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Saiba como compartilhar seus arquivos com o iCloud
24 de outubro de 2012
O novo sonho da computação é manter todos os seus arquivos “na nuvem”, em servidores remotos que você pode acessar a partir de qualquer lugar a qualquer momento. O serviço de armazenamento e sincronização baseado na nuvem da Apple, o iCloud, estreou em junho de 2011. Mesmo assim, foi só a partir do lançamento do OS X Mountain Lion, em julho de 2012, que aplicativos suficientes começaram a suportar a sincronização de documentos com o iCloud para tornar esse recurso útil. Trabalhar com o iCloud é algo razoavelmente simples, mas é preciso saber algumas regras básicas se você planeja começar a armazenar seus documentos na nuvem.
Ative documentos e dados
Para armazenar documentos na nuvem – não importa qual aplicativo coloca seus arquivos aí – você também precisa ativar a configuração Documentos e Dados (Documents & Data) no painel iCloud nas Preferências de Sistema (System Preferences), assim como nos Ajustes de qualquer aparelho iOS que você planeja usar (para fazer isso, vá em Ajustes > iCloud). Uma vez que fizer isso, qualquer aplicativo compatível com o iCloud pode armazenar arquivos no serviço.
Busque por aplicativos compatíveis
Por enquanto, apenas um número limitado de aplicativos pode armazenar arquivos no iCloud. Por arquivos, queremos dizer documentos que você cria, não dados que um app como Calendário armazena na nuvem. No Mac, muitos dos apps da Apple suportam o iCloud, incluindo Preview, TextEdit, o pacote iWork’09 (Pages, Numbers, e Keynote), e GarageBand.
Apps de terceiros que armazenam documentos na nuvem incluem editores de texto como iA Writer, Byword, e Smultron; editor de PDF como PDFpen; editor gráfixo como Pixelmator; e alguns outros. Neste ponto, os programas compatíveis podem produzir arquivos nos formatos do pacote Microsoft Office, mas o Office em si não tem suporte para o iCloud.
Vale notar que a Apple só permite que apps vendidos pela sua loja Mac App Store usem o iCloud para armazenar arquivos. Se os seus apps favoritos de produtividade só são vendidos pelo desenvolvedor, você está sem sorte.
Salve documentos na nuvem
Se você está usando um aplicativo que pode salvar documentos na nuvem, fazer isso é razoavelmente simples. Digamos que você está usando o TextEdit. Após criar um novo documento, aperte Command+S, e certifique-se de que o menu Onde (Where) mostre o iCloud. Dê nome ao arquivo e clique em Salvar (Save), e o documento será enviado para a nuvem.
Uma vez que você salvar um documento na nuvem, pode acessá-lo a partir de vários aparelhos. Digamos que você tenha um desktop e um notebook da Apple; você pode salvar qualquer arquivo na estrada no iCloud e acessá-lo a partir de qualquer computador desde que utilize o mesmo aplicativo.
Abra documentos salvos na nuvem
Para abrir arquivos que você salvou no iCloud, aperte Command+O em um aplicativo com suporte para iCloud, então clique no botão iCloud.
Para criar uma pasta, apenas arraste um arquivo para cima do outro, como faria com ícones de apps em um iPhone ou iPad. Nomeie a pasta, e ela será salva no iCloud.
Mova documentos existentes para a nuvem
Você pode ter uma variedade de arquivos no seu Mac que gostaria de colocar na nuvem; esse é um processo simples. Apenas abra o arquivo com um aplicativo que consiga colocar os documentos no iCloud, selecione File -> Move To (Arquivo -> Mover Para), então selecione iCloud no menu Where (Onde). Se quiser mover um arquivo da nuvem para o Mac, clique no menu Where e encontre a pasta onde você quer colocar o arquivo. Se a pasta aonde você quer colocar o arquivo não está no menu, selecione Other (Outros) a partir da parte inferior do menu, e navegue até o local de sua escolha.
Aprenda a viver dentro de um app
O iCloud é um ótimo lugar para armazenar arquivos que você precisa acessar em diferentes computadores. No entanto, existem limites, alguns dos quais podem ser bastante incômodos. O principal problema é que os arquivos só podem ser acessados por meio dos aplicativos que os criaram. Se você criar um arquivo com o TextEdit, por exemplo, pode salvá-lo em uma variedade de formatos, como RTF e .doc (formato do Word). No entanto, você não pode abrir esses arquivos com o Word. Na verdade, não é possível abri-los com qualquer outro programa que não seja o TextEdit – pelo menos no iCloud.
Você pode, obviamente, mover um arquivo do iCloud para seu Mac, como explicamos acima, e então abri-lo com o Word, mas isso adiciona um passo a mais ao processo. Fracamente, se você precisa passar os arquivos entre diferentes aplicativos, talvez seja melhor usar o Dropbox.
Encontre arquivos que não aparecem em aparelhos iOS
Os programas do pacote iWork, da Apple – Pages, Numbers, e Keynote – possuem versões equivalentes no iOS que te permitem acessar no iPad e iPhone arquivos que você criou no Mac. Mas o mesmo não vale para, digamos, o TextEdit ou Preview.
Se você salvar um arquivo TextEdit no iCloud, ele fica em um “buraco negro” para o iOS. Quando você pegar seu telefone, por exemplo, não há como acessá-lo – o arquivo está na nuvem, mas seu aparelho não tem a chave para abrir seu contêiner, digamos. Apesar de ser possível mover arquivos da nuvem para o Mac, não é possível fazer o mesmo em um aparelho iOS. Você terá de voltar ao seu Mac para encontrar o arquivo e então movê-lo.
Dependendo do que você precisa fazer, uma variedade de editores de texto de terceiros pode te ajudar a preencher esse vazio deixado pelo iCloud. Por exemplo, os editores de texto iA Writer e Byword possuem versões para Mac e iOS. Se você quer escrever no Mac, e então mudar para o iPad, os dois apps (juntamente com outros editores de texto) te permitem fazer isso.
Acesse seus arquivos do iCloud no finder
Apesar de confiar seus arquivos ao iCloud significar confiá-lo a servidores localizados em algum lugar, os arquivos também ficam armazenados no seu Mac. Na verdade, eles estão armazenados em uma pasta um pouco estranha que parece estar permanentemente conectada com a nuvem, desde que você tenha acesso a Internet.
Pode você visualizar essa pasta a partir do Finder ao escolher Go –> Go To Folder (Ir -> Ir para a Pasta) e então digitar “~/Library/Mobile Documents/” e clicar em Go. Nesta pasta, você verá uma variedade de outras pastas, algumas com nomes estranhos, mas todas todos trazendo nomes de aplicativos.
Por exemplo, para o TextEdit existe a pasta “com~apple~TextEdit”. Se precisar acessar qualquer arquivo no iCloud, é muito mais rápido copiá-los para essa pasta do que abrir um aplicativo e então mover um arquivo. Você pode até criar uma pasta inteligente (smart folder) que encontre todos os documentos nesta pasta local do iCloud.
Conclusão
O iCloud é uma ótima ideia, e pode ser muito útil. Desde que você saiba quais os seus limites, o iCloud pode tornar-se uma parte essencial do seu fluxo de trabalho. Gostaríamos de fazer mais flexibilidade com os aplicativos, para que você pudesse criar um arquivo em um arquivo e então acessá-lo a partir de outro. Mas, por enquanto, você só precisa estar consciente dessas limitações.
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Veja como resolver problemas com o novo sistema iOS 6
1 de outubro de 2012
A rápida adoção do iOS 6 é impressionante. Estimativas iniciais apontam que entre 25% e 35% de todos os iPhones já rodavam o novo sistema nas primeiras 48 horas do lançamento.
