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Os cinco maiores erros que as empresas cometem nas redes sociais
26 de January de 2012
Muito se fala sobre a importância das redes sociais para as empresas, mas poucas companhias tiram vantagem disso. Existe um grande potencial dentro das mídias sociais, especialmente para conhecer o mercado, os clientes e depender menos de pesquisas. Para ajudar as companhias nessa difícil tarefa de inclusão nas redes sociais, o CEO e co-fundador da Napkin Labs, Riley Gibson, publicou no site Mashable os maiores erros cometidos pela empresas na hora de usar as redes sociais. O presidente da startup, que ajuda as companhias a tirar das redes sociais insights valiosos para os seus negócios, ainda deu dicas de como usar essas ferramentas para o progresso da companhia. Veja abaixo.
1 – Empresas esquecem de questionar os seus clientes
Clientes adoram dar opinião e influenciar as diretrizes das companhias, mas é improvável que eles façam isso sem serem solicitados primeiro. As empresas precisam ter o costume de utilizar o Facebook ou Twitter para questionar seus clientes sobre determinados produtos, estratégias de marketing ou qualquer coisa relevante. “Quando as pessoas responderem, vá fundo! Transforme qualquer ideia inicial em conversas e tente criar algo real em cima desses diálogos”, sugere Gibson.
2 – Empresas usam as mídias sociais para se auto-promover
Normalmente é o departamento de marketing que controla as atividades da empresa dentro das redes sociais. Por isso, não é surpresa para ninguém que a maioria das informações que as companhias dividem na rede seja sobre seus próprios produtos ou serviços. O problema, segundo Gibson, é que tuítes e posts promocionais não geram uma conversa útil com os clientes. As companhias precisam entender que nem tudo deve girar ao redor delas. O ideal é postar conteúdos engraçados, inteligentes, interessantes, além de enquetes e perguntas. Dessa maneira, os clientes vão perceber que a companhia se importa com suas opiniões e que ela tem personalidade o suficiente para falar sobre outros assuntos.
3 – Empresas se prendem ao tempo e à mão de obra
Muitas companhia acreditam que teriam um melhor desempenho nas redes sociais se tivessem mais pessoas e tempo para trabalhar com as ferramentas. Apesar disso fazer certo sentido, Gibson acredita que não é preciso tanto tempo nas redes sociais para criar um envolvimento efetivo. Na maioria dos casos, aqueles que administram esses canais sociais só precisam de um pouco de direcionamento e foco. Se reunir frequentemente com o time de desenvolvimento de produtos ou atendimento ao cliente, por exemplo, ajuda a equipe responsável pelas redes a definir um rumo que valha o tempo e esforço gastos.
4 – Empresas se satisfazem com feedbacks positivos
Gibson comenta que quando conversa sobre as respostas obtidas nas redes sociais, a maioria das empresas diz estar muito feliz com a quantidade de feedbacks positivos que recebe. Claro que saber que os negócios vão bem é sempre bom, porém as companhias precisam mais do que um feedback positivo para ajudar a impulsionar os negócios. Para se obter informações mais úteis para seus negócios, as empresas devem postar e tuitar assuntos relevantes para sua área, serviços e produtos. Respostas para uma pergunta que questiona o tipo de design que combina mais com um produto pode ser mais eficaz do que um elogio sobre a beleza de algo já existente.
5 – Empresas recebem feedbacks, mas não fazem nada a respeito
Normalmente os times que administram as redes sociais das empresas não são as mesmas pessoas que tomam as decisões sobre os rumos da companhia. Isso significa que muitas ideias valiosas, coletadas por meio das redes sociais, podem se perder. De acordo com Gibson, para aproveitar todas as vantagens que os sites de relacionamento proporcionam, é necessário criar um sistema que garanta que as ideias e feedbacks provenientes de clientes sejam repassados para os executivos que comandam. A comunicação interna da companhia é essencial para que os dados coletados gerem mudanças positivas na empresa. Além disso, Gibson lembra que, uma vez que os clientes perceberem que suas opiniões e ideias estão sendo aceitas, eles terão mais vontade de contribuir com o desenvolvimento da companhia.
Fonte: Olhar Digital
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Quatro dicas para deixar seu Feed de Notícias mais limpo no Facebook
25 de January de 2012
Você provavelmente tem vários amigos no Facebook que postam coisas demais, jogam muitos games ou compartilham um número grande de fotos. Essas pessoas bem-intencionadas acabam inundando seu Feed de Notícias com ruído.
Má notícia: à medida que o Facebook continuar a lançar mais novos apps para a Timeline, seu Feed deve ficar cada vez mais cheio. Agora a boa notícia: existem várias soluções rápidas e fáceis para cortar o que você não quer e deixar aparecendo as informações que importam.
Confira abaixo quatro maneiras para refinar suas configurações no Facebook e cortar o excesso do seu Feed de Notícias e tornar esse recurso mais produtivo para você.
1. Uma alternativas para terminar a amizade
Se você tem amigos que quer remover do Facebook, mas acha que acabar a “amizade” com eles é muito duro, há uma alternativa: basta cancelar a assinaturas das atualizações.Ao escolher a opção de cancelar a assinatura de um amigo, nenhuma atualização dele ou dela aparecerá mais no seu Feed de Notícias, mas vocês continuarão amigos no site. Eles ainda poderão entrar em contato com você, e vice-versa. E esse amigo nunca ficará sabendo que você cancelou a assinatura, ao contrário do que aconteceria se rompesse a relação na rede social.
Para cancelar uma assinatura, visite seu perfil no Facebook. Na parte superior direita da sua página, você verá uma série de botões: Amigos, Assinado, Mensagem e um ícone de ferramenta. Clique no botão Assinado para revelar um menu de opções. Para cancelar a assinatura, clique simplesmente na opção “Cancelar Assinatura”, na parte inferior da lista.
