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Posts com a Tag ‘Cloud Computing’



  • Cloud não é ‘hype’. Saiba como fugir da modismo


    3 de outubro de 2012

    Nuvem privada não significa só redução de custos, não é apenas um investimento em virtualização, tampouco é limitada a oferta de IaaS, adverte o Gartner. Segundo a consultoria, é preciso ter cuidado para não cair na ‘promessa falsa’ do uso da tecnologia.

    “As áreas de Tecnologia da Informação têm que tomar cuidado para evitar o “hype” e devem concentrar os esforços na computação em nuvem privada que agrega valor ao negócio”, sustenta Cassio Dreyfuss, vice-presidente da consultoria. Entenda o ponto de vista do Gartner e saiba o que não é ‘hype’ em cloud computing.

    1. Nuvem privada não é virtualização

    A virtualização facilita a reunião e realocação de recursos de infraestrutura de maneira dinâmica (servidores, desktops, storage, redes, middleware etc.). Pode ser realizada de outras maneiras como, por exemplo, com máquinas virtuais, sistemas operacionais ou contêineres de middleware, softwares de abstração de storage, de computação em grid e ferramentas de escala horizontal e cluster. A computação em nuvem privada aproveita a virtualização para criar um serviço e é usada apenas por uma empresa. Também pode ser compartilhada com outras companhias, mas deve garantir o completo isolamento desta organização em relação às demais.

    2. A nuvem privada não significa só redução de custos

    As empresas podem reduzir custos com a nuvem privada quando eliminam tarefas repetitivas para serviços padrão. Este tipo de Cloud Computing pode realocar recursos de maneira mais eficiente para atender aos requisitos organizacionais, reduzindo custos de capital para hardware. Mas, a nuvem privada requer investimentos em software de automação e a economia não deve justificar o custo. Os benefícios da automação e medição ligadas à sua utilização são a agilidade, a rapidez de comercialização, as habilidades de dimensionamento de uma demanda dinâmica e de experimentação da unidade de negócios.

    3. A nuvem privada não é, necessariamente, instalada localmente

    Este tipo de computação em nuvem é definida por privacidade, não por locação, propriedade ou responsabilidade do gerenciamento. Enquanto a maioria das nuvens privadas é instalada localmente (baseadas na evolução dos investimentos existentes em virtualização), uma porcentagem crescente será terceirizada e/ou não instalada localmente. As nuvens privadas de terceiros terão uma definição mais flexível de “privacidade”. Deverão compartilhar as instalações de Data Center, os equipamentos ao longo do tempo (a partir de um conjunto de recursos disponíveis) e recursos, mas sempre isolados por redes privadas virtuais (VPNs).

    4. A nuvem privada não é apenas Infraestrutura como Serviço (IaaS)

    A virtualização de servidores é uma grande tendência e, portanto, um importante elemento para a computação em nuvem privada. Porém, ela não se limita a IaaS. Por exemplo, com ofertas de desenvolvimento e testes permitindo uma Plataforma como Serviço (PaaS) de alto nível, elas fazem mais sentido do que um simples serviço de máquinas virtuais. Hoje em dia, o IaaS é o segmento que mais cresce em Cloud Computing. Ele fornece o menor nível de recursos de Data Center em termos de facilidade de consumo e não muda a forma como a TI é feita. Os desenvolvedores usarão PaaS para criarem novas aplicações projetadas para a nuvem, que produzem novos serviços, diferenciando-se quando comparadas às antigas.

    5. A nuvem privada não será sempre privada

    Os analistas do Gartner afirmam que a nuvem privada é uma “medida provisória”. Ao longo do tempo, a nuvem pública irá amadurecer, aprimorar os níveis de serviço, de segurança e gerenciamento. Além disso, surgirão novos serviços voltados a requerimentos específicos. Algumas nuvens privadas se moverão completamente para a nuvem pública. Entretanto, a maioria de suas capacidades evoluirá para permitir o Cloud híbrido, expandindo a capacidade efetiva da nuvem privada de alavancar serviços da nuvem pública e recursos de terceiros. Por ter começado pela nuvem privada, a TI está se posicionando como uma “corretora” para todos os serviços oferecidos à empresa, sejam eles privados, públicos, híbridos ou tradicionais. Uma nuvem privada que evolui para a híbrida ou pública pode reter a propriedade do seu autosserviço e, consequentemente, retém o cliente e a interface. Esta é uma parte da visão para o futuro da “TI híbrida”.