Com todos esses usuários migrando para o novo iOS, era de se esperar que todos os bugs que tenham passado pelos testes beta da Apple fossem descobertos e publicado na web rapidamente. E foi exatamente isso que aconteceu.
Uma ótima parada inicial para verificar relatos de bugs é a seção iOS das Comunidades de Suporte da Apple. Dois itens relacionados ao hardware nos chamaram a atenção: curta duração de bateria e perda de conectividade Wi-Fi. Outros problemas do iOS 6, como o iTunes Match, vão além do que o falado nos fóruns da Apple. Confira abaixo os principais deles e possíveis soluções.
Bateria curta
Um número significativo de usuários do iPhone alega que a bateria dos seus iPhones acaba de maneira surpreendentemente mais rápida no iOS 6. Apesar de a maioria das reclamações ser ligada a pessoas fazendo upgrade de um iPhone mais antigo para o novo iPhone 5, o bug também parece afetar quem fez o update para o iOS 6 em um iPhone 4 ou 4S. Ainda não está clara qual a porcentagem de usuários que sofre com esse problema. Certamente não é a maioria deles, senão o caso teria muito mais publicidade.
Se você é um desses infelizes usuários afetados pelo bug, a solução mais comumente sugerida é abrir o app Ajustes, ir em Geral -> Redefinir. Nessa seção, escolha Redifinir Todos os Ajustes. Após fazer isso, será preciso reajustar diversas configurações personalizadas, mas o problema com a bateria deve estar resolvido.
Dizemos “deve estar” porque, como sempre nesses casos, não há uma única solução que funciona para todo mundo. Uma repentina diminuição da duração de bateria pode acontecer com todos os usuários de iPhone a qualquer momento. Por exemplo, há cerca de um mês, meu iPhone 4S rodando iOS 5 desenvolveu uma “síndrome de bateria curta”. Quando isso aconteceu, meu primeiro passo foi verificar por aplicativos que são conhecidos por “sugar” a bateria do aparelho mesmo quando não estão ativos (em segundo plano). O principal suspeito era um app de navegação GPS que continua a traçar uma rota em background. Acionei a barra multitarefa e fechei vários criminosos. Para ser extra-cuidadoso, abri o Ajustes e desabilitei os Serviços de Localização. Nada disso adiantou.
No final, por sugestão de um funcionário Genius de uma Apple Store, fechei todos os aplicativos na barra multitarefa. Isso levou algum tempo, já que havia dezenas de apps no local. Mas acabou funcionando. A duração da bateria imediatamente voltou ao normal. Apesar de minha barra multitarefa estar cheia de apps novamente, o problema não retornou. Por isso, nosso palpite é que esse era um bug intermitente que afeta alguns aplicativos não-identificados.
Perda de conexão Wi-Fi
Várias tópicos de Comunidades de Suporte da Apple citam a perda de conectividade Wi-Fi no iOS 6. Em um tópico enorme intitulado “iOS 6 WiFi Disabled”, os usuários informavam que a opção Wi-Fi em seus aparelhos aparecia apagada (em cinza) e sem poder ser selecionada. Outro tópico no fórum cobre um problema relacionado a Wi-Fi específico do iPhone 5: “Meu iPhone 5 se conecta a redes Wi-Fi e lembra delas, mas não recebe absolutamente nenhum dado por meio da rede. Sem problemas no 3G e LTE.”
Diversas soluções potenciais são oferecidas, mas não aparece haver nenhuma que suporte universalmente os aparelhos com iOS 6. Alguns usuários só conseguiram restaurar o acesso Wi-Fi ao fazer o downgrade de volta para iOS 5 (o que nem é mais possível para a maioria dos usuários agora). A boa notícia é que, apesar desse alto número de reclamações, a maioria dos donos de iPhone não parece estar sofrendo com esse problema.
Nota: algumas perdas de conexão Wi-Fi podem se originar de uma interação problemática entre conexões Wi-Fi e de dados celulares. Vários usuários descobriram que desabilitar os Dados de Celular/ Ativar 3G faz o Wi-Fi voltar a funcionar. Outros informam que os dados são encaminhados pela conexão de dados celulares do iPhone mesmo quando o aparelho está em uma rede Wi-Fi. De acordo com uma teoria (que não podemos confirmar como precisa), tudo isso pode ser consequência de um recurso que seria adicionado no iOS 6, mas parece ter sido abandonado de última hora: WiFi + Conexão Celular. Os problemas poderiam ocorrer por essa ferramenta continuar erroneamente habilitada em alguns iPhones 5. Se for isso mesmo, quase certamente exigiria uma atualização da Apple para ser corrigido.
Músicas que somem
Após fazer o upgrade para o iOS 6, alguns usuários descobriram que as músicas no aplicativo Música haviam sumido. Isso parece acontecer apenas se o iTunes Match estiver habilitado. O problema é que as músicas continuam listadas sem poderem ser reproduzidas, com todas aparecendo com uma duração de 0:00 – ou há uma tela única no app Música que diz “Sem Dados” (“No Data”).
Uma possível causa para o bug é que o iTunes Match não está habilitado mesmo você achando que ele esteja. Isso aconteceu no meu iPad. Abri o Ajustes e selecionei para habilitar o iTunes Match (também é possível fazer isso nas configurações do iTunes, App Stores ou Música). Apesar dessa solução parecer funcionar, ao sair e depois retornar a esse ajuste, você verá que a opção iTunes Match foi revertida para Off. Se a sua biblioteca de músicas é inteiramente baseada no iTunes Match, isso poderia explicar a razão pela qual não há nada disponível.
A solução mais simples, se funcionar, é ir até Ajustes -> Geral -> Redefinir e selecionar a opção Redefinir Ajustes de Rede. Isso funcionou comigo. Precisei reconectar no Wi-Fi. Depois disso, ao habilitar novamente o iTunes Match, ele continuou dessa forma. O app Música agora mostra todas as faixas que estavam no meu armazenamento do iCloud.
Se essa solução não resolver, você pode ter sucesso com algo mais extremo. Por exemplo, um patch recomendado envolve conectar seu iPhone ao Mac e, usando um utilitário de Mac como PhoneView, navegar até Disco -> Controle do iTunes -> iTunes. A partir daí, apague os três arquivos da biblioteca de mídia (MediaLibrary).
Apps de terceiros “incompatíveis”
Como em qualquer upgrade iOS, vários aplicativos de terceiros exigirão uma atualização para serem compatíveis com o novo sistema. Se, após atualizar para o iOS 6, um aplicativo começa a “dar pau” na abertura ou exibir outros sintomas estranhos, certifique-se de que você tem a atualização mais recente do aplicativo.
Se você tem a versão mais recente, e o problema persiste, apague o aplicativo do seu aparelho iOS (mas antes certificando-se de fazer backup de dados e/ou documentos associados a eles) e então baixe-o novamente. Isso deve resolver o problema.
Se nada disso responder, informe o problema para o fabricante do app e verifique se eles possuem uma atualização com a correção chegando em breve.
Fonte: MacWorld
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Quatro coisas que devem sumir no novo iPhone e no iOS 6
10 de agosto de 2012
A próxima geração do iPhone tem tudo para trazer algumas mudanças radicais para os usuários, e também vai marcar uma separação muito pública entre Apple e Google. Produtos muito amados da gigante de buscas no iOS agora vão desaparecer ou ser substituídos por variações da Apple, enquanto que as mudanças no design de hardware trarão melhorias, mas dores de cabeça no início para alguns usuários.
As últimas versões beta do iOS 6 agora estão nos dando uma indicação mais clara de quais serviços do Google a Apple vai abandonar ou substituir por outros da sua autoria, com várias informações indicando também mudanças futuras de design e hardware que você terá de manter em mente. Até o novo iPhone ser anunciado, provavelmente em 12 de setembro, como sugerem os rumores, essas são as mudanças, que incluem duas já anunciadas e outras duas sendo discutidas, e o que elas significam para os usuários.
