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Posts com a Tag ‘carreira’



  • Conquiste a carreira que você quer desenvolvendo valor para os negócios


    25 de abril de 2012

    Profissionais de tecnologia estão frustrados com a profissão de TI. Eles não conseguem encontrar um emprego ou uma promoção. Estão sempre ouvindo que a demanda existe, mas não é isso que a sua experiência pessoal mostra. Sentem que têm as habilidades necessárias para o trabalho, e até disposição para serem qualificados ou certificados nas tecnologias que o mercado demanda. Mas os requisitos para desenvolvimento de uma carreira de sucesso permanecem desconhecidos.

    Para alguns profissionais de TI, a frustração chegou ao ponto de perderem a noção do que é necessário para se encaixarem no futuro da profissão. O que fazer? Abandoná-la? Acho que não. Nas condições econômicas de hoje, com a concorrência cada vez mais intensa e o surgimento cada vez mais rápido de novas tecnologias, a demanda por pessoas que podem efetivamente aplicar a TI às necessidades do negócio e aos objetivos estratégicos nunca foi tão grande.

    Mas note que eu não disse que os negócios precisam simplesmente de profissionais de TI. Requerem “pessoas que possam efetivamente aplicar a TI às necessidades de negócios e aos objetivos estratégicos.” Os profissionais de TI que os empregadores consideram valiosos para os seus negócios não têm apenas as habilidades técnicas certas, mas também as capacidades necessárias para contribuições empresariais produtivas a longo prazo.

    E sobre aqueles critérios aparentemente misteriosos para ser um profissional de TI bem sucedido? É simples. Na verdade, a primeira coisa que você precisa é demonstrar que está ciente das necessidades do negócio e que é capaz de encontrar maneiras inovadoras para os atingir. Você precisa falar a linguagem dos negócios. E assim buscar proficiência nas tecnologias mais recentes, além de procurar adquirir as habilidades necessárias para:

    1 – Comunicar-se falando a linguagem do pessoal da área de negócios.

    2 – Ser um líder melhor na empresa.

    3 – Negociar o ecossistema de clientes de forma eficiente.

    4 – Inspirar sua equipe.

    5 – Fornecer valor inestimável para o sucesso de seus clientes.

    É assustador ter muito mais a aprender? Bem, a boa notícia sobre os soft skills fundamentais para o desenvolvimento da carreira de TI é que, ao contrário de habilidades tecnológicas, eles não mudam tanto. Mas se ignorá-los em favor de mais e mais habilidades de TI, difícies, e certificações, lembre-se que esse caminho poderá limitar o mercado de trabalho, porque as habilidades de negócio são consideradas cada vez mais valiosos para os empregadores do que a competência técnica, na hora de construir uma carreira.

    Em outras palavras, você precisa de ambos, e se tudo que você tem é proficiência técnica – mesmo uma extraordinária proficiência técnica – você não irá a lugar nenhum. Já se buscar unir a proficiência técnica com uma extraordinária consciência de negócios e rápida capacidade de resposta, então o céu será o limite.

    Saiba onde quer ir

    No começo da minha carreira, confiei no que eu chamo de “sorte shotgun”. Busquei oportunidades de formação diversas que me atraíram ou pareceram promissoras, e persegui todas as oportunidades para o avanço que vieram junto. Por um tempo, essa estratégia funcionou muito bem, e eu senti que estava sendo impulsionado para frente apesar de qualquer plano real. Eventualmente, porém, o meu progresso começou a ficar lento e comecei a adivinhar as minhas decisões de carreira. Foi quando alguém me disse que eu deveria saber o que eu estava procurando, antes de começar a procurar. E ouvi a frase memorável: “Se você não sabe o seu destino, qualquer caminho serve.”

    Tomando esse conselho a sério, comecei a desenvolver a intenção consciente, o que me permitiu dar pequenos passos, constantes, no sentido de escolher a opção mais atraente diante de oportunidades que se encaixavam com meus objetivos. Desenvolvi uma série metas de curto prazo, muito específicas, que poderia me preparar para realizar e sentir, mais uma vez, que estava em movimento. É claro, ao mesmo tempo tracei um objetivo de  mais longo prazo. Alcançá-lo imediatamente não era meu foco.

    Você poderia pensar em tudo isso como algo semelhante a estar na margem de um rio. Você tem que estudar o caminho, sabendo que o seu objetivo está do outro lado do rio. De pé, onde está, você só pode ver até a próxima curva, e esse é o seu objetivo imediato. Eventualmente, depois de atingir muitas curvas, você pode escolher um lugar onde possa atravessar o rio mais facilmente.

    Defina objetivos

    Ser mais específico e ser realista ajudam. Você tem que estabelecer objetivos realizáveis, de modo a estabelecer também um padrão de sucesso.

    Considere tudo, e quando decidir sobre um objetivo, o anote. Ah! Importante: não limite seus objetivos. Não busque apenas assumir novas posições e cargos. Leve em conta outros objetivos, legítimos, como ter mais reconhecimento, melhorar relacionamentos, ser desafiado por tarefas mais difíceis, aprender novas técnicas ou tecnologias, ganhar experiência internacional, ampliar ou aprofundar conhecimentos, melhorar o equilíbrio trabalho+vida, aumentar a remuneração, tirar proveito dos benefícios educacionais. As possibilidades são limitadas apenas pela sua imaginação.

    Um fator-chave no estabelecimento de metas realistas é avaliar suas aptidões e quão elas se alinham com o objetivo que você está considerando. Isso irá ajudá-lo a canalizar sua ambição em direções mais adequadas às suas habilidades naturais e pontos fortes, e, alternativamente, vai ajudá-lo a definir metas intermediárias destinadas a desenvolver as aptidões que você precisa para alcançar outro objetivo particular.

    O que geralmente acontece quando você está selecionando objetivos é que você se torna mais ativo e capaz de descobrir as qualificações necessárias para estar verdadeiramente preparado quando a oportunidade certa surgir. E a oportunidade surge, por contar,, pelo menos para aqueles que estão preparados para elas. A beleza de se preparar para uma coisa é que quase sempre parece se preparar para muitas coisas.

    Agora, vamos voltar à questão do que os recrutadores estão procurando, além do know-how técnico. São muitas coisas, na verdade. E apesar de ninguém no planeta satisfazer plenamente todos os requisitos que listo abaixo, isso não o impede de atender a boa parte deles.