    Fonte: Convergência Digital

  • Conheça as principais modalidades de serviços do Cloud computing


    24 de agosto de 2012

    O uso mais popular da tecnologia de cloud computing (computação em nuvem) é a oferta de software como serviço (SaaS, da sigla em inglês Software as a Service). Neste modelo, em vez de comprar licenças, as empresas adquirem soluções que rodam na nuvem, que são fornecidas pela internet – ou pela intranet, em alguns casos – e pagas de acordo com o uso. Com isso, o cliente também não precisa mais se preocupar com as atualizações, que passam a ser realizadas pelo provedor.

    De acordo com um recente relatório da consultoria IDC, as vendas de SaaS devem saltar de US$ 16,6 bilhões, em 2010, para US$ 53,6 bilhões, em cinco anos. Mais do que isso, em 2015, essa modalidade tende a representar 20% de toda a oferta de software no mercado mundial.

    Para Pedro Bicudo, sócio-diretor da consultoria TGT Consult, outra modalidade que tem caído nas graças das empresas brasileiras é a contratação da infraestrutura como serviço (ou IaaS, da sigla Infrastructure as a Service). “É uma evolução do que conhecemos como co-location”, pontua Bicudo, que atribui o sucesso dessa oferta ao fato de que mais da metade das corporações instaladas no País já adotam outsourcing e, portanto, encaram a evolução para a nuvem como algo pouco traumático.

    Um levantamento divulgado pela In-Stat projeta que, até 2015, o mercado de IaaS vai atingir os US$ 4 bilhões. Porém, o instituto considera que boa parte desse aumento está ancorada na própria oferta de SaaS, que tende a impulsionar os demais serviços fornecidos em nuvens públicas, os quais devem crescer 153% nos próximos quatro anos.

    A seguir, veja as três principais modalidades de serviços oferecidos em cloud computing:

    SaaS – software como serviço ou aplicativo como serviço

    Pode ser definido como um modelo no qual os softwares são hospedados por um fornecedor ou um provedor de serviço terceirizado que permite aos clientes acessarem esse aplicativo por meio de uma rede, normalmente a internet.

    A modalidade, também conhecida no mercado como software on demand (sob demanda), prevê que o fornecedor do serviço responda pela manutenção, atualização e suporte.

    IaaS – infraestrutura como serviço

    Nessa modalidade, o usuário contrata o data center e a infraestrutura de hardware e software pela internet ou intranet. O provedor pode oferecer servidor, sistema operacional, armazenamento em disco, base de dados e recursos de mensagem.

    O IaaS tem ganho espaço pelo uso de um modelo de pagamento elástico, no qual o cliente paga apenas pelos serviços utilizados e pode, facilmente, aumentar ou reduzir os serviços contratados.

    PaaS – plataforma como serviço

    O modelo menos difundido de cloud computing, o PaaS fornece a infraestrutura necessária para que os desenvolvedores de software construam novos aplicativos ou aumentem as funcionalidades de soluções já existentes.

    A plataforma como serviço é atraente tanto para empresas que precisar criam aplicativos customizados, como para os desenvolvedores independentes de software e empresas que desenvolvem soluções para nichos verticais.

  • Tudo o que você precisa saber sobre o Cloud computing


    22 de agosto de 2012

    Em apenas três anos, cloud computing (ou computação em nuvem) virou o termo mais repetido no mercado de TI (tecnologia da informação). Em parte, isso se deve a uma pressão dos fornecedores, que visualizam a possibilidade de aumentar suas receitas com a oferta de novos produtos e serviços. No entanto, o sucesso dessa modalidade também está relacionado à promessa que ela carrega, de revolucionar o uso dos recursos computacionais.

    Para ajudar a entender como funciona e quais as possibilidades de cloud computing, listamos cinco  conceitos da tecnologia na nuvem, até questões específicas, como o impacto no mercado de trabalho e os riscos e benefícios do modelo.

    1. O Conceito

    Há diversas definições sobre o que significa cloud computing. Mas, de forma geral, todas elas convergem para o mesmo conceito: trata-se de um formato de computação no qual aplicativos, dados e recursos de TI são disponibilizados aos usuários como serviço, por meio da internet, e pagos de acordo com o uso. Para que isso aconteça, o modelo se baseia no compartilhamento da memória, da capacidade de armazenamento e de processamento de servidores.

