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Dicas para tornar seu perfil no LinkedIn mais atrativo
3 de julho de 2012
Recentemente, uma jornalista americana chamada Lisa Ling disse que “o Facebook é a vida que as pessoas querem acreditar ter”. Isso significa que algumas pessoas se apresentam na internet de forma diferente de suas vidas reais. O LinkedIn também faz parte dos sites em que pessoas mentem para parecerem melhor. Mas, como a rede corporativa é um dos cartões de visitas de um profissional, o ideal é dizer a verdade, somente a verdade e nada mais que a verdade.
Para ajudar as pessoas a parar com essa história de se vender de forma mentirosa, a Forbes selecionou alguns dos maiores erros cometidos, além de dar dicas para que seu perfil no LinkedIn seja bem visto por todos, inclusive pelos recrutadores das empresas. Quem ajudou a compilar estas dicas foi a própria gerente de comunicações corporativas da rede, Krista Canfield, a diretora de conexões do LinkedIn, Nicole Williams, e Joshua Waldman, autor de livros sobre como procurar emprego nas redes sociais.
Foto
Os perfis do LinkedIn que possuem fotos são vistos sete vezes mais do que os que não possuem uma imagem. Ou seja, deixar a sua página sem nenhuma identificação é péssimo para quem está atrás de emprego. “Quando não há foto no perfil, existe, imediatamente, um elemento de desconfiança”, comenta Waldman. A diretora Nicole também concorda. “É muito parecido quando estamos vendendo uma casa. Se não tem foto, pensamos que há algo de errado com o imóvel”, diz.
Se não ter uma foto pode ser algo negativo, por outro lado, ter uma foto errada é pior ainda, segundo os especialistas. De acordo com Nicole, as mulheres são as que mais pecam na escolha das imagens. O maior erro é escolher uma foto em que você aparece dez vezes mais jovem ou que está muito maquiada, ou, ainda, que esteja com uma roupa inapropriada. Waldman também lembra que é muito frustrante para o entrevistador conhecer, ao vivo, uma pessoa totalmente diferente da foto. “Tem que ser sincero. Se você não é tão bonito assim, deve aparecer da mesma forma no LinkedIn”, conclui.
Educação e cargos anteriores
É bastante comum pessoas mentirem sobre a formação acadêmica. Por isso, os especialistas alertam: se você mente sobre isso, considere-se fora do processo seletivo. O motivo é simples: você não sabe se o recrutador ou algum membro de sua família se formou no mesmo lugar. Ou seja, você pode ser pego de surpresa quando for questionado sobre detalhes da instituição. “Se você pensa que o mundo corporativo é grande, se enganou. Ele pode ser muito menor do que você imagina”, ressaltou Waldman.
O mesmo acontece para os cargos anteriores. Não diga que você exerceu um cargo que, na verdade, não exerceu. É comum que os entrevistadores perguntem coisas específicas sobre suas atividades e aí você pode ser pego na mentira ou, pior, ser taxado de incompetente por não saber muita coisa. Falar que trabalhou com certas pessoas que não trabalhou também é um grande erro que deve ser evitado. Como os especialistas comentaram, o mundo corporativo pode ser menor do que você imagina.
Esteja aberto a novas oportunidades
No fim da página do seu perfil existe uma opção que informa que você está em busca de um emprego. Muitas pessoas só checam este botão quando criam seu perfil e depois esquecem de atualizá-los. Os especialistas sugerem que você sempre atualize esta opção, pois, muitas vezes, os recrutadores só entram em contato com usuários que estão abertamente atrás de uma nova oportunidade.
Pedido de recomendação
A recomendação é uma das ferramentas mais poderosas na hora de conseguir um emprego. Porém, os três entrevistados concordam que é muito ruim pedir uma recomendação logo após estabelecer conexão com um colega. Canfield acredita que pedir a recomendação não é tão bom também. Ao invés disso, é melhor dizer com todas as letras quais pontos você gostaria que a pessoa abordasse na recomendação. Pode parecer pedante, mas é importante lembrar que você está pedindo o tempo e atenção de alguém, portanto, o ideal é ajudá-lo com sugestões.
Fonte: Olhar Digital
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Cinco dicas sobre o que fazer quando houver vazamentos de senhas em redes sociais
11 de junho de 2012
Na semana passada três grandes redes sociais (LinkedIn, Last.fm e eHarmony) sofreram invasão de crackers e tiveram dados de usuários roubados. Em meio às dúvidas sobre o que fazer em casos como esses, mostramos cinco atitudes que devem ser tomadas quando houver vazamento de senhas em grandes redes sociais.
1 – Troque a senha imediatamente
A primeira coisa a fazer é trocar a sua senha. Como a maioria das redes sociais usam criptografia para proteger os dados dos seus usuários, leva um tempo para os crackers terem acesso direto a sua senha. Se você trocar a palavra-chave nesse período, manterá sua conta relativamente segura.
2 – Crie uma senha segura
É uma dica que não vale apenas em casos de vazamentos de senhas, mas situações como essas podem ajudar na hora de uma mudança de atitude. Na hora em que for trocar de senha, pense em uma palavra-chave que tenha no mínimo oito dígitos e que conte com números, letras e caracteres especiais (como asteriscos ou arrobas).
3 – Fique de olho nas senhas de suas outras contas
Por praticidade, muitas pessoas mantêm as mesmas senhas para diversos serviços. Se a sua senha do Facebook, do Twittter ou de outro serviço for igual a do LinkedIn, é bom providenciar a troca. Lembrando que o ideal seria não repetir senhas nos logins que você utiliza.
4 – Verifique se há serviços que indiquem se a sua senha foi roubada
Veja se há sites que possam confirmar se a sua senha foi roubada. No caso do LinkedIn, foi criado um serviço chamado Leakedin. Nele, é possível ver se a sua senha foi uma das que vazaram nessa semana. Mas todo cuidado é pouco com esses serviços. Sempre é bom “dar um Google” para ver o feedback da página. Serviços como esse podem ser mais uma tentativa de roubos de senhas.
5 – Tome cuidado com e-mails de alertas
Situações como essa também são uma oportunidade para técnicas de Phishing (e-mails que tentam roubar senhas). Cuidado com e-mail que chegam em nome da sua rede social. Elas podem ser mais uma tentativa de roubo. Quando for trocar a senha, é recomendável que você acesse a rede social diretamente. O LinkedIn já alertou que não está enviando e-mails com links para os usuários.
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Veja 5 dicas do LinkedIn
12 de março de 2012
Já que 80% das pessoas supostamente não sabem como usar corretamente o LinkedIn, esta pode ser uma resolução de Ano Novo.
Com mais de 800 milhões de usuários no mundo, a rede social não é apenas um lugar para encontrar emprego. “É também ferramenta para ajudar a construir sua rede de relacionamento profissional, bem como uma maneira de encontrar oportunidades de negócio para qualquer trabalho que você esteja fazendo atualmente”, diz Eve Mayer Orsburn, autor do livro “The Social Media Business Equation” e CEO da Social Media Delivered.
Na opinião de Orsburn o uso correto do LinkedIn é uma boa maneira de “encontrar pessoas que querem fazer negócios com você e conectá-los virtualmente quando você não pode ter tido a chance de conhecê-las pessoalmente”.
Aqui estão cinco dicas de dois especialistas no LinkedIn para ajudá-lo a usar melhor a rede em 2012.
1. Concentre-se em seu perfil
Um erro comum a usuários do LinkedIn é não ter um foco claro no seu perfil, diz Lewis Howes, autor do LinkedWorking: Generating Success on Linkedin. Para garantir que o perfil tenha impacto máximo sobre os outros, você precisa detalhar quem você é como profissional na seção “Resumo”.
Para fazer isso, Howes recomenda rever o perfil, certificando-se de que os seguintes itens estejam incluídos no resumo: quem você é como profissional, quem você pode ajudar e como você pode ajudá-los.
Outro erro comum no perfil: não concluí-lo totalmente.
“Isso é uma mensagem ruim para qualquer um que busque informações para uma potencial parceria ou emprego”, diz Orsburn. “Se você não completa o seu próprio perfil, que outras coisas você deixa de terminar? Aproveite o tempo para preencher o maior número de campos como puder, e sempre inclua uma foto”, recomanda.
2. Mantenha o seu perfil permanentemente atualizado
Não é só porque você não está à procura de um emprego que o seu perfil do LinkedIn deve ficar abandonado. Manter o perfil atualizado, diz Howes, é essencial para manter uma marca pessoal, bem como mais alto o potencial para novas oportunidades de negócios.
“Se alguém quer propor algum negócio, provavelmente vai fazer alguma pesquisa sobre você na web”, diz Howes. “É importante que você mantenha seu perfil atualizado, acrescentando novas recomendações e aplicações avançadas.”
Howes também recomenda especial atenção para as palavras-chave que você usa em seu perfil. Elas ajudam a ter uma classificação melhor em buscas nas suas áreas de especialização.
3. Inclua a área de notícias “Linkedin Today” na sua rotina
No ano passado, o LinkedIn lançou um novo produto chamado “LinkedIn Today”, serviço de notícias sociais que agrega as principais manchetes e notícias relacionadas ao seu setor e com base no conteúdo que você compartilha com seus contatos. É um dos recursos no qual você deve prestar mais atenção em 2012.
Você pode ter acesso ao “LinkedIn Today” a partir da opção “Notícias” no menu superior do LinkedIn, ou visitando www.linkedin.com/today.
Ele pode ser uma ferramenta valiosa também para promover o seu conteúdo, se você tiver um blog. Howes recomenda adicionar o botão “Share” do Linkedin em seu blog para aumentar as chances de ser apresentado no LinkedIn Today.
4. Seja reconhecido como um perito usando bem o “Respostas”
Uma das características mais valiosas e subutilizadas no LinkedIn é a seção “Respostas”, diz Howes.
Essa parte do site funciona como um fórum onde os usuários podem propor questões, consultar e pedir opiniões.
“Assim, muitos usuários estão fazendo perguntas sobre seus pontos mais dolorosos de sua carreira ou negócios”, diz ele. “Se você é um especialista em um assunto, então você deve responder o que puder, com o objetivo de conquistar relevância”, diz ele.
Ser mais ativo na seção “Respostas” é também uma boa maneira de contatar outras pessoas que estão interessadas nos mesmos temas que você, diz Orsburn. Se você está procurando um emprego na indústria de TI, por exemplo, pesquisar por meio de perguntas marcadas com a categoria pode levá-lo a encontrar alguma que o ajude a mostrar suas habilidades e conhecimentos nessa área.
5. Faça novas conexões em 2012
Quanto mais pessoas de qualidade que você tiver entre os seus contatos, mais oportunidades terá. Esse ano, foque no crescimento da sua rede e conecte-se com novas pessoas, diz Howes. Mas tenha cuidado ao solicitar novas conexões. Privilegie a qualidade, não a quantidade.
Orsburn recomenda consumir dez minutos por dia no LinkedIn para ver onde seus esforços podem levá-lo.
“Comece participando de grupos e discussões, e encontrando novas conexões para fazer”, diz ela. “A recompensa pode vir na forma de melhores negócios em 2012.”
Fonte: Computer World
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5 dicas para LinkedIn
9 de janeiro de 2012
Já que 80% das pessoas supostamente não sabem como usar corretamente o LinkedIn, esta pode ser uma resolução de Ano Novo.
Com mais de 800 milhões de usuários no mundo, a rede social não é apenas um lugar para encontrar emprego. “É também ferramenta para ajudar a construir sua rede de relacionamento profissional, bem como uma maneira de encontrar oportunidades de negócio para qualquer trabalho que você esteja fazendo atualmente”, diz Eve Mayer Orsburn, autor do livro “The Social Media Business Equation” e CEO da Social Media Delivered.
Na opinião de Orsburn o uso correto do LinkedIn é uma boa maneira de “encontrar pessoas que querem fazer negócios com você e conectá-los virtualmente quando você não pode ter tido a chance de conhecê-las pessoalmente”.
Aqui estão cinco dicas de dois especialistas no LinkedIn para ajudá-lo a usar melhor a rede em 2012.
1. Concentre-se em seu perfil
Um erro comum a usuários do LinkedIn é não ter um foco claro no seu perfil, diz Lewis Howes, autor do LinkedWorking: Generating Success on Linkedin. Para garantir que o perfil tenha impacto máximo sobre os outros, você precisa detalhar quem você é como profissional na seção “Resumo”.
Para fazer isso, Howes recomenda rever o perfil, certificando-se de que os seguintes itens estejam incluídos no resumo: quem você é como profissional, quem você pode ajudar e como você pode ajudá-los.
Outro erro comum no perfil: não concluí-lo totalmente.
“Isso é uma mensagem ruim para qualquer um que busque informações para uma potencial parceria ou emprego”, diz Orsburn. “Se você não completa o seu próprio perfil, que outras coisas você deixa de terminar? Aproveite o tempo para preencher o maior número de campos como puder, e sempre inclua uma foto”, recomanda.
2. Mantenha o seu perfil permanentemente atualizado
Não é só porque você não está à procura de um emprego que o seu perfil do LinkedIn deve ficar abandonado. Manter o perfil atualizado, diz Howes, é essencial para manter uma marca pessoal, bem como mais alto o potencial para novas oportunidades de negócios.
“Se alguém quer propor algum negócio, provavelmente vai fazer alguma pesquisa sobre você na web”, diz Howes. “É importante que você mantenha seu perfil atualizado, acrescentando novas recomendações e aplicações avançadas.”
Howes também recomenda especial atenção para as palavras-chave que você usa em seu perfil. Elas ajudam a ter uma classificação melhor em buscas nas suas áreas de especialização.
3. Inclua a área de notícias “Linkedin Today” na sua rotina
No ano passado, o LinkedIn lançou um novo produto chamado “LinkedIn Today”, serviço de notícias sociais que agrega as principais manchetes e notícias relacionadas ao seu setor e com base no conteúdo que você compartilha com seus contatos. É um dos recursos no qual você deve prestar mais atenção em 2012.
Você pode ter acesso ao “LinkedIn Today” a partir da opção “Notícias” no menu superior do LinkedIn, ou visitando www.linkedin.com/today.
Ele pode ser uma ferramenta valiosa também para promover o seu conteúdo, se você tiver um blog. Howes recomenda adicionar o botão “Share” do Linkedin em seu blog para aumentar as chances de ser apresentado no LinkedIn Today.
4. Seja reconhecido como um perito usando bem o “Respostas”
Uma das características mais valiosas e subutilizadas no LinkedIn é a seção “Respostas”, diz Howes.
Essa parte do site funciona como um fórum onde os usuários podem propor questões, consultar e pedir opiniões.
“Assim, muitos usuários estão fazendo perguntas sobre seus pontos mais dolorosos de sua carreira ou negócios”, diz ele. “Se você é um especialista em um assunto, então você deve responder o que puder, com o objetivo de conquistar relevância”, diz ele.
Ser mais ativo na seção “Respostas” é também uma boa maneira de contatar outras pessoas que estão interessadas nos mesmos temas que você, diz Orsburn. Se você está procurando um emprego na indústria de TI, por exemplo, pesquisar por meio de perguntas marcadas com a categoria pode levá-lo a encontrar alguma que o ajude a mostrar suas habilidades e conhecimentos nessa área.
5. Faça novas conexões em 2012
Quanto mais pessoas de qualidade que você tiver entre os seus contatos, mais oportunidades terá. Esse ano, foque no crescimento da sua rede e conecte-se com novas pessoas, diz Howes. Mas tenha cuidado ao solicitar novas conexões. Privilegie a qualidade, não a quantidade.
Orsburn recomenda consumir dez minutos por dia no LinkedIn para ver onde seus esforços podem levá-lo.
“Comece participando de grupos e discussões, e encontrando novas conexões para fazer”, diz ela. “A recompensa pode vir na forma de melhores negócios em 2012.”
Fonte: Computer World
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Sete mitos sobre o uso do LinkedIn para encontrar um novo emprego
22 de setembro de 2011

O LinkedIn tem atraído cada vez mais pessoas em todo o mundo, por conta da promessa de ser a maior rede de contatos profissionais na internet e, portanto, facilitar a recolocação no mercado de trabalho. E a consultora em carreiras Kathy Caprino, que já escreveu diversos livros sobre o assunto, considera que o site tem cumprido muito bem esse papel.
“Você tem a chance de se conectar com pessoas com interesses comuns que, de outra forma, nunca teria oportunidade de conhecer”, aponta Kathy. “Mas, depois de dois anos usando o LinkedIn várias horas por dia – e após aconselhar outras pessoas sobre como construir uma imagem profissional na rede -, eu tenho testemunhado algumas visões distorcidas”, cita a executiva, em um artigo divulgado na Forbes. Segundo ela, muitos indivíduos se enganam em relação às expectativas do que é realmente possível conseguir com essa rede social.
Com base nessa situação, a consultora elencou os sete mitos sobre o LinkedIn, em especial, para quem busca um novo emprego.
Mito 1: O LinkedIn garantirá um emprego
Kathy explica que as pessoas podem procurar vagas abertas no LinkedIn e se candidatar a elas pela rede social. Ou, ainda, os profissionais têm a chance de buscar ajuda de contatos virtuais para que eles os indiquem a uma determinada oportunidade de trabalho. “Mas essas etapas não vão garantir um emprego”, avisa.
A consultora destaca que para conquistar um potencial recrutador, os profissionais precisam de muito mais do que um simples perfil na rede social ou a indicação de alguém que esteja no LinkedIn. As pessoas precisam convencer os recrutadores de sua capacidade, o que depende de questões que vão além da internet, como capacitação, talento, experiência, entre outros.
Mito 2: O LinkedIn vai substituir os recrutadores
Existe um medo crescente de que o LinkedIn substitua os profissionais de recursos humanos na condução do processo para busca de profissionais. No entanto, a especialista explica que isso não faz sentido, já que a rede social representa apenas um facilitador de uma das etapas: encontrar os possíveis candidatos.
Nas demais fases do processo de recrutamento e seleção de profissionais, os recrutadores tradicionais não são substituíveis. Isso porque, eles precisam selecionar os currículos mais adequados, entrevistar os possíveis candidatos e fazer toda a comunicação de suas percepções para os contratantes. “Recrutar é um trabalho intenso, que requer competências específicas, conhecimentos e atenção”, complementa.
Mito 3: Não é necessário escrever um perfil extremamente completo no LinkedIn
As pessoas costumam pensar que escrever uma ou duas linhas sobre sua experiência profissional no LinkedIn já é suficiente. Contudo, Kathy avisa que isso representa um engano, já que os indivíduos perdem a chance de mostrar seus diferenciais e resultados. “Como recrutadora, quando eu vejo um perfil pobre, enxergo isso como uma falta de interesse da pessoa de se promover, demonstrar um comprometimento e empenho”, ressalta a consultora.
Mito 4: Quanto mais contatos, mais oportunidades vão surgir
“Como em tudo na vida, qualidade vale mais do que quantidade”, informa a especialista. Portanto, mais do que encher a rede de contatos com pessoas desconhecidas – só para demonstrar um grande networking -, os profissionais deveriam estar preocupados em se relacionar, por meio da rede social, com pessoas realmente relevantes na área em que trabalham ou que pretendem trabalhar.
Mito 5: O LinkedIn é a melhor rede social para todos os negócios e carreiras
Ao contrário do que muitos pensam, o LinkedIn não é a melhor ferramenta para todos os profissionais ou para qualquer pessoa em busca de emprego. O segredo para entender quando essa rede social é realmente adequada é analisar se ela representa o ambiente preferido de profissionais, parceiros e potenciais recrutadores em sua área de atuação. Em alguns casos, avisa a consultora, o Facebook ou o Twitter podem ser mais interessantes.
Mito 6: Quanto mais coisas eu postar na rede social, melhor De novo, Kathy ressalta que a qualidade não supera a quantidade. Assim, antes de publicar um comentário ou abrir uma discussão no LinkedIn, os profissionais devem analisar se aquilo vai, realmente, justificar o tempo e a energia que as pessoas vão gastar para lê-lo. “Tenha certeza de que as coisas que você compartilha atendem a, pelo menos, uma dessas funções: informar, entreter, animar, ajudar os outros ou trazer algum tipo de valor”, aconselha.
Mito 7: Pessoas com muitos contatos no LinkedIn são bem-sucedidas profissionalmente
“Ter centenas (ou milhares) de conexões não significa, necessariamente, sucesso”, pontua a consultora, que acrescenta: “Isso significa apenas que o usuário gastou muito tempo e energia para construir sua rede de contatos.” Ainda segundo ela, os recrutadores não costumam atrelar volume de conexões a questões positivas sobre o desempenho dos profissionais.
Fonte: Olhar Digital
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Como encontrar os melhores grupos no LinkedIn
31 de agosto de 2011

Enquanto o Facebook e o Google + dominam as manchetes, atualmente, a rede social LinkedIn tem consolidado a imagem de local mais apropriado para os profissionais, onde podem conhecer outros profissionais, conversar e trocar informações. Ações em grande parte impulsionadas pelas comunidades formadas em torno de interesses comuns, objetivos ou experiências de trabalho. Participando de um grupo LinkedIn é fácil manter-se atualizado com as tendências do setor, fazer contatos valiosos e tornar-se uma referência em sua área de atuação.
Mas, por onde começar? Há mais de 16 mil comunidade relacionados à TI no LinkedIn. Percorrer todas na esperança de tentar encontrar aquelas que valem a pena participar seria uma tarefa inglória. Não só existem grupos que se especializam em áreas específicas de TI _ de hardware, aplicativos, rede, segurança, etc _ como grupos com estilos diferentes que podem ou não ser realmente úteis. Alguns grupos são estritamente comerciais, outros mais freewheeling onde os participantes compartilham informações pessoais, pródigos em discussões off-topic. Muitos concentram um fluxo constante de postagens com comentários ricos, enquanto outros têm menos discussões.
Nem todos os grupos serão ideais para todas as pessoas, mas essa é a beleza de tudo isso – um vasto leque de opções para escolher. Difícil não encontrar algo que satisfaça suas necessidades.
Confira algumas dicas de como identificar os grupos do LinkedIn mais indicados para você.
Encontrando grupos dignos de sua participação
Ao escolher os grupos LinkedIn para participar, os especialistas aconselham que você tenha antes uma estratégia sólida, passe algum tempo “à espreita” para ver como os fluxo de informações acontece, e siga algumas diretrizes de melhores práticas bastante simples.
Em primeiro lugar, identifique o que você espera ganhar com a participação em um grupo. Por exemplo: “Eu gostaria de encontrar uma boa fonte de informações sobre como solucionar questões relacionadas com o Windows”, ou “eu gostaria de saber mais sobre aplicações HTML5″. Seus objetivos irão ajudá-lo a definir o escopo e reduzir a quantidade de opções disponíveis para analisar, além de orientar o tipo de mensagens que você vai trocar durante a sua participação nesses grupos.
“Você deve saber que experiência quer ter e com que pessoas quer falar”, diz Wayne Breitbarth, autor do livro “The Power Formula for LinkedIn Success” (Greenleaf Book Group Press, 2011). “Se você tem um processo bem definido para compartilhar informações nos grupos nos quais participa e suas atualizações são consistentes com a sua marca e seu nicho, maiores são as chances das pessoas passarem a ver você como um perito com o passar do tempo.”
Uma vez que você tenha uma ideia de seus objetivos, existem três principais formas de encontrar um grupo, diz Jan Vermeiren, fundador da rede de treinamento técnico de consultoria e autor do livro “How to REALLY use LinkedIn” (BookSurge Publishing, 2009).
1 – Procurar no Diretório de grupos
No topo da página inicial LinkedIn, clique no menu Grupos, em seguida, digite um termo de pesquisa relacionado ao conteúdo desejado. Você obterá uma lista de grupos, ordenados da maior para a menor quantidade de participantes.
A busca de temas de interesse no diretório de grupos é um bom primeiro passo para encontrar grupos relevantes no LinkedIn. A busca muito genérica pode gerar resultados demais.
“Infelizmente”, explica Vermeiren, “não há pesquisa avançada para grupos, o que pode tornar a tarefa um desafio”.
Minha busca por “IT security”, por exemplo, trouxe mais de 7 mil resultados. Por isso, procure estreitar seu termo de pesquisa tanto quanto possível. A lista que você vai obter fornece algumas informações gerais sobre cada grupo e seus membros para que você possa começar a avaliar se estão ou não alinhados com seus objetivos.
2 – Grupos semelhantes
Uma vez que você começar a juntar os grupos, o próprio LinkedIn começará a sugerir outros grupos que você poderia estar interessado em conhecer.
3 – Grupos nos quais outros profissionais participam
Você pode já estar familiarizado com alguns líderes em suas áreas de interesse e, ao começar a participar de alguns grupos, identificar pessoas com conhecimentos específicos e sólidos. É normal querer saber que outros grupos eles frequentam. Você pode descobrir indo no perfil da pessoa, onde é possível encontrar uma lista de grupos a que ele ou ela pertence. Por exemplo, Miles Jennings é o moderador do grupo CIO Network. No Brasil, Murilo Martino é o administrador do grupo CIO Forum Brasil. No perfil de cada um delesvocê encontrará uma série de grupos dos quais participam.
Como avaliar os grupos
Muitos usuários do LinkedIn desanimam ao verem os grupos que frequentam serem tomados por spammers, flagrantes auto-promotores e aqueles que estão mais interessados em crescer seu número de conexões do que em participar ativamente da troca de conhecimento. Mas há um monte de trigo entre a palha. Aqui estão algumas pistas que como ter insights sobre se um grupo LinkedIn serve para você.
Alem de abertos ou de participação restrita, os grupos do LinkedIn podem ser moderados ou não. O ícone de cadeado ao lado do nome do grupo é um sinal de que ele é um grupo fechado, só para membros.
Discussões criadas em grupos abertos são pesquisáveis e visíveis para qualquer pessoa na Web e podem ser compartilhadas em outros sites de redes sociais como Twitter e Facebook. Os gerentes de um grupo aberto também podem permitir que usuários do LinkedIn que não sejam membros do grupo contribuam para as discussões. Nos grupos fechados somente os participantes do grupo podem ver ou participar das discussões.
Enquanto cada grupo LinkedIn tem um dono (geralmente a pessoa que o iniciou), grupos moderados são gerenciados por um ou mais supervisores que estabelecem regras para a participação conversas, monitoram e tentam garantir que os membros cumpram essas regras. Eles podem até mesmo expulsar aqueles que não seguem essas regras.
Há muitas exceções, mas os grupos sem moderação – ou com moderação fraca, ruim – podem tornar-se como o Velho Oeste selvagem onde vale tudo e as conversas são dominados pelos participantes mais agressivos ou, muitas vezes, que têm alguma coisa para vender.
Ao contrário dos grupos fechados, não há como identificar de antemão se um grupo é moderado ou não. A melhor maneira de descobrir é participando dele.
Sempre que navegar nos grupos do LinkedIn, você verá uma lista de suas conexões primárias, secundárias e de 3 grau que fazem parte do grupo, mesmo que o grupo seja apenas para membros. Encontrar nesta lista um número expressivo de colegas ou pessoas cujas opiniões você respeita é um indicador de que o grupo pode ser bom para você.
Grupos abertos também exibem uma caixa na parte inferior da coluna direita da página onde são mostrados os membros do grupo cujas discussões geraram mais respostas. Se os participantes mais ativos são líderes, referências no tema, em vez de tipos spammer, é um bom sinal de que vale a pena investigar mais o grupo.
O número de membros que pertencem a um grupo e o número de discussões ativas que você vê acontecendo também podem ser pistas importantes. Afinal, não há sentido aderir a um grupo onde tudo que você ouve são grilos cantando. Por outro lado, uma conversa entre centenas de participantes tende a criar menos intimidade.
Independentemente disso, os números não contam toda a história de um grupo. “Não é a quantidade, mas a qualidade das discussões, o calibre dos participantes, o alcance e a influência do grupo” o que mais interessa na hora de decidir de quais grupos participar, diz Paul Sonnier, gerente do grupo Wireless Health. Você pode achar que grupos altamente moderados com poucos participantes seja mais relevante.
Etiqueta
O valor de um grupo é baseada principalmente nas ações de seus integrantes. Ao gastar algum tempo nos grupos você vai perceber rapidamente como se comportar. O que fazer e o que não fazer. Para ajudá-lo a evitar cometer gafes, nossos especialistas em LinkedIn oferecem estas dicas:
1 - Ouça primeiro, e depois fale, recomenda Vermeiren. “Primeiro reaja a discussões iniciados por outras pessoas”, diz ele, e só ouse iniciar discussões depois de ter descoberto a atmosfera ou a cultura do grupo.
2 – “Nunca vendemos em um grupo”, acrescenta Vermeiren. “Se alguém pergunta sobre um fornecedor, não poste a resposta no grupo. Preferia a resposta direta a quem perguntou.
3 – Tenha cuidado com o postagens multiplataforma, adverte Breitbarth. “Por causa de pequenas ferramentas como a caixa do Twitter, você pode postar atualizações de status em todas as plataformas. As pessoas estão trazendo tweets demais e as atualizações do Facebook e do LinkedIn são de outro tipo”, ele diz.
Melhores práticas para o envolvimento no grupo
Não há dúvida sobre isso – a participação em grupos pode ser um grande sorvedouro de tempo. Os grupos podem tornar-se irresistíveis rapidamente, se você não tem uma estratégia para tirar o máximo de valor com o mínimo de tempo.
Uma boa prática é fazer um bom uso das notificações por e-mail. “Só ative notificações de e-mail para os grupos que você considera que são os mais importantes, nos quais você não gostaria de perder uma conversa”, diz ele. E mesmo com esses grupos importantes, faz sentido controlar quantas vezes ao dia você quer ser notificado das discussões.Você pode definir essas preferências quando você participar de um grupo ou alterá-las posteriormente na página de configurações de cada grupo.
Breitbarth recomenda o desenvolvimento de um cronograma de atividades online, incluindo atualizações de status no LinkedIn. Por exemplo, você poderia entrar no LinkedIn para ler e participar de discussões em seus grupos duas vezes por dia – uma vez na hora do almoço e uma vez antes de desligar o computador.
Ideias para compartilhar informações e conversas podem vir de vários lugares, se você estiver preparado para eles. “Ao ler revistas e sites, ir a a eventos…”
Fonte: IDGNow
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Como melhorar sua imagem profissional no LinkedIn
7 de abril de 2011

Cada vez mais pessoas tomam consciência de que é necessário separar informações pessoais das profissionais nas redes sociais, principalmente para evitar problemas nas empresas. Para isso, muitas delas têm optado por manter Orkut, Facebook e Twitter para conversar com amigos, enquanto o LinkedIn é usado como uma vitrine profissional, voltada ao relacionamento com pessoas ligadas ao trabalho e para visualizar oportunidades de emprego e de carreira.
André Assef, diretor operacional da consultoria em recursos humanos da Desix – especializada em recrutamento, seleção e retenção de profissionais de TI –, admite que, hoje, sempre que está buscando uma pessoa para atuar em determinado cargo, visualiza o perfil dela no LinkedIn e utiliza essas informações como critério de escolha. “As outras redes sociais nós nem olhamos”, afirma o especialista.
Assim, Assef considera que os profissionais precisam dar um pouco mais de atenção ao perfil no LinkedIn se quiserem construir uma boa imagem no mercado e, principalmente, atrair potenciais empregadores. A seguir, o especialista dá quatro dicas de como usar melhor essa rede social:
- Informações atualizadas – o diretor da Desix destaca que muitas pessoas esquecem de incluir dados cursos ou certificações recém-concluídos. Mas ele alerta que isso pode ser decisivo quando uma empresa procura no LinkedIn por profissionais com determinadas competências.
- Busque recomendações – sempre que concluir um projeto ou uma atividade, o profissional deve pedir para que alguém avalie sua performance e deixe um testemunho na rede social, por meio do recurso de “Recomendar”. Assim, fica mais fácil para um potencial contratante buscar referências sobre a qualidade do trabalho das pessoas.
- Seja objetivo – coloque no LinkedIn informações a seu respeito de forma resumida e direta. Caso contrário, as pessoas não ficarão atraídas por seu perfil profissional, alerta Assef.
- Pense no futuro – “É importante buscar relacionamentos no LinkedIn que possam ajudá-lo, pensando no futuro de sua carreira”, aponta o especialista. Para isso, ele aconselha que as pessoas tentem se conectar com profissionais que, de alguma forma, estejam ligados às suas pretensões em médio e longo prazo.
Assef ressalta também que, mesmo com a separação entre vida privada e corporativa no LinkedIn, os profissionais não podem descuidar da imagem nas outras redes sociais. “Na medida em que uma pessoa é associada a uma empresa, ela não consegue dissociar-se completamente disso”, analisa, complementando: “Assim, não dá para usar o Twitter para fazer uma manifestação racista, por exemplo.”
Na visão do especialista, o grande segredo para não errar é usar o bom senso nas redes sociais e só falar algo que, realmente, gostaria de afirmar em público.
Fonte:Olhar Digital
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Como buscar um novo emprego pelo LinkedIn
31 de março de 2011

Quem hoje está em busca de um novo emprego pode recorrer às redes sociais para aumentar as chances de recolocação no mercado. Isso porque, um número crescente de empresas e de pessoas usa esses sites para divulgar vagas em aberto e para atrair potenciais candidatos.
Entre as redes sociais, o LinkedIn representa um dos ambientes mais eficientes para quem busca uma recolocação no mercado de trabalho. O que se justifica pela própria origem do site, que é voltado, basicamente, a questões profissionais.
Atualmente, o LinkedIn disponibiliza uma ferramenta específica para divulgar vagas de emprego na rede social. Para tanto, assim que o usuário acessa o site, na parte superior da tela, encontra uma área de ‘empregos’ (ou ‘jobs’, para quem usa a versão do site em inglês). Por meio dela é possível fazer buscas de vagas em aberto por tipo de cargo, palavras-chave, localidade, experiência, tempo de divulgação, entre outros.
Outra alternativa para buscar um novo emprego no LinkedIn é participar dos grupos de discussão. Em alguns deles dá para, além de verificar as oportunidades de emprego, acessar dicas de especialistas em recursos humanos e trocar informações com outros profissionais.
A seguir, separamos algumas indicações interessantes de grupos do LinkedIn, voltados a ajudar quem procura uma vaga de trabalho em tecnologia:
Grupo: Vagas de TI
Membros: cerca de 8,9 mil participantes
Acesso: não exige autorização prévia para acessar o grupoGrupo:Emprego de TI
Membros: cerca de 990 participantes
Acesso: grupo fechado (o usuário precisa se cadastrar e esperar uma autorização)Grupo: Brasil – Tecnologia e Emprego
Membros: cerca de 440 participantes
Acesso: grupo fechado (o usuário precisa se cadastrar e esperar uma autorização)Grupo: Só TI Jobs
Membros: cerca de 1,3 mil participantes
Acesso: grupo fechado (o usuário precisa se cadastrar e esperar uma autorização)Grupo: Suporte Técnico Brasil
Membros: cerca de 590 participantes
Acesso: grupo fechado (o usuário precisa se cadastrar e esperar uma autorização)Grupo: Tecnologia da Informação – TI Brasil
Membros: cerca de 4,1 mil participantes
Acesso: grupo fechado (o usuário precisa se cadastrar e esperar uma autorização)Fonte:Olhar Digital
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Três dicas para fazer buscas mais precisas no LinkedIn
23 de março de 2011

A LinkedIn é considerada “A” rede social para profissionais, mas em seu cerne, o LInkedIn é um mecanismo de busca. Essa é a visão de Brad Mauney, diretor de busca e de computação em nuvem do LinkedIn.
“Temos dois tipos principais de busca sendo realizados no LinkedIn: as buscas navegacionais, usadas por pessoas que acabam de entrar em uma empresa ou conheceram outro profissional em um evento e querem adicioná-los à sua rede de contatos; e a busca por perfis que atendam determinados critérios, como localização, segmento da indústria ou uma combinação entre os dois parâmetros.
Ultimamente, o LinkedIn tem se concentrado em fazer desses tipos de buscas processos menos complicados. Em fevereiro, por exemplo, a rede social incrementou as opções de busca por empresas e adicionou filtros para as pessoas conseguirem resultados mais precisos.
Entre os tipos de busca realizadas no LinkedIn, três predominam: Busca por pessoas, busca por empresas e buscas por vagas de trabalho. Apresentamos três maneiras de otimizar essas buscas:
1. Buscas por pessoas
Localizada no cabeçalho da interface principal do LInkedIn, a busca por pessoas usa uma série de filtros para encontrar um perfil correspondente aos nomes inseridos no campo de pesquisa. Entre essas opções estão parâmetros de localização, de nível de conexão (primeiro, segundo e terceiro graus), empresa atual e empresa anterior.
Membros da rede que sejam assinantes pagos, têm à disposição mais opções de busca, como tempo de experiência, nível de expertise, entre outras.
De acordo com Mauney, a busca usando filtros é altamente recomendada na hora de procurar por algum contato ou na busca por eventuais vagas de trabalho.
Dica do especialista:
Ao usar as opções localizadas do lado esquerdo da interface de busca, fique de olho no item “shared connections” ou conexões compartilhadas (pessoas de um círculo comum de relacionamento profissional). Acessar a relação de contatos comuns pode ajudar a fazer contato com o profissional alvo da busca.
2. Busca por empresa
É outro canal de pesquisas que foi melhorado com mais opções, como localização, segmento, tamanho e nível de conexão com o usuário. A relação de empresas resultante é confrontada com o conteúdo do perfil de usuário na hora de apresentar o resultado da busca.
Para encontrar uma empresa, selecione esse tipo de busca nas opções ao lado do campo de pesquisas e insira os termos desejados.
É interessante “seguir” as empresas de interesse e receber atualizações a respeito de novas contratações e vagas em aberto.
Dica de especialista:
Realize uma busca por empresas sem inserir qualquer tipo de filtro. A relação resultante será hierárquica de acordo com o número de conexões que o usuário tem ligadas a essa empresa.
3. Busca por vagas de trabalho
Basta selecionar a opção “Jobs” (empregos) no campo de pesquisas. Insira os termos desejados e, se desejar, use os filtros disponíveis antes de digitar as palavras-chave.
Bastante parecido com as buscas por perfis e por empresas, a pesquisa por vagas também usa os recursos do uso de filtros para trazer os resultados. Entre essas opções estão o nome da empresa, data de abertura da vaga, localização do local de trabalho, segmento e nível de experiência desejados.
Novamente, membros com contas pagas têm a opção de refinar os resultados de acordo com os honorários desejados.
Dica do especialista:
É muito vantajoso salvar os resultados de buscas por vagas de trabalho. Para tal, basta clicar no símbolo “+”, localizado no cabeçalho da página de buscas.
Se desejar, é possível salvar apenas alguns resultados. Isso pode ser feito passando com o cursor por cima do item apresentado e clicando na opção “salvar”. O status desse resultado pode ser visitado novamente no item “Saved Jobs” (vagas salvas), na barra de controle superior da interface do LInkedIn.
Fonte: CIO
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LinkedIn ultrapassa 100 milhões de usuários e maior crescimento é registrado no Brasil
22 de março de 2011
O LinkedIn anunciou que ultrapassou a marca de 100 milhões de usuários.
Lançada em maio de 2003, a rede social levou seis anos para alcançar 50 milhões de usuários, mas apenas um ano e meio para dobrar esse número. A marca de 85 milhões de membros foi alcançada em outubro de 2010 e, agora, o LinkedIn está adicionando um usuário por segundo. Além disso, a empresa está avaliada em US$ 3 bilhões e registra 5,5 bilhões de pageviews mensalmente.
Para comemorar os 100 milhões de usuários, a empresa liberou um infográfico, que traz várias estatísticas. Entre elas estão:
56% dos membros da rede social estão foram dos EUA.
O crescimento mais rápido tem sido registrado no Brasil, que registrou um aumento de 428% no último ano, chegando a 3 milhões de usuários. O país é seguido por México, Índia e França.
O maior nível de atividade no LinkedIn acontece durante o horário de trabalho, com pico ao meio-dia. Entre os usuários móveis, o horário de pico é às 8 da noite.Abaixo, o infográfico:
