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	<title>BLOG - TreinaWeb &#187; Redes Sociais</title>
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	<description>Webstandards e Programação Web e Desktop</description>
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		<title>5 dicas proteger a sua linha do tempo no Facebook</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 11:11:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o lançamento do recurso linha do tempo (Timeline), em que qualquer usuário com acesso às informações do seu perfil podem facilmente visualizar todas as suas publicações, compartilhamentos, comentários, mudanças de emprego, status de relacionamento, dados que podem ser acessados por amigos, colegas, potencial futuro chefe&#8230;bem, você entendeu. Se a linha do tempo ainda não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o lançamento do recurso linha do tempo (Timeline), em que qualquer usuário com acesso às informações do seu perfil podem facilmente visualizar todas as suas publicações, compartilhamentos, comentários, mudanças de emprego, status de relacionamento, dados que podem ser acessados por amigos, colegas, potencial futuro chefe&#8230;bem, você entendeu.</p>
<p>Se a linha do tempo ainda não foi habilitada no seu perfil, a mudança deve ocorrer nas próximas semanas, quer você queira ou não. É importante lembrar que a nova interface traz algumas mudanças de configurações às quais você deve ficar atento se você quer restringir o acesso de alguns internautas à sua vida digital. Aqui vão algumas dicas para trancar o seu perfil na nova linha do tempo.<br />
<strong>1 &#8211; Limite suas conexões<br />
</strong>A maior parte das configurações-chave podem ser alteradas no menu “Configurações de Privacidade”, que fica na seta para baixo na barra no canto superior direito do Facebook, ao lado do nome do seu perfil.</p>
<p>Clique em editar configurações na opção “Como conectar” para inciar a restrição às suas publicações. Lá você vai encontrar 5 opções de privacidade.</p>
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<p><a rel="nofollow" name="documentContent"></a></p>
<h1>5 dicas proteger a sua linha do tempo no Facebook</h1>
<h4>Por Computerworld</h4>
<h5>Publicada em 09 de fevereiro de 2012 às 08h00</h5>
<ul>
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</ul>
<h2>A nova interface do Facebook é inevitável. Você compartilhou mais do que devia nos últimos tempos?</h2>
<p>Com o lançamento do recurso linha do tempo (Timeline), em que qualquer usuário com acesso às informações do seu perfil podem facilmente visualizar todas as suas publicações, compartilhamentos, comentários, mudanças de emprego, status de relacionamento, dados que podem ser acessados por amigos, colegas, potencial futuro chefe&#8230;bem, você entendeu.</p>
<p>Se a linha do tempo ainda não foi habilitada no seu perfil, a mudança deve ocorrer nas próximas semanas, quer você queira ou não. É importante lembrar que a nova interface traz algumas mudanças de configurações às quais você deve ficar atento se você quer restringir o acesso de alguns internautas à sua vida digital. Aqui vão algumas dicas para trancar o seu perfil na nova linha do tempo.</p>
<p><strong>1 &#8211; Limite suas conexões</strong></p>
<p><strong></strong>A maior parte das configurações-chave podem ser alteradas no menu “Configurações de Privacidade”, que fica na seta para baixo na barra no canto superior direito do Facebook, ao lado do nome do seu perfil.</p>
<p>Clique em editar configurações na opção “Como conectar” para inciar a restrição às suas publicações. Lá você vai encontrar 5 opções de privacidade.</p>
<p>As três primeiras opções se referem a quem pode visualizar o seu perfil e suas informações de contato, quem pode te adicionar como amigo e quem pode te enviar mensagens. Para obter o máximo de privacidade, mude a primeira e a terceira seção para “amigos”, assim ninguém mais, além deles, poderá ver seu perfil ou te chamar no bate-papo do Facebook.</p>
<p>O segundo controle de privacidade limita quem pode te adicionar no site. Você pode restringir a apenas “Amigos de amigos”, mas isso limita a sua conectividade na maior rede social do mundo. Se você se preocupa em perder possíveis amizades, mantenha a opção como “Todos”.</p>
<p>Os dois últimos recursos se referem a quem pode publicar na sua linha do tempo e quem pode ver essas mensagens. A opção mais privativa é o “Somente eu”, mas isso reduz consideravelmente a interatividade da rede. Se você realmente considera limitar as publicações de amigos dessa forma, talvez seja melhor excluir a sua conta.</p>
<p>Alterar essa configuração para “Amigos” é relativamente seguro e permite o compartilhamento que torna o Facebook divertido. E você tem a opção de aprovar uma publicação antes que ela seja vinculada ao seu perfil.</p>
<p><strong>2 &#8211; Gerencie suas marcações</strong></p>
<p>Uma configuração que passa facilmente despercebida é a inocente “Como as marcações funcionam”. No entanto, esse recurso é essencial para manter a privacidade do seu perfil, já que algumas marcações podem ser bastante invasivas.</p>
<p>As duas primeiras opções (Análise da linha do tempo e Análise de marcações) são especialmente úteis. Com elas habilitadas você precisará aprovar todas as marcações que outros usuário fizerem, antes que elas sejam anexadas aos seu perfil no Facebook.</p>
<p>A terceira configuração chamada Visibilidade máxima da linha do tempo deve ser alterada para apenas amigos ou para listas de amigos personalizadas para garantir que as publicações com marcações não sejam vistas por todos os usuários da rede social.</p>