    Os serviços em cloud podem ser oferecidos por meio de nuvens privadas ou públicas, de acordo com a necessidade de cada usuário.

    2. Riscos e Benefícios

    Muito do sucesso da computação em nuvem está relacionado às promessas de benefícios que podem ser obtidos pelos usuários dessa modalidade, a partir da redução de custos, flexibilidade, agilidade, simplificação da gestão de TI e facilidade de acesso remoto.

    Hospedar soluções em cloud, no entanto, traz uma série de riscos para os usuários, que devem ficar atentos a questões de segurança, privacidade de dados, confiabilidade do link de dados, falta de padronização, entre outros.

    3. Modalidades de Serviços

    O software como serviço representa a maneira mais popular de contratar serviços na nuvem. Neste modelo, em vez de adquirir licenças, os usuários pagam uma mensalidade para o provedor de serviço, que fornece a aplicação pela internet.

    Além do software, no entanto, as empresas têm aderido a outras modalidades de cloud computing, como infraestrutura como serviço e plataforma como serviço.

    4. Casos Práticos

    A contratação de serviços em cloud computing é interessante em diversas situações. Mas mais populares delas são quando as organizações lidam com aumentos sazonais de demandas dos recursos de TI, precisam implementar projetos de forma rápida ou no caso de companhias iniciantes ou de pequeno porte, que não têm dinheiro e equipa para manter a estrutura tecnológica.

    5. Impacto no Mercado de Trabalho

    Existe a perspectiva de que a popularização da computação em nuvem vai afetar o mercado de trabalho em TI. O motivo para isso é que quanto mais empresas deixarem que recursos internos sejam processados e gerenciados por terceiros, menos elas ficarão dependentes de profissionais de tecnologia para resolver questões operacionais. Em contrapartida, precisarão de uma equipe que consiga traduzir as diversas demandas das áreas de negócio em soluções contratadas em cloud.

    Fonte: Olhar Digital

  • Desempenho é ponto crítico na escolha da nuvem


    4 de julho de 2012

    Levantamento, conduzido pela Alcatel-Lucent, revela que as preocupações associadas ao desempenho – estabilidade, tempo de resposta, disponibilidade de ponta a ponta – são os fatores que mais inibem a adoção de serviços de nuvem pelas empresas.

    Os responsáveis pela tomada de decisões na área de tecnologia da informação (TI) identificaram o desempenho como o aspecto mais importante das soluções de nuvem que precisa ser melhorado. As outras grandes preocupações citadas incluem segurança, custo e facilidade de uso. O que está em jogo é o mercado global de serviços na nuvem, que deve crescer em US$177 bilhões até 2015.

    Apesar de mostrar a rápida adoção de serviços na nuvem por grandes empresas em diversos setores do mercado, o estudo também ressalta deficiências nos serviços de nuvem pública atuais, com destaque para os riscos relacionados à disponibilidade e à qualidade do serviço.

    Não à toa, dois terços dos responsáveis por tomar decisões de TI não utilizam a nuvem para seus aplicativos comerciais essenciais, pois temem que o serviço fique indisponível e 46% dos entrevistados consideram que o sistema atual de serviços de nuvem apresenta atrasos inaceitáveis.

    O levantamento mostra ainda que um em cada quatro queixou-se de que não existe um caminho simples para a resolução quando os acordos de nível de serviço (SLAs) não são cumpridos. Também revela que dois em cada cinco tomadores de decisões de TI relataram que o serviço fica indisponível com frequência ou por longos períodos.

    A relutância em adotar a nuvem foi mais alta nos setores financeiro, de seguros, de saúde e do governo – segmentos em que o desempenho e a segurança são requisitos essenciais para os aplicativos e serviços. Mesmo assim, 44% dos departamentos de TI entrevistados estão otimistas, pois acreditam que os pontos fracos dos serviços de nuvem atuais serão resolvidos e esperam aumentar o uso dos mesmos nos próximos três anos.

    O estudo relata que, em todas as regiões, os responsáveis pela tomada de decisões na área de TI estão dispostos a pagar por uma solução de nuvem de alto desempenho e de última geração. Na verdade, um serviço de nuvem carrier-grade é quatro vezes mais atraente para os tomadores de decisões de TI e tem o potencial de gerar uma receita dez vezes maior que os serviços de nuvem existentes.