Tchau Google Maps
A Apple comprou várias companhias de mapas para produzir seu próprio produto de mapeamento – substituindo o aplicativo Mapas com informações do Google Maps. A principal diferença entre as opções de mapas da Apple e do Google são que a primeira usa mapas com vetor independente de resolução, enquanto que a segunda utiliza imagens em camadas para cada nível de zoom. A vantagem da solução da Apple é que você não precisa esperar que os blocos carreguem à medida que dá zoom in, uma vez que os mapas estão sendo renderizados em tempo real no telefone, o que te dá uma experiência mais suave.
Assim como no Google Maps para Android, a Apple está introduzindo no seu Mapas do iOS 6 construções 3D e navegação passo-a-passo (por voz), mas ainda haverá um recurso principal ausente: o Google Street View, que o aplicativo da Apple não possui. O Google já possui o aplicativo Earth para iOS, por isso é inteiramente possível que a gigante de buscas lance um aplicativo específico do Maps para a App Store, assim como anunciou que vai fazer para outro recurso que sumirá do iOS: YouTube.
Até mais, YouTube
O aplicativo nativo do You Tube é a última colaboração entre Apple e Google a ser retirada do iOS, confirmou a empresa de Cupertino nesta semana. O aplicativo de vídeos está no sistema móvel desde o início praticamente, e simplesmente não haverá um oferecido de forma padrão no iOS 6. Em vez disso, o Google afirmou estar desenvolvendo seu próprio aplicativo iOS do YouTube, para ser lançado futuramente na App Store – em uma data ainda não anunciada.
A falta de um aplicativo do YouTube provavelmente não fará uma grande diferença para os usuários. Você poderá assistir aos vídeos do site diretamente pelo Safari (ou outro navegador) pela versão móvel da página, em vez de ter um link sendo aberto automaticamente no aplicativo do serviço, como ainda acontece.
Ao desenvolver seu próprio aplicativo do YouTube, o Google terá a chance de introduzir anúncios no app (algo não presente no aplicativo atual), e também atualizar o software com novos recursos mais regularmente. Nas mãos da Apple, o aplicativo do YouTube viu poucas melhorias ao longo dos anos.
Adeus conector de 30 pinos
É esperado que a próxima geração do iPhone tenha um dock conector de 19 pinos, uma mudança que pode acabar com os acessórios do mercado que trazem o conector de 30 pinos, atualmente encontrado nos aparelhos iOS. O modelo atual de 30 pinos está no mercado desde os primeiros iPods, e a Apple precisa de um conector menor para tornar o novo iPhone mais fino e incorporaram uma antena 4G.
No entanto, mudar para um conector novo menor não será algo sem problemas. Apesar de as fabricantes lentamente começarem a adotar o novo plugue à medida que crescem as vendas do novo iPhone, a Apple deve apresentar um adaptador que tornaria os novos iPhones (e iPads e iPods) compatíveis com os adaptadores no estilo antigo. Mas um novo conector deve deixar as pessoas menos propensas em usar acessórios com cabo e impulsionar as vendas de produtos compatíveis com o recurso AirPlay.
Arrivederci microSIM
Outra mudança pensada para deixar mais espaço dentro do novo iPhone para componentes é um chip SIM card menor que o atual, informa o site francês nowhereelse. Menor, você diz? Sim, os nanoSIMs são cerca de 40% menores do que os cartões microSIM introduzidos no iPhone 4 (eles medem apenas 12,3mm por 8,8mm por 0,67mm). A Apple propôs esse novo padrão contra propostas rivais da Nokia e Motorola, e o novo design oferecerá a mesma funcionalidade com dos SIM cards atuais.
Enquanto o SIM card menor pode fazer uma diferença para o design interno da Apple para o iPhone, para os usuários a transição deve ser bastante tranquila. O nanoSIM pode ser produzido e distribuído de maneira que tenha compatibilidade reversa com os designs de SIM card existentes.
Fonte: MacWorld
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5 soluções para dúvidas sobre o novo OS X Mountain Lion
30 de julho de 2012
Sempre que a Apple lança uma nova versão do Mac, geralmente leva menos de 24 horas para as dúvidas começarem a aparecer. E não foi diferente com o recém-lançado OS X 10.8 Mountain Lion.
Por isso, separamos as cinco dúvidas mais comuns sobre o mais novo sistema para Macs, que aproxima ainda mais os computadores da Apple com seus aparelhos iOS, como iPhone e iPad.
Não estou feliz com o Safari 6. Quando digito um endereço na web e aperto Return, sou levado para uma página de busca do Google em vez de um site que quero visitar.
Primeiramente, seja um pouco mais paciente. Se você digitar e imediatamente apertar Return, não verá a lista de resultados do Safari – um dos quais provavelmente será o site que você quer visitar. Em vez disso, digite as partes importantes do endereço, espere a lista aparecer, e então selecione o site a partir dessa lista.
Depois, saiba que uma vez que você visitar mais e mais um site, ele aparecerá no topo das próximas buscas. Isso é, a não ser que você tenha limpado o histórico de navegação do Safari ou acessado a página com a navegação privada do browser habilitada. Em casos assim, o Safari não tem lembrança de que você visitou esse site e, por isso, não vai colocá-lo como o primeiro resultado.
Não estou vendo minhas notificações do Mail. Preciso estar com o programa rodando para elas aparecerem?
Sim, nesse caso é preciso deixar o aplicativo aberto para que as notificações apareçam na nova Central de Notificações.
O que aconteceu com o recurso de RSS no Safari 6?
Ele acabou. Agora quando você clica em um link de feed, o Safari abre um erro sugerindo que você visite a Mac App Store e baixe um aplicativo leitor de RSS. Quando você instalar um aplicativo como o NetNewsWire ou o Reeder e seleciona-o como o leitor padrão de notícias, qualquer link de feed em que você clicar agora será aberto nesse aplicativo.
Já existem (e provavelmente existirão mais) alternativas para essa mudança. A desenvolvedora Red Sweater, de Daniel Jalkut, está trabalhando em uma extensão para Safari que coloca um botão RSS próximo à barra de endereços. Clique nele e todos os feeds de uma página web abrem no seu leitor RSS padrão.
Eu tenho um MacBook Air que deveria ser compatível com o Power Nap, mas não vejo a opção no painel de Energia em Preferências de Sistema.
Na quarta-feira, 25/7, a Apple liberou uma atualização de firmware que traz esse recurso para os MacBooks Pro Retina e MacBooks Air a partir de 2011. Basta selecionar a opção Software update no menu da Apple. O update deve aparecer listado. (Os usuários do Lion também podem visualizar essa opção.)
Eu tenho o Tweetbot no meu Mac e, estranhamente, suas notificações aparecem na Central de Notificações mesmo sem eu nunca ter aberto o aplicativo. Configurei as minhas configurações do Gatekeeper para que eu possa abrir apenas aplicativos comprados pela Mac App Store. Quando clico em uma notificação do Tweetbot, recebo um aviso de que não posso abrir essa notificação porque o app não foi adquirido pela Mac App Store.
Bem, não sei ao certo a razão pela qual você está vendo notificações de um aplicativo que não abriu. Até onde eu sei, isso não deveria acontecer. Mas vamos analisar o fato.
Seu Mac está fazendo o que deveria fazer. Você tem algumas opções. Poderia localizar o aplicativo do Tweetbot, clique com a tecla Control apertada, escolha a opção Abrir, e você então será questionado se tem certeza de que quer abri-lo. Clique em Abrir e continue. O Gatekeeper te pergunta uma única vez se você gostaria de abrir um aplicativo que seria proibido. Uma vez que fizer isso, você não verá mais o aviso para esse app específico.