<p>Desabilitar a quarto opção, Sugestão de marcações, é importante para evitar que você seja marcado automaticamente em fotos de seus amigos com você ou com alguém parecido, tirando um pouco da sua privacidade das mãos dos outros.</p>
<p>O último recurso desse menu, Amigos podem fazer seu check-in em locais, é extremamente importante: ele determina se o seu perfil pode ser marcado pelos seus amigos em locais (como no 4Square). Desative-o. A única coisa pior do que estar constantemente informando a sua localização é dar a permissão para outra pessoa fazer isso por você.</p>
<p><strong>3 &#8211; Permissões de aplicativos</strong></p>
<p>Lembra daquela  janela de permissão que os aplicativos sempre exibiam quando você os usava? Então. Na nova interface, você só precisa permitir o acesso deles uma vezes e eles irão acessar os seus dados conforme precisarem, às vezes mesmo quando o app não está sendo usado.</p>
<p>Dá para resolver. Mas leva algum tempo, porque é necessário quebrar essa integração com o seu perfil individualmente.</p>
<p>Na seção Configurações de Privacidade, clique em editar configurações ao lado de Aplicativos e sites. Depois vá em editar configurações no menu Aplicativos que você usa para visualizar todos os apps vinculados ao seu perfil. Cada um deles possui um botão editar. Clique em um deles e você verá as permissões que ele exige. Cada um deles acessa informações diferentes, então é preciso visualizar um a um.</p>
<p>Aqui está a má notícia: Algumas permissões, como acesso básico a informações do perfil no aplicativo, não podem ser alteradas. Se você não quiser que o aplicativo tenha toda essa liberdade com os seus dados, você pode excluí-lo clicando no “x” na lateral direita do app.</p>
<p>Quantos aos aplicativos que você quiser manter, é importante controlar quem vê as notificações de que você está usando o serviço, muitos apps estão programados para transmitir atividades aos seus amigos no ticker (a barra lateral que mostra as ações dos seus amigos). Na parte inferior do menu de pricacidade dos aplicativos há a opção “Privacidade da atividade do aplicativo”. Configure-a como Somente eu para ter o máximo de privacidade.</p>
<p>De forma parecida, quando você for instalar novos aplicativos no seu Facebook, fique a atento à configuração de quem vai ver suas atividades na rede.</p>
<p><strong>4 &#8211; Impeça os outros de levar suas informações</strong></p>
<p>Aplicativos, jogos e sites também contém outras configurações de privacidade que devem ficar desabilitadas.</p>
<p>Vá em editar no menu “Como as pessoas colocam suas informações nos aplicativos que usam”. Outros usuários podem levaram suas informações ao usar aplicativos ou acessar sites, oque também pode ser invasivo. Desmarque todas as 17 opções que aparecem no quadro (abaixo) para evitar que outros internautas usem seus dados pessoais.</p>
<p>Volte para a privacidade dos aplicativos e sites e clique em Editar configurações na categoria “Personalização instantânea”. Esta opção deve estar desativada por padrão, mas certifique-se. Primeiro você verá uma tela pop-up explicando o recurso, quando você fecha-la, você poderá ver se o recurso está habilitado. Se estiver, desative-o. Isso irá evitar sites parceiros do Facebook acessem suas informações públicas para personalizar a sua experiência em seus próprios sites.</p>
<p><strong>5. Reduza a sua pegada social </strong></p>
<p>Compartilhar é a ideia do Facebook, mas o layout da Timeline, por vezes, leva isso ao extremo, facilitando que os outros vejam todas as suas atividades nos anos passados. A boa notícia é que você pode desativar as atualizações de atividade recente, que transmitem informações como novas amizades, grupos e quaisquer outras alterações em suas informações básicas (tais como status de relacionamento ou opiniões políticas). Basta clicar no X ao lado de uma atualização de Atividade Recente no seu cronograma e selecione Ocultar atividade similar da Timeline.</p>
<p>Isso torna o processo de esconder determinadas atividades do seu passado um pouco mais fácil. Mas há outra má notícia: as atualizações de status individuais ou mensagens de, digamos, os seus dias menos criteriosos precisam ser removidos individualmente clicando no ícone de lápis ao lado de cada item e escolhendo ocultar da Linha do Tempo &#8211; um processo que poderia demorar até o fim de 2012, se você é muito ativo no Facebook.</p>
<p>Há uma solução parcial: Na janela principal das Configurações de privacidade, o pen[último item da lista é intitulado “Limite o público para publicações passadas”.Clique no link Gerenciar a visibilidade de publicações antigas na lateal direita. Uma janela irá aparecer dando a opção de alterar todos os posts passados, de modo que eles sejam visíveis apenas para amigos. Para isso, clique em Limitar publicações passadas.</p>
<p>Isso, pelo menos, evita que alguém que não seja seu amigo veja os itens mais antigos no seu cronograma social. Mas, considerando que o seu chefe, colegas e outros conhecidos podem estar entre seus amigos no Facebook, ainda parece uma boa idéia rever sua Linha do tempo e remover todas as atualizações de status comprometedoras, comentários, links ou fotos. Comece com os itens mais antigos primeiro. Quando você começou a usar o Facebook, você provavelmente tinha menos contatos e poderia ter postado ou comentado por aí com menos cuidado.</p>
<p>Como última precaução, limite as suas mensagens para os seus  amigos &#8211; ou um grupo seleto de contatos: Clique na caixa drop-down ao lado de sua atualização de status, e selecione seus amigos ou um grupo. Para ter ainda mais controle sobre quem pode e não pode ver uma publicação, selecione a opção Personalizar.</p>