Também é possível cancelar uma assinatura diretamente no seu Feed de Notícias. Para isso, vá até um post do amigo(a) em questão e clique na flecha à direita para abrir o menu drop-down. Aqui, você terá a opção de cancelar a assinatura do seu amigo por completo ou apenas suas atualizações de status.
Além disso, é possível escolher outras opções de cancelamento de assinatura, como, por exemplo “Todas as Atualizações”, que cancela tudo; “Atualizações mais recentes”, que é a configuração padrão e exclui algumas postagens; e “Somente atualizações importantes”, que mostará apenas atualizações como mudanças em relacionamentos, novos empregos e mudanças de cidade.
2. Esconda aplicativos específicos do seu Feed de Notícias
Se o seu Feed de Notícias está lotado de updates do Spotify e outros aplicativos e games, você pode escondê-los de maneira fácil. Veja abaixo como fazer isso.Passe o mouse sobre um post específico no seu Feed de Notícias. Clique no menu drop-down e selecione a última opção, “Ocultar tudo de (nome do aplicativo que você não quer mais ver atualizações)”. Escolher esse item significa que você nunca mais verá updates desse app, independente de qual amigo estiver usando-o.
Se você já quis esconder as atualizações de um aplicativo, desça a barra de rolagem do seu Feed de Notícias e selecione “Editar Opções”. Aqui, você verá todos os aplicativos que escolheu ocultar no seu Feed de Notícias. Para voltar a receber updates e posts de um deles, basta clicar no “X” para removê-lo da lista.
3. Destaque histórias para “ensinar” ao Facebook o que é importante para você
Você pode organizar os posts no Feed de Notícias de duas maneiras: “Histórias em destaque primeiro” e “Histórias recentes primeiro”. As histórias em destaque são aquelas que o Facebook acha que são as mais importantes para você.Se você organizar seu Feed de Notícias por “Histórias em destaque primeiro”, vai perceber que as principais são identificadas com uma margem retangular azul no canto superior esquerdo. Para ajudar o Facebook a saber quais histórias são ou não importantes para você, clique no canto superior esquerdo e desmarque as que não são tão importantes para você.
Com o tempo, o Facebook aprenderá quais posts você quer ver, e colocará esses no topo da visualização de histórias em destaques, deixando as menos importantes lá embaixo.
4. Filtre seu Feed de Notícias pelas listas de amigos
As novas listas de amigos do Facebook, que foram lançadas em setembro de 2011, automaticamente agrupam alguns dos seus amigos com base na sua frequência de interação com eles, membros da família, colegas de trabalhos, e geografia.Além de tornarem mais fácil o controle do acesso ao seu perfil, atualizações e fotos, essas listas também são uma boa maneira de fugir do ruído do Feed de Notícias e visualizar apenas as atualizações dos amigos mais próximos.
Após ter criado novas listas ou editado as que o Facebook criou para você, busque pela seção “Listas” na coluna de navegação à esquerda. Algumas vezes, a opção “Listas” também pode ser encontrada em “Mais”.
Se você possui muitas listas, algumas vezes apenas as primeiras aparecerão. Passe o cursor sobre essa seção para a opção “Mais”, e então clique para ver todas as suas listas. Para visualizar apenas as atualizações de amigos nessa lista no seu Feed de Notícias, clique no nome da lista.
Fonte: IDGNow
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Cinco dicas para tornar os seus negócios mais interativos nas redes sociais
19 de January de 2012
Diferente de anos atrás, quando uma empresa mantinha seu foco em campanhas publicitárias para a TV, outdoors de rua e outros veículos de comunicação, hoje, por assim dizer, houve uma grande transformação no conceito de reinventar e divulgar sua companhia para o público.
Por um lado, as organizações não podem mais se dar ao luxo de desenvolver projetos mais fechados e com chamativas simples, que geralmente não atraem o interesse dos consumidores. Por outro, não se pode optar em não participar e permanecer em silêncio diante das notícias, em especial no que diz respeito à internet, redes sociais e outros desses sites, já que esse ciclo de informações é constante, e exige das empresas cuidado e atenção para não hesitarem.
Com o aumento dos canais de mídia social, existe a necessidade de se comunicar facilmente – e simultaneamente – com os usuários. Dessa forma, que tipo de mensagem sua marca visa transmitir aos clientes socialmente engajados?
Foi pensando nisso que o site Social Media Examiner elaborou cinco dicas de como você e sua companhia podem formular seus objetivos de forma confortável, fácil, rápida e confiante, para então tornar sua marca ainda mais eficaz no mercado da competitividade.
1. Determine a personalidade da sua marca
Grande parte das pequenas empresas cresce gradualmente, acrescentando clientes e serviços ao longo do tempo. À medida que evoluem, elas garantem uma reputação de como conseguem evoluir e fazer bons negócios, determinando, assim a voz da sua marca. Com isso, ao identificar os traços de personalidade da sua companhia, os clientes terão razões para chegar até você
Um bom exemplo dessa situação é comparar a marca da sua empresa a um tipo de carro, rede de hotéis ou até a um CEO de alguma multinacional, para saber qual deles melhor representa a sua mensagem. Richard Branson ou Bill Gates? Land Rover ou Porsche? Com qual deles você tem mais a ver? Definir o seu personagem lhe dará mais convicção acerca de como alcançar bons resultados.
2. Identifique o público e sua verdadeira audiência
Com a quantidade de dados que estamos sujeitos na geração atual, o mesmo produto pode servir para diferentes tipos de grupos. Por isso, certifique-se de conhecer o público que é mais receptivo à sua mensagem e que está mais de acordo com as propostas da sua marca.
