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Posts com a Tag ‘HTML5’



  • Com apoio de Google, Microsoft e Facebook, criador da web lança site sobre HTML5


    11 de outubro de 2012

    O W3C (World Wide Web Consortium), em colaboração com gigantes da tecnologia como Apple, Facebook, Google e Microsoft, anunciou o site Web Platform Docs, uma plataforma criada para ser uma fonte confiável e precisa sobre tecnologias abertas para desenvolvimento e programação na web.

    O site funcionará como uma “wiki”, ou seja, será permitida a participação de qualquer pessoa que tiver sugestões, dicas ou quiser melhorar o conteúdo já existente. O W3C servirá como curador do site.

    O escritório da W3C no Brasil afirmou, que o site deve ter uma versão em português. “O W3C Brasil vai puxar o esforço, que deve ser realizado em comunidade até o ano que vem.”

    O Web Platform Docs fornecerá ferramentas de codificação e recursos para educadores realizarem cursos à distância, além de documentação detalhada, como textos e tutoriais, sobre a maioria dos padrões e linguagens de web atuais, como HTML, JavaScript e CSS. Muitas das empresas fizeram promessas de contribuição financeira ou ofereceram funcionários para ajudar no projeto.

    “O Web Platform Docs é um projecto ambicioso, no qual todos nós, apaixonados pela web, podemos compartilhar conhecimento e ajudar um ao outro”, disse Tim Berners-Lee, diretor do W3C e criador da World Wide Web (ou simplesmente a web, o sistema de páginas e computadores interconectados que acessamos via internet).

    Fonte: Folha.com

  • HTML5 ameaça futuro das lojas de aplicativos


    15 de fevereiro de 2011

    O futuro das lojas de aplicativos está ameaçado. Dentro de três a cinco anos elas podem deixar de existir ou perder muito de sua força em razão da popularização do HTML5 como linguagem de desenvolvimento de aplicativos. A opinião é de Ilja Laurs, fundador e CEO da GetJar, loja de aplicativos independente. No HTML5, os aplicativos são acessados pelos browsers e é possível cobrar pelo download ou pelo uso sem passar pelas ferramentas de billing das tradicionais lojas de aplicativos.

    Para atrair os desenvolvedores, é esperado que as atuais app stores ofereçam a eles uma participação maior na receita em um futuro próximo. Um percentual razoável seria 90% para os desenvolvedores, prevê Irvin Farneti, sócio da Doughty Hanson, empresa de capital venture que investe em start-ups de tecnologia. A Apple dá hoje 70% da receita para os desenvolvedores, por exemplo.

  • As novidades do HTML 5


    20 de janeiro de 2011

    A linguagem HTML5 ainda não está na sua versão final, mas a cada dia que passa mais e mais websites começam a usá-la. A linguagem aproxima-se dos requisitos da Web e torna-se mais fácil publicar conteúdos Web 2.0. Quando HTML4 reinava, a Web2.0 nem sequer tinha sido pensada, sendo assim pouco compatíveis. Mas com HTML5, se espera que seja diferente.

    Embora seja previsível que quando HTML5 chegar à sua versão final, já exista Web 3.0, 4.0 ou quem sabe até mais, criando assim a necessidade de um update ao HTML5. As diferenças entre HTML4 e HTML5 não são muitas, mas há algumas que são importantes e que convém referir, confira em baixo!

    Sintaxe simplificada

    Esta é uma das diferenças mais notáveis entre HTML4 e HTML5, e que certamente irá fazer as delicias dos programadores Web. A sintaxe HTML5 é compatível com HTML4 mas há bastantes melhorias. A declaração doctype é muito mais curta (“<!doctype html>” ao invés de por ex. “<!DOCTYPE html PUBLIC “-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN”
    “http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd”>” ). Variações de doctypes já não são suportadas, é necessário sintaxe XHTML ou HTML em modo restricto.

