Blog do TreinaWeb
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Quatro coisas que devem sumir no novo iPhone e no iOS 6
10 de agosto de 2012
A próxima geração do iPhone tem tudo para trazer algumas mudanças radicais para os usuários, e também vai marcar uma separação muito pública entre Apple e Google. Produtos muito amados da gigante de buscas no iOS agora vão desaparecer ou ser substituídos por variações da Apple, enquanto que as mudanças no design de hardware trarão melhorias, mas dores de cabeça no início para alguns usuários.
As últimas versões beta do iOS 6 agora estão nos dando uma indicação mais clara de quais serviços do Google a Apple vai abandonar ou substituir por outros da sua autoria, com várias informações indicando também mudanças futuras de design e hardware que você terá de manter em mente. Até o novo iPhone ser anunciado, provavelmente em 12 de setembro, como sugerem os rumores, essas são as mudanças, que incluem duas já anunciadas e outras duas sendo discutidas, e o que elas significam para os usuários.
Tchau Google Maps
A Apple comprou várias companhias de mapas para produzir seu próprio produto de mapeamento – substituindo o aplicativo Mapas com informações do Google Maps. A principal diferença entre as opções de mapas da Apple e do Google são que a primeira usa mapas com vetor independente de resolução, enquanto que a segunda utiliza imagens em camadas para cada nível de zoom. A vantagem da solução da Apple é que você não precisa esperar que os blocos carreguem à medida que dá zoom in, uma vez que os mapas estão sendo renderizados em tempo real no telefone, o que te dá uma experiência mais suave.
Assim como no Google Maps para Android, a Apple está introduzindo no seu Mapas do iOS 6 construções 3D e navegação passo-a-passo (por voz), mas ainda haverá um recurso principal ausente: o Google Street View, que o aplicativo da Apple não possui. O Google já possui o aplicativo Earth para iOS, por isso é inteiramente possível que a gigante de buscas lance um aplicativo específico do Maps para a App Store, assim como anunciou que vai fazer para outro recurso que sumirá do iOS: YouTube.
Até mais, YouTube
O aplicativo nativo do You Tube é a última colaboração entre Apple e Google a ser retirada do iOS, confirmou a empresa de Cupertino nesta semana. O aplicativo de vídeos está no sistema móvel desde o início praticamente, e simplesmente não haverá um oferecido de forma padrão no iOS 6. Em vez disso, o Google afirmou estar desenvolvendo seu próprio aplicativo iOS do YouTube, para ser lançado futuramente na App Store – em uma data ainda não anunciada.
A falta de um aplicativo do YouTube provavelmente não fará uma grande diferença para os usuários. Você poderá assistir aos vídeos do site diretamente pelo Safari (ou outro navegador) pela versão móvel da página, em vez de ter um link sendo aberto automaticamente no aplicativo do serviço, como ainda acontece.
Ao desenvolver seu próprio aplicativo do YouTube, o Google terá a chance de introduzir anúncios no app (algo não presente no aplicativo atual), e também atualizar o software com novos recursos mais regularmente. Nas mãos da Apple, o aplicativo do YouTube viu poucas melhorias ao longo dos anos.
Adeus conector de 30 pinos
É esperado que a próxima geração do iPhone tenha um dock conector de 19 pinos, uma mudança que pode acabar com os acessórios do mercado que trazem o conector de 30 pinos, atualmente encontrado nos aparelhos iOS. O modelo atual de 30 pinos está no mercado desde os primeiros iPods, e a Apple precisa de um conector menor para tornar o novo iPhone mais fino e incorporaram uma antena 4G.
No entanto, mudar para um conector novo menor não será algo sem problemas. Apesar de as fabricantes lentamente começarem a adotar o novo plugue à medida que crescem as vendas do novo iPhone, a Apple deve apresentar um adaptador que tornaria os novos iPhones (e iPads e iPods) compatíveis com os adaptadores no estilo antigo. Mas um novo conector deve deixar as pessoas menos propensas em usar acessórios com cabo e impulsionar as vendas de produtos compatíveis com o recurso AirPlay.