Por exemplo: se você é uma empresa B2B (Business-to-business), sites como LinkedIn e Google+ podem ser um terreno melhor e mais direcionado do que um serviço de ofertas profissionais no Twitter para seguidores aleatórios. Ao invés de uma abordagem menos direta, alinhe sua marca e empenhe o potencial de seus recursos para as comunidades que irão responder a suas demandas.
Junte-se a subgrupos específicos da indústria e fóruns para se mostrar participativo, oferecendo respostas pensadas em sua área de especialização. Além disso, é importante que você faça a medição da influência de sua marca no mercado de negócios. Para isso, existe uma opção eficaz e gratuita que, inclusive, já falamos aqui no Olhar Digital: o Klout, um serviço que mapeia sua participação nas principais redes sociais da atualidade e lhe fornece gráficos, dados e outras informações demográficas sobre como sua empresa/mensagem tem se saído na internet.
3. Desenvolva um objetivo mais consistente
Algo fundamental para o crescimento da marca é a sua consistência. Por isso, não deixe de transmitir um estilo familiar de mensagens ao se comunicar com os demais consumidores. Vale lembrar que não há uma maneira certa ou errada de falar: o importante é saber falar com o público – que não exige frases mais fechadas. Seja mais próximo do seu cliente, utilize de uma linguagem mais informal (sem deixar a seriedade de lado), elabore uma comunicação mais sociável. Conheça-o.
Contudo, não adote um perfil de multi-personalidades, como ter um lado mais rígido no Facebook, e no Twitter uma versão menos séria. Isso pode causar um certo transtorno para os usuários. Se vários funcionários contribuem para suas mídias sociais, certifique-se de que eles compreendem a personalidade de sua marca (como foi dito no item 1).
4. O tempo é tudo
Saber quando falar é muitas vezes crucial para estabelecer um contato confiável de sua marca no mercado. Se antecipar exageradamente ou esperar muito tempo pode dar a impressão de que você não está antenado ao que está acontecendo. Se organizar e mostrar-se ponderado é a melhor solução.
Uma maneira simples que pode amenizar eventuais problemas desse gênero é o Google Alerts. Nele, você pode delimitar um assunto-chave na sua indústria, de modo que seus funcionários estarão informados, esclarecidos e preparados para oferecer insights e comentários quando for necessário.
Outros meios, como o Twitter, por exemplo, também são ótimas ferramentas para estar por dentro – e em tempo real – sobre os principais fatos do dia a dia. E não se esqueça: cada segundo pode ser um fator determinante para definir a sua marca. Leia e responda os comentários de seus clientes para não se esquecer e ficar para trás.
5. Praticar é essencial
Hesitar pode gerar falta de confiança. E nada constroi melhor a confiança do que a prática. Felizmente, a web oferece uma ampla oportunidade para aperfeiçoar o poder da sua marca. Você pode começar com o blog da empresa (caso já exista um) e construir uma biblioteca de artigos úteis para seus clientes.
Tais artigos podem ser reaproveitados a vários diretórios, que vão amplificar sua mensagem. Elabore alguns tweets, faça atualizações diárias no Facebook, contribua com o seu perfil no LinkedIn, e você terá o reconhecimento esperado para o seu setor. Sabendo bem que tipo de personalidade sua marca possui e o público a ser atingido, as características da sua empresa serão aprimoradas, para então melhorar e fortalecer sua voz no mercado de negócios.
Ao seguir estas cinco dicas, você provavelmente se sentirá mais à vontade para se comunicar e alcançar uma audiência maior de sua marca e empresa. E qual sua opinião? Diga suas experiências nos comentários abaixo.
Fonte: Olhar Digital.
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Sabia que as redes sociais têm deixado as pessoas loucas de verdade?
29 de December de 2011
Sim, é isso mesmo o que você leu: as mídias sociais estão nos deixando loucos. Longe de ser uma cena do filme “O Iluminado”, é essa a conclusão tirada de um infográfico feito pela Assisted Livin Today (ALT), uma empresa especializada em qualidade de vida que, mesmo com um foco especial no público da terceira idade, também mostra que alguns estudos valem para todas as idades.
O relatório é chamado de “Como as mídias sociais têm arruinado nossas mentes”. Se você está acostumado a receber novidades em 140 caracteres ou assistir vídeos em menos de dez minutos, então você talvez esteja mudando a maneira como o seu cérebro trabalha.
E fica o alerta: pesquisas mostram que esses sites têm tido um profundo efeito na mente humana, o que leva a adotar certos cuidados.
O que tem sido afetado?
Entre as funções do nosso cérebro que mais são afetadas pelas redes sociais, as três principais são: habilidades multitarefas, que exigem raciocínio na hora de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo; interações sociais, seja com colegas do trabalho, amigos ou família; e, por fim, a capacidade de se concentrar e ter atenção.
Todas essas áreas, destaca o infográfico, são atingidas drasticamente pelo excesso de participação no mundo virtual.
Por que tem sido afetado?
Tais distúrbios podem ser caracterizados pela velocidade de informações que vemos todos os dias. Pelo fato de que tudo está disponível para nós quase que instantaneamente, muitos problemas podem ser relacionados à impaciência e espera de algo novo.
Toda vez que isso acontece, o cérebro precisa “se reinventar” e pode ser alvo de graves interrupções que prejudicam o rendimento do ser humano. Nossos “miolos” estão em constante mudança e adaptação, e esse processo não pode ser feito em questão de minutos, mas sim de maneira gradativa.
Um exemplo: dez anos atrás, o tempo que levávamos para prestar mais atenção no conteúdo online era de 12 minutos. Hoje, essa medição caiu para apenas cinco segundos. E isso não está ligado à idade, já que pessoas jovens são mais desatentas que usuários mais velhos.
Estamos mais esquecidos
25% dos indivíduos esquecem os nomes ou detalhes de amigos próximos e até mesmo de parentes. Além disso, 7% não se lembram do próprio aniversário, de vez em quando. Um dos dados mais assustadores talvez seja este: no Reino Unido, só no ano passado, foram perdidos mais de R$ 464 bilhões de reais em acidentes causados pela falta de atenção das pessoas.
No trabalho, por exemplo, isso é visto de perto: a média de checagem dos emails feita pelos funcionários varia de 30 a 40 vezes em uma hora, ou seja, cerca de uma vez a cada 1,5 minutos.
Seus relacionamentos pessoais também são atingidos
A vida social também é afetada pelas redes sociais. A oxitocina, o hormônio responsável por estimular confiança e empatia pelas coisas, alcança altos picos quando os internautas estão conectados, podendo até dar a mesma sensação que temos quando falamos com amigos ou família. Os efeitos do estresse, aliás, também tendem a cair quando usuários utilizam o Twitter, por exemplo.
E os números?
Sobre as redes sociais, o infográfico ALT revela que, todos os dias, 500 mil pessoas ingressam no Twitter. A partir daí, 12 milhões de novos usuários seguem 64 pessoas ou mais, e 1,5 milhões seguem mais de 511 outras contas.
Já no Facebook, os dados também surpreendem: por mês, cada usuário gasta 700 bilhões de minutos no site e instalam 20 milhões de aplicativos por dia – muitas vezes porque preferem se distrair. Além disso, 41,6% da população já acessa seus emails pelo celular.
O que fazer?
Para encerrar, o relatório aponta que os efeitos das mídias sociais no cérebro humano ainda não são o objetivo principal das pesquisas atuais nesse segmento, mas que essas definições são importantes e têm de ser levadas a sério.
Você pode observá-las em si mesmo e fazer uma análise de como sua atenção pode ter mudado nos últimos anos.
Fonte: Olhar Digital
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Veja quatro dicas para trabalhar com mídias sociais
20 de December de 2011
Em um universo que já foi dominado por áreas como medicina, engenharia, direito e outras profissões, os trabalhos envolvendo a internet têm crescido de maneira constante – especialmente no que diz respeito às mídias sociais. Só nos Estados Unidos, cerca de 30 mil vagas estão abertas para quem gosta e tem interesse em ingressar nesse mercado.
Mas, o que fazer para, digamos, se adequar a esse tipo de oportunidade? Antes de tudo, vale lembrar que não basta ter uma conta no Twitter ou Facebook. Pensando nisso, o site Mashable listou quatro dicas que com certeza vão te ajudar quando o assunto são redes sociais, principalmente na hora de preencher uma vaga.
1. Quantifique suas experiências nas redes sociais das empresas
Você já sabe que, antes de comparecer a uma entrevista de emprego, aconselha-se buscar conhecer a companhia e estudá-la, para se diferenciar dos demais candidatos. E nas empresas de mídias sociais não é diferente. Contudo, é necessário se mostrar ativo e interessado nas ferramentas sociais da companhia – tudo, claro, de maneira discreta e informal, pois lembre-se: você está falando com alguém de maneira profissional, e não com um amigo, por exemplo.
Muitos entrevistadores questionam qual foi a importância das redes sociais em experiênciais de trabalho anteriores. Logicamente, quanto mais experiências, melhores chances do empregador perceber que você tem potencial para administrar funções da área.
Feito isso, como dar o seu melhor e conseguir um emprego? Primeiro, certifique-se de quantificar o impacto das redes sociais durante sua última experiência profissional. Seu currículo ou carta de apresentação, por exemplo, podem fornecer alguns dados específicos sobre sua participação nesses sites. Algo como “Ajudei a estabelecer um aumento de duas vezes o tráfego de usuários no Twitter para nossa página de produtos, o que resultou em um crescimento de 50% na receita trimestral”, ou até “Auxiliei no aumento de participação dos internautas no Facebook: de uma média de 24 comentários por semana, saltou para 75, em um período de três meses”.
2. Prepare o caminho para ser bem visto na web
De acordo com Amy Porterfield, uma consultora de mídias sociais americana, “quando existe a oportunidade de contratação para cargos em mídias sociais, as empresas vão buscar informações sobre você, antes de qualquer outro lugar, na internet”. E é verdade. Para se ter uma ideia, 69% das empresas já rejeitaram candidados por causa de sites de relacionamento, e 47% dos recrutadores realizam pesquisas sobre o entrevistado nas redes em que estão cadastrados.
Nesse caso, é recomendado que você otimize seu Facebook, LinkedIn, Twitter ou qualquer conta em outros sites, e que você acrescente todos eles em seu currículo. A participação também é fundamental, como ter um blog e atualizá-lo com frequência, ou fazer um canal de vídeos no YouTube. Estes são apenas alguns exemplos de como mostrar que você já domina habilidades nas mídias sociais.
3. Faça cursos online
Algumas universidades gastam mais tempo com conceitos sobre marketing e não investem tanto em ferramentas online. Com isso, uma maneira de se diferenciar e buscar conhecimento é se matricular em programas de formação profissional, que trabalham em habilidades para aumentar seu desempenho e acrescentar maiores especificações ao seu currículo.
Entre as opções estão aulas e cursos que você pode fazer onde quiser – desde que tenha um computador conectado à internet -, ou em instituições de ensino espalhadas por todo o Brasil.
4. Por último, e não menos importante: não seja “careta”, e sim descontraído
Geralmente, muitas vagas de emprego exigem certos comportamentos para os entrevistados. Algumas pessoas, por exemplo, não gostam de trabalhar com roupas mais sociais e, em outros casos, efetuam funções mais fechadas e mecânicas, sem direito à opinião. No entanto, a mídia social é baseada totalmente na personalidade do indivíduo ou da empresa. Dessa forma, o candidato pode expressar seu senso de humor, ser criativo e um grande comunicador diante daquilo que gosta de fazer – tudo para impressionar os recrutadores.
Fonte: Olhar Digital
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10 coisas que você não sabe (ou não se importa) sobre o Facebook
13 de December de 2011
Com quase 1 bilhão de usuários em todo o mundo – incluindo você que está lendo isto agora -, o Facebook se tornou uma ferramenta para múltiplas funções: encontrar amigos, postar fotos e vídeos, compartilhar arquivos e até para procurar emprego. Mas a rede social mais famosa do planeta também é palco de histórias curiosas, para não dizer polêmicas.
O site ODDEE listou 10 fatos que, provavelmente, nem todos sabem ou não se importam em saber sobre o site de Mark Zuckerberg. E se você ainda duvida do impacto causado pelo Facebook na vida dos internautas, vai se surpreender com alguns dos acontecimentos que mais chamaram a atenção na rede social.
1. A média de amigos dos usuários é de 130 por pessoa
Preocupado com sua popularidade? Se sim, talvez uma média de 130 amigos no Facebook não seja bom para você. No entanto, apesar de ter centenas de usuários adicionados, a maioria das pessoas só interage regularmente com quatro a sete pessoas. Além disso, as mulheres tendem a ter mais contatos do que os homens.
2. 25% dos usuários já terminaram o relacionamento via Facebook
Uma pesquisa feita em junho de 2010 com mil usuários do site – dos quais 70% eram homens – revelou que 25% deles já haviam “levado um fora” pela rede social, ou seja, alguém terminou o namoro com eles através de uma troca no status de relacionamento. Por outro lado, 21% dos entrevistados disseram que colocariam um ponto final na relação ao mudar o status para “solteiro”. Apesar de preocupante, o estudo mostra que a maioria dos indivíduos AINDA não termina namoros via Facebook…
3. O Facebook não permite fotos de amamentação
Ao tomar essa decisão, o site provocou uma ira materna quando retirou do ar fotos de bebês sendo amamentados postadas nos perfis pessoais de mulheres. A retirada teria acontecido pelo fato da rede social considerar as fotografias “reveladoras” demais. Como resposta à proibição, ativistas criaram um grupo com mais de 11 mil mulheres que divulgaram imagens de si mesmas amamentando seus filhos, além de atualizarem o status para: “Hey, Facebook, amamentação não é obsceno!”.
4. Um em cada cinco divórcios é causado pelo Facebook
De acordo com uma pesquisa da Academia Americana de Advogados Matrimoniais, um em cada cinco divórcios envolve a rede social de Mark Zuckerberg. 80% dos profissionais que lidam com processos de separação também relataram um aumento no número de casos em que usam o site para evidenciar uma traição.
5. O primeiro “rosto” no Facebook era do ator Al Pacino
Quem usa a rede social desde os primeiros meses após sua criação com certeza deve se lembrar daquele cara azul de semblante triste na página inicial do site, que costumava olhar para baixo cada vez que se efetuava o login. Aquela imagem no logotipo, criada por um amigo de Zuckerberg e que foi retirada em 2007, era o rosto do astro Al Pacino quando mais jovem, coberto com uma névoa de zeros e alguns componentes elementares da mídia digital.
6. 36% dos usuários verificam o Facebook depois de fazer sexo
Um estudo realizado em outubro de 2009 afirmava que as redes sociais estavam se tornando uma parte cada vez mais importante na vida das pessoas, em especial os jovens. Entre os menores de 35 anos, 36% admitiram que acesavam o Twitter, mandavam mensagens e verificavam o Facebook após o sexo. 40% dos entrevistados relataram fazer o mesmo enquanto dirigiam, 64% afirmaram usar no trabalho e 65% usam esse tipo de site durante as férias.
7. 350 milhões de pessoas sofrem de distúrbio do vício no Facebook
Sim, usar exageradamente a rede social mais famosa do mundo é uma doença! Com o nome de “Distúrbio do Vício em Facebook” (“Facebook Addiction Disorder” – FAD, em inglês), trata-se de um termo criado por psicólogos americanos para descrever aqueles que são viciados em Facebook, a ponto de suas respectivas vidas serem afetadas por atividades descontroladas no site. Os efeitos mais comuns da doença são a perda de produtividade, incapacidade de concentração, superficiabilidade das amizades e isolamento em casos extremos. Especula-se que 350 milhões de pessoas sofram desse transtorno.
8. Usuários do Facebook têm notas menores
Lembra daquele ditado “quem não cola não sai da escola”? Pode-se dizer que ele foi adaptado para a geração atual, já que, de acordo com um estudo americano de 2009, estudantes universitários que utilizam o Facebook possuem uma média de pontuação menor do que aqueles que não usam. Foram entrevistados 219 alunos de graduação e pós-graduação, e foi descoberto que as notas de usuários do Facebook variavam entre 3,0 a 3,5 contra 3,5 a 4,0 para os não usuários. Além disso, 79% dos membros da rede social não acreditavam que havia qualquer ligação entre as notas e seus hábitos em sites de relacionamento.
9. Burger King deu lanches de graça para quem excluiu amigos no Facebook
Em janeiro de 2009, uma campanha publicitária da rede de fast food Burger King recompensou os membros do Facebook com um lanche “Whopper” caso eles excluíssem 10 amigos e divulgassem o acontecimento publicamente. Os contatos excluídos recebiam uma mensagem informando que foram “trocados” por um hambúrguer grátis. A campanha, intitulada “Sacrifício Whopper”, usou o slogan: “A amizade é forte, mas o Whopper é mais ainda” e, na época, mais de 250 mil amigos foram “sacrificados” pelos sanduíches.
10. Homem convida a filha adolescente para fazer sexo via Facebook e vai preso
Muitos crimes já foram cometidos ou anunciados pela rede social. Mas um que chamou muita atenção foi um pai da Pensilvânia (EUA) que foi preso ao ser acusado de convidar a própria filha, uma adolescente de 13 anos, para fazer sexo pelo Facebook. John Forehand, de 39 anos, se intitulou como “Papai Mau” no post feito para sua filha, no qual deixou abertamente sugestões sexuais. Forehand disse à adolescente que tinha sonhos “inapropriados” com ela, e escreveu-lhe: “Eu vou cuidar muito bem da minha menina”. Em seguida, a jovem contou à mãe sobre as mensagens recebidas pelo Facebook, e ela prontamente alertou a polícia. A equipe capturou Forehand, enganando-o para pensar que teria um encontro com sua filha.
Fonte: Olhar Digital
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Como tirar melhor proveito das redes sociais nas empresas
8 de December de 2011
A medida em que o Facebook e outras redes sociais ganham popularidade, as empresas começam a estudar formas de usar essa tendência favoravelmente dentro do ambiente corporativo. O resultado: uma enxurrada de companhias de software social para uso corporativo brigando por um lugar no portfólio de TI e dezenas de executivos de TI e de negócios, tentando mapear o cenário e desenhar planos de longo prazo.
Novo estudo da Forrester Research mostra, no entanto, que essa tendência ainda está muito incipiente. A chave para ampliar a adoção e o sucesso das novas ferramentas sociais, segundo o levantamento, está em entender quem as usa e como estão usando e que políticas as empresas precisam criar e colocar em prática para dar suporte a esse uso.
A seguir, você verá um cenário desenhado pelas principais descobertas da pesquisa da Forrester, chamado de “The Enterprise 2.0 User Profile: 2011”, junto com algumas recomendações de como a companhia pode tirar melhor proveito dessas ferramentas. O estudo foi realizado a partir das respostas de quase 5 mil profissionais de TI nos Estados Unidos.
Quem usa e por que usa
Dos 4.985 profissionais de tecnologia da informação ouvidos, 28% usam algum software
Há três tipos de pessoas usando software social com frequência na empresa atualmente: os early adopters; os mais atarefados e ocupados; e os funcionários mais jovens. Isso não é nenhuma surpresa, diz o analista da Forrester t T.J. Keitt, porque esses grupos são os candidatos óbvios a adotar a mídia social.
Os chamados early adopter são geralmente usuários de tecnologia assíduos, sempre abertos a ser os primeiros a testar novas soluções. Os mais ocupados na empresa sempre procuram encontrar formas de acelerar processos. E os mais jovens são os que naturalmente ajudam a levar ferramentas sociais para dentro da corporação.
Segundo o levantamento, 39% das pessoas que usam mídias sociais dizem que o fazem porque são fáceis de manusear e relevantes. “A principal razão para os trabalhadores em tecnologia da informação utilizarem ferramentas sociais é porque as barreiras para chegar até elas são poucas e a mídia social resolve os problemas de trabalho”, diz Keitt. A segunda razão mais importante é que “são jeitos eficientes de realizarperceptível no trabalho”, compelta.
A pesquisa identifica que mesmo os early adopters ainda não fazem uso amplo do recurso. Mais da metade dos ouvidos (55%) disse utilizar no máximo uma ferramenta de social media, o que é interessante, argumenta Keitt, porque muitas empresas desse mercado oferecem plataformas sociais que consistem de uma série de aplicativos sociais.
Isso quer dizer que redes sociais públicas – especificamente o LinkedIn e o Facebook— são ainda as ferramentas corporativas padrão que os funcionários recorrem durante o trabalho. “Isso sugere que muitos profissionais descobrem o valor do social para os negócios não por trás de um firewall corporativo, mas por conta de poderem interagir com colegas e clientes na esfera social pública”, escreve Keitt.
Como um CIO deve desenhar sua estratégia social
Profissionais que lidam com conteúdo e colaboração enfrentam alguns desafios na hora de criar um mapa de adoção de software social: parcela pequena da força de trabalho adotou essas ferramentas e mesmo dentro desse grupo há limite para o uso da tecnologia. Diante disso, a Forrester sugere cinco ações iniciais nas quais vale a pena concentrar os esforços nessa primeira fase.
1- Avaliar políticas corporativas
A pesquisa é clara nesse sentido: mesmo que muitas empresas ainda imponham restrições aos empregados para acesso a redes sociais públicas, como o Facebook e o Twitter, isso não necessariamente tem impedido o acesso por meio de equipamentos pessoais e smartphones. Se você não pode impedi-los, junte-se a eles, diz o ditado.
Nessa linha, a Forrester recomenda gerar políticas internas que estimulem o uso responsável das tecnologias sociais no trabalho. Isso deve incluir mudar regras que descrevem o que é um comportavmento aceitável ou não e criar incentivos para que as pessoas ajam de acordo.
2 – Encorajar e engajar os early adopters
Para a Forrester, será muito difícil replicar os efeitos da rede de milhões de usuários engajados em ferramentas sociais públicas. Mas você pode convocar os usuários mais antigos e experientes de redes sociais para ajudar a criar páginas de perfil social corporativo, assim como eles foram capazes de criar suas páginas pessoais no LinkedIn ou no Facebook, para facilitar a criação de uma cultura de uso dessas ferramentas.
3 – Junte-se aos seus funcionários socialmente ativos
Comece identificando os profissionais mais ativos em redes sociais internas e externas. Faça entrevistas com eles para entender como e por que usam as redes sociais.
Segundo a Forrester, o conhecimento coletivo identificado nessas conversas vai prover elementos para criar a fundação do plano de negócios para o uso eficiente de redes sociais na empresa.
4 – Convoque os gestores
Para tornar o software social valioso para a maioria dos empregados, a Forrester sugere que a gestão se envolva diretamente, investindo tempo e recursos para criar e alavancar a estratégia. Isso pode representar a convocação do diretor de Marketing ou do CEO para ajudar a escolher a plataforma, agir como elemento de ligação na divulgação das expectativas e também ser usuário ativo da tecnologia para dar o exemplo.
5 – Com os fornecedores, mais, algumas vezes, é menos
Segundo a Forrester, pode ser muito bom prover um portfólio vasto de ferramentas sociais para dar mais flexibilidade aos funcionários, contudo é mais importante escolher aquela que mais atende aos interesses coletivos e focar nela. Quando for avaliar fornecedores, certifique-se de que a pergunta será sobre como o que eles oferecem atende aos seus interesses, em vez de ficar fascinado pela quantidade das ofertas.
Fonte: Computer World
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Facebook: 5 coisas que você precisa saber antes de usar as listas
22 de September de 2011

Na última semana, notícias davam conta de que o Facebook estava testando um novo recurso de listas, similar aos círculos do Google+. A diferença é que a sua ferramenta organizaria os contatos automaticamente em grupos, como “trabalho”, “família” e “escola”.
Na terça-feira (13/9) a empresa de Zuckerberg encerrou o mistério. Anunciou que, de fato, a novidade fora desenvolvida e que ela chegaria aos internautas nos próximos dias.
O recurso aprimora as listas que já existem há anos na rede social. Elas precisavam ser alteradas, afinal, o modo como funcionavam era pouco intuitivo. Esse foi inclusive o motivo alegado por Blake Ross, diretor da área de produtos, para reformulá-las.
A seguir, listamos cinco coisas que você precisa saber antes de começar a usar a nova funcionalidade.
1:: Organização automática
As listas inteligentes organizam seus contatos automaticamente. Se você escolher utilizá-las, elas formarão quatro grupos: trabalho, escola, família e cidade. Os internautas serão colocados em cada um destes de acordo com as informações exibidas em seus perfis. Se você, por exemplo, informa que estuda em determinada faculdade, todos os seus amigos que também estudam nela serão inseridos na lista a ela dedicada.
Os grupos são atualizados automaticamente, de modo que o usuário não terá de adicionar todos os contatos manualmente – um grande avanço em relação ao modelo antigo.
2:: Amigos próximos e conhecidos
Há mais duas listas que serão incorporadas. Embora o Facebook destaque as inteligentes – ou seja, as que se organizam sem a interferência do usuário – os grupos adicionais serão úteis para dividir os contatos em dois lados: os que você conhece dos que você não conhece tão bem assim.
Ao incluir alguém na lista dos amigos próximos, você poderá escolher por visualizar apenas as suas atualizações, e mesmo optar por receber um aviso sempre que algo é postado, de forma que não perca nada.
Agora, ao inserir um contato na lista dos simplesmente “conhecidos”, as atualizações desta pessoa aparecerão em menor número. As mais importantes, como mudança no status de relacionamento ou de cidade, no entanto, serão exibidas.
3:: Restritos
Alguns usuários entram em pânico quando o chefe, por exemplo, pede para adicioná-los. No entanto, em vez de fingir que a solicitação não chegou, será possível inseri-los na lista “Restritos”.
Quem foi incluído nesse grupo, só poderá ver as atualizações que você colocar como públicas. É importante, portanto, verificar a quem a mensagem é direcionada antes de postá-la (pública, amigos, amigos de amigos). A vantagem é que você poderá conversar com seu chefe pelo chat ou marcá-lo em fotos sem que ele veja tudo o que é compartilhado em seu perfil.
4:: Listas antigas
Não se preocupe, as listas antigas continuarão existindo. Se você perdeu muito tempo organizando seus contatos em grupos distintos, saiba que essa seleção não será desconsiderada; será possível utilizá-las quando desejar.
5:: Informações exibidas
Caso você, por exemplo, compartilhe algo tendo selecionado sua lista de amigos próximos, eles não poderão ver o nome da lista nas quais estão inseridos, mas visualizarão quem mais recebeu a mensagem.
Segundo o Facebook, o recurso serve para dar aos contatos um “contexto” maior sobre o que estão vendo. A rede social explica que, ao verem quem mais está visualizando a atualização, os contatos se sentirão mais livres para comentá-la, já que pessoas de outro grupo não poderão ler o que foi dito.
Fonte: IDGNow
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Em busca de emprego? Restrinja informações pessoais no Facebook
31 de August de 2011

Quando alguém que pode oferecer a oportunidade de emprego dos seus sonhos se conecta à sua conta do Facebook isso tende a representar um risco. Isso porque, informações pessoais – como fotos e comentários – contidas nas redes sociais podem se transformar em um fator negativo de análise para quem pretende contratá-lo.
A saída, de acordo com o especialista em mídias sociais e autor do livro “Job Searching With Social Media for Dummies” (ainda sem versão em português), Joshua Waldman, não está em apagar todas as suas informações do Facebook, mas, sim, restringir os conteúdos pessoais apenas aos amigos.
Waldman mostra, em seu livro, um tutorial de como restringir o acesso a conteúdos pessoais apenas a amigos e, assim, evitar problemas no ambiente profissional, em especial, para não afastar potenciais recrutadores.
Crie uma lista de amigos com acesso limitado:
1. Entre na área ‘Conta’ (no topo e à direita na tela do Facebook) e escolha a opção ‘Editar Amigos’
2. Vá em ‘Criar uma Lista’ e monte um novo grupo, no qual colocará apenas pessoas com acesso restrito a seu perfil
3. Adicione a essa nova lista todos os contatos do Facebook que terão acesso limitado. Essa escolha pode ser feita levando em conta quem você não gostaria que visse suas fotos na última festa com os amigos, por exemploAjuste as ferramentas de privacidade
1. Volte para a área ‘Conta’ e escolha a opção ‘Configurações de Privacidade’
2. Escolha a categoria na qual você quer limitar o acesso a suas informações
3. Clique em ‘Personalizar Configurações’ e escolha os itens que você não quer divulgar para a lista mais restrita
4. Clique no box do lado direito do item – por exemplo, ‘Publicações Enviadas por Mim’ – e escolha ‘Personalizar’ e, em seguida, escolha ‘Ocultar’ para essa lista que terá acesso restrito a seu perfilFonte: Olhar Digital
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Cinco mitos sobre o uso das redes sociais nas empresas
12 de August de 2011

Ainda existe muita polêmica quando o assunto é como as empresas podem usar as redes sociais para aumentar negócios e a produtividade da equipe. Mais do que isso, os próprios especialistas do setor têm criado mitos sobre as estratégias de como pode ser possível ganhar dinheiro e clientes nesses novos ambientes.
Em um artigo publicado na Forbes, Neal Rodriguez, um especialista norte-americano em redes sociais, mostra alguns mitos que as empresas precisam quebrar se quiserem aproveitar melhor a tendência de disseminação dos modelos de mídias sociais.
A seguir, veja cinco dos principais mitos sobre uso das redes sociais nas companhias, destacados por Rodriguez:
Mito 1: Todo mundo está nas mídias sociais
Como surgiu? A cada dia, nasce uma nova estatística voltada a comprovar como as redes sociais são mais eficientes do que outras mídias para divulgar produtos entre diversos usuários. “Isso é uma tática descarada para você contratar esses especialistas [que divulgam as pesquisas]”, afirma Rodriguez. A verdade, segundo ele, é que nem todo mundo, pelo menos ainda, está conectado a esses ambientes.O que fazer? Para conquistar as pessoas que não estão nas redes sociais, a internet pode ser uma boa aliada, defende o especialista. Segundo ele, para isso, é necessário estimular que os usuários encontrem seu site facilmente quando fazem uma busca na web. O que depende de investimentos em SEO (Search Engine Optimization), otimização dos mecanismos de busca.
Mito 2: É impossível fazer uma ação sem a ajuda de especialistas
Como surgiu? Os consultores tentam convencer seus clientes de que as campanhas lançadas nas redes sociais dependem de ações extremamente sofisticadas e específicas. Quando, na realidade, podem ser bem mais simples do que aparentam.
O que fazer? “Vá no Google e digite: o nome de seu produto ou indústria + rede social (mídia social ou fórum)”, aconselha Rodriguez. A partir daí, deve-se analisar quantas pessoas estão registradas nesses ambientes e como elas interagem com as discussões.
Baseado nos temas mais discutidos, que tenham a ver com seus produtos ou com sua empresa, o usuário pode postar algum tipo de pergunta ou artigo nessas redes sociais. “E use as respostas ou comentários para criar um conteúdo interessante para a comunidade”, acrescenta.
Mito 3: Blogs são uma perda de tempo
Como surgiu? Existem muitas discussões no mercado sobre o que as empresas ganham em ter um blog. O especialista defende que essa pode ser uma importante ferramenta para que as pessoas passem a ser conhecidas em um determinado setor e consigam expor suas ideias, “especialmente se você tem algo importante para dizer e você diz isso com base em informações consistentes”.
O que fazer? Criar um blog é relativamente simples. A maneira mais fácil é utilizar a plataforma do WordPress e escolher os temas mais relevantes que possam, principalmente, responder a grandes dúvidas de seus potenciais clientes. “Adicione sempre uma questão no final [de cada post] para encorajar as pessoas a deixarem comentários”, cita Rodriguez.
Ele aconselha ainda a, toda vez que postar algo novo, envie o conteúdo para contatos nas redes sociais e por meio do e-mail para clientes (atuais e em potencial).
Mito 4: As mídias sociais podem substituir o e-mail
Como surgiu? Há uma crença de que as mídias sociais são a grande descoberta da humanidade nos últimos tempos. Mas isso não significa que elas vão resolver todos os problemas para quem quer anunciar um produto ou serviço ou, mais do que isso, nada mostra que elas vão substituir totalmente o e-mail.
O que fazer? “O e-mail continua a ser um dos meios mais eficientes para empresas conseguirem novos negócios”, avisa Rodriguez. Uma saída para combinar essa ferramenta com as redes sociais é capturar os endereços eletrônicos de todas as pessoas com as quais você está conectado virtualmente e que possam se interessar por seus produtos e serviços. E, a partir daí, enviar campanhas específicas para elas.
Mito 5: Você não pode medir o retorno sobre o investimento em mídias sociais
Como surgiu? Muitos especialistas em mídias sociais sabem como usar esses ambientes para socializar, mas poucos têm a experiência para medir o retorno das ações de marketing nesses ambientes.
O que fazer? Rodriguez diz que medir o retorno dos investimentos em redes sociais depende de três fatores: identificar qual foi o meio de contato primário de seus clientes com seu site (redes sociais, e-mail, busca na web, entre outros); verificar quais os conteúdos mais acessados; e calcular o valor gerado por cada atividade.
No caso específico do cálculo do valor médio gerado por uma ação, isso pode ser feito simplesmente com uma análise de quanto em dinheiro foi gerado por conta de uma determinada campanha por e-mail, por exemplo, e dividir esse valor pelo número de usuários que receberam a ação.
Fonte: Olhar Digital