    Porém, para aproveitarem essa oportunidade ao máximo, os provedores de serviço precisam oferecer uma solução de nuvem fácil de usar que consiga dar suporte a configurações de rede complexas, VPN e outros serviços, além de largura de banda garantida e entrega rápida.

    A pesquisa da Alcatel-Lucent foi realizada com a participação de 3.886 tomadores de decisões de TI em empresas multinacionais de tecnologia de médio e grande porte localizadas em sete países (Estados Unidos, Reino Unido, França, Índia, Coréia do Sul, Taiwan e Hong Kong).

    Fonte: Convergência Digital

  • Nuvem e tablets em alta, mas Segurança é minimizada nas corporações


    28 de junho de 2012

    Pesquisa mundial da Ernest&Young – 14ª edição do Estudo mundial de Segurança da Informação – mostra que 81% das corporações se preparam para incorporar os tablets e os smartphones nas suas rotinas. Também constata que 61% das organizações querem usar serviços na nuvem ainda este ano, apesar de muitas ainda terem muitas dúvidas com relação ao real ganho do uso do conceito.Mas há um ponto extremamente negativo: Apenas 1/3 das empresas entrevistadas admitiram ter atualizado suas estratégias voltadas para Segurança da Informação nos últimos 12 meses.

    O levantamento, que ouviu 1700 organizações de TI em todo o mundo, mostra que a ação prática está muito distante da proposta teórica de uma TI organizada. Isso porque 72% dos entrevistados constataram que houve um incremento no risco de ameaças externas nos últimos 12 meses, mas as medidas efetivas adotadas ficaram bem abaixo do necessário. A promessa é que 59% dos entrevistados garantiram que vão aumentar os investimentos em segurança para 2013, mesmo que apenas 51% assumam ter uma política desenhada para a área.

    “O grande problema é que cada vez mais os negócios estão sem fronteiras. O uso da nuvem impõe a adoção de segurança ainda mais reforçada”, destaca Alfonso Guerrero, gerente de serviços da Ernest&Young da Colômbia. A preferência por cloud é uma realidade, mas o estudo da consultoria atesta que as organizações querem a nuvem, mas ainda não compreendem as consequências da adoção dos serviços no seu dia-a-dia.

    Especialmente quando o uso de tablets e smartphones ganha força como ferramenta corporativa. Não à toa, mais da metade dos entrevistados assume que os dispositivos móveis são considerados um tema ‘difícil’ ou ‘muito difícil’ na área de TI.

    Fonte: Convergência Digital

  • Cinco tendências de cloud


    23 de maio de 2012

    Embora o potencial da computação em nuvem seja impressionante, dizem especialistas, o impacto e o nível de aprovação ao longo do tempo são incertos e requerem revisões frequentes da estratégia empresarial. Nesse sentido, o instituto de pesquisas Gartner identificou cinco tendências de cloud computing que estão ganhando força e que podem se fortalecer nos próximos três anos. Para passar por essas fases com tranquilidade, as companhias devem desenhar um planejamento afinado com o novo universo.

    Por exemplo, a nuvem traz uma série de benefícios, como redução de custos, maior flexibilidade e complexidade baixa, além de direcionar recursos para áreas de maior valor agregado, reduzindo os riscos.  No entanto, esses benefícios potenciais devem ser cuidadosamente examinados e comparados com os desafios e ameaças, incluindo segurança, falta de transparência, preocupações com o desempenho e a disponibilidade, restrições sobre as necessidades de licenciamento e integração. Esses problemas criam um ambiente complexo que devem ser levados em consideração ao avaliar a nuvem.

    Segundo o Gartner, a cloud híbrida é imperativa hoje. O modelo refere-se à coordenação e à combinação de computação em nuvem terceirizada (pública ou privada) e a infraestrutura interna da empresa. Ao longo do tempo, a nuvem híbrida pode resultar em um modelo unificado em que há uma cloud formada por várias plataformas que podem ser usadas, conforme necessário, com base na mudança de requisitos de negócios.

    O instituto de pesquisas recomenda ainda que as organizações tenham em mente que quando os aplicativos são executados em nuvens públicas devem ser estabelecidas diretrizes e padrões para determinar como esses elementos se combinam com os sistemas internos para formar um ambiente coerente que oferece um bom desempenho.