Arrivederci microSIM
Outra mudança pensada para deixar mais espaço dentro do novo iPhone para componentes é um chip SIM card menor que o atual, informa o site francês nowhereelse. Menor, você diz? Sim, os nanoSIMs são cerca de 40% menores do que os cartões microSIM introduzidos no iPhone 4 (eles medem apenas 12,3mm por 8,8mm por 0,67mm). A Apple propôs esse novo padrão contra propostas rivais da Nokia e Motorola, e o novo design oferecerá a mesma funcionalidade com dos SIM cards atuais.
Enquanto o SIM card menor pode fazer uma diferença para o design interno da Apple para o iPhone, para os usuários a transição deve ser bastante tranquila. O nanoSIM pode ser produzido e distribuído de maneira que tenha compatibilidade reversa com os designs de SIM card existentes.
Fonte: MacWorld
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Os melhores recursos do Google que você provavelmente não conhece
2 de agosto de 2012
O Google é uma grande máquina com todos os tipos de apps, programas e ferramentas. Muitos desses — como o Gmail e o Google Docs — são claramente úteis e amados por muita gente. Mas escondidos dentro da rede do Google estão pequenas e incríveis jóias menos conhecidas que podem deixar a sua vida mais fácil.
Ao longo dos últimos anos, o Google experimentou um monte de produtos. Ocultos sob apps populares como Gmail, pesquisa e Chrome, estão vários recursos legais que a maioria das pessoas não se deu ao trabalho de notar. Aqui estão alguns dos recursos desconhecidos favoritos do Google:
Google Schemer como ferramenta de planejamento e gerador de ideias para projetos
Em essência, o Google Schemer é uma ótima maneira de encontrar coisas novas para fazer na sua cidade. Você pode digitar seu endereço no Schemer e ver que tipo de coisas as pessoas estão fazendo à sua volta.
Basicamente, o Schemer é um meio de não só encontrar coisas interessantes para fazer, mas compartilhá-las com pessoas fisicamente próximas e amigos. O Schemer pode ajudá-lo a encontrar novas coisas para fazer se você estiver em uma cidade diferente por uma noite, ou apenas se quiser explorar a sua própria.
Google Maps personalizado para navegação personalizada
Mapas personalizados no Google Maps são simples de se fazer e dá a você o poder de ter um mapa completamente personalizado da cidade. Você pode, por exemplo, manter um mapa para a sua vida. Coloque nele o endereço de casa, do seu trabalho e lugares aonde gosta de ir. Na medida em que descobre novos, adicione-os ao mapa, compartilhe-o com sua família e crie uma lista dos seus locais favoritos. A sua lista fica integrada diretamente no Google Maps do seu computador, então você terá sempre uma ideia do quão próximo está dos lugares de que mais gosta.
Relatórios ativos para monitorar o seu uso do Google
Já teve vontade de saber no que você gasta o tempo que passa com o Gmail aberto? Os relatórios ativos respondem essa para você. Os relatórios ativos analisam a sua atividade no Google e lhe mostram o que você mais tem pesquisado, quantas pesquisas você fez, como usa o Gmail e mais.
O que você faz com todos esses dados é contigo e sua utilidade varia de acordo com quanto tempo você gasta no Google. Ainda assim, como um histórico do seu tempo em frente ao computador, os relatórios ativos são uma fonte valiosa que talvez o ajude a descobrir o que há de errado (ou certo) com o seu uso do PC durante o mês.
Google Bookmarks como um serviço de leia depois e histórico de navegação integrados
Antes de serviços do tipo “leia depois” como Pocket e Instapaper, havia o Google Bookmarks: um serviço que permite a você salvar páginas para ver depois sem usar a sobrecarregada barra de favoritos do seu navegador.
Você pode organizar esses bookmarks em labels para deixá-los à mão e pode acrescentar novos links à listagem com um simples bookmarklet. O Google Bookmarks não tem o brilho de um serviço como o Instapaper, mas como um lugar para salvar links para pesquisas, ou apenas para ler depois, é uma boa pedida.
