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  • 7 maneiras de proteger a sua rede interna


    31 de janeiro de 2011

    Semana passada vimos como proteger o computador, mas não adiantará muito coisa se você não proteger sua rede interna, por isto listamos aqui 7 maneiras de proteger a sua rede doméstica.

    Use o DNS público do Google

    Se os bandidos não conseguirem te convencer de visitar a página do banco falsa que eles criaram, o próximo passo é fazer você chegar lá contra sua vontade. Uma maneira de fazer isso é envenenar o DNS cache que você está usando. O servidor DNS traduz URLs em endereços de IP. Explorando falhas no software DNS, os bandidos podem te redirecionar para onde quiserem – mesmo que você digite a URL correta do seu banco.

    Troque seu ISP DNS por um que seja mais seguro e provavelmente mais rápido, Google DNS

    Para evitar isso, nós recomendamos mudar seu ISP DNS para o DNS público do Google. É gratuito e a empresa implementou muitas das medidas de segurança contra envenenamento de cache. Para mudar o DNS no seu PC, vá para Central de Rede e compartilhamento, Alterar as configurações do adaptador, clique com o botão direito na sua conexão, propriedades, dê um clique duplo em Protocolo TCP/IP. Então simplesmente insira o DNS preferencial como 8.8.8.8 e o alternativo como 8.8.4.4 e clique OK.

    Faça coisas pessoais em casa

    Quer uma razão bem simples para não verificar seu e-mail pessoal no trabalho? Alguém na sua rede pode estar usando um ataque chamado “man in the middle” para te espionar. Seja explorando envenenamento de cache ARP, sequestro de sessão (hijacking), ou algum outro método, o ataque MITM permite que um malandro roube as credenciais listadas em sua máquina e enganar, por exemplo, o Yahoo ou Gmail para fazer com que eles pensem ele é você.

    No trabalho, com centenas de computadores em rede, não tem como saber de onde o ataque está vindo. Este risco nega a possibilidade de que a rede corporativa seja mais segura do que sua rede doméstica. Então, assumindo que você tem uma rede Wi-Fi segura em casa (ou não use wireless) e que as outras máquinas da sua LAN caseira são seguras, só abra seu e-mail pessoal e faça transações bancárias em casa.

    Proteja sua rede Wireless

    Responda rápido, qual a wireless mais segura disponível hoje? Nenhuma. Ok, brincadeiras à parte, provavelmente não tem nenhum protocolo wi-fi 100% seguro. Mas só porque na teoria tem uma maneira de decifrar mesmo as mais recentes decodificações wireless não significa que você deve usar a mais fraca de todas. A mais fraca sendo, é claro, WEP. Facilmente invadida em menos de um minto por alguém capaz de ler um tutorial na internet, WEP é bem menos segura do que WPA ou WPA2. Se você está usando WEP porque um hardware antigo não dá suporte a WPA2, considere trocar o equipamento antigo ou atualizar seu roteador para um que dê suporte a guest networks. Isto permite que você mantenha sua rede protegida por WPA2, enquanto os convidados podem usar o protocolo WEP para acessar a Internet. Se você estiver usando WPA2, o que dizem por aí é que quanto mais longa e aleatória for a senha, melhor.

    Apesar de não ser garantido, você também pode configurar a wireless do seu roteador para aceitar apenas conexões de endereços MAC conhecidos. Estes são IDs únicas atribuídas a cada placa de rede de computador. A brecha aqui é que um intruso pode facilmente copiar um endereço MAC de um cliente confiável e assim conseguir acesso à sua rede wireless.

    Verifique o que cada máquina está compartilhando

    Você pode verificar que arquivos estão sendo compartilhados clicando com o botão direito em Meu Computador, selecionando Gerenciar e clicando em Pastas Compartilhadas. Ótimo, agora como você faz isso para todas as máquinas na sua rede? Uma maneira é usar o NetBrute Scanner. Este utilitário gratuito vai escanear sua rede interna e relatar os recursos compartilhados que estão disponíveis.

    Examine sua rede a procura de intrusos e piggybackers

    Se um vizinho invade sua rede para baixar torrents de filmes, como você pode descobrir? Como a maioria das redes domésticas usam DHCP, é só verificar a tela de configuração do seu navegador e a tela DHCP para descobrir quantos endereços de IP estão atribuídos. Então, tente fazer a correspondência dos endereços de IP com os dispositivos conectados à sua rede. Se você tiver mais endereços de IP do que dispositivos (lembre que seu smartphone vai usar um endereço de IP caso esteja com o wi-fi ligado), você pode ter um intruso. Outra opção é usar o RogueScanner, uma ferramenta gratuita que irá verificar os dispositivos em sua rede e compará-los com um banco de dados online de dispositivos para ajudar a identificar as máquinas.

    Executar um escaneamento interno pode ajudar a revelar intrusos que estão sugando a banda da sua rede.

    Então o que você faz se tiver um intruso ou suspeitar de um? Como a pessoa provavelmente se infiltrou na sua rede via wireless, você pode querer trancar sua wireless mudando para WPA2 e usando uma senha muito longa e muito aleatória.

    Fonte: Gizmodo

  • 10 Maneiras de proteger o seu computador


    28 de janeiro de 2011

    Por mais que se fala em como proteger o computador, é muito comum encontrar gente que não se preocupam com isto. Acessar só sites de confiança não é sinônimo de proteção. O que lhe garante que o site que você sempre acessa não será atacado e/ou infectado?

    Com mais pessoas conectadas, mais os cyber criminosos procuram maneiras de tirar vantagem disso. E para evitar que você seja a próxima vítima, listamos aqui 10 maneiras de lhe proteger.

    Mantenha seu sistema operacional atualizado

    As pessoas podem ser tão sem noção quanto aqueles personagens que vimos nos filmes? Infelizmente, você não precisa de mais evidências do que um usuário comum de que esse clichê existe. Mesmo que ele ou ela saiba que uma atualização do sistema é tão crítica como, sei lá, pregar placas de madeira nas janelas no caso de um apocalipse zumbi, muitos escolhem ignorar as atualizações até que algo entre e coma o cérebro deles.

    O passo de segurança mais básico que usuários de PC devem tomar – independente do SO – é instalar as últimas atualizações. Sim, nós sabemos que isto pode ser bem chato especialmente quando os updates são maiores do que o SO original – mas é necessário para tapar os buracos que podem ser usados por hackers para se infiltrar no seu PC.

    Abandone o Windows XP

    Windows XP foi um ótimo sistema operacional, mas já tem 10 anos e é um alvo popular de ataques. Por quê? Ele não é tão seguro quanto seus sucessores. E também é onde a grana está – literalmente – com 51% dos computadores do planeta usando-o. Muitos ataques têm como alvo o XP e ignoram Windows Vista e Windows 7 completamente. A menos que você goste de fuçar o seu SO o dia todo, nós recomendamos que você dê ao XP a merecida aposentadoria.

    Mantenha seus aplicativos a atualizados

    Mesmo os que odeiam a Microsoft têm que admitir que a empresa vem fazendo um trabalho admirável atualizando seus sistemas operacionais em um período de tempo razoável. Por causa disso, muitas das fraquezas de um PC não estão mais no SO, mas sim nos aplicativos de terceiros. Enquanto a Microsoft atualiza seus próprios produtos no Windows Update, ela não faz nada sobre o resto. Com literalmente dúzias de aplicativos que precisam ser checados por atualizações toda semana, acho que você já deve ter entendido onde mora o problema. É por isso que nós usamos o Secunia PSI Scanner. O aplicativo gratuito roda em segundo plano e verifica seus aplicativos instalados e plugins com atualizações disponíveis e então fornece o link de onde baixar a atualização. A última versão (beta) vai até instalar alguns dos updates para você. A empresa também oferece um scanner online, mas nós não recomendamos porque ele funciona em Java.

    Cuidado com os suspeitos de sempre

    Quando um ataque massivo de malware acontece você pode quase sempre esperar para ver estes cinco safados como suspeitos da polícia: Flash, Acrobat/Reader, QuickTime, Java e JavaScript.

    Normalmente nós diríamos para simplesmente eliminá-los, mas nem sempre funciona dessa maneira. Sim, você pode simplesmente desinstalar estes criminosos (exceto o JavaScript), mas se você precisa tê-los, sempre há uma maneira de pelo menos atenuar parte do dano.

    Comece desabilitando o Acrobat/Reader no seu navegador. No Firefox clique em Ferramentas, depois Complementos, então em Plug-ins e desative o plug-in Acrobat. Enquanto você está fazendo isto, você pode aproveitar para desabilitar o QuickTime, Java e até mesmo o DivX Web Player se você quiser ser extra cauteloso.

    Para desabilitar estes plug-ins no Chrome, clique em Opções, Configurações Avançadas, Configurações de Conteúdo, Plug-ins e selecione “Desabilitar Plugins Individuais” ou simplesmente digite “chrome://plugins” na barra de endereços do Chrome.

    Agora no próprio Acrobat, clique em Editar, Preferências, Gerenciador de Confiança e desmarque a opção “Permitir abertura de anexos de arquivo não-pdf com aplicativos externos”. Ainda em Preferências, clique em JavaScript e desmarque a opção “Ativar JavaScript”. Uma alternativa a isso é usar o Foxit Reader.

    Para o QuickTime, abra o player, vá em Editar, Preferências, Preferências do QuickTime, Navegador e desmarque a opção “Reproduzir filmes automaticamente”.

    Para diminuir danos causados pelo AdobeFlash, considere usar a extensão FlashBlock no Firefox e Chrome. Isto vai evitar que o Flash seja mostrado na página. Em seu lugar aparecerá um ícone que, quando clicado, irá reproduzir o conteúdo em Flash.

    Desabilitar JavaScript unilateralmente pode ser problemático, porque fazer isso quebra muitos sites. Ainda assim, para os paranoicos, existe uma maneira. A extensão NoScript para o Firefox é uma das melhores opções. No Chrome não há esta opção, mas você pode acessar as Ferramentas, Opções, Configurações Avançadas, Configurações de conteúdo, JavaScript e selecionar “Não permitir que nenhum site execute JavaScript”. Isto fará com que apareça um pequeno ícone na barra de endereços que irá permitir apenas que seus sites favoritos executem JavaScript. Desabilitar JavaScript no Chrome pode ser instável, mas vale a pena investigar se você quiser evitar uma das principais maneiras que os bandidos usam para te fazer de alvo.

    Use um navegador virtualizado

    Como a grande maioria dos ataques vem dos navegadores, uma das maneiras mais seguras de navegar pela web é usar um navegador virtualizado ou uma máquina virtual. A Dell oferece o seu navegador gratuito KACE, que virtualiza o Firefox 3.6 juntamente com o Adobe Reader e Flash. Malwares que atacam falhas no Firefox, Reader ou Flash serão contidas pela máquina virtual. As más notícias? Se você for infectado e precisar limpar o Firefox Virtual, você irá perder todas as suas configurações. Isso inclui as numerosas atualizações do Firefox que saem quase todo mês e todos os seus favoritos e plug-ins instalados. Uma alternativa é construir uma máquina virtual usando ou o Virtual PC 2007 ou o VM Ware Player. Ambos são grátis, e tanto a Microsoft quanto a VM Ware oferecem versões gratuitas que incluem navegadores. Microsoft oferece Vista e XP com IE8 instalado e o VM Ware oferece Ubuntu com Firefox instalado. Das três opções, o VM Ware é o mais estável, mas quem não estiver acostumado com Linux pode ficar meio confuso. A versão da Microsoft expira depois de três meses, então você precisará baixar de novo.

    Busque uma segunda opinião

    Você tem certeza que aquele arquivo é realmente inofensivo? Muitos criadores de malware estão especificamente elaborando wares para evitar que sejam detectados pelos anti-vírus. Se você precisa rodar um arquivo, nós recomendamos que você, se possível, você encube-o por alguns dias ou algumas semanas. Isto dá ao software de segurança uma chance de reconhecer a nova brecha. Nós então recomendamos que você busque uma segunda opinião do Virustotal.com. Este website permite que você faça upload de um arquivo que será escaneado por duas dúzias de mecanismos de segurança. Apenas lembre que os criadores de malwares também estão usando ferramentas como virustotal.com para verificar se os wares conseguem passar despercebidos, então longo tempo de incubação é a chave.

    Desencurte as URLs

    URLs encurtadas podem convenientemente transformar monstruosos endereços da web em links bem pequenos, mas eles também podem esconder um link para um site com malwares. Apesar de muitos dos encurtadores de URL checarem à procura de websites maliciosos, por segurança é melhor verificar o destino da URL encurtada. Para isso, nós usamos o Longurlplease.com. Ele suporta 81 serviços de encurtamento. Para URLs encurtadas codificadas, visite VirusTotal.com para que o endereço seja checado por seis ferramentas de análise.

    Utilize o Windows em uma conta de usuário padrão

    Usar o Windows como administrador é quase como dar a alguém o direito de entrar em sua casa e sair remexendo em tudo. Uma maneira fácil de evitar ou limitar muito os danos de malware é sempre rodar com as limitações do usuário padrão. Como todas as outras coisas, não há garantia contra dano. Alguns malwares, mesmo quando executados em uma conta de usuário padrão, podem conseguir privilégios de administrador e fazer estragos no seu pc, mas rodar como usuário padrão minimiza o risco.

    Use um Live CD/Distro Linux para fazer transações bancárias

    Que o Windows é o alvo principal para cyber crimes e ataques não é novidade para nenhum de nós, claro, dominando 95% do mercado faz dele um alvo óbvio. É por isso que nós concordamos com o jornalista especializado em segurança Brian Krebs que membros dos grupos de maior risco deveriam fazer as transações bancárias online com um Live CD do Linux (que não exige instalação no HD). Você pode jogar e fazer outras coisas baseadas em Windows direto do seu HD. Mas uma vez que você tenha que fazer coisas que exijam mais segurança, coloque seu Live CD e rode a partir dele. Inúmeras builds de Linux estão disponíveis, mas a mais popular, e provavelmente mais fácil de usar, é Ubuntu.

    Restrinja o Acesso do PC para outros

    Então, você criou este lugar super seguro, com fosso, arame farpado, claymores e minas. Só que seu sobrinho de 14 anos resolve jogar alguns games em Flash ou “verificar o e-mail”. Certo. A melhor solução nesse caso é que os visitantes tenham um PC seguro, só pra eles. Mas como isto nem sempre é possível, se eles precisarem usar sua máquina, tenha certeza de criar uma nova conta de usuário. Outra opção é fazer com que eles usem a máquina virtual. Assim que eles acabarem de usar, simplesmente desligue a máquina virtual e apague qualquer traço das atividades deles. Ou use o computador conectado à TV para que você fique de olho no que eles estão fazendo ao invés de deixa-los sozinhos no seu escritório.

    Fonte: Gizmodo

  • As 10 expressões mais exageradas da TI


    22 de novembro de 2010

    Muito do que se diz no mundo high-tech parece tão denso como o ar. Por exemplo: uma conexão móvel ou é 4G ou não é. Mas isso pode mudar se quem usa o termo é um CEO com tendências a distorcer a realidade, executivos de marketing ou representantes de venda.

    Em outras palavras, o significado para alguns serviços e tecnologias vai depender de com quem você está conversando.

    Eis aqui meus 10 termos técnicos favoritos que têm sido diariamente alterados, contorcidos e massageados por alguns dos maiores fornecedores de tecnologia da atualidade.

    1. Cloud Computing – Se a coisa envolve alguma conexão à Internet, então com certeza está na “nuvem”. Certo? Errado! (E, para todos os efeitos, dizer “baseado na nuvem” para qualquer coisa soa ainda mais elegante!)

    2. Velocidade ‘tipo’ 4G – Bem… Essa maleabilidade do termo 4G é uma reminiscência da época em que o rótulo de “banda larga” se aplicava a qualquer conexão mais rápida que a discada. Caiam na real, operadoras móveis: vocês não estão dizendo a verdade!

    3. Líder do setor – Se por “líder do setor” você quer dizer “uma equipe de sete pessoas, com cinco clientes (um dos quais é seu tio), e um desejo enorme de ser comprado o mais cedo possível”, então eu acho que todas as startups realmente têm o direito de usar este slogan de marketing.

    4. Segurança online – Agora mesmo tem um rapaz imberbe no interior da Estônia tentando burlar sua “solução de segurança”. Quem sabe não podemos consertar essa brecha daqui a dez anos?

    5. Parceiro de valor – Isso até o dia em que o parceiro decidir não renovar seus acordos de licenciamento. Nesse caso, a grande empresa de TI ameaçará esse ex-parceiro de valor da mesma forma que Don Corleone ameaçou seu valoroso irmão Fredo.

    6. Não seja mau – Que mal há em uma pequena maldade de vez em quando, desde que se tenha boas intenções?

    7. Privacidade no Facebook – As políticas de privacidade dessa rede social (lembre-se do opt-in automático!) parece mudar com a mesma frequência com que Zuckerberg troca de camiseta.

    8. Líder de pensamento – Se você já teve uma ideia realmente decente (vá lá, talvez dois ou três insights) a ponto tê-la divulgado em orgulho pelo Twitter ou pelo Facebook, desculpe – isso não o torna um líder de pensamento (ou guru, ou influenciador, ou expert).

    9. Disponibilidade geral – Se um produto ainda vem sendo testado por um “grupo seleto de consumidores” (conhecidos também como ‘beta testers’) e tem mais bugs que seus primeiros exercícios de programação da faculdade, então ele não está nem perto do estado de disponibilidade geral (GA, na sigla em inglês).

    10. Solução robusta – Desculpe, essa saiu da minha boca sem querer.

    Fonte: IDGNow

  • Três erros comuns em projetos de computação em nuvem


    17 de novembro de 2010

    Muitas corporações estão trabalhando em projetos de cloud computing, elaborando desde projetos simples e rápidos a completas migrações de sistemas. Enquanto muitas tem sucesso, outras nem tanto.

    As razões podem ser muitas, mas já da para observar alguns padrões. Elas podem ser resumidas em três razões:

    1 – Regras de conformidade incompreendidas

    Nesse caso, parece haver dois padrões: um é presumir que os dados não podem residir em nenhum lugar que não seja o data center, com a justificativa de questões de complexidade. Mas ninguém se importa em testar essa premissa e frequentemente não há nenhum problema real em dividir os dados nas nuvens. O outro é presumir que não há problemas de governança e logo se ver em situações perigosas, onde os dados vão parar onde definitivamente não deveriam estar. Qualquer exagero ou displicência com relação à conformidade provoca falhas.

    2 – Apostar no modelo errado

    Nem todos os fornecedores de cloud computing são iguais e alguns possuem o péssimo hábito de encerrar os serviços para evitar problemas com canais de distribuição. Isso aconteceu quando a EMC encerrou o trabalho com sistema de storage como serviço Atmos para trabalhar mais com parcerias. As chances são de que grandes fornecedores façam o mesmo ao perceber que cloud é mais uma substituição do que um avanço de suas próprias tecnologias. O ideal é estudar o mercado e optar pela proposta mais consistente e segura.

    3 – Deixar o departamento de TI fora do jogo

    Muitos projetos de computação em nuvem acabam saindo do departamento de tecnologia, principalmente em casos de adoção de software como serviço (SaaS), soluções de storage online, entre outros. É compreensível que, em muitos casos, a TI seja vista mais como uma barrreira para desenvolvimento de projetos, mas a resposta real para esse problema é fazer com que os técnicos tenham a mente mais aberta sobre o uso da computação em nuvem para se moverem mais rápido no sentido de gerenciar infraestrutura e aplicações que melhores suportem os negócios, garantindo consistência na companhia.

    Fonte: ComputerWorld

  • 12 ferramentas e serviços para aumentar sua produtividade no dia-a-dia


    12 de novembro de 2010

    É fato: boa parte das pessoas tem mais tarefas para fazer do que é capaz de gerenciar. Se este é o seu caso, há algumas ferramentas que podem ajudá-lo a priorizar suas ações e compromissos e não deixar nada para trás.

    Não são poucos os programas que prometem transformá-lo em uma máquina de eficiência, mas têm alguns que merecem mais destaque, e são eles que listamos aqui:

    1. Nudgemail

    Se você é preza intensamente uma caixa de entrada vazia, limpa, com mensagens antigas em pastas, spam em seu devido lugar e e-mails que vão demandar sua atenção dentro de dois ou três dias mantidos a parte, talvez seja a hora de você experimentar o Nudgemail

    Se o referido e-mail deve ser respondido apenas no dia 20 de novembro, por exemplo, basta, depois de criada a conta no serviço, encaminhar a mensagem para nov20@nudgemail.com. No dia informado o email será reenviado para sua conta.

    Cabe avaliar com sensatez o uso desse serviço. O recurso ainda é beta (sinônimo de “sujeito a falhas”) e o Nudgemail não é lugar para mensagens de conteúdo confidencial.

    2. Doodle

    Na hora de agendar conversas com prestadores de serviço independentes ou realizar uma pesquisa sobre aonde ir nessa noite, o Doodle resolve seu problema. Sem requerer a criação de uma conta (apesar de você poder, se quiser) o Doodle converte sua agenda em um arquivo ICS, incorporável à maioria dos calendários eletrônicos. Esse conteúdo pode, sem complicação, ser adicionado em websites e ser acessado facilmente.

    3. Remeber the Milk

    Na atual altura do campeonato, o Remeber the Milk já figura entre os programas realmente úteis no planejamento de agendas. Complete as informações sobre datas finais, tags (palavras-chave da tarefa), prioridade e outras informações, tudo no mesmo campo. A agenda do RTM pode ser partilhada com outros usuários do recurso.

    Na versão desktop, o RTM é gratuito. Mas, por 25 dólares, você leva o direito de usar a plataforma no smartphone, por enquanto limitado aos aparelhos Android.

    4. Toodledo

    Quem prefere uma plataforma para gestão de tarefas mais tradicional vai gostar da interface do Toodledo. Ele é otimizado para a metodologia GTD, em que podem ser definidas categorias, dados sobre a localização, pastas e outras ferramentas que permitem a adição de notas em projetos e tarefas.

    O Toodledo está disponível para uma variedade de dispositivos móveis. Androids, iPhones e similares têm clientes para usar a ferramenta.

    Por 15 dólares ao ano, você pode pular da versão gratuita para uma intermediária com capacidade de partilhar recursos e informações. Com mais 15, ou seja, por 30 dólares ao ano, abrem-se as portas para usar 5GB de espaço virtual e armazenar arquivos que podem ser partilhados.

    5. Taska

    Desenvolvido especialmente para a plataforma iOS, mais especificamente para iPads. Custa 5 dólares e é capaz de sincronizar a agenda com o Toodledo.

    6. Instapaper e o ReadItLater

    Então você pertence à categoria de pessoas que gostam de deixar a mesa limpa sem nenhum compromisso pendente para o dia seguinte, não é? O que fazer, então, com os links que seus amigos e colegas insistem em te passar enquanto você trabalha? Simples, Instapaper
    e ReadItLater. Esses dois aplicativos salvam o conteúdo dos links que você recebe, mas não tem tempo de acessar, e armazenam as informações em seu smartphone para você ler no tempo livre.

    O é melhor é o Instapaper, apesar de ainda carecer de uma interface decente para o Android. O ReadItLater funciona muito bem com o PaperDroid, aplicativo desenvolvido para a plataforma Android.

    7. Android Voice Text

    Por melhores que os teclados de smartphone fiquem, sempre serão pequenos demais. Mas, como as pessoas compreendem quando recebem mensagens com erros de digitação, deixo o trabalho ingrato de espremer meus dedos nas teclas minúsculas para lá e dito (não digito) o texto diretamente na entrada de voz do meu smartphone Android.

    O recurso é nativo desde a época dos aparelhos Android 2.0. Podendo esperar por tudo menos uma interpretação perfeita, ele economiza a dor de cabeça e seus amigos continuarão a perdoá-lo pelos eventuais e inevitáveis erros de digitação.

    8. Dragon Dictation para iPad e iPhone

    Se utiliza um desses gadgets, poderá se livrar do trabalho de preencher longos formulários e de escrever notas extensas usando a conversão de sua voz em texto.

    Apesar de o programa requerer que você fale pausadamente e com muita clareza, seu desempenho é impressionante. Caso ele faça alguma confusão com o texto, basta realizar a correção usando o teclado.

    9. PamFax

    Se você não gostar de usar fax, esta é uma solução para você. Pagando 6 dólares por mês, você pode suar o PamFax para enviar fax.

    Capaz de ser integrado em sistemas Android, Windows, Apple e Linux, livre de publicidade e sem limites para uso, o PamFax pode ser usado para enviar documentos que você fotografa com a câmera de seu smartphone e edita para parecerem uma cópia.

    10. XMind

    Às vezes, o melhor jeito de monitorar as variáveis mais relevantes de um projeto consiste em apontá-los de forma visual. E o software de escolha para tal é o XMind, disponível para as plataformas Windows, Apple e Linux.

    Os dados do programa podem ser transportados em um pendrive e carregados no site xmind.net de forma pública ou privada. Pague 49 dólares por ano e use recursos que permitem transformar os dados do XMind em uma plataforma colaborativa.

    11. Evernote

    Esse simpático, porém robusto e eficiente programa é muito mais que uma simples agenda. Ele consolida uma gama variada de informações em formatos diferentes. Notas de texto, fotografias tiradas com seu smartphone, páginas da web e gravações de voz são facilmente localizados com o Evernote.

    12. Huddle

    Gerenciar uma equipe é trabalhoso, não há dúvida. Para garantir que todos os participantes de um projeto estejam em sintonia, vale usar o Huddle. Baseado numa plataforma web, esse gerenciador de projetos disponibiliza calendários e cronogramas que podem ser partilhados com toda a trupe.

    Com base nele é possível delegar tarefas e distribuir listas com a pauta da reunião de semana que vem.

    Fonte: IDGNow

  • 5 dicas essenciais para o Google Chrome


    25 de outubro de 2010

    Talvez o IE9, que ainda está em beta, consiga reverter a queda do browser da Microsoft, enquanto isto não acontece, o Mozilla Fiferox se mantém estável, e o Google Chrome cresce cada vez mais. E para esses novos, e os antigos, usuários do Chrome, trazemos cinco dicas para melhorar a sua experiência com o browser:

    1. Personalize as páginas iniciais

    Todos os navegadores permitem escolher a página inicial, mas o Chrome vai além ao permitir que você selecione múltiplas páginas que serão carregadas a cada vez que o navegador for aberto. Clique no ícone da chave-inglesa no canto superior direito da janela do navegador, selecione “Opções”, “Básicas” e marque a opção que diz “Abrir as seguintes páginas”. Clique no botão Adicionar e surgirá uma janela com uma lista de sites recentemente visitados. Escolha os que quer abrir automaticamente, ou digite o endereço de seu site favorito, clique em Adicionar e pronto.

    2. Mude o mecanismo de busca padrão, ou adicione um novo

    O Chrome já vem com suporte a vários mecanismos de busca populares além do Google, entre eles o Bing, Yahoo! Brasil e UOL Busca. Para usar um deles, clique no ícone da chave inglesa, depois em “Opções”, selecione a aba “Básicas” e no campo “Pesquisa Padrão” clique no botão “Gerenciar”. Selecione o mecanismo de busca que deseja usar como padrão e clique no botão “Tornar Padrão”.

    Adicionar um novo mecanismo de busca a essa lista é só um pouquinho mais difícil. Digamos que você faz pesquisas na Wikipedia (pt.wikipedia.org) regularmente. Nesse caso você pode fazer o seguinte: acesse o site da Wikipedia e, usando a caixa de buscas no site, faça uma busca por qualquer coisa. Com isso o Chrome vai “aprender” como funcionam as buscas na Wikipedia.

    A partir daí as buscas seguintes ficam mais fáceis. Digite o começo do endereço do site (ex: “pt.wi”) na barra de endereços e tecle Tab. Você vai ver que a barra de endereços do navegador mostra a frase “Pesquisar em Wikipedia (pt):”. basta digitar um termo e teclar Enter para ver os resultados. Funciona em qualquer site no qual você já tenha feito uma busca: Wikipedia, YouTube, IMDB, até mesmo nos seus blogs favoritos.

    Estes novos mecanismos de busca também ficam imediatamente disponíveis para uso como mecanismo padrão, lá na janela de opções.

    3. Restaure e alterne entre abas

    É incômodo fechar uma página por acidente e em seguida descobrir que você não sabe como voltar a ela. Mas com o Chrome isso é fácil: basta teclar a combinação Ctrl+Shift+T. É possível reabrir até as últimas 10 abas fechadas.

    E para alternar entre várias abas abertas, como no Firefox, segure Ctrl e tecle Tab para alternar da esquerda para a direita, e Shift+Ctrl+Tab para alternar da direita para a esquerda.

    4. Prenda uma aba no lugar

    Barras de favoritos podem ficar entulhadas facilmente, e abas podem acabar saindo de vista se você tiver várias delas abertas ao mesmo tempo. Mas o Chrome tem um truque inteligente para manter as coisas à vista: você pode “prender” uma aba no lugar, transformando-a em um pequeno ícone que representa a página.

    Para fazer isso, clique com o botão direito do mouse sobre a aba que deseja prender e escolha a opção “Marcar guia”. Ela será reduzida a um único ícone e movida para o canto esquerdo da janela do navegador, sempre visível. Para desfazer a operação, clique novamente com o botão direito na aba e escolha “Tirar guia”.

    5. Controle o consumo de memória do Chrome

    Quando o Chrome fica lento, uma solução é fechar todas as abas, menos uma, e depois reabrí-las (usando o truque do Ctrl+Shift+T repetidamente). Uma técnica mais elaborada envolve o uso do gerenciador de tarefas do navegador: pressione Shift+Esc para fazer ele aparecer. Olhe o campo “Memória Privada” para ver quais abas estão consumindo mais memória e selecione-as na lista e clique em “Encerrar Processo”.

    Também é possível ir mais a fundo abrindo uma nova aba e digitando “about:memory” (sem as aspas) na barra de endereços. Isso mostra não só o consumo de memória do Chrome, como também de outros navegadores (IE, Safari, Firefox) que também estejam rodando em sua máquina.

    Fonte: PcWorld

  • Cinco geradores de favicons para seu site


    20 de outubro de 2010

    Nem todos os designers incluem no layout final do site, o favicon, a imagem que acompanha a URL do site na barra do navegador.

    Existem geradores de favicon, que facilitam esta trabalho de criação. Abaixo listamos os cinco melhores:

    1. Favicon Generator Tool: Está no topo da lista por ter uma característica bem simples: deixa você converter imagens que já tem em favicons. Suporta JPG, GIF e PNG (até os transparentes).

    2. Favicon.cc: Esse entra mais na categoria de criação de favicon. Enquanto que o site também permite que sejam enviadas imagens, ele também dá a opção de criar um favicon animado, frame por frame. E mostra uma prévia instantânea desse processo.

    3. Favikon.com: Nenhum dos dois serviços citados acima permite o redimensionamento das imagens antes de salvá-las. O Favikon.com permite.

    4. Online Icon Maker: Já tem a ideia perfeita para seu favicon e ele não é o logo do seu site? Porque então não desenhar a sua imagem, pixel por pixel. Basta acessar o link e começe a desenhar.

    5. Iconfu: Além de permitir a edição de uma imagem pré-existente, o site também tem uma biblioteca de mais de 12 mil favicons. E também conta com um histórico de revisões, para você comparar versões antigas da imagem antes de torná-la permanente.

    Fonte: Tecnoblog

  • Coisas que você não deve fazer no mundo tecnológico


    13 de outubro de 2010

    No estágio que estamos, todos já devem conhecer alguns princípios básicos da boa convivência no mundo tecnológico como, por exemplo, não digitar em caixa alta, não encaminhar e-mails de correntes sem lê-los antes, e ativar o modo vibratório do celular ao entrar no cinema. No entanto, o desenvolvimento não para, e cria novas normas que temos que seguir para evitar gafes em potencial, por isto estamos listando aqui algumas regras para a vida moderna:

    1. A não ser que você esteja sendo irônico, ou tenha menos de 12 anos, evite o uso de vocabulário típicos de modismos da Internet. Destaque para 9dades, fica a dica, prontofalei, e risadas com k.

    2. Não use as redes sociais para expor a seus relacionamentos. Dá azar e podemos identificar um amor barato à distância.

    3. Você não é seus filhos. Não use a última foto fofa deles como a imagem de seu perfil.

    4. Você é um ambientalista engajado? Um ateu convicto? Um socialista fanático? Controle as suas mensagens sobre o tema, meu caro; nem todos da sua lista de contatos compartilham dos mesmos interesses.

    5. Não importa o quão inesquecível a festa do sábado passado foi. Comentá-la nas redes é um convite para o desastre: lembre-se, muitos não foram sequer convidados.

    6. Você não é sua esposa, seu primo ou seu melhor amigo, então, por que usa a conta deles para interagir com os outros? Deixe a preguiça de lado, crie seu próprio perfil e deixe-os em paz.

    7. Aqueles link “enviar para um amigo” pode até ser conveniente para o remetente, mas, em geral, é irritante para o destinatário. Já ouviu falar em copiar-colar?

    8. Tuítes de uma palavra: Jamais!

    9. Tente ler, ao menos, os dois primeiros parágrafos do texto, antes de comentar o quão estúpido o autor dele é.

    10. Nunca faça um comentário menor que a sua assinatura.

    11. Deixar aquele configuração padrão em que as mensagens aparecem com “Enviado do meu BlackBerry” ou “Enviado do meu iPhone” deveria ser visto como uma ofensa passível de punição. Essas companhias já tem publicidade gratuita o suficiente.

    12. Enviar e-mails cheios de enfeites e penduricalhos nunca foi uma boa ideia. Era deplorável na década de 90 e não deixou de sê-lo agora.

    Essas são apenas algumas normas de conduta, na próxima, mostraremos mais algumas, mas claro existem muitas outras que variam de cada ambientes.

    Fonte: IDGNow

  • 10 motivos para você começar um blog corporativo


    16 de junho de 2010

    Há vários motivos para você manter um blog no site da sua empresa, e a seguir temos uma lista com 10 motivos para ter um:

    1. Ajuda na obtenção de links externos

    Contribui para a otimização externa da página, pois a criação de conteúdo relevante fornece motivos para as pessoas linkarem o seu site. Além disso, haverá também um aumento de acesso provenientes dos links obtidos.

    2. Incremento nos links internos

    Através do blog, pode-se criar posts com links para outras páginas do site, contribuindo para a melhoria do posicionamento nos mecanismos de busca.

    3. Conteúdo sempre atualizado

    O Google privilegia site que atualizam com frequência as páginas.

    4 . Aumento do número de páginas indexadas

    A cada novo post, uma nova página é gerada. Logo, quanto mais posts, mais páginas o Google irá indexar. Isto significa mais chances do site ser encontrado nos mecanismos de busca para diferentes palavras-chave.

    5. Mais prospectos

    O blog possibilita a obtenção de novos prospectos via inscrições de RSS e e-mail.

    6. Aumento da confiança e transparência da empresa

    Se ninguém confia ou entende a empresa, menores serão as as suas taxas de conversão (número de negócios fechados/número de visitas recebidas). Através do blog, a empresa pode mostrar sua qualificação e experiência, podendo ficar reconhecida como autoridade no ramo que atua.

    7. Maior poder de conversão

    Os blogs ajudam a fazer um usuário voltar ao site, aumentando as chances de convertê-lo em cliente.

    8. Possibilidade de desfrutar das redes sociais

    Redes socais, como Twitter ou Facebook são muito mais úteis e benéficas a um negócio quando há conteúdo para compartilhar.

    9. Expandir network

    Como o blog, há enormes possibilidade de adquirir novos contatos, fazer novas parcerias ou conhecer futuros colaboradores para sua empresa.

    10. Interação com o cliente

    O blog é uma forma barata que possibilita a interação direta com o clientes, sendo capaz de absorver exatamente o que eles têm a dizer.

    Fonte: SEO Master