    1. Perspectiva de negócios

    Entrevistadores querem saber se você está orientado para o negócio ou para as tecnologias mais cool. A escolha deles recairá sempre para o candidato que demonstre mais interesse e compreensão de como a área de negócios conquista seus clientes e os retém. É preciso ter consciência de fatores críticos de sucesso e do papel que a TI desempenha nessa jornada, além de disposição para evitar custos desnecessários, melhorar o serviço e aumentar a receita com o uso cada vez mais eficaz da TI.

    Sem essa perspectiva, o seu interesse em tecnologia estará fora de sintonia com as necessidades dos negócios.

    Você é franco e amigável? Mostra vontade de compartilhar e trocar conhecimentos em todos os níveis? Conhece bem os desafios de gestão dos negócios? Pode dar exemplos de metas de negócios ou tarefas que você teve, as atividades que você realizou e os resultados que você conseguiu?

    Orientação estratégica – Para alguns cargos, os entrevistadores vão querer saber se você pode olhar para além valor do negócio, o que inclui questões como o posicionamento da empresa em relação à liderança so segmento industrial que atua, excelência operacional e melhoria da área de business intelligence e intimidade com o cliente, e se você tem disposição para iniciar estratégias exploratórias estratégicas em torno de tecnologias emergentes.

    Consciência de tendências tecnológicas – Mais do que competência técnica, o que está sendo procurado aqui é alguém que saiba o suficiente sobre as tecnologias atuais para estimar seus ciclos de vida, e que possa identificar quais as tecnologias emergentes devem ser observados e explicar por quê.

    Capacidade de medir e melhorar a qualidade do serviço – O que quis é uma pessoa que conhece os meios práticos e comprovados para fazer isso, que tenha experiência em fazer acontecer e que é capaz de descrever como uma forma de melhoria contínua devem ser implementadas.

    2. Sucesso em situações desafiadoras

    Você pode descrever eventos difíceis de sua carreira com objetividade? Os entrevistadores não estão interessados ​​em ouvir sobre uma cadeia interminável de sucessos. É importante estar aberto sobre as falhas, enfatizando as lições aprendidas. Também é interessante demonstrar como você soube reconhecer contribuições especiais de membros da equipe que ajudaram a atravessar um momento difícil.

    Excelente capacidade de comunicação – É acessível para ser acionado, não importa a posição que ocupe? Comunicação de todas as formas (escrita, falada, em apresentação) será avaliada, então você precisa ser capaz de demonstrar essas habilidades em seu currículo, em sua carta de apresentação e, claro, durante a entrevista em si. O peso dado a esta habilidade é bem alto, já que a TI deve ser um parceiro proativo, não um espectador reativo. Ah! E aqui vai uma dica para você: o comunicador eficaz de TI não usar o jargão de TI. Falar a língua do negócio.

    Capacidade de liderança comprovada – É caracterizada pela  visão, por padrões de comportamento exemplar, capacidade de inspirar os outros, experiência na introdução de mudanças, ser encarregado de tarefas complexas de amplo alcance, facilidade de estar à vontade em áreas de grande responsabilidade, habilidade para alcançar desempenho estelar da equipe e disposição para compartilhar crédito, entre outras coisas.

    Você é alguém da confiança dos recursos da empresa?

    Capacidade comprovada para introduzir mudanças benéficas – Aqui, os tomadores de decisão vão querer saber como persuasão, colaboração e comunicação foram usados ​​para ganhar apoio para a mudança, que condições ou circunstâncias foram melhoradas e como os resultados foram quantificados (especialmente quando se lida com situações sensíveis ao tempo ou críticas) .

    3. Relações profissionais de longa data

    Você mostra interesse em seus colegas,  nas pessoas de sua equipe e naquelas com quem deve interagir? Você demonstra que você se preocupa com seu bem-estar, e encontra tempo para ajudar a melhorá-lo? Você ficar em contato com pessoas que você já trabalhou em estreita colaboração? Você tem um padrão de troca de ajuda e orientação com essas pessoas? Suas relações – na profissão de TI, no mundo dos negócios e na comunidade de fornecedores – são construtivas e positivas? Os recrutadores vão querer saber essas coisas para que possam eliminar aqueles que são pobres na construção de relacionamentos.

    Referências de três excelentes parceiros e clientes

    Empregadores querem ver cada vez mais como os candidatos são percebidos por aqueles que trabalharam para eles ou com eles e por aqueles que foram seus supervisores.

    4. Bom equilíbrio trabalho+vida pessoal

    Acredite ou não, a pessoa que é consumida pela carreira será preterida em favor de quem é mais equilibrada. Isso é porque agora é geralmente reconhecido que os colaborados mais produtivos e inovadores são os que sabem cuidar de si próprios, suas famílias e suas necessidades profissionais, na proporção adequada. Eles demonstram desenvolvimento pessoal. Eles também estabelecem padrões de comportamento exemplar, como uma espécie de proposição de valor da equipe.

    Vontade de mudar

    Esta é uma pergunta que não entrava nas entrevistas de emprego, porque a suposição era a de que todos os candidatos eram chefes de família cujas carreiras vinham acima de tudo. Hoje, a questão “Se fosse bom para você, sua família e seu equilíbrio trabalho-vida, você consideraria uma realocação ou transferência?” é fundamental.  A mesma coisa se aplica à disponibilidade para viagens constantes.

    Conhecimento de sua própria proposta de valor … 

    … e a capacidade de expressá-la simplesmente, são relevantes. Por exemplo: “Tenho uma aptidão significativa para otimização de processos e integração de soluções de tecnologia a partir de uma perspectiva de negócio”. Claro, você tem que ser capaz de fazer backup de tais declarações.

    O que mais você precisa?

    Apenas isto: Acredite em si mesmo. Se você tiver fé bem fundamentada em suas qualificações e capacidade de enfrentar desafios, as chances são as de ser escolhido por unanimidade. Empregadores sabem esta qualidade quando se deparam com ele, e eles valorizam muito o suficiente que pode compensar de outra forma menos-que-perfeito qualificações. Por quê? Porque nada acontece exatamente como planejado. Quando surgem surpresas, os empregadores sabem, os melhores resultados vão vir sobre quando eles colocaram alguém com auto-confiança no comando do desafio.

    Você tem isso. Deixá-lo passar.