Scripts do Google Apps para automatizar tudo o que você faz no Google Apps
Scripts do Google Apps são, basicamente, pequenas rotinas a la Automator que você pode criar e compartilhar para automatizar tarefas entre seus apps Google. A curva de aprendizado para fazer o seu não é das maiores, mas a melhor parte é que você pode baixar e usar qualquer um dos scripts das pessoas diretamente em seus documentos (abra uma nova planilha no Google Drive, clique em Ferramentas > Galeria de scripts). Recentemente os scripts foram integrados à Google Web Store, então o seu uso tende a ficar mais fácil. Eles vêm em uma grande variedade de sabores, mas aqui estão alguns dos nossos favoritos atualmente:
- Gmail Meter: esse script trabalha de forma parecida com o já mencionado Monitor de atividades, mas com mais dados. A cada mês você recebe um email com uma lista completa de todas as suas atividades relacionadas ao Gmail. O Gmail Meter analisa o seu uso de formas muito loucas, incluindo média de palavras usadas, tempo de cada email, tempos de resposta e comprimento das conversas.
- Gmail Attachments to Google Drive: esse script envia automaticamente cada anexo recebido no seu Gmail diretamente para o seu Google Drive. É simples, mas bem útil se você faz muitas edições no Drive.
- Gmail Snooze: ele faz uma só coisa: dá à sua conta no Gmail um botão de soneca de modo que você possa descansar sem se preocupar com o recebimento de novos emails por um certo período.
- Gmail Filter to SMS: você pode configurar esse script e, então, receber notificações através de mensagens de texto quando um email com determinadas características é recebido. Uma mão na roda para quando você quiser dar um tempo nos alertas de novos emails, mas precisa ficar sabendo de mensagens que uma certa pessoa lhe envie na hora.
No passado, os scripts do Google Apps tinha contornos mais geeks. Com a adição do suporte ao Google Drive e a habilidade de enviá-los à Chrome Web Store, eles estão ficando bem mais amigáveis.
Fonte: Lifehacker
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Quem paga melhor seus funcionários Apple ou Microsoft?
25 de junho de 2012
Um novo estudo feito pela PayScale, empresa que faz comparações de salários, mostra que os funcionários do LinkedIn são os mais realizados. De acordo com o ranking, 100% dos profissionais que trabalham na rede corporativa estão muito satisfeitos com seu emprego. Já no Facebook 88% dos colaboradores estão satisfeitos, colocando a empresa em terceiro lugar da lista, e a HP, que está posicionada em último lugar do ranking, possui 58% empregos satisfeitos.
Já em termos de salário, a Microsoft é uma das empresas que melhor paga seus funcionários iniciantes e os que estão mais tempo na empresa, com remunerações até 20% acima do mercado. O Google está logo atrás pagando menos que a Microsoft para iniciantes, porém oferecendo salários maiores para empregados com mais experiência.
A Apple e a Sony, por sua vez, estão entre as empresas que menos pagam para profissionais, sejam iniciantes ou experientes. No caso da Apple, a companhia está em penúltimo lugar no ranking, enquanto a Sony aparece na última posição da lista. Apesar disso, 78% dos empregados de Tim Cook estão satisfeitos com seus empregos e 75% dos funcionários da Sony se disseram felizes.
Veja abaixo as listas divulgadas e clique aqui para ver o estudo completo.
Satisfação dos funcionários Empresa Quantidade de funcionários LinkedIn 100% Facebook 88% Google 80% Apple 78% Amazon.com 77% Sony 75% Nokia 74% Intel 73% Adobe 69% Microsoft 68% Yahoo! 68% Samsung 66% Hewlett-Packard 58% Remuneração média anual (em US$) Empresa Funcionário iniciante Funcionário experiente Microsoft 91,5 mil 136 mil Google 87,5 mil 158 mil Adobe 86,2 mil 133 mil Yahoo! 81,1 mil 141 mil Intel 80,5 mil 112 mil Nokia 74,4 mil 124 mil Amazon.com 73,3 mil 120 mil Facebook 67,9 mil 130 mil LinkedIn 66,1 mil 137 mil Samsung 57,1 mil 118 mil Hewlett-Packard 55,3 mil 95,8 mil Apple 49,1 mil 117 mil Sony 47,7 mil 93,5 mil Fonte: Olhar Digital
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Cinco coisas que o Google Drive precisará para ter sucesso
23 de abril de 2012
O Google Drive é daquelas figures míticas que rondam as notícias desde 2006. No entanto, os rumores estão cada vez mais fortes, e a tendência é que ele seja lançado nessa semana. Detalhes a respeito do serviço de armazenamento online, inclusive, já vazaram e parecem confiáveis.
No entanto, em seis anos a Internet mudou bastante, assim como o modo como a utilizamos. Temos o Dropbox para sincronizar nossos arquivos e os compartilhar, o Amazon Cloud Drive, que oferece até 1TB de espaço, e o SkyDrive, com a marca Microsoft. Há também o iCloud, criado recentemente pela Apple para unir todos os seus dispositivos.
Com tantas opções, os usuários têm uma ideia do que possuem e do que ainda querem. A seguir veja cinco coisas que o Google Drive precisa oferecer para superar seus rivais e dominar o mercado.
Espaço
Os especulados 5GB de espaço gratuito no Google Drive seriam o dobro do oferecido pelo Dropbox. Porém, o Box.com, a Amazon e o iCloud dão a mesma quantia, e o SkyDrive dispõe 25GB, embora só 5GB possam ser sincronizados com uma pasta.Para que os usuários possam armazenar uma grande variedade de arquivos, eles precisariam de algo parecido com que a Microsoft oferece, e este seria um grande atrativo para o Google Drive.
Um lugar para todos os arquivos
Você tem arquivos anexados a mensagens no Gmail, armazenados no Google Docs e guardados no Picasa, além de fotos no Google+ e música no Google Music. Entretanto, não possui um serviço onde possa deixar todos os seus documentos.O Drive serviria para unificar suas pastas, armazenando automaticamente os arquivos vinculados à conta Google. Isso facilitaria bastante na hora de encontrá-los e organizá-los.
Simplicidade
Esse é o principal mérito do Dropbox. Você mantém o arquivo no computador e o serviço, sem incomodar o usuário, o envia para a nuvem. Segundo o portal TechCrunch, o Google Drive terá um aplicativo próprio que, provavelmente, funcionará como o do rival.Assim, o melhor método seria utilizado como modelo. Você poderia selecionar as pastas que gostaria de sincronizar e não se preocupar mais com assunto – não teria que, por exemplo, copiar suas fotos do Picasa para todo PC que usar.
Mobilidade
Assim como o Dropbox, o Google Drive terá de oferecer bons aplicativos para dispositivos móveis, pois é deste segmento que boa parte do dinheiro poderá ser obtida. A Google possivelmente integrará o serviço com o Android, já que é dona de ambos, mas para o iOS precisará de um app.Seria positivo também se permitisse que desenvolvedores integrassem o serviço aos programas que criassem, aumentando, assim, sua presença no universo móvel.
Preço
O Google já dispõe de preços melhores que seus competidores. O Apps oferece 20GB por 5 dólares anuais, ante os 40 dólares cobrados pela Apple em seu iCloud. Se mantiver a proporção com o Drive, poderemos ter 400GB por 100 dólares ao ano, um valor menor que o da Amazon, que cobra 500 dólares por 500GB.Fonte: IDGNow
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Cinco passos para sua empresa ter um bom desempenho em Analytics
10 de maio de 2011

O paradigma da TI como elemento distante das decisões de negócios foi quebrado. Agora, as diretrizes organizacionais são fortemente apoiadas por ferramentas de Business Intelligence (BI), em um fenômeno que impacta nos resultados financeiros das empresas. As soluções de Analytics, em particular, têm influenciado a decisão de executivos em diversas indústrias, de forma que o uso desta tecnologia deve ser considerado de forma estratégica para seu melhor aproveitamento. Nesse sentido, a Accenture verificou cinco pontos de atenção que podem auxiliar diretamente na melhoria de resultados financeiros sólidos.
Alfabetização analítica
Dispor de dados em tempo real não é necessariamente uma vantagem. É preciso saber usar as informações.
Empresas do setor de varejo, por exemplo, podem cair na tentação de verificar seus estoques e realizar promoções para seus clientes em tempo real. No entanto, esta estratégia tem pouca efetividade, já que fatores como o comportamento do cliente e ações na cadeia de abastecimento foram negligenciados. Portanto, é preciso contar com um plano de contingência e receber as informações com uma frequência e atualizações pré-estabelecidas. Dessa maneira, o varejista pode não conseguir realizar uma oferta em tempo real, mas desenvolverá ações mais efetivas para o seu negócio.
Volatilidade
Empresas que atuam com dados analíticos trabalharão com volatilidade. Ao contar com a visibilidade de todas as etapas do processo, informações de clientes, fornecedores e concorrentes, as organizações têm em mãos a chance de tomar decisões muito mais assertivas.
Na verdade, as regras para tomada de ações podem ser baseadas em sutilezas como, por exemplo, “a cerveja vende mais nas noites de domingo em locais onde o time de futebol da casa ganha o jogo.”
Essas decisões são altamente sensíveis ao contexto e podem mudar tão rapidamente quanto a sorte do time de futebol. Em resumo, ser volátil muda a rapidez que uma decisão deve ser tomada e quem tem a informação mais precisa, terá em curto prazo o melhor resultado.
Conscientização integrada
Nos dias atuais, as empresas têm mais informações em todas as aéreas de negócios e precisam integrar todos esses dados para agir da melhor maneira possível. Um bom exemplo é a indústria farmacêutica, que tradicionalmente usava como base os dados clínicos como o único meio de estabelecer a eficácia e os efeitos colaterais de um medicamento.
Hoje, com as redes sociais, as empresas deste segmento devem monitorar comentários positivos e negativos sobre seus produtos na Internet. Isso se tornará, cada vez mais, uma responsabilidade. Ou seja, ela deve ter a consciência integrada de todos os processos e caminhos que determinada informação pode percorrer.
Paralisia da análise
No futuro, as empresas provavelmente serão gerenciadas por líderes empiristas que não tomarão nenhuma decisão até que todos os dados relevantes sejam recolhidos e analisados.
Há três atitudes que podem levar as organizações a caírem na armadilha da paralisia da análise. Um deles é uma tendência de gestão para “excesso de ajuste da curva”, um termo estatístico que se refere ao valor decrescente dos dados adicionais quando um padrão foi encontrado. A coleta de dados tem um preço, a inércia tem outro e uma organização analiticamente alfabetizada entenderá claramente o custo da incapacidade de classificar itens.
A segunda causa é a espera de dados que simplesmente não existem, o que reflete a falta de planejamento para gerar as informações necessárias.
Já o terceiro fator é que a maioria das empresas não sabe ter tolerância ao risco de forma clara e são muito mais propensas a punir uma ação errada do que a falta de iniciativa. Como resultado, muitos gestores não agem a menos que haja dados suficientes para assegurá-los de bons resultados. Com as orientações e modelos para a ação diante da incerteza, é possível ter simetria, facilitando a iniciativa de agir ou não.
Nova Intuição
Um bom cientista sabe que quando não há dados suficientes para justificar uma teoria, deve-se realizar um novo experimento para coletar as informações corretas.
Uma explicação é que, assim como um cientista criativo, as pessoas gostam de dados para formar uma teoria. Um exemplo é uma linha de produtos completamente nova que vai mudar a experiência do consumidor. Alguns acreditam que nesse caso apenas os dados empíricos serão uteis e não informações e comentários de quem nunca usou o produto.
Algumas empresas, como a Apple, já fazem isso, e mostram que a empresa do futuro, baseada no empirismo e na tomada de decisão analítica, será certamente muito diferente da empresa de hoje. Com isso, fica claro que o uso correto e inteligente de Analytics certamente transformará a maneira das empresas conduzirem seus negócios.
Fonte: IDG Now
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Aprenda a usar a pesquisa avançada e economize tempo no Gmail
6 de maio de 2011

Neste momento, o Gmail me diz que estou usando 2.6 GB dos 7.5 GB de espaço disponível na minha conta de e-mail. E para muitos outros usuários deste serviço, a quantidade de dados arquivados pode ser ainda maior.
O ponto é que quanto maior o número de mensagens arquivadas no Gmail, mais difícil será encontrar uma mensagem quando você precisar dela. Portanto, não há motivo para não se familiarizar com os operadores de pesquisa avançada do Gmail: eles irão lhe poupar tempo e cabelos brancos.
Fique atento: não importa o idioma em que a interface do Gmail aparece para você, os operadores são sempre escritos em inglês.
to: ou from: Digitar from:email@provedor.com vai lhe mostrar apenas mensagens que lhe foram enviadas a partir do endereço indicado. Experimente com o endereço de qualquer pessoa com a qual você se corresponde frequentemente. Você também pode experimentar nomes, como from:roberto.
Se você quiser encontrar mensagens que mandou para uma certa pessoa, troque o from: por to:. E cc: e bcc: também funcionam, para encontrar mensagens que a pessoa tenha recebido em cópia (aberta ou oculta).
before: ou after: Se você tem uma idéia da data na qual a mensagem foi enviada ou recebida, tente before: (antes de) ou after: (depois de), seguido da data na notação aaaa/mm/dd (ano com quatro dígitos, mês com dois, dia com dois. Ex: before:1969/07/20). Isto é extremamente útil quando você está procurando por mensagens muito antigas.
has: Este operador só é usado para encontrar mensagens que contém anexos, usando o comando has:attachment. Sempre preciso procurar mensagens antigas com anexos, então este operador é um de meus favoritos.
filename: Se você sabe o nome do arquivo pelo qual está procurando, este comando irá encontrá-lo como num passe de mágica. Por exemplo, filename:contrato_aluguel.doc
- (hífen) : Você pode não saber exatamente o que está procurando, mas em muitos casos sabe o que não está. O hífen indica exclusão, e serve para aquelas vezes em que os resultados de sua busca estão entulhados com coisas que são quase aquilo que você quer, mas não exatamente. Então, se sua busca por from:roberto estiver entulhada com alertas do Twitter, experimente from:roberto -Twitter.
Este são apenas alguns dos muitos operadores de busca disponíveis, e eles podem ser combinados como você achar necessário. Para uma lista completa, visite a página “Como usar a pesquisa avançada” na ajuda do Gmail.
Fonte: CIO
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Microsoft anuncia concorrente do Google Street View
13 de abril de 2011
A Microsoft anunciou o Microsoft StreetSide, um concorrente do Google Street View que também terá um carro próprio para registrar as imagens das ruas.
O jornal britânico The Telegraph divulgou que quatro carros do Bing, serviço de buscas da empresa, já estão circulando por Londres fotografando a cidade. Os veículos foram desenvolvidos em parceria com a Navteq, empresa de mapas pertencente à Nokia.
A publicação também revelou que a Microsoft estaria seguindo recomendações de organizações de defesa da privacidade, como a Big Brother Watch e a Privacy International, a fim de evitar possíveis complicações, como ocorreu com o Street View.
Além disso, a companhia vai publicar anúncios em jornais locais avisando a população antes de iniciar a captura das imagens. No total, 29 cidades devem ser fotografadas na Inglaterra. A empresa estuda um novo modelo de publicidade, com informações sobre os locais fotografados sendo exibidas logo acima de suas fotos e localizações.
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Larry Page assume cargo de CEO do Google
4 de abril de 2011
A partir de hoje, Larry Page, cofundador da Google, retomou o cargo de CEO da companhia, substituindo Eric Schmidt, que ocupou a vaga nos últimos 10 anos. A mudança, anunciada no dia 20 de janeiro, faz parte de uma modificação dos principais executivos da gigante de buscas.
Agora, Eric Schmidt assume a função de presidente do conselho, acumulando a liderança no desenvolvimento de produtos e a estratégia tecnológica da empresa.
Já Sergey Bin, que fundou o Google com Page há aproximadamente 13 anos, será responsável por projetos estratégicos, em especial os ligados a novos produtos.
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Brincaderias de primeiro de Abril do Google
1 de abril de 2011
Como todos sabem, hoje é o dia da mentira, e como em todos os anos, o Google “cria” produtos, que nunca verão a luz do dia. Como este ano, estamos sem ideia para brincadeiras, vamos listar as menos do Google até o momento:
Emprego para autocompletadores
Hoje o Google abriu várias vagas para autocompletadores, e como diz a descrição da vaga, eles estão “contratando autocompletadores para o Google Search! Você é apaixonado por ajudar pessoas? Você é intuitivo? Você costuma sentir como se você soubesse o que seus amigos e familiares estão pensando e pode terminar seus pensamentos antes que eles? Você é uma incrívelmente rápido como o buscador do Google? Tão rápido que você pode fazer 20 pesquisas antes de sua mãe terminar a primeira?”.
Ainda não entendeu o um autocomplemetador faz? Um atual funcionário explica o seu trabalho:
Top viral de 1911
O YouTube listou os cinco virais de 1911:
Chromercise
A equipe do Chrome criou uma nova modalidade de exercício para ajudar as pessoas a utilizarem melhor as teclas de atalho do Chorme:
Gmail Motion
Já a equipe do Gmail, criou um novo recurso, que permite que você controle o seu e-mail com o corpo.
Teletransporte
E a equipe da China, realizou o sonho de todo nerd, ao anunciar um novo serviço integrado ao sistema de busca, o teletransporte.
Infelizmente, este não tem vídeo, mas possui um hot-site, que explica:
“Gostaria de saber dicas de beleza para perder peso? Hoje, qualquer motor de busca do planeta não pode lhe dar respostas precisas. Use a busca do Google e veja pessoalmente”
Mas também tem as ressalvas:
“Não leve câmeras, telefones celulares, tablet PCs com câmeras, caso contrário, qualquer exposição ao longo do tempo poderá mudar a direção das mudanças e causar resultados inesperados”
Lembrando que tudo isto infelizmente não passa de mentira.
Fonte: Google Discovery
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Seis novidades sobre o Android 3.0 que o tornam especial
30 de março de 2011

O Android sempre me trouxe frustração. Não que eu tenha algo pessoal contra a Google, mas ele sempre me pareceu uma plataforma ‘beta’ e não um sistema testado e adequado para o meu smartphone. Ainda sim, confesso que acompanhei a sua evolução desde sua estreia no evento T-Mobile G1, em 2008, e algumas vezes pude analisar as versões mais recentes com interfaces mais intuitivas e amigáveis, principalmente, para competir – e derrubar – o sistema iOs, da Apple, utilizado no iPhone 4.
Entretanto, com o novo Android 3.0, também chamado de HoneyComb, pude pela primeira vez conter as minhas insatisfações e críticas.
Dia 24 de fevereiro, data oficial de lançamento do tablet Xoom, da Motorola, primeiro com HoneyComb, me vi realmente desfrutando – e não reclamando – dos tão prometidos benefícios deste sistema. O que não acontece quando executo, por exemplo, a versão 2.1 em um Samsung Galaxy S, que sempre me deixa impressionado com a dificuldade de navegação, principalmente, quando comparo ao iPhone 4.
De fato, quando se trata de interface, valorizo um estilo limpo, organizado, prático e de fácil navegação. Isso significa o mínimo de digitação e não ter que mover meus dedos de um lado para o outro da tela para realizar tarefas simples. E o Android 3.0 é que o mais se aproxima disso, sem dúvida.
O HoneyComb é o primeira versão do Android com interface bem trabalhada e que não me transmite a sensação de que é uma versão em desenvolvimento que está esperando para ser lançada. Isto é bastante perceptível sobretudo nos pequenos detalhes – como ser capaz de tocar qualquer parte da tela para fechar uma janela de menu – que fazem o Android 3.0 infinitamente mais útil, que as versões anteriores.
Abaixo estão seis coisas importantes sobre a plataforma da Google que realmente me impressionaram durante minha experiência com o tablet Xoom. Alguns desses itens estão relacionadas diretamente com críticas que tenho feito para a versão 2.2, também chamada de Froyo; enquanto os demais são novos complementos que trouxeram vida ao sistema operacional.
Melhor navegação por abas
Um dos principais destaques do novo sistema é a navegação por abas de forma mais parecida com a que estamos acostumados em nossos PCs e nos permite alternar entre diferentes janelas de maneira bastante fácil. Não há mais necessidade de ir a uma tela separada e selecionar uma imagem em miniatura. As abas ficam localizadas na parte superior e você pode alternar entre os sites com um piscar de olhos. (E, teoricamente, você não tem limite no número de abas abertas.) Além disso, não existe menus pop-ups para definir, pesquisar, adicionar bookmarks ou visualizar e gerenciador downloads – todas estas funções estão integradas diretamente no navegador.
Novos recurso de edição de texto
Nos aparelhos com as versão 2.x do Android, a edição de um texto incorreto é um pesadelo: o Android abre uma caixa grande que, em algumas casos, cobre completamente a linha digitada. Então dentro desta caixa você tem as opções “selecionar tudo” “selecionar o texto’, ‘cortar tudo”, “copiar todos ‘, ou (o meu favorito em algumas versões) alterar o seu “método de entrada”, para escolher mudar o teclado para Swype.
Agora, de forma mais prática, você seleciona o texto, mantém o dedo sobre um ponto e depois espera as barras de seleção de texto aparecerem. O próximo passo é arrastar os dedos do ponto inicial e até final do texto selecionado e, em seguida, escolher entre as opções de menu no topo da tela: selecionar tudo, recortar, copiar ou compartilhar via Bluetooth ou Gmail. Outra alternativa, é a possibilidade de segurar em um ponto e abrir todas opções de edição disponíveis.
Embora nenhum método seja perfeito, editar um texto está muito mais fácil do que nas versões anteriores.
Tela de Notificações
Aqui está outra interface aprimorada. Toque uma vez e aparecerá uma versão estendida das notificações. Claramente visíveis estão a rede e bateria (com porcentagem restante), para não mencionar a data e a hora.
Toque novamente para facilmente acessar a opção de modo avião, configurações de WiFi, botão de orientação para travar a tela, habilitar notificações e controles de brilho. O sistema também possui um atalho direto para o painel de configurações. Em geral, o design fornece acesso fácil e rápido, com boa apresentação visual. Está é uma grande vitória para os usuários
Teclado Virtual
A interface do teclado e sua resposta aos comandos estão muito melhores – pelo menos, no modo como foi implementado no Motorola Xoom. Claro, eu gostaria que seu tamanho pudesse ser ajustado e que tivesse uma fileira só para os números – tal qual no WebOS do TouchPad – mas devo admitir que as teclas estão bem mais organizadas se comparadas ao Froyo. A do espaço e a do enter estão maiores, há um botão “.com” – muito útil na hora de digitar endereços de sites – e outro para ativar o comando de voz.
Widgets
As opções de widgets disponíveis são, espero, só o começo. Eles abrem novas possibilidades para acessar informações rapidamente. Alguns, é verdade, são inconvenientes – eu não poderia ligar menos para o mais popular dentre eles, o do YouTube – mas, em geral têm interface amigável. Seria ótimo, por exemplo, se lançassem um widget parecido com o Books, mas que funcionasse também com jornais e revistas. Outros já estão inclusos: para favoritos, calendário, Gmail, música, Android Market. Enfim, basta escolher qual você quer que apareça na tela inicial.
A questão sobre os widgets é ter acesso a dados em tempo real, sem ter quer abrir qualquer aplicativo para isso. É como se a informação viesse ao seu encontro em vez de ter de procurá-la. Torço para que eles fiquem ainda mais customizáveis à medida que o Honneycomb for se popularizando. Afinal, o sistema tem seis telas iniciais e nós precisamos de muitos recursos para preenchê-las.
Navegação
Os botões são sensíveis ao contexto e ao posicionamento. As opções exibidas serão de acordo com o aplicativo que estiver aberto e, se você girar o tablets, os ícones também se adaptarão, ficando mais largos ou mais altos.
Ainda assim, algumas escolhas me incomodaram. Não gostei da aparência do botão de voltar – ele parece mais um favorito – e não entendi por que o ícone para multitarefa apenas exibe os últimos seis aplicativos usados. Outra questão é quanto à possível confusão dos usuários, que poderão ter dificuldade para se adaptar às opções exibidas em cada programa – talvez acabem apertando muitos mais botões do que precisariam.
De qualquer forma, esses detalhes deverão ser resolvidos mais para frente. De modo geral, a navegação foi significativamente melhorada.
Fonte: CIO