    Ajuda de quem entende

    A escolha de cloud implica na adoção de um suporte. Um integrador de serviços em nuvem (MMS) é um provedor de serviços que desempenha um papel intermediário na migração para a computação em nuvem e pode ajudar no momento pós-implementação. O interesse no conceito aumentou no ano passado e o Gartner espera que essa tendência cresça nos próximos três anos, à medida que as empresas buscam mais serviços de nuvem sem envolver o departamento de TI.

    As empresas também não devem se esquecer de migrar, na primeira oportunidade que tiverem, as cargas de trabalho de infraestrutura existente para a nuvem. Essa abordagem pode trazer benefícios quando a organização tem exigências de recursos variáveis.

    No entanto, para explorar plenamente o potencial de um modelo de nuvem, as aplicações devem ser concebidas com características, limitações e oportunidades de um modelo de nuvem em mente. O instituto de pesquisas recomenda que as empresas olhem para além da migração de cargas e que elas aproveitem todo o potencial da entrevista de aplicativos no modelo.

    Com o mercado de data centers aquecido, o Gartner recomenda que as organizações apliquem os conceitos de cloud no data center do futuro e invistam em infraestrutura para aumentarem a agilidade a eficiência do ambiente.

    Fonte: IDGNow

  • Cinco dicas para sobreviver a interrupções das nuvens públicas


    2 de maio de 2012

    Durante quatro dias em abril de 2011 a Amazon Web Services (AWS) interrompeu seus serviços. Em agosto do mesmo ano teve outra falha. Outros serviços de cloud computing passaram pelo mesmo problema nos últimos meses. Em fevereiro passado, a plataforma Windows Azure, da Microsoft, teve uma série de infortúnios. E apesar das melhorias realizadas pelos prestadores de serviços de cloud computing para minimizar interrupções futuras, elas deverão voltar a acontecer.

    Seguem cinco passos, recomendados por vários especialistas, para as empresas lidarem melhor com as interrupções e evitar impactos maiores:

    1. Usar múltiplas zonas de disponibilidade

    A AWS, por exemplo, oferece várias “zonas de disponibilidade” (Availability Zones – AZ) em cada uma das regiões na qual está estruturada e para cada um de seus serviços. A empresa diz que as AZ funcionam baseadas na sua própria infraestrutura física.

    “Elas estão fisicamente separadas, de tal forma que mesmo havendo desastres extremamente invulgures, como incêndios, furacões ou inundações, eles afetariam apenas uma “zona de disponibilidade”. Durante a interrupção do ano passado, cerca de 45% dos clientes que usavam apenas uma zona para os serviços de bases de dados relacionais sofreram impactos. Em contrapartida, menos de 3% dos clientes que já trabalhavam com uma abordagem com múltiplas zonas foram afetados. Após a interrupção do serviço no ano passado, a empresa tornou mais fácil aos clientes a utilização de múltiplas zonas.

    2. Utilizar várias regiões

    Novamente usando a AWS como exemplo, tem uma rede de oito regiões, incluindo o leste dos Estados Unidos (Virgínia do Norte), oeste dos Estados Unidos (Oregon), oeste dos Estados Unidos (Califórnia do Norte), União Europeia (Irlanda), Ásia-Pacífico (Singapura), Ásia-Pacífico (Tóquio), América do Sul (São Paulo), e ainda a AWS GovCloud. Para maior segurança e proteção além de uma abordagem com múltiplas zonas de disponibilidade, os clientes podem colocar volumes de trabalho espalhados por várias regiões. Não é tão fácil como colocar volumes de trabalho em várias zonas de disponibilidade, porém: é necessário usar diferentes API para as diversas regiões.

    3. Usar vários fornecedores de cloud computing

    No caso de a organização exigir ainda mais redundância, mesmo apesar de ter uma abordagem com múltiplas zonas e regiões, devem usar-se serviços conjugados de vários prestadores de cloud computing, diz Drue Reeves, analista do Gartner. Há algumas ressalvas e cautelas a fazer, pois muitos fornecedores poderão compartilhar recursos de data centers.

    4. Estabelecer níveis de disponibilidade nos SLAs

    Além de tomar medidas técnicas, os clientes podem tomar medidas em outros campos, tais como na negociação com o seu fornecedor de serviços de cloud computing sobre os Service-Level Agreements (SLA). Neles especificam-se sanções sobre os reponsáveis por interrupções e falhas.