    Fonte: CIO

  • 10 erros bobos no currículo que podem custar uma vaga de emprego


    20 de abril de 2012

    Fazer um currículo pode parecer algo simples: você coloca os seus dados escolares e profissionais, cursos, especificações e algumas considerações. Mas saiba que pequenos detalhes, coisas que nem nós mesmos percebemos às vezes, podem fazer toda a diferença na hora de conquistar uma oportunidade no mercado de trabalho.

    Pensando nisso, o site New Scientist listou dez itens um tanto corriqueiros que podem influenciar nas decisões dos empregadores em não contratarem você. O curioso é que muitos deles afirmam notar esses tipos de erros o tempo todo. Veja abaixo algumas dicas para otimizar as informações do seu currículo e evitar prejudicar o próprio desempenho na próxima vez em que for se candidatar a uma vaga.

    1. Muitos detalhes
    Vários dados podem ficar de fora do seu currículo, como telefones demais, por exemplo – o seu celular e o número residencial já são suficientes. Evite nomes de referência, salários por posição e endereço de empresas ou escolas. Isso tudo, se necessário, será solicitado posteriormente.

    2. Muito espaço em branco
    Não precisa deixar o currículo tão cheio a ponto de parecer um jornal, mas um currículo de meia página pode mostrar que você não tem trabalhos ou experiências suficientes de vida. Mesmo que você nunca tenha tido um emprego, deve ter feito pelo menos um trabalho voluntário, atividades extracurriculares ou tido posições de liderança. Não apresente um currículo mostrando apenas seu objetivo.

    3. Segunda página
    Não faça um currículo com duas páginas, a menos que simplesmente liste referências na segunda. Se você não conseguir fazer um currículo em até uma página, pode dar a impressão que falta capacidade de se comunicar de forma sucinta – que tem se tornado cada vez mais crucial no nosso mundo de redes sociais.

    4. Foto
    Muitas pessoas cometem o erro de colocar uma foto de si mesma no currículo, talvez com a ideia de que a boa aparência vai ajudar a conseguir uma entrevista. No entanto, uma companhia não pode considerar, na teoria, uma imagem na hora de determinar se você está ou não qualificado para a vaga. Várias organizações descartam imediatamente currículos com fotos. Por isso, só coloque uma figura caso solicitem.

    5. Dados imprecisos
    Tome sempre cuidado para colocar títulos, responsabilidades e período em que você trabalhou em uma empresa de maneira consistente e correta. Imprecisões no currículo podem causar grandes problemas em entrevistas.

    6. Fatos que distraem
    Conheça a linha que separa as boas informações de muita informação. Listar premiações ou vitórias desnecessárias podem causar má impressão. Certos dados causam mais distração do que adição positiva no currículo.

    7. Escola primária
    Não é recomendado colocar a instituição onde você completou seu ensino fundamental. O importante para o empregador são os graus universitários e formação profissional.

    8. Passatempos estranhos
    Não coloque hobbies ou interesses estranhos em seu currículo. Há melhores maneiras de mostrar sua individualidade.

    9. Fontes e tipologia bobas
    Já imaginou um empregador olhar para o seu currículo com fonte em Comic Sans, letras coloridas ou qualquer tipologia gritante? Essa é, sem dúvida, uma péssima forma para se elaborar um bom currículo.

    10. E-mails “fofinhos”
    Nada de usar contas de e-mails bonitinhos que você tinha na sua adolescência. Se você ainda usa logins como bonequinha2434@email.com, florzinha98@email.com, e tantos outros exemplos, é hora de criar um e-mail mais sério, profissional e com menos brincadeiras.

    Fonte: Olhar Digital

  • Cinco coisas que um bom chefe não deve fazer


    10 de abril de 2012

    Uma das maiores preocupações dos líderes é – ou deveria ser – conseguir ter um bom relacionamento com a sua equipe. Apesar de um certo ditado popular dizer que é impossível agradar a todos, o oposto também é verdade: é bem possível que todo mundo deteste sua gestão.

    Mal sabem esses líderes que boa parte do que se convém chamar de “cair no gosto” dos empregados reside em atitudes corporativas simples, ou melhor, à falta delas. O site Inc. listou cinco dicas do que você não deve fazer para que seus funcionários comecem a apreciar mais a sua postura de líder:

    Cobrar favores

    Essa é crucial, pois envolve, ao mesmo tempo, o relacionamento corporativo e o caráter de um gestor. Nunca faça favores aos seus subordinados se você já espera receber algo em troca. A generosidade deve ser espontânea e gratuita. Assim, a retribuição a ela parte de forma voluntária.

    Exemplo prático: não adianta pedir ao seu funcionário para trabalhar em horas extras ao jogar na cara dele o quão bacana você foi ao deixar ele faltar um dia para levar a sogra doente ao hospital.

    Reuniões para “ter ideias”

    Uma grande ideia é espontânea, vem com o momento. Sessões de brainstorm podem parecer úteis para juntar cabeças e pensar em grupo, mas a melhor forma de pedir a opinião de alguém é fazer isso diretamente. Não é raro funcionários terem ideias melhores do que as suas, então o melhor caminho é dar a eles o espaço para falar abertamente, como se eles estivessem no seu cargo – e dar o feedback, positivo ou negativo, em relação à sugestão deles.

    Relatórios de desempenho

    Chegamos a uma moda inútil que o corporativismo contemporâneo instituiu nas empresas. Na teoria, relatórios de desempenho, independentemente de sua frequência, soam como um diferencial profissional que vai ajudar o funcionário na carreira.

    Na realidade, eles não passam de dispensável formalidade.

    Os editores do site explicam o motivo: ninguém espera o período de entrega de relatórios para dar uma bronca ou fazer um elogio. Mais uma vez, essas são coisas que acontecem na hora. É bem mais interessante que um chefe tenha a espontaneidade de dizer na hora o quão errado foi sua atitude ou o quão importante foi a sua sugestão, do que esperar um papel timbrado dizer de forma impessoal seus acertos e erros.

    Planejamento profissional

    Não entendam mal. Planejar seu futuro sempre é bom e somos totalmente a favor disso. O caso aqui é quando você quer colocar isso no papel (ou em uma apresentação do Powerpoint). É de seu interesse saber o que cada funcionário espera da empresa e da sua gestão. Segundo o site, criar planos formais de carreira são, assim como os relatórios de desempenho, outro mito corporativo que só nos faz perder tempo.