<p>Vale a pena ressaltar que a melhor defesa da sua privacidade digital é o bom senso. Você pode querer ser um pouco irreverente com seus amigos do Facebook &#8211; e não há nada de errado com isso. Mas se pergunte se você mostraria aquela foto questionável ou faria um comentário incisivo na frente de alguém que poderia influenciar suas futuras perspectivas de contratação. Se não, pense duas vezes antes de publicar algo no Facebook.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: IDGNow</span></p>
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		<title>10 dicas para tornar seus tuítes mais interessantes</title>
		<link>http://www.treinaweb.com.br/blog/10-dicas-para-tornar-seus-tuites-mais-interessantes/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 11:11:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Pesquisadores das universidades de Carnegie Mellon, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts e da Georgia Tech disponibilizaram uma lista com 10 dicas baseadas em estudos para trazer utilidade aos seus tuítes.</p>
<p>Veja as dicas na lista abaixo:</p>
<p>1 &#8211; <strong>Notícia velha não é notícia</strong>: O Twitter enfatiza a informação em tempo real, para que ela possa se espalhar rapidamente. Os seguidores ficam rapidamente entediados ao ver até mesmo links relativamente recém-publicados várias vezes.</p>
<p>2 &#8211; <strong>Contribua para a história</strong>: Para manter as pessoas interessadas, adicione sua opinião, um  fato pertinente ou acrescente a uma conversa antes de clicar em “enviar” ou “retweet”.</p>
<p>3 &#8211; <strong>Seja breve</strong>: O Twitter tem o limite de 140 caracteres por mensagem, mas os usuários ainda apreciam a concisão. Usar o mínimo de caracteres possível deixa mais espaço para cometários em retweets.</p>
<p>4 &#8211; <strong>Limites</strong>: Usar hashtags (palavras com # antes), abreviações e mencionar usuários demais tornam os tuítes difíceis de ler. Mas usar esses recursos com moderação podem ajudar a conseguir mais seguidores, em especial no caso das hashtags.</p>
<p>5 -<strong> Guarde para você</strong>: Tuítes com detalhes pessoais não agradam a maioria dos usuários. Os pesquisadores encontram um ódio especial dos internautas por tweets de check-ins na rede social de geolocalização Foursquare.</p>
<p>6 &#8211; <strong>Dê um contexto</strong>: Tuítes muito curtos podem torná-los incompreensíveis. Simplesmente publicar um link de blog ou foto, sem oferecer uma razão para clicar foram descritos como “ruins”.</p>
<p>7 -<strong> Não reclame</strong>: Sentimentos negativos e reclamações não agradam.</p>
<p>8 &#8211; <strong>Provoque</strong>: Portais de notícias e empresas em geral querem que os internautas acessem seus links. Não revele toda a informação no tuíte.</p>
<p>9 &#8211; <strong>Para figuras públicas</strong>: Geralmente as pessoas seguem você para ler insights profissionais, mas fofocas e detalhes do cotidiano podem fazê-las perderem o interesse no seu perfil.</p>
<p>10 &#8211; <strong>Vá com calma</strong>: Não envie muitos tuítes ao mesmo tempo. Isso &#8220;inunda&#8221; a timeline e pode fazer com que você perca seguidores.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: IDGNow</span></p>
</div>
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		<title>Os cinco maiores erros que as empresas cometem nas redes sociais</title>
		<link>http://www.treinaweb.com.br/blog/os-cinco-maiores-erros-que-as-empresas-cometem-nas-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 11:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito se fala sobre a importância das redes sociais para as empresas, mas poucas companhias tiram vantagem disso. Existe um grande potencial dentro das mídias sociais, especialmente para conhecer o mercado, os clientes e depender menos de pesquisas. Para ajudar as companhias nessa difícil tarefa de inclusão nas redes sociais, o CEO e co-fundador da Napkin [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala sobre a importância das redes sociais para as empresas, mas poucas companhias tiram vantagem disso. Existe um grande potencial dentro das mídias sociais, especialmente para conhecer o mercado, os clientes e depender menos de pesquisas. Para ajudar as companhias nessa difícil tarefa de inclusão nas redes sociais, o CEO e co-fundador da Napkin Labs, Riley Gibson, publicou no site <a rel="nofollow" href="http://mashable.com/2012/01/17/business-social-media-progress/" target="_blank">Mashable</a> os maiores erros cometidos pela empresas na hora de usar as redes sociais. O presidente da startup, que ajuda as companhias a tirar das redes sociais insights valiosos para os seus negócios, ainda deu dicas de como usar essas ferramentas para o progresso da companhia. Veja abaixo.</p>
<p><strong>1 – Empresas esquecem de questionar os seus clientes </strong></p>
<p>Clientes adoram dar opinião e influenciar as diretrizes das companhias, mas é improvável que eles façam isso sem serem solicitados primeiro. As empresas precisam ter o costume de utilizar o Facebook ou Twitter para questionar seus clientes sobre determinados produtos, estratégias de marketing ou qualquer coisa relevante. &#8220;Quando as pessoas responderem, vá fundo! Transforme qualquer ideia inicial em conversas e tente criar algo real em cima desses diálogos&#8221;, sugere Gibson.</p>
<p><strong>2 – Empresas usam as mídias sociais para se auto-promover</strong></p>