    Novos elementos

    Os novos elementos em HTML5 é a diferença mais notável, têm como propósito a simplificar o desenvolvimento do website, aproximar dos requisitos Web2.0, entre outros de entre uma lista enorme que pode ser consultada aqui.

    Deixo agora alguns elementos aqui descritos:

    • <article> – Este atributo é usado para separar artigos, posts de blogs e outro conteúdo de texto. Com a crescente comunidade de bloggers e artigos de opinião, este elemento é certamente muito útil.
    • <header> e <footer> – Estes elementos são usados para o cabeçalho e rodapé da página e podem substituir os elementos <div> que usamos hoje para identificar vários elementos, incluindo o cabeçalho e rodapé. Uma vez que cabeçalho e rodapé estão presentes em quase todas as páginas, faz sentido que agora tenham um elemento só seu.
    • <nav> – Semelhente ao <header> e <footer>, na medida em que foi criado para dar um elemento à navegação de página.
    • <audio> e <video> – O conteúdo áudio e vídeo é tão comum de hoje em dia, alavancado pelas ligações à internet de alta velocidade, que era impossível não ter estes elementos disponíveis em HTML5, para facilitar a colocação destes conteúdos no website.

    Além dos novos elementos introduzidos, foram também introduzidos novos atributos a elementos já existentes, mas a lista é ainda maior do que a lista dos elementos! De qualquer forma, antes de começar a programar em HTML5, dê uma olhadela na nova lista de atributos para elementos que usa frequentemente.

    Elementos e atributos modificados

    Alguns dos atributos fundamentais de HTML como <a>, <b> ou <i> foram modificados. Poderá levar algum tempo e esforço até redecorar os novos significados. Deixo-lhe aqui algumas mudanças dignas de serem referenciadas:

    • <a> – Quando o elemento <a> é usado sem o atributo <href>, torna-se num link.
    • <b> – A nova função do elemento <b> ficou um bocadinho vaga. Não é negrito, mas continua a ser uma maneira de fazer sobressair texto. Pode ser usado por exemplo para palavras chave.
    • <hr> – O elemento <hr> agora é um novo tipo de quebra de linha, associado a quebra de parágrafo.
    • <i> – Diferencia texto, embora o seu uso seja diverso. Pode usar para nomes, termos técnicos ou mesmo idiomas. Isto é um pouco vago, pois se continuar a usar <b> e <i> da maneira que usava antes, será um erro. Se pretende ter negrito e texto itálico, será melhor opção meter na folha de estilos. Não chamaria conveniente a esta alteração, mas uma vez que lá está, teremos de nos habituar a ela. Talvez para SEO seja mais útil,pois é uma maneira de fazer sobressair texto sem usar negrito e itálico. Os elementos <mark> e <em> também podem ser usados para fazer sobressair texto.

    Elementos e atributos eliminados

    Além de novos elementos e atributos, também alguns destes foram apagados. Embora muitos deles não venham a fazer falta, porque muito raramente eram utilizados, alguns podiam ter ficado.

    • O primeiro grupo de elementos que foram utilizados e que serão melhor utilizados através de CSS são o <center>, <big> e <u>. Agora o seu lugar é na folha de estilos.
    • O segundo grupo tem a ver com as frames, <frame>, <frameset> e <noframes> eram tão antiquados que foi um alívio terem sido eliminados. Quando foram lançados, seriam espectaculares… mas com a evolução rapidamente passaram a antiquados.
    • O terceiro grupo pende em elementos raramente utilizados, que é o caso do <isindex>, <dir>, <applet> e <acronym>.

    Como pode constatar, há de fato algumas diferenças entre o HTML5 e o HTML4, mas elas não são diferenças muito profundas. Quero com isto dizer que não terá de reaprender HTML da estaca zero. De qualquer das formas irá levar o seu tempo até se habituar as novas regras, nomeadamente no que toca aos atributos e elementos alterados. A boa notícia é que o HTML5 veio para simplificar, e isto é o suficiente para justificar a atualização.

