão ou uma gestão que afaste a equipe de TI das áreas de negócio; (4) e orçamento reduzido ou um gestor financeiro que não compreenda perfeitamente a relação custo/benefício da área.

    Mas há bons remédios para cada uma delas. Baschab aponta cinco deles.

    Melhorar a Gestão de TI

    Um passo na melhoria da gestão de TI é formar um comitê diretivo de TI que atue como ponte entre os mundos de TI e as áreas de negócios. Este comitê seria composto normalmente por executivos internos com interesse em TI que também tenham influência dentro da empresa para promover mudanças necessárias.

    “Na maioria das vezes o comitê é composto pelo presidente e seus subordinados diretos”, diz Baschab, “mas também pode incluir outros líderes influentes dentro da empresa.”

    O comitê diretivo de TI deve servir como um CIO virtual” assessorando o CIO e resolvendo rapidamente os problemas entre as áreas de negócio e a TI. O comitê deve também ser responsável pela contratação do pessoal de gestão de TI, certificando-se de que os gerente sejam realmente gestores responsáveis por sua áreas não apenas um programador sênior, diz Baschab.

    “Promover uma limpeza no organograma de TI é a melhor forma para começar”, acrescenta. “Não deve haver caixas flutuantes e linhas pouco definidas de responsabilidade.”

    Ter disciplina no gerenciamento de projetos

    CIOs precisam listar todos os projetos futuros, determinar claramente o ROI de cada projeto e em seguida priorizar todos os projetos por seu benefício para as áreas de negócios, diz Baschab.

    É responsabilidade dos líderes de TI conhecer a real capacidade do departamento de TI e limitar o número de projetos abertos. “Não espere que a quantidade de projetos seja menor do que você quer, diz Baschab, mas “tenha certeza de que os projetos necessários serão realmente executados no tempo e dentro do orçamento previstos.”

    Gerenciar melhor os fornecedores

    A receita para manter seus fornecedores na linha, diz Baschab, é insistir em contratos favoráveis ​​e gerir agressivamente as relações após a compra feita.

    Mais especificamente, você deve “determinar que os fornecedores entreguem o combinado e não minem os orçamentos de TI com taxas e prazos improdutivos e inflados”, diz Baschab, que acrescenta que os gerentes de TI e CIOs não devem hesitar em abrir mão de fornecedores ruins, trocando-os por fornecedores melhores.

    Ao negociar com um fornecedor, a TI deve exigir o melhor preço ou ameaçar abrir uma nova RFP (Request For Proposal). Também devem procurar se certificarem de como os fornecedores medem a satisfação do cliente.

    “Experimente exigir um relatório de cada fornecedor, a cada trimestre, e mantê-los dentro de um padrão de entrega pré-definido”, diz Baschab.

    Melhorar a Gestão Fiscal e Orçamento

    Cada líder de TI precisa ser capaz de explicar à diretoria qualquer irregularidade no orçamento, e ter uma compreensão clara da relação custos versus receitas.

    “Os CIOs devem reconhecer que a maioria das empresas deve gerar 10 Reais em receita para cobrir cada Real gasto em TI”, diz Baschab. E se esforçarem para serem vistos como executivos que zelam pela saúde financeira da empresa.

    “Os CIOs devem se tornar um parceiro da equipe de gerência sênior, sugerindo formas de redução de custo global da empresa através do uso de TI”, diz Baschab.

    Promover a paz entre usuários de negócios e de TI

    Um CIO deve fazer o possível para reduzir acusações entre os departamentos, diz Baschab. Membros do departamento de TI precisam caminhar lado a lado com os usuários de negócios e colaborar com eles regularmente. Se você não se envolver com os usuários de negócios, você não deve ser promovido, diz Baschab.

    “A qualidade do relacionamento com os usuários de negócios deve ser parte do processo de avaliação e promoção para todos os membros da equipe de TI”, diz ele.

    Fonte: CIO

  • Como aumentar a colaboração interna no departamento de TI


    19 de abril de 2012

    Já faz algum tempo que o gerentes de TI lamentam a tensão entre as equipes encarregadas de mudar o negócio (desenvolvimento) e aquelas responsáveis por mantê-lo funcionando (operações). Na verdade, a maioria das organizações sofre essa maldição, e os estereótipos que refletem essa animosidade não são poucos.