Ou segure a tecla Option apertada e clique em uma das notificações do Tweetbot. O app abre então sem problemas uma caixa de diálogo perguntando “Você tem certeza?”. (E continuará a fazer isso sem te incomodar.) Não consegui confirmar se isso funciona com qualquer aplicativo fechado que envie notificações para a Central de Notificações (mas, novamente, não conseguimos descobrir como essas notificações apareceram lá em primeiro lugar se você não abriu o aplicativo).
Baixei o Mountain Lion no meu MacBook Air e no meu iMac, mas o ícone do AirPlay só aparece no meu MacBook Air. Por que isso acontece?
Uma razão provável para isso acontecer é se o seu iMac for um modelo lançado antes de 2011. O espelhamento via AirPlay do Mountain Lion é exclusivo para Macs (iMac, Mac Mini, MacBook Air e MacBook Pro) lançados em 2011 ou mais recentes.
Fonte: MacWorld Brasil
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Como fazer a bateria do seu iPhone e Mac durar mais em uma viagem
18 de julho de 2012
Admita: sua mochila ou mala de mão está cheia de aparelhos digitais que você não consegue deixar em casa. O seu iPhone, iPad ou MacBook não apenas te mantém entretido durante a viagem, como também funcionarão como ótimas ferramentas de navegação, pesquisa, e fotos assim que chegar ao seu destino. Mas manter esses aparelhos carregados quando se está constantemente fora de casa ou preso em um avião por horas pode ser um desafio. Mas há algumas coisas que você pode fazer para aumentar a duração da bateria e economizar energia.
Cases com bateria
Um case com bateria/bateria externa para o seu iPhone é um ótimo acessório para manter na mochila. Essas capas adicionam vida extra de bateria enquanto protegem seu smartphone. A maioria deles possui plugues compatíveis com a entrada de 30 pinos do iPhone, que é como eles entregam “gás extra” para o seu iPhone. O ponto negativo é que não é possível usar nenhum acessório do tipo dock station sem retirar o smartphone do case.
Entre as principais opções estão o Mophie Juice Pack Plus, que basicamente dobra a duração de bateria do iPhone sem adicionar muito peso, e o Solar-Powered Chaging Case que permite recarregar seu iPhone usando raios solares. Outros modelos incluem o PowerMax e uma capa da Energizer, ambos disponíveis no Brasil.
Para o iPad, tem o Juice Book, da MiPow, que também pode ser usado para carregar seu iPhone ou iPod.
Leve um carregador
Não é necessário levar os dois carregadores que vieram com seu iPhone e iPad. Economize espaço ao levar apenas o que veio com o seu iPad. Visualmente, ele é maior, com travas que podem ser tiradas do “corpo” do acessório, de modo parecido com o do MacBook. Já o carregador do iPhone é menor, e as travas não podem ser retiradas.
Os carregadores de parede do iPad e do iPhone também fornecem diferentes níveis de energia. Como o tablet possui um requerimento de carga maior do que o do iPhone, ele possui um adaptador de força mais poderoso – 10-Watt contra 5 watts do smartphone. É possível usar o adaptador do iPhone para seu iPad, mas ele vai levar muito mais tempo para alcançar uma carga completa, especialmente se você tiver um iPad de terceira geração.
Se também estiver viajando com seu MacBook, considere o acessório TwelveSouth PlugBug. Ele pode ser anexado ao seu carregador do MacBook e te permite carregar um aparelho com saída USB, como seu iPhone ou iPad, enquanto carrega o notebook ao mesmo tempo.
Apps que economizam bateria
Para o seu MacBook ou MacBook Air, você pode usar um app de monitoramento de bateria para manter um olhar mais próximo na sua fonte de energia. Alguns deles, como o Low Battery Saver, te permitem customizar seus avisos de bateria no Mac. Assim, você terá uma visão melhor de quanto ainda resta de bateria no seu aparelho.
O Deep Sleep é outro app útil que “hiberna” seu MacBook em vez de apenas colocá-lo para dormir quando você fecha a tampa enquanto ele ainda está ligado. (Mesmo no modo sleep/dormir, seu Mac continua consumindo energia da bateria.) O utilitário salva os conteúdos da memória RAM no seu disco rígido e para de sugar totalmente energia da bateria quando seu MacBook não está sendo usado. Leva um pouco mais de tempo para seu Mac acordar da hibernação, mas todos os seus apps e documentos serão restaurados da maneira que você os deixou, e sua bateria será menos exigida.
Verifique suas configurações
Economizar sua carga de bateria pode ser tão simples quanto fazer algumas mudanças nos ajustes do seu iPhone, iPad, ou MacBook.
Para seu iPad ou iPhone
- Desabilite o WiFi e o 3G quando não estiver usando-os. Vá em Ajustes -> Wi-Fi, então mude a chave para Off. O mesmo vale para o Bluetooth (Ajustes -> Geral -> Bluetooth, e então mude para Off). Para o 3G, é preciso ir em Ajustes -> Geral -> Rede e então desabilitar as opções Ativar 3G e Dados do Celular.
- Desabilite, ou limitem suas notificações por push de dados dos seus outros aplicativos. Você terá de fazer isso manualmente para cada app. Vá em Ajustes -> Notificações, então toque em cada app que gostaria de ajustar e mude a chave de Central de Notificações para Off.
- Desabilite os serviços de localização completamente. Isso vai economizar bastante energia, sem mencionar algum dinheiro se estiver fazendo uma viagem internacional. Vá em Ajustes -> Serviços de Localização e mude para Off.
- Use o recurso de Brilho Automático. Ele pode ser encontrado em Ajustes -> Brilho. O Brilho Automático vai ajustar automaticamente o brilho das suas telas de acordo com as condições de luz ambiente. Diminuir manualmente o brilho da tela também pode aumentar a duração da bateria.
- Não deixe o aparelho ficar muito quente ou frio. A Apple recomenda manter seu iPhone ou iPad entre 0 e 35 graus Celsius. Por isso, se estiver viajando em um lugar com temperaturas extremas, considere deixar seu aparelho móvel da Apple em qualquer lugar protegido da temperatura ambiente.
Se você estiver usando um MacBook – ou, mais especificamente, estiver rodando OS X Lion em um MacBook Pro de 15 ou 17 polegadas – vá até o painel Economizador de Bateria (Energy Saver) nas Preferências de Sistema. Lá você vai encontrar uma caixa de marcação para mudança Mudança Automática de Gráficos (Automatic Graphics Switching). Marque essa opção – se não estiver marcada, o Mac sempre vai usar a placa gráfica mais rápida, que usa mais energia.
Você também pode ajustar o brilho ao escurecer a tela o quanto puder. Uma tela mais escura vai ajudar a maximizar a duração da bateria, mas você precisa se certificar de que ainda consiga visualizar a tela de modo confortável. Além disso, desabilite o AirPort quando não estiver usando-o, e certifique-se de que há nenhum app rodando em segundo plano. Feche todos os programas, desconecte periféricos, e ejete discos do seu drive se não estiverem sendo usados.
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Quem paga melhor seus funcionários Apple ou Microsoft?
25 de junho de 2012
Um novo estudo feito pela PayScale, empresa que faz comparações de salários, mostra que os funcionários do LinkedIn são os mais realizados. De acordo com o ranking, 100% dos profissionais que trabalham na rede corporativa estão muito satisfeitos com seu emprego. Já no Facebook 88% dos colaboradores estão satisfeitos, colocando a empresa em terceiro lugar da lista, e a HP, que está posicionada em último lugar do ranking, possui 58% empregos satisfeitos.
Já em termos de salário, a Microsoft é uma das empresas que melhor paga seus funcionários iniciantes e os que estão mais tempo na empresa, com remunerações até 20% acima do mercado. O Google está logo atrás pagando menos que a Microsoft para iniciantes, porém oferecendo salários maiores para empregados com mais experiência.