    Ao invés disso, por que você não conversa sobre os objetivos dos seus funcionários durante um almoço, informalmente? Dessa forma, ao invés de perder tempo pensando em planos de carreira, você pode desenvolver projetos que se alinhem às expectativas daquilo que você conversou, ou métodos de treinamento que funcionem conforme as necessidades do empregado.

    Se desculpar pela demora em se desculpar

    Nunca, sob nenhuma circunstância, deixe que a frase “Eu já devia ter me desculpado por isso, mas…” saia de sua boca. Se você errou, vá e peça desculpas. O mínimo que você espera de um funcionário é que ele reconheça um erro no momento em que você o cobra por satisfações. Assim sendo, você tem a obrigação de seguir esse padrão.

    Reconhecer o erro também é trato de um líder de caráter. Seja esse líder.

    Fonte: Olhar Digital

  • Cinco dicas para conseguir se recolocar no mercado de trabalho


    3 de abril de 2012

    Em todo o mundo, as atividades de fusão e aquisição cresceram 22% no quatro trimestre de 2011, aponta o IntraLinks Deal Flow Indicator (DFI), índice calculado pela Intralinks, provedora de soluções de software como serviço (SaaS). No Brasil, o volume de negócios no período obteve alta de 32% em relação ao quarto trimestre de 2010.

    Inúmeros profissionais ainda vivem o drama de ver departamentos inteiros serem reestruturados. Como reultado desses processo é comum profissionais com cargos executivos serem dispensados.

    Para os especialistas em recursos humanos, a primeira regra diante da possibilidade de cortes é que o executivo esteja preparado para encarar o medo e sem ter que esconder-se. Mais do que entrar nas estatísticas de desemprego no Brasil, o profissional deve ser ágil ao encarar a situação como um planejamento de carreira, buscando contatos, cursos, outplacement, ou avaliando a abertura de um negócio próprio.

    Não é o momento de tirar férias, mas uma oportunidade de encarar a carreira. E essa busca pela nova colocação no mercado deve tomar tanto tempo quanto um trabalho normal. Manter a serenidade é fundamental, mas com foco no novo emprego.

    Veja cinco dicas de como conquistar uma nova vaga rapidamente.
    1- Faça da procura por uma vaga seu novo trabalho em tempo integral
    O profissional pode não estar empregado momentaneamente, mas tem um trabalho, que é encontrar uma vaga no mercado. Se ele encarar os primeiros meses de desemprego como férias, corre o sério risco de perder um tempo precioso. E voltar a procurar um emprego depois dessas “férias” vai ser ainda mais difícil.

    Quando o profissional inicia a procura de uma nova posição imediatamente, ele está preparado para a oportunidade certa quando esta surgir. Sua disponibilidade aparecerá nas entrevistas, desde a forma como apresenta o currículo à maneira como se comporta durante um escrutínio. Se o profissional tiver habilidade de negociação, esta também estará afiada.

    2- Mantenha o pique
    Ser demitido nos dias de hoje pode trazer o pânico para a vida de um profissional e é exatamente por isso que é necessário manter as prioridades em ordem para manter o pique. Só assim é possível ganhar motivação para voltar ao mercado com a vontade que necessária.

    Profissionalmente falando, a demissão pode ser uma benção. Principalmente se a empresa anterior era do tipo que entediava ou enraivecia com suas políticas. Pode ser o momento de aproveitar para encontrar uma posição que ofereça novos desafios e oportunidade de crescimento.

    3- Eficiência no Networking
    É o momento de voltar a entrar em contato com todos que você conhece, mesmo que pareça desconfortável revelar a situação de desemprego. Aliás, esconder isso é um grande erro. Todo mundo sabe que o mundo está sujeito a intempéries e o demitido é apenas um em um milhão. O melhor é dizer a todos, pois qualquer pessoa pode ter algum contato importante para oferecer.

    Além disso, manter sua rede de contatos na internet pode ser uma forma excelente de reconquistar uma posição. A Web já é o meio preferencial no qual empregadores procuram profissionais. Mas é bom tomar cuidado para que essas redes não prejudiquem o profissional. Nada de fotos comprometedoras ou textos com detalhes particulares que não sejam motivo de orgulho.

    4- Consultoria é uma alternativa
    O profissional que sai de um posto de trabalho em tempo integral costuma rechaçar consultorias pela idéia de não-permanência. Mas é uma opção a ser considerada. Não é incomum que consultores fiquem cinco anos ou mais em uma companhia. São anos de pagamentos e benefícios de um emprego em tempo integral. Além disso, o consultor sempre pode mirar em uma posição permanente em uma organização.

    A consultoria traz outros benefícios: flexibilidade, possibilidade de escolher com quais projetos trabalhar, atualização constante das competências profissionais. Em último caso, pode ser uma opção para manter a renda enquanto não surge uma vaga definitiva.

    5- Qualifique-se
    Se o profissional sempre teve aspirações de atingir um alto status em qualificação em tecnologia da informação, mas nunca conseguiu ter tempo para chegar ao nível desejado, o momento do desemprego pode ser a hora perfeita. Enquanto procura emprego, você pode correr atrás de obter um MBA ou outro tipo de educação que o qualifique para um posto executivo. Desta forma, quando a economia se ajustar, terá pontos extras na briga por uma vaga.

    Fonte: IDGNow

  • Cinco traços de linguagem corporal que podem condenar entrevistas de emprego


    27 de março de 2012

    Grande parte de nossa comunicação com outras pessoas não se restringe apenas à fala, visão ou audição, mas também à nossa postura diante do que queremos expressar. Prova disso são os gestos que fazemos com o corpo – principalmente com as mãos -, e que dizem muito a nosso respeito. O problema é quando esse tipo de comportamento se manifesta em momentos não muito indicados, como uma entrevista de emprego.

    O site WiseBread detalhou cinco erros comuns que as pessoas cometem ao “falar com o corpo” durante entrevistas profissionais, e também deu dicas para evitá-los. Acompanhe abaixo e veja como melhorar o seu desempenho na hora de lutar por uma vaga.

    Seu aperto de mão pode causar uma boa ou má primeira impressão

    Torne seu aperto de mão firme, mas não de maneira agressiva ou frágil demais. Bem sabemos que o nervosismo pode tomar conta de muita gente ao partir para uma entrevista, mas certifique-se de que suas mãos estejam secas e não suando ao se apresentar para o recrutador.