     

    • article: Bloco de artigo
    • aside: Conteúdo extra q tenha a ver com o site / artigo
    • audio: Conteúdo de som
    • canvas: Gráfico vetorial
    • command: Botão de comando
    • datagrid: Dados em uma lista ramificada
    • datalist: Lista dropdown
    • datatemplate: Template de dados
    • details: Detalhes de um elemento
    • dialog: Diálogo de uma conversa
    • embed: Interatividade com conteúdo externo ou um plugin (até que fim foi especificado!)
    • event-source: Alvo para eventos enviados por um servidor
    • figure: Grupo de conteúdo de mídia e sua legenda
    • footer: Bloco de rodapé
    • header: Bloco de cabeçalho
    • mark: Tag para marcação em textos
    • meter: Medição entre um valor mínimo e um valor máximo
    • nav: Bloco de navegação
    • nest: Próximo ponto para criação de elemento (trabalha junto com a tag datatemplate e rule)
    • output: Alguns tipos de saída de dados como em execução de scripts
    • progress: Progresso de uma tarefa de qualquer tipo
    • rule: Linha de um template (datatemplate)
    • selection: Seção do documento como capítulos ou alguma outra seção do documento
    • source: Recurso multimídia
    • time: Data / tempo
    • video: Um vídeo

    Fonte: Escola de Criatividade

  • Seis fortes tendências do mercado de trabalho em 2011


    30 de dezembro de 2010

    Disposto a varrer a internet atrás de um novo emprego e de começar 2011 com uma perspectiva melhor?  Então preste muita atenção nessas seis dicas.

    1. CV agora é digital
    Impressora? O que é isso? Em que século estamos? E as árvores?

    Seu CV digital pode ser um perfil no LInkedIn ou um blog pessoal. Se preferir, pode ainda ser um serviço contratado igual o Elance, que possibilita interagir com outros membros da rede e exibir seu portfólio com base em exemplos online. O Elance exibe também recomendações de colegas, prova irrefutável de sua competência.

    “É o fim do CV impresso”, diz o CEO da Elance, Fabrio Rosati. “Eles são estáticos e ficam desatualizados com uma velocidade enorme” adverte.

    Rosati diz que para 2011, as perspectivas de ser rastreado digitalmente antes de qualquer contato direto são imensas.

    2. Sistemas móveis
    Durante todo o ano de 2010 ficou evidente que empresas e consumidores querem soluções que funcionem bem em dispositivos móveis e em desktops. Isso não passa despercebido por agências de RH digitais.

    A Elance percebeu um aumento de 98% na demanda por aplicativos compatíveis com a plataforma móvel. Um forte indício de que as empresas irão lançar mais e mais dispositivos móveis.

    Essa mudança terá reflexo direto na forma em que sites são programados. Para 2011 esperam-se sites de design mais enxuto e de fácil leitura. Algo que fique bem em uma tela de 3,5 polegadas.

    3. Funcionário virtual trabalha de casa
    A cada ano, a comunicação derruba barreiras longamente vistas como impeditivo que certas tarefas fossem cumpridas a partir de qualquer lugar.

    Bom, para 2011 essa tendência deve crescer. De acordo com a Elance, recursos de plataformas colaborativas, banda larga em níveis aceitáveis, telepresença e outras soluções virtuais poderá facilitar o chamado Home Office.

    Se lembrarmos que, no começo de dezembro, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4505/08, que trata do Teletrabalho, e que ainda falta a aprovação do Senado, o tema será quente em 2011 também no Brasil.

    4. A guerra Flash x HTML5
    Incrivelmente famoso e aceito em todas as plataformas de navegação, o HTML5 está muito próximo de se tornar o substituto do Flash na hora de entregar conteúdo interativo.

    Mas, segundo informações da Elance, isso ainda não aconteceu.

    Existe, isso é inegável, uma procura alta por programadores HTML5, mas o Flash continua na liderança, mesmo depois de ter perdido o apoio da Apple.

