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Posts com a Tag ‘IPhone’



  • O que fazer quando seu iPhone ou iPad “estouram” a capacidade


    31 de outubro de 2012

    Na semana passada, quando conectei o iPad ao iTunes, o gráfico de Capacidade (que você vê na parte inferior da janela quando o iPad é selecionado) surpreendentemente indicou que o aparelho estava “Acima da Capacidade” (“Over Capacity”). E não era por pouco: segundo o software, o aparelho tinha 11GB a mais do que o comportado, o que me deixou surpreso.

    Anteriormente, o tablet não tinha ficado nem próximo da sua capacidade máxima. Pelo que me lembrava, não havia feito nada de diferente para aumentar tanto a quantidade de dados armazenados no aparelho.

    Ao analisar o gráfico de Capacidade no iTunes, percebi duas anomalias. A primeira é que a categoria Fotos (que tinha cerca de 5GB de dados) tinha desaparecido. A outra é que a categoria Outros havia “explodido” para mais de 10 vezes o seu tamanho anterior, contando inteiramente a razão pela qual o iPad não parecia mais ter nenhum espaço livre.

    Uma busca na web revelou algumas soluções potenciais, que iam desde fechar e abrir novamente o iTunes até um apagar completo do aparelho por meio da opções Restaurar na tela de Resumo do iPad.

    Depois que soluções simples como abrir novamente o iTunes não funcionaram para mim, optei por um meio termo: selecione Restaurar a Partir do Backup…por meio do menu contextual da listagem do aparelho na coluna esquerda do iTunes. Isso evita a restauração completa que consome mais tempo e teria exigido uma nova instalação do firmware.

    E essa solução realmente funcionou – mas tive alguns pequenos problemas para reiniciar o iPad após a restauração. Quando o aparelho finalmente completou sua reinicialização, o erro “acima da capacidade” tinha desaparecido. As coisas tinham voltado ao normal.

    A visão mais geral é que os dados da seção Outros representam principalmente arquivos temporários. Ocasionalmente, alguma coisa pode dar errado e esses arquivos param de ser removidos quando não são mais necessários. À medida que os arquivos acumulam, o espaço livre diminui.

    Infelizmente, não consegui encontrar uma explicação sobre o que exatamente acontece de errado ou como evitar essa situação.

    Fonte: Macworld

  • Veja como resolver problemas com o novo sistema iOS 6


    1 de outubro de 2012

    A rápida adoção do iOS 6 é impressionante. Estimativas iniciais apontam que entre 25% e 35% de todos os iPhones já rodavam o novo sistema nas primeiras 48 horas do lançamento.

    Com todos esses usuários migrando para o novo iOS, era de se esperar que todos os bugs que tenham passado pelos testes beta da Apple fossem descobertos e publicado na web rapidamente. E foi exatamente isso que aconteceu.

    Uma ótima parada inicial para verificar relatos de bugs é a seção iOS das Comunidades de Suporte da Apple. Dois itens relacionados ao hardware nos chamaram a atenção: curta duração de bateria e perda de conectividade Wi-Fi. Outros problemas do iOS 6, como o iTunes Match, vão além do que o falado nos fóruns da Apple. Confira abaixo os principais deles e possíveis soluções.

    Bateria curta

    Um número significativo de usuários do iPhone alega que a bateria dos seus iPhones acaba de maneira surpreendentemente mais rápida no iOS 6. Apesar de a maioria das reclamações ser ligada a pessoas fazendo upgrade de um iPhone mais antigo para o novo iPhone 5, o bug também parece afetar quem fez o update para o iOS 6 em um iPhone 4 ou 4S. Ainda não está clara qual a porcentagem de usuários que sofre com esse problema. Certamente não é a maioria deles, senão o caso teria muito mais publicidade.

    Se você é um desses infelizes usuários afetados pelo bug, a solução mais comumente sugerida é abrir o app Ajustes, ir em Geral -> Redefinir. Nessa seção, escolha Redifinir Todos os Ajustes. Após fazer isso, será preciso reajustar diversas configurações personalizadas, mas o problema com a bateria deve estar resolvido.

    Dizemos “deve estar” porque, como sempre nesses casos, não há uma única solução que funciona para todo mundo. Uma repentina diminuição da duração de bateria pode acontecer com todos os usuários de iPhone a qualquer momento. Por exemplo, há cerca de um mês, meu iPhone 4S rodando iOS 5 desenvolveu uma “síndrome de bateria curta”. Quando isso aconteceu, meu primeiro passo foi verificar por aplicativos que são conhecidos por “sugar” a bateria do aparelho mesmo quando não estão ativos (em segundo plano). O principal suspeito era um app de navegação GPS que continua a traçar uma rota em background. Acionei a barra multitarefa e fechei vários criminosos. Para ser extra-cuidadoso, abri o Ajustes e desabilitei os Serviços de Localização. Nada disso adiantou.

    No final, por sugestão de um funcionário Genius de uma Apple Store, fechei todos os aplicativos na barra multitarefa. Isso levou algum tempo, já que havia dezenas de apps no local. Mas acabou funcionando. A duração da bateria imediatamente voltou ao normal. Apesar de minha barra multitarefa estar cheia de apps novamente, o problema não retornou. Por isso, nosso palpite é que esse era um bug intermitente que afeta alguns aplicativos não-identificados.

    Perda de conexão Wi-Fi

    Várias tópicos de Comunidades de Suporte da Apple citam a perda de conectividade Wi-Fi no iOS 6. Em um tópico enorme intitulado “iOS 6 WiFi Disabled”, os usuários informavam que a opção Wi-Fi em seus aparelhos aparecia apagada (em cinza) e sem poder ser selecionada. Outro tópico no fórum cobre um problema relacionado a Wi-Fi específico do iPhone 5: “Meu iPhone 5 se conecta a redes Wi-Fi e lembra delas, mas não recebe absolutamente nenhum dado por meio da rede. Sem problemas no 3G e LTE.”

    Diversas soluções potenciais são oferecidas, mas não aparece haver nenhuma que suporte universalmente os aparelhos com iOS 6. Alguns usuários só conseguiram restaurar o acesso Wi-Fi  ao fazer o downgrade de volta para iOS 5 (o que nem é mais possível para a maioria dos usuários agora). A boa notícia é que, apesar desse alto número de reclamações, a maioria dos donos de iPhone não parece estar sofrendo com esse problema.

    Nota: algumas perdas de conexão Wi-Fi podem se originar de uma interação problemática entre conexões Wi-Fi e de dados celulares. Vários usuários descobriram que desabilitar os Dados de Celular/ Ativar 3G faz o Wi-Fi voltar a funcionar. Outros informam que os dados são encaminhados pela conexão de dados celulares do iPhone mesmo quando o aparelho está em uma rede Wi-Fi. De acordo com uma teoria (que não podemos confirmar como precisa), tudo isso pode ser consequência de um recurso que seria adicionado no iOS 6, mas parece ter sido abandonado de última hora: WiFi + Conexão Celular. Os problemas poderiam ocorrer por essa ferramenta continuar erroneamente habilitada em alguns iPhones 5. Se for isso mesmo, quase certamente exigiria uma atualização da Apple para ser corrigido.

    Músicas que somem

    Após fazer o upgrade para o iOS 6, alguns usuários descobriram que as músicas no aplicativo Música haviam sumido. Isso parece acontecer apenas se o iTunes Match estiver habilitado. O problema é que as músicas continuam listadas sem poderem ser reproduzidas, com todas aparecendo com uma duração de 0:00 – ou há uma tela única no app Música que diz “Sem Dados” (“No Data”).

    Uma possível causa para o bug é que o iTunes Match não está habilitado mesmo você achando que ele esteja. Isso aconteceu no meu iPad. Abri o Ajustes e selecionei para habilitar o iTunes Match (também é possível fazer isso nas configurações do iTunes, App Stores ou Música). Apesar dessa solução parecer funcionar, ao sair e depois retornar a esse ajuste, você verá que a opção iTunes Match foi revertida para Off. Se a sua biblioteca de músicas é inteiramente baseada no iTunes Match, isso poderia explicar a razão pela qual não há nada disponível.

    A solução mais simples, se funcionar, é ir até Ajustes -> Geral -> Redefinir e selecionar a opção Redefinir Ajustes de Rede. Isso funcionou comigo. Precisei reconectar no Wi-Fi. Depois disso, ao habilitar novamente o iTunes Match, ele continuou dessa forma. O app Música agora mostra todas as faixas que estavam no meu armazenamento do iCloud.

    Se essa solução não resolver, você pode ter sucesso com algo mais extremo. Por exemplo, um patch recomendado envolve conectar seu iPhone ao Mac e, usando um utilitário de Mac como PhoneView, navegar até Disco -> Controle do iTunes -> iTunes. A partir daí, apague os três arquivos da biblioteca de mídia (MediaLibrary).

    Apps de terceiros “incompatíveis”

    Como em qualquer upgrade iOS, vários aplicativos de terceiros exigirão uma atualização para serem compatíveis com o novo sistema. Se, após atualizar para o iOS 6, um aplicativo começa a “dar pau” na abertura ou exibir outros sintomas estranhos, certifique-se de que você tem a atualização mais recente do aplicativo.

    Se você tem a versão mais recente, e o problema persiste, apague o aplicativo do seu aparelho iOS (mas antes certificando-se de fazer backup de dados e/ou documentos associados a eles) e então baixe-o novamente. Isso deve resolver o problema.

    Se nada disso responder, informe o problema para o fabricante do app e verifique se eles possuem uma atualização com a correção chegando em breve.

    Fonte: MacWorld

  • Aplicativos para smartphone ajudam a se dar bem na escola


    26 de setembro de 2012

    Quando tenho que entregar o trabalho de matemática? E o que vai cair na prova de química? Quem faz parte do meu grupo de biologia? Se sua vida na escola ou faculdade anda meio bagunçada, saiba que é possível organizá-la com aplicativos para smartphone ou tablets. Eles trazem recursos como calendários inteligentes, bloco de anotações que permitem inserir lembretes de voz ou mesmo fotos, além de alarmes para avisar sobre atividades importantes. Confira abaixo algumas dessas alternativas.

    Inclass

    Apesar de estar em inglês, o Inclass tem uma interface intuitiva, que pode ser utilizada mesmo por quem não domina o idioma. Para começar, ele exibe a capa de um livro. Nele, você pode colocar qual curso está fazendo e suas matérias, com dias e horários nos quais elas acontecem e até um perfil do professor, com direito a foto, telefone e e-mail.

    Ele inclui um bloco de notas estilizado, que permite acrescentar lembretes e informações com voz, além de fotos. Essas notas podem ser enviadas por e-mail, compartilhadas no Facebook ou enviadas para o computador via iTunes. Na área de tarefas é possível marcar lições de casa, projetos ou estudo para provas, com alarme programável com lembretes sonoros. Para iPhone (Grátis).

    Homework

    Ferramenta que pode ser utilizada tanto por professores (que costumam lidar com várias classes e escolas) ou alunos. Para facilitar a vida do usuário, está disponível em 17 idiomas, incluindo aí a língua portuguesa.

    O primeiro passo é clicar na tabela de horários e selecionar os dias de aulas, para inserir a programação da semana. Também é possível programar tarefas de casa, com campos para marcar capítulos a serem estudados, incluir um alarme de lembrete e até fotos (da lousa ou dos livros, por exemplo).

    As tarefas e aulas passam a constar na lista do dia ou mesmo da semana. Permite fazer cópias de segurança e inclui espaço para a inclusão de feriados (mas não importa as datas festivas automaticamente do calendário). Para Android (Grátis).

    iStudiez Pro

    Programa disponível em 29 idiomas, incluindo o português, e que importa informações de outros calendários do usuário, como o de feriados e aniversários. Com ele é possível colocar no smartphone todo o seu calendário de aulas, com horário, perfil dos professores (com nome, e-mail, telefone e até foto) e em qual sala acontece cada atividade.

    Também é possível gerenciar datas das provas, que temas vão cair, além de anotar datas para entregas de trabalho e marcar quais obrigações, como lições de casa, já foram feitas. Inclui backup online, para o caso da perda do equipamento, além de sistema de notificações para avisar o estudante mais esquecido. Para iPhone e iPad (R$ 2 ou grátis com menos recursos).

    Yasp Class Schedule

    Aplicativo bem enxuto, em inglês ou espanhol, para quem quer um calendário de aulas da semana na palma da mão.  Ao abrir o app, ele exibe um editor de tarefas para o dia. Basta clicar no símbolo mais (+) para inserir uma programação escolar, com matéria, nome do professor, horário e dia da semana em que essa atividade acontece, além de agregar anotações.

    Para saber tudo o que está programado para os próximos sete dias, basta girar o smartphone para o modo paisagem. Fica devendo um sistema de edição para as tarefas que já foram criadas. Para Android (Grátis).

    Fonte: Uol Tecnologia

  • O que fazer quando os botões do seu smartphone param de funcionar


    21 de setembro de 2012

    Nada dura para sempre e isso é ainda mais verdade com os seus gadgets. Infelizmente, embora você possa fazer muito para resolver problemas de software que surgem em celulares velhos, botões quebrados podem ser um tanto complicados — especialmente se a garantia já era. Aqui estão algumas formas de contornar botões de ligar, volume e de menus quebrados em seu smartphone.

    Substitua botões no Android com o Button Savior

    Se os botões de volume ou liga/desliga do seu smartphone Android estão meio detonados, você pode substitui-los por alguns apps. Um dos melhores disponíveis é o Button Savior, que adiciona um pequeno painel no lado da tela e lhe dá acesso ao liga/desliga, home, câmera, chamada e botões de volume. Se o seu aparelho tiver rooting, é possível ainda simular botões de voltar, pesquisar e outros.

    Se o Button Savior não é bem o que você procura, o usuário do XDA tobndd tem algumas outras ótimas opções neste post. Turn of the Lights coloca um botão virtual na sua tela que desliga e liga a tela, enquanto o Volume Control Widget é um widget simples e gratuito que possui sliders para os volumes de notificação, alarme e mídia. Ele também lista apps que usam o giroscópio e o sensor de luminosidade do smartphone, o que é ainda mais esperto.

    O Android tem um monte de apps similares por aí, com diferentes métodos de substituir botões, então faça uma pesquisa se nada do que mostramos aqui resolver seu problema. O Button Savior é definitivamente a nossa primeira opção, e com rooting, ele é capaz de substituir quase tudo.

    Substitua os botões do iPhone com o AssistiveTouch

    Se você está com um iPhone, não existem tantas opções. Felizmente, o iOS 5 e superiores tem uma ótima opção embutida chamada AssistiveTouch. Simplesmente vá a Configurações > Geral > Acessibilidade e role até AssistiveTouch. Ative-o e você verá um pequeno botão cinza sobreposto à tela. Você pode movê-lo para onde quiser e tocar no botão para ter acesso a uma tonelada de opções. Apertar o botão Home simula um toque no botão (físico) Home, enquanto que Device lhe dá opções para travar a tela, mudar o volume, revelar o menu de multitarefa e mais. Em resumo, ele substitui praticamente tudo o que antes só era possível com botões físicos.

    Se o seu iDevice tem jailbreaking, você tem outras opções relativamente mais fáceis de usar. O SBSettings coloca configurações úteis na sua Central de Notificações, então você pode desligar o celular, ajustar o volume e muito mais dali.

    Só porque você não troca de celular todo ano não quer dizer que tenha que se conformar com botões quebrados. Essas soluções não são tão boas quanto os botões físicos de verdade, claro, mas elas seguram as pontas pelo menos até a próxima atualização.

    Fonte: Lifehacker

  • Veja como se livrar do vício pelo Instagram e melhorar suas fotos no iPhone


    13 de agosto de 2012

    Seu iPhone está cheio de fotos com tons alaranjados? Você vê um potencial efeito vintage em tudo ao seu redor? Às vezes se pega pensando coisas como, “Esse papel de chiclete ficaria muito mais interessante com um efeito lo-fi?”

    Então repita depois de mim: “Oi, meu nome é (insira aqui), e sou um viciado no Instagram.”

    Bom trabalho. Todos sabemos que o primeiro passo para a recuperação é admitir que você tem um problema. E agora, com isso fora do caminho, podemos começar a olhar para diferentes maneiras de resolver a situação.

    Acredite se quiser, mas a maior parte da edição de fotos exige nada mais complicado do que as ferramentas disponíveis até mesmo nos programas mais básicos de edição de imagens. No entanto, aprender quais ferramentas usar e quando utilizá-las exige um pouco de tentativa e erro.

    Faça uma tentativa – e antes que perceba, você pode estar fazendo suas próprias fotos livres de filtros prontos sem submeter seus amigos a uma quantidade interminável de efeitos cansativos no estilo do Instagram.

    Segundo passo para a recuperação: entender o problema.

    Instagram: não é tão ruim assim

    O mestre da fotografia Ansel Adams disse uma vez: “Uma boa fotografia é saber onde se posicionar.”

    É um bom conselho. Fotografia é, afinal de contas, apenas um instante congelado do que vemos todos os dias. E é claro que qualquer um que visita um parque como o Yosemite (um dos locais favoritos de Adams), nos EUA, consegue ver o Half Dome (OQ) em toda a sua glória a partir de vários locais diferentes e amigáveis à fotografia.

    Assim como Adams usava a tecnologia disponível para ele na revelação para conseguir o máximo de suas imagens, os fotógrafos de hoje – amadores e profissionais – sabem que o que eles fazem após soltar o disparador é essencial para alcançar os resultados que buscam. E isso é verdade esteja o obturador em uma câmera ou em um smartphone.

    O que acontece quando tecnologia de edição de imagens torna-se disponível para massas de aprendizes de fotografia sem conhecimento? Estamos descobrindo agora.  Os principais “criminosos” são fotógrafos que usam excessivamente aplicativos para smartphones como Instagram, que aplicam efeitos prontos às fotografias.

    Apesar de esses efeitos poderem funcionar muito bem para algumas poucas imagens precisosas (um ancinho antigo apoiado em uma garagem pode ficar fantástico com um efeito vintage), um passo importante para se recuperar de um vício indiscriminado pelo Instagram é limitar seu uso desses filtros.

    Na verdade, com tantas imagens nebulosas e granuladas do Instagram inundando nossos feeds de fotografias, uma foto naturalmente editada (livre de efeitos prontos) realmente se destaca.

    O Instagram merece um pouco de crédito. É uma ótima maneira para fazer as pessoas pensarem de maneira fotográfica sobre os objetos e cenas ao redor delas. Em um mundo em que qualquer um pode tirar uma foto a todo momento, o Instagram fornece uma entrada fácil de usar ao mundo da manipulação de imagens. Mas uma vez que você começa a levar um pouco mais a sério essa história de tirar fotos, é preciso expandir seus horizontes e ir além do uso de filtros a partir de presets.

    Editando na tela pequena

    Edição de fotos nas pequenas telas de smartphones apresenta alguns desafios, mas alguns apliactivos tornam esse processo muito mais fácil – e até mesmo divertido algumas vezes.

    Uma ótima opção para editar fotos de maneira natural e livre de presets em qualquer lugar é o Adobe Photoshop Express. Esse aplicativo surpreendentemente poderoso traz muitos dos recursos padrão de edição de fotos em uma interface fácil de usar, incluindo ajustes para exposição, saturação, contraste, matiz, cortar, e mais. O software também fornece atalhos para compartilhar suas imagens retocadas no Facebook, Twitter, e Photoshop.com.

    Apesar de ser gratuito, vale notar que muitos efeitos e opções bacanas de edição só estão disponíveis por meio de compras dentro do aplicativo, com preços que variam entre 2 dólares e 5 dólares.

    Outra opção na App Store é o PhotoForge2. Esse aplicativo te custará 3 dólares, mas fornece as mesmas ferramentas básicas de edição do Photoshop Express. O PhotoForge 2 também possui uma variedade de recursos relativamente avançados como camadas e máscaras, te dando mais liberdade para mexer com as suas imagens. Assim como o Photoshop Express, o PhotoForge possui suporte embutido para redes sociais para que você compartilhe suas fotos no Facebook, Twitter, Flickr, entre outros serviços parecidos.

    O aplicativo HDR+ Camera (US$2) para aparelhos iOS oferece uma outra ferramenta para fazer suas fotos ficarem ótimas. O aplicativo te permite combinar várias fotos em uma imagem HDR (High Dynamic Range), que são ótimas para fotografias tiradas em locações externas, onde variadas diferenças de iluminação podem afetar o resultado final.

    O modo HDR funciona ao manter os melhores detalhes de cada imagem e jogar fora o resto, assegurando assim que você não perca nenhum detalhe por sub ou sobre-exposição. Ambos os aplicativos HDR te permitem incluir também algumas ferramentas básicas para editar suas imagens HDR, mas os aplicativos citados anteriormente oferecem melhores opções de edição.

    Além do que falamos acima e desses aplicativos de edição e HDR, também é importante sempre prestar atenção em três aspectos essenciais para a qualidade das suas imagens: iluminação, contraste e temperatura (de cor).

    E é isso aí pessoal. A estrada para a recuperação pode ser pavimentada com celeiros vintage e gatos laranja, mas com um pouco de trabalho você pode acabar com seu vício no Instagram e levar suas fotografias para outro nível.

    Fonte: MacWorld

  • Quatro coisas que devem sumir no novo iPhone e no iOS 6


    10 de agosto de 2012

    A próxima geração do iPhone tem tudo para trazer algumas mudanças radicais para os usuários, e também vai marcar uma separação muito pública entre Apple e Google. Produtos muito amados da gigante de buscas no iOS agora vão desaparecer ou ser substituídos por variações da Apple, enquanto que as mudanças no design de hardware trarão melhorias, mas dores de cabeça no início para alguns usuários.

    As últimas versões beta do iOS 6 agora estão nos dando uma indicação mais clara de quais serviços do Google a Apple vai abandonar ou substituir por outros da sua autoria, com várias informações indicando também mudanças futuras de design e hardware que você terá de manter em mente. Até o novo iPhone ser anunciado, provavelmente em 12 de setembro, como sugerem os rumores, essas são as mudanças, que incluem duas já anunciadas e outras duas sendo discutidas, e o que elas significam para os usuários.

    Tchau Google Maps

    A Apple comprou várias companhias de mapas para produzir seu próprio produto de mapeamento – substituindo o aplicativo Mapas com informações do Google Maps. A principal diferença entre as opções de mapas da Apple e do Google são que a primeira usa mapas com vetor independente de resolução, enquanto que a segunda utiliza imagens em camadas para cada nível de zoom. A vantagem da solução da Apple é que você não precisa esperar que os blocos carreguem à medida que dá zoom in, uma vez que os mapas estão sendo renderizados em tempo real no telefone, o que te dá uma experiência mais suave.

    Assim como no Google Maps para Android, a Apple está introduzindo no seu Mapas do iOS 6 construções 3D e navegação passo-a-passo (por voz), mas ainda haverá um recurso principal ausente: o Google Street View, que o aplicativo da Apple não possui. O Google já possui o aplicativo Earth para iOS, por isso é inteiramente possível que a gigante de buscas lance um aplicativo específico do Maps para a App Store, assim como anunciou que vai fazer para outro recurso que sumirá do iOS: YouTube.

    Até mais, YouTube

    O aplicativo nativo do You Tube é a última colaboração entre Apple e Google a ser retirada do iOS, confirmou a empresa de Cupertino nesta semana. O aplicativo de vídeos está no sistema móvel desde o início praticamente, e simplesmente não haverá um oferecido de forma padrão no iOS 6. Em vez disso, o Google afirmou estar desenvolvendo seu próprio aplicativo iOS do YouTube, para ser lançado futuramente na App Store – em uma data ainda não anunciada.

    A falta de um aplicativo do YouTube provavelmente não fará uma grande diferença para os usuários. Você poderá assistir aos vídeos do site diretamente pelo Safari (ou outro navegador) pela versão móvel da página, em vez de ter um link sendo aberto automaticamente no aplicativo do serviço, como ainda acontece.

    Ao desenvolver seu próprio aplicativo do YouTube, o Google terá a chance de introduzir anúncios no app (algo não presente no aplicativo atual), e também atualizar o software com novos recursos mais regularmente. Nas mãos da Apple, o aplicativo do YouTube viu poucas melhorias ao longo dos anos.

    Adeus conector de 30 pinos

    É esperado que a próxima geração do iPhone tenha um dock conector de 19 pinos, uma mudança que pode acabar com os acessórios do mercado que trazem o conector de 30 pinos, atualmente encontrado nos aparelhos iOS. O modelo atual de 30 pinos está no mercado desde os primeiros iPods, e a Apple precisa de um conector menor para tornar o novo iPhone mais fino e incorporaram uma antena 4G.

    No entanto, mudar para um conector novo menor não será algo sem problemas. Apesar de as fabricantes lentamente começarem a adotar o novo plugue à medida que crescem as vendas do novo iPhone, a Apple deve apresentar um adaptador que tornaria os novos iPhones (e iPads e iPods) compatíveis com os adaptadores no estilo antigo. Mas um novo conector deve deixar as pessoas menos propensas em usar acessórios com cabo e impulsionar as vendas de produtos compatíveis com o recurso AirPlay.

    Arrivederci microSIM

    Outra mudança pensada para deixar mais espaço dentro do novo iPhone para componentes é um chip SIM card menor que o atual, informa o site francês nowhereelse. Menor, você diz? Sim, os nanoSIMs são cerca de 40% menores do que os cartões microSIM introduzidos no iPhone 4 (eles medem apenas 12,3mm por 8,8mm por 0,67mm). A Apple propôs esse novo padrão contra propostas rivais da Nokia e Motorola, e o novo design oferecerá a mesma funcionalidade com dos SIM cards atuais.

    Enquanto o SIM card menor pode fazer uma diferença para o design interno da Apple para o iPhone, para os usuários a transição deve ser bastante tranquila. O nanoSIM pode ser produzido e distribuído de maneira que tenha compatibilidade reversa com os designs de SIM card existentes.

    Fonte: MacWorld

  • 4 aplicativos para viagens essenciais em seu smartphone


    31 de julho de 2012

    Não importa se você está à procura de um novo smartphone, ou se acha que ainda não tirou todo proveito de seu aparelho atual: achar bons aplicativos é a peça final do quebra-cabeças. Sabemos que o imenso número de “apps” disponíveis nas lojas online pode ser assustador, mas não se preocupe: elaboramos uma longa lista de itens essenciais, que publicaremos ao longo das semanas e que deve servir como um bom ponto de partida.

    Nossa lista é seletiva: você não irá encontrar aplicativos para a Amazon, Facebook ou o Google Maps nela, já que se seu aparelho não veio com elas, você muito provavelmente já as instalou. Escolhemos apps que irão aumentar os recursos de seu aparelho e tornar seu uso mais fácil, seguro e até mais divertido. Talvez você até encontre algum sem o qual não conseguirá mais viver.

    Vôos online (iOS, Android): este aplicativo usa dados da Infraero (os mesmos usados nos painéis dos aeroportos) para mostrar informações sobre vôos partindo ou chegando de todos os aeroportos nacionais. Você pode buscar um vôo por número, pelo nome da companhia aérea ou aeroporto, e filtrar partidas ou chegadas. Também traz um guia com os direitos do passageiro, e informações de contato de aeroportos, órgãos governamentais e cias. aéreas.

    UrbanSpoon (Android, BlackBerry, iOS): se você está numa cidade desconhecida e não sabe onde comer, basta chacoalhar seu smartphone e o UrbanSpoon gira a “roleta” e indica um lugar para você. E se você já sabe onde quer jantar, pode usar o aplicativo para reservar uma mesa e obter instruções de como chegar ao restaurante. Funciona em cidades dos EUA, Canadá e grandes cidades do Reino Unido e Austrália

    Hipmunk (iOS): este aplicativo ajuda a encontrar a passagem de avião mais barata, agregando informações de várias companias aéreas. Uma timeline permite filtrar os resultados de uma busca não só pelo preço, mas também pelo horário ou número de escalas.

    GPS Track Recorder (Windows Phone): você nunca mais se perderá em uma cidade se usar este aplicativo, que usa o GPS e acelerômetro de seu smartphone para determinar sua localização, velocidade, altitude, distância e direção. Gráficos mostram o caminho percorrido.

    Fonte: PcWorld

  • Como fazer a bateria do seu iPhone e Mac durar mais em uma viagem


    18 de julho de 2012

    Admita: sua mochila ou mala de mão está cheia de aparelhos digitais que você não consegue deixar em casa. O seu iPhone, iPad ou MacBook não apenas te mantém entretido durante a viagem, como também funcionarão como ótimas ferramentas de navegação, pesquisa, e fotos assim que chegar ao seu destino. Mas manter esses aparelhos carregados quando se está constantemente fora de casa ou preso em um avião por horas pode ser um desafio. Mas há algumas coisas que você pode fazer para aumentar a duração da bateria e economizar energia.

    Cases com bateria

    Um case com bateria/bateria externa para o seu iPhone é um ótimo acessório para manter na mochila. Essas capas adicionam vida extra de bateria enquanto protegem seu smartphone. A maioria deles possui plugues compatíveis com a entrada de 30 pinos do iPhone, que é como eles entregam “gás extra” para o seu iPhone. O ponto negativo é que não é possível usar nenhum acessório do tipo dock station sem retirar o smartphone do case.

    Entre as principais opções estão o Mophie Juice Pack Plus, que basicamente dobra a duração de bateria do iPhone sem adicionar muito peso, e o Solar-Powered Chaging Case que permite recarregar seu iPhone usando raios solares. Outros modelos incluem o PowerMax e uma capa da Energizer, ambos disponíveis no Brasil.

    Para o iPad, tem o Juice Book, da MiPow, que também pode ser usado para carregar seu iPhone ou iPod.

    Leve um carregador

    Não é necessário levar os dois carregadores que vieram com seu iPhone e iPad. Economize espaço ao levar apenas o que veio com o seu iPad. Visualmente, ele é maior, com travas que podem ser tiradas do “corpo” do acessório, de modo parecido com o do MacBook. Já o carregador do iPhone é menor, e as travas não podem ser retiradas.

    Os carregadores de parede do iPad e do iPhone também fornecem diferentes níveis de energia. Como o tablet possui um requerimento de carga maior do que o do iPhone, ele possui um adaptador de força mais poderoso – 10-Watt contra 5 watts do smartphone. É possível usar o adaptador do iPhone para seu iPad, mas ele vai levar muito mais tempo para alcançar uma carga completa, especialmente se você tiver um iPad de terceira geração.

    Se também estiver viajando com seu MacBook, considere o acessório TwelveSouth PlugBug. Ele pode ser anexado ao seu carregador do MacBook e te permite carregar um aparelho com saída USB, como seu iPhone ou iPad, enquanto carrega o notebook ao mesmo tempo.

    Apps que economizam bateria

    Para o seu MacBook ou MacBook Air, você pode usar um app de monitoramento de bateria para manter um olhar mais próximo na sua fonte de energia. Alguns deles, como o Low Battery Saver, te permitem customizar seus avisos de bateria no Mac. Assim, você terá uma visão melhor de quanto ainda resta de bateria no seu aparelho.

    O Deep Sleep é outro app útil que “hiberna” seu MacBook em vez de apenas colocá-lo para dormir quando você fecha a tampa enquanto ele ainda está ligado.  (Mesmo no modo sleep/dormir, seu Mac continua consumindo energia da bateria.) O utilitário salva os conteúdos da memória RAM no seu disco rígido e para de sugar totalmente energia da bateria quando seu MacBook não está sendo usado. Leva um pouco mais de tempo para seu Mac acordar da hibernação, mas todos os seus apps e documentos serão restaurados da maneira que você os deixou, e sua bateria será menos exigida.

    Verifique suas configurações

    Economizar sua carga de bateria pode ser tão simples quanto fazer algumas mudanças nos ajustes do seu iPhone, iPad, ou MacBook.

    Para seu iPad ou iPhone

    - Desabilite o WiFi e o 3G quando não estiver usando-os. Vá em Ajustes -> Wi-Fi, então mude a chave para Off. O mesmo vale para o Bluetooth (Ajustes -> Geral -> Bluetooth, e então mude para Off). Para o 3G, é preciso ir em Ajustes -> Geral -> Rede e então desabilitar as opções Ativar 3G e Dados do Celular.

    - Desabilite, ou limitem suas notificações por push de dados dos seus outros aplicativos. Você terá de fazer isso manualmente para cada app. Vá em Ajustes -> Notificações, então toque em cada app que gostaria de ajustar e mude a chave de Central de Notificações para Off.

    - Desabilite os serviços de localização completamente. Isso vai economizar bastante energia, sem mencionar algum dinheiro se estiver fazendo uma viagem internacional. Vá em Ajustes -> Serviços de Localização e mude para Off.

    - Use o recurso de Brilho Automático. Ele pode ser encontrado em Ajustes -> Brilho. O Brilho Automático vai ajustar automaticamente o brilho das suas telas de acordo com as condições de luz ambiente. Diminuir manualmente o brilho da tela também pode aumentar a duração da bateria.

    - Não deixe o aparelho ficar muito quente ou frio. A Apple recomenda manter seu iPhone ou iPad entre 0 e 35 graus Celsius. Por isso, se estiver viajando em um lugar com temperaturas extremas, considere deixar seu aparelho móvel da Apple em qualquer lugar protegido da temperatura ambiente.

    Se você estiver usando um MacBook – ou, mais especificamente, estiver rodando OS X Lion em um MacBook Pro de 15 ou 17 polegadas – vá até o painel Economizador de Bateria (Energy Saver) nas Preferências de Sistema. Lá você vai encontrar uma caixa de marcação para mudança Mudança Automática de Gráficos (Automatic Graphics Switching). Marque essa opção – se não estiver marcada, o Mac sempre vai usar a placa gráfica mais rápida, que usa mais energia.

    Você também pode ajustar o brilho ao escurecer a tela o quanto puder. Uma tela mais escura vai ajudar a maximizar a duração da bateria, mas você precisa se certificar de que ainda consiga visualizar a tela de modo confortável. Além disso, desabilite o AirPort quando não estiver usando-o, e certifique-se de que há nenhum app rodando em segundo plano. Feche todos os programas, desconecte periféricos, e ejete discos do seu drive se não estiverem sendo usados.

  • Como tirar fotos melhores com o seu iPhone


    11 de julho de 2012

    Os usuários do Flickr sobem cerca de 100 milhões de fotos no serviço de compartilhamento de imagens todo mês, e de acordo com o Yahoo, o iPhone continua a ser a “câmera” mais comum usada para fazer esses uploads. À medida que mais pessoas deixam suas câmeras SLR digitais (e até mesmo os modelos mais básicos point-and-shoot) em casa, vale a pena dar uma olhada em como conseguir fotografias melhores com seu smartphone.

    Vamos falar de quatro dicas úteis para conseguir fotos melhores com o smartphone da Apple.

    1- Ajuste a exposição com seu dedo

    Seu telefone não possui nenhuma opção sofisticada para modo de exposição que uma câmera digital completa costuma trazer. Mas você talvez não tenha percebido que pode ajustar a exposição mesmo assim, sem um fotômetro ou um dial de compensação de exposição. Tudo o que você precisa fazer é tocar na tela.

    Você provavelmente sabe que pode focar a câmera do iPhone (e de muitos outros smartphones) ao tocar na tela, a câmera imediatamente tenta focar em qualquer que seja o ponto que você tenha tocado. O que você talvez não saiba é que a câmera também ajusta a exposição da foto fora dessa parte da cena. Aponte seu telefone para uma cena de alto contraste, como um quarto escuro com uma lâmpada em um canto. Na tela do aparelho, toque na lâmpada, e então em uma parte escura do local. Você vai visualizar o iPhone ajustando a exposição de modo correspondente. Agora você não tem mais desculpas para tirar fotos com uma exposição ridiculamente ruim.

    2.Desligue o flash; ligue o modo HDR

    Se o seu telefone possui um modo HDR (High Dynamic Range), como o iPhone, você deve a si mesmo a opção de desabilitar o flash e usar o modo HDR no lugar dele. Cerca de 90% do tempo, você terá fotos melhores com o modo HDR do que com o flash. Você pode ficar preocupado com o HDR porque esse modo normalmente funciona ao se tirar várias fotos com diferentes exposições e então combiná-las em uma única imagem. Bem, não há o que temer: a maioria dos smartphones que oferecem modos HDR embutidos, incluindo o iPhone, “trapaceiam” ao tirar uma única fotografia e refinar seu alcance dinâmico. Por isso, não é preciso ficar parado por 10 segundos tentando segurar o iPhone de maneira que não trema.

    3.Ilumine sua foto

    Se você insistir em usar o flash do aparelho (ou se estiver fotografando em um local particularmente escuro que exija luz extra) não é preciso fazer sua foto no escuro. Muitos aplicativos te permitem transformar o flash em uma lanterna, para que ele ilumine o ambiente de modo contínuo. O app Top Camera é um dos que possuem esse recurso. Ligue o flash, componha sua imagem com toda a luz possível, e então tire a foto. O flash é desligado automaticamente após a exposição, ajudando a preservar a bateria do gadget.

    4.Adicione uma lente

    Acredite ou não, é possível adicionar uma lente extra ao seu iPhone. Apesar de ser uma opção bastante geek, essa lente a mais te dá a habilidade de transformar seu smartphone em uma câmera como uma lente macro, grande angular, entre outras.

    Fonte: MacWorld Brasil

  • Quatro fatores críticos na criação de APPs de negócios para o iPhone


    15 de agosto de 2011

    O desenvolvimento de aplicativos de negócios para o iPhone já desafia os CIOs, obrigados a balancear os contrastes de estilo dos usos doméstico e corporativo. Enquanto os usuários domésticos amam as características técnicas e as funções do aparelho, as expectativas dos usuários de negócios são por simplicidade e velocidade no uso.

    Um aplicativo para iPhone que ofereça ao usuário uma experiência terrível pode significar problemas para o CIO. “O limite de adoção pelo usuário é muito, muito estreito”, diz Quinton Alsbury, co-fundador da Mellmo, fabricante da aplicação de BI móvel Roambi. “Se demorar muito para que algo aconteça, a tendência é colocar o telefone de volta no bolso.”

    Aqui estão atitudes que os CIOs devem evitar ao navegar nestas águas complicadas do desenvolvimento de aplicativos para iPhone. Muitas delas servem para qualquer dispositivo móvel.

    1 – Não tente replicar o laptop

    Muitos CIOs tentam replicar os dados e as características das aplicações usadas nos laptops no iPhone. Este é o caminho certo para o fracasso. Basta olhar para a experiência das APPs que tentam entregar um desktop virtual no iPhone.

    O problema com a replicação é que ele assume que os usuários vão usar o iPhone de uma maneira similar ao laptop. Mas os usos dos dois aparelhos são muito diferentes.

    Considere estes três cenários: um vendedor pode estar em sua mesa com um painel de business intelligence (BI) aberto em seu computador, observando a mudança de dados em tempo real durante todo o dia. No seu caminho para um cliente, poderia parar em uma cafeteria e analisar informações relevantes paraa reunião consultado uma planilha no laptop. Ainda no elevador do prédio do cliente, poderia sacar seu iPhone para receber a resposta rápida solicitada ao sistema de BI.

    Para os CIOs, isso significa tentar prever onde os usuários móveis possam estar usando a aplicação e que tipo de respostas o usuário estará procurando. Pode não haver muito tempo para que o usuário navegue e detalhe os dados. Talvez não haja conectividade com a Internet. De qualquer maneira, o aplicativo precisa dar respostas com a velocidade de um relâmpago.

    “Você não quer que os usuários, ao olhar para uma tela, só vejam um ícone de girando, girando…”, diz Alsbury, acrescentando: “Você pode querer armazenar informações localmente, ou pelo menos em uma memória cache do aplicativo, em vez de ter uma solução baseada em servidor, por causa da [pouca ou nenhuma] conexão de rede.”

    2 – Não generalize

    CIOs devem deixar a simplicidade do usuário dirigir seus esforços para o desenvolvimento de aplicativos móveis de negócios. Muitas vezes isso pode representar não incluir muitas funcionalidades em um único aplicativo, para não correr o risco de tornar a navegação extremamente pesada. Cada aplicativo deve ser aberto em poucos segundos e permitir que os usuários façam o que precisavam fazer nele naquele momento.

    Os CIOs devem desenvolver vários aplicativos específicos, para determinados grupos de usuários, em vez de um aplicativo geral difícil e inútil para todos.

    3 – Gaste o tempo que for necessário para o levantamento dos requisitos

    Os CIOs devem estar preparados para gastar muito tempo aprendendo o que os usuários querem de uma aplicação móvel de negócios antes iniciar o desenvolvimento de aplicativos. Falar muitas vezes com usuários, antes do desenvolvimento e durante os testes de conformidade.

    “Para cumprir esta etapa de forma eficiente, reserve de duas semanas a um mês”, diz Alsbury. A curta duração desta etapa pode resultar em uma má experiência do usuário. As primeiras impressões são fundamentais, especialmente para determinar a adoção ou não da aplicação por parte dos usuários.

    4 – Tente delimitar bem o escopo

    Mesmo os CIOs mais experientes podem ser vítimas do aumento do escopo. Incluir mais funcionalidade, mais dados, mais botões, mais menus drop-down em um aplicativo móvel parece estar no DNA dos técnicos. “É um hábito tão hard-wired”, diz Alsbury.

    É preciso ter a disciplina para cortar e reduzir a base de funções para aquelas que os usuários realmente precisem.

    A APP de negócio não pode ter tudo o que sua similar para uso no laptop faz. Portanto, o CIO deverá saber o que cortar e o que incluir. E tentar não se afobar com as preocupações e expectativas manifestadas pelos usuários sobre alguns dados que não estarão disponíveis para eles no iPhone.

    Bottom line: mais funcionalidades significam maior complexidade. Os usuários não querem ler um manual de como usar a APP antes de usá-la. Só querem tocar na tela de uma forma simples e intuitiva.

    Fonte: CIO