<p>Normalmente é o departamento de marketing que controla as atividades da empresa dentro das redes sociais. Por isso, não é surpresa para ninguém que a maioria das informações que as companhias dividem na rede seja sobre seus próprios produtos ou serviços. O problema, segundo Gibson, é que tuítes e posts promocionais não geram uma conversa útil com os clientes. As companhias precisam entender que nem tudo deve girar ao redor delas. O ideal é postar conteúdos engraçados, inteligentes, interessantes, além de enquetes e perguntas. Dessa maneira, os clientes vão perceber que a companhia se importa com suas opiniões e que ela tem personalidade o suficiente para falar sobre outros assuntos.</p>
<p><strong>3 – Empresas se prendem ao tempo e à mão de obra</strong></p>
<p>Muitas companhia acreditam que teriam um melhor desempenho nas redes sociais se tivessem mais pessoas e tempo para trabalhar com as ferramentas. Apesar disso fazer certo sentido, Gibson acredita que não é preciso tanto tempo nas redes sociais para criar um envolvimento efetivo. Na maioria dos casos, aqueles que administram esses canais sociais só precisam de um pouco de direcionamento e foco. Se reunir frequentemente com o time de desenvolvimento de produtos ou atendimento ao cliente, por exemplo, ajuda a equipe responsável pelas redes a definir um rumo que valha o tempo e esforço gastos.</p>
<p><strong>4 – Empresas se satisfazem com feedbacks positivos</strong></p>
<p>Gibson comenta que quando conversa sobre as respostas obtidas nas redes sociais, a maioria das empresas diz estar muito feliz com a quantidade de feedbacks positivos que recebe. Claro que saber que os negócios vão bem é sempre bom, porém as companhias precisam mais do que um feedback positivo para ajudar a impulsionar os negócios. Para se obter informações mais úteis para seus negócios, as empresas devem postar e tuitar assuntos relevantes para sua área, serviços e produtos. Respostas para uma pergunta que questiona o tipo de design que combina mais com um produto pode ser mais eficaz do que um elogio sobre a beleza de algo já existente.</p>
<p><strong>5 – Empresas recebem feedbacks, mas não fazem nada a respeito</strong></p>
<p>Normalmente os times que administram as redes sociais das empresas não são as mesmas pessoas que tomam as decisões sobre os rumos da companhia. Isso significa que muitas ideias valiosas, coletadas por meio das redes sociais, podem se perder. De acordo com Gibson, para aproveitar todas as vantagens que os sites de relacionamento proporcionam, é necessário criar um sistema que garanta que as ideias e feedbacks provenientes de clientes sejam repassados para os executivos que comandam. A comunicação interna da companhia é essencial para que os dados coletados gerem mudanças positivas na empresa. Além disso, Gibson lembra que, uma vez que os clientes perceberem que suas opiniões e ideias estão sendo aceitas, eles terão mais vontade de contribuir com o desenvolvimento da companhia.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Olhar Digital</span></p>
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		<title>Quatro dicas para deixar seu Feed de Notícias mais limpo no Facebook</title>
		<link>http://www.treinaweb.com.br/blog/quatro-dicas-para-deixar-seu-feed-de-noticias-mais-limpo-no-facebook/</link>
		<comments>http://www.treinaweb.com.br/blog/quatro-dicas-para-deixar-seu-feed-de-noticias-mais-limpo-no-facebook/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 11:11:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Feed de Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Você provavelmente tem vários amigos no Facebook que postam coisas demais, jogam muitos games ou compartilham um número grande de fotos. Essas pessoas bem-intencionadas acabam inundando seu Feed de Notícias com ruído. Má notícia: à medida que o Facebook continuar a lançar mais novos apps para a Timeline, seu Feed deve ficar cada vez mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você provavelmente tem vários amigos no Facebook que postam coisas demais, jogam muitos games ou compartilham um número grande de fotos. Essas pessoas bem-intencionadas acabam inundando seu Feed de Notícias com ruído.</p>
<p>Má notícia: à medida que o Facebook continuar a lançar mais novos apps para a Timeline, seu Feed deve ficar cada vez mais cheio. Agora a boa notícia: existem várias soluções rápidas e fáceis para cortar o que você não quer e deixar aparecendo as informações que importam.</p>
<p>Confira abaixo quatro maneiras para refinar suas configurações no Facebook e cortar o excesso do seu Feed de Notícias e tornar esse recurso mais produtivo para você.</p>
<p><strong>1. Uma alternativas para terminar a amizade</strong><br />
Se você tem amigos que quer remover do Facebook, mas acha que acabar a “amizade” com eles é muito duro, há uma alternativa: basta cancelar a assinaturas das atualizações.</p>
<p>Ao escolher a opção de cancelar a assinatura de um amigo, nenhuma atualização dele ou dela aparecerá mais no seu Feed de Notícias, mas vocês continuarão amigos no site. Eles ainda poderão entrar em contato com você, e vice-versa. E esse amigo nunca ficará sabendo que você cancelou a assinatura, ao contrário do que aconteceria se rompesse a relação na rede social.</p>
<p>Para cancelar uma assinatura, visite seu perfil no Facebook. Na parte superior direita da sua página, você verá uma série de botões: Amigos, Assinado, Mensagem e um ícone de ferramenta. Clique no botão Assinado para revelar um menu de opções. Para cancelar a assinatura, clique simplesmente na opção “Cancelar Assinatura”, na parte inferior da lista.</p>