    E não interessa quem vença essa luta, o HTML5 ou o Flash. Certo é que haverá demanda por programadores que atuem em um dos dois fronts. Escolha o seu lado.

    5. Negócios, negócios; rede social a parte?
    As repetidas investidas da Google contra o Groupon podem ser o sinal mais evidente da necessidade de empresas comerciantes terem de investir em mídias sociais.

    Para Rosati, isso se manifesta de formas diferentes. As companhias terão de investir mais em ferramentas para dar conta de sua interação social. Para tal, devem escolher profissionais de perfil altamente envolvido em ações desse tipo.

    As vias de comércio devem se dar com base em relacionamento e usar as redes de contato do Facebook, do Twitter e de outras rodas digitais. Tudo para aproveitar o boca-a-boca que corre nesses meios.

    Então uma das demandas principais será por gente que entende o valor dessa interação e saiba conduzir esse processo de maneira tranqüila, próxima ao consumidor/amigo/fã.

    6. Aqui jaz o marketing tradicional
    Em 2011, de acordo com a Elance, as empresas devem continuar migrando recursos originalmente usados em estratégias como o marketing direto e telemarketing.

    O alvo, agora, serão as mídias digitais. E o trio escolhido para liderar essas investidas são os irmãos SEO (otimização de sites para motores de busca), SEM (investimento em links patrocinados) e SMM (marketing desenvolvido para acontecer dentro das mídias sociais).

    “Qualquer empresa realmente interessada em participar da vida do consumidor, deverá estar onde este for. Nas redes sociais, nos sites de busca (Google e Bing) e na lista de amigos de meus amigos”, finaliza Rosati.

    Fonte: IDGNow

  • Microsoft lança o site o HTML5 Labs


    23 de dezembro de 2010

    A Microsoft colocou no ar, o HTML5 Labs. Um site de testes para programadores experimentarem as especificações inciais do padrão HTML5.

    Administrado pelo Interoperability Strategy Group da Microsoft, o HTML5 Labs será o lugar de testes da Microsoft para protótipos com especificações definidas pelo World Wide Web Consortium (W3C), que apoia o HTML5 para aplicações multimídia na Web.

    “Esses protótipos vão nos ajudar a estar em contato com as comunidades de programadores durante implementações com base nas especificações iniciais do padrão, que vão permitir gerar informação para melhorar eventuais normas”, assegura Jean Paoli, gestor para a estratégia de interoperabilidade da Microsoft. “Permite também dar à comunidade alguma visibilidade sobre essas especificações que consideramos interessantes, mas que ainda não estão a ponto de serem consideradas prontas para serem incorporadas oficialmente a produtos e serviços”.

    Os protótipos iniciais disponíveis no site incluem:

    1 – IndexedDB – Projeto de especificação W3C para armazenar grandes quantidades de dados estruturados no browser. Usa índices que permitem uma performance nas pesquisas sobre os dados.

    2 – WebSockets – Tecnologia projetada para simplificar a complexidade em torno do canal de comunicações bidireccional e “full-duplex” sobre um único “socket” TCP. Pode ser executado em browsers e servidores Web e usado por qualquer aplicação cliente ou servidor. A WebSockets API está a ser normalizada pelo W3C.

    “Queremos que os programadores experimentem estes protótipos e nos digam se as APIs são utilizáveis. Estamos disponibilizando-as para ajudar a melhorar as especificações finais”, reafirma Paoli.

    No site HTML5 Labs a Microsoft adverte que as especificações são instáveis e podem sofrer alterações.

    A Microsoft planeja suportar o HTML5 no Internet Explorer 9. Através do HTML5 Labs, os programadores também ganham uma base estável para fazer experiências com o IE9, segundo a empresa.

    “Com muitas tecnologias HTML5 ainda em desenvolvimento, a nossa abordagem é oferecer aos programadores as melhores escolhas e evitar falsos dilemas em torno do suporte à norma”, diz Dean Hachamovitch, vice-presidente para o IE da Microsoft.