    Equipes operacionais, por exemplo, enxergam os integrantes da equipe de desenvolvimento como pessoas sentadas em suas torres de marfim produzindo código de todos os dias, criando aplicativos sem considerar as restrições do mundo real. Por outro lado, desenvolvedores veem o pessoal de operação como mantenedores da infraestrutura, responsáveis por mantê-la sempre disponível, sempre a postos para impedir que ela seja afetada por código mal escrito.

    Esses estereótipos existem porque os comportamentos organizacionais, com uma área sempre pronta a culpar a outra pelas falhas, acirrar conflitos. As duas partes devem agir rapidamente para mudar.

    O conceito de DevOps (desenvolvimento + operações) tem sido apontado por muitos como a maneira das duas áreas passarem a trabalhar juntas, de forma eficiente e harmônica, para beneficiar o negócio. Mais especificamente, a Forrester define DevOps como um conjunto de processos, métodos e sistemas de comunicação, integração e colaboração entre as funções de TI responsáveis pelo desenvolvimento das aplicações, infraestrutura e operações. Faz parte do trabalho de devs e ops estarem alinhados e colaborarem um com o outro.

    Líderes de TI podem começar a construir uma relação mais próxima entre aqueles que criam o software e os que mantêm tudo funcionando, em produção, considerando as seguintes ações:

    1. Alterar a gestão de mudança

    A reputação do pessoal de operação é a de resistir às mudanças, porque todo mundo – pessoal operacional, desenvolvedores, e os próprios clientes – passou a acreditar que a mudança é ruim. Falhas de serviço são frequentemente atribuídas a mudanças, por isso, se poucas são executadas, menos falhas ocorrerão. Esta associação ridícula apenas nos diz que o nosso processo de gestão de mudança é falho, muitas vezes profundamente.

    Da mesma forma que conseguimos conciliar objetivos aparentemente contraditórios, como disciplina e velocidade, os profissionais de desenvolvimento deverão olhar os de operações como parceiros, não como um obstáculo irritante. O pessoal operacional da área de gestão de mudanças permite garantir que o processo está sendo executado de forma consistente. Todas as alterações realizadas fora do processo devem ser identificadas e corrigidas imediatamente.

    2. Aumentar a comunicação entre as áreas, para que o grupo de desenvolvimento conheça melhor a área de operações

    Para melhorar a compreensão, reduzir o preconceito e melhorar a percepção, as equipes de TI precisam melhorar a comunicação. O objetivo é adaptar as práticas de trabalho para garantir uma maior colaboração entre as áreas em novas iniciativas de TI. Essa colaboração não só ajuda a maximizar ganhos, como também a melhorar a qualidade das soluções de TI.

    3. Educar os desenvolvedores de aplicações sobre a evolução de I&O orientada a serviço

    Líderes de TI devem estender a ITIL ao gerenciamento de serviços. Com a introdução da ITILv3, em 2007, o quadro já não é mais centrado na operação. Ela explica todas as fases do ciclo de vida de serviços, incluindo aqueles relacionados com a área de desenvolvimento. É preciso educar os profissionais de desenvolvimento e operações a identificarem como ferramentas de automação de serviços podem colaborar para a implantação dos processos de TI e usá-las. A abordagem certa dele levar o pessoal de desenvolvimento a desejar ter um papel em ITIL e não se sentirem forçados a isso.

    4. Considere o desenvolvimento de aplicações como serviço

    A declaração pode soar chocante e provavelmente ofensiva para alguns desenvolvedores, mas o desenvolvimento de aplicações é, em última análise, um subcomponente do serviço geral de TI. O líder de TI deve trabalhar para reposicionar o até então isolado grupo de desenvolvedores dando a eles um papel mais central, de parceiros do pessoal de infraestrutura e operações na prestação de serviços relevantes para clientes comuns.

    5. Compreender e gerir a diversidade de opiniões sobre a entrega de serviços

    Existem razões pelas quais alguns de nós gostam de trabalhar em desenvolvimento e por que os outros odeiam programação. No entanto, essa não é uma desculpa para não trabalhar juntos para o bem do negócio. A liderança de TI precisa assegurar que haja um melhor mix de habilidades e tipos de personalidade nos grupos funcionais de TI. A revisão dos processos de gestão de pessoas deve ser feita em conjunto com o RH. Isto irá identificar problemas e lacunas nos conhecimentos e habilidades do pessoal de TI.

    6. Integrar TI às áreas de negócio

    Pare de repetir o mantra de alinhamento das áreas de TI e negócios e trabalhar para tornar-se de fato um facilitador de um parceiro de valor estratégico. A TI não deve estar alinhada ao negócio, simplesmente porque a TI é o negócio! As equipes de TI precisam entender como o seu trabalho está em sintonia com os objetivos mais amplos do negócio. Ter uma equipe eficaz, que compreenda isso, é essencial para posicionar a área de TI como um grupo que pode aumentar a vantagem competitiva da empresa por meio da tecnologia e da inovação.

    Fonte: Olhar Digital

  • Como melhorar a capacidade da busca corporativa


    15 de fevereiro de 2012

    O Google e outros sistemas de busca na Internet quase nunca falham na hora de entregar resultados relevantes instantaneamente. Isso cria um desafio para o CIO na hora de pensar em um projeto para satisfazer as expectativas dos funcionários sobre as capacidades de pesquisa no ambiente de trabalho.. Porém, segundo especialistas, é possível implementar tecnologias eficientes que permitem realizar pesquisas corporativas com produtividade.

    Entretanto, os especialistas afirmam que adotar um motor de busca para as tarefas corporativas com o mesmo despenho como do Google com a mesma capacidades que estamos acostumados a usar em nossas vidas diária não é tarefa simples. Não é fácil convencer todos os funcionários a usarem esse tipo de ferramenta. É importante antes de escolher o sistema de busca que sua empresa vai utilizar fazer uma uma avaliação prévia das necessidades da companhia e realizar uma prova de conceito para medir a performance da ferramenta a ser implementada.

    Analistas recomendam adotar um motor de busca que integra os resultados de múltiplos repositórios. Essa tecnologia conhecida como “pesquisa federada” para fazer buscas em locais remotos sem a necessidade de abrir sites ou usar o browser,  permite criar relatórios com uma quantidade muito maior de informações. O uso de relatórios independentes de repositórios diferentes simplesmente não têm o mesmo impacto.

    A busca corporativa é uma necessidade premente para as empresas e uma tendência crescente. Uma pesquisa da Forrester, realizada no último trimestre de 2010, observou que 47% das companhias estão implementando ou planejando ter algum software para acessar informações, tais como ferramentas de busca da empresa.

    Antes de embarcar em um projeto de pesquisa da empresa, você deve primeiro determinar o que é necessário para sua companhia. Alguns gerentes de TI consideram que as ferramentas de busca de desktop e recursos inerentes aos repositórios de informações organizacionais, tais como e-mail e sistemas de gerenciamento de conteúdo (CMS), são suficientes.

    Existem produtos muito diferentes e fornecedores no mercado de busca corporativa. Há desde os provedores especializados em indústrias específicas, tais como Attivio, Coveo, Endeca, Exalead, Sinequa Vivisimo a fornecedores de busca integrado (Autonomy, Microsoft etc), pssando pelos de pesquisa independentes como plataforma Google, ISYS ou Fabasoft.

    Faça prova de conceito

    Depois de ter escolhido o produto certo, é hora de realizar uma prova de conceito (PoC). O objetivo é determinar se o motor de busca não só atende o que o vendedor prometeu, mas avaliar se a tecnologia permite fazer o que você precisa de acordo com as necessidades da companhia de forma bem-sucedida em seu ambiente técnico.

    Neste sentido, é preciso incluir uma mistura representativa de tipos de documentos, tamanhos e perfis de segurança para o motor de pesquisa e índice. Após esse trabalho, os repositórios de dados são rastreados e indexados. A próxima etapa é configurar a interface do usuário e os módulos de segurança. É essencial para confirmar se sistema de busca respeita as paredes de permissões que foram erguidas em torno de informações confidenciais.

    Tratamento das informações

    O tratamento de documentos sensíveis, incluindo memorandos confidenciais e avaliações de desempenho, é considerao como um dos maiores desafios enfrentado para implementação de um mecanismo de busca empresarial.

    As empresas às vezes descobrem conteúdo sensível apresentado em uma área pública do sistema de gestão documental. Os conteúdos tinham sido protegidos com sucesso porque as ferramentas de busca anteriores não eram fortes o suficiente. Mas com uma poderosa ferramenta, tais como pesquisa federada, é possível ajudar os usuários a encontrar mais informações do que a companhia poderia desejar.

    Fonte: Computer World

  • Cinco maneiras de usar seu smartphone para trabalho e vida pessoal


    7 de fevereiro de 2012

    Smartphones já representam quase metade de todas as vendas de celulares, e muitos milhões de pessoas usam seus aparelhos não apenas para as comunicações pessoais como também para tarefas relacionadas ao trabalho. No entanto, poucas pessoas querem levar vários telefones, sempre, apenas para separar a jornada de trabalho de sua vida doméstica.

    Aqui estão cinco maneiras através das quais você pode ter acesso aos seus negócios e às contas pessoais sem ter que carregar dois telefones.

    1. Máquinas Virtuais
    Um método seguro de fazer o telefone pessoal carregar dados de trabalho é através de software instalado em seu telefone pessoal pelo seu empregador. O Gerenciamento de Software de Dispositivos Móveis (MDM) pode controlar as configurações em seu telefone, certificando-se de sua configuração de segurança é segura  para os dados de trabalho. Outra opção é um software de máquina virtual como o MVP, da VMware, demonstrado na CES em um telefone LG com Android, que permite que um telefone mantenha um ambiente de negócios separado, com seus próprios aplicativos e configurações, como um telefone dentro de um telefone, fazendo uma clara distinção entre dados e Apps de trabalho e dados e Apps pessoais. Estas soluções são ainda muito novas, então podem não estar disponíveis ainda no seu local de trabalho. Sugira à equipe de TI que pense a respeito.

    2. Área de Trabalho Remota
    Similar ao uso de uma máquina virtual, existem muitos aplicativos que permitem que um smartphone  acesse um Mac ou PC , permitindo-lhe ver e controlar os programas em execução no computador remoto. Exemplos incluem o TeamViewer, disponível para iOS e Android, ou o LogMeIn, para IOS e o LogMeIn Ignition, no Android. Tais aplicativos de desktop remoto oferecem uma outra maneira de ter uma linha divisória clara entre os dados de trabalho e os dados pessoais, mas este método baseia-se fortemente em ter uma conexão de dados confiável. Sem isso, você não será capaz de ver seu computador de trabalho ou acessar qualquer um dos seus programas ou dados.

    3. Conta Proxy
    Para alguns propósitos, existem maneiras de acessar os dados de um tipo de conta através de outra conta. Por exemplo, ao usar encaminhamento e filtros, é possível encaminhar mensagens de sua conta de e-mail de trabalho automaticamente para uma pasta específica na sua conta pessoal. Isso também é comum em calendários, onde você poderia dar aos seus Google Apps for Business o acesso completo à conta proxy do Calendário para poder vê-lo e gerenciá-lo através de seu Google Calendar pessoal. Nos Estados Unidos você ainda pode usar o Google Voice para encaminhar chamadas a partir de um de seus números para o outro. Algumas destas opções estão disponíveis através de outros sistemas também, como no caso do Exchange com o Outlook.

    4. Várias Contas
    Tendo várias contas, semelhante ao uso de múltiplos perfis de login em um computador, é outra possibilidade. Embora os telefones Android não suportem o uso de vários perfis, eles permitem a sincronização com várias contas do Google. O Calendário do Google app usa isso para exibir calendários de várias contas, todos na mesma tela. O Gmail faz algo semelhante, mas mantém os dados de várias contas separadas, permitindo que você alterne entre elas. Você pode até ter sons de notificação diferentes para cada conta, assim você fica sabendo pelo tom quando o e-mail recebido é corporativo ou pessoal. O Windows Phone 7,5 acabou de adicionar algumas opções limitadas de sincronização, bem como, a permissão de acesso a 25 calendários do Google em um aparelho, e o recurso de “enviar email como”, que pode incluir o seu endereço de e-mail do trabalho.

    5. Vários aplicativos
    Em qualquer telefone isso é comum para o e-mail. Você pode usar os aplicativos móveis do Gmail ou  para ter acesso ao e-mail pessoal, e usar o usar aplicativo do Microsoft Exchange ActiveSync para acesso ao servidor Exchange da sua empresa. Se você quiser manter seus favoritos do navegador da Web, cookies e cache separados, você pode usar o navegador padrão do smartphone para uso pessoal e optar pela instalação de outro browser, como o Dolphin, disponível para o Android e o iOS, para o trabalho.