    Não toque o seu rosto

    As pessoas tendem a colocar as mãos para apoiar seus rostos durante alguma entrevista. No entanto, se quiser dar uma boa impressão, precisa estar consciente de que suas mãos podem ditar o resultado final de um processo seletivo. Mantenha-as longe de seu nariz e boca, e não as coloque sobre o queixo, como quem está analisando o ambiente. Para muitos entrevistadores, tocar o rosto pode ser um sinal de desonestidade.

    Não cruze os braços

    Mesmo quem não tem o hábito de participar de muitas entrevistas, sabe que o simples cruzar de braços pode dizer muito sobre o que você acha a respeito de um determinado assunto. Cruzar os braços é, muita vezes, sinônimo de agressividade ou desinteresse, e esta, com certeza, não é a primeira impressão que você quer transmitir. O máximo que você pode fazer é colocar suas mãos sobre a mesa (caso haja alguma).

    Não olhe tão fixamente

    Contato visual sempre é uma boa saída. Mas existe uma diferença entre olhar fixamente e simplesmente prestar atenção. Por isso, essa atitude deve ser algo natural: não fixe os olhos no seu entrevistador, mas olhe-o com atenção sem deixá-lo desconfortável. Ao mesmo tempo, não percorra a sala com o seu olhar, como quem parece entediado ou pensando em outras coisas que não sejam o motivo da entrevista.

    Evite balançar muito o corpo

    Balançar o pé, as pernas, acenar muito com a cabeça, girar o corpo na cadeira, e tantos outros movimentos dessa natureza podem fazer com que o recrutador o interprete como uma pessoa desinteressada, ou até mesmo hipócrita ou covarde. Assim como o contato visual deve ser ponderado, concordar positiva ou negativamente com a cabeça deve também ser moderado, e apenas quando a situação for claramente apropriada.

    Fonte: Olhar Digital

  • Veja sete erros na busca por empregos via web


    26 de março de 2012

    Quando procuram emprego, muitos profissionais esquecem as regras mais básicas, cometem erros e caem nas armadilhas mais óbvias. O site JobandTalent.com elaborou uma lista dos sete erros mais importantes na busca por empregos via internet, que podem ser facilmente evitados.

    1 – Perfil incompleto

    Você entregaria o seu currículo em papel sem ele estar completo? Se a sua resposta for “sim”, só podemos desejar-lhe boa sorte. Se a sua resposta for “não”, então também acreditamos que não o fará quando procura emprego por meio da Iinternet. “O perfil profissional exibido nas redes sociais e sites de emprego deve estar completamente preenchido. As organizações não perdoam o não preenchimento de todos os campos do perfil ou que isso seja feito de forma telegráfica – é percebido como falta de interesse.

    2 – Participar apenas por participar

    Uma das grandes vantagens da procura de emprego na internet é a facilidade com que se pode encontrar propostas e responder a elas. Mas o que é uma vantagem também pode tornar-se um vício terrível, prejudicial para a carreira de um indivíduo. Convém lembrar a importância de responder às propostas que se encaixam no perfil apresentado.

    Candidatar-se a empregos cujos requisitos não são preenchidos é um erro. A melhor das hipóteses é a candidatura não ser considerada. Em futuras iniciativas até pode ser ignorada, porque o candidato pode ser classificado como não habilitado permanentemente, mesmo para cargos mais interessantes.

    3 – Não cuidar da imagem que se tem online

    Podemos não gostar, mas tal como os indivíduos investigam um potencial empregador, as organizações também usam o Google ou o Facebook para saberem mais sobre um possível empregado. A partir dessa premissa, o JobandTalent.com recomenda cuidado especial com a reputação online e com os conteúdos compartilhados, incluindo as imagens. É importante também rever as configurações de privacidade nas contas de redes sociais. “Qualquer coisa que não acrescente à procura de emprego deve ser retirado do ar. E as fotos de um indivíduo em festa não acrescentam nada”, lembra o site.

    4 – Não ser ativo

    Ficando à espera, não se encontra emprego. É preciso ser ativo. Registre-se em todos os sites de emprego e redes sociais profissionais, crie um currículo objetivo, preencha o perfil por completo, e acrescente uma foto bem tirada. Mas tenha consciência de que essas ações são apenas o primeiro passo.

    5 – Adicionar contatos por todo o lado

    Quando se procura emprego, deve-se cultivar uma extensa rede de contatos, mas que sejam úteis ou, mais importante, reais. “É tentador adicionar muitos contatos para se estar ligado a um maior número de oportunidades de emprego, mas isso não é a realidade”, explica o JobandTalent.com.

    6. Não aproveitar as oportunidades de ter o currículo online

    Deve-se levar em conta que no online não existem as mesmas limitações de um currículo em papel, e aproveitar para fornecer mais detalhes. Quanto mais informações existirem no espaço do perfil, mais hipóteses haverá de ser encontrado.

    7 – Descartar os métodos offline

    Trata-se de um ponto importante, muitas vezes esquecido. “A probabilidade de o seu próximo emprego ser encontrado por meio da web cresce todos os dias, mas enquanto essa probabilidade não for de 100%, não se pode descartar a via offline.” Por isso, quando se pretende encontrar um novo emprego, essa intenção deve ser dada a conhecer a amigos e familiares.

    Fonte: IDGNow

  • Cinco comportamentos que você deve evitar na empresa


    20 de março de 2012

    Você quer visibilidade em sua carreira. Positiva, certo? A última coisa que a sua carreira precisa é de uma gafe – ou seja, um erro que o coloca no centro das atenções negativas. Um erro estúpido pode ser capaz de acabar com a sua carreira.

    Há situações sutis e cotidianas que podem significar suicídio profissional. Veja cinco comportamentos que você deve evitar.

    1. Enviar e-mail impróprio

    A maioria é lúcida o suficiente para saber que piadas de mau gosto ou correntes não têm vez na comunicação corporativa. A maior parte dos funcionários de escritório se complica mesmo é com respostas impulsivas a e-mails recebidos.

    Algum dia você já leu um e-mail rápido demais, disparou uma resposta colérica para todos os lados e depois descobriu que tinha interpretado mal a mensagem recebida? Além de desperdiçar o tempo das pessoas, você acaba envenenando suas relações de trabalho, talvez para sempre.