A Apple e a Sony, por sua vez, estão entre as empresas que menos pagam para profissionais, sejam iniciantes ou experientes. No caso da Apple, a companhia está em penúltimo lugar no ranking, enquanto a Sony aparece na última posição da lista. Apesar disso, 78% dos empregados de Tim Cook estão satisfeitos com seus empregos e 75% dos funcionários da Sony se disseram felizes.
Veja abaixo as listas divulgadas e clique aqui para ver o estudo completo.
Satisfação dos funcionários Empresa Quantidade de funcionários LinkedIn 100% Facebook 88% Google 80% Apple 78% Amazon.com 77% Sony 75% Nokia 74% Intel 73% Adobe 69% Microsoft 68% Yahoo! 68% Samsung 66% Hewlett-Packard 58% Remuneração média anual (em US$) Empresa Funcionário iniciante Funcionário experiente Microsoft 91,5 mil 136 mil Google 87,5 mil 158 mil Adobe 86,2 mil 133 mil Yahoo! 81,1 mil 141 mil Intel 80,5 mil 112 mil Nokia 74,4 mil 124 mil Amazon.com 73,3 mil 120 mil Facebook 67,9 mil 130 mil LinkedIn 66,1 mil 137 mil Samsung 57,1 mil 118 mil Hewlett-Packard 55,3 mil 95,8 mil Apple 49,1 mil 117 mil Sony 47,7 mil 93,5 mil Fonte: Olhar Digital
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Os 10 melhores apps do ano, na visão da Apple
13 de junho de 2012
A Worldwide Developers Conference 2012 (WWDC) teve início na tarde da última segunda-feira (11/06), quando Tim Cook, CEO da Apple, subiu ao palco do evento para apresentar as novidades referentes aos lançamentos da empresa para este ano. Entre elas novos MacBooks – um modelo, inclusive, com tela Retina -, mais recursos para o Mac OS X Mountain Lion e um novo sistema operacional para dispositivos móveis, o iOS 6.
Com término agendado para o dia 15 de junho, a WWDC também é lugar para o anúncio dos vencedores da nova edição do Apple Design Award. Dividido em quatro categorias (iPhone, iPad, Mac e Estudantes), a premiação tem por objetivo reconhecer os melhores aplicativos disponíveis para download na App Store. Acompanhe abaixo os ganhadores deste ano.
Para iPhone
Where’s my Water: neste game, o jogador precisa fornecer água suficiente para que Swampy, um jacaré animado, consiga tomar banho. Para isso, é necessário encontrar o melhor caminho para levar a água até o chuveiro, e até coletar patinhos de borracha para aumentar a pontuação do usuário. O título para smartphone possui mais de 160 níveis e diferentes temas, e também está disponível para iPad por US$ 0,99.
Jetpack Joyride: criado pelos mesmos desenvolvedores de Fruit Ninja, o game não tem um fim. Após encontrar um laboratório experimental que desenvolveu um equipamento de jatos, o objetivo é ajudar o herói Barry Steakfries em suas aventuras. O app é gratuito, e também compatível com iPad.
National Parks: o aplicativo do canal de TV National Geographic exibe imagens e informações sobre vinte parques americanos, além de mapas interativos sobre cada local, galerias de fotos (tanto atuais quanto raras e antigas) e dicas de pontos turísticos para atrair os visitantes. O download é gratuito.
Para iPad
Bobo Explores Light: para aprender de uma maneira divertida as leis da Física, as crianças poderão acompanhar o robozinho Bobo na exploração de conceitos e ideias de grandes físicos, além de assistir a vídeos de fenômenos da área acontecendo em tempo real. O download na App Store custa US$ 1,99.
DM1 – The Drum Machine: quem gosta de música, a opção é o The Drum Machine. Como o nome já diz, o app transforma o iPad do usuário em uma bateria eletrônica equipada com mais de 60 tipos e batida. Há também a possibilidade de criar sons e gravá-los, modificá-los ou mixá-los em todas as batidas. O DM1 pode ser baixado por US$ 4,99.
Paper by Fifty Three: permite a criação de desenhos, ilustrações e anotações no iPad, podendo armazenar todos os desenhos em cadernos diferentes e dividi-los em temas. O download do Paper é gratuito para testes, mas para ter acesso a novas funções e ferramentas o usuário deve comprá-las em pacotes separados que ficam na faixa dos US$ 6,99.
Para Mac
Deus Ex: Human Revolution – Ultimate Edition: em uma história repleta de ação e aventura, o usuário é conduzido a um mundo futurista dominando por grande organizações, onde precisa libertar a humanidade da escravidão. O jogador precisa enfrentar combates físicos e batalhas cibernéticas para manter os humanos a salvo. Disponível em sete idiomas, Deus Ex sai por US$ 49,99.
LIMBO: feito com ilustrações em preto e branco, LIMBO traz a história de um garoto em uma floresta obscura e misteriosa. O menino não sabe como chegou até lá, nem o que deve ser feito, mas precisa descobrir – sozinho – um meio de lidar com outras crianças que não gostam de sua visita. O app está disponível por US$ 9,99.
Sketch: produzido para ajudar designers, o serviço oferece várias ferramentas para fazer ilustrações (especialmente vetores gráficos) com maior qualidade e simplicidade. O download sai por US$ 39,99.
Para Estudantes
daWindci: para quem gosta de ciência, este é um dos apps recomendados pela Apple. No game, o jogador deve levar seu balão até um ponto final, enquanto contorna obstáculos no meio do caminho. É possível recorrer a ferramentas e ideias de cientistas e engenheiros para criar o próprio balão e, assim, embarcar em várias jornadas. O download do aplicativo custa US$ 3,99.
Little Star: a jornada de cinco amigos em busca de estrelas é o tema central deste jogo educativo, que apresenta ao jogador desafios e dificuldades que devem ser resolvidas através de trabalho em equipe. O app custa US$ 2,99.
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10 pequenas mudanças que fazem a diferença no Mountain Lion
30 de maio de 2012
Há diversas mudanças notáveis no Mountain Lion, que deve chegar até o meio do ano no mercado, juntamente com a adição de diversos recursos como aplicativos do iOS (incluindo Messages, Lembretes, Notas), a Central de Notificações e o Gatekeeper, que funciona como um reforço na segurança. No entanto, algumas pequenas mudanças no sistema chamam bastante atenção. Separamos dez dessas alterações sutis que farão grande diferença no novo sistema operacional para Macs.
Compartilhe de qualquer lugar
O botão Share (Compartilhar) do Mountain Lion – baseado na funcionalidade homônima do iOS – está praticamente em todo o software. Ele está integrado ao Safari, Pré-Visualização, e até no canto superior das aplicações, através do menu Open. Além disso, opções de compartilhamento como Twitter e Email estão disponíveis até no menu contextual de determinados programas (acessados através do clique direito do mouse). A mensagem é clara: a Apple quer que o usuário compartilhe tudo, de modo simples e rápido.
Muitos computadores, uma conta
A Apple permitirá que os usuários sincronizem suas contas em outros computadores. Pode não ser uma ferramenta tão abrangente quanto o recurso do iOS, que permite fazer uma restauração de um backup do iCloud, no entanto qualquer tipo de paridade de contas entre máquinas é sempre bem-vinda.
Documentos do iCloud
Apesar de a companhia de Cupertino não mostrar sinais de que vai abandonar o sistema de arquivos clássico do Mac, haverá uma nova opção no Mountain Lion: armazenamento de documentos no iCloud, uma central online de repositórios para seus documentos, imagens, PDFs, entre outros. É possível criar novos documentos diretamente a partir do iCloud, adicionar arquivos do Mac apenas arrastando-os para a janela ou enviá-los de volta ao computador, fazendo o caminho inverso.