    Qual é Melhor?
    O método que pode funcionar melhor para você depende das circunstâncias. Em geral, compartilhar seus dados é uma boa idéia , mas muitas empresas têm políticas contra o acesso a seu e-mail de trabalho através de uma conta de e-mail pessoal. Em um negócio onde a segurança dos dados é vital, o software de máquina virtual ou MDM é o melhor caminho. Se você tem sempre uma forte ligação de dados a partir do seu smartphone, um aplicativo de desktop remoto também irá ajudar a manter os dados confidenciais seguros.

    Fonte: IDGNow

  • 5 dicas para proteger seu e-mail no trabalho


    2 de fevereiro de 2012

    Apesar  da popularidade dos meios de comunicação em tempo real como mensagens instantâneas, assim como updates no Facebook e no Twitter, a maioria dos ambientes de trabalho ainda usa e depende do bom e velho e-mail. Por mais útil que ele seja, também pode ser perigoso. Arquivos anexos podem trazer vírus, e mensagens de e-mail podem esconder links para ataques de phishing que te levam a sites falsos em uma tentativa de roubar suas informações de login.

    Grandes empresas de tecnologia, incluindo Google e Facebook, buscam estabelecer um novo padrão chamado DMARC para reduzir essas ameaças no futuro. Mas enquanto isso não acontece existem cinco coisas que você pode fazer para deixar seu e-mail mais seguro. Confira abaixo.

    1. Use uma senha
    Parece óbvio, mas nem sempre é. Sua senha é sua primeira e mais importante linha de defesa na proteção do e-mail. Apesar de a maioria dos sistemas de e-mail exigir, existem muitas maneiras de não precisar para acessar seu e-mail. Por exemplo, usar o Outlook ou o Thunderbid em um notebook sem nenhuma tela de login deixa expostos todos os e-mails que já foram baixados, mesmo que você use uma senha para fazer o download. Se você não tem senha ou PIN em seu telefone móvel, seu e-mail também é deixado sem proteção. Esteja certo de exigir senhas em qualquer aparelho que tenha e-mail, assim como com em qualquer programa.

    2. …e esteja certa de que é segura
    Apesar de usar uma senha ser algo essencial para proteger seus e-mails armazenados localmente, ter um código seguro é algo crítico para e-mails com acesso remoto. Ao usar uma senha que seja complexa, com pelo menos oito caracteres que misture letras e números e inclua maiúsculas e símbolos, o ato de adivinhar ou “crackear” torna-se dramaticamente mais difícil. Além disso, usar senhas diferentes para cada conta que você tem evita que uma exposta em um sistema seja usada e comprometa o acesso a outros serviços.

    3. Use conexões HTTPS
    Quando estiver em sistemas de e-mail baseados na web, use o método seguro HTTPS, que criptografa seus dados à medida que viajam na Internet, e sempre que possível torna mais difícil que seus dados sejam interceptados e caiam em mãos erradas. Sistemas como o Gmail, da Google, ou o Hotmail, da Microsoft, oferecem uma opção para usar o HTTPS. Busque pelo HTTPS no início do endereço do site na barra do seu navegador. Em browsers mais novos, você verá também um cadeado verde lá, indicando que a página é segura.

    4. Evite anexos
    Tome cuidado com o que você faz com seu e-mail, especialmente ao abrir anexos – como podem conter vírus e malwares, abra apenas as mensagens com arquivos que já esteja esperando. Os vírus podem se esconder em mensagens dos seus amigos (ou que parecem ser deles), por isso, quando estiver em dúvida, pergunte ao remetente o que há no anexo antes de abrir. Não recuse um scan por vírus se o seu serviço de e-mail oferecer ao baixar o anexo. Outros métodos de compartilhar arquivos, como usar o Box.com ou Dropbox, são mais seguros. Mas mesmo com esses, esteja certo de estar usando uma conexão segura e que o arquivo esteja vindo da conta do seu colega, e não de um impostor.

    5. Fuja de ataques de phishing
    Se você é o alvo de um ataque de phishing, uma mensagem de e-mail enviada para você parecerá ter sido enviada por uma fonte que você conhece. Esses ataques usam links para te levar para um site falso que tenta te enganar e fazê-lo digitar suas informações de login, o que permitirá aos criminosos acessarem sua conta verdadeira. Esforços atuais tentam reduzir esse perigo, como a recém-anunciada colaboração DMARC, que uma vez adotada deve ajudar a assegurar que as mensagens sejam realmente de quem afirmam ser. Mas até que esses e outros esforços parecidos cheguem para valer, evite clicar em links dentro de mensagens de e-mail, mesmo aqueles que parecem ser dentro da sua própria empresa. Em vez disso, use um favorito (bookmark) que já tenha salvo ou digite um endereço manualmente para um site que deseja visitar.

