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Sem crise na região, Facebook tenta alcançar mais usuários da América Latina
4 de outubro de 2012
Com escritório aberto há dois meses em São Paulo para comandar os negócios na América Latina, o Facebook se mostra bastante confiante com o que o mercado da região pode oferecer à empresa. Além de apresentar bons numeros tanto de usuários quanto de negócios, a região não foi afetada pela queda brusca nos preços das ações e consequente desvalorização de mercado.
A informação é de Alexandre Hohagen, vice-presidente do Facebook para a região. Em entrevista à agência Reuters, ele negou qualquer indício de que a empresa tenha sido prejudicada na América Latina com a situação que vem causando problemas no resto do mundo. A desvalorização tem sido causada pelas dúvidas do mercado na capacidade de a rede social gerar receita por meio de publicidade, com grandes anunciantes, como a General Motors, cancelando os anúncios pagos.
“Todos os países da América Latina estão crescendo muito e com uma penetração altíssima”, afirmou Hohagen, que ainda afirmou que 88% dos usuários de internet latino-americanos estão cadastrados no Facebook. Este número causa mais espanto se comparado ao resto do mundo, com apenas 56% de usuários.
O parcela alta de internautas que já aderiram ao Facebook, no entanto, não assusta Hohagen, que acredita que ainda há muito espaço para crescimento da empresa na região. Segundo ele, ainda há entre 350 e 400 milhões de usuários que nunca sequer entraram na internet e que são usuários em potencial.
Um problema que o vice-presidente da empresa ainda enxerga na região é o baixo número de acessos por aparelhos móveis. No Brasil, apenas cerca de 6% utiliza exclusivamente seus celulares para entrar na rede social.
Outra questão importante é a baixa receita gerada pelos anúncios na América Latina. No Brasil, por exemplo, o valor pago pelos clientes do Facebook à empresa a cada clique em um link patrocinado é de apenas US$ 0,24, valor abaixo até mesmo do que é pago no Quênia, segundo o site de análise Socialbakers. Isso se reflete em um baixo valor de ARPU (sigla em inglês para a média de receitas por usuário), uma vez que cada usuário da rede social nos Estados Unidos rende por ano à empresa US$ 9,51, enquanto na América Latina, África e Oceania, os usuários geram apenas US$ 1,42.
Fonte: Olhar Digital
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Veja algumas dicas para trabalhar no Facebook
15 de agosto de 2012
Neste momento o Facebook Brasil está em busca de oito profissionais para seu escritório de São Paulo. E como todos sabem, a rede social tem sido considerada um dos melhores lugares para se trabalhar. Na Employee’s Choice Awards, lista que seleciona as 50 melhores empresas, de acordo com os próprios empregados, o Facebook aparece em terceiro lugar, com 93% de aprovação.
Nos EUA, a política salarial não deixa a desejar. Além de oferecer remuneração 13% acima do mercado (em média, US$ 53.700 ao ano), segundo pesquisa da Payscale, a empresa faz avaliações de desempenho dos funcionários a cada seis meses e, a partir delas, concede promoções e aumentos para a equipe.
O campus localizado nos EUA também é um dos pontos positivos. Na sede da maior rede social do mundo existem bikes por toda parte, algumas disponibilizadas pela companhia e outras trazidas pelos próprios funcionários. Já no interior dos escritório, o piso de cimento é perfeito para deslizar de patins, skates e patinetes – todos liberados pelo presidente Mark Zuckerberg.
Segundo Joanne Dutzler, a empresa é um local muito competitivo, mas gratificante. “Somos tratados como adultos, com muita responsabilidade. As vantagens são incríveis se comparadas a outros locais em que trabalhei. Somos muito sortudos por trabalharmos aqui”.
Outro funcionário satisfeito, Danilo Resende, engenheiro de software brasileiro que trabalha desde 2009 na sede da rede social, diz que o nível do trabalho desenvolvido na empresa é bem alto. Mas, apesar disso, eles possuem uma cultura que incentiva a inovação em ritmo acelerado e não está preocupada com as falhas que eventualmente aconteçam.
O brasileiro Victor Medeiros, formado em ciência da computação pelo Centro de Informática da UFPE, também está na rede social há mais de dois anos e dá a dica: “Os líderes do Facebook querem pessoas agilizadas. Eles preferem que você crie um produto rápido e vá acertando os detalhes depois do lançamento, do que demore mais tempo para desenvolver algo redondo”, conta. “A empresa ainda é pequena e tem muita oportunidade de crescer, o que faz com que cada pessoa trabalhe em algum projeto bem importante”, comenta o brasileiro.
Se você acha que combina com o perfil da rede social, que tal tentar se candidatar às vagas? Veja abaixo o que cada uma delas exige e boa sorte!
Gestor de políticas públicas
Para conseguir a vaga é preciso ter um diploma de graduação ou pós-graduação em áreas correlacionadas e 10 anos de experiência em políticas de comunicação. Candidatos com conhecimento na área governalmental/política terão diferencial. O profissional ainda precisa compreender as políticas institucionais brasileiras, ter habilidades persuasivas, criatividade e capacidade para trabalhar em um ambiente dinâmico. O Facebook exige fluência em inglês, já que as candidaturas devem ser apresentadas no idioma, e a fluência em espanhol, e experiência em internet, serão consideradas um adicional.
Gerente de negócios
A rede social exige seis anos de experiência na área estratégica de negócios, planejamento em consultoria ou finanças. Conhecimentos em mídia online também são bem-vindos. O candidato deve conseguir trabalhar sob pressão, precisa ter excepcional capacidade para resolver problemas, mudar de prioridades rapidamente e manter a organização e controle das situações. O profissional também precisa ter boas habilidades verbais e escritas em português e inglês, além de conhecimentos em Excel e Power Point.
Media solutions
Para se candidatar à vaga é necessário ter excelente capacidade de comunicação e habilidade comprovada para desenvolver e executar estratégias de publicidade digital e contatos no ecossistema em que o Facebook está inserido. A empresa exige conhecimento básico de tecnologias de veiculação de anúncios, SQL, Access ou qualquer outro sistema de banco de dados. Experiência em trabalhados com Stata, R, SPSS, Matlab, ou qualquer outro sistema de estatísticas. Um dos requisitos absolutos, segundo o Facebook, é ter humildade.
Analista sênior – perspectiva de mercado
Os candidatos precisam entender muito bem de publicidade online e métricas de audiência. Ainda é necessário familiaridade com publicidade de marca, marketing e gerenciamento. Possuir contatos em agências e ter experiência em vendas será considerado um diferencial. O Facebook precisa de alguém comunicativo, que fique o tempo todo no escritório de São Paulo e que fale e escreva muito bem em português e inglês.
Diretor de vendas e operações online para América do Sul
Para esta vaga é necessário, no mínimo, 15 anos de experiência em vendas em mídias, cinco anos em gerenciamento de vendas e vivência internacional. A pessoa precisa ter profundo conhecimento das indústrias brasileira e latino-americana, além de graduação e pós-graduação, inglês e espanhol fluentes, e criatividade e organização. A rede social precisa de uma candidato que saiba coordenar equipes e conheça muito bem os diversos modelos de negócios na internet.
Marketing para América Latina
O Facebook está em busca de um profissional graduado e pós-graduado com experiência acadêmica e em campanhas de marketing, anúncios, display e SEM. Também é preciso experiência com vendas remotas, aquisições, SQL e Excel. É necessário capacidade comprovada de gerenciamento com quatro a seis anos de experiência em um cargo de responsabilidade.
Client partner
É preciso um candidato com fluência em inglês (espanhol será um diferencial), experiência em vendas em mídia online, trabalho em equipe, tomada de decisões, publicidade online, revenda em canais e mercados verticais. O Facebook exige excelente habilidade de comunicação verbal e escrita e capacidade comprovada de alcance de metas em vendas.
Gerente de vendas e marketing global
A rede social exige, no mínimo, dez anos de experiência em gerenciamento de vendas e cinco anos em gerenciamento de publicidade online. O candidato precisa possui habilidades de planejar, analisar e atingir metas. Ainda é necessário ter conhecimento do mercado brasileiro e da América Altina, além de dinamismo e excelente capacidade de comunicação para realizar apresentações em público. Tem de ser líder e gostar de trabalhar em equipe.
Todos as candidaturas terão de ser feitas em inglês. Para se se inscrever em alguma das vagas, clique aqui.
Fonte: Olhar Digital
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Twitter ainda tem vagas no Brasil. Saiba como trabalhar lá
9 de agosto de 2012
O Twitter planeja abrir um escritório no Brasil ainda em 2012, seguindo os passos de outras redes como o Facebook, que já está em São Paulo desde agosto de 2011; Tumblr, que pretende chegar em breve; e LinkedIn, que se estabeleceu na capital paulista em novembro do ano passado.
Para iniciar esta jornada em terras brasileiras, o microblog está em busca de três profissionais: diretor de vendas, planejador de vendas e ‘advogado de marca’ (brand advocate). Se você se considera apto para tentar, veja abaixo o que o microblog espera de cada um dos profissionais.
Para concorrer é preciso ter ao menos dez anos de experiência em vendas, marketing ou funções relacionadas às áreas nas mídias digitais ou sociais. O Twitter exige que o diretor tenha trabalhado com campanhas de marketing, análise de ROI (retorno de investimento) e Sistemas de Automação de Marketing, além de ter atuado, no mínimo por três anos, com CRM (gestão de relacionamento com cliente).
Obviamente o candidato deve dominar com fluência a língua inglesa; se tiver mestrado no currículo, melhor. O profissional precisa se sentir confortável com um ritmo acelerado e pressão. Como a vaga exige apresentações em clientes e agências de publicidade, é necessário que ele saiba mexer com Power Point e Keynote.
Este profissional vai responder diretamente ao diretor de vendas e deve ter, no mínimo, quatro anos de experiência em vendas e marketing, além do conhecimento do mercado de mídias sociais. O candidato precisa demonstrar excelentes habilidades de comunicação, tanto verbal quanto escrita, capacidades comprovadas para gerenciar múltiplas tarefas e projetos, que estarão em constantes mudanças de prioridades. O trabalho ainda requer boas atuações diante do senso de urgência, precisão e metas. Os conhecimentos em Power Point, Keynote, Word e Excel são indispensáveis.
‘Advogado de marca’ (brand advocate):
O brand advocate é aquela pessoa que vai fortalecer a marca do Twitter em diversas áreas. O ideal, portanto, é que ela tenha pós-graduação (mestrado é um diferencial) e cerca de dez anos de experiência em marketing, contato com agências de publicidade ou suporte a vendas com foco em mercados emergentes e mídias sociais. O microblog deixou claro que está à procura de profundo expertise em plataformas de mídias sociais. Neste caso, um case de sucesso em sua carreira é bastante válido.
Assim como nos outros cargos, a pessoa deve se sentir confortável para fazer apresentações a clientes, agências, em grupos pequenos e grandes, assim como trabalhar com metas, equipe reduzida e tomar iniciativas. Para a vaga, é necessário equilibrar a necessidade de um rápido retorno e habilidades com softwares de apresentações como Power Point e Keynote.
Dicas gerais
Todos os profissionais brasileiros responderão para supervisores nos Estados Unidos. A pró-atividade é essencial, uma vez que se trata de um escritório pequeno e com pouca infraestrutura. Na descrição dos cargos, o microblog diz que o clima é de startup. Ou seja, é preciso muito trabalho até que a filial se consolide e consiga se expandir. Por fim, como não poderia ser diferente, o candidato precisa ter uma conta no Twitter.
Em uma entrevista para o Mashable, o diretor de comunicação do microblog, Matt Graves, afirmou que “não existe um conjunto de habilidades ou experiências que estejamos procurando —depende realmente da posição. Mas com certeza buscamos alguns traços: pessoas que gostam de trabalhar muito, que pensem de forma inteligente e que respeitem o trabalho em equipe. Ter um grande senso de humor é um (grande) diferencial; eu nunca trabalhei com tantas pessoas engraçadas em minha vida”.
Fonte: Olhar Digital
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Como Facebook e Twitter mexem com as eleições dos EUA
3 de agosto de 2012
Assim como o Brasil, os Estados Unidos também passarão por eleições em 2012, mas enquanto por aqui a escolha é por prefeitos e vereadores, lá a população vai definir o nome de seu próximo presidente. Pensando nisso, as redes sociais Facebook e Twitter resolveram se mexer para ajudar na disputa.
A interferência faz sentido. Nos EUA o voto não é obrigatório, mas um estudo da Pew Internet e da American Life revelou que usuários do Facebook engajados em política são duas vezes mais propensos a saírem de casa para votar. Além disso, esses internautas têm 78% mais chances de influenciar os amigos na corrida eleitoral.
Twitter
Na outra esfera, a rede de microblogs se tornou fonte tão importante como termômetro de opiniões que a disputa entre Barack Obama e Mitt Romney está sendo chamada de “eleição do Twitter”. Não à toa, a contribuição do site será em forma de análise. A equipe que trada de política e governo na empresa criou o “The Twitter Political Index“, que reunirá diariamente o que conseguir de informações acerca da eleição.
Criada em parceria com o time de analistas da Topsy e com as empresas de política The Mellman Group e North Star Opinion Research, a ferramenta relaciona o nome dos candidatos com todos os 400 milhões de tweets enviados por dia sobre qualquer coisa. Então, se agora o Obama tem um placar positivo em 44, significa que postagens sobre ele são 44% mais positivas do que a média geral.
Também há um gráfico que mostra a evolução dos dois desde o dia 1 de maio, quando o embate, no Twitter, estava em 34 para Obama e 26 para Romney.
Facebook
Enquanto isso, o time de Mark Zuckerberg pensou em outra forma de se envolver. Ao invés de focar no eleitorado, quer que os candidatos percebam a capacidade da rede. São sete dicas direcionadas a quem almeja um cargo, todas com constatações do próprio site sobre o que funciona melhor por ali.
As primeiras são: tente postar uma foto em cada post, poste sempre entre 21h e 22h, e todos os dias. Além disso, eles pedem para os candidatos usarem as plataformas de anúncio do Facebook para angariar fãs e aumentar o engajamento.
Outras dicas são envolver sua audiência nas discussões para criar uma experiência interativa e postar sempre em primeira pessoa. A última: seja multimídia.
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As melhores redes sociais para encontrar empregos em TI
24 de julho de 2012
Se você está em busca de um emprego em TI, sites podem ajudá-lo a localizar anúncios no setor. Nesses casos, é adequado cadastrar-se no LinkedIn. A rede social é a mais indicada para encontrar vagas em TI porque as empresas que procuram preencher posições abertas usam a ferramenta mais do que qualquer site de rede social.
Segundo pesquisa recente realizada pela Jobvite, provedor de software para rastreamento de recrutamento em redes sociais, quase dois terços (63%) dos anúncios de TI são compartilhados no LinkedIn. No Facebook ,18%, e no Twitter, 17%. O levantamento foi realizado de maio a junho de 2012 com mais de 800 profissionais de RH e de recrutamento.
O LinkedIn também é terreno fértil para localizar posições de gestão de produtos e empregos relacionados à engenharia. No site, há 67% de referências relacionadas a trabalhos de gestão de produtos e 55% em engenharia, de acordo com a Jobvite.
Engenheiros de hardware e de software também não devem fechar os olhos para o Twitter e o Facebook. Essas redes sociais são boas fontes de referências. De acordo com o levantamento, 23% das citações estão relacionadas a trabalhos de engenharia no Twitter e 22% no Facebook.
Tomando como base os dados da Jobvite, os profissionais de TI podem esperar que o Facebook e o Twitter se tornem elementos importantes de pesquisa para localizar emprego. Reforça essa visão o fato de que, de acordo com Jobvite, 55% das companhias entrevistadas usam o Facebook para encontrar candidatos, 47% o Twitter e 40% usam as três fontes.
Globalmente, o número de companhias que utilizam redes sociais como parte da estratégia de recrutamento e de contratação continua a aumentar: 89% das companhias de recrutamento e de RH ouvidas pela Jobvite planejam utilizar as redes sociais em 2011, número acima do registrado em 2010 de 83%.
Organizações continuarão a usar redes sociais para localizar candidatos. Quase dois terços (63%) dos empregadores contrataram com sucesso um colaborador por meio de uma rede social. O número é bem acima daquele registrado em 2010 de apenas 5%. Não surpreendentemente, eles registraram maior sucesso no LinkedIn: 95% encontraram funcionários na rede social. Facebook e Twitter obtiveram menos sucesso, com 24% e 16% respectivamente.
TI e profissionais que executam recrutamento e seleção que desejam usar esses sites para descobrir profissionais devem se certificar de que os perfis são atualizados e não são repleto de informações descenssárias, já que dados da Jobvite mostram que os empregadores estão cada vez mais em busca de perfis dos candidatos on-line antes de efetuar contratações. Quase um em cada dois empregadores, ou seja 45%, dizem que sempre busca perfis dos candidatos na web. Em 2010, era 32%. Quase um terço (2%), ocasionalmente, pesquisa perfis dos candidatos na internet.
Fonte: Computer World
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Veja algumas dicas para quem quer trabalhar com mídias sociais
16 de julho de 2012
Em um universo que já foi dominado por áreas como medicina, engenharia, direito e outras profissões, os trabalhos envolvendo a internet têm crescido de maneira constante – especialmente no que diz respeito às mídias sociais. Só nos Estados Unidos, cerca de 30 mil vagas estão abertas para quem gosta e tem interesse em ingressar nesse mercado.
Mas, o que fazer para, digamos, se adequar a esse tipo de oportunidade? Antes de tudo, vale lembrar que não basta ter uma conta no Twitter ou Facebook. Pensando nisso, o site Mashable listou quatro dicas que com certeza vão te ajudar quando o assunto são redes sociais, principalmente na hora de preencher uma vaga.
1. Quantifique suas experiências nas redes sociais das empresas
Você já sabe que, antes de comparecer a uma entrevista de emprego, aconselha-se buscar conhecer a companhia e estudá-la, para se diferenciar dos demais candidatos. E nas empresas de mídias sociais não é diferente. Contudo, é necessário se mostrar ativo e interessado nas ferramentas sociais da companhia – tudo, claro, de maneira discreta e informal, pois lembre-se: você está falando com alguém de maneira profissional, e não com um amigo, por exemplo.
Muitos entrevistadores questionam qual foi a importância das redes sociaisem experiênciais de trabalho anteriores. Logicamente, quanto mais experiências, melhores chances do empregador perceber que você tem potencial para administrar funções da área.
Feito isso, como dar o seu melhor e conseguir um emprego? Primeiro, certifique-se de quantificar o impacto das redes sociais durante sua última experiência profissional. Seu currículo ou carta de apresentação, por exemplo, podem fornecer alguns dados específicos sobre sua participação nesses sites. Algo como “ajudei a estabelecer um aumento de duas vezes o tráfego de usuários no Twitter para nossa página de produtos, o que resultou em um crescimento de 50% na receita trimestral”, ou até “auxiliei no aumento de participação dos internautas no Facebook: de uma média de 24 comentários por semana, saltou para 75, em um período de três meses”.
2. Prepare o caminho para ser bem visto na web
De acordo com Amy Porterfield, uma consultora de mídias sociais americana, “quando existe a oportunidade de contratação para cargos em mídias sociais, as empresas vão buscar informações sobre você, antes de qualquer outro lugar, na internet”. E é verdade. Para se ter uma ideia, 69% das empresas já rejeitaram candidados por causa de sites de relacionamento, e 47% dos recrutadores realizam pesquisas sobre o entrevistado nas redes em que estão cadastrados.
Nesse caso, é recomendado que você otimize seu Facebook, LinkedIn, Twitter ou qualquer conta em outros sites, e que você acrescente todos eles em seu currículo. A participação também é fundamental, como ter um blog e atualizá-lo com frequência ou fazer um canal de vídeos no YouTube. Estes são apenas alguns exemplos de como mostrar que você já domina habilidades nas mídias sociais.
3. Faça cursos online
Algumas universidades gastam mais tempo com conceitos sobre marketing e não investem tanto em ferramentas online. Com isso, uma maneira de se diferenciar e buscar conhecimento é se matricular em programas de formação profissional, que trabalham em habilidades para aumentar seu desempenho e acrescentar maiores especificações ao seu currículo.
4. Por último, e não menos importante: não seja “careta”, e sim descontraído
Geralmente, muitas vagas de emprego exigem certos comportamentos para os entrevistados. Algumas pessoas, por exemplo, não gostam de trabalhar com roupas mais sociais e, em outros casos, efetuam funções mais fechadas e mecânicas, sem direito à opinião. No entanto, a mídia social é baseada totalmente na personalidade do indivíduo ou da empresa. Dessa forma, o candidato pode expressar seu senso de humor, ser criativo e um grande comunicador diante daquilo que gosta de fazer – tudo para impressionar os recrutadores.
Fonte: Olhar Digital
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Dicas para achar um bom emprego usando as redes sociais
12 de julho de 2012
O CEO e co-fundador da empresa de investimentos Venturocket, Marc Hoag, decidiu, há cerca de dez anos, que se dedicaria a ser alguém voltado a transformar o mundo em um lugar mais produtivo. Desde então, o executivo tem criado teses e dicas voltadas a ajudar os profissionais nos mais diversos momentos de carreira.
Em um artigo no Mashable, Hoag deu conselhos para uma situação que, segundo ele, tende a tornar-se cada vez mais comum: a busca por um emprego a partir da internet. Hoag cita que estudos recentes indicam que a maioria das companhias já acessa alguma rede social para buscar informações sobre possíveis candidatos a uma vaga de emprego e quase 80% delas dão uma olhada no perfil online dos profissionais, antes de chamá-los para uma entrevista pessoal.
A partir dessa constatação de que os profissionais são cada vez mais vigiados na internet, o especialista dá quatro dicas para quem quer ter sucesso na hora de procurar um emprego – ou ser procurado por um possível recrutador -, utilizando as redes sociais.
1. Ajuste sua imagem real às redes sociais
Para Hoag, as pessoas costumam esquecer que o perfil que elas mantêm no LinkedIn, Facebook, ou em qualquer outra rede social representa uma espécie de cartão de visitas. Assim, não adianta imaginar que um potencial recrutador não vá desclassificá-lo para o cargo, por conta de um comentário racista ou por uma postura inadequada na hora de escrever uma mensagem no Twitter sobre seu atual empregador.
“Tudo o que você posta, tuita ou comenta está sendo gravado e será usado contra você”, brinca o CEO da Venturocket.
2. Mas mostre alguma personalidade
Ser cuidadoso demais nas redes sociais também pode ser algo negativo. Não é porque as pessoas devem evitar colocar fotos comprometedoras ou comentários inadequados que um recrutador espera que elas fiquem completamente caladas nas redes sociais. “Um empregador estará buscando um candidato que seja social e extrovertido, que demonstre capacidade de relacionamento e de comunicação”, pontua. Ainda segundo ele, as empresas priorizam pessoas que demonstrem caráter e algum tipo de liderança. “Seja forte, opinativo, seja único”, acrescenta.
3. Multiplique as chances de ser encontrado
Não adianta só ter um perfil adequado nas redes sociais. Quem busca um emprego precisa ser encontrado na internet. Para isso, o profissional deve inscrever-se no máximo possível de redes sociais e, de preferência, participar delas para que suas opiniões possam ser vistas na hora em que um recrutador buscar um assunto na web.
4. Conecte-se às empresas nas quais gostaria de trabalhar
“Não tenha medo de, forma pró-ativa, tentar fazer contato com a empresa que você está cortejando”, afirma o especialista. Para isso, o profissional deve seguir a companhia no Twitter, virar fã dela no Facebook, entre outros. A única ressalva, segundo Hoag, é em relação ao LinkedIn, pois ele considera que as pessoas não costumam gostar de ser contactadas por profissionais que não conhecem, por meio dessa rede social.
“Mas ninguém disse que você não pode participar de comunidades e grupos no LinkedIn no qual terá a chance de se conectar com essas pessoas [que o interessam profissionalmente]“, complementa.
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Dicas para tornar seu perfil no LinkedIn mais atrativo
3 de julho de 2012
Recentemente, uma jornalista americana chamada Lisa Ling disse que “o Facebook é a vida que as pessoas querem acreditar ter”. Isso significa que algumas pessoas se apresentam na internet de forma diferente de suas vidas reais. O LinkedIn também faz parte dos sites em que pessoas mentem para parecerem melhor. Mas, como a rede corporativa é um dos cartões de visitas de um profissional, o ideal é dizer a verdade, somente a verdade e nada mais que a verdade.
Para ajudar as pessoas a parar com essa história de se vender de forma mentirosa, a Forbes selecionou alguns dos maiores erros cometidos, além de dar dicas para que seu perfil no LinkedIn seja bem visto por todos, inclusive pelos recrutadores das empresas. Quem ajudou a compilar estas dicas foi a própria gerente de comunicações corporativas da rede, Krista Canfield, a diretora de conexões do LinkedIn, Nicole Williams, e Joshua Waldman, autor de livros sobre como procurar emprego nas redes sociais.
Foto
Os perfis do LinkedIn que possuem fotos são vistos sete vezes mais do que os que não possuem uma imagem. Ou seja, deixar a sua página sem nenhuma identificação é péssimo para quem está atrás de emprego. “Quando não há foto no perfil, existe, imediatamente, um elemento de desconfiança”, comenta Waldman. A diretora Nicole também concorda. “É muito parecido quando estamos vendendo uma casa. Se não tem foto, pensamos que há algo de errado com o imóvel”, diz.
Se não ter uma foto pode ser algo negativo, por outro lado, ter uma foto errada é pior ainda, segundo os especialistas. De acordo com Nicole, as mulheres são as que mais pecam na escolha das imagens. O maior erro é escolher uma foto em que você aparece dez vezes mais jovem ou que está muito maquiada, ou, ainda, que esteja com uma roupa inapropriada. Waldman também lembra que é muito frustrante para o entrevistador conhecer, ao vivo, uma pessoa totalmente diferente da foto. “Tem que ser sincero. Se você não é tão bonito assim, deve aparecer da mesma forma no LinkedIn”, conclui.
Educação e cargos anteriores
É bastante comum pessoas mentirem sobre a formação acadêmica. Por isso, os especialistas alertam: se você mente sobre isso, considere-se fora do processo seletivo. O motivo é simples: você não sabe se o recrutador ou algum membro de sua família se formou no mesmo lugar. Ou seja, você pode ser pego de surpresa quando for questionado sobre detalhes da instituição. “Se você pensa que o mundo corporativo é grande, se enganou. Ele pode ser muito menor do que você imagina”, ressaltou Waldman.
O mesmo acontece para os cargos anteriores. Não diga que você exerceu um cargo que, na verdade, não exerceu. É comum que os entrevistadores perguntem coisas específicas sobre suas atividades e aí você pode ser pego na mentira ou, pior, ser taxado de incompetente por não saber muita coisa. Falar que trabalhou com certas pessoas que não trabalhou também é um grande erro que deve ser evitado. Como os especialistas comentaram, o mundo corporativo pode ser menor do que você imagina.
Esteja aberto a novas oportunidades
No fim da página do seu perfil existe uma opção que informa que você está em busca de um emprego. Muitas pessoas só checam este botão quando criam seu perfil e depois esquecem de atualizá-los. Os especialistas sugerem que você sempre atualize esta opção, pois, muitas vezes, os recrutadores só entram em contato com usuários que estão abertamente atrás de uma nova oportunidade.
Pedido de recomendação
A recomendação é uma das ferramentas mais poderosas na hora de conseguir um emprego. Porém, os três entrevistados concordam que é muito ruim pedir uma recomendação logo após estabelecer conexão com um colega. Canfield acredita que pedir a recomendação não é tão bom também. Ao invés disso, é melhor dizer com todas as letras quais pontos você gostaria que a pessoa abordasse na recomendação. Pode parecer pedante, mas é importante lembrar que você está pedindo o tempo e atenção de alguém, portanto, o ideal é ajudá-lo com sugestões.
Fonte: Olhar Digital
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Instituto de pesquisa lista oito dicas para quem deseja ter um perfil de destaque no Twitter
29 de junho de 2012
Após realizar uma pesquisa sobre quais os tipos de perfis no Twitter que conseguem mais retweets e menções, o instituto de pesquisa Buddy Media (voltado para mídias digitais) listou oito práticas para quem deseja popularizar um perfil no Twitter. As dicas podem servir para quem divulga uma marca ou usa a rede social profissionalmente. O Gigablog listou estas dicas:
1 – Use menos de 100 caracteres nas postagens do Twitter
Com a limitação de 140 caracteres, o Twitter já é um exercício de concisão. Mas que tal se exercitar mais um pouco tentar escrever tudo com menos de 100 caracteres? De acordo com a pesquisa, tweets curtos têm 17% a mais de eficácia. O principal motivo é que uma mensagem menor dá espaço para quem quer fazer algum comentário sobre o que você disse.
2 – Colocar links nos seus tweets
A pesquisa indicou que 92% das mensagens que tiveram interação são as que tinha algum link. Entre as que receberam RT, 86% tinham links.
3 – Atualize o Twitter menos de quatro vezes ao dia
Quanto mais você posta no Twitter, menos tem interação. O ideal é postar até quatro vezes ao dia na rede social. Segundo a pesquisa, o limite máximo é seis tweets diários.
4 – Mantenha um espaço antes da URL postada no Twitter para evitar erros de link
Esta dica é mais para evitar erros. Quando o link fica junto a um caractere, o encurtador pode dar erro. Tenha atenção a isso.
5 – Peça retweets e não RT
Pedir retweet é estranho, mas dá certo. Para quem gosta de pedir que as mensagens sejam repassadas, o ideal é pedir “Retweet” e não “RT”. A pesquisa indica que quem pede Retweet usando a palavra inteira consegue 2 vezes repliques do que quem pede escrevendo RT.
6 – Use imagens sempre que possível
Quem usa imagens nos posts tem envolvimento duas vezes maior no tweets.
7 – Faça uso sábio das hashtags
Usar hashtags pode ajudar, mas não exagere. Quando se usa uma hashtag na mensagem, o engajamento do público aumenta. Duas ou mais é um tiro no pé.
8 – Poste entre sete e oito da manhã e em fins de semana
A última dica é sobre o horário de postar as mensagens. De acordo com o estudo, postagens agendadas pela manhã têm muito mais inserção do que em outros horários do dia. Sábado e domingo são os dias em que as pessoas mais dão RT.
Fonte: Uol Tecnologia
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5 dicas para usar a galeria de imagens do Twitter a favor de sua empresa
15 de junho de 2012
Sua empresa tuíta imagens? Se não, é hora de começar. É novato na prática? Então conheça algumas dicas valiosas sobre como compartilhar imagens pelo Twitter.
1:: Não faça spam.
Capturar uma imagem de cada produto que sua empresa oferece e empurrá-la goela abaixo a seus seguidores é uma boa fórmula para deixar de ser seguido. (Felizmente, você pode apagar as imagens arquivadas nas galerias.)
2:: Divulgue fotos de alta qualidade.
Isso não quer dizer que vá precisar de fotos de alta resolução (as fotos tiradas com smartphones já são boas), mas procure compartilhar apenas as imagens que você sentiria orgulho de mostrar a qualquer um – afinal, elas estarão arquivadas em seu perfil.
3:: Responda.
Muitos empresários têm pouco tempo para dedicar a redes sociais. Com isso, há uma tendência de compartilhar, mas não de responder. É uma oportunidade perdida. Mesmo para donos de negócio com pouco tempo disponível, responder a dúvidas ou preocupações é um jeito poderoso de fortalecer os relacionamentos existentes e alargar sua influência. Tirar uma foto para responder a preocupações ou responder a questões sobre seus produtos vai demonstrar que você está disposto a um esforço extra de engajamento.
4:: Envolva todo mundo.
Sejamos francos, podemos ficar o dia todo no Twitter sem nos dar conta. Alivie sua carga definindo políticas claras para divulgação de imagens e outras mensagens e deixe que os funcionários tirem fotos e as compartilhem em nome da empresa. Mas permaneça envolvido e certifique-se de que as imagens que saem de sua conta no Twitter estão alinhadas com os valores da empresa.
5:: Mantenha o diálogo usando suas imagens.
Está projetando um novo sapato? Tire uma foto do protótipo e provoque sua comunidade para que contribua com opiniões. Leve os comentários a sério – eles provavelmente virão dos primeiros a comprar seu produto. Isso também poderá criar uma narrativa visual atraente por meio das galerias de imagem do Twitter. Assim, por exemplo, os usuários poderão ver o sapato desde o esboço até o produto final.
A galeria de imagens do Twitter não deve ser confundida como um add-on qualquer. Ela tem o potencial de mudar radicalmente a forma como a plataforma é usada, tanto por consumidores como por empresas. Afinal de contas, uma imagem vale mais que mil palavras – e ela não entra em nenhuma contagem de caracteres.
Fonte: IDGNow