Compartilhamento de Tela
O sofware Remote Desktop da Apple teve durante anos o compartilhamento de arquivos a partir da funcionalidade de arrastar e soltar. Agora, toda máquina com OS X 10.8 que utiliza o Compartilhamento de Tela terá o mesmo privilégio. Basta arrastar um arquivo ou pasta da tela que está sendo compartilhada para a sua Mesa e pronto, ele irá aparecer no Mac.
Backup de vários discos
Boa parte dos usuários fica paranóica a respeito de seus backups, principalmente depois de episódios desastrosos envolvendo discos que param de funcionar. O Moutain Lion chegou para tranquilizar, permitindo que o Time Machine faça backup de diversos volumes de uma só vez e de modo automático. E como o OS X possui suporte para cópias de segurança de drives em rede, os arquivos podem ser mantidos em diversos locais sem muito esforço.
Atualizações na App Store
A Atualização de Software, provavelmente o programa mais lento da Apple em todo o Mac, está se despedindo na nova versão do sistema operacional. A partir de agora, a Mac App Store será encarregada de entregar pacotes do sistema, juntamente com updates para seus programas adquiridos através da Mac App Store. A melhor parte é que a Central de Notificações irá emitir alertas quando atualizações estiverem disponíveis, eliminando os minutos antigamente perdidos enquanto você encarava a janela de updates.
Acessibilidade
Antigamente, o painel de preferências de Acesso Universal da Apple exibia uma miscelânea de opções, e parecia um tanto intimidador. Agora ele está mais simplificado, pegando algumas características novamente do iOS: as informações são apresentadas em três categorias: Visão, Audição e Interação, e cada uma delas com subsecções nomeadas de maneira clara.
Proteções de tela
A Apple TV, há muito tempo, já tinha a capacidade de produzir slideshows muito legais com suas fotos – e chegou a hora de o Mac conseguir fazer o mesmo. O usuário poderá escolher entre 15 opções diferentes, incluindo Holiday Mobile, Photo Wall, e Scrapbook, que podem exibir galerias do iPhoto, Aperture ou de uma pasta qualquer.
Simplificando gestos e atalhos de teclado
Essas novidades podem não estar no top da lista das mudanças mais incríveis do sistema operacional, porém não deixam se ser interessantes. A Apple simplificou o “toque duplo com três dedos” para procurar por definições no dicionário, reduzindo a apenas um toque com três dedos. Para aqueles que não gostaram da maneira como o Lion substituiu o ‘Salvar Como’ pelo comando ‘Duplicar’, o novo sistema operacional tenta acabar com essa confusão ao associar automaticamente o atalho de teclado de Salvar Como (Command+Shift+S) ao Duplicar. E se você sempre esquece de renomear os arquivos no seu desktop, há uma nova opção, dentro da caixa de diálogo Abrir/Salvar.
Dashboard
Quando foi apresentado, o Dashboard parecia ótimo, fornecendo acesso fácil a diversos widgets como notas, relógios, temperatura, entre outros; entretanto, o recurso era extremamente lento e, com a chegada do iPhone, esses ícones em miniatura faziam mais sentido em um dispositivo móvel.
Dito isso, parece que a Apple prepara a volta do recurso ao estilo de seu sistema operacional móvel. No Lion, a Dashboard ganhou seu próprio espaço e, agora, a organização ficou parecida com a tela inicial do iOS, com fileiras de widgets representados por um ícone, e que podem ser reorganizados ou até mesmo colocados em pastas.
Fonte: IDGNow
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Cinco coisas que o Google Drive precisará para ter sucesso
23 de abril de 2012
O Google Drive é daquelas figures míticas que rondam as notícias desde 2006. No entanto, os rumores estão cada vez mais fortes, e a tendência é que ele seja lançado nessa semana. Detalhes a respeito do serviço de armazenamento online, inclusive, já vazaram e parecem confiáveis.
No entanto, em seis anos a Internet mudou bastante, assim como o modo como a utilizamos. Temos o Dropbox para sincronizar nossos arquivos e os compartilhar, o Amazon Cloud Drive, que oferece até 1TB de espaço, e o SkyDrive, com a marca Microsoft. Há também o iCloud, criado recentemente pela Apple para unir todos os seus dispositivos.
Com tantas opções, os usuários têm uma ideia do que possuem e do que ainda querem. A seguir veja cinco coisas que o Google Drive precisa oferecer para superar seus rivais e dominar o mercado.
Espaço
Os especulados 5GB de espaço gratuito no Google Drive seriam o dobro do oferecido pelo Dropbox. Porém, o Box.com, a Amazon e o iCloud dão a mesma quantia, e o SkyDrive dispõe 25GB, embora só 5GB possam ser sincronizados com uma pasta.Para que os usuários possam armazenar uma grande variedade de arquivos, eles precisariam de algo parecido com que a Microsoft oferece, e este seria um grande atrativo para o Google Drive.
Um lugar para todos os arquivos
Você tem arquivos anexados a mensagens no Gmail, armazenados no Google Docs e guardados no Picasa, além de fotos no Google+ e música no Google Music. Entretanto, não possui um serviço onde possa deixar todos os seus documentos.O Drive serviria para unificar suas pastas, armazenando automaticamente os arquivos vinculados à conta Google. Isso facilitaria bastante na hora de encontrá-los e organizá-los.
Simplicidade
Esse é o principal mérito do Dropbox. Você mantém o arquivo no computador e o serviço, sem incomodar o usuário, o envia para a nuvem. Segundo o portal TechCrunch, o Google Drive terá um aplicativo próprio que, provavelmente, funcionará como o do rival.Assim, o melhor método seria utilizado como modelo. Você poderia selecionar as pastas que gostaria de sincronizar e não se preocupar mais com assunto – não teria que, por exemplo, copiar suas fotos do Picasa para todo PC que usar.
Mobilidade
Assim como o Dropbox, o Google Drive terá de oferecer bons aplicativos para dispositivos móveis, pois é deste segmento que boa parte do dinheiro poderá ser obtida. A Google possivelmente integrará o serviço com o Android, já que é dona de ambos, mas para o iOS precisará de um app.Seria positivo também se permitisse que desenvolvedores integrassem o serviço aos programas que criassem, aumentando, assim, sua presença no universo móvel.
Preço
O Google já dispõe de preços melhores que seus competidores. O Apps oferece 20GB por 5 dólares anuais, ante os 40 dólares cobrados pela Apple em seu iCloud. Se mantiver a proporção com o Drive, poderemos ter 400GB por 100 dólares ao ano, um valor menor que o da Amazon, que cobra 500 dólares por 500GB.Fonte: IDGNow
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Aprenda a dominar o iPad 2 e aumentar sua produtividade
24 de novembro de 2011
Se você é um novo usuário do iPad 2, vamos falar sobre dicas básicas para configurar o tablet. Para começar, saiba que muitos softwares para o para iPad não possuem telas individuais de preferências, como acontece no sistema para desktops da Apple, o Mac OS X.
Em vez disso, você terá de acessar essas opções, juntamente com todas as configurações gerais do seu iPad, a partir do ícone Ajustes, que está localizado na tela Início do tablet.
Há cerca de 15 seções no canto esquerdo da tela principal de Ajustes, além de seções adicionais para apps baixados que mantém suas configurações no local. Já o lado direito da tela exibe o conteúdo da seção que você está acessando no momento. A seguir temos um olhar sobre o que faz cada uma dessas configurações.
Geral – A seção Geral é o centro da área de configurações do iPad. A partir daqui você pode ajustar a data e a hora, configurar uma senha numérica, habilitar a conexão Bluetooth, e muito mais.