    Fonte: Computer World

  • Três dicas para vencer desafios do ambiente de TI


    20 de janeiro de 2012

    São três as estratégias usadas por um grupo profissionais para lidar com os desafios de ambientes de TI, cada vez mais complexos. Ou seja, avaliar o software em relação às vulnerabilidades antes de comprar, mudar de fornecedor e não de expectativas e fazer mudanças de forma frugal.
    1- Avaliar o software quanto às suas vulnerabilidades: é a filosofia adotada na Universidade de West Virginia. A instituição pede, cada vez mais, aos fornecedores de software para submeter os seus produtos propostos a um exame de avaliação de vulnerabilidades, antes de comprá-los.

    “Faz parte do processo contratual”, explica Alex Jalso, diretor-assistente de segurança da informação na universidade. O responsável utiliza o software IBM AppScan Enterprise como ferramenta de avaliação de vulnerabilidades, de análise e de correção de fragilidades de código.

    Jalso diz que o procedimento de análise permite à instituição ter um olhar mais profundo sobre o código. Como é de propriedade intelectual do fornecedor, a universidade compromete-se a trabalhar sob sigilo e não divulgar quaisquer questões que possam surgir.

    A organização ainda não convenceu todos os seus fornecedores de software, mas caminha nessa direção. A AppScan também é usada pela universidade para analisar eventuais falhas de segurança em aplicações web desenvolvidas internamente antes de entrarem em produção.

    Qual é a importância desse aspecto? Jalso diz que se trata de antecipar a identificação de pontos fracos no software, capazes de se tornarem um caminho de ataque para hackers e malware.

    Há uma série de questões jurídicas a considerar, também, como não violar as diretrizes de proteção de dados relacionadas com várias normas (HIPAA, PCI e FerpaA). A universidade considera não ser pedir demais a um fabricante que sujeite o seu software a um teste de vulnerabilidade – e na realidade, nem mesmo fazer isso várias vezes conforme ocorram mudanças na base do código, diz Jalso.

    2- Mudar de fornecedor em vez de alterar expectativas: Ross Elliott é gestor da rede para as escolas públicas de Brick Township, em Nova Jersey, um distrito com 12 escolas e 10 mil alunos. O departamento de TI para o distrito escolar oferece acesso à Internet com fio e sem fio para alunos e professores.

    Mas a parte mais aberta da rede sem fio mostrou sinais de tensão e congestionamento quando o número de alunos usuários aumentou, no início de 2011. Como efeito colateral, a firewall Astaro e o serviço da Comcast “não funcionavam bem juntos”, explica Elliott. Segundo ele, a configuração de firewall, baseada num “proxy” pode ter sido fator importante.

    Contudo, o responsável também estava insatisfeito com o suporte fornecido. O nível de disponibilidade da rede sofria queda e em junho a rede sem fio começou a ter desempenho fraco e “o departamento de TI foi bombardeado com telefonemas”, conta.

    O departamento da escola foi capaz de resolver os problemas de rede durante o verão, atualizando a largura de banda e adaptando firewall da SonicWall. E Elliott diz que podem ser necessárias mais mudanças no acesso à rede da escola para suportar os que são realizados por meio de dispositivos móveis.

    A Columbia Grammar and Preparatory School, em  Nova York, tinha cerca de 450 computadores Macintosh para uso em salas de aula, e não estava feliz com o desempenho dos servidores da Apple, há muito tempo. Por isso, mudou para servidores Windows, obtendo  melhores desempenhos no apoio aos computadores Macintosh, de acordo com Adam Gerson, codiretor de tecnologia da escola. Embora seja um fã dos Mac, numa “escola Mac”, não deixou que isso o impedisse de experimentar uma alternativa  aos servidores da Apple.

    3-Correção rápida: como em muitos sistemas escolares nos Estados Unidos, os professores realizam cada vez mais procedimentos de rotina online em vez de usarem papel. É o caso do grupo de cinco escolas do Belchertown School District, em Massachusetts.

    Professores e alunos vão a plataformas online para obter material das aulas ou outro tipo de suporte. O distrito começou a usar uma aplicação chamada PowerSchool, configurada com Cisco UCS a executar desktops virtuais VMware View, ligados a uma plataforma de armazenamento NetApp FAS2020.

    Mas de acordo com Scott Karen, diretor de tecnologia para o distrito escolar, haveria indícios de problemas de excessiva latência relativa à configuração das máquinas virtuais, quando muitos estudantes tentavam autenticar-se e usar o sistema ao mesmo tempo. Além disso, quando os professores usavam as plataformas nas salas de aula, em simultâneo, deparavam-se com a lentidão das mesmas, e a ocorrência de erros de arquivo.

    A falta de capacidade de “caching” nos velhos sistemas NetApp FAS era um problema, diz Karen. E adotar um sistema da NetApp maior e mais recente não era atraente do ponto de vista orçamental, para o distrito escolar.

    No entanto, como participante regular do grupo de usuários locais da VMware,  Karen descobriu uma solução mais econômica. Decidiu adotar um sistema de dois nós Avere FXT para optimizar as capacidades de leitura e registo.

    Foi rapidamente colocado a funcionar, trouxe a latência para um nível tolerável, e constituiu uma lição sobre virtualização de desktops.

    Fonte: Computer World

  • Trabalho remoto pode ajudar empresas


    10 de novembro de 2011

    O telecomuting, teletrabalho ou trabalho remoto, que permite às pessoas trabalharem em diferentes locais, oferece inúmeras oportunidades para as pequenas empresas, incluindo a redução de custos e a capacidade de contratar rapidamente trabalhadores temporários. Ferramentas de telepresença, como videoconferência, tornam o trabalho remoto possível.

    O governo dos Estados Unidos adotou o trabalho remoto antes de muitas companhias do setor privado. Um número crescente de empresas tem prosperado com trabalhadores remotos, fornecendo serviços por meio da web. No Brasil, não existe qualquer artigo na lei que rege as relações de trabalho que proíba a modalidade, mas muitas empresas evitam a prática, diante das dificuldades de controle da jornada de trabalho, principalmente em função do cálculo de horas extras. Razão pela qual algumas empresas proponham ao trabalhador um acordo no contrato de trabalho, registrando a flexibilidade de trabalho externo em carteira, liberando-as do pagamento de horas extras.

    A seguir, listamos alguns argumentos que servirão para considerar a ideia de que oferecer trabalho remoto para os membros da equipe pode ser uma excelente alternativa.

    1 – Funcionários mais produtivos

    Quando podem trabalhar em casa, eles não têm as distrações do escritório, e não gastam tempo com locomoção. Vários estudos acadêmicos e pesquisas corporativas mostram que os trabalhadores remotos são muitas vezes mais felizes e mais produtivos do que aqueles que ficam na sede da empresa. Alguns trabalhadores podem precisar de supervisão, mas você pode fazer isso por meio de metas de produção em vez de monitorar horas trabalhadas por dia.

    2 – Alcançar os profissionais da equipe onde quer que estejam,independentemente da localização

    Geralmente, a adoção do trabalho remoto implica na construção de infraestrutura mínima adequada: software e conexão à internet apropriados. As ferramentas incluem aplicações de controle remoto, software de colaboração e software de videoconferência. Pode ser mais fácil alcançar os membros da equipe por meio da web do que caminhar pelo escritório.

    Os aplicativos de controle remoto como LogMeIn, GoToMyPC ou Splashtop Remote Desktop registram o usuário em casa e controlam o computador usado para o trabalho. Os software de colaboração como o Google Apps e o Office 365 permitem que os usuários compartilhem documentos, arquivos, apresentações, e outros dados em diferentes locais, simultaneamente. E software de videoconferência – como o Cisco WebEx Meeting Center, Citrix GoToMeeting, ou o Google+ Hangouts, que é de graça – facilitam reuniões de grupo.

    3 – Economia de espaço e corte de custos

    O trabalhador remoto não apenas suprime a própria mesa e o PC, como também energia elétrica, lanches, água, banda larga, serviço de telefonia e muito mais. Isso permite reduzir despesas para o escritório. Mesmo se você reembolsar alguns custos, como conectividade com a internet ou o uso do telefone, ainda irá economizar na metragem quadrada do espaço da empresa.

    4 – Gestão aprimorada de TI e redução de custos de manutenção

    Em geral, os trabalhadores remotos fornecem sua própria conectividade e PCs. Se for necessário instalar antivírus, acesso remoto, e outros software, os custos totais devem ser muito menores em comparação com a gestão in-house. Você vai querer definir normas e talvez implementar o cumprimento delas, como a verificação de software para garantir que ninguém que se conecte à rede esteja infectado com vírus ou que tenha software desatualizados.

    5- Desfrutar de serviços baseados em nuvem

    Em vez de hospedagem de servidores em seus escritórios, você pode tirar vantagem de aplicações na nuvem que permitem a telepresença. As aplicações cloud podem fornecer serviço mais confiável do que seus próprios servidores. Fornecedores de cloud têm vários data centers redundantes para garantir a conectividade confiável. Obviamente, você vai precisar investigar minuciosamente a segurança disponível e as opções de backup de cada serviço.

    6 – Negócio mais ágil

    Se as ferramentas estão configuradas corretamente, o trabalho remoto pode tornar a empresa mais ágil, dando maior flexibilidade aos profissionais para atender às exigências do projeto. Você pode, rapidamente, encontrar e recrutar trabalhadores para projetos específicos.

    7 – Mão de obra mais barata

    Se você está localizado em uma área cara, pode economizar quantidades substanciais de dinheiro. Os profissionais podem viver em regiões com boa e mais barata conectividade de internet – e estarão satisfeitos com salários mais baixos do que nas grandes cidades. Além disso, muitos funcionários aceitam um salário menor em troca do trabalho remoto.

    Finalmente, se você contratar profissionais por meio de contratos independentes, irá economizar ainda nos custos de folha de pagamento.

    O trabalho remoto pode salvar a companhia com somas substanciais com poucas desvantagens reais se você gerenciar a segurança com cuidado. A percepção de dificuldade na supervisão de trabalhadores remotos, muitas vezes parece ser a maior barreira para implementar o trabalho remoto, mas é possível superar isso olhando para o lucro.

    Fonte: IDGNow

  • Seis dicas de como manter um ambiente de trabalho atraente


    14 de junho de 2011

    A satisfação dos funcionários ao desempenhar suas funções tem influência direta na produtividade. Por isso, os líderes devem dispensar atenção especial a comportamentos e ações que motivem seus colaboradores e garantam a retenção de talentos.

    Mais do que promover a realização de tarefas em conjunto e a integração entre os funcionários, o gestor deve entender os anseios e as aspirações de cada um para, então, conseguir satisfazê-los.

    A seguir, seis dicas práticas de como manter o ambiente de trabalho em harmonia e garantir que a companhia continue sendo um bom lugar para se trabalhar:

    1. Não esconda a verdade: Certamente a comunicação aberta é mais eficiente do que o silêncio; portanto, discuta a situação da organização com a equipe e mostre como cada colaborador se encaixa na estratégia de atuação da companhia nos próximos anos;

    2. Ouça os funcionários: Reúna o time e convide-o a contar quais foram as lições aprendidas em outras crises e como cada um acha que poderia aplicá-las no momento atual. Além disso, é importante observar o ambiente de trabalho de sua equipe: no dia-a-dia, você escuta algumas risadas de vez em quando ou somente o silêncio? Os funcionários parecem empolgados com as tarefas que lhe são passadas? O comportamento rotineiro mostrará importantes dicas sobre o real clima organizacional do grupo;

    3. Distribua tarefas de forma estratégica: Avalie o papel de cada membro da equipe e ajuste a distribuição do trabalho de acordo com as habilidades individuais e o temperamento do funcionário. Peça que o time colabore nessa divisão de tarefas e tente atribuir responsabilidades que desafiem os empregados;

    4. Não sobrecarregue as pessoas: Seja realista quanto à capacidade de trabalho de cada funcionário. Se perceber que algum deles está sobrecarregado, mude a estratégia da equipe antes que esse colaborador atinja um nível muito alto de stress;

    5. Recompense os colaboradores: Muitas vezes pequenos gestos, como elogios e agradecimentos, são mais significativos do que aumentos salariais. Faça o exercício de incorporar palavras como “Parabéns” e “Obrigado” na rotina de trabalho. Além disso, peça e ouça a opinião da equipe antes de tomar algumas decisões;

    6. Desenvolva um plano de carreira: Embora o momento não seja o mais adequado para firmar compromissos de longo prazo, converse com cada colaborador sobre os planos que a empresa tem para ele. Discuta os pontos nos quais ele deve melhorar e quais devem ser valorizados.

    Fonte: CIO