Blog do TreinaWeb
Dicas, notícias e informações sobre cursos, programação, webstandards e desenvolvimento web.Posts com a Tag ‘empresa’
-
Quatro dicas para contratar melhor
14 de agosto de 2012
Quando você monta sua empresa existem muitas coisas que precisam ser feitas. Entre elas, encontrar funcionários dispostos a batalhar junto com a startup. No início de um negócio, todos fazem de tudo um pouco até que a empresa comece a gerar lucros, e a contratação de pessoas corretas é um dos pontos mais importantes.
Eric Ries, criador do Lean Startup, no entanto, afirma que no momento em que você inclui pessoas no time, existe um aumento na comunicação o que pode fazer com que as pessoas se tornem menos produtivas. Portanto, o ideal é que você introduza novas pessoas aos poucos e encontre uma única pessoa que será o ponto central da equipe. Como achar o funcionário ideal leva tempo, ele dá a dica: vale a penas esperar. Veja as dicas abaixo:
Não contrate tão cedo
Assim que você descobrir que precisa contratar alguém, escreva uma descrição do trabalho detalhada. Uma boa descrição vai te ajudar a entender quais as tarefas precisam ser feitas e se são o suficiente para que você contratar um novo funcionário. Alguns fundadores percebem tarde demais que contratou muito rápido e errado. O ideal, segundo Ries, é tentar aproveitar um funcionário da empresa antes de pegar uma pessoa de fora.
Use seu networkng
As pessoas com que você trabalhou antes podem significar menores riscos, pois você sabe que trabalham em harmonia e já conhece os pontos fortes e fracos. Pense nas profissionais excepcionais que você conheceu durante sua trajetória e faça-se esta pergunta: porque esta pessoa não está trabalhando na minha startup? O empresário diz para começar procurando pelas pessoas com mais intimidade e, então, caso não dê certo, pedir indicações os colegas.
Contrate uma atitude e não conjunto de habilidades
Um dos maiores desafios para um fundador sem conhecimentos profundos de tecnologia é contratar um talento em tecnologia. Por isso, a recomendação é encontrar pessoas dispostas a aprender do que ir em busca de um expert no assunto. Assim, é possível se preparar para o sucesso a longo prazo junto dos funcionários. Além disso, a personalidade do candidato e sua paixão pelo trabalho são mais importantes que as habilidades.
Faça um teste prático
A dica é dar ao seu melhor candidato uma pequena tarefa não muito complicada para você ver como ele resolve. Outra sugestão é, depois da entrevista e tarefa, chamar a pessoa para um café ou drinque. Em um ambiente descontraído, você pode descobrir como a pessoa realmente é. Em uma equipe pequena é essencial que todos se deem bem.
Fonte: Olhar Digital
-
Sua empresa tem infraestrutura disponível?
10 de maio de 2012
Imagine que você trabalha no departamento de infraestrutura e operações de uma empresa de distribuição que mantém um braço de e-commerce muito forte na web e acontece falha em momento de alto pico de vendas. Sua companhia pode não apenas perder dinheiro mas ter a imagem arranhada.
Enquanto sua equipe tenta encontrar uma solução, o seu site de e-commerce, que gera dezenas de milhares de reais receita, exibe uma mensagem de erro para todos os seus clientes potenciais. Com as redes sociais em ebulição, em questão de segundos esse problema pode cair no Facebook, Twitter ou em outras mídias dociais. Para piorar a situação, hoje não é um dia normal, mas a data de maior volume de negócios do ano, como acontece em períodos como Dia das Mães, Natal etc.
Este cenário de pesadelo é um exemplo extremo do que sua empresa pode experimentar com a indisponibilidade de serviço no pior momento possível. Nunca é uma boa hora para a queda de sistemas de negócios, mesmo em paradas planejadas. Hoje com empresas globais, funcionando em horários diferentes, a TI muitas vezes tem que funcionar 24 horas aos sete dias da semana, dependendo da atividade.
É por essa razão que as empresas estão cada vez mais construindo sistemas de negócios e infraestrutura que estejam sempre disponíveis para evitar quedas. Porém, não existe um botão mágico que permita isso. Os processo são complexos e demorados. Eles exigem planejamento e dsenvolvimento de uma estratégia para encontrar o local perfeito, que garanta que seus serviços funcionem 24 horas por dia, 365 dias por ano.
A Computerworld da Espanha traçou algumas dicas em conjunto com o instituto Forrester para ajudar a reduzir o impacto de quedas bruscas. Veja a seguir:
1- Entenda os custos da indisponibilidade de serviços críticos
A maioria das empresas não sabe calcular quanto custa para os negócios a queda de sistemas críticos. Estimar o impacto de uma interrupção, contabilizar prejuízos com perda da reputação e retenção de clientes pode ser uma tarefa assustadora. É preciso saber colocar na ponta do lápis a receita que a empresa deixará de ganhar e todas as possíveis perdas, com adoção de medidas que assegurem que a situação não se repetirá.
Lembre-se que o cálculo do impacto varia de empresa para empresa. Ou seja o custo de downtime muda de negócio para negócio. No exemplo acima, é preciso saber quantos clientes potenciais deixaram de comrpar e em que hora o acidente aconteceu. Em que momento do dia o serviço ficou fora do ar e por quanto tempo. Uma interrupução ao meio dia tem um custo diferente de uma queda às 3 da manhã, dependendo da atividade da companhia.
2- Análise toda a infraestrutura
Não se deve reduzir a ordem de armazenamento ou outro componente de qualquer estrutura de TI. A percepção holística geralmente é a correto. É importante considerar e calcular o tempo de toda a infraestrutura e sempre procurar soluções para os problemas de negócios de ponta a ponta.
3- Combinação entre objetivos de negócio e de TI
Uma vez que você calculou o custo de inatividade e mudou a abordagem da análise da infraestrutura, avaliando de ponta a ponta, o próximo passo é selecionar as tecnologias adequadas para suportar os serviços críticos.
Atualmente, há muitas ferramentas que podem apoiar nesse processo, como arquiteturas específicas para reiniciar rapidamente as máquinas virtuais, monitoramento remoto de equipamentos ou de serviços baseados em nuvem e deduplicação.
A parte mais difícil é encontrar uma abordagem que case com seus objetivos de disponibilidade e que também coincida com o que a empresa está disposta a pagar para proteger sistemas críticos. Há ainda a opção de terceirizar a infraestrutura com um data center, contratar sites backups e ter um plano de continuidade de negócios, para que a operação volte em menor tempo possível.
4 – Disponibilidade 100% é quase impossível
O objetivo das empresas não deve atingir 100% de disponibilidade de todos os seus sistemas de negócios, mas apenas para as aplicações críticas. Apesar ter muitas empresas que estão perto de atingir essa meta, a manutenção da infraestrutura disponível o tempo todo é praticamente impossível. Muitas coisas podem dar errado com infraestrutura e aplicações. Podem acontecer desastres naturais, erro humana ou até mesmo manutenção mal planejada.
Fonte: Computer World
-
Cinco comportamentos que você deve evitar na empresa
20 de março de 2012
Você quer visibilidade em sua carreira. Positiva, certo? A última coisa que a sua carreira precisa é de uma gafe – ou seja, um erro que o coloca no centro das atenções negativas. Um erro estúpido pode ser capaz de acabar com a sua carreira.
Há situações sutis e cotidianas que podem significar suicídio profissional. Veja cinco comportamentos que você deve evitar.
1. Enviar e-mail impróprio
A maioria é lúcida o suficiente para saber que piadas de mau gosto ou correntes não têm vez na comunicação corporativa. A maior parte dos funcionários de escritório se complica mesmo é com respostas impulsivas a e-mails recebidos.
Algum dia você já leu um e-mail rápido demais, disparou uma resposta colérica para todos os lados e depois descobriu que tinha interpretado mal a mensagem recebida? Além de desperdiçar o tempo das pessoas, você acaba envenenando suas relações de trabalho, talvez para sempre.
Antes de responder a um e-mail que elevou sua pressão sanguínea, aplique o teste útil de perguntar a si mesmo: “Eu ia querer que minha resposta fosse publicada na primeira página do The New York Times?”.
Se a resposta for não, esfrie a cabeça. Salve a mensagem em uma pasta de rascunhos e examine-a depois. Você tem certeza de que é isso que deseja escrever, sobretudo se estiver insultando diretamente o destinatário? Será que suas palavras poderão ser interpretadas mais negativamente do que você pretende?
Por fim, você quer que esta mensagem chegue ao seu chefe – ou ao diretor de RH? A propósito, não se apóie em nenhum recurso “unsend”. Ele vai falhar quando você mais precisar. E tome muito cuidado para não apertar o botão “Responder a todos”, ou sua conversa supostamente pessoal será a mais nova fofoca do escritório.
2. Humilhar colaboradores
Depois de executar um volume de trabalho significativo para um determinado cliente, decidi, um dia, tentar ter mais presença junto a este cliente. Telefonei para um executivo de outra área desta organização, apresentei-me e disse que “Carl” (nome fictício do executivo de TI com quem eu costumava trabalhar) estava satisfeito com meu trabalho.
Este executivo replicou: “E por que eu deveria ligar para o que Carl pensa?”.
Não foi inteligente da parte dele dizer isso, em especial para alguém que é de fora da organização. Se Carl tivesse ouvido essa observação – esse tipo de coisa se espalha – um gigantesco abismo seria criado entre ele e seu indiscreto colega. Mais importante, observações como essa afetam a credibilidade da organização.
Veja outro exemplo: digamos que você seja a pessoa a quem o help desk leva os problemas que não consegue resolver. Você descobre, ao conversar com um cliente, que o membro da equipe com quem ele falou deu-lhe informações escassas. Talvez você ache esse membro da equipe um idiota, mas não é uma boa idéia dizer isso ao cliente.
Antes de tudo, se seu chefe ficar sabendo que você fala mal dos seus colegas para os clientes, você poderá ter sérios problemas. Denny Brown, CIO da concessionária de energia elétrica Arizona Public Service, é categórico: esse tipo de comportamento constitui insubordinação e, portanto, é “motivo de demissão”.
O ideal é manter uma frente unida ao lidar com o cliente. Resolva o problema com seu colega nos bastidores.
3. Contradizer o chefe em público
Suponha que seu chefe cometa um erro factual ao fazer uma apresentação. Será que você deve corrigi-lo no ato, achando que ele vai agradecê-lo por chamar atenção para o erro na frente de todos?
Hum… não.
Em que circunstâncias você pode contradizer o chefe em público com segurança? Vislumbro apenas duas.
Se o prédio estiver em chamas e o chefe apontar a saída errada para as pessoas, provavelmente você poderá corrigi-lo com poucas consequências.
Se o chefe achar que cometeu um erro, mas não cometeu, você pode falar – quanto mais alto, melhor. Por exemplo, o chefe menciona o fornecedor correto de backup off-site, mas em seguida diz: “Desculpem, me enganei”, você pode dizer: “Não, chefe, você estava certo”. Não é sempre que você tem uma oportunidade dessas, portanto, aproveite.
Do contrário, exercite extrema discrição quando seu chefe errar em público. Se o assunto for realmente importante (o CIO informa a data errada em que a implementação entrará em operação), aborde-o durante o intervalo e mencione o erro discretamente. No reinício da sessão, um CIO inteligente e generoso aponta o erro, desculpa-se e lhe dá o crédito da correção.
Você dificilmente será benquisto se corrigir o chefe em público. O mais provável é que ele fique aborrecido por fazer papel de bobo e talvez até queira saber por que você não detectou o erro antes da apresentação.
Se faltar muito tempo para o intervalo, tente atrair a atenção do chefe com o olhar e falar-lhe em particular. Mas nunca o corrija em voz alta na frente do grupo.
4. Cometer erros sociais grosseiros em um evento da companhia
Comportamento inadequado de funcionários em festas do trabalho é clichê desde os anos 50, mas isso não significa que as pessoas não façam um papelão. Don Michalak, coautor do livro Making the Training Process Work e consultor de empresas como Ford, KPMG e Marsh & McLennan Co., enfatiza que esses encontros não são eventos puramente sociais. “Não faça nada que não faria no escritório da sua empresa ou de um cliente.”
Sim, haverá comida na festa. Vá em frente e coma, mas não chame atenção estacionando na mesa do coquetel de camarão. (Certo ou errado, as pessoas vão reparar se você exagerar). Uma boa ideia é comer alguma coisa antes da festa para não parecer esfomeado ao chegar. Tome cuidado se houver bebidas alcoólicas, você sabe o que pode acontecer se beber demais.
Se levar um convidado, peça-lhe que tome cuidado com as palavras. Você não vai quer que ele diga ao seu chefe: “Você não é tão careca quando falaram”.
A propósito, por mais que você se dê bem com seus colegas, uma festa não é o momento certo para reclamar das horas extras que precisou trabalhar para implementar uma solução. Se você chegar a conversar sobre as horas ou o projeto, procure ser positivo: “Foi difícil, mas consegui”.
5. Eliminar possibilidades de retorno ao sair
Muita gente tem a fantasia de criticar o chefe ao deixar a empresa. Pense duas vezes antes de soltar o verbo. Você se lembra da bolha da internet dos anos 90? Muitos profissionais de TI saíram de empresas tradicionais com a ideia de faturar milhões em startups de internet, que acabaram fracassando. Quem saiu em bons termos com seu antigo empregador teve mais chance de ser recontratado.
Quando se desligar de uma empresa, que seja da maneira mais amistosa possível. Ao fazer o anúncio da saída, enfatize as vantagens do futuro emprego, nunca as desvantagens do atual. Aponte razões para ser grato por ter trabalhado ali, mas seja sincero, não invente coisas.
Se você aprendeu alguma coisa com seu chefe e seus colegas de trabalho, diga-lhes. Mesmo que você tenha enfrentado dificuldade com alguém, pode dizer, por exemplo: “Obrigado por me ensinar a fazer um benchmark de um ambiente Active Directory”. Sair em bons termos só poderá ajudá-lo se você reencontrar estas pessoas posteriormente.
Mesmo os líderes com um histórico de sucesso podem falhar. Normalmente isso é porque eles têm maus hábitos que podem transparecer.
Aprender com o passado pode ajudar a evitar erros reincidentes. No entanto, não confunda aprender com o passado com reviver o passado. Esse último envolve interminável autorecriminação e, muitas vezes autopiedade, que nem sempre ajudam a resolver a situação.
Fonte: Computer World
-
A difícil arte de priorizar projetos de TI
2 de março de 2012
Como gestor de tecnologia de ponta na Aspen Skiing Compan durante os últimos 16 anos, Paul Major aperfeiçoou a arte de manter várias bolas no ar.
Responsável por todas as iniciativas de TI que suportam quatro estâncias das montanhas do Colorado e amplo portfólio de hotéis, lojas de varejo e locação, o gerente aprendeu a ajudar sua equipe, de 20 funcionários de campo; Ele sabe priorizar as solicitações para manter o 3,4 mil funcionários da empresa felizes do ponto de vista técnico. Ultimamente, porém, o malabarismo ficou muito mais intenso, diz o executivo.
As tecnologias móveis e sociais, grupo comandado por Major, têm bombardeado o gestor constantemente com pedidos de novos projetos. Um executivo lê sobre um app móvel legal em uma revista de bordo, ou durante uma conversa informal sobre tecnologia que a caixa de e-mail de Major lotar.
“Temos hoje uma enorme quantidade de demanda de TI para novas tecnologias que não seguem a trajetória normal de TI”, diz Major. “Você não pode simplesmente ter mil pedidos aleatórios chegando, para tecnologias muito novas e não testadas. É preciso uma voz de sanidade sobre o que estas tecnologias vão fazer e qual é a estratégia de longo prazo.”
Major é contra o que muitos departamentos de TI estão enfrentando. A alta na demanda nas organizações para as tecnologias móveis, sociais e de análise adiciona trabalho extra ao da TI tradicional. “O yin-yang do clima econômico não ajuda – os orçamentos de tecnologia são pequenos e as empresas parecem pouco propensas a aumentar a equipe . Além disso, trabalhadores qualificados nas novas tecnologias são escassos”, afirma.
No auge da hegemonia de TI, gestores como Major teriam mais tempo para manter as prioridades sob controle. Os gerentes das áreas de negócios socilitariam o uso de novas tecnologias e, em seguida, entrariam na fila para conseguir o que eles precisavam da TI. Hoje, os usuários finais podem aproveitar o poder da nuvem para seguirem em frente se perceberem algum atraso da área de TI.
“Os modelos formais e mecanismos de priorização não funcionam mais”, diz David Cearley, vice-presidente do instituto de pesquisas Gartner. “A priorização não pode ser feita de forma isolada do negócio. Precisa acontecer em estreita parceria com a empresa.”
Nesse cenário, a TI está sentindo a pressão para ser mais ágil em seus métodos de entrega, mais flexível na priorização de projetos, e mais experiente na avaliação de retorno sobre o investimento (do inglês ROI) – tudo para que possa trabalhar com, e não contra, as necessidades de negócio.
Prós e contras para os negócios
O consumo de TI, em particular, está impulsionando mudanças radicais não só no que a TI precisa priorizar, mas também na forma como ela interage com outras unidades de negócios para entregar esses projetos.
Não só é preciso descobrir como administrar, adquirir, apoiar e criar aplicativos móveis, como também repensar toda a experiência de computação do usuário final em torno dos dispositivos móveis, de acordo com Cearley.
Como os recursos não são infinitos, diz ele, a gestão de TI precisa reformular o seu papel para tornar-se mais que um corretor de serviços de TI, trabalhando em conjunto com o negócio para compreender as principais prioridades e funcionar como um facilitador, não como um gargalo para a implementação da nova tecnologia.
Por exemplo, em vez de derrubar um pedido de uma aplicação móvel por questões de segurança, a responsabilidade da área de TI é a de ajudar a empresa a entender os riscos fundamentais e destacar as tecnologias disponíveis para mitigar riscos.
“Ser pró-ativo significa ajudar a empresa a entender como as novas tecnologias como o celular podem impactar o negócio”, explica ele. “A governança não pode ser o mecanismo de dizer não. Governança deve ser o mecanismo para ajudar a direcionar e apoiar os requisitos do negócio.”
É uma directiva na Aspen Skiing que Major está levando a sério. Com uma avalanche de dispositivos pessoais aparecendo no trabalho e a demanda quase universal entre os empregados por aplicações móveis que possam suportar serviços ao cliente como a emissão de bilhetes e o aluguel de esqui, Major decidiu montar um comitê executivo para introduzir novas tecnologias e apresentar exemplos de estudo de caso, encorajando feedback e colaboração para começar a fazer a criatividade fluir.
Balanço da carteira de projetos
Além de envolver negócios diretamente no processo de priorização, Major está começando uma nova estratégia para frear o que ele diz ser um número insustentável de projetos no pipeline de TI.
Ele trabalha com um grupo estratégico de seis representantes divididos igualmente entre TI e finanças. A equipe realiza entrevistas com altos funcionários de toda a empresa para identificar os projetos solicitados ao seu departamnto que fujam às atribuições tradicionais da área – nada tão complexo como um novo sistema de Business Intelligence (BI) ou tão simples como a compra de um novo mouse.
Os projetos são classificados para encontrar oportunidades de reuso e de acordos de licenciamento otimizados. “A ideia é ver a um nível elevado o que estamos fazendo, descobrir onde queremos estar em 18 meses, e depois classificar projetos por horas de trabalho, custos, riscos e prioridades”, diz Major. “Se pudermos extrair da lista cinco ou dez projetos bem fundamentados, podemos apresentá-los à liderança executiva e obter financiamento que garanta a execução de cada um deles.”
Aplicativos de uma nova maneira
Na Catalina Marketing, os novos aplicativos móveis e os projetos de BI são tão centrais para a empresa que todos estão ansiosos para trabalhar em sintonia com a TI para fazer lobby junto à alta administração para apoiar o desenvolvimento.
“Como resultado, a Catalina tem 250 pessoas no departamento de TI que receberam um cheque em branco para trazer os recursos necessários para começarem a fazer o trabalho que precisa ser feito”, explica Eric Williams, ex-CIO da empresa, que presta serviços de marketing para clientes nas indústrias de varejo e da área de saúde.
“As equipes de vendas nas diferentes unidades de negócios deixam claro para o CEO onde precisamos estar”, diz Williams, que se aposentou em dezembro passado.
O alto nível de envolvimento das partes interessadas também levou TI a repensar seu processo de desenvolvimento, passando a adotar uma abordagem mais ad hoc quando as equipes de TI passam a integrar o pessoal de marketing ou das áreas de negócios para o desenvolvimento mais rápido de um aplicativo móvel – às vezes em questão de dias em vez de semanas ou mesmo meses.
“É uma integração muito mais coesa do desenvolvimento do produto que eu já vi no passado”, diz Williams.
A Northern Kentucky University também ajustou seu processo de priorização para um sistema mais aberto, em que as solicitações são feitas a partir de comitês consultivos formados por professores, alunos e funcionários, de acordo com Timothy Ferguson, reitor adjunto de Tecnologia da Informação e CIO da universidade.
Quando chega a hora de realmente desenvolver novos projetos de mobilidade ou de mídia social, o executivo tem acesso um recurso exclusivo: os alunos da universidade do programa de tecnologia da informação que foram criados sobre essas novas plataformas. “Eles cresceram com essa tecnologia, estão conectados”, explica Ferguson.
Atualmente, Ferguson conta com cinco ou seis estudantes desenvolvedores que trabalham 25 horas por semana em novos projetos. Até agora, tem sido uma situação ganha-ganha: os alunos estão ensinando aos seus colegas de TI muito sobre tecnologias emergentes. Já os funcionários tradicionais estão ajudando os alunos a compreenderem o que é preciso para escrever aplicativos back-end, bem como questões importantes em aplicativos empresariais, como a autenticação e a segurança.
Sem metodologias formais para a priorização e governança pró-ativa, os departamentos de TI correm o risco de serem marginalizados. É um grande risco que nenhum CIO está disposto a assumir.
Fonte: Computer World
-
Como empresas podem atrair e reter talentos de TI
17 de fevereiro de 2012
Melhorar o salário, oferecer mais flexibilidade e prêmios atraentes são as principais formulas para manter nos quadros de TI talentos certos que atender às necessidades dos negócios da companhia. Porém no Brasil, onde há escassez de mão de obra qualificada e em outros mercados como Estados Unidos e países da Europa afetados pela desaceleração da economia, atrair e reter os bons profissionais se tornou um desafio para as empresas do setor.
Geralmente a contratação de novos profissionais parece simples. As companhias precisam oferecer propostas mais atraentes da que eles tinham no antigo emprego. Mas o assunto se torna mais complicado quando se fala de reter os que já fazem parte do time da empresa. Os bons mesmos são assediados constantemente pela concorrência.
No Brasil, essa situação vem ocorrendo com mais freqüência por conta da aceleração da economia e pelo fato de a demanda por profissionais ser maior que a oferta no mercado. Um estudo recente sobre o mercado de trabalho no setor realizado pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) estima que o país fechou 2011 com déficit de 92 mil especialistas.
Como o mercado de TI no Brasil vem crescendo mais que 10% ao ano, taxa que é dobro do índice mundial, o levantamento da Brasscom prevê que até 2014 o País precisará de mais 78 mil talentos qualificados, o que pode aumentar mais ainda o déficit de mão de obra no setor.
A mesma pesquisa aponta ainda que as universidades brasileiras não conseguirão atender nem a metade dessa demanda. Com base no número de estudantes matriculados nos cursos do setor, a entidade prevê apenas 33 mil jovens se formarão nos próximos três anos, o que demonstra que a iniciativa privada e pública têm um papel fundamental no processo de desenvolvimento dos talentos de TI.
Como a procura por profissionais bons se tornou um desafio para as companhias do setor, convencer os atuais colaboradores de que ele pertence à empresa que trabalha é essencial para retê-los.
A Computerworld dos Estados Unidos elaborou juntamente com especialistas internacionais algumas recomendações que os diretores de recursos humanos devem levar em conta para manter em seus quadros os bons talentos.1- Salário compatível
Pagar salário compatível com a função exercida pelo profissional e valorizá-lo é algo essencial. É óbvio que seu empregado ficará tentado a mudar de emprego ao receber uma proposta mais atraente. As empresas estão competindo pelos bons talentos e criando uma bolha para acabar a insatisfação deles, oferecendo salário exorbitante. No Brasil, por exemplo, estudos de consultorias apontam que os salários inflacionaram em 2011 e alguns chegaram a taxas de aumento de até 20%.Porém, os especialistas advertem que, embora a maioria dos empregados coloquem o salário no topo da sua escala de prioridades, muitos preferem outros benefícios, tais como possibilidade de trabalhar em casa e jornada mais flexível para terem mais qualidade de vida. Alguns estão buscando o equilíbrio entre vida pessoal e profissional para terem mais tempo para a família, lazer e estudos que aprimorem sua carreira.
2- Flexibilidade e recompensas
Como já mencionado, o salário não é atualmente o único fator para retenção de talentos. Estudos da empresa PeopleBank do Reino Unido, especializada em recrutamento de pessoal, informa que esse item está entre a quinto e oitava preocupação dos trabalhadores. Ou seja, as empresas devem adotar planos consistentes para gratificar seus empregados.Oferecer coisas simples, como acesso aos recursos da infraestrutura para que os colaboradores possam realizar suas tarefas sem esforço ou trabalho em equipe são essenciais para tornar a empresa atraente aos olhos de um talento de TIC.
A possibilidade de trabalhar em casa está ganhando uma importância maior para os trabalhadores do setor, obrigando as companhias a analisarem essa tendência de acordo com as regulamentações. Recentemente, o Brasil aprovou uma lei que garante aos profissonais remotos os mesmos direitos dos que trabalham nas empresas.
3- Uso de Mídias Sociais
Nos últimos anos, mídias sociais como LinkedIn, Facebook e Twitter se tornaram ferramentas importantes para atrair e reter os talentos mais valiosos da organização. Este tipo de rede permite também que a empresa saiba se a cultura organizacional é a mesma dos seus empregados, bem como detalhes da sua personalidade e habilidades potenciais.Além disso, o uso de redes sociais no processo e recrutamento de pessoal mostra o interesse da empresa em inovação e também o quanto ela está disposta a analisar o inconformismo de seus empregados.
4 – Formação e desenvolvimento profissional
Os funcionários estão cada vez mais exigente. Eles esperam que a empresa tenha um programa de educação continuada que permita melhorar suas habilidades e manter-se atualizados sobre as últimas tendências, já no mundo de TI as tecnologias mudam muito rapidamente.Uma forma de reter talento é oferecer oportunidade para que seus colaboradores não fiquem obsoletos, incentivando o seu desenvolvimento profissional. É importante apoiá-los no desenvolvimento de sua carreira. Esse caminho ajuda a resolver qualquer dissonância que pode evitar males maiores que afetam a condução dos negócios da empresa.
Fonte: IDGNow
-
5 desenvolvedores de software que sua empresa precisa ter
14 de fevereiro de 2012
Codificações rotineiras e manutenção de código são funções cada vez mais desvalorizadas e facilmente terceirizadas. Os desenvolvedores que desejam manter uma vantagem no mercado de trabalho de hoje precisam se especializar. Aqui estão cinco exemplos de áreas de habilidades especializadas que vão experimentar um crescimento rápido nos próximos anos. Todas endereçam tecnologias estratégicas para as empresas. Por isso, não se espante se você desejar ter um deles no time de TI.
1. Desenvolver móvel cross-plataforma
O mercado de sistemas operacionais de smartphones é muito mais fragmentado do que o mercado de PC e provavelmente continuará assim por muitos anos. Com a consumerização, é muito provável que sua empresa já esteja sendo obrigada a lidar com diferentes plataformas móveis e modelos de aparelhos, com recursos e funções diversas.
O truque é saber como acessar as APIs que permitam acesso aos recursos comuns, independentemente da plataforma usada. Isso não é fácil quando cada plataforma faz você escrever aplicações em uma linguagem de programação diferente, usando um conjunto diferente de ferramentas. Mesmo baseados em HTML, as aplicações móveis precisarão de ajustes de interface de usuário consideráveis.
É claro que os fornecedores de ferramentas móveis devem fazer mais para ajudar a facilitar o desenvolvimento de APPs multi-plataforma. Até que isso aconteça, os desenvolvedores que investirem tempo para tornarem-se versados em dois ou mais ecossistemas móveis vão ser altamente demandados.
2. Mainframe/especialista em integração à nuvem
Plataformas de computação em nuvem incluem toda a sorte de aplicações web. Eles estão ganhando espaço, em pequenas empresas e departamentos de grandes empresa, também. Mas para outros segmentos de mercado, incluindo grandes varejistas, finanças, banco, seguros e telecomunicações, entre outros – o mainframe ainda é rei. Isso não quer dizer que esse tipo de organização não esteja interessada em computação em nuvem. Ela está. Mas esperar que migra suas aplicações críticas do mainframe para a nuvem não é realista.
Acontece que, em alguns aspectos, plataformas de computação em nuvem multitenant são muito parecidas com os ambientes de mainframe timeshared do passado. Em outros aspectos, eles são muito diferentes. Isso representa uma oportunidade significativa para os desenvolvedores, que podem transitar nos dois mundos.
Desenvolvedores de mainframe tradicionais estão se tornando uma raça rara. Os desenvolvedores que falam Java e Cobol, ou quem sabem lidar com as bases de dados do mainframe e os sistemas de armazenamento em nuvem, da mesma forma, praticamente inexistem – mas as empresas vão começar a procurar por eles. Preencher esse nicho será de extrema importância.
3. Engenheiro de migração para a nuvem
As empresas que estão investindo pesadamente na nuvem enfrentarm um problema diferente daquelas que ainda estão aderindo caos mainframes. Mainframes são uma tecnologia madura, enquanto que as plataformas em nuvem ainda estão em sua infância. A Amazon Web Services, sem dúvida a plataforma de nuvem de uso geral mais madura, celebra o seu décimo aniversário este ano.
Naturalmente, o mercado de cloud ainda está enfrentando o que chamamos de dores do crescimento. As vantagens de custo das ofertas de cloud pública ainda não são claras. Diferem em características, segurança e estabilidade. As interrupções não são incomuns. A largura de banda de rede pode se tornar um gargalo para alguns serviços.
Quando deixarem de ser uma novidade, os provedores de produtos e serviços de computação em nuvem receberão o mesmo tratamento de qualquer outro fornecedor. A insatisfação com um, fará a empresa a levar seus negócios para outro. É nesse momento que a presença ou a falta de desenvolvedores especializados na equipe de TI se fará sentir. Mover um aplicativo de um serviço de armazenamento em nuvem para outra nuvem não é tão simples quanto mudar as empresas de telefonia. Um desenvolvedor que conheça bem os meandros de vários fornecedores de cloud – APIs, SLAs, serviços e tecnologias suportadas – irá parecer um Deus para as empresas que desejarem abandonar o navio com pressa.
4. Especialista em portabilidade para RIA
Lembre-se de RIAs (Rich Internet Applications, ou Aplicações de Internet Rica)? Os desenvolvedores web não estão se afastando de aplicações de conteúdo rico – longe disso -, mas os dias de usar plug-ins para fornecer gráficos sofisticados e interatividade ficaram para trás. O velório do Flash tem sido aguardado desde que Steve Jobs virou as costas para a tecnologia na plataforma iOS. O futuro do Silverlight parece igualmente sombrio. O HTML5 e suas tecnologias relacionadas são o caminho a seguir.
Mas o que acontecerá com todos os aplicativos Flash e Silverlight lagados? Alguns deles são materiais de marketing e publicidade com vida útil curta, mas outros, da área de educação, podem servaliosos, bem como os usados em visualização de dados e aplicações de comércio eletrônico. Preservar esse conteúdo para os futuros usuários da Web, em breve, se tornará uma preocupação a mais.
A conversão automática do Flash para HTML5 não é fácil, como demonstraram as próprias tentativas da Adobe. Ferramentas de autoria em HTML para aplicações ricas estão surgindo, mas lentamente. Entretanto, a demanda está crescendo para os desenvolvedores Web que já dominam o HTML5.
5. Arquiteto de computação paralela
Os aplicativos de hoje escalam de forma horizontal, não para cima. Clusters e outros sistemas distribuídos espalham aplicações em vários sistemas, não apenas em um servidor central. Com a ascensão de arquiteturas de CPU multicore, mesmo os software de desktops devem ser escritos com multiprocessamento em mente. Infelizmente, a computação paralela ainda é uma das tecnologias menos compreendidas em disciplinas de desenvolvimento de software.
Todas as ferramentas de desenvolvimento dos principais fornecedores estão evoluindo para tornar mais fácil a construção de aplicações de computação paralela. Alguns são desenvolvedores de linguagens, como a Go, da Google e X10, da IBM – que fazem projetar algoritmos concorrentes mais intuitivos. Tecnologias como OpenCL ajudarão os desenvolvedores a descarregar o processamento de múltiplos núcleos e GPUs. Outros projetos, como o Intel Parallel Studio, estão sendo projetadas para tornar as ferramentas existentes mais “paralelo-friendly”.
O problema é que nenhum desses esforços conseguiu tornar o multiprocessamento acessível para a maioria dos programadores. A programação paralela exige mais do que apenas novas ferramentas. Exige uma nova maneira de pensar. Os desenvolvedores que dominarem as ginásticas mentais necessárias para o design da aplicação vão avançar rapidamente para a função de arquiteto de sistemas.
Um bom caminho para as empresas é investir na formação de seus desenvolvedores para que possam ocupar algumas dessas funções.
E, você, vê outros nichos exclusivos emergentes para os desenvolvedores? Conte para nós, aí nos comentários.
Fonte: Computer World
-
Os cinco maiores erros que as empresas cometem nas redes sociais
26 de janeiro de 2012
Muito se fala sobre a importância das redes sociais para as empresas, mas poucas companhias tiram vantagem disso. Existe um grande potencial dentro das mídias sociais, especialmente para conhecer o mercado, os clientes e depender menos de pesquisas. Para ajudar as companhias nessa difícil tarefa de inclusão nas redes sociais, o CEO e co-fundador da Napkin Labs, Riley Gibson, publicou no site Mashable os maiores erros cometidos pela empresas na hora de usar as redes sociais. O presidente da startup, que ajuda as companhias a tirar das redes sociais insights valiosos para os seus negócios, ainda deu dicas de como usar essas ferramentas para o progresso da companhia. Veja abaixo.
1 – Empresas esquecem de questionar os seus clientes
Clientes adoram dar opinião e influenciar as diretrizes das companhias, mas é improvável que eles façam isso sem serem solicitados primeiro. As empresas precisam ter o costume de utilizar o Facebook ou Twitter para questionar seus clientes sobre determinados produtos, estratégias de marketing ou qualquer coisa relevante. “Quando as pessoas responderem, vá fundo! Transforme qualquer ideia inicial em conversas e tente criar algo real em cima desses diálogos”, sugere Gibson.
2 – Empresas usam as mídias sociais para se auto-promover
Normalmente é o departamento de marketing que controla as atividades da empresa dentro das redes sociais. Por isso, não é surpresa para ninguém que a maioria das informações que as companhias dividem na rede seja sobre seus próprios produtos ou serviços. O problema, segundo Gibson, é que tuítes e posts promocionais não geram uma conversa útil com os clientes. As companhias precisam entender que nem tudo deve girar ao redor delas. O ideal é postar conteúdos engraçados, inteligentes, interessantes, além de enquetes e perguntas. Dessa maneira, os clientes vão perceber que a companhia se importa com suas opiniões e que ela tem personalidade o suficiente para falar sobre outros assuntos.
3 – Empresas se prendem ao tempo e à mão de obra
Muitas companhia acreditam que teriam um melhor desempenho nas redes sociais se tivessem mais pessoas e tempo para trabalhar com as ferramentas. Apesar disso fazer certo sentido, Gibson acredita que não é preciso tanto tempo nas redes sociais para criar um envolvimento efetivo. Na maioria dos casos, aqueles que administram esses canais sociais só precisam de um pouco de direcionamento e foco. Se reunir frequentemente com o time de desenvolvimento de produtos ou atendimento ao cliente, por exemplo, ajuda a equipe responsável pelas redes a definir um rumo que valha o tempo e esforço gastos.
4 – Empresas se satisfazem com feedbacks positivos
Gibson comenta que quando conversa sobre as respostas obtidas nas redes sociais, a maioria das empresas diz estar muito feliz com a quantidade de feedbacks positivos que recebe. Claro que saber que os negócios vão bem é sempre bom, porém as companhias precisam mais do que um feedback positivo para ajudar a impulsionar os negócios. Para se obter informações mais úteis para seus negócios, as empresas devem postar e tuitar assuntos relevantes para sua área, serviços e produtos. Respostas para uma pergunta que questiona o tipo de design que combina mais com um produto pode ser mais eficaz do que um elogio sobre a beleza de algo já existente.
5 – Empresas recebem feedbacks, mas não fazem nada a respeito
Normalmente os times que administram as redes sociais das empresas não são as mesmas pessoas que tomam as decisões sobre os rumos da companhia. Isso significa que muitas ideias valiosas, coletadas por meio das redes sociais, podem se perder. De acordo com Gibson, para aproveitar todas as vantagens que os sites de relacionamento proporcionam, é necessário criar um sistema que garanta que as ideias e feedbacks provenientes de clientes sejam repassados para os executivos que comandam. A comunicação interna da companhia é essencial para que os dados coletados gerem mudanças positivas na empresa. Além disso, Gibson lembra que, uma vez que os clientes perceberem que suas opiniões e ideias estão sendo aceitas, eles terão mais vontade de contribuir com o desenvolvimento da companhia.
Fonte: Olhar Digital
-
Cinco dicas para tornar os seus negócios mais interativos nas redes sociais
19 de janeiro de 2012
Diferente de anos atrás, quando uma empresa mantinha seu foco em campanhas publicitárias para a TV, outdoors de rua e outros veículos de comunicação, hoje, por assim dizer, houve uma grande transformação no conceito de reinventar e divulgar sua companhia para o público.
Por um lado, as organizações não podem mais se dar ao luxo de desenvolver projetos mais fechados e com chamativas simples, que geralmente não atraem o interesse dos consumidores. Por outro, não se pode optar em não participar e permanecer em silêncio diante das notícias, em especial no que diz respeito à internet, redes sociais e outros desses sites, já que esse ciclo de informações é constante, e exige das empresas cuidado e atenção para não hesitarem.
Com o aumento dos canais de mídia social, existe a necessidade de se comunicar facilmente – e simultaneamente – com os usuários. Dessa forma, que tipo de mensagem sua marca visa transmitir aos clientes socialmente engajados?
Foi pensando nisso que o site Social Media Examiner elaborou cinco dicas de como você e sua companhia podem formular seus objetivos de forma confortável, fácil, rápida e confiante, para então tornar sua marca ainda mais eficaz no mercado da competitividade.
1. Determine a personalidade da sua marca
Grande parte das pequenas empresas cresce gradualmente, acrescentando clientes e serviços ao longo do tempo. À medida que evoluem, elas garantem uma reputação de como conseguem evoluir e fazer bons negócios, determinando, assim a voz da sua marca. Com isso, ao identificar os traços de personalidade da sua companhia, os clientes terão razões para chegar até você
Um bom exemplo dessa situação é comparar a marca da sua empresa a um tipo de carro, rede de hotéis ou até a um CEO de alguma multinacional, para saber qual deles melhor representa a sua mensagem. Richard Branson ou Bill Gates? Land Rover ou Porsche? Com qual deles você tem mais a ver? Definir o seu personagem lhe dará mais convicção acerca de como alcançar bons resultados.
2. Identifique o público e sua verdadeira audiência
Com a quantidade de dados que estamos sujeitos na geração atual, o mesmo produto pode servir para diferentes tipos de grupos. Por isso, certifique-se de conhecer o público que é mais receptivo à sua mensagem e que está mais de acordo com as propostas da sua marca.
Por exemplo: se você é uma empresa B2B (Business-to-business), sites como LinkedIn e Google+ podem ser um terreno melhor e mais direcionado do que um serviço de ofertas profissionais no Twitter para seguidores aleatórios. Ao invés de uma abordagem menos direta, alinhe sua marca e empenhe o potencial de seus recursos para as comunidades que irão responder a suas demandas.
Junte-se a subgrupos específicos da indústria e fóruns para se mostrar participativo, oferecendo respostas pensadas em sua área de especialização. Além disso, é importante que você faça a medição da influência de sua marca no mercado de negócios. Para isso, existe uma opção eficaz e gratuita que, inclusive, já falamos aqui no Olhar Digital: o Klout, um serviço que mapeia sua participação nas principais redes sociais da atualidade e lhe fornece gráficos, dados e outras informações demográficas sobre como sua empresa/mensagem tem se saído na internet.
3. Desenvolva um objetivo mais consistente
Algo fundamental para o crescimento da marca é a sua consistência. Por isso, não deixe de transmitir um estilo familiar de mensagens ao se comunicar com os demais consumidores. Vale lembrar que não há uma maneira certa ou errada de falar: o importante é saber falar com o público – que não exige frases mais fechadas. Seja mais próximo do seu cliente, utilize de uma linguagem mais informal (sem deixar a seriedade de lado), elabore uma comunicação mais sociável. Conheça-o.
Contudo, não adote um perfil de multi-personalidades, como ter um lado mais rígido no Facebook, e no Twitter uma versão menos séria. Isso pode causar um certo transtorno para os usuários. Se vários funcionários contribuem para suas mídias sociais, certifique-se de que eles compreendem a personalidade de sua marca (como foi dito no item 1).
4. O tempo é tudo
Saber quando falar é muitas vezes crucial para estabelecer um contato confiável de sua marca no mercado. Se antecipar exageradamente ou esperar muito tempo pode dar a impressão de que você não está antenado ao que está acontecendo. Se organizar e mostrar-se ponderado é a melhor solução.
Uma maneira simples que pode amenizar eventuais problemas desse gênero é o Google Alerts. Nele, você pode delimitar um assunto-chave na sua indústria, de modo que seus funcionários estarão informados, esclarecidos e preparados para oferecer insights e comentários quando for necessário.
Outros meios, como o Twitter, por exemplo, também são ótimas ferramentas para estar por dentro – e em tempo real – sobre os principais fatos do dia a dia. E não se esqueça: cada segundo pode ser um fator determinante para definir a sua marca. Leia e responda os comentários de seus clientes para não se esquecer e ficar para trás.
5. Praticar é essencial
Hesitar pode gerar falta de confiança. E nada constroi melhor a confiança do que a prática. Felizmente, a web oferece uma ampla oportunidade para aperfeiçoar o poder da sua marca. Você pode começar com o blog da empresa (caso já exista um) e construir uma biblioteca de artigos úteis para seus clientes.
Tais artigos podem ser reaproveitados a vários diretórios, que vão amplificar sua mensagem. Elabore alguns tweets, faça atualizações diárias no Facebook, contribua com o seu perfil no LinkedIn, e você terá o reconhecimento esperado para o seu setor. Sabendo bem que tipo de personalidade sua marca possui e o público a ser atingido, as características da sua empresa serão aprimoradas, para então melhorar e fortalecer sua voz no mercado de negócios.
Ao seguir estas cinco dicas, você provavelmente se sentirá mais à vontade para se comunicar e alcançar uma audiência maior de sua marca e empresa. E qual sua opinião? Diga suas experiências nos comentários abaixo.
Fonte: Olhar Digital.
-
Como tirar melhor proveito das redes sociais nas empresas
8 de dezembro de 2011
A medida em que o Facebook e outras redes sociais ganham popularidade, as empresas começam a estudar formas de usar essa tendência favoravelmente dentro do ambiente corporativo. O resultado: uma enxurrada de companhias de software social para uso corporativo brigando por um lugar no portfólio de TI e dezenas de executivos de TI e de negócios, tentando mapear o cenário e desenhar planos de longo prazo.
Novo estudo da Forrester Research mostra, no entanto, que essa tendência ainda está muito incipiente. A chave para ampliar a adoção e o sucesso das novas ferramentas sociais, segundo o levantamento, está em entender quem as usa e como estão usando e que políticas as empresas precisam criar e colocar em prática para dar suporte a esse uso.
A seguir, você verá um cenário desenhado pelas principais descobertas da pesquisa da Forrester, chamado de “The Enterprise 2.0 User Profile: 2011”, junto com algumas recomendações de como a companhia pode tirar melhor proveito dessas ferramentas. O estudo foi realizado a partir das respostas de quase 5 mil profissionais de TI nos Estados Unidos.
Quem usa e por que usa
Dos 4.985 profissionais de tecnologia da informação ouvidos, 28% usam algum software
Há três tipos de pessoas usando software social com frequência na empresa atualmente: os early adopters; os mais atarefados e ocupados; e os funcionários mais jovens. Isso não é nenhuma surpresa, diz o analista da Forrester t T.J. Keitt, porque esses grupos são os candidatos óbvios a adotar a mídia social.
Os chamados early adopter são geralmente usuários de tecnologia assíduos, sempre abertos a ser os primeiros a testar novas soluções. Os mais ocupados na empresa sempre procuram encontrar formas de acelerar processos. E os mais jovens são os que naturalmente ajudam a levar ferramentas sociais para dentro da corporação.
Segundo o levantamento, 39% das pessoas que usam mídias sociais dizem que o fazem porque são fáceis de manusear e relevantes. “A principal razão para os trabalhadores em tecnologia da informação utilizarem ferramentas sociais é porque as barreiras para chegar até elas são poucas e a mídia social resolve os problemas de trabalho”, diz Keitt. A segunda razão mais importante é que “são jeitos eficientes de realizarperceptível no trabalho”, compelta.
A pesquisa identifica que mesmo os early adopters ainda não fazem uso amplo do recurso. Mais da metade dos ouvidos (55%) disse utilizar no máximo uma ferramenta de social media, o que é interessante, argumenta Keitt, porque muitas empresas desse mercado oferecem plataformas sociais que consistem de uma série de aplicativos sociais.
Isso quer dizer que redes sociais públicas – especificamente o LinkedIn e o Facebook— são ainda as ferramentas corporativas padrão que os funcionários recorrem durante o trabalho. “Isso sugere que muitos profissionais descobrem o valor do social para os negócios não por trás de um firewall corporativo, mas por conta de poderem interagir com colegas e clientes na esfera social pública”, escreve Keitt.
Como um CIO deve desenhar sua estratégia social
Profissionais que lidam com conteúdo e colaboração enfrentam alguns desafios na hora de criar um mapa de adoção de software social: parcela pequena da força de trabalho adotou essas ferramentas e mesmo dentro desse grupo há limite para o uso da tecnologia. Diante disso, a Forrester sugere cinco ações iniciais nas quais vale a pena concentrar os esforços nessa primeira fase.
1- Avaliar políticas corporativas
A pesquisa é clara nesse sentido: mesmo que muitas empresas ainda imponham restrições aos empregados para acesso a redes sociais públicas, como o Facebook e o Twitter, isso não necessariamente tem impedido o acesso por meio de equipamentos pessoais e smartphones. Se você não pode impedi-los, junte-se a eles, diz o ditado.
Nessa linha, a Forrester recomenda gerar políticas internas que estimulem o uso responsável das tecnologias sociais no trabalho. Isso deve incluir mudar regras que descrevem o que é um comportavmento aceitável ou não e criar incentivos para que as pessoas ajam de acordo.
2 – Encorajar e engajar os early adopters
Para a Forrester, será muito difícil replicar os efeitos da rede de milhões de usuários engajados em ferramentas sociais públicas. Mas você pode convocar os usuários mais antigos e experientes de redes sociais para ajudar a criar páginas de perfil social corporativo, assim como eles foram capazes de criar suas páginas pessoais no LinkedIn ou no Facebook, para facilitar a criação de uma cultura de uso dessas ferramentas.
3 – Junte-se aos seus funcionários socialmente ativos
Comece identificando os profissionais mais ativos em redes sociais internas e externas. Faça entrevistas com eles para entender como e por que usam as redes sociais.
Segundo a Forrester, o conhecimento coletivo identificado nessas conversas vai prover elementos para criar a fundação do plano de negócios para o uso eficiente de redes sociais na empresa.
4 – Convoque os gestores
Para tornar o software social valioso para a maioria dos empregados, a Forrester sugere que a gestão se envolva diretamente, investindo tempo e recursos para criar e alavancar a estratégia. Isso pode representar a convocação do diretor de Marketing ou do CEO para ajudar a escolher a plataforma, agir como elemento de ligação na divulgação das expectativas e também ser usuário ativo da tecnologia para dar o exemplo.
5 – Com os fornecedores, mais, algumas vezes, é menos
Segundo a Forrester, pode ser muito bom prover um portfólio vasto de ferramentas sociais para dar mais flexibilidade aos funcionários, contudo é mais importante escolher aquela que mais atende aos interesses coletivos e focar nela. Quando for avaliar fornecedores, certifique-se de que a pergunta será sobre como o que eles oferecem atende aos seus interesses, em vez de ficar fascinado pela quantidade das ofertas.
Fonte: Computer World
-
Quatro passos para garantir o sucesso de um projeto de TI
5 de dezembro de 2011
Projetos, por vezes, saem dos trilhos. É quase uma regra. Mas é sempre possível reduzir o número de projetos com problemas insolúveis.
A despeito de muitos fatores afetarem o sucesso de um projeto,os fracassados muitas vezes decorrem de planejamentos falhos, que deixam de considerar restrições básicas. Em TI, restrições nas seguintes áreas:
Habilidades específicas – Todo planejamento deve considerar a disponibilidade de habilidades de alta demanda. Um varejista integrante da lista de 500 maiores empresas da Fortune precisava reconstruir quase todas as aplicações em uso. Inicialmente, o plano parecia agressivo, mas alcançável. Uma análise mais profunda, porém, revelou falhas de pessoal significativas. Nove pessoas-chave, incluindo arquitetos e gerentes de projeto, receberam atribuições em excesso, em mais de um projeto. Evite isso, verificando a disponibilidade de pessoal, mesmo que as habilidades específicas sejam necessárias só por um tempo limitado. Isso parece óbvio, mas muitas vezes é ignorado.
Cultura - Os planos devem acomodar culturas distintas de uma organização. Uma empresa global com centenas de pequenos escritórios autônomos não levou em conta a independência desses escritórios ao implantar o help desk corporativo centralizado. Os escritórios não viam valor no help desk e o ignoravam.
Gestores de projeto têm o hábito de ignorar a cultura organizacional por sua conta e risco.
Capacidade de entrega - Toda organização de TI tem limitações impostas pela infraestrutura. Uma fabricante de alimentos, também integrante da lista de 500 maiores empresas da Fortune, decidiu mudar toda a sua força de vendas direta e, simultaneamente, todo o seu mix de produtos e instrumentos de crédito. Infelizmente, seus sistemas caseiros foram inflexíveis. Velhos e mal documentados, transformaram-se em legado de difícil atualização. A equipe de planejamento de TI se recusou a incluir melhorias, apesar dos muitos protestos. Incapaz de tomar decisões ou despachar produtos por seis semanas, a empresa quase saiu do negócio.
Orçamentos - Planejamentos que ignoram restrições orçamentárias estão condenados. Um CIO era obrigado a realizar oito grandes projetos em paralelo, embora não tivesse gestores suficientes. Seus pedidos de contratação de pessoal adicional ou de adiamento eram sempre negados. O pessoal de TI, agora desmoralizado, foi forçado a trabalhar em planos considerados inviáveis. Resultado: muitos decidiram procurar outras oportunidades de emprego.
Falhas de planejamento são frequentemente o resultado de fraquezas das empresas. Pressão de gestão é uma das fraquezas mais comuns. Inexperiência é outra. Equipes de planejamento precisam ter participantes experientes suficientes para garantir que os prazos serão realistas e que as restrições e os riscos, levados em conta.
Mesmo planejamentos agressivos podem ter sucesso se forem realistas. Quanto mais ousado o plano é, menos há espaço para erro. Falhas de planejamento não detectados são prenúncio de fracasso.
Fonte: CIO