Modo Avião – Se você viaja bastante, o Modo Avião é uma verdadeira necessidade: ele desativa temporariamente a antena celular e o Wi-Fi, que podem interferir no sistema de navegação do avião. Isso permite que você use o iPad com segurança no voo uma vez que o piloto autorize. Felizmente, o iPad ainda permite conexões Wi-Fi neste modo, mas você terá de acionar o Wi-Fi de volta manualmente. Por isso, se você estiver em um voo que ofereça Wi-Fi, poderá navegar na web normalmente.
Wi-Fi – A listagem de Wi-Fi na coluna esquerda mostra seu status atual de conexão (Conectado, Não conectado ou o nome de uma rede). Na direita, na tela principal do Wi-Fi, o primeiro ajuste é uma chave de Liga/Desliga. Se você estiver com o Wi-Fi acionado, aparecerá uma lista de redes disponíveis embaixo da seção Escolher uma Rede.
Se você estiver conectado a uma rede Wi-Fi no momento, o nome dessa rede aparecerá em azul e terá um sinal de visto. As barras ao lado de uma rede mostram a força de seu sinal, e um ícone de cadeado significa que ela exige uma senha.
Tocar na seta azul ao lado direito do nome de uma rede traz algumas informações avançadas de conexão. Para juntar-se a uma rede não listada, toque em Outra Rede e digite o nome exato de uma rede. A configuração final dessa página controla se você quer que o iPad te mostre novas conexões automaticamente.
Notificações – Uma notificação é um som, alerta pop-up ou símbolo no ícone de um aplicativo que aparece quando um app precisa te dizer algo. Por exemplo, quando você tem uma nova mensagem instantânea ou é a sua vez de jogar um game. Você pode acionar ou desabilitar as notificações em todos os aplicativos que as utilizem, ou escolher quais notificações ativar para cada app listado.
Serviços de Localização - Os serviços de localização do iPad permitem que aplicativos da Apple ou de terceiros descubram onde você está usando redes Wi-Fi. O modelo do tablet com conexão 3G também usa redes celulares e GPS para encontrar sua localização. Se você quiser barrar todos os aplicativos de conhecerem sua localização, apenas desabilite a opção Serviços de Localização (em Ajustes).
Dados Celulares – Essa tela de configurações só está disponível no modelo Wi-Fi + 3G do iPad. A primeira opção te permite ligar ou desligar suas habilidades de dados, e a segunda habilita ou desabilita o Roaming de Dados. Isso é algo muito importante se você viajar para outro país, onde as taxas de dados provavelmente serão altíssimas. E com o Roaming de Dados desabilitado, o iPad simplesmente se abstém de usar a rede de dados celulares quando estiver fora de seu território. Você pode olhar a sua conta e qualquer plano de dados ao tocar em Visualizar Conta; para adicionar uma senha ao seu chip, selecione SIM PIN.
Brilho e Imagem de Fundo – Por padrão, o brilho da tela do iPad se ajusta automaticamente à medida que detecta os níveis de iluminação ao seu redor. Você pode desabilitar esse recurso e ajustar manualmente o nível de brilho com a barra deslizante na seção Brilho e Imagem de Fundo (também há uma barra de controle de brilho ao lado dos controles do iPod na prateleira de multitarefa).
A outra configuração nesta seção é para Imagem de Fundo. Sua imagem de papel de parede aparece sempre que o iPad está bloqueado ou quando você está em uma tela Início. Toque nas imagens de previews uma vez para abrir suas coleções de imagens.
Sobre – A tela Sobre lista vários detalhes sobre seu aparelho como informações legais, o endereço atual da conexão Wi-Fi, a quantidade de memória disponível e o número serial. Você também pode visualizar o número de músicas, vídeos, fotos e aplicativos que possui.
Uso – Disponível apenas na versão 3G do iPad, essa seção contém a chave para ligar/desligar, a Porcentagem de Bateria (a porcentagem em si é mostrada na barra do menu) e um sumário do total de dados de rede enviados e recebidos. O botão Redefinir Estatísticas facilita o processo de zerar todos esses processos, como você deve fazer no final de um mês.
Sons – Na seção Sons, você pode usar o slider de volume para ajustar o volume, assim como habilitar ou desabilitar os alertas de som: esses são os alertas que tocam quando você recebe ou envia um e-mail, ou recebe um lembrete de calendário, por exemplo. Quando você configura um alerta, mover a chave dele do Off para On trará um preview do som que toca para esse evento (infelizmente não é possível mudar o som). Você também pode tirar o som do teclado e do bloqueio nessa seção. Habilite a opção Mudar com Botões para controlar os sons de alerta e a campainha com os botões de volume na parte lateral do iPad.
Rede – No menu de Rede, você verá opções de VPN e Wi-Fi. Tocar na segunda trará as mesmas opções que você encontra na aba Wi-Fi do menu Ajustes. Uma rede VPN (rede virtual privada) permite que as pessoas usem uma rede privada de modo seguro. Isso é útil, por exemplo, se você está acessando a rede interna da sua empresa fora do trabalho.
Para configurar uma VPN, toque na opção Adicionar Configuração VPN. A tela de Adicionar Configuração exibe as três opções de suporte: L2TP, PPTP e IPsec. Verifique com o seu administrador de rede se você não tem certeza de qual delas usar.
Bluetooth – Quando essa configuração está acionada, o iPad torna-se localizável por meio da conexão Bluetooth e buscará por aparelhos compatíveis, como fones de ouvido e teclados wireless.
Busca do Spotlight – Quando você desliza o dedo para esquerda na primeira página da sua tela Início, você pode usar o Spotlight para buscar em todo seu aparelho por apps, mensagens, eventos de calendário e mais. Essa preferência te permite escolher quais tópicos incluir em uma busca e em qual ordem eles aparecem (por exemplo, mensagens relevantes do Mail primeiro e aplicativos em segundo).
Bloqueio Automático – Após períodos de inatividade, o iPad é bloqueado de modo que tocar sua tela não adianta nada. Para “acordá-lo”, você precisa apertar o botão Início ou o Dormir/Acordar. Na tela de Bloqueio Automático, você configura a quantidade de tempo que deve passar antes do tablet ser bloqueado. Suas opções são 1, 2, 5, 10 ou 15 minutos, ou Nunca.
Bloqueio por Código – Você pode designar um código de quatro dígitos para o seu iPad para que ninguém consiga usá-lo sem digitar uma senha. Toque nessa tela em Ajustes, Geral e depois em Ativar Código para abrir uma janla pop-up que pedirá para você definir a senha. Após fazer isso, você tem a opção de desabilitá-la, alterá-la ou configurar se o iPad exigirá uma senha imediatamente ou após um período de inatividade.
Se quiser algo mais seguro do que apenas um código de quatro dígitos, desabilite a configuração Código Simples e digite qualquer senha da sua escolha, incluindo números, letras ou caracteres especiais. Você também pode usar o bloqueio por código no recurso Moldura, ou configurar o iPad para apagar automaticamente todos os seus dados após dez tentativas frustradas de digitar o código.
Bloqueio e Desbloqueio pela capa do iPad – Se você está usando uma Smart Cover do iPad 2, pode habilitar essa configuração e o iPad irá bloquear e desbloquear automaticamente quando você fechar e abrir a capa.
Restrições – Essa é a seção de controle parental do iPad: configure um código e então bloqueie o acesso dos usuários a determinados recursos. Você pode restringir opções como instalar e apagar apps, acesso ao Safari, ao YouTube, câmera, FaceTime, iTunes Store e a rede social musical Ping.
Também há controles adicionais que evitam que sejam feitas mudanças nos serviços de localização e nas contas. Na seção de Conteúdo Permitido você pode desligar a opção de realizar compras dentro dos aplicativos, escolher um sistema de classificação para o seu país e bloquear o acesso a músicas consideradas explícitas ou conteúdo de podcast. Existem classificações separadas para filmes, programas de TV e apps, que variam de acordo com cada país. A página ainda permite o controle de funções da rede online de jogos Game Center.
Usar Interruptor Lateral – Você pode controlar a função da chave lateral do iPad, localizada no canto superior do aparelho, acima dos controles de volume. Se a opção Bloquear Rotação estiver selecionada, mude o interruptor lateral até que o ponto laranja seja exposto, e seu iPad ficará no modo de visualização paisagem ou retrato, independentemente de como estiver segurando-o.
Quando sua trava de rotação estiver acionada, um pequeno ícone de um cadeado com uma flecha ao redor aparecerá no cantor superior direito do iPad, ao lado do ícone de bateria. Se decidir usar o interruptor lateral para deixar seu aparelho mudo, selecione a opção Ativar “Mudo” para tirar o som dos alertas e ringtones das chamadas o FaceTime. Mas saiba que você ainda poderá ouvir o áudio das músicas e vídeos do aparelho.
Teclado – Aqui você pode ligar ou desligar cinco tipos diferentes de recursos de digitação: o Maiúsculas Automáticas “aperta” a tecla Shift para você no início das frases; a Correção Automática te propõe sugestões de palavras que você possa ter digitado errado; a opção Verificar Ortografia sublinha palavras não encontradas no dicionário; Ativar Fixas Maiúsculas te permite dar um toque duplo na tecla Shift para ir para o modo Caps Lock; e o Atalho “.” Deixa que você toque duas vezes na barra de espaço para inserir um ponto na frase.
Abaixo dessas opções está o menu de Teclados Internacionais, onde você pode escolher quais deles seu iPad suportará a partir de uma lista de idiomas. Se optar por mais de uma língua, uma tecla com um pequeno globo aparecerá à esquerda da sua barra de espaço quando estiver usando um app que tenha suporte para digitação, permitindo que você escolha entre todas as opções de teclado internacional que tiver selecionado.
Também há uma subopção em cada listagem de teclado internacional, para mudar o layout do software e do hardware do teclado. Com o teclado Português (Brasil), você pode mudar o layout padrão QWERTY para AZERTY ou QWERTZ, e pode ter a configuração do teclado físico configurado para Brasileiro, Francês, Alemão, EUA, EUA Internacional – PC e EUA Ampliado.
Internacional – A partir desse menu, você pode escolher o idioma que preferir para a interface do iPad. Além disso, é possível ajustar suas opções de teclado e selecionar o formato que o iPad usa para exibir hora, data e números de telefone por padrão.
Acessibilidade – Habilite ou desligue os itens VoiceOver na tela Acessibilidade; uma opção adicional em VoiceOver te permite que você receba um feedback de sistema fonético e alteração de tom enquanto digita.
Você também pode ativar o sistema de zoom, inverter toda a interface do iPad da cor branca para preto, forçar todo o áudio para o formato mono, e habilitar que o sistema fale autocorreções e as maiúsculas automáticas.
Com a tela de Acessibilidade também dá para configurar a ativação dos recursos VoiceOver, Branco Sobre Preto, Zoom ou Perguntar por meio de um toque triplo no botão Início.
Redefinir – Essa tela será útil para você se o seu iPad se comportar de maneira estranha ou se você simplesmente quiser começar do zero. A opção Redefinir Todos os Ajustes reiniciará todas as configurações do aparelho, mas não apagará nenhum arquivo de mídia.
Já Apagar Todo o Conteúdo e Ajustes apaga todas as configurações, assim como dados e mídias, essencialmente limpando seu iPad. Redefinir Ajustes de Rede te levará de volta para as configurações iniciais de rede do aparelho, enquanto Redefinir Dicionário de Teclado levará o dicionário do tablet às configurações padrão.Por último, Redefinir Layout da Tela Início moverá todos os ícones da sua tela Início para as suas posições iniciais, e Redefinir Avisos de Localização significa que os apps que querem saber sua localização física precisarão perguntar novamente antes de descobrir sua localização.
Mail, Contatos, Calendários – Como o nome indica, essa tela funciona como uma central com todas as configurações para os seus e-mails, contatos e calendários.Contas – A partir dessa área, você pode visualizar contas existentes, adicionar novas contas, e modificar as configurações para cada conta existente. Para contas de e-mail padrão POP e IMAP, toque no nome da conta para editar as configurações padrão, como nomes de servidor, nomes de usuário e senhas.
Para adicionar uma nova conta, toque em Adicionar Conta e você verá uma tela que oferece as escolhas a seguir: Microsoft Exchange, MobileMe, Gmail, Yahoo Mail, AOL, e Outra. Escolher a última opção permite configurar contas IMAP e POP por conta própria. Também existem opções para adicionar contas de contato LDAP, contas de calendário CalDAV, e calendários assinados.
Obter Novos Dados – Aqui, você escolherá a periodicidade com que seu iPad se conecta a Internet para reunir novos e-mails e dados de contatos e calendários. A seção também permite selecionar de quanto em quanto tempo você receberá atualizações, variando de a cada 15 minutos ou a cada hora. Escolha a opção Manualmente, e só mostrará quando você quiser.
Mail – Na área do Mail você pode escolher o número de mensagens que devem ser exibidas, o quanto de cada mensagem deve aparecer no preview, e o tamanho mínimo de fonte a ser usado.
Você também pode configurar o app Mail para mostrar indicações Para e Cc, perguntar antes de apagar uma mensagem, carregar imagens remotas, organizar os e-mails por tópicos, e sempre te mandar uma cópia oculta das mensagens enviadas. Nela, também é possível alterar ou remover sua assinatura (como a padrão Enviado do meu iPad).
Contatos – Na área de Contatos, é possível controlar como os contatos são arrumados no seu aparelho e como eles são exibidos (nome ou sobrenome).
Calendários – Aqui dá para escolher ser avisado de novos convites após sincronizar os calendários, configurar a data máxima com a qual os calendários devem sincronizar (2 semanas, 1 mês, entre outras), e escolher o fuso horário que você quer que seja exibido nos itens.
Safari – Na tela do navegador Safari é configuradas a ferramenta de busca padrão (Google ou Yahoo), decidir se quer exibir sempre a Barra de Favoritos, acionar ou desligar um alerta de Aviso de Fraude para sites fraudulentos, habilitar ou desabilitar JavaScript, bloquear pop-ups, e ajustar suas configurações de Cookies.
Aproveite esta área para limpar o histórico, cookies e cache. Apagar a última opção, em particular, pode ajudar a resolver problemas, como travamentos e crashes constantes que você possa enfrentar com o Safari no iPad. Também há uma aba chamada Desenvolvedor que habilita o chamado Console de Depuração, que mostra janelas pop-up automaticamente para ajudar com erros em páginas da web.
Mas talvez o item mais importante nesta tela seja o Preenchimento Automático, que pode economizar seu tempo ao inserir automaticamente formulários na web com informações de contato ou nomes de usuário e senhas que já tenha digitado.
FaceTime – Você precisará de uma Apple ID para usar o aplicativo de videochamada FaceTime no iPad. Faça login ou crie uma conta nova na tela de ajustes.
Notas – Escolha a sua fonte para o app Notes entre essas três opções: Noteworthy, Helvetica ou Marker Felt.
Loja – Tela de configurações onde você vai para fazer login ou logout da sua conta na iTunes Store. Se não estiver logado em nenhuma conta, receberá duas opções: acessar com uma conta existente ou criar uma nova Apple ID. Após ter feito login, pode selecionar a opção Visualizar Conta (para ver informações de pagamento e contato) ou Finalizar a Sessão.
Outros Apps – Alguns programas baixados da App Store também vão armazenar uma porção das suas configurações individuais aqui nesta seção do iPad. Eles aparecerão abaixo do cabeçalho na coluna esquerda da tela de Ajustes, listados em ordem alfabética por nome.
Fonte: CIO