    Antes de responder a um e-mail que elevou sua pressão sanguínea, aplique o teste útil de perguntar a si mesmo:  “Eu ia querer que minha resposta fosse publicada na primeira página do The New York Times?”.

    Se a resposta for não, esfrie a cabeça. Salve a mensagem em uma pasta de rascunhos e examine-a depois. Você tem certeza de que é isso que deseja escrever, sobretudo se estiver insultando diretamente o destinatário? Será que suas palavras poderão ser interpretadas mais negativamente do que você pretende?

    Por fim, você quer que esta mensagem chegue ao seu chefe – ou ao diretor de RH? A propósito, não se apóie em nenhum recurso “unsend”. Ele vai falhar quando você mais precisar. E tome muito cuidado para não apertar o botão “Responder a todos”, ou sua conversa supostamente pessoal será a mais nova fofoca do escritório.

    2. Humilhar colaboradores

    Depois de executar um volume de trabalho significativo para um determinado cliente, decidi, um dia, tentar ter mais presença junto a este cliente. Telefonei para um executivo de outra área desta organização, apresentei-me e disse que “Carl” (nome fictício do executivo de TI com quem eu costumava trabalhar) estava satisfeito com meu trabalho.

    Este executivo replicou: “E por que eu deveria ligar para o que Carl pensa?”.

    Não foi inteligente da parte dele dizer isso, em especial para alguém que é de fora da organização. Se Carl tivesse ouvido essa observação – esse tipo de coisa se espalha – um gigantesco abismo seria criado entre ele e seu indiscreto colega. Mais importante, observações como essa afetam a credibilidade da organização.

    Veja outro exemplo: digamos que você seja a pessoa a quem o help desk leva os problemas que não consegue resolver. Você descobre, ao conversar com um cliente, que o membro da equipe com quem ele falou deu-lhe informações escassas. Talvez você ache esse membro da equipe um idiota, mas não é uma boa idéia dizer isso ao cliente.

    Antes de tudo, se seu chefe ficar sabendo que você fala mal dos seus colegas para os clientes, você poderá ter sérios problemas. Denny Brown, CIO da concessionária de energia elétrica Arizona Public Service, é categórico: esse tipo de comportamento constitui insubordinação e, portanto, é “motivo de demissão”.

    O ideal é manter uma frente unida ao lidar com o cliente. Resolva o problema com seu colega nos bastidores.

    3. Contradizer o chefe em público

    Suponha que seu chefe cometa um erro factual ao fazer uma apresentação. Será que você deve corrigi-lo no ato, achando que ele vai agradecê-lo por chamar atenção para o erro na frente de todos?

    Hum… não.

    Em que circunstâncias você pode contradizer o chefe em público com segurança? Vislumbro apenas duas.

    Se o prédio estiver em chamas e o chefe apontar a saída errada para as pessoas, provavelmente você poderá corrigi-lo com poucas consequências.

    Se o chefe achar que cometeu um erro, mas não cometeu, você pode falar – quanto mais alto, melhor. Por exemplo, o chefe menciona o fornecedor correto de backup off-site, mas em seguida diz: “Desculpem, me enganei”, você pode dizer: “Não, chefe, você estava certo”.  Não é sempre que você tem uma oportunidade dessas, portanto, aproveite.

    Do contrário, exercite extrema discrição quando seu chefe errar em público. Se o assunto for realmente importante (o CIO informa a data errada em que a implementação entrará em operação), aborde-o durante o intervalo e mencione o erro discretamente. No reinício da sessão, um CIO inteligente e generoso aponta o erro, desculpa-se e lhe dá o crédito da correção.

    Você dificilmente será benquisto se corrigir o chefe em público. O mais provável é que ele fique aborrecido por fazer papel de bobo e talvez até queira saber por que você não detectou o erro antes da apresentação.

    Se faltar muito tempo para o intervalo, tente atrair a atenção do chefe com o olhar e falar-lhe em particular. Mas nunca o corrija em voz alta na frente do grupo.

    4. Cometer erros sociais grosseiros em um evento da companhia

    Comportamento inadequado de funcionários em festas do trabalho é clichê desde os anos 50, mas isso não significa que as pessoas não façam um papelão. Don Michalak, coautor do livro Making the Training Process Work e consultor de empresas como Ford, KPMG e Marsh & McLennan Co., enfatiza que esses encontros não são eventos puramente sociais. “Não faça nada que não faria no escritório da sua empresa ou de um cliente.”

    Sim, haverá comida na festa. Vá em frente e coma, mas não chame atenção estacionando na mesa do coquetel de camarão. (Certo ou errado, as pessoas vão reparar se você exagerar). Uma boa ideia é comer alguma coisa antes da festa para não parecer esfomeado ao chegar. Tome cuidado se houver bebidas alcoólicas, você sabe o que pode acontecer se beber demais.

    Se levar um convidado, peça-lhe que tome cuidado com as palavras. Você não vai quer que ele diga ao seu chefe: “Você não é tão careca quando falaram”.

    A propósito, por mais que você se dê bem com seus colegas, uma festa não é o momento certo para reclamar das horas extras que precisou trabalhar para implementar uma solução. Se você chegar a conversar sobre as horas ou o projeto, procure ser positivo: “Foi difícil, mas consegui”.

    5. Eliminar possibilidades de retorno ao sair

    Muita gente tem a fantasia de criticar o chefe ao deixar a empresa. Pense duas vezes antes de soltar o verbo. Você se lembra da bolha da internet dos anos 90? Muitos profissionais de TI saíram de empresas tradicionais com a ideia de faturar milhões em startups de internet, que acabaram fracassando. Quem saiu em bons termos com seu antigo empregador teve mais chance de ser recontratado.

    Quando se desligar de uma empresa, que seja da maneira mais amistosa possível. Ao fazer o anúncio da saída, enfatize as vantagens do futuro emprego, nunca as desvantagens do atual. Aponte razões para ser grato por ter trabalhado ali, mas seja sincero, não invente coisas.

    Se você aprendeu alguma coisa com seu chefe e seus colegas de trabalho, diga-lhes. Mesmo que você tenha enfrentado dificuldade com alguém, pode dizer, por exemplo: “Obrigado por me ensinar a fazer um benchmark de um ambiente Active Directory”. Sair em bons termos só poderá ajudá-lo se você reencontrar estas pessoas posteriormente.

    Mesmo os líderes com um histórico de sucesso podem falhar. Normalmente isso é porque eles têm maus hábitos que podem transparecer.

