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	<title>BLOG - TreinaWeb &#187; CSS</title>
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	<description>Webstandards e Programação Web e Desktop</description>
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		<title>10 mitos da incompatibilidade nos navegadores para HTML/CSS/JS</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 11:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[CSS]]></category>
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		<category><![CDATA[Javascript]]></category>
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		<category><![CDATA[Mitos]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem anda de cabresto, sempre tende a olhar para baixo, excluindo a curiosidade de olhar o mundo exterior ao seu redor, depois que eu saltei da minha zona de conforto a 10 meses atrás, eu tinha a notória sensação de que eu descobria coisas novas a cada segundo, e as lembranças da zona de conforto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem anda de cabresto, sempre tende a olhar para baixo, excluindo a curiosidade de olhar o mundo exterior ao seu redor, depois que eu saltei da minha zona de conforto a 10 meses atrás, eu tinha a notória sensação de que eu descobria coisas novas a cada segundo, e as lembranças da zona de conforto me acomodaram mal, muito mal por sinal.<br />
Uma das coisas que te deixam infeliz é a tal preguiça de inovar, justamente por que confortavelmente você acha que nunca precisa mudar, e nessa migração constante deparamos com mitos criados ou expurgados por quem não dá a mínima atenção em inovar e ser competitivo.</p>
<p>Quando eu comecei a estudar HTML5/CSS3/JS, eu tinha aquela sensação de mal estar adquirido, achando que nada prestava, tudo precisava melhorar, CSS então era a brincadeira de estica e puxa,Deus nos acuda!</p>
<p>Ao passar das semanas eu fui percebendo que os navegadores evoluíram bastante, frameworks e desenvolvedores de padrões web colaboraram para essas evoluções e no final percebi que quem estava atrasado na história era eu mesmo.</p>
<p>Então somei o que eu achava mito e decidi escrever esse post para você abrir sua mente e se liberar de seus medos.</p>
<p>10 Mitos da incompatibilidade nos navegadores</p>
<p><strong>MITO 1 – HTML e CSS é feito para fazer sites e não sistemas</strong>.</p>
<p>Resposta: Então você nunca usou o Hotmail, Gmail, adWords, adSense na vida, você nunca usou itaú bankline, Bradesco on-line e por ai vai. o HTML e CSS é poli valente, funciona para tudo.</p>
<p><strong>MITO 2 – Tenho que fazer vários ifs e elses para suportar N navegadores</strong></p>
<p>Resposta: Não há necessidade, já que existem N frameworks no mercado que fazem a manipulação perfeita entre engines de navegadores, grande parte dos navegadores usam webkit/gecko e o único a usar um engine diferente é o IE com seu msie, porém na última versão 8, já vem com suporte a padrões web.</p>
<p>Frameworks que podem te ajudar a quebrar esse mito: <a rel="nofollow" href="http://www.jquery.com/">JQuery</a>, <a rel="nofollow" href="http://mootools.net/">MooTools</a>,<a rel="nofollow" href="http://www.sencha.com/products/extjs/"> EXT Js</a>, <a rel="nofollow" href="http://script.aculo.us/">Script.aculo.us</a>, <a rel="nofollow" href="http://www.prototypejs.org/">ProtoType</a>.</p>
<p>Ou seja, alternativas é o que não falta para esse mito, já que todos peleijam em achar que irá voltar a época das cavernas por manipular DOM de cada engine de navegador.</p>
<p><strong>MITO 3 – HTML5 é incompatível com navegadores</strong></p>
<p>Respota: Desde quando HTML é incompatível com navegadores? HTML5 nada mais é que uma nova versão do HTML, existem alguns recursos como WebGL, Canvas, Audio, Video, codecs de audio e video que são específicos de cada navegador, que ao total 93% de todos os recursos que você vai usar em um único projeto é compatível com todos os navegadores.</p>
<p>Caso você ainda tenha problemas em achar que o HTML5 pode não rodar perfeitamente no IE7,8 você pode usar bibliotecas já prontas para isso. Uma delas inclusive é amplamente utilizada, a<a rel="nofollow" href="http://www.modernizr.com/"> Modernizr</a>.</p>
<p><strong>MITO 4 – Não posso usar MVC em uma aplicação web feita em Javascript e HTML</strong></p>
<p>Resposta : Mito detonado, no bom estilo caçadores de mitos, desde que javascript é javascript, e tudo é Objeto. Então eu manipulo qualquer objeto aplicando qualquer padrão existente, Aconselho você usar <a rel="nofollow" href="http://speakerdeck.com/u/addyosmani/p/large-scale-javascript-application-architecture">esse slides</a> para te influenciar a pensar diferente.</p>
<p><strong>MITO 5 – Não consigo criar interfaces com facilidade como no Flex<br />
</strong><br />
Resposta: É por que você não conhece o <a rel="nofollow" href="http://jqueryui.com/">JQuery UI</a>, <a rel="nofollow" href="http://yuilibrary.com/">YUI</a>, <a rel="nofollow" href="http://www.prototype-ui.com/">Prototype UI</a>, <a rel="nofollow" href="http://ukijs.org/">UKI</a>, <a rel="nofollow" href="http://mochaui.org/">MochaUI</a>, <a rel="nofollow" href="http://livepipe.net/">Livepipe UI</a>, <a rel="nofollow" href="http://alloy.liferay.com/">Alloy UI</a> e <a rel="nofollow" href="http://code.google.com/webtoolkit/">GWT</a>. Ou seja, alternativas para você criar interfaces não faltam.</p>
<p><strong>MITO 6 – Aplicações Web feitas em HTML 5 e CSS3 não são cross-plataforma.</strong></p>
<p>Resposta: Navegadores hoje são cross-plataformas, rodam no Linux, MAC, Windows, ios, Android e Windows Phone. Se sua aplicação fica na caixinha de areia do navegador então ela também será cross-plataforma, não tendo a necessidade absoluta de portar seu aplicativo para diferentes plataformas. Assim como no Flash Player ser cross-plataforma, é por que ele tira proveito dos navegadores.</p>
<p><strong>MITO 7 – Aplicações feitas em HTML5 e CSS3 são lentas</strong></p>
<p>Resposta: Uma vez que sua aplicação pronta, ela trafega muito mais rápido para o navegador do usuário do que seu SWF, já que não é compilável, é apenas lida.<br />
O Flex compila o que você escreve em um SWF, esse SWF é binário, como uma imagem em JPEG ou PNG é. A diferença é que uma vez baixado ele se torna mais rápido por que não é interpretado. Já com HTML, CSS e JS ele é interpretado sempre que você manipula.</p>
<p>A grande vantagem está no tráfego de dados e na re-utilização do sistema, á que por padrão ele tem cache ativo. roda muito mais macio no navegador e não depende de plug-in.</p>
<p><strong>MITO 8 – Em aplicações Web eu não consigo fazer Sockets, usar o AMF</strong></p>
<p>Resposta: Você consegue sim, WebSockets são novidade, são feitos em js, veja o <a rel="nofollow" href="http://nodejs.org/">Node.JS</a>. E AMF conheça o<a rel="nofollow" href="https://github.com/jamesward/JSAMF"> AMFJs</a>.</p>
<p><strong>MITO 9 – As IDE atuais são péssimas, produtividade ZERO</strong></p>
<p>Resposta: Mito detonado também, existem N IDEs excelentes uma delas é as IDEs feitas pela <a rel="nofollow" href="http://www.jetbrains.com/index.html">JetBrains</a>, compatíveis com os padrões do mercado e cheia de recursos, outras tão boas são para o Eclipse como o <a rel="nofollow" href="http://aptana.org/products/studio3">Aptana</a>. E claro o Dreamweaver CS5.</p>
<p><strong>MITO 10 – Meus aplicativos são re-escritos sempre que for criar uma versão mobile deles.</strong></p>
<p>Resposta: Existem 2 posibilidades de você usar HTML, CSS e JS em aplicações Móveis, uma é usar os Media-Queries de CSS, fazendo o layout de suas aplicações responsivas. Ou criando um aplicativo específico para Mobile usando o mesmo HTML 5 e CSS3 feito para versão Web/Desktop.</p>
<p>Então se você chegou até aqui, é sinal que alguns mitos já passaram por sua cabeça e a dúvida pairava no ar. A minha sugestão é, ajude outras pessoas a se libertar desses mitos.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Igor Costa.</span></p>
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		<title>Acessibilidade web com CSS Parte 2</title>
		<link>http://www.treinaweb.com.br/blog/acessibilidade-web-com-css-parte-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 02:12:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[CSS]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuaremos agora com a nossa lista de técnicas CSS que podem ser aplicadas para tornar o seu site mais acessível. Na última lista fizemos 10 itens, então hoje, começaremos pelo item 11: 11 &#8211; Utilize as marcações apropriadas para as listas e itens de listas: Empregue as tags UL e OL para criar as listas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuaremos agora com a nossa lista de técnicas CSS que podem ser aplicadas para tornar o seu site mais acessível. Na <a rel="nofollow" href="http://www.treinaweb.com.br/blog/acessibilidade-web-com-css/">última lista</a> fizemos 10 itens, então hoje, começaremos pelo item 11:</p>
<p>11 &#8211; Utilize as marcações apropriadas para as listas e itens de listas: Empregue as tags UL e OL para criar as listas, isto facilita a interpretação da página.</p>
<p>12 &#8211; Utilize metadata para acrescentar informações semânticas às páginas: Apesar de ainda ser muito recente, a nova versão do HTML, visa tornar a internet mais semântica, com isto, será mais fácil contextualizar a informação, ajudando na compreensão da página.</p>
<p>13 &#8211; Não utilize tabelas para controlar a apresentação do layout: Não utilize tabela para posicionamento dos elementos da página, só use tabela se ela for fazer algum sentido (dados tabulados), caso contrário utilize outra alternativa (normalmente divs).</p>
<p>14 &#8211; Forneça opções em outros idiomas: Este é um ponto difícil, mas se for possível disponibilize a opção de mais um idioma, de preferência ao idioma inglês, já que é o idioma mais falado no mundo dos negócios/internet.</p>
<p>15 &#8211; Forneça outra opção de leitura: Alguns usuários possuem dificuldade em ler conteúdos on-line, então ofereça a opção imprimir o conteúdo, e/ou uma opção de exportar/converter para pdf.</p>
<p>Com estes 5 itens, terminamos nossas dicas de acessibilidade com CSS, nos próximos artigos traremos mais dicas de acessibilidade, com outras tecnologias.</p>
<p>Até amanhã!</p>
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		<title>Acessibilidade web com CSS</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 00:46:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Fazendo hora]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[CSS]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando nossa serie sobre acessibilidade web, hoje mostraremos técnicas que podem ser aplicadas ao CSS para facilitar a vida dos usuários com dificuldade. Como são vários pontos vamos enumerar em tópicos: 1 - Crie um estilo de apresentação consistente em todas as páginas: Tente padronizar todas as páginas do site, crie o mínimo de folhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Continuando nossa <a rel="nofollow" title="Treinaweb" href="http://www.treinaweb.com.br/blog/tag/acessibilidade/" target="_blank">serie</a> sobre acessibilidade web, hoje mostraremos técnicas que podem ser aplicadas ao CSS para facilitar a vida dos usuários com dificuldade.</p>
<p>Como são vários pontos vamos enumerar em tópicos:<br />
<strong>1 -</strong> Crie um estilo de apresentação consistente em todas as páginas: Tente padronizar todas as páginas do site, crie o mínimo de folhas de estilos e use folhas de estilo externas, evite criar folhas de estilo in-line, assim facilita também a manutenção do site.</p>
<p><strong>2 &#8211; </strong>Evite definições que estão fora dos padrões da W3C: Para garantir que o site não terá nenhuma incompatibilidade, não utilize regras, comandos ou técnicas que já estão em desuso.</p>
<p><strong>3 &#8211; </strong>Use unidade de medidas relativas: Evite usar unidade de medida fixas, como cm e pt. Dê preferência pelas unidades em e %, só utilize medidas fixas, para elementos que possuem medidas fixas, como imagens.</p>
<p><strong>4 &#8211; </strong>Evite usar imagens: Se for possível, substitua as imagens por texto, quando isto não for possível, forneça uma explicação da imagem em forma de texto, através da tag &#8220;alt&#8221; do elementos img, por exemplo: <span style="color: #888888;">&lt;img src=&#8221;http://www.treinaweb.com.br/images/treinaweb_elearning2.gif&#8221; alt=&#8221;Logotipo do site TreinaWeb&#8221; /&gt;</span></p>
<p><strong>5 -</strong> Forneça o site sem html: No momento do desenvolvimento do site, verifique se ele permanece legível, mesmo que sem o CSS da página, para facilitar os usuários que utilizam browsers sem suporte ao CSS.</p>
<p><strong>6 -</strong> Evite utilizar apenas um fonte de letra: Sempre forneça mais de uma opção de fonte, bem como evite utilizar fontes em desuso ou pouco utilizadas.</p>
<p><strong>7 -</strong> Crie um estilo de texto simples: Evite utilizar efeitos no texto, como: efeitos de sombra, &#8220;piscante&#8221;. Caso tenha que aplicar os efeitos no texto, sempre forneça uma forma de &#8220;desligar este efeitos&#8221;.</p>
<p><strong>8 -</strong> Sempre utilize as folhas de estilo para tabular o texto: Nunca tabule o texto &#8220;à mão&#8221;, utilize os elementos do CSS para tabular o texto, como: word-spacing, text-indent, write-spancing.</p>
<p><strong>9 &#8211; </strong>Cuidado ao utilizar cores nos textos: Certifique-se que toda informação transmitida pela cor esteja disponível também sem a cor, por exemplo, mediante contexto ou por marcadores.</p>
<p><strong>10 &#8211; </strong>Sempre teste seu site em um browser somente texto (o mesmo que os leitores de tela utilizam). O <a rel="nofollow" href="http://lynx.isc.org/">Lynx </a>é um dos mais famosos. Se não quiser instalá-lo, existem alguns emuladores, como o <a rel="nofollow" href="http://www.delorie.com/web/lynxview.html">LynxView</a>.</p>
<p>Por enquanto é isto. No próximo artigo traremos mais dicas de como utilizar o CSS para tornar o site mais acessível.</p>
<p>Até a próxima!</p>
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