    Apesar do Silverlight, da Microsoft, ser visto como concorrente do HTML5, a empresa assegura ter planos para suportar Silverlight e HTML5 em seus produtos Web.

    Fonte: ComputerWorld

  • Google ensina 20 coisas sobre a internet com um livro interativo em HTML5


    24 de novembro de 2010

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Você provavelmente deve conhecer a internet, e entender (ao menos) um pouco, de TCP/IP, HTML, DNS, navegadores, plugins. Então o conteúdo desse livro não é pra você, mas a parte técnica faz valer a pena. Parece Flash, mas é tudo em HTML5 e JavaScript.

    Semana passada o Google lançou o livro interativo 20 Things I Learned About Browsers & The Web. Desenvolvido pela equipe responsável pelo Chrome, e ilustrado pelo artista alemão Christoph Niemann, ele é claramente destinado a pessoas que usam o computador como meio, e tenta explicar o básico do básico, desde as partes que movem a internet até o que é e o que representa um navegador e suas tecnologias modernas.

    O livro, em inglês, tem linguagem bem simples, para você enviar o link para aqueles parentes que não param de perguntar as coisas mais básicas possíveis sobre internet. E, indo além do mais básico, há páginas dedicadas às novas tecnologias, como o HTML5, a computação na nuvem e o uso do 3D nos navegadores. No capítulo 7, A Browser Madrigal, o Google dá aquela cutucada em quem ainda usa versões antigas de navegadores, falando sobre os atrasos que eles trazem a web como um todo. “Browsers antigos diminuem a velocidade de inovações na web”.

    Fonte: Meio-bit

  • Demonstração de HTML5


    11 de outubro de 2010

    Mesmo com o W3C dizendo para ir com calma na empolgação com o HTML 5, a Microsoft lança um site mostrando todo o poder do novo formato.

    E como todos os sites que mostram o potencial do HTML5 focado em uma qualidade de um browser especifico, o site nevermindthebullets.com, é um deles, fazendo parte da campanha Beauty of the Web, da Microsoft. O conceito é tirar o browser de cena, ele é palco, não atração. Os sites apresentados são em alguns casos conceitos de sites reais (a versão do Bing pra HTML5 é linda), em outras são demonstrações reais.

    Claro, a Microsoft puxa a brasa pra sua sardinha. No site falam que a visualização é melhor com o Internet Explorer 9, mas faz parte. TODOS os fabricantes de navegadores dizem o mesmo de seus produtos. A graça é que como os demos são baseados em padrões, rodam em qualquer navegador decente.

    O lado ruim é que a Microsoft cumpre a promessa: dizem que navegadores só usam 10% da capacidade de processamento das máquinas, e que deveriam usar 90%, para uma experiência realmente rica.

    Afinal não basta ser lindo, tem que ter desempenho, e se você acha chato programar um site para funcionar no IE6 e no resto, pense que agora você terá que testar o layout e o desempenho em N tipos de dispositivos móveis, além dos principais navegadores.

    Fonte: Meio-bit

  • A W3C diz que o HTML5 ainda não está pronto


    8 de outubro de 2010

    O HTML5, sucessora da linguagem padrão de programação para a web e desenvolvida para oferecer suporte a recursos avançados de programação, vem recebendo grande apoio por parte de empresas como Apple, Microsoft e Google. Mas por hora as especificações não estão prontas a ponto de permitir sua implementação em larga escala em sites, informa um executivo da W3C, órgão que supervisiona o desenvolvimento desse padrão.

    “Atualmente, o problema maior é o enorme bochicho gerado em torno do HTML5, que ainda não está pronto em função de questões de interoperabilidade, que incluem diferenças de vídeo em dispositivos distintos”, diz o executivo Phillipe Le Hegrat, que comanda o comitê de interação de domínios do W3C.

    “Não acredito que esteja pronto para ir ao ar”, continua Le Hegrat. “Principalmente porque o W3C ainda tem modificações a fazer nas APIs. Neste momento, a dificuldade está em fazer o HTML5 funcionar bem em todos os navegadores”.

    Le Hegrat concorda que o HTML5 é conhecido por mudar as regras. As empresas podem implementar a linguagem HTML5 em intranets e em outros ambientes, onde a renderização ocorre em um ambiente controlado. Mas, no caso da web aberta, isso não se aplica, justamente pelo fato da interoperabilidade entre browsers.

    Em desenvolvimento desde 2004 pelo Web Hypertext Application Technology Working Group, a perspectiva é de que o HTML5 seja lançado de forma integral daqui a dois anos.

    “Até a metade de 2011 queremos que a linguagem esteja formada”, diz Le Hegrat. ‘Assim que chegarmos a esse ponto, o W3C irá solicitar que os últimos comentários sejam encaminhados. A isso seguem as fases de recomendação piloto e a recomendação padrão. Depois disso, estará pronto”, finaliza Le Hegrat.

    O HTML5 não apresenta, ainda, ferramentas robustas para programação. “A Adobe tem um software para isso integrado ao pacote Creative Suite”, ressalta Le Hegrat.

    Fonte: IDGNow

  • Google abre inscrições para edição brasileira do Google Developer Day 2010


    16 de setembro de 2010

    A Google abriu a partir da tarde desta quarta-feira (15/9) as inscrições para o Google Developer Day 2010. A versão brasileira do evento global para desenvolvedores será realizada em 29/8, em São Paulo.

    No evento, que tem duração de um dia e é gratuito, engenheiros e executivos da Google discutirão diversas tecnologias em uso ou desenvolvidas pela empresa, como HTML5, Chrome, Android, cloud computing e várias ferramentas.

    A lista de palestrantes inclui o engenheiro de programas para desenvolvedor do Chrome, Chris Ramsdale; o diretor de produtos, Eric Tholomé; e do coinventor do XML e defensor da plataforma Android, Tim Bray.

    São Paulo é uma das cinco cidades que receberão o evento. O Google Developer Day também será realizado em Tóquio (Japão), Munique (Alemanha), Moscou (Rússia) e Praga (República Checa).

    As vagas são limitadas – cerca de mil são oferecidas pela empresa – e as inscrições devem ser feitas pelo site oficial. Mais informações sobre o evento poderão ser obtidas na página web do Developer Day 2010 e pelo Twitter, em @googledevbr.

    Fonte: IDGNow

  • Google anuncia a programação do Google Developer Day 2010


    3 de setembro de 2010

    anunciamos que o Google irá realizar o Google Developer Day 2010 dia 29 de outubro, no Sheraton WTC São Paulo.

    Agora a empresa divulgou a programação do evento, que terá ênfase em três assuntos:

    • Android – haverá sessões sobre o desempenho do Android, a experiência móvel do usuário e as melhores práticas em aplicações de construção de de aplicativos, além do aprofundamento em um novo recurso, o Cloud to Device Messaging (C2DM).
    • Chrome e HTML5 – discussão sobre como construir um aplicativo para o Chrome Web Store e como melhorar o seu desenvolvimento e desempenho. Serão tratados quais aspectos do HTML5, Chrome Developer Tools e Native Client podem ser mais úteis. Será abordado, também, quando e onde usar várias ferramentas de autenticação e como elas se integram com as APIs e produtos da empresa.
    • Plataforma de Nuvem – haverá sessões sobre App Engine, App Engine for Business, Spring integration, Google Web Toolkit, Google Storage for Developers, BigQuery e Prediction API. Esteja preparado para as amostras de código, como otimizar o desempenho e um vislumbre do que o resto está por vir.

    O evento será apresentado por Eric Tholome, Product Management Director for Developer Products, e contará com a participação especial de Mario Queiroz, VP Product Management.

    As inscrições serão abertas em 15 de setembro. A agenda completa do evento pode ser conferida aqui.

    Fonte: Google Discovery