    Aprender com o passado pode ajudar a evitar erros reincidentes. No entanto, não confunda aprender com o passado com reviver o passado. Esse último envolve interminável autorecriminação e, muitas vezes autopiedade, que nem sempre ajudam a resolver a situação.

    Fonte: Computer World

  • 8 dicas para a geração Y não fazer feio no mundo corporativo


    8 de março de 2012

    Os jovens que estão acabando de entrar no mercado de trabalho podem se sentir um pouco deslocados e sem saber o que fazer em determinadas situações. Para isso, o site Inc. criou uma lista com 8 dicas bacanas para a geração Y fazer bonito no mercado de trabalho, aprendidas com empregados mais velhos… e experientes.

    A primeira – e, talvez, a mais difícil – diz respeito ao sono. O site diz para você acordar cedo. Mas, não basta levantar da cama: “você precisa estar desperto e totalmente funcionando”, pois as empresas possuem sua própria programação que é muito mais puxada que a de uma faculdade ou colégio.

    O Inc. também explica que os detalhes realmente importam. Gramática, ortografia, vestimenta e até comunicação são extremamente importantes: “Em um mundo que se move rapidamente e é cada vez mais conectado, pequenos detalhes podem se tornar grandes erros”.

    Outra dica super importante do site é que “suas notas são super importantes para você, para seus pais e professores. Mas, experiência na área é o que realmente importa no mundo real”. Assim, experiência supera educação. Uma pessoa com boas experiências terá mais credibilidade e impacto, de acordo com o site.

    Também vale lembrar que ser prestativo é sempre bom. O Inc. explica que pegar cafés, colocar uma água extra na geladeira para alguém beber ou atividades que podem parecer simples fazem diferença. “Essas coisas são valiosas quando acontecem e notadas quando não ocorrem”.

    A próxima dica diz que compromissos vão além de se esforçar. Ou seja, não adianta nada assumir um compromisso e dizer “eu tentei” quando tudo der errado. “Executivos experientes vão esperar que você cumpra seus compromissos ou, se tiver dificuldades, avise alguém bem antes do prazo final”. Então, quando for assumir um compromisso, não o faça da boca para fora.

    O Inc. também explica que não há problema em realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo: “Você pode andar e falar ao telefone ao mesmo tempo. Mas, você não pode dar atenção total a uma reunião e enviar e-mails e SMS ao mesmo tempo”. Então, esteja presente em apenas uma atividade se ela requer concentração.

    Organização: esse é outro ponto muito valioso dentro de empresas. Se você for organizado, será mais ágil em suas atividades. Então, utilize todas as ferramentas à disposição para organizar suas tarefas e não ficar abarrotado.

    A última dica se refere ao uso do “Por que?”. O Inc. explica que, para as gerações mais antigas, esse questionamento pode ser um pouco irritante quando relacionado a políticas, processos e ordens dadas. “O ‘por que?’ é uma ótima maneira de obter clareza e contexto”, mas isso não quer dizer que você deve dizê-lo toda vez que não gostar de algo que lhe foi pedido. “A menos que a ordem recebida seja ilegal, antiética ou imoral, a resposta para a sua pergunta deve ter pouco impacto sobre a execução do que foi pedido”.

    Agora que você já sabe como se comportar em ambientes corporativos, fica mais fácil obter sucesso, não é mesmo? Então, capriche em cada um desses detalhes e boa sorte!

    Fonte: Olhar Digital

  • Como empresas podem atrair e reter talentos de TI


    17 de fevereiro de 2012

    Melhorar o salário, oferecer mais flexibilidade e prêmios atraentes são as principais formulas para manter nos quadros de TI talentos certos que atender às necessidades dos negócios da companhia. Porém no Brasil, onde há escassez de mão de obra qualificada e em outros mercados como Estados Unidos e países da Europa afetados pela desaceleração da economia, atrair e reter os bons profissionais se tornou um desafio para as empresas do setor.

    Geralmente a contratação de novos profissionais parece simples. As companhias precisam oferecer propostas mais atraentes da que eles tinham no antigo emprego. Mas o assunto se torna mais complicado quando se fala de reter os que já fazem parte do time da empresa. Os bons mesmos são assediados constantemente pela concorrência.

    No Brasil, essa situação vem ocorrendo com mais freqüência por conta da aceleração da economia e pelo fato de a demanda por profissionais ser maior que a oferta no mercado. Um estudo recente sobre o mercado de trabalho no setor realizado pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) estima que o país fechou 2011 com déficit de 92 mil especialistas.

    Como o mercado de TI no Brasil vem crescendo mais que 10% ao ano, taxa que é dobro do índice mundial, o levantamento da Brasscom prevê que até 2014 o País precisará de mais 78 mil talentos qualificados, o que pode aumentar mais ainda o déficit de mão de obra no setor.

    A mesma pesquisa aponta ainda que as universidades brasileiras não conseguirão atender nem a metade dessa demanda. Com base no número de estudantes matriculados nos cursos do setor, a entidade prevê apenas 33 mil jovens se formarão nos próximos três anos, o que demonstra que a iniciativa privada e pública têm um papel fundamental no processo de desenvolvimento dos talentos de TI.

    Como a procura por profissionais bons se tornou um desafio para as companhias do setor, convencer os atuais colaboradores de que ele pertence à empresa que trabalha é essencial para retê-los.
    A Computerworld dos Estados Unidos elaborou juntamente com especialistas internacionais algumas recomendações que os diretores de recursos humanos devem levar em conta para manter em seus quadros os bons talentos.

    1- Salário compatível
    Pagar salário compatível com a função exercida pelo profissional e valorizá-lo é algo essencial. É óbvio que seu empregado ficará tentado a mudar de emprego ao receber uma proposta mais atraente. As empresas estão competindo pelos bons talentos e criando uma bolha para acabar a insatisfação deles, oferecendo salário exorbitante. No Brasil, por exemplo, estudos de consultorias apontam que os salários inflacionaram em 2011 e alguns chegaram a taxas de aumento de até 20%.

    Porém, os especialistas advertem que, embora a maioria dos empregados coloquem o salário no topo da sua escala de prioridades, muitos preferem outros benefícios, tais como possibilidade de trabalhar em casa e jornada mais flexível para terem mais qualidade de vida. Alguns estão buscando o equilíbrio entre vida pessoal e profissional para terem mais tempo para a família, lazer e estudos que aprimorem sua carreira.

