Blog do TreinaWeb
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Veja como o smartphone pode controlar o computador remotamente
23 de outubro de 2012
Esqueceu um documento importante no desktop do escritório? Precisa dar um “suporte técnico” para um amigo que não entende muito de computador? Não é preciso ter sua máquina por perto para fazer isso. Aplicativos para smartphone permitem controlar equipamentos com Windows, Mac ou Linux via internet ou rede local.
TeamViewer for Remote Control
Popular ferramenta de controle remoto para computadores, o TeamViewer é bem fácil de usar, com interface em português. Para começar, é preciso que seja instalado um programa no desktop ou notebook, além do app para celular.
Ao executar o software no computador, é gerado um código de identificação e uma senha. Para permitir que o smartphone tenha acesso à tela do equipamento com segurança, forneça esses dados, que são inseridos no celular.
Feito isso, automaticamente a interface do computador aparece no telefone. É possível então ter acesso às funções quase como se você estivesse em frente ao equipamento: basta se adaptar ao tamanho da tela. Para uso doméstico, ele não tem custo, para iOS e Android.
LogMeIn
Depois de criar uma conta e instalar os programas no desktop e smartphone, o computador a ser controlado fica disponível na lista de equipamentos online do app para celular. Basta clicar nele e inserir a senha que você usa normalmente para iniciar o equipamento.
A partir daí, é possível controlar o computador na tela do smartphone, ampliando a área com o movimento de dois dedos e movendo a interface até o cursor, para depois tocar e acionar as funções do PC. Dá para ler e-mails, abrir arquivos, executar programas ou mesmo ativar computadores em hibernação. Grátis para iOS.
PC Monitor
Como o nome sugere, este app é destinado a quem precisa monitorar sistemas remotamente.
Com o uso da internet, ele mostra na tela do celular relatórios abrangentes sobre os equipamentos — dados como porcentagem de uso de CPU, memória disponível e detalhes sobre os discos rígidos.
Também mostra usuários que estão conectados ao equipamento e permite gerenciar impressoras.
Além disso, é possível realizar tarefas como bloquear, reiniciar, hibernar ou desligar o computador, ou mesmo checar por atualizações do Windows. O programa é gratuito para gerenciar até três computadores. Grátis para iPhone, Android e Windows Phone 7.
Off Remote Free
Destinado ao uso em rede local, esse aplicativo permite que você desligue, bloqueie ou coloque para hibernar um computador que está no andar de cima da sua casa – tudo isso usando seu iPhone ou iPad. Depois de instalados os programas no computador e no equipamento móvel da Apple, ele identifica na tela do smartphone ou tablet os computadores disponíveis e permite que usuário assuma o controle.
Na versão completa é possível enviar mensagens para quem estiver na frente do computador (dizendo aos seus filhos que já acabou o tempo de jogo, por exemplo), além de se livrar da grande quantidade de anúncios, que é exibida na versão gratuita. Grátis (versão paga custa US$ 2,99) para iPhone.
Fonte: Uol Tecnologia
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Aplicativos para eleições trazem “ficha” de candidatos e enviam denúncias
2 de outubro de 2012
Já sabe em quem você vai votar para prefeito e vereador no dia 7 de outubro? Se você precisa de mais informações para isso, pode sacar o smartphone. Aplicativos gratuitos identificam sua localização e mostram dados sobre os candidatos de sua cidade, com direito a pesquisa de intenção de voto, propostas do candidato e até ferramenta para denunciar crimes eleitorais. Veja o que oferecem quatro desses programas gratuitos disponíveis.
Transparência
Ferramenta que permite conhecer as propostas, declarações de bens, certidões criminais e receitas, entre outros dados, dos candidatos a prefeito e vereadores (com informações fornecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral). Ao entrar no aplicativo, caso haja conexão à internet, ele reconhece automaticamente sua localização e já mostra uma lista com os candidatos do seu município.
A opção Perfil disponibiliza um canal de denúncias. Ao clicar nesse botão, o app mostra um formulário que será enviado ao Movimento Contra Corrupção Eleitoral e ao Ministério Público. É só escolher o tema, como compra de voto, doações ilegais ou uso da máquina administrativa, e disparar a mensagem. O texto não inclui dados pessoais do remetente. Grátis para iPhone.
Ibope
Quer saber como anda a disputa eleitoral na sua cidade? Pois o Ibope oferece um app que mostra a evolução da intenção de voto nos municípios brasileiros onde realiza pesquisas. Basta escolher o Estado e checar se sua cidade está na lista. Os levantamentos são exibidos por data e, ao girar o smartphone para o modo paisagem, dá para ver em um gráfico com a evolução do candidato nos últimos meses. Grátis para Android e iPhone.
Eleições
Programa com interface bem enxuta e que permite saber dados básicos sobre os candidatos de cada município. Depois de selecionar o estado e a cidade, o usuário toca no campo de prefeito ou vereador para selecionar em quem pode votar. Automaticamente surge uma lista com os candidatos da região, com nome, número, partido e até o apelido.
Mas o aplicativo fica devendo as fotos dos políticos e, na hora de simular voto, mostra os cargos na ordem invertida (prefeito/vereador) – no dia do pleito, a urna eletrônica exibirá primeiro a votação para vereador e depois os campos para a escolha do seu candidato à prefeitura. Grátis para iPhone.
Candidatos 2012
Aplicativo simples, para smartphones com sistema operacional Android, que permite obter informações sobre os candidatos a prefeito e vereador da sua região.
Depois de selecionada a cidade, surge na tela a lista de nomes, em ordem alfabética (com prefeitos “misturados” aos vereadores).
Ao tocar em um deles, é exibido um perfil, com dados como foto, partido, número, profissão e grau de instrução.
Quem souber pelo menos o nome do político pode fazer uma busca por palavra. Grátis para Android.
Fonte: Uol Tecnologia
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Aplicativos para smartphone ajudam a se dar bem na escola
26 de setembro de 2012
Quando tenho que entregar o trabalho de matemática? E o que vai cair na prova de química? Quem faz parte do meu grupo de biologia? Se sua vida na escola ou faculdade anda meio bagunçada, saiba que é possível organizá-la com aplicativos para smartphone ou tablets. Eles trazem recursos como calendários inteligentes, bloco de anotações que permitem inserir lembretes de voz ou mesmo fotos, além de alarmes para avisar sobre atividades importantes. Confira abaixo algumas dessas alternativas.
Inclass
Apesar de estar em inglês, o Inclass tem uma interface intuitiva, que pode ser utilizada mesmo por quem não domina o idioma. Para começar, ele exibe a capa de um livro. Nele, você pode colocar qual curso está fazendo e suas matérias, com dias e horários nos quais elas acontecem e até um perfil do professor, com direito a foto, telefone e e-mail.
Ele inclui um bloco de notas estilizado, que permite acrescentar lembretes e informações com voz, além de fotos. Essas notas podem ser enviadas por e-mail, compartilhadas no Facebook ou enviadas para o computador via iTunes. Na área de tarefas é possível marcar lições de casa, projetos ou estudo para provas, com alarme programável com lembretes sonoros. Para iPhone (Grátis).
Homework
Ferramenta que pode ser utilizada tanto por professores (que costumam lidar com várias classes e escolas) ou alunos. Para facilitar a vida do usuário, está disponível em 17 idiomas, incluindo aí a língua portuguesa.
O primeiro passo é clicar na tabela de horários e selecionar os dias de aulas, para inserir a programação da semana. Também é possível programar tarefas de casa, com campos para marcar capítulos a serem estudados, incluir um alarme de lembrete e até fotos (da lousa ou dos livros, por exemplo).
As tarefas e aulas passam a constar na lista do dia ou mesmo da semana. Permite fazer cópias de segurança e inclui espaço para a inclusão de feriados (mas não importa as datas festivas automaticamente do calendário). Para Android (Grátis).
iStudiez Pro
Programa disponível em 29 idiomas, incluindo o português, e que importa informações de outros calendários do usuário, como o de feriados e aniversários. Com ele é possível colocar no smartphone todo o seu calendário de aulas, com horário, perfil dos professores (com nome, e-mail, telefone e até foto) e em qual sala acontece cada atividade.
Também é possível gerenciar datas das provas, que temas vão cair, além de anotar datas para entregas de trabalho e marcar quais obrigações, como lições de casa, já foram feitas. Inclui backup online, para o caso da perda do equipamento, além de sistema de notificações para avisar o estudante mais esquecido. Para iPhone e iPad (R$ 2 ou grátis com menos recursos).
Yasp Class Schedule
Aplicativo bem enxuto, em inglês ou espanhol, para quem quer um calendário de aulas da semana na palma da mão. Ao abrir o app, ele exibe um editor de tarefas para o dia. Basta clicar no símbolo mais (+) para inserir uma programação escolar, com matéria, nome do professor, horário e dia da semana em que essa atividade acontece, além de agregar anotações.
Para saber tudo o que está programado para os próximos sete dias, basta girar o smartphone para o modo paisagem. Fica devendo um sistema de edição para as tarefas que já foram criadas. Para Android (Grátis).
Fonte: Uol Tecnologia
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Veja como se livrar do vício pelo Instagram e melhorar suas fotos no iPhone
13 de agosto de 2012
Seu iPhone está cheio de fotos com tons alaranjados? Você vê um potencial efeito vintage em tudo ao seu redor? Às vezes se pega pensando coisas como, “Esse papel de chiclete ficaria muito mais interessante com um efeito lo-fi?”
Então repita depois de mim: “Oi, meu nome é (insira aqui), e sou um viciado no Instagram.”
Bom trabalho. Todos sabemos que o primeiro passo para a recuperação é admitir que você tem um problema. E agora, com isso fora do caminho, podemos começar a olhar para diferentes maneiras de resolver a situação.
Acredite se quiser, mas a maior parte da edição de fotos exige nada mais complicado do que as ferramentas disponíveis até mesmo nos programas mais básicos de edição de imagens. No entanto, aprender quais ferramentas usar e quando utilizá-las exige um pouco de tentativa e erro.
Faça uma tentativa – e antes que perceba, você pode estar fazendo suas próprias fotos livres de filtros prontos sem submeter seus amigos a uma quantidade interminável de efeitos cansativos no estilo do Instagram.
Segundo passo para a recuperação: entender o problema.
Instagram: não é tão ruim assim
O mestre da fotografia Ansel Adams disse uma vez: “Uma boa fotografia é saber onde se posicionar.”
É um bom conselho. Fotografia é, afinal de contas, apenas um instante congelado do que vemos todos os dias. E é claro que qualquer um que visita um parque como o Yosemite (um dos locais favoritos de Adams), nos EUA, consegue ver o Half Dome (OQ) em toda a sua glória a partir de vários locais diferentes e amigáveis à fotografia.
Assim como Adams usava a tecnologia disponível para ele na revelação para conseguir o máximo de suas imagens, os fotógrafos de hoje – amadores e profissionais – sabem que o que eles fazem após soltar o disparador é essencial para alcançar os resultados que buscam. E isso é verdade esteja o obturador em uma câmera ou em um smartphone.
O que acontece quando tecnologia de edição de imagens torna-se disponível para massas de aprendizes de fotografia sem conhecimento? Estamos descobrindo agora. Os principais “criminosos” são fotógrafos que usam excessivamente aplicativos para smartphones como Instagram, que aplicam efeitos prontos às fotografias.
Apesar de esses efeitos poderem funcionar muito bem para algumas poucas imagens precisosas (um ancinho antigo apoiado em uma garagem pode ficar fantástico com um efeito vintage), um passo importante para se recuperar de um vício indiscriminado pelo Instagram é limitar seu uso desses filtros.
Na verdade, com tantas imagens nebulosas e granuladas do Instagram inundando nossos feeds de fotografias, uma foto naturalmente editada (livre de efeitos prontos) realmente se destaca.
O Instagram merece um pouco de crédito. É uma ótima maneira para fazer as pessoas pensarem de maneira fotográfica sobre os objetos e cenas ao redor delas. Em um mundo em que qualquer um pode tirar uma foto a todo momento, o Instagram fornece uma entrada fácil de usar ao mundo da manipulação de imagens. Mas uma vez que você começa a levar um pouco mais a sério essa história de tirar fotos, é preciso expandir seus horizontes e ir além do uso de filtros a partir de presets.
Editando na tela pequena
Edição de fotos nas pequenas telas de smartphones apresenta alguns desafios, mas alguns apliactivos tornam esse processo muito mais fácil – e até mesmo divertido algumas vezes.
Uma ótima opção para editar fotos de maneira natural e livre de presets em qualquer lugar é o Adobe Photoshop Express. Esse aplicativo surpreendentemente poderoso traz muitos dos recursos padrão de edição de fotos em uma interface fácil de usar, incluindo ajustes para exposição, saturação, contraste, matiz, cortar, e mais. O software também fornece atalhos para compartilhar suas imagens retocadas no Facebook, Twitter, e Photoshop.com.
Apesar de ser gratuito, vale notar que muitos efeitos e opções bacanas de edição só estão disponíveis por meio de compras dentro do aplicativo, com preços que variam entre 2 dólares e 5 dólares.
Outra opção na App Store é o PhotoForge2. Esse aplicativo te custará 3 dólares, mas fornece as mesmas ferramentas básicas de edição do Photoshop Express. O PhotoForge 2 também possui uma variedade de recursos relativamente avançados como camadas e máscaras, te dando mais liberdade para mexer com as suas imagens. Assim como o Photoshop Express, o PhotoForge possui suporte embutido para redes sociais para que você compartilhe suas fotos no Facebook, Twitter, Flickr, entre outros serviços parecidos.
O aplicativo HDR+ Camera (US$2) para aparelhos iOS oferece uma outra ferramenta para fazer suas fotos ficarem ótimas. O aplicativo te permite combinar várias fotos em uma imagem HDR (High Dynamic Range), que são ótimas para fotografias tiradas em locações externas, onde variadas diferenças de iluminação podem afetar o resultado final.
O modo HDR funciona ao manter os melhores detalhes de cada imagem e jogar fora o resto, assegurando assim que você não perca nenhum detalhe por sub ou sobre-exposição. Ambos os aplicativos HDR te permitem incluir também algumas ferramentas básicas para editar suas imagens HDR, mas os aplicativos citados anteriormente oferecem melhores opções de edição.
Além do que falamos acima e desses aplicativos de edição e HDR, também é importante sempre prestar atenção em três aspectos essenciais para a qualidade das suas imagens: iluminação, contraste e temperatura (de cor).
E é isso aí pessoal. A estrada para a recuperação pode ser pavimentada com celeiros vintage e gatos laranja, mas com um pouco de trabalho você pode acabar com seu vício no Instagram e levar suas fotografias para outro nível.
Fonte: MacWorld
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Três dicas para ganhar dinheiro com apps móveis
16 de abril de 2012
Encare o fato: Suas perspectivas de se tornar um bilionário durante a noite por inventar o próximo Instagram não são boas.
Mas isso não significa que você não pode ganhar alguma grana no mercado de aplicativos móveis. Embora a concorrência seja feroz, existem maneiras de construir uma base de usuários e monetizar o conteúdo do seu aplicativo. Durante a Conferência Sloan Hi-Tech no MIT esta semana, cinco veteranos dessa indústria deram dicas preciosas.
Não suponha que você vai ser o Instagram
É melhor ter uma visão de longo prazo e gradual para tornar sua aplicação bem-sucedida, o que invariavelmente significa estabelecer um plano de negócio para rentabilizar o app e assim mostrar às empresas de capital de risco (venture) que você será capaz de criar um fluxo de receita.“Quando você olha para omgpop, Facebook e Instagram, é 1% do top 1% das startups”, diz George Bell, CEO da JumpTap. “Se você é uma startup normal, vai ter de ir atrás de financiamento e provar que tem um modelo sustentável.”
Quando se trata de modelos de receita para aplicações, há dois principais sistemas em voga: os livres para baixar e sustentados por publicidade, e “freemium” – grátis para download, mas que cobram para conteúdo adicional.
O consenso geral é que o “freemium” é o modelo com mais força, uma vez que normalmente fornece um fluxo mais consistente de receitas.
Aaron Woodman, diretor de negócios de comunicações móveis da Microsoft, disse que os desenvolvedores têm de insistir em cobrar alguma coisa pelo seu conteúdo, apesar do fato de que as app stores estão transbordando com aplicativos que prometem tudo gratuitamente.
“Na Microsoft temos lutado para defender a sua capacidade de vender seu produto”, diz. “Eu não acho que haja modelos diferentes de ‘freemium”, em que seja possível vender conteúdo dentro dos jogos. ”
Nem todo mundo partilha o entusiasmo, no entanto. Ray Silva, fundador e CEO do estúdio XMG, disse que “detesta” o sistema e, em vez dele, prefere o “paymium”, em que os usuários pagariam uma pequena quantia pelo app, além de extras para opcionais.
“Acreditamos que o modelo final é cobrar 99 centavos (de dólar) por um jogo e depois por conteúdo adicional”, diz.
Fique fora do HTML5 por enquanto
Embora seja o provável futuro dos apps móveis, o HTML5 ainda está em seus primeiros dias e tem um longo caminho a percorrer antes que possa fornecer o tipo de codificação personalizada que desenvolvedores têm com a sua própria API nativa.“De uma perspectiva de desenvolvedor do jogo, se você quer atingir um melhor desempenho para seus usuários, precisa de um monte de APIs que o HTML5 não suporta”, disse Sharma. “Por exemplo, o GPS. Muitos aplicativos o usam, mas dentro do mundo HTML5 APIs para ele não existem.”
Eli Schleifer, fundador da Directr e moderador do painel, disse que o HTML5 seria mais bem utilizado por empresas que estão desenvolvendo aplicações relativamente simples que não necessitam de serviços baseados em localização ou outras ferramentas de desenvolvimento complexas.
Registre patentes, no início e sempre
Caso você não tenha notado, o mundo móvel tem sido consumido por uma série de ações judiciais sobre propriedade intelectual. Por isso, se você acha que tem uma ideia brilhante que pode ser o próximo hit, você realmente precisa patenteá-la para evitar imitadores.Embora isso pareça difícil, os participantes observaram que as empresas ficam felizes em ter protegido sua propriedade intelectual após o negócio decolar.
“Nós incentivamos as pessoas a não ter medo do processo”, diz Sean Kelly, vice-presidente de desenvolvimento de produtos na Zynga.
Fonte: IDGNow
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7 fatores para levar em conta antes de criar um aplicativo móvel
16 de fevereiro de 2012
Os smartphones e tablets estão dominando o mundo da tecnologia, e os aplicativos estão entre os itens mais vendidos para cada sistema operacional móvel. Com as lojas da Apple e da Google possuindo mais de 500 mil aplicativos cada e dezenas de bilhões de downloads, o desejo de fazer parte desse mercado em crescimento é grande. Os aplicativos podem ser úteis para uso interno pela sua empresa, ou como uma maneira de colaborar com clientes, fabricantes, clientes, e o público. Mas antes de decidir desenvolver um app para a sua companhia, leve esses fatores em consideração.
1. Compatibilidade
Ao desenvolver um app para uso interno, os seus sistemas existentes podem interagir com um app? Eles oferecem APIs ou funções importar/exportar que um aplicativo pode usar para colocar e retirar dados? Muitos sistemas, especialmente aqueles desenvolvidos internamente, podem não oferecer uma maneira de criar uma interface com um app, exigindo um movimento em direção a um sistema diferente para se comunicar com esses aparelhos móveis.
2. Upgrade
Muitas das soluções de softwares comerciais (off-the-shelf), incluindo relacionamento com o cliente e sistemas POS, incluem apps para interagir com aparelhos móveis. Se os seus não possuem, você ficará melhor servido por uma plataforma que seja mais rápida em responder às necessidades da empresa. Avalie os benefícios de um novo sistema, os custos envolvidos na migração, e os valores envolvidos para permanecer no seu sistema atual, incluindo o desenvolvimento de aplicativos.
3. Padronização
Quando estiver desenvolvendo um app para uso interno, é preciso em qual plataforma ele vai rodar. O Android é atualmente uma escolha forte para smartphones, enquanto que a Apple domina o mercado de tablets, e o Windows 8 ainda nem chegou. A padronização em uma plataforma simplificará o desenvolvimento de aplicativos, mas limita suas opções de hardware assim como sua seleção de outros apps que podem servir a sua empresa. Desenvolver para várias plataformas será mais caro, mas permite uma maior flexibilidade.
4. Equipe
Você possui pessoas na equipe capazes de escrever um aplicativo, ou será preciso contratar o desenvolvimento terceirizado? Poucos desenvolvedores são capazes de criar apps para múltiplas plataformas, por isso talvez seja preciso contratar mais de um. Tenha em mente que você precisará manter um relacionamento com os desenvolvedores uma vez que soluções de bugs e novos recursos são uma parte inevitável da manutenção de um app. Se decidir pelo desenvolvimento interno, usar uma plataforma como o Appcelerator pode simplificar o processo, especialmente se estiver escrevendo um app para várias plataformas.
5. Código
Desenvolver um aplicativo em linguagem HTML5, em vez de focar em sistemas operacionais individuais, facilita a implementação em múltiplas plataformas. Usar um código nativo para cada plataforma pode melhorar o desempenho e a integração com recursos bult-in, e ainda permite usar elementos da interface padrão para dar ao software uma aparência mais familiar. O que é melhor para você: fácil implantação em outros sistemas ou uma aparência agradável e um bom desempenho?
6. Testando
Desenvolver aplicativos não quer dizer apenas escrever códigos, mas também testá-los, o que é essencial para uso interno e entre empresas (B2B). Avalie se você possui tempo e equipe suficientes para testar e resolver os bugs do software, especialmente ao desenvolver para várias plataformas. Isso vai reduzir suas escolhas por plataformas ou em usar uma solução comercial (off-the-shelf).
7. Suporte
A sua empresa pode estar pronta para fornecer suporte às necessidades técnicas internas, mas se você lança um aplicativo empresarial ou de uso público, suas necessidades de suporte aumentam. Considere como a sua companhia vai dar suporte para todos os clientes, consumidores e usuários públicos do seu aplicativo que buscarem por ajuda. Usar um software help-desk, como o recente lançamento da VMWare chamado Desk.com, que integra Twitter e Facebook, é uma forma de lidar com essa questão.
Fonte: IDGNow
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5 desenvolvedores de software que sua empresa precisa ter
14 de fevereiro de 2012
Codificações rotineiras e manutenção de código são funções cada vez mais desvalorizadas e facilmente terceirizadas. Os desenvolvedores que desejam manter uma vantagem no mercado de trabalho de hoje precisam se especializar. Aqui estão cinco exemplos de áreas de habilidades especializadas que vão experimentar um crescimento rápido nos próximos anos. Todas endereçam tecnologias estratégicas para as empresas. Por isso, não se espante se você desejar ter um deles no time de TI.
1. Desenvolver móvel cross-plataforma
O mercado de sistemas operacionais de smartphones é muito mais fragmentado do que o mercado de PC e provavelmente continuará assim por muitos anos. Com a consumerização, é muito provável que sua empresa já esteja sendo obrigada a lidar com diferentes plataformas móveis e modelos de aparelhos, com recursos e funções diversas.
O truque é saber como acessar as APIs que permitam acesso aos recursos comuns, independentemente da plataforma usada. Isso não é fácil quando cada plataforma faz você escrever aplicações em uma linguagem de programação diferente, usando um conjunto diferente de ferramentas. Mesmo baseados em HTML, as aplicações móveis precisarão de ajustes de interface de usuário consideráveis.
É claro que os fornecedores de ferramentas móveis devem fazer mais para ajudar a facilitar o desenvolvimento de APPs multi-plataforma. Até que isso aconteça, os desenvolvedores que investirem tempo para tornarem-se versados em dois ou mais ecossistemas móveis vão ser altamente demandados.
2. Mainframe/especialista em integração à nuvem
Plataformas de computação em nuvem incluem toda a sorte de aplicações web. Eles estão ganhando espaço, em pequenas empresas e departamentos de grandes empresa, também. Mas para outros segmentos de mercado, incluindo grandes varejistas, finanças, banco, seguros e telecomunicações, entre outros – o mainframe ainda é rei. Isso não quer dizer que esse tipo de organização não esteja interessada em computação em nuvem. Ela está. Mas esperar que migra suas aplicações críticas do mainframe para a nuvem não é realista.
Acontece que, em alguns aspectos, plataformas de computação em nuvem multitenant são muito parecidas com os ambientes de mainframe timeshared do passado. Em outros aspectos, eles são muito diferentes. Isso representa uma oportunidade significativa para os desenvolvedores, que podem transitar nos dois mundos.
Desenvolvedores de mainframe tradicionais estão se tornando uma raça rara. Os desenvolvedores que falam Java e Cobol, ou quem sabem lidar com as bases de dados do mainframe e os sistemas de armazenamento em nuvem, da mesma forma, praticamente inexistem – mas as empresas vão começar a procurar por eles. Preencher esse nicho será de extrema importância.
3. Engenheiro de migração para a nuvem
As empresas que estão investindo pesadamente na nuvem enfrentarm um problema diferente daquelas que ainda estão aderindo caos mainframes. Mainframes são uma tecnologia madura, enquanto que as plataformas em nuvem ainda estão em sua infância. A Amazon Web Services, sem dúvida a plataforma de nuvem de uso geral mais madura, celebra o seu décimo aniversário este ano.
Naturalmente, o mercado de cloud ainda está enfrentando o que chamamos de dores do crescimento. As vantagens de custo das ofertas de cloud pública ainda não são claras. Diferem em características, segurança e estabilidade. As interrupções não são incomuns. A largura de banda de rede pode se tornar um gargalo para alguns serviços.
Quando deixarem de ser uma novidade, os provedores de produtos e serviços de computação em nuvem receberão o mesmo tratamento de qualquer outro fornecedor. A insatisfação com um, fará a empresa a levar seus negócios para outro. É nesse momento que a presença ou a falta de desenvolvedores especializados na equipe de TI se fará sentir. Mover um aplicativo de um serviço de armazenamento em nuvem para outra nuvem não é tão simples quanto mudar as empresas de telefonia. Um desenvolvedor que conheça bem os meandros de vários fornecedores de cloud – APIs, SLAs, serviços e tecnologias suportadas – irá parecer um Deus para as empresas que desejarem abandonar o navio com pressa.
4. Especialista em portabilidade para RIA
Lembre-se de RIAs (Rich Internet Applications, ou Aplicações de Internet Rica)? Os desenvolvedores web não estão se afastando de aplicações de conteúdo rico – longe disso -, mas os dias de usar plug-ins para fornecer gráficos sofisticados e interatividade ficaram para trás. O velório do Flash tem sido aguardado desde que Steve Jobs virou as costas para a tecnologia na plataforma iOS. O futuro do Silverlight parece igualmente sombrio. O HTML5 e suas tecnologias relacionadas são o caminho a seguir.
Mas o que acontecerá com todos os aplicativos Flash e Silverlight lagados? Alguns deles são materiais de marketing e publicidade com vida útil curta, mas outros, da área de educação, podem servaliosos, bem como os usados em visualização de dados e aplicações de comércio eletrônico. Preservar esse conteúdo para os futuros usuários da Web, em breve, se tornará uma preocupação a mais.
A conversão automática do Flash para HTML5 não é fácil, como demonstraram as próprias tentativas da Adobe. Ferramentas de autoria em HTML para aplicações ricas estão surgindo, mas lentamente. Entretanto, a demanda está crescendo para os desenvolvedores Web que já dominam o HTML5.
5. Arquiteto de computação paralela
Os aplicativos de hoje escalam de forma horizontal, não para cima. Clusters e outros sistemas distribuídos espalham aplicações em vários sistemas, não apenas em um servidor central. Com a ascensão de arquiteturas de CPU multicore, mesmo os software de desktops devem ser escritos com multiprocessamento em mente. Infelizmente, a computação paralela ainda é uma das tecnologias menos compreendidas em disciplinas de desenvolvimento de software.
Todas as ferramentas de desenvolvimento dos principais fornecedores estão evoluindo para tornar mais fácil a construção de aplicações de computação paralela. Alguns são desenvolvedores de linguagens, como a Go, da Google e X10, da IBM – que fazem projetar algoritmos concorrentes mais intuitivos. Tecnologias como OpenCL ajudarão os desenvolvedores a descarregar o processamento de múltiplos núcleos e GPUs. Outros projetos, como o Intel Parallel Studio, estão sendo projetadas para tornar as ferramentas existentes mais “paralelo-friendly”.
O problema é que nenhum desses esforços conseguiu tornar o multiprocessamento acessível para a maioria dos programadores. A programação paralela exige mais do que apenas novas ferramentas. Exige uma nova maneira de pensar. Os desenvolvedores que dominarem as ginásticas mentais necessárias para o design da aplicação vão avançar rapidamente para a função de arquiteto de sistemas.
Um bom caminho para as empresas é investir na formação de seus desenvolvedores para que possam ocupar algumas dessas funções.
E, você, vê outros nichos exclusivos emergentes para os desenvolvedores? Conte para nós, aí nos comentários.
Fonte: Computer World
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Três dicas para tornar um app amigável ao usuário
30 de janeiro de 2012
Uma interface amigável ao usuário é a regra mais importante de todas se você quiser que colaboradores e usuários externos adotem uma aplicação corporativa. Mas, para falar a verdade, o que torna um aplicativo “user-friendly”? Essa é uma ciência complicada, com livros e pesquisas dedicados exclusivamente a esse assunto; no entanto, se seu app possui algum desses três elementos, isso não é um bom sinal.
1. Muitos lugares para fazer escolhas, especialmente na mesma tela. “Se você estiver trabalhando com uma tela que possui 40 opções, menus drop-down e outras caixas, não é realmente porque precisa fazer 40 coisas diferentes”, pontuou Brian Fino, diretor da Fino Consulting. “Se estiver desenvolvendo uma interaface simples e bem pensada, com apenas alguns controles discretos, fica mais fácil para utilizar e testar. E, com sorte, a aplicação se torna mais estável”.
2. Muitas telas. “Existem princípios de desenvolvimento de aplicações que realmente transcendem a questão de empresa ou consumidor”, destacou Bill Clark, analista da Gartner. “Um deles é a ‘regra dos três cliques’. A cada vez que o público precisa clicar em um link ou ser transportado para outra tela, você perde metade dele em termos de atenção e para manter em mente o contexto do que estavam fazendo momentos antes. Depois de três cliques, já perdeu muita gente”.
3. Funcionalidades demais. Considere a combinação dos primeiros itens. Se você não pode colocar muitas coisas em uma mesma tela e não é recomendável ter telas demais, tudo leva a uma conclusão inevitável: não dá para abraçar o mundo e oferecer conteúdo em excesso.
E essa é uma boa estratégia, de acordo com Mike Croucher, responsável pela arquitetura de TI da British Airways. “Você não pode tornar essas coisas muito complexas, é preciso realmente pensar sobre a quantidade de informações e opções necessárias para que os usuários executem uma ação. Se as pessoas tiverem que passar por uma transação atrás da outra, fica muito chato. Sendo assim, preste atenção ao valor de cada info colocada na tela” conclui.
A solução, de acordo com o especialista, é não tentar criar um aplicativo que resolva todos os problemas de todos os usuários. “Nossas aplicações tendem a ser feitas sobre a regra dos 80/20, ou seja: tente desenvolver algo que faça 80% ou 90% do que você precisa muito bem, e ignore o resto”, afirmou Croucher.
Fonte: IDGNow
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App da Copa da Nokia
5 de julho de 2010
Com o clima da Copa, vamos fazer um post diferente do usual. Como para quase tudo, existe n apps no iPhone e no Android para a copa. O que é menos comum é ouvir falar de um app para o Symbian, o SO da Nokia que não mudou (muito) nos últimos anos. Mesmo assim, ele ainda existe e tem pessoas que continua comprando seus celulares (eu incluso).
Com a mania de App Store que a Apple iniciou a Nokia, também lançou a sua,com o nome de Ovi Store. Diferente da Apple, a Nokia permite você instalar aplicativos que não sejam da Ovi, por isto a loja se tornou quase esquecida. Além do fato que é frustante baixar uma aplicativo pela loja, já que ela não libera um link para ser baixado pelo computador, no caso é enviado um sms com o link para o seu celular, e por ele você pode efetuar o download.
Mas voltando ao tema principal post, aproveitando a copa, a Nokia, lançou um App da Copa. Cheio de patrocínio, o que torno o aplicativo free. Mesmo assim o aplicativo é bom, roda perfeito no meu n97 e traz informações úteis.
Se você tem alguns desses celulares: Nokia 5530, Nokia 5230, Nokia 5235-1d, Nokia 5800, Nokia X6-00, nokia n97 e Nokia N97 mini e curti futebol, visite este link da OVI Loja e baixe o aplicativo.
Algumas imagens:





