Blog do TreinaWeb
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Google anuncia evento sobre Android 3.0
31 de janeiro de 2011
Na próxima quarta-feira, o Google vai realizar um evento para a imprensa com o objetivo de dar mais detalhes sobre o Android 3.0.
De codinome Honeycomb, o lançamento oficial do sistema operacional móvel deve acontecer no mês que vem, quando a Motorola lançar seu primeiro tablet com o Android 3.0, o XOOM.
No evento, é esperado que o Google mostre, de maneira mais detalhada, as novas funcionalidades da nova versão do Android, incluindo uma nova interface para o usuários e um navegador voltado para tablets.
O evento vai acontecer uma semana depois de a empresa liberar o primeiro preview público do Honeycomb para desenvolvedores, permitindo que os profissionais comecem a preparar aplicativos com as novas funcionalidades do SO, como suporte para o novo streaming de vídeos e para conexão Bluetooth, mais recursos para empresas, entre outros.
O encontro acontecerá no campus do Google, em Mountain View, e será transmitido ao vivo pelo YouTube, a partir de 10 da manhã, horário do pacífico.
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Google libera SDK do Android 3.0 para desenvolvedores
27 de janeiro de 2011
O Google liberou ontem, para desenvolvedores, o SDK do Android 3.0, conhecido como Honeycomb e que é voltado para tablets.
A interface foi modificada para se tornar mais amigável para tablets, e novas funcionalidades incluem um novo framework 2D e 3D, cinco novas telas iniciais personalizáveis, teclado redesenhado e novas ferramentas de seleção de texto.
Além disso, o navegador foi atualizado para incluir abas, Google Chrome Sync e novo suporte para multitouch.
Durante a CES 2011, Motorola e Asus anunciaram tablets baseados no Honeycomb, e eles devem ser lançados neste ano.
Mais detalhes sobre o SDK do Android 3.0 podem ser conferidos aqui
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Previsões para o desenvolvimento de software em 2011
19 de janeiro de 2011

Antever o futuro num mercado tão volátil como o de TI pode ser complicado. Mais complicado ainda é fazer previsões para a área de software, diante de tantas fusões e aquisições. Por exemplo: é natural que muitos programadores estejam preocupados sobre “o que fazer com a Oracle?”. Desde que o gigante concluiu a aquisição da Sun Microsystems, em Janeiro, movimentou-se agressivamente para consolidar o seu controle sobre o portfólio da Sun. Os programadores Java ficaram de baixo de fogo cruzado.
A decisão da Apache Software Foundation em sair do Java Community Process (JCP), foi uma condenação muito forte ao processo de especificação Java, sob a direção da Oracle, e lançou sérias dúvidas sobre o futuro da Java livre e aberta. Esperam-se mais deserções da JCP, em 2011, embora estes sejam gestos mais simbólicos do que qualquer outra coisa.
Agora, a questão principal para a Apache Software Foundation (ASF) é saber como proceder. A Java tornou-se muito central nos esforços da organização para ela abandonar a tecnologia. No passado, a ASF contava com o apoio de empresas como a IBM, mas a decisão da IBM de reduzir o seu desenvolvimento sobre Apache Harmony, em favor do OpenJDK, da Oracle, deixa à ASF poucos aliados capazes de ajudar a fazer frente à Oracle.
A Google deve movimentar-se para preencher esse vazio. A Google usa Java de forma ampla nos seus centros de dados, mas sua batalha legal com a Oracle sobre o uso da tecnologia Java no Android pode deixar um gosto amargo na boca. A Google deve tornar-se mais ativa no seu apoio ao desenvolvimento de código aberto da Apache, e no alojamento de recursos e documentação para dar aos programadores maior confiança na escolha de uma aplicação Java que não esteja sob o calcanhar da Oracle.
A longo prazo, no entanto, a Google não pode se dar ao luxo de colocar todos os seus ovos na cesta da Java. Haveremos de ouvir falar outra vez da Go, a linguagem Java que a Google lançou em 2009, e que tenta tornar mais fácil aos programadores o desenvolvimento de aplicações de processamento paralelo. Embora a Go seja muito imatura para ser um verdadeiro concorrente para a Java, deve-se esperar uma versão beta no final de 2011 capaz de estimular a dinâmica por trás da linguagem.