    2- Flexibilidade e recompensas
    Como já mencionado, o salário não é atualmente o único fator para retenção de talentos. Estudos da empresa PeopleBank do Reino Unido, especializada em recrutamento de pessoal, informa que esse item está entre a quinto e oitava preocupação dos trabalhadores. Ou seja, as empresas devem adotar planos consistentes para gratificar seus empregados.

    Oferecer coisas simples, como acesso aos recursos da infraestrutura para que os colaboradores possam realizar suas tarefas sem esforço ou trabalho em equipe são essenciais para tornar a empresa atraente aos olhos de um talento de TIC.

    A possibilidade de trabalhar em casa está ganhando uma importância maior para os trabalhadores do setor, obrigando as companhias a analisarem essa tendência de acordo com as regulamentações. Recentemente, o Brasil aprovou uma lei que garante aos profissonais remotos os mesmos direitos dos que trabalham nas empresas.

    3- Uso de Mídias Sociais
    Nos últimos anos, mídias sociais como LinkedIn, Facebook e Twitter se tornaram ferramentas importantes para atrair e reter os talentos mais valiosos da organização. Este tipo de rede permite também que a empresa saiba se a cultura organizacional é a mesma dos seus empregados, bem como detalhes da sua personalidade e habilidades potenciais.

    Além disso, o uso de redes sociais no processo e recrutamento de pessoal mostra o interesse da empresa em inovação e também o quanto ela está disposta a analisar o inconformismo de seus empregados.

    4 – Formação e desenvolvimento profissional
    Os funcionários estão cada vez mais exigente. Eles esperam que a empresa tenha um programa de educação continuada que permita melhorar suas habilidades e manter-se atualizados sobre as últimas tendências, já no mundo de TI as tecnologias mudam muito rapidamente.

    Uma forma de reter talento é oferecer oportunidade para que seus colaboradores não fiquem obsoletos, incentivando o seu desenvolvimento profissional. É importante apoiá-los no desenvolvimento de sua carreira. Esse caminho ajuda a resolver qualquer dissonância que pode evitar males maiores que afetam a condução dos negócios da empresa.

    Fonte: IDGNow

  • Veja quatro dicas para trabalhar com mídias sociais


    20 de dezembro de 2011

    Em um universo que já foi dominado por áreas como medicina, engenharia, direito e outras profissões, os trabalhos envolvendo a internet têm crescido de maneira constante – especialmente no que diz respeito às mídias sociais. Só nos Estados Unidos, cerca de 30 mil vagas estão abertas para quem gosta e tem interesse em ingressar nesse mercado.

    Mas, o que fazer para, digamos, se adequar a esse tipo de oportunidade? Antes de tudo, vale lembrar que não basta ter uma conta no Twitter ou Facebook. Pensando nisso, o site Mashable listou quatro dicas que com certeza vão te ajudar quando o assunto são redes sociais, principalmente na hora de preencher uma vaga.

    1. Quantifique suas experiências nas redes sociais das empresas

    Você já sabe que, antes de comparecer a uma entrevista de emprego, aconselha-se buscar conhecer a companhia e estudá-la, para se diferenciar dos demais candidatos. E nas empresas de mídias sociais não é diferente. Contudo, é necessário se mostrar ativo e interessado nas ferramentas sociais da companhia – tudo, claro, de maneira discreta e informal, pois lembre-se: você está falando com alguém de maneira profissional, e não com um amigo, por exemplo.

    Muitos entrevistadores questionam qual foi a importância das redes sociais em experiênciais de trabalho anteriores. Logicamente, quanto mais experiências, melhores chances do empregador perceber que você tem potencial para administrar funções da área.

    Feito isso, como dar o seu melhor e conseguir um emprego? Primeiro, certifique-se de quantificar o impacto das redes sociais durante sua última experiência profissional. Seu currículo ou carta de apresentação, por exemplo, podem fornecer alguns dados específicos sobre sua participação nesses sites. Algo como “Ajudei a estabelecer um aumento de duas vezes o tráfego de usuários no Twitter para nossa página de produtos, o que resultou em um crescimento de 50% na receita trimestral”, ou até “Auxiliei no aumento de participação dos internautas no Facebook: de uma média de 24 comentários por semana, saltou para 75, em um período de três meses”.

    2. Prepare o caminho para ser bem visto na web

    De acordo com Amy Porterfield, uma consultora de mídias sociais americana, “quando existe a oportunidade de contratação para cargos em mídias sociais, as empresas vão buscar informações sobre você, antes de qualquer outro lugar, na internet”. E é verdade. Para se ter uma ideia, 69% das empresas já rejeitaram candidados por causa de sites de relacionamento, e 47% dos recrutadores realizam pesquisas sobre o entrevistado nas redes em que estão cadastrados.

    Nesse caso, é recomendado que você otimize seu Facebook, LinkedIn, Twitter ou qualquer conta em outros sites, e que você acrescente todos eles em seu currículo. A participação também é fundamental, como ter um blog e atualizá-lo com frequência, ou fazer um canal de vídeos no YouTube. Estes são apenas alguns exemplos de como mostrar que você já domina habilidades nas mídias sociais.

    3. Faça cursos online

    Algumas universidades gastam mais tempo com conceitos sobre marketing e não investem tanto em ferramentas online. Com isso, uma maneira de se diferenciar e buscar conhecimento é se matricular em programas de formação profissional, que trabalham em habilidades para aumentar seu desempenho e acrescentar maiores especificações ao seu currículo.

    Entre as opções estão aulas e cursos que você pode fazer onde quiser – desde que tenha um computador conectado à internet -, ou em instituições de ensino espalhadas por todo o Brasil.

    4. Por último, e não menos importante: não seja “careta”, e sim descontraído

    Geralmente, muitas vagas de emprego exigem certos comportamentos para os entrevistados. Algumas pessoas, por exemplo, não gostam de trabalhar com roupas mais sociais e, em outros casos, efetuam funções mais fechadas e mecânicas, sem direito à opinião. No entanto, a mídia social é baseada totalmente na personalidade do indivíduo ou da empresa. Dessa forma, o candidato pode expressar seu senso de humor, ser criativo e um grande comunicador diante daquilo que gosta de fazer – tudo para impressionar os recrutadores.

    Fonte: Olhar Digital