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  • 7 pontos para considerar ao contratar um consultor de TI


    9 de novembro de 2012

    A contratação de um consultor de TI para uma tarefa de missão crítica ou projeto que impulsione o core business, por vezes, exige agilidade em razão da demanda dos negócios. Esse profissional especializado é normalmente levado para a empresa para atuar com prazos custos e por isso é imperativo localizar o perfil adequado.

    Esse é um processo complicado e potencialmente arriscado. Alguns passos, no entanto, podem ser tomados para minimizar os riscos para a empresa. Há uma série de razões para buscar um consultor de TI, incluindo a formação sobre um novo equipamento, software ou tecnologia.

    Independentemente do motivo, encontrar o consultor em linha com a companhia pode significar a diferença entre o sucesso e o fracasso.

    Então, por onde começar? Michael Chrusch, vice-presidente sênior, conselheiro-geral e secretário corporativo da Signature Consultants, informou sete erros mais comuns a fim de evitar surpresas na contratação de um consultor de TI.

    1. Funcionário ou consultor?

    Uma das primeiras decisões a ser tomada ao contratar um consultor é sua situação de trabalho. “Dois dos problemas mais comuns legais ao contratar consultores de TI surgem da falta de compreensão de status do consultor e em lidar com o conceito de coemprego”, diz Chrusch.

    É crítico para as empresas determinarem corretamente se os consultores de TI são empregados ou contratados independentes. Para um funcionário regular, é claro, a organização precisa reter impostos federais e estaduais, pagar a Segurança Social e as contribuições médicas, e assim por diante. Mas um contratante independente, por outro lado, não exige nada disso.

    “Para determinar se o consultor de TI é um prestador de serviço ou um profissional, todas as informações que fornecem evidência do grau de controle e independência devem ser considerado”, ensina Chrusch.

    Ao optar por pessoal de TI voltado para serviços, eles podem ajudar a empresa a tomar a decisão. Mas se o departamento de RH está à frente do processo de contratação, Chrusch lista algumas dicas que podem contribuir para a decisão.

    Existem três categorias principais para considerar que fornecem provas do grau de controle e independência:

    • Comportamental: a companhia controla ou tem o direito de controlar o que o trabalhador faz e como o trabalhador executa o seu trabalho?
    • Financeiro: os aspectos do negócio de trabalho do profissional são controlados pela empresa?
    • Tipo de relacionamento: existem contratos escritos ou benefícios como plano de previdência, seguros, férias etc? A relação vai continuar? O trabalho realizado pelo profissional é elemento-chave para o negócio?

    Se a organização decidir escolher o caminho do consultor de TI há outras questões legais que podem surgir se a natureza de trabalho for alterada.

    “Organizações devem pesar todos esses fatores ao determinar se trata de um contrato de trabalho ou autônomo. O segredo é olhar para toda a relação. Considere o grau ou a extensão do direito de dirigir e controlar, e documente cada um dos fatores”, recomenda Chrusch.

    Se você recorrer a uma empresa de recursos humanos de TI, esteja ciente das questões de coemprego que podem surgir. “Coemprego é geralmente definido como uma relação comercial entre duas ou mais empresas em que cada uma tem direitos e obrigações legais”, relata Chrusch. Certifique-se de resolver essa questão com a companhia de recrutamento antes de assinar qualquer acordo.

    2. Proteger a propriedade intelectual

    Proteger a propriedade intelectual da empresa (IP) é sempre primordial. Ninguém quer um consultor que tenha posse da conta do Twitter ou um que deixe a empresa e leve informações sobre login.

    “Um consultor, por exemplo, pode estabelecer um acordo em que concorda que a posse de qualquer propriedade intelectual pertence ao “cliente” – ou seja, à organização que está recebendo seus serviços”, diz Chrusch.

    3. Conduzir uma entrevista completa

    Consultores de TI são, muitas vezes, direcionados para projetos relacionados ao core business. Por isso, é importante a realização de uma entrevista como se fosse um empregado. Vá atrás de recomendações e certifique-se de que o consultor tenha experiência com os desafios da empresa.

    É fundamental para consultores de TI entenderem como esse projeto está vinculado aos seus objetivos de negócios.

    4. Conheça a metodologia que usa o consultor

    Saber o que o consultor faz e como ele faz estabelece a diferença entre o sucesso e o fracasso. Por exemplo, se a organização está contratando um consultor de Search Engine Optimization (SEO), sabendo que sua metodologia pode salvar os negócios, ele pode explicar para o CEO porque seu tráfego do site caiu 50% ou mais no último mês.

    5. Ter um contrato detalhado

    Certifique-se de ter coberto todas as possibilidades em seu contrato, incluindo custos, horas, metas, resultados, prazos e quem paga as despesas. “Sugiro que uma empresa que utiliza consultores tenha contrato próprio padrão. Um contrato padrão prevê consistência. Uma empresa tem melhor chance de conhecer as responsabilidades de cada parte e não ter de analisar cada acordo para determinar respostas”, diz Chrusch.

    Ter todos na mesma página é vital. Certifique-se de que você tem claramente comunicado o escopo do projeto, o que é esperado e quem é o ponto de contato na empresa e a consultoria.

    6. Use acordos de confidencialidade

    Seu consultor de TI tem muitos clientes e alguns deles pode ser alguém da concorrência. “Acordos de confidencialidade são importantes e essas disposições devem ser incluídas no contrato. “Se informações confidenciais forem compartilhadas entre as partes antes que um contrato é executado, então sugiro que um acordo de não divulgação seja estabelecido antes de compartilhar qualquer informação confidencial sobre o projeto”, ensina Chrusch. Obter uma carta assinada de confidencialidade pode ajudá-lo a dormir melhor durante a noite.

    7. Verifique se o profissional vai treinar sua equipe

    Ninguém quer ter uma empresa de consultoria para sempre. O trabalho de treinamento do consultor vai acabar depois que o projeto for finalizado? Descobrir isso antes do tempo pode dar detalhes sobre quem você está trabalhando.

    Resumo

    Consultores de TI podem fornecer conhecimentos específicos, ajudar a empresa a concluir projetos em tempo e contribuir para que a companhia alcance seus objetivos de negócios. Compreender os desafios de encontrar o profissional adequado é a chave para a contratação de uma pessoa ou empresa que pode agregar valor ao negócio.

    Fonte: CIO

  • 8 dicas para aumentar a retenção dos talentos de TI


    6 de novembro de 2012

    Rotatividade de funcionários é um assunto caro para os empregadores. O tempo consumido para procurar, contratar e treinar pessoas é algo crítico para os negócios e, naturalmente, a empresa quer proteger seu investimento. Então, o que você pode fazer para aumentar a retenção na companhia?

    “O mais importante na atração e retenção de funcionários é a cultura da empresa”, opina Matt Chasen, CEO da uShip, no Texas (EUA), que oferece frete, bens domésticos duráveis e serviços de transporte de veículos. “Tudo começa com o processo de entrevistas, fase fundamental para os candidatos que vão até o nosso escritório”, completa.

    De acordo com Chasen, uma vez lá, o objetivo é levá-los para conhecer o máximo de funcionários possível para que possam ter a sensação de como é trabalhar na uShip e para que o empregador veja como os candidatos se encaixam na cultura da companhia. “O que temos feito bem é criar uma grande cultura. Essa foi a estratégia que desenhei para ser mais eficaz em reter e atrair talentos.” Os resultados estão na baixa taxa de rotatividade da uShip, que em julho era de 1,5%.

    O que é preciso, então, para construir uma grande cultura e manter colaboradores atuais e atrair novos? Aqui estão oito ações que você pode colocar em prática para impedir que seus funcionários abandonem o barco.

    1 – Expresse claramente as expectativas  – Isso pode parecer algo simples, mas não é. Você, provavelmente, em algum momento da sua carreira, teve um chefe que desejava ser mais claro ao distribuir tarefas, responsabilidades e projetos. Hoje, os funcionários de TI são inundados com tarefas e responsabilidades. Se você não deixa claro seu trabalho, como é possível avaliar seu desempenho? Expectativas claras tornam a vida de todos mais fácil.

    2 – Fomente linhas de comunicação abertas – Na uShip, a cada semana, diz Chasen, as equipes se encontram e todos os temas de discussão são abertos. Do mais novo ao mais antigo funcionário, todos são incentivados a compartilhar suas ideias com o grupo. Ter uma política de portas abertas também contribui para a adoção da comunicação aberta. Profissionais que se comunicam mais terão um efeito positivo sobre a moral e são como um espelho para os colegas.

    3 – Ajude seus funcionários a crescer – Esse item pode ser colocado em prática de muitas formas, incluindo treinamento interno ou reembolso para os externos. “Você perde as estrelas se não oferecer um caminho para o progresso”, avalia Chasen.  Mostre uma direção clara para o avanço da carreira e faça o que puder para ajudar seus funcionários a alcançar objetivos.

    4 – Valorize e promova os profissionais  – Quando as pessoas observam como um funcionário ganha mais responsabilidade e credibilidade, e progride rapidamente, ele contamina os demais.

    Se um colaborador sente-se em um beco sem saída e não há espaço para o avanço, ele estará mais propenso a procurar um novo emprego. Clareza sobre o caminho para a evolução pode oferecer paz de espírito e ajudar a afastar a ideia de encontrar outro emprego.

    “Temos programas de mentoring e educação e quando as pessoas observam como alguém cresceu rapidamente na carreira elas também desejam aquilo”, ensina Chasen.

    5 –  Ofereça prêmios – Fornecer prêmios em dinheiro é uma alternativa sólida para promover a fidelidade e garantir que os empregados cumpram ou superem as expectativas. Mas lembre-se de recompensar os funcionários que estão no topo de acordo com o mérito.

    6 – Forneça benefícios – A uShip emprega um chef em tempo integral que faz o almoço todos os dias para os funcionários e café da manhã às sextas-feiras. “Quando eles saem para o almoço, estão desconectados”, observa Chasen. “Preparar almoços em casa incentiva os profissionais a comerem juntos”, justifica.

    Chasen também diz que o investimento para contar com um chef em tempo integral e outras regalias é menor do que encontrar e trazer alguém novo para a empresa com a velocidade que os negócios demandam. Pequenas ações podem contribuir para manter seus empregados animados para ir ao trabalho.

    7 -  Conheça seus funcionários – A maioria das empresas realiza uma entrevista quando o colaborador está de saída. Mas essa atividade não produz informação suficiente ou necessária para manter os demais. A melhor pergunta a fazer é: por que os funcionários decidem ficar?

    “Entrevistas desse tipo exigem confiança e essa pode ser uma ferramenta mais eficaz para as empresas”, disse Susan Torroella, presidente e CEO da Columbia Medcom, em artigo recente na revista Forbes. Essa é uma ótima maneira de saber o que é necessário para manter o pessoal interno feliz.

    8 –  Forneça bons benefícios – Benefícios para a saúde são vitais na remuneração de um empregado. Geralmente incluem planos médicos, odontológicos e seguro de vida. Outros permitem que funcionários trabalhem remotamente, tenham horários flexíveis e contem com creches para os filhos. Fornecer bons benefícios pode fazer com que eles pensem duas vezes antes de procurar outro lugar para trabalhar.

    Crie uma cultura corporativa positiva

    Quando saírmos da recessão econômica e mais empregos de TI tornarem-se disponíveis, os empregadores precisam estar em sintonia com as necessidades e desejos de seus colaboradores. Se não fizerem isso, correm o risco de sofrer uma fuga em massa de talentos.

    Em tempos altamente competitivos, oferecer mais dinheiro nem sempre é a resposta. “Você tem de acenar mais do que com o salário para atrair e reter pessoas”, diz Chasen. Criar uma cultura positiva e manter uma declaração clara da missão é um ótimo começo. O exercício de atrair pessoal nunca acaba e de tempos em tempos você precisa se perguntar: “O que mais posso fazer para manter meus profissionais satisfeitos?”.

    Fonte: ComputerWorld

  • 5 formas de convencer seu chefe a te deixar trabalhar de casa


    11 de setembro de 2012

    Se você tem a sorte de ter um emprego, por que não levar a experiência a um outro nível e trabalhar de casa, de pijama? Inspirados por todos os recursos facilitadores de trabalho remoto do join.me, listamos algumas táticas úteis para se aproximar daquele Santo Graal que é se transformar em um funcionário-modelo hiperprolífico que não muda de CEP em horário comercial.

    1. Diga a ele que você ficará mais produtivo

    Pois é, as pessoas que trabalham de casa são realmente, em média, mais produtiva que seus compatriotas de escritório. Viva a ciência! Como afirmou o programa de rádio Marketplace, uma empresa da China chamada Ctrip conduziu um experimento onde eles dividiram um grupo de 500 funcionários de dois grupos aleatórios. Metade trabalhou de casa e metade permaneceu trabalhando no escritório. O resultado surpreendente foi: o grupo que trabalhou de casa foi 13% mais produtivo que os que ficaram em suas baias. Presume-se que esse resultado se deu porque eles tinham menos acesso a distrações que assolam um ambiente de trabalho, como telefones tocando, vizinhos de mesa, reuniões sem fim… você sabe, né?

    2. Diga a ele que você ficará mais acessível

    Sim, a gente sabe que os softwares de colaboração online tem uma reputação meio ruim por serem pesados, e não serem nada espontâneos (se você já teve sua caixa de entrada entulhada por avisos de reunião e lembretes, você sabe do que estamos falando). Join.me permite que você compartilhe sua tela de uma forma tão simples quanto enviar uma mensagem instantânea — quem a acessa não precisa nem baixar o programa. Bônus: você pode participar de reuniões através de seu celular, então mesmo que você não esteja na sua mesa, você ainda assim não fica de fora.

    3. Mostre a economia que ele estará fazendo

    Essa escrivaninha em que você trabalha não foi barata — principalmente se você está em uma cidade cara como Nova York. De acordo com um relatório divulgado pela firma de serviços imobiliários Cushman & Wakefiel, o aluguel de um escritório top de linha no centro comercial da cidade em 2011 era de US$120 por metro quadrado. Adicione a economia que fará em suplementos de escritório, eletricidade, bolos de aniversário e seu chefe pode poupar uma boa fatia te mantendo em casa.

    4. Fale da segurança

    O departamento de TI não é mais uma desculpa. Se você usa o join.me para compartilhar e colaborar com seus colegas, seus dados estão protegidos por um firewall do nível da NASA, com encriptação de 256 bits (é bit demais para um hacker ultrapassar). Esse software é simples o suficiente para qualquer um utilizar, sem precisar de assistência.

    5. Diga a ele que o trânsito pode matar

    Existe um sem-número de motivos para um chefe querer te manter saudável. Afinal, um funcionário que está bem é mais produtivo, tem menos dias de licença e pode manter os custos com saúde baixos. E não há nada que consuma mais a sua saúde do que pegar trânsito na ida e na volta do trabalho. Estudos já associaram longas locomoções com doenças cardíacas, alta pressão sanguínea e qualquer outra coisa que pode te matar. Caso em questão: Um estudo recente da Washington University em St. Louis mostrou que passageiros que percorrem longas distâncias estão mais propensos a ficar com sobrepeso do que aqueles que não precisam se locomover. Mostre os dados aos seu chefe: Trabalhar de casa te mantém saudável, produtivo e menos custoso para o departamento de saúde.

    Fonte: Jezebel

  • As 10 melhores maneiras de sobreviver no seu emprego chato


    28 de agosto de 2012

    Seu emprego é uma droga e por qualquer que seja o motivo você não pode sair. Ao mesmo tempo, se você não sair você muito provavelmente irá enlouquecer. O que você pode fazer sobre isso? Eis aqui as nossas 10 estratégias favoritas.

    10. Coloque as coisas em perspectiva

    Hoje é apenas um dia da sua vida. A menos que você vá morrer em breve, provavelmente não irá ser grande coisa daqui a algum tempo. Provavelmente você nem irá lembrar dele daqui a uma semana. Isso não quer dizer que você não deva prestar atenção no que você realmente se importa, mas você não deve ficar obcecado por isso também, se concentrando em ver o tempo passar. Você tem comida, um lugar para morar, e até mesmo algo para fazer na maior parte do tempo. Foque nas coisas boas, e lembre que o resto será uma memória distante em breve. Passar o seu tempo resmungando pra você mesmo (e para os outros) sobre quão ruim é o seu trabalho não irá resolver o problema. Não faça isso, e mantenha o foco no lado positivo.

    9. Leve um pouco de você para o trabalho

    Supostamente você já faz isso no sentido físico, mas se você tem um lado criativo ou outros interesses isso pode tornar o seu trabalho mais divertido se você encontrar maneiras de integrá-los. Uma das minhas principais funções em um emprego que tive há muito tempo envolvia colocar o endereço em catálogos em nome de uma escola de propaganda. Eu tornei isso mais divertido ilustrando os envelopes baseado no nome da pessoa. Em dado momento algumas pessoas ligaram porque gostaram e eu recebi alguns trabalhos de design. Em outro emprego nós tínhamos que aprender a usar um novo produto que a empresa adquiriu que fazia slideshows online basicamente. Eu escrevi uma música sobre um utensílio de cozinha garanhão que finalmente encontrou a mulher (ou, bem, objeto inanimado “fêmea”) dos seus sonhos, juntei algumas fotos de objetos de casa, e juntei tudo em um clipe musical em stop motion, usando a ferramenta nova. E tudo isso foi feito em espanhol traduzido pelo Google. Sempre que o meu emprego me botava para baixo, seja porque ou ele era chato, ou simplesmente porque eu precisava de algo para quebrar a monotonia, eu tentava levar algo que eu curtia para o trabalho. Obviamente isso consome mais tempo, mas todas as pequenas coisas estranhas que eu fiz nesses empregos são as minhas memórias favoritas. Apesar de nem todo trabalho permitir que você exponha a sua personalidade (potencialmente estranha), eu realmente recomendo que você o faça se encontrar uma maneira. Nada alegrava mais o dia.

    8. Cuidado com os as pequenas coisas que vão acumulando

    Dias ruins normalmente ocorrem quando um número de pequenas frustações acontece em sequência. Sozinhas elas podem não ser um grande problema e você acaba esquecendo-se delas, mas juntas elas fazem você acreditar que o universo está conspirando contra você. Isso é conhecido como “false start”, e normalmente é a raiz dos dias ruins. Quando as coisas parecem estar piores do que o normal, olhe para trás e pense no que aconteceu. Você não é tão importante que um dia inteiro foi reservado para te fazer infeliz. Disseque cada momento, perceba como está sendo ridículo, e tire sarro de si mesmo quando você puder. Se você puder olhar para a situação realisticamente, você às vezes pode parar um dia ruim em potencial antes que ele comece.

    7. Seja Saudável

    Corpo e mente balanceados fazem uma grande diferença quando se fala de tudo que você faz – mesmo as coisas que você não gosta. A ideia não é simplesmente se tornar uma pessoa musculosa que odeia o próprio trabalho, mas permitir que as suas necessidades físicas e mentais tenham prioridade acima de praticamente todo o resto. Para começar, decida quando você irá dormir à noite (pode ser uma janela de horários, não uma hora exata) e siga isso. Encontre algum exercício que você possa e irá fazer 3~4 vezes por semana e realmente faça. Não importa quão mínimo seja. Comece a fazer comida barata e saudável. Reserve algum tempo todo dia para apenas relaxar e não fazer nada. Programe tudo se você precisar, mas assegure-se que o seu emprego não irá atrapalhar o seu bem-estar. Se você já não gosta dele, negligenciar a sua saúde irá torna-lo muito, muito pior.

    6. Bloqueie conversas negativas

    Reclamar do seu trabalho pode ser divertido porque parece catártico, mas ficar falando das suas frustrações só irá aumentar a sua raiva. Se essa negatividade se espalhar para os seus colegas de trabalho você pode piorar o problema ao criar uma mentalidade de colmeia, ou pelo menos deixar todo mundo mais frustrado no final. Se você não quer reprimir seus sentimentos e arriscar explodir um dia, você não tem que encarar tudo de forma negativa. Ao invés de reclamar, considere soluções. Tente encontrar maneiras de melhorar as coisas. Se você não pode mudar a maneira que as coisas funcionam no escritório, considere maneiras que podem ajudar com que você lide com esses problemas. Ser mais proativo e menos negativo pode não resolver tudo, mas pode melhorar a sua situação.

    5. Aceite um corte salarial

    Sério. Aceite um corte salarial e ganhe mais flexibilidade no trabalho em troca. Aparentemente muitos não se importariam com essa opção, e a sua empresa provavelmente iria adorar pagar menos para você. Se você quiser diminuir sua carga horária, trabalhar de casa em algumas ocasiões, ou ganhar algum outro benefício que seja importante para você, troque por um corte salarial. Você pode conseguir o que quer, e esse benefício pode te deixar muito mais feliz do que o dinheiro.

    4. Conviva bem com os seus colegas de trabalho

    Quando você odeia o seu trabalho, é fácil não querer se envolver com os seus colegas. Fazer isso significa criar laços, e você não quer se sentir ligado a nenhum tipo de trabalho que esteja destruindo a sua vida. Dito isto, se você tiver amigos no trabalho você terá pessoas para te deixar menos triste. E também, de acordo com um estudo, você pode até mesmo viver mais. Mesmo se você não achar que irá se dar bem com algumas pessoas do seu trabalho, tente. Se não funcionar, você sempre pode tentar voltar a ser solitário.

    3. Encontre equilíbrio

    Encontrar equilíbrio é algo que é mais fácil falar do que fazer, mas pequenas mudanças estratégicas podem fazer uma grande diferença. Às vezes não é o trabalho que você faz que é terrível, mas é que ele está consumindo a sua vida. Ao invés de encontrar um novo emprego e acabar na mesma situação de novo, permaneça no seu emprego atual e preste atenção nas pequenas coisas. Tome nota dos pequenos momentos que te deixam feliz e aqueles que te deixam muito infeliz. Tente remover os detalhes que você odeia e troque por mais detalhes que você goste. Grandes decisões podem ser agradáveis por um curto período de tempo, mas se você nunca resolver os pequenos problemas e negligenciar aproveitar os pequenos momentos de felicidade, a história fatalmente irá se repetir.

    2. Aprenda a lidar com o seu chefe maluco

    Se o trabalho é uma droga, há alguma chance do seu chefe ter alguma coisa a ver com isso. Mas você pode aprender a lidar. Uma maneira de lidar com a insanidade do seu chefe é criar um distanciamento. Por exemplo, veja se você  pode ter suas tarefas filtradas através de outra pessoa. Você pode também querer manter um diário das loucuras e ter tudo que você puder por escrito para que se as coisas um dia acabem tão mal que você precise ir ao setor de recursos humanos você estará preparado. Apenas assegure-se de não querer competir com a loucura do seu chefe, porque ele provavelmente é melhor nisso do que você.

    1. Simplesmente peça demissão

    Se você está realmente prestes a explodir e não há nenhuma maneira de aguentar mais tempo, você precisa criar um plano de demissão. Sim, você acha que tem que ficar para pagar o seu aluguel, e sim, você acha que nunca irá conseguir outro emprego do jeito que o mercado está. Economize dinheiro suficiente para sobreviver por pelo menos um mês e então você precisa sair. Você pode pegar alguns dias para relaxar e se recompor, e então você terá o resto do mês para encontrar outro lugar para trabalhar. Não há nada que motive mais do que a ameaça de ficar sem teto. Além disso, você terá todas essas horas de trabalho para encontrar outro lugar para trabalhar. Com oito horas por dia, isso são (mais ou menos) 180 horas durante o mês. É bastante tempo. Se você for diligente e usar esse tempo com sabedoria, você será capaz de encontrar outra coisa.

    Fonte: Lifehacker

  • Veja algumas dicas para trabalhar no Facebook


    15 de agosto de 2012

    Neste momento o Facebook Brasil está em busca de oito profissionais para seu escritório de São Paulo. E como todos sabem, a rede social tem sido considerada um dos melhores lugares para se trabalhar. Na Employee’s Choice Awards, lista que seleciona as 50 melhores empresas, de acordo com os próprios empregados, o Facebook aparece em terceiro lugar, com 93% de aprovação.

    Nos EUA, a política salarial não deixa a desejar. Além de oferecer remuneração 13% acima do mercado (em média, US$ 53.700 ao ano), segundo pesquisa da Payscale, a empresa faz avaliações de desempenho dos funcionários a cada seis meses e, a partir delas, concede promoções e aumentos para a equipe.

    O campus localizado nos EUA também é um dos pontos positivos. Na sede da maior rede social do mundo existem bikes por toda parte, algumas disponibilizadas pela companhia e outras trazidas pelos próprios funcionários. Já no interior dos escritório, o piso de cimento é perfeito para deslizar de patins, skates e patinetes – todos liberados pelo presidente Mark Zuckerberg.

    Segundo Joanne Dutzler, a empresa é um local muito competitivo, mas gratificante. “Somos tratados como adultos, com muita responsabilidade. As vantagens são incríveis se comparadas a outros locais em que trabalhei. Somos muito sortudos por trabalharmos aqui”.

    Outro funcionário satisfeito, Danilo Resende, engenheiro de software brasileiro que trabalha desde 2009 na sede da rede social, diz que o nível do trabalho desenvolvido na empresa é bem alto. Mas, apesar disso, eles possuem uma cultura que incentiva a inovação em ritmo acelerado e não está preocupada com as falhas que eventualmente aconteçam.

    O brasileiro Victor Medeiros, formado em ciência da computação pelo Centro de Informática da UFPE, também está na rede social há mais de dois anos e dá a dica: “Os líderes do Facebook querem pessoas agilizadas. Eles preferem que você crie um produto rápido e vá acertando os detalhes depois do lançamento, do que demore mais tempo para desenvolver algo redondo”, conta. “A empresa ainda é pequena e tem muita oportunidade de crescer, o que faz com que cada pessoa trabalhe em algum projeto bem importante”, comenta o brasileiro.

    Se você acha que combina com o perfil da rede social, que tal tentar se candidatar às vagas? Veja abaixo o que cada uma delas exige e boa sorte!

    Gestor de políticas públicas

    Para conseguir a vaga é preciso ter um diploma de graduação ou pós-graduação em áreas correlacionadas e 10 anos de experiência em políticas de comunicação. Candidatos com conhecimento na área governalmental/política terão diferencial. O profissional ainda precisa compreender as políticas institucionais brasileiras, ter habilidades persuasivas, criatividade e capacidade para trabalhar em um ambiente dinâmico. O Facebook exige fluência em inglês, já que as candidaturas devem ser apresentadas no idioma, e a fluência em espanhol, e experiência em internet, serão consideradas um adicional.

    Gerente de negócios

    A rede social exige seis anos de experiência na área estratégica de negócios, planejamento em consultoria ou finanças. Conhecimentos em mídia online também são bem-vindos. O candidato deve conseguir trabalhar sob pressão, precisa ter excepcional capacidade para resolver problemas, mudar de prioridades rapidamente e manter a organização e controle das situações. O profissional também precisa ter boas habilidades verbais e escritas em português e inglês, além de conhecimentos em Excel e Power Point.

    Media solutions

    Para se candidatar à vaga é necessário ter excelente capacidade de comunicação e habilidade comprovada para desenvolver e executar estratégias de publicidade digital e contatos no ecossistema em que o Facebook está inserido. A empresa exige conhecimento básico de tecnologias de veiculação de anúncios, SQL, Access ou qualquer outro sistema de banco de dados. Experiência em trabalhados com Stata, R, SPSS, Matlab, ou qualquer outro sistema de estatísticas. Um dos requisitos absolutos, segundo o Facebook, é ter humildade.

    Analista sênior – perspectiva de mercado

    Os candidatos precisam entender muito bem de publicidade online e métricas de audiência. Ainda é necessário familiaridade com publicidade de marca, marketing e gerenciamento. Possuir contatos em agências e ter experiência em vendas será considerado um diferencial. O Facebook precisa de alguém comunicativo, que fique o tempo todo no escritório de São Paulo e que fale e escreva muito bem em português e inglês.

    Diretor de vendas e operações online para América do Sul

    Para esta vaga é necessário, no mínimo, 15 anos de experiência em vendas em mídias, cinco anos em gerenciamento de vendas e vivência internacional. A pessoa precisa ter profundo conhecimento das indústrias brasileira e latino-americana, além de graduação e pós-graduação, inglês e espanhol fluentes, e criatividade e organização. A rede social precisa de uma candidato que saiba coordenar equipes e conheça muito bem os diversos modelos de negócios na internet.

    Marketing para América Latina

    O Facebook está em busca de um profissional graduado e pós-graduado com experiência acadêmica e em campanhas de marketing, anúncios, display e SEM. Também é preciso experiência com vendas remotas, aquisições, SQL e Excel. É necessário capacidade comprovada de gerenciamento com quatro a seis anos de experiência em um cargo de responsabilidade.

    Client partner

    É preciso um candidato com fluência em inglês (espanhol será um diferencial), experiência em vendas em mídia online, trabalho em equipe, tomada de decisões, publicidade online, revenda em canais e mercados verticais. O Facebook exige excelente habilidade de comunicação verbal e escrita e capacidade comprovada de alcance de metas em vendas.

    Gerente de vendas e marketing global

    A rede social exige, no mínimo, dez anos de experiência em gerenciamento de vendas e cinco anos em gerenciamento de publicidade online. O candidato precisa possui habilidades de planejar, analisar e atingir metas. Ainda é necessário ter conhecimento do mercado brasileiro e da América Altina, além de dinamismo e excelente capacidade de comunicação para realizar apresentações em público. Tem de ser líder e gostar de trabalhar em equipe.

    Todos as candidaturas terão de ser feitas em inglês. Para se se inscrever em alguma das vagas, clique aqui.

    Fonte: Olhar Digital

  • Quatro dicas para contratar melhor


    14 de agosto de 2012

    Quando você monta sua empresa existem muitas coisas que precisam ser feitas. Entre elas, encontrar funcionários dispostos a batalhar junto com a startup. No início de um negócio, todos fazem de tudo um pouco até que a empresa comece a gerar lucros, e a contratação de pessoas corretas é um dos pontos mais importantes.

    Eric Ries, criador do Lean Startup, no entanto, afirma que no momento em que você inclui pessoas no time, existe um aumento na comunicação o que pode fazer com que as pessoas se tornem menos produtivas. Portanto, o ideal é que você introduza novas pessoas aos poucos e encontre uma única pessoa que será o ponto central da equipe. Como achar o funcionário ideal leva tempo, ele dá a dica: vale a penas esperar. Veja as dicas abaixo:

    Não contrate tão cedo

    Assim que você descobrir que precisa contratar alguém, escreva uma descrição do trabalho detalhada. Uma boa descrição vai te ajudar a entender quais as tarefas precisam ser feitas e se são o suficiente para que você contratar um novo funcionário. Alguns fundadores percebem tarde demais que contratou muito rápido e errado. O ideal, segundo Ries, é tentar aproveitar um funcionário da empresa antes de pegar uma pessoa de fora.

    Use seu networkng

    As pessoas com que você trabalhou antes podem significar menores riscos, pois você sabe que trabalham em harmonia e já conhece os pontos fortes e fracos. Pense nas profissionais excepcionais que você conheceu durante sua trajetória e faça-se esta pergunta: porque esta pessoa não está trabalhando na minha startup? O empresário diz para começar procurando pelas pessoas com mais intimidade e, então, caso não dê certo, pedir indicações os colegas.

    Contrate uma atitude e não conjunto de habilidades

    Um dos maiores desafios para um fundador sem conhecimentos profundos de tecnologia é contratar um talento em tecnologia. Por isso, a recomendação é encontrar pessoas dispostas a aprender do que ir em busca de um expert no assunto. Assim, é possível se preparar para o sucesso a longo prazo junto dos funcionários. Além disso, a personalidade do candidato e sua paixão pelo trabalho são mais importantes que as habilidades.

    Faça um teste prático

    A dica é dar ao seu melhor candidato uma pequena tarefa não muito complicada para você ver como ele resolve. Outra sugestão é, depois da entrevista e tarefa, chamar a pessoa para um café ou drinque. Em um ambiente descontraído, você pode descobrir como a pessoa realmente é. Em uma equipe pequena é essencial que todos se deem bem.

    Fonte: Olhar Digital

  • Twitter ainda tem vagas no Brasil. Saiba como trabalhar lá


    9 de agosto de 2012

    O Twitter planeja abrir um escritório no Brasil ainda em 2012, seguindo os passos de outras redes como o Facebook, que já está em São Paulo desde agosto de 2011; Tumblr, que pretende chegar em breve; e LinkedIn, que se estabeleceu na capital paulista em novembro do ano passado.

    Para iniciar esta jornada em terras brasileiras, o microblog está em busca de três profissionais: diretor de vendas, planejador de vendas e ‘advogado de marca’ (brand advocate). Se você se considera apto para tentar, veja abaixo o que o microblog espera de cada um dos profissionais.

    Diretor de vendas:

    Para concorrer é preciso ter ao menos dez anos de experiência em vendas, marketing ou funções relacionadas às áreas nas mídias digitais ou sociais. O Twitter exige que o diretor tenha trabalhado com campanhas de marketing, análise de ROI (retorno de investimento) e Sistemas de Automação de Marketing, além de ter atuado, no mínimo por três anos, com CRM (gestão de relacionamento com cliente).

    Obviamente o candidato deve dominar com fluência a língua inglesa; se tiver mestrado no currículo, melhor. O profissional precisa se sentir confortável com um ritmo acelerado e pressão. Como a vaga exige apresentações em clientes e agências de publicidade, é necessário que ele saiba mexer com Power Point e Keynote.

    Planejador de vendas:

    Este profissional vai responder diretamente ao diretor de vendas e deve ter, no mínimo, quatro anos de experiência em vendas e marketing, além do conhecimento do mercado de mídias sociais. O candidato precisa demonstrar excelentes habilidades de comunicação, tanto verbal quanto escrita, capacidades comprovadas para gerenciar múltiplas tarefas e projetos, que estarão em constantes mudanças de prioridades. O trabalho ainda requer boas atuações diante do senso de urgência, precisão e metas. Os conhecimentos em Power Point, Keynote, Word e Excel são indispensáveis.

    ‘Advogado de marca’ (brand advocate):

    O brand advocate é aquela pessoa que vai fortalecer a marca do Twitter em diversas áreas. O ideal, portanto, é que ela tenha pós-graduação (mestrado é um diferencial) e cerca de dez anos de experiência em marketing, contato com agências de publicidade ou suporte a vendas com foco em mercados emergentes e mídias sociais. O microblog deixou claro que está à procura de profundo expertise em plataformas de mídias sociais. Neste caso, um case de sucesso em sua carreira é bastante válido.

    Assim como nos outros cargos, a pessoa deve se sentir confortável para fazer apresentações a clientes, agências, em grupos pequenos e grandes, assim como trabalhar com metas, equipe reduzida e tomar iniciativas. Para a vaga, é necessário equilibrar a necessidade de um rápido retorno e habilidades com softwares de apresentações como Power Point e Keynote.

    Dicas gerais

    Todos os profissionais brasileiros responderão para supervisores nos Estados Unidos. A pró-atividade é essencial, uma vez que se trata de um escritório pequeno e com pouca infraestrutura. Na descrição dos cargos, o microblog diz que o clima é de startup. Ou seja, é preciso muito trabalho até que a filial se consolide e consiga se expandir. Por fim, como não poderia ser diferente, o candidato precisa ter uma conta no Twitter.

    Em uma entrevista para o Mashable, o diretor de comunicação do microblog, Matt Graves,  afirmou que “não existe um conjunto de habilidades ou experiências que estejamos procurando —depende realmente da posição. Mas com certeza buscamos alguns traços: pessoas que gostam de trabalhar muito, que pensem de forma inteligente e que respeitem o trabalho em equipe. Ter um grande senso de humor é um (grande) diferencial; eu nunca trabalhei com tantas pessoas engraçadas em minha vida”.

    Fonte: Olhar Digital

  • Conheça os dez empregos mais exigentes de TI


    27 de julho de 2012

    A Emerson Network Power apresentou um relatório com “Os empregos mais exaustivos em TI”. O documento é baseado em uma pesquisa com cerca de 800 profissionais de TI na Ásia, Europa, América Latina e nos EUA, que visa determinar até que ponto eles devem estar sempre disponíveis, trabalhando na sua capacidade máxima e sempre sendo precisos.

    Espera-se que as tecnologias, como smartphones e sites, estejam sempre ligados e disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, neste mundo super veloz e conectado. Mas e as pessoas que mantêm essas tecnologias? Elas também precisam sempre estar ligadas? Algumas delas estão mais ligadas que outras? Estas questões inspiraram a Emerson Network Power a consultar profissionais de TI do mundo inteiro em busca de respostas.

    Os profissionais consultados confirmaram a suspeita de que profissionais de TI precisam estar sempre disponíveis, assim como a central de processamento de dados. Quando foi pedido que descrevessem uma situação na qual eles tivessem de sempre estar à disposição, os comentários típicos incluíram: “Tenho de estar ligado do mesmo jeito que o sistema precisa ser executado 24 horas por dia” e “Temos um prazo restrito para concluir projetos enquanto trabalhamos para apagar outros incêndios”.

    “TI é uma profissão extremamente exigente”, disse Blake Carlson, vice-presidente do IT Business Segment, Avocent Products & Services da Emerson Network Power. “Eles precisam ser inteligentes, flexíveis e rápidos — assim como a tecnologia que trabalham para manter. E, eles devem ser capazes de lidar com múltiplas tarefas de uma vez, e descobrir como fazer as coisas com tempo e recursos limitados. Na minha experiência, profissionais de TI são uma espécie especial”.

    De maneira geral, a pesquisa da Emerson Network Power constatou que:

    • Todos os empregos de TI são extremamente exaustivos, com uma pontuação média de 71 pontos, de 0 a 100 na escala de Disponibilidade Necessária.
    • Em média, profissionais de TI precisam estar disponíveis para trabalhar 119 horas a cada semana de 168 horas.
    •  Em geral, quanto mais alto o nível do emprego, mais exaustivo ele é.

    Os participantes da pesquisa elegeram os seguintes 10 empregos mais exaustivos em TI:

    • Diretor Executivo/Administrador
    • Aquisições de TI
    • CIO
    • Diretor/Gerente de TI
    • Operações de TI
    • Gerente de Central de Processamento de Dados
    • Engenharia
    • Segurança de TI
    • Desenvolvimento de Software/Aplicações
    • Gerenciamento de Banco de Dados

    Profissionais de TI na primeira posição têm títulos de trabalho, como administrador, líder, chefe de departamento e diretor. Todos os profissionais consultados que cumprem esse papel importante concordam que trabalham em vários projetos ao mesmo tempo, e que os suas tarefas exigem um nível elevado de inteligência. Apenas 25% concordam, ou concordam totalmente, que o sucesso depende de coisas que estão fora do seu controle. Em outras palavras: eles são os responsáveis pelo sucesso e isso se traduz em exigências de trabalho exaustivas. Como disse um diretor: “Tenho de estar sempre disponível para uma emergência, alerta e forçando os limites para poder oferecer resultados aos nossos clientes”.

    A exigência de disponibilidade contínua foi uma constante no grupo. Um dos participantes resumiu isso muito bem: “Sempre disponível, sempre disponível, sempre disponível”. A pesquisa online foi realizada em fevereiro de 2012 com profissionais de TI selecionados aleatoriamente, a partir de uma lista da fornecedora de amostras EMI. Essa amostra foi balanceada e ponderada por porte de indústria e empresa, para representar a população real de profissionais de TI na Ásia, Europa, América Latina e nos EUA. Foram recebidas respostas de 792 pessoas, representando 17 funções, 18 indústrias e negócios de vários portes.

    Fonte: Convergência Digital

  • As melhores redes sociais para encontrar empregos em TI


    24 de julho de 2012

    Se você está em busca de um emprego em TI, sites podem ajudá-lo a localizar anúncios no setor. Nesses casos, é adequado cadastrar-se no LinkedIn. A rede social é a mais indicada para encontrar vagas em TI porque as empresas que procuram preencher posições abertas usam a ferramenta mais do que qualquer site de rede social.

    Segundo pesquisa recente realizada pela Jobvite, provedor de software para rastreamento de recrutamento em redes sociais, quase dois terços (63%) dos anúncios de TI são compartilhados no LinkedIn. No Facebook ,18%, e no Twitter, 17%. O levantamento foi realizado de maio a junho de 2012 com mais de 800 profissionais de RH e de recrutamento.

    O LinkedIn também é terreno fértil para localizar posições de gestão de produtos e empregos relacionados à engenharia. No site, há 67% de referências relacionadas a trabalhos de gestão de produtos e 55% em engenharia, de acordo com a Jobvite.

    Engenheiros de hardware e de software também não devem fechar os olhos para o Twitter e o Facebook. Essas redes sociais são boas fontes de referências. De acordo com o levantamento, 23% das citações estão relacionadas a trabalhos de engenharia no Twitter e 22% no Facebook.

    Tomando como base os dados da Jobvite, os profissionais de TI podem esperar que o Facebook e o Twitter se tornem elementos importantes de pesquisa para localizar emprego. Reforça essa visão o fato de que, de acordo com Jobvite, 55% das companhias entrevistadas usam o Facebook para encontrar candidatos, 47% o Twitter e 40% usam as três fontes.

    Globalmente, o número de companhias que utilizam redes sociais como parte da estratégia de recrutamento e de contratação continua a aumentar: 89% das companhias de recrutamento e de RH ouvidas pela Jobvite planejam utilizar as redes sociais em 2011, número acima do registrado em 2010 de 83%.

    Organizações continuarão a usar redes sociais para localizar candidatos. Quase dois terços (63%) dos empregadores contrataram com sucesso um colaborador por meio de uma rede social. O número é bem acima daquele registrado em 2010 de apenas 5%. Não surpreendentemente, eles registraram maior sucesso no LinkedIn: 95% encontraram funcionários na rede social. Facebook e Twitter obtiveram menos sucesso, com 24% e 16% respectivamente.

    TI e profissionais que executam recrutamento e seleção que desejam usar esses sites para descobrir profissionais devem se certificar de que os perfis são atualizados e não são repleto de informações descenssárias, já que dados da Jobvite mostram que os empregadores estão cada vez mais em busca de perfis dos candidatos on-line antes de efetuar contratações. Quase um em cada dois empregadores, ou seja 45%, dizem que sempre busca perfis dos candidatos na web. Em 2010, era 32%. Quase um terço (2%), ocasionalmente, pesquisa perfis dos candidatos na internet.

    Fonte: Computer World

  • Veja algumas dicas para quem quer trabalhar com mídias sociais


    16 de julho de 2012

    Em um universo que já foi dominado por áreas como medicina, engenharia, direito e outras profissões, os trabalhos envolvendo a internet têm crescido de maneira constante – especialmente no que diz respeito às mídias sociais. Só nos Estados Unidos, cerca de 30 mil vagas estão abertas para quem gosta e tem interesse em ingressar nesse mercado.

    Mas, o que fazer para, digamos, se adequar a esse tipo de oportunidade? Antes de tudo, vale lembrar que não basta ter uma conta no Twitter ou Facebook. Pensando nisso, o site Mashable listou quatro dicas que com certeza vão te ajudar quando o assunto são redes sociais, principalmente na hora de preencher uma vaga.

    1. Quantifique suas experiências nas redes sociais das empresas

    Você já sabe que, antes de comparecer a uma entrevista de emprego, aconselha-se buscar conhecer a companhia e estudá-la, para se diferenciar dos demais candidatos. E nas empresas de mídias sociais não é diferente. Contudo, é necessário se mostrar ativo e interessado nas ferramentas sociais da companhia – tudo, claro, de maneira discreta e informal, pois lembre-se: você está falando com alguém de maneira profissional, e não com um amigo, por exemplo.

    Muitos entrevistadores questionam qual foi a importância das redes sociaisem experiênciais de trabalho anteriores. Logicamente, quanto mais experiências, melhores chances do empregador perceber que você tem potencial para administrar funções da área.

    Feito isso, como dar o seu melhor e conseguir um emprego? Primeiro, certifique-se de quantificar o impacto das redes sociais durante sua última experiência profissional. Seu currículo ou carta de apresentação, por exemplo, podem fornecer alguns dados específicos sobre sua participação nesses sites. Algo como “ajudei a estabelecer um aumento de duas vezes o tráfego de usuários no Twitter para nossa página de produtos, o que resultou em um crescimento de 50% na receita trimestral”, ou até “auxiliei no aumento de participação dos internautas no Facebook: de uma média de 24 comentários por semana, saltou para 75, em um período de três meses”.

    2. Prepare o caminho para ser bem visto na web

    De acordo com Amy Porterfield, uma consultora de mídias sociais americana, “quando existe a oportunidade de contratação para cargos em mídias sociais, as empresas vão buscar informações sobre você, antes de qualquer outro lugar, na internet”. E é verdade. Para se ter uma ideia, 69% das empresas já rejeitaram candidados por causa de sites de relacionamento, e 47% dos recrutadores realizam pesquisas sobre o entrevistado nas redes em que estão cadastrados.

    Nesse caso, é recomendado que você otimize seu Facebook, LinkedIn, Twitter ou qualquer conta em outros sites, e que você acrescente todos eles em seu currículo. A participação também é fundamental, como ter um blog e atualizá-lo com frequência ou fazer um canal de vídeos no YouTube. Estes são apenas alguns exemplos de como mostrar que você já domina habilidades nas mídias sociais.

    3. Faça cursos online

    Algumas universidades gastam mais tempo com conceitos sobre marketing e não investem tanto em ferramentas online. Com isso, uma maneira de se diferenciar e buscar conhecimento é se matricular em programas de formação profissional, que trabalham em habilidades para aumentar seu desempenho e acrescentar maiores especificações ao seu currículo.

    4. Por último, e não menos importante: não seja “careta”, e sim descontraído

    Geralmente, muitas vagas de emprego exigem certos comportamentos para os entrevistados. Algumas pessoas, por exemplo, não gostam de trabalhar com roupas mais sociais e, em outros casos, efetuam funções mais fechadas e mecânicas, sem direito à opinião. No entanto, a mídia social é baseada totalmente na personalidade do indivíduo ou da empresa. Dessa forma, o candidato pode expressar seu senso de humor, ser criativo e um grande comunicador diante daquilo que gosta de fazer – tudo para impressionar os recrutadores.

    Fonte: Olhar Digital