Abalo nas plataformas móveis
Ironicamente, uma tecnologia que não será muito afetada pela disputa entre a Google e Oracle será a Android. A iniciativa da Google é muito importante para o gigante das buscas para ela desistir sem lutar – não falando já nos investimentos realizados pelas operadoras de telefonia móvel e fabricantes de aparelhos como a HTC, Motorola e Samsung. Por enquanto, os bolsos profundos da Google devem ser suficientes para isolar o ecossistema Android de qualquer efeito colateral.
O posicionamento na pesquisa em mobilidade da RIM é mais precário. Embora, ao contrário da Google, a RIM dê licenças Java para os seus BlackBerry, ela não pode se dar ao luxo ser abandonada pela Oracle, enquanto o Android e a Apple corroem a sua quota de mercado. A RIM deve finalmente perder o domínio em 2011 e anunciar planos para alargar a próxima geração do sistema operativo QNX, que adquiriu para o seu tablet PlayBook, para todos os seus aparelhos no futuro, deixando para trás as raízes da plataforma BlackBerry Java ME.
Uma plataforma móvel que deve obter muitas atenções em 2011 é a Palm WebOS. O motivo? Em uma palavra: a Microsoft. Como as vendas do Windows 7 Phone continuam a desapontar, Redmond deverá entrar em pânico. Prevê-se que a Microsoft lance um novo “surto” de publicidade em torno da plataforma, no final do primeiro semestre, afastando os seus parceiros fabricantes de celulares – a HP entre eles. Por isso haverá novos dispositivos da marca HP Windows Phone 7 aparelhos nas prateleiras enquanto os WebOS acumulam poeira – mais um erro no mercado móvel tanto para a Microsoft e HP.
Novas regras, novas dores de cabeça
As questões jurídicas terão um impacto muito importante, tanto quanto a tecnologia em 2011. Entre estas terá especial visibilidade o tema da neutralidade da rede, tanto para redes fixas como sem fio. Os programadores de aplicações para smartphones serão os mais afetados, tal como as operadoras de comunicações móveis que devem continuar a rever os seus planos de dados, restringindo largura de banda e aumentando as taxas sobre o uso de mais dados do que o pacote pré-estabelecido, pelo menos em países como Estados Unidos e Brasil.
A questão que os programadores enfrentam hoje – depois de terem presenciado o surgimento da Web 2.0 e AJAX, depois o SaaS e o cloud computing – será como inovar no mercado de software, quando os prestadores de serviço de rede poderão limitar o acesso à largura de banda.
Outra área em que se espera alguma ação é na aplicação da privacidade online. O debate em torno do WikiLeaks colocou na cabeça do Congresso dos Estados Unidos e de outras nações no mundo que é uma má idéia para deixar a informação fluir livremente na Internet. Isso, combinado com ocorrências periódicas de fuga de dados e violação da privacidade, poderá estimular os legisladores a elaborar novas leis para regular como as informações podem ser partilhadas online. Infelizmente. Muitos esperam que este seja um pequeno desastre, resultando em procedimentos de conformidade vagos e onerosos não só para os programadores de software, como para todos os usuários da grande rede.
Fonte: Computer World
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6 aplicativos para tirar o máximo dos serviços do Google
18 de janeiro de 2011

É bastante provável que, assim como a maioria dos internautas, você use vários recursos do Google para dar conta de suas aventuras digitais. Seja com o Calendar, o Gmail ou até os práticos aplicativos Google Docs, sua esperança de que um dia esses serviços ofereçam mais do que já provêm não cessa jamais.
Saiba que seu desejo é uma ordem. Montamos uma relação com alguns downloads rápidos e práticos para facilitar o seu dia-a-dia.
1. Turbine seu Android
O seu smartphone Android é uma extensão de seu PC e assim merece ser usado. Às vezes, você encontra uma página na internet que gostaria muito de poder revisitar mais tarde em seu smartphone.