<p>Também é possível cancelar uma assinatura diretamente no seu Feed de Notícias. Para isso, vá até um post do amigo(a) em questão e clique na flecha à direita para abrir o menu drop-down. Aqui, você terá a opção de cancelar a assinatura do seu amigo por completo ou apenas suas atualizações de status.</p>
<p>Além disso, é possível escolher outras opções de cancelamento de assinatura, como, por exemplo “Todas as Atualizações”, que cancela tudo; “Atualizações mais recentes”, que é a configuração padrão e exclui algumas postagens; e “Somente atualizações importantes”, que mostará apenas atualizações como mudanças em relacionamentos, novos empregos e mudanças de cidade.</p>
<p><strong>2. Esconda aplicativos específicos do seu Feed de Notícias</strong><br />
Se o seu Feed de Notícias está lotado de updates do Spotify e outros aplicativos e games, você pode escondê-los de maneira fácil. Veja abaixo como fazer isso.</p>
<p>Passe o mouse sobre um post específico no seu Feed de Notícias. Clique no menu drop-down e selecione a última opção, “Ocultar tudo de (nome do aplicativo que você não quer mais ver atualizações)”. Escolher esse item significa que você nunca mais verá updates desse app, independente de qual amigo estiver usando-o.</p>
<p>Se você já quis esconder as atualizações de um aplicativo, desça a barra de rolagem do seu Feed de Notícias e selecione “Editar Opções”. Aqui, você verá todos os aplicativos que escolheu ocultar no seu Feed de Notícias. Para voltar a receber updates e posts de um deles, basta clicar no “X” para removê-lo da lista.</p>
<p><strong>3. Destaque histórias para “ensinar” ao Facebook o que é importante para você</strong><br />
Você pode organizar os posts no Feed de Notícias de duas maneiras: “Histórias em destaque primeiro” e “Histórias recentes primeiro”. As histórias em destaque são aquelas que o Facebook acha que são as mais importantes para você.</p>
<p>Se você organizar seu Feed de Notícias por “Histórias em destaque primeiro”, vai perceber que as principais são identificadas com uma margem retangular azul no canto superior esquerdo. Para ajudar o Facebook a saber quais histórias são ou não importantes para você, clique no canto superior esquerdo e desmarque as que não são tão importantes para você.</p>
<p>Com o tempo, o Facebook aprenderá quais posts você quer ver, e colocará esses no topo da visualização de histórias em destaques, deixando as menos importantes lá embaixo.</p>
<p><strong>4. Filtre seu Feed de Notícias pelas listas de amigos</strong><br />
As novas listas de amigos do Facebook, que foram lançadas em setembro de 2011, automaticamente agrupam alguns dos seus amigos com base na sua frequência de interação com eles, membros da família, colegas de trabalhos, e geografia.</p>
<p>Além de tornarem mais fácil o controle do acesso ao seu perfil, atualizações e fotos, essas listas também são uma boa maneira de fugir do ruído do Feed de Notícias e visualizar apenas as atualizações dos amigos mais próximos.</p>
<p>Após ter criado novas listas ou editado as que o Facebook criou para você, busque pela seção “Listas” na coluna de navegação à esquerda. Algumas vezes, a opção “Listas” também pode ser encontrada em “Mais”.</p>
<p>Se você possui muitas listas, algumas vezes apenas as primeiras aparecerão. Passe o cursor sobre essa seção para a opção “Mais”, e então clique para ver todas as suas listas. Para visualizar apenas as atualizações de amigos nessa lista no seu Feed de Notícias, clique no nome da lista.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: IDGNow</span></p>
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		<title>Cinco dicas para tornar os seus negócios mais interativos nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 11:20:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diferente de anos atrás, quando uma empresa mantinha seu foco em campanhas publicitárias para a TV, outdoors de rua e outros veículos de comunicação, hoje, por assim dizer, houve uma grande transformação no conceito de reinventar e divulgar sua companhia para o público. Por um lado, as organizações não podem mais se dar ao luxo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diferente de anos atrás, quando uma empresa mantinha seu foco em campanhas publicitárias para a TV, outdoors de rua e outros veículos de comunicação, hoje, por assim dizer, houve uma grande transformação no conceito de reinventar e divulgar sua companhia para o público.</p>
<p>Por um lado, as organizações não podem mais se dar ao luxo de desenvolver projetos mais fechados e com chamativas simples, que geralmente não atraem o interesse dos consumidores. Por outro, não se pode optar em não participar e permanecer em silêncio diante das notícias, em especial no que diz respeito à internet, redes sociais e outros desses sites, já que esse ciclo de informações é constante, e exige das empresas cuidado e atenção para não hesitarem.</p>
<p>Com o aumento dos canais de mídia social, existe a necessidade de se comunicar facilmente &#8211; e simultaneamente &#8211; com os usuários. Dessa forma, que tipo de mensagem sua marca visa transmitir aos clientes socialmente engajados?</p>
<p>Foi pensando nisso que o site <a rel="nofollow" href="http://www.socialmediaexaminer.com/5-tips-for-making-your-brand-more-social/" target="_blank">Social Media Examiner</a> elaborou cinco dicas de como você e sua companhia podem formular seus objetivos de forma confortável, fácil, rápida e confiante, para então tornar sua marca ainda mais eficaz no mercado da competitividade.</p>
<p><strong>1. Determine a personalidade da sua marca</strong></p>