    Se um cliente decidir usar um fornecedor de cloud computing para os serviços de recuperação de desastres, o SLA deve impor uma disponibilidade de 99,999%.

    5. Se não aguenta o calor, fica longe do fogo

    Lembre sempre: sua empresa pode não estar preparada para adotar cloud computing no caso de se manifestar extremamente preocupada com a alta disponibilidade de dados e aplicações. É o que diz Steve Hendrick, analista da consultoria IDC. O mesmo diz que a equação é simples: quanto mais críticos forem os dados e os recursos de computação, maiores devem ser os mecanismos de resiliência e alta disponibilidade.

    Fonte: Computer World

  • Os seis principais riscos e benefícios dos projetos de cloud computing


    18 de abril de 2012

    As empresas não podem ignorar a importância de analisar a adoção de serviços nas nuvens, principalmente, porque isso pode torná-las mais competitivas no mercado, graças à redução dos custos de TI e à agilidade de implementação de novos produtos e soluções no mercado. Mas como encontrar o equilíbrio necessário?

    A seguir, separamos os seis principais riscos e benefícios do uso de cloud computing e que podem ajudar a fazer uma análise mais detalhada dos projetos.

    Benefícios

    1.    Redução de custos – ao contratar um hardware, software ou plataforma na nuvem, o usuário não precisa fazer um investimento inicial em infraestrutura ou licenças, as quais passam a ser totalmente geridas e fornecidas pelo provedor do serviço. Além disso, todo o processo de manutenção e atualização das soluções fica sob responsabilidade do fornecedor. Assim, o cliente paga apenas um valor mensal pelo uso dos recursos contratados.

    2.    Elasticidade – este é um dos conceitos que mais atrai as empresas que trabalham com picos de demanda sazonais. Isso porque, cloud computing permite que o usuário aumente ou reduza a quantidade de recursos contratados, de forma simples e ágil, sem a necessidade de mudar contratos. De forma geral, as próprias empresas usuárias do serviço conseguem fazer essa mudança por meio de painéis de controle online.

    3.    Agilidade – para novos projetos, que exijam uma rápida implementação, a computação em nuvem pode ser bastante atrativa. Isso porque, em pouquíssimo tempo, é possível contratar a infraestrutura necessária para rodar um novo projeto, sem a preocupação com compra de hardware e software, implementação e manutenção.

    4.    Simplificação na gestão de TI – ao transferir a responsabilidade pela manutenção de parte dos recursos de tecnologia para os fornecedores de cloud computing, as equipes de TI conseguem se livrar de atividades burocráticas e que consomem um grande tempo, para se dedicar a projetos estratégicos.

    5.    Facilidade de acesso remoto – pelo fato dos serviços em cloud serem acessados pela internet, isso permite que usuários remotos utilizem os recursos de TI da empresa de qualquer lugar. O que pode ser especialmente interessante para companhias que têm profissionais dispersos geograficamente ou que fiquem muito tempo fora do escritório.

    6.    Economia de energia – uma das pressões cada vez mais frequentes na área de TI é a redução de custos. E os data centers, especificamente, são uma importante fonte de despesas. Assim, ao terceirizar os serviços na nuvem, é possível cortar os gastos relacionados à energia e à manutenção dos centros de processamento de dados. O que, por outro lado, responde aos requisitos da TI verde.

    Riscos

    1.    Segurança – este aparece como o tema que mais preocupa as empresas e os usuários que estudam a migração para cloud computing. Isso porque, há uma preocupação em deixar que  sistemas ou dados sensíveis sejam processados por terceiros, em um local não determinado.

    2.    Privacidade dos dados – também em relação à segurança, outro risco bastante apontado no modelo de computação em nuvem é a garantia de que as informações armazenadas em cloud não sejam acessadas ou utilizadas por pessoas não autorizadas ou má intencionadas.

    3.    Link de dados – em especial no Brasil, onde há ainda um problema em relação à infraestrutura de telecomunicações, muitas corporações consideram que pode ser um problema acessar os serviços em cloud, por meio da internet. Isso porque, caso ocorra qualquer interrupção no link de dados, a solução ficará indisponível.

    4.    Provedor do serviço – outra questão em relação à continuidade dos serviços é a garantia de que o fornecedor das soluções em nuvem não terá problemas em seu data center. A preocupação com o assunto ganhou força depois que, em abril deste ano, a fornecedora Amazon teve problemas em sua infraestrutura e tirou do ar mais de 70 sites que estavam armazenados em seu sistema de cloud.

    5.    Falta de SLAs  e padronização – por ser uma tecnologia ainda nova, ainda não há um padrão para a oferta de serviços na nuvem e que seja utilizado pelos mais diversos fornecedores. O que torna difícil uma possível migração de dados de um provedor para o outro, assim como cria uma barreira à criação de acordos de nível de serviço (SLAs).

    6.    Questões regulatórias – por fim, outro risco que precisa ser avaliado na adoção de cloud computing é a questão regulatória. Isso porque, além de seguir as regras de armazenamento de informação vigentes no país de origem da empresa usuária, o fornecedor deve atender à legislação que vigora nos diversos países em que estão instalados seus data centers.

    Fonte: Olhar Digital

  • Os 6 princípios-chave de cloud computing


    21 de março de 2012

    De acordo com a Information Systems Audit and Control Association (Isaca), entidade internacional da área de segurança, embora a computação em nuvem possibilite valor para as organizações, a maioria ignora os impactos da transferência de tomadas de decisão de gestores de TI para os executivos de negócios.

    Na visão de Ramss Gallego, membro do comitê de práticas da Isaca, cloud computing representa uma oportunidade única para as empresas, particularmente para as pequenas e médias.

    Por outro lado, para a associação, esquecer a fiscalização e o controle das decisões sobre cloud pode gerar “riscos significativos” para as companhias, eliminando os benefícios da mudança para a nuvem e, ao mesmo tempo, criando “graves problemas”.

    “Somente por meio do controle e do gerenciamento da nuvem é possível obter todo o potencial do modelo”, analisa a Isaca. Para ajudar as empresas a gerenciar possíveis “pontos de pressão” que começam a aparecer quando as estratégias de computação em nuvem divergem dos serviços de TI prestados internamente ou do regime de outsourcing, a entidade publicou o relatório “Guiding Principles for Cloud Computing Adoption and Use”, que contém os seguintes princípios fundamentais:

    1. Habilitação
    É necessário planejar a computação em nuvem como uma estratégia que vai muito além de um simples acordo de terceirização ou de uma plataforma técnica.

    É adequado ainda considerar os negócios e as necessidades operacionais e periodicamente revisar a estratégia empresarial e a contribuição da TI para garantir que as iniciativas de cloud ampliaram a e vão cotinuar a ampliar o valor da utilização de recursos.

    2. Custo/benefício
    É preciso avaliar os benefícios da adoção do modelo a partir de uma compreensão total do custo em comparação com outras plataformas tecnológicas.

    As empresas devem, por exemplo, documentar, de forma clara, as vantagens esperadas de rápido provisionamento de recursos, escalabilidade e capacidade de continuidade e ainda o custo do ciclo de vida dos serviços de TI prestados internamente ou por meio de um provedor.

    3. Risco

    Convém adotar uma perspectiva de gerenciamento de risco para a empresa monitorar a adoção e o uso da computação em nuvem. Para entender esse princípio, a Isaca recomenda que as organizações considerem as implicações de privacidade no ambiente virtualizado e avaliem ainda as exigências e restrições legais de privacidade, considerando as necessidades do cliente.

    4. Capacidade

    É necessário integrar todas as capacidades que os prestadores de serviços oferecem aos recursos internos para fornecer uma solução de entrega e suporte técnico abrangente. Para isso, a Isaca aponta que é adequado, por exemplo, determinar como as políticas, práticas e processos atualmente suportam o uso de tecnologia.

    Além disso, como a transição para uma nuvem exigirá políticas, práticas e mudanças de processos, e o impacto que elas terão sobre as capacidades.

    5. Responsabilidade
    Definir claramente as responsabilidades internas e dos provedores do serviço. Para isso, entenda como são atribuídas as responsabilidades e executadas na estrutura organizacional e de que forma políticas e práticas são tratadas no âmbito soluções de cloud computing.

    6. Confiança

    Segundo a Isaca, é vital fazer da confiança parte essencial das soluções em nuvem, gerando segurança em todos os processos de negócios que dependem de cloud. Assegure que os prestadores de serviços de software compreendam a importância da confiança.

    Fonte: Computer World

  • O que você precisa saber para ter uma nuvem eficiente


    6 de março de 2012

    Mark Morley, diretor de marketing industrial no Reino Unido da GXS, empresa especializada em soluções de B2B e-commerce, listou as cinco maiores considerações a respeito do tema para quem vai implementar a tecnologia.

    1. Evite fazer muita coisa ao mesmo tempo
    A mudança para um ambiente baseado em nuvem traz muitos benefícios para uma empresa. Entretanto, antes de implantar um projeto B2B (Business to Business) em nuvem, é necessário pensar sobre o que e por qual motivo será movido para este ambiente. Por exemplo: uma empresa que deseja mudar seu processo de faturamento para nuvem visa simplificar a maneira como trabalha com parceiros comerciais em vários países. Para assegurar que o projeto seja um sucesso e alcançar um rápido retorno sobre o investimento (ROI, na sigla em inglês), pode ser mais fácil mudar uma aplicação ou um processo de cada vez, ao invés de tentar uma abordagem mais agressiva.

    2. Pense sobre a implantação
    O sucesso de um projeto baseado em nuvem dependerá de como será o incentivo aos usuários da plataforma, sejam eles internos ou externos à empresa. É preciso pensar nas implicações de segurança envolvidas, principalmente quando o acesso é liberado para parceiros comerciais externos, bem como a maneira como se dará o suporte a todos os usuários. Ambientes em nuvem permitem aos usuários interagirem com a informação de diferentes maneiras, por exemplo, utilizando dispositivos tablet. O que nos leva a um outro ponto importante: Como está a estratégia da sua empresa para mobile B2B? Uma boa oportunidade para melhorar a experiência do usuário.

    3. Conectando aplicações
    Ambientes baseados em cloud computing podem funcionar bem isoladamente, mas para garantir o máximo de ROI em uma implementação da plataforma em nuvem, será necessário uma conexão a um back office ou outro sistema corporativo. Por exemplo: uma empresa pode ter investido significativamente na implantação de uma plataforma para permitir que parceiros comerciais externos lhe enviem informações eletronicamente, mas no caso de um sistema ERP, como essa informação poderia ser obtida?

    Uma pesquisa recente destacou que, em média, 34% das informações que entram em um sistema de ERP vêm de fora da empresa. Portanto, garantir que a informação possa fluir sem problemas entre a sua plataforma B2B em nuvem e seu sistema ERP deve ser uma prioridade na fase de planejamento da sua implantação. No processo de implantação, é preciso pensar no que será integrado. Não é bom integrar todos os aplicativos ao mesmo tempo. Os aplicativos precisam ser integrados gradativamente para garantir que a operação de processos críticos de negócios não seja impactada.

    4. Entenda os custos envolvidos
    Você já realizou uma avaliação aprofundada de quanto custa a instalação e manutenção de um software in-house? Licenças, manutenções, atualizações, servidores, gerenciamento de rede, profissionais de TI para gerenciar a infraestrutura etc. O custo aumenta rapidamente. Em um ambiente tradicional de software o investimento sai automaticamente do capital da empresa, servidores e softwares devem ser adquiridos e mantidos como um ativo de longo prazo. Entretanto um ambiente baseado em cloud computing é considerado despesa operacional, o pagamento do software é de acordo com o uso e, mais importante, o custo não entra como bem da empresa.

    Esses são pequenos exemplos de despesas envolvidas na compra de um software versus um ambiente em nuvem, mas seria interessante gastar algum tempo avaliando sua infraestrutura atual. Você talvez se surpreenda ao saber quanto custa mantê-la no dia-a-dia. Se você compreender todos os custos envolvidos neste ambiente tradicional, talvez passe a questionar por que, de uma perspectiva financeira, não considerou uma estrutura B2B baseada em nuvem anteriormente.

    5. Certifique-se de escolher o provedor de integração em nuvem mais adequado
    A chave para o sucesso da implantação de uma infraestrutura baseada em nuvem é garantir a escolha do provedor mais adequado para trabalhar. Existem provedores que oferecem uma solução em cloud para a visibilidade da cadeia de abastecimento, outros que irão fornecer cobrança eletrônica e outros ainda que ofertam ferramentas colaborativas. O ideal é um fornecedor que possa oferecer uma infraestrutura de alta disponibilidade com um único acordo de nível de serviço para cobrir todas as aplicações que são utilizadas no ambiente de nuvem.

    Fonte: Convergência Digital