Possivelmente isso significa copiar a URL do site em questão, colar esse endereço em uma mensagem de email e enviá-la para você mesmo. Mais tarde, quando quiser ler essa página, terá de acessar seu cliente de email a partir do gadget para ir até onde está a informação que espera.
Bem, esse é apenas um dos jeitos e, diga-se de passagem, não é o mais prático deles. Apresentamos o Chrome to Phone, uma extensão para o browser da Google.
Com esse aplicativo instalado, basta encontrar a página na web e, se desejar, chamar a extensão instalada no navegador. O Chrome to Phone se encarrega de enviar a URL pretendida até seu celular.
Mas (sempre tem um mas desses, não é?) é necessário ter instalada a versão Android 2.2, vulgo Froyo, no smartphone, além de instalar também o Chrome to Phone no aparelho Android.
2. Gmail e Outlook juntos, numa boa
Sim, as empresas Google e Microsoft enfrentam-se numa guerra feroz e, às vezes, pouco elegante. O negócio é não ser vítima dessa falta de entendimento. O Outlook não se dá bem quando é chegada a hora de se comunicar com o Gmail, com o Google Docs, com o Calendar ou com o Contacts. Mas isso está a um download de acabar.
Quem usa o Outlook e os Google Docs pode e deve baixar o Harmon.ie for Google Docs. Trata-se de uma barra lateral que se instala em seu Outlook e exibe o conteúdo de suas pastas no Google Docs.
Se desejar acessar os arquivos para editar, basta clicar. A ferramenta permite, ainda, fazer upload de arquivos diretamente em seu diretório do Docs, buscar por conteúdo de documentos do Google a partir da interface do Outlook e outras facilidades a mais.
Se achar que a única solução para viver em paz requer a união entre o Google Calendar e o Outlook, experimente usar o CompanionLink, de graça por algum tempo. Depois disso, poderá ser seu por 40 dólares.
O pacote irá sincronizar os dois calendários e combinar os contatos das agendas digitais.
3. Ei, meus dados não
O alcance da Google dentro da web é algo monstruoso. Isso causa certo desconforto em algumas pessoas, temerosas ante a possibilidade de o Google saber demais sobre os usuários.
Mas, antes de tudo, saiba que não é necessário sequer passar pelo site de buscas para ter seus dados gravados. Para tal basta entrar em um website que tenha instalado os recursos Adsense ou o Google Analytics – esses dois sujeitos se encarregam de gravar quem, ou pelo menos, o que, você é.
Se você gosta do browser Firefox, conheça Google Alarm, uma plugin para o neto do Netscape e voltado a informar sobre a transmissão de qualquer pingo de informação para o dono de um site ou para o Google.
O Google Alarm irá soar um alarme avisando que tem dados seus indo parar noutro lugar. O programa também exibe que serviços do Google o site usa e compara essa informação com o resto dos sites que visitou.
Apesar de não barrar a transmissão das informações que sua máquina envia, você saberá exatamente o que aconteceu. Serve, assim, para te avisar o que acontece debaixo do mouse pad.
4. Um Gmail melhor que o original
Se você já gosta do Gmail mas acha que poderia ficar ainda melhor, conheça o Better Gmail 2. Ele traz uma série de recursos que fazem falta no webmail de Eric Schmidt.
Um desses incrementos é exibir, na forma de ícones, o tipo do anexo. Outro, para lá de interessante, consiste em agrupar as mensagens de mesma tag em grupos que remetem a uma pasta. O Better Gmail 2 também elimina a incômoda janela de chat. Melhor de tudo é o preço. NADA.
5. Chegou e-mail para você
À espera de novas mensagens quando, sem querer fechou a janela do Gmail? Não se desespere. O Spiffy veio justamente para desobrigá-lo a monitorar mais uma aba em seu navegador.
Localizado na bandeja do sistema, o Spiffy notifica o usuário acerca de novas mensagens quando chegam na caixa de entrada do Gmail. É mais um aplicativo sem custo algum.
6. Um Instant Search para o Gmail
E quando achávamos que nada seria mais rápido que o Google quando o assunto são as buscas, eis que chega o CloudMagic.
O programa, uma extensão para os navegadores Chrome e Firefox realiza o antes impensável: vasculha o interior de sua conta Gmail mais rápido que o próprio Google.
Semelhante ao Google Instant, o CloudMagic exibe os resultados enquanto você digita.
Fonte: IDGNow
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Google tenta atrair jornais e revistas a projeto de banca digital para Android
5 de janeiro de 2011

Segundo o Wall Street Journal, o Google tenta obter o apoio de editoras de revistas e jornais para a criação de uma banca digital voltada a usuários de smartphones e tablets equipados com o sistema operacional Android.
A iniciativa posiciona o Google como rival de diversas empresas que oferecem versões digitais de suas publicações, como a Amazon.com (com sua Kindle Store) e a Apple, que tem a loja iTunes.
O Google já compete com essas empresas desde o lançamento, em dezembro, do Google eBookstore. Seus livros são compatíveis com diversos aparelhos, incluindo o Nook (da Barnes & Noble), o Sony Reader, e o iPad, iPhone e iPod, da Apple, além de um leitor baseado na web, afirmou a Google, em dezembro. Alinhada com a estratégia da empresa, a banca poderá funcionar com vários outros leitores além dos existentes para Android.
“Nós temos dito de forma consistente que conversamos com as editoras sobre formas de trabalho conjunto, até mesmo se podemos ajudar com tecnologias para serviços de assinatura. Não temos nada para anunciar no momento”, afirmou o Google ao Wall Street Journal.
A lista de editoras que conversaram com o Google sobre os planos inclui a Time (da Time Warner), Condé Nast e Hearst Corp., de acordo com pessoas próximas ao assunto, informou o jornal. As três editoras não quiseram comentar o assunto.
O Google tem dito às editoras que cobraria menos, nas vendas, que a Apple com sua loja iTunes, afirmou o jornal. A empresa também propôs ceder às editoras alguns dados pessoais sobre os compradores dos apps, para ajudá-los com o planejamento do marketing ligado a produtos ou serviços, acrescentou.
Fonte: IDGNow
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O Google Docs agora permite edição pelo celular e tables
29 de novembro de 2010
Os usuários de celulares, agora podem editar seus documentos arquivados no Docs direto no celular. O anúncio foi feito pelo blog oficial do Google Docs.
São suportados celulares e tables com o Android (versão 2.2) e equipados com o iOS (3.0 ou superior), o iPhone, iPod Touch e o iPad.
Ao acessar o endereço docs.google.com de um dos aparelhos suportados, basta selecionar o documento que você quer editar e clicar no botão Edit.
A novidade está disponível primeiro para que usa o programa em inglês. E de acordo com Andrew Grieve, engenheiro de software do Google, que assina o post, diz que suportará outras linguagens em breve.
Fonte: Folha.com
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PHP para Android
4 de novembro de 2010

Você é programador PHP? Então se prepare, porque graças ao esforço de um empresa espanhola, o PHP para Android pode virar realidade e ampliar o universo de desenvolvimento para a plataforma móvel do Google.
Apesar de já existirem milhares de aplicativos no Android Market, a linguagem Java usada para desenvolver aplicativos Android ainda é uma barreira para muitos desenvolvedores. O PHP para Android deve abrir novos horizontes, além de permitir que outras linguagens comuns como o Python e Perl sigam o mesmo caminho.
O projeto tem como base outro projeto do próprio Google conhecido pela sigla SL4A, e permitirá que os desenvolvedores distribuam e vendam os aplicativos feitos em PHP da mesma forma que os criados atualmente em Java.
Veja o vídeo do PHP para Android em ação:
Clique aqui para assistir o vídeo: PHP para Android
Acesse http://phpforandroid.net para baixar os programas e instalar o PHP para Android.
Fonte: Android Brasil
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Google abre inscrições para edição brasileira do Google Developer Day 2010
16 de setembro de 2010

A Google abriu a partir da tarde desta quarta-feira (15/9) as inscrições para o Google Developer Day 2010. A versão brasileira do evento global para desenvolvedores será realizada em 29/8, em São Paulo.
No evento, que tem duração de um dia e é gratuito, engenheiros e executivos da Google discutirão diversas tecnologias em uso ou desenvolvidas pela empresa, como HTML5, Chrome, Android, cloud computing e várias ferramentas.
A lista de palestrantes inclui o engenheiro de programas para desenvolvedor do Chrome, Chris Ramsdale; o diretor de produtos, Eric Tholomé; e do coinventor do XML e defensor da plataforma Android, Tim Bray.
São Paulo é uma das cinco cidades que receberão o evento. O Google Developer Day também será realizado em Tóquio (Japão), Munique (Alemanha), Moscou (Rússia) e Praga (República Checa).
As vagas são limitadas – cerca de mil são oferecidas pela empresa – e as inscrições devem ser feitas pelo site oficial. Mais informações sobre o evento poderão ser obtidas na página web do Developer Day 2010 e pelo Twitter, em @googledevbr.
Fonte: IDGNow
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Google anuncia a programação do Google Developer Day 2010
3 de setembro de 2010

Já anunciamos que o Google irá realizar o Google Developer Day 2010 dia 29 de outubro, no Sheraton WTC São Paulo.
Agora a empresa divulgou a programação do evento, que terá ênfase em três assuntos:
- Android – haverá sessões sobre o desempenho do Android, a experiência móvel do usuário e as melhores práticas em aplicações de construção de de aplicativos, além do aprofundamento em um novo recurso, o Cloud to Device Messaging (C2DM).
- Chrome e HTML5 – discussão sobre como construir um aplicativo para o Chrome Web Store e como melhorar o seu desenvolvimento e desempenho. Serão tratados quais aspectos do HTML5, Chrome Developer Tools e Native Client podem ser mais úteis. Será abordado, também, quando e onde usar várias ferramentas de autenticação e como elas se integram com as APIs e produtos da empresa.
- Plataforma de Nuvem – haverá sessões sobre App Engine, App Engine for Business, Spring integration, Google Web Toolkit, Google Storage for Developers, BigQuery e Prediction API. Esteja preparado para as amostras de código, como otimizar o desempenho e um vislumbre do que o resto está por vir.
O evento será apresentado por Eric Tholome, Product Management Director for Developer Products, e contará com a participação especial de Mario Queiroz, VP Product Management.
As inscrições serão abertas em 15 de setembro. A agenda completa do evento pode ser conferida aqui.
Fonte: Google Discovery
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Oracle processa Google por violação de patentes com Android
23 de agosto de 2010
A Oracle encaminhou, na quinta-feira (12) a um tribunal da Califórnia, processo contra o Google por infração de patente e de direitos autorais no desenvolvimento do Android, utilizado em celulares e em dispositivos móveis.
Segundo o processo, a Oracle questiona o Google por “conscientemente, diretamente e repetidamente infringiu a propriedade intelectual da tecnologia Java, da Oracle” ao desenvolver o Android. Karen Tillman, porta-voz da empresa, diz que a ação “busca soluções apropriadas.”
Ao adquirir a Sun Microsystems no início deste ano, a Oracle passou a ser dona da tecnologia Java. De acordo com analistas, a ação contra o Google é um sinal de que a Oracle será mais agressiva na busca por licenciamento do Java, ferramenta utilizada em diversos produtos disponíveis na web.
Larry Ellison, presidente-executivo da companhia, informa que considera o Java um recurso fundamental, uma vez que é utilizado em diversos equipamentos eletrônicos, de computadores a aparelhos de DVD.
Já para o Google, o processo da Oracle causa desapontamento e consiste num ataque “sem fundamento” não apenas ao Google mas também contra a comunidade Java de código aberto, disse o porta-voz da empresa Aaron Zamost, na sexta-feira (13/8).
“A comunidade Java de código aberto vai além de qualquer empresa e trabalha todo dia para fazer da web um lugar melhor. Nós defendemos com vigor os padrões de código aberto e continuaremos a trabalhar com a indústria para desenvolver a plataforma Android”, afirmou.
Agora é ver aonde isto vai dar.
Fonte: IDG Now