<p>Grande parte das pequenas empresas cresce gradualmente, acrescentando clientes e serviços ao longo do tempo. À medida que evoluem, elas garantem uma reputação de como conseguem evoluir e fazer bons negócios, determinando, assim a voz da sua marca. Com isso, ao identificar os traços de personalidade da sua companhia, os clientes terão razões para chegar até você</p>
<p>Um bom exemplo dessa situação é comparar a marca da sua empresa a um tipo de carro, rede de hotéis ou até a um CEO de alguma multinacional, para saber qual deles melhor representa a sua mensagem. Richard Branson ou Bill Gates? Land Rover ou Porsche? Com qual deles você tem mais a ver? Definir o seu personagem lhe dará mais convicção acerca de como alcançar bons resultados.</p>
<p><strong>2. Identifique o público e sua verdadeira audiência</strong></p>
<p>Com a quantidade de dados que estamos sujeitos na geração atual, o mesmo produto pode servir para diferentes tipos de grupos. Por isso, certifique-se de conhecer o público que é mais receptivo à sua mensagem e que está mais de acordo com as propostas da sua marca.</p>
<p>Por exemplo: se você é uma empresa B2B (Business-to-business), sites como LinkedIn e Google+ podem ser um terreno melhor e mais direcionado do que um serviço de ofertas profissionais no Twitter para seguidores aleatórios. Ao invés de uma abordagem menos direta, alinhe sua marca e empenhe o potencial de seus recursos para as comunidades que irão responder a suas demandas.</p>
<p>Junte-se a subgrupos específicos da indústria e fóruns para se mostrar participativo, oferecendo respostas pensadas em sua área de especialização. Além disso, é importante que você faça a medição da influência de sua marca no mercado de negócios. Para isso, existe uma opção eficaz e gratuita que, inclusive, já falamos aqui no Olhar Digital: o Klout, um serviço que mapeia sua participação nas principais redes sociais da atualidade e lhe fornece gráficos, dados e outras informações demográficas sobre como sua empresa/mensagem tem se saído na internet.</p>
<p><strong>3. Desenvolva um objetivo mais consistente</strong></p>
<p>Algo fundamental para o crescimento da marca é a sua consistência. Por isso, não deixe de transmitir um estilo familiar de mensagens ao se comunicar com os demais consumidores. Vale lembrar que não há uma maneira certa ou errada de falar: o importante é saber falar com o público &#8211; que não exige frases mais fechadas. Seja mais próximo do seu cliente, utilize de uma linguagem mais informal (sem deixar a seriedade de lado), elabore uma comunicação mais sociável. Conheça-o.</p>
<p>Contudo, não adote um perfil de multi-personalidades, como ter um lado mais rígido no Facebook, e no Twitter uma versão menos séria. Isso pode causar um certo transtorno para os usuários. Se vários funcionários contribuem para suas mídias sociais, certifique-se de que eles compreendem a personalidade de sua marca (como foi dito no item 1).</p>
<p><strong>4. O tempo é tudo</strong></p>
<p>Saber quando falar é muitas vezes crucial para estabelecer um contato confiável de sua marca no mercado. Se antecipar exageradamente ou esperar muito tempo pode dar a impressão de que você não está antenado ao que está acontecendo. Se organizar e mostrar-se ponderado é a melhor solução.</p>
<p>Uma maneira simples que pode amenizar eventuais problemas desse gênero é o Google Alerts. Nele, você pode delimitar um assunto-chave na sua indústria, de modo que seus funcionários estarão informados, esclarecidos e preparados para oferecer insights e comentários quando for necessário.</p>
<p>Outros meios, como o Twitter, por exemplo, também são ótimas ferramentas para estar por dentro &#8211; e em tempo real &#8211; sobre os principais fatos do dia a dia. E não se esqueça: cada segundo pode ser um fator determinante para definir a sua marca. Leia e responda os comentários de seus clientes para não se esquecer e ficar para trás.</p>
<p><strong>5. Praticar é essencial</strong></p>
<p>Hesitar pode gerar falta de confiança. E nada constroi melhor a confiança do que a prática. Felizmente, a web oferece uma ampla oportunidade para aperfeiçoar o poder da sua marca. Você pode começar com o blog da empresa (caso já exista um) e construir uma biblioteca de artigos úteis para seus clientes.</p>
<p>Tais artigos podem ser reaproveitados a vários diretórios, que vão amplificar sua mensagem. Elabore alguns tweets, faça atualizações diárias no Facebook, contribua com o seu perfil no LinkedIn, e você terá o reconhecimento esperado para o seu setor. Sabendo bem que tipo de personalidade sua marca possui e o público a ser atingido, as características da sua empresa serão aprimoradas, para então melhorar e fortalecer sua voz no mercado de negócios.</p>
<p>Ao seguir estas cinco dicas, você provavelmente se sentirá mais à vontade para se comunicar e alcançar uma audiência maior de sua marca e empresa. E qual sua opinião? Diga suas experiências nos comentários abaixo.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Olhar Digital.</span></p>
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		<title>Sabia que as redes sociais têm deixado as pessoas loucas de verdade?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 11:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sim, é isso mesmo o que você leu: as mídias sociais estão nos deixando loucos. Longe de ser uma cena do filme &#8220;O Iluminado&#8221;, é essa a conclusão tirada de um infográfico feito pela Assisted Livin Today (ALT), uma empresa especializada em qualidade de vida que, mesmo com um foco especial no público da terceira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, é isso mesmo o que você leu: as mídias sociais estão nos deixando loucos. Longe de ser uma cena do filme &#8220;O Iluminado&#8221;, é essa a conclusão tirada de um infográfico feito pela <a rel="nofollow" href="http://assistedlivingtoday.com/p/resources/social-media-is-ruining-our-minds-infographic/" target="_blank">Assisted Livin Today (ALT)</a>, uma empresa especializada em qualidade de vida que, mesmo com um foco especial no público da terceira idade, também mostra que alguns estudos valem para todas as idades.</p>
<p>O relatório é chamado de &#8220;Como as mídias sociais têm arruinado nossas mentes&#8221;. Se você está acostumado a receber novidades em 140 caracteres ou assistir vídeos em menos de dez minutos, então você talvez esteja mudando a maneira como o seu cérebro trabalha.</p>
<p>E fica o alerta: pesquisas mostram que esses sites têm tido um profundo efeito na mente humana, o que leva a adotar certos cuidados.</p>
<p><strong>O que tem sido afetado? </strong></p>
<p>Entre as funções do nosso cérebro que mais são afetadas pelas redes sociais, as três principais são: habilidades multitarefas, que exigem raciocínio na hora de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo; interações sociais, seja com colegas do trabalho, amigos ou família; e, por fim, a capacidade de se concentrar e ter atenção.</p>
<p>Todas essas áreas, destaca o infográfico, são atingidas drasticamente pelo excesso de participação no mundo virtual.</p>
<p><strong>Por que tem sido afetado?</strong></p>
<p>Tais distúrbios podem ser caracterizados pela velocidade de informações que vemos todos os dias. Pelo fato de que tudo está disponível para nós quase que instantaneamente, muitos problemas podem ser relacionados à impaciência e espera de algo novo.</p>
<p>Toda vez que isso acontece,  o cérebro precisa &#8220;se reinventar&#8221; e pode ser alvo de graves interrupções que prejudicam o rendimento do ser humano. Nossos &#8220;miolos&#8221; estão em constante mudança e adaptação, e esse processo não pode ser feito em questão de minutos, mas sim de maneira gradativa.</p>
<p>Um exemplo: dez anos atrás, o tempo que levávamos para prestar mais atenção no conteúdo online era de 12 minutos. Hoje, essa medição caiu para apenas cinco segundos. E isso não está ligado à idade, já que pessoas jovens são mais desatentas que usuários mais velhos.</p>
<p><strong>Estamos mais esquecidos </strong></p>
<p>25% dos indivíduos esquecem os nomes ou detalhes de amigos próximos e até mesmo de parentes. Além disso, 7% não se lembram do próprio aniversário, de vez em quando. Um dos dados mais assustadores talvez seja este: no Reino Unido, só no ano passado, foram perdidos mais de R$ 464 bilhões de reais em acidentes causados pela falta de atenção das pessoas.</p>
<p>No trabalho, por exemplo, isso é visto de perto: a média de checagem dos emails feita pelos funcionários varia de 30 a 40 vezes em uma hora, ou seja, cerca de uma vez a cada 1,5 minutos.</p>
<p><strong>Seus relacionamentos pessoais também são atingidos </strong></p>
<p>A vida social também é afetada pelas redes sociais. A oxitocina, o hormônio responsável por estimular confiança e empatia pelas coisas, alcança altos picos quando os internautas estão conectados, podendo até dar a mesma sensação que temos quando falamos com amigos ou família. Os efeitos do estresse, aliás, também tendem a cair quando usuários utilizam o Twitter, por exemplo.</p>
<p><strong>E os números? </strong></p>
<p>Sobre as redes sociais, o infográfico ALT revela que, todos os dias, 500 mil pessoas ingressam no Twitter. A partir daí, 12 milhões de novos usuários seguem 64 pessoas ou mais, e 1,5 milhões seguem mais de 511 outras contas.</p>
<p>Já no Facebook, os dados também surpreendem: por mês, cada usuário gasta 700 bilhões de minutos no site e instalam 20 milhões de aplicativos por dia &#8211; muitas vezes porque preferem se distrair. Além disso, 41,6% da população já acessa seus emails pelo celular.</p>
<p><strong>O que fazer?</strong></p>
<p>Para encerrar, o relatório aponta que os efeitos das mídias sociais no cérebro humano ainda não são o objetivo principal das pesquisas atuais nesse segmento, mas que essas definições são importantes e têm de ser levadas a sério.</p>
<p>Você pode observá-las em si mesmo e fazer uma análise de como sua atenção pode ter mudado nos últimos anos.</p>
<p>Fonte: Olhar Digital</p>
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		<title>Veja quatro dicas para trabalhar com mídias sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 11:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um universo que já foi dominado por áreas como medicina, engenharia, direito e outras profissões, os trabalhos envolvendo a internet têm crescido de maneira constante &#8211; especialmente no que diz respeito às mídias sociais. Só nos Estados Unidos, cerca de 30 mil vagas estão abertas para quem gosta e tem interesse em ingressar nesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um universo que já foi dominado por áreas como medicina, engenharia, direito e outras profissões, os trabalhos envolvendo a internet têm crescido de maneira constante &#8211; especialmente no que diz respeito às mídias sociais. Só nos Estados Unidos, cerca de 30 mil vagas estão abertas para quem gosta e tem interesse em ingressar nesse mercado.</p>
<p>Mas, o que fazer para, digamos, se adequar a esse tipo de oportunidade? Antes de tudo, vale lembrar que não basta ter uma conta no Twitter ou Facebook. Pensando nisso, o site <strong><a rel="nofollow" href="http://mashable.com/2011/12/18/4-social-media-job-tips/" target="_blank">Mashable</a></strong> listou quatro dicas que com certeza vão te ajudar quando o assunto são redes sociais, principalmente na hora de preencher uma vaga.</p>
<p><strong>1. Quantifique suas experiências nas redes sociais das empresas</strong></p>
<p>Você já sabe que, antes de comparecer a uma entrevista de emprego, aconselha-se buscar conhecer a companhia e estudá-la, para se diferenciar dos demais candidatos. E nas empresas de mídias sociais não é diferente. Contudo, é necessário se mostrar ativo e interessado nas ferramentas sociais da companhia &#8211; tudo, claro, de maneira discreta e informal, pois lembre-se: você está falando com alguém de maneira profissional, e não com um amigo, por exemplo.</p>
<p>Muitos entrevistadores questionam qual foi a importância das redes sociais em experiênciais de trabalho anteriores. Logicamente, quanto mais experiências, melhores chances do empregador perceber que você tem potencial para administrar funções da área.</p>
<p>Feito isso, como dar o seu melhor e conseguir um emprego? Primeiro, certifique-se de quantificar o impacto das redes sociais durante sua última experiência profissional. Seu currículo ou carta de apresentação, por exemplo, podem fornecer alguns dados específicos sobre sua participação nesses sites. Algo como &#8220;Ajudei a estabelecer um aumento de duas vezes o tráfego de usuários no Twitter para nossa página de produtos, o que resultou em um crescimento de 50% na receita trimestral&#8221;, ou até &#8220;Auxiliei no aumento de participação dos internautas no Facebook: de uma média de 24 comentários por semana, saltou para 75, em um período de três meses&#8221;.</p>
<p><strong>2. Prepare o caminho para ser bem visto na web</strong></p>
<p>De acordo com Amy Porterfield, uma consultora de mídias sociais americana, &#8220;quando existe a oportunidade de contratação para cargos em mídias sociais, as empresas vão buscar informações sobre você, antes de qualquer outro lugar, na internet&#8221;. E é verdade. Para se ter uma ideia, 69% das empresas já rejeitaram candidados por causa de sites de relacionamento, e 47% dos recrutadores realizam pesquisas sobre o entrevistado nas redes em que estão cadastrados.</p>
<p>Nesse caso, é recomendado que você otimize seu Facebook, LinkedIn, Twitter ou qualquer conta em outros sites, e que você acrescente todos eles em seu currículo. A participação também é fundamental, como ter um blog e atualizá-lo com frequência, ou fazer um canal de vídeos no YouTube. Estes são apenas alguns exemplos de como mostrar que você já domina habilidades nas mídias sociais.</p>
<p><strong>3. Faça cursos online</strong></p>
<p>Algumas universidades gastam mais tempo com conceitos sobre marketing e não investem tanto em ferramentas online. Com isso, uma maneira de se diferenciar e buscar conhecimento é se matricular em programas de formação profissional, que trabalham em habilidades para aumentar seu desempenho e acrescentar maiores especificações ao seu currículo.</p>
<p>Entre as opções estão aulas e cursos que você pode fazer onde quiser &#8211; desde que tenha um computador conectado à internet -, ou em instituições de ensino espalhadas por todo o Brasil.</p>
<p><strong>4. Por último, e não menos importante: não seja &#8220;careta&#8221;, e sim descontraído</strong></p>
<p>Geralmente, muitas vagas de emprego exigem certos comportamentos para os entrevistados. Algumas pessoas, por exemplo, não gostam de trabalhar com roupas mais sociais e, em outros casos, efetuam funções mais fechadas e mecânicas, sem direito à opinião. No entanto, a mídia social é baseada totalmente na personalidade do indivíduo ou da empresa. Dessa forma, o candidato pode expressar seu senso de humor, ser criativo e um grande comunicador diante daquilo que gosta de fazer &#8211; tudo para impressionar os recrutadores.</p>
<p><strong><span style="color: #888888;">Fonte: Olhar Digital</span></strong></p>
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		<item>
		<title>10 coisas que você não sabe (ou não se importa) sobre o Facebook</title>
		<link>http://www.treinaweb.com.br/blog/10-coisas-que-voce-nao-sabe-ou-nao-se-importa-sobre-o-facebook/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 11:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Com quase 1 bilhão de usuários em todo o mundo &#8211; incluindo você que está lendo isto agora -, o Facebook se tornou uma ferramenta para múltiplas funções: encontrar amigos, postar fotos e vídeos, compartilhar arquivos e até para procurar emprego. Mas a rede social mais famosa do planeta também é palco de histórias curiosas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com quase 1 bilhão de usuários em todo o mundo &#8211; incluindo você que está lendo isto agora -, o Facebook se tornou uma ferramenta para múltiplas funções: encontrar amigos, postar fotos e vídeos, compartilhar arquivos e até para procurar emprego. Mas a rede social mais famosa do planeta também é palco de histórias curiosas, para não dizer polêmicas.</p>
<p>O site <a rel="nofollow" href="http://www.oddee.com/item_97980.aspx?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+Oddee+%28Oddee%29&amp;utm_content=Google+Reader" target="_blank">ODDEE</a> listou 10 fatos que, provavelmente, nem todos sabem ou não se importam em saber sobre o site de Mark Zuckerberg. E se você ainda duvida do impacto causado pelo Facebook na vida dos internautas, vai se surpreender com alguns dos acontecimentos que mais chamaram a atenção na rede social.</p>
<p><strong>1. A média de amigos dos usuários é de 130 por pessoa</strong></p>
<p>Preocupado com sua popularidade? Se sim, talvez uma média de 130 amigos no Facebook não seja bom para você. No entanto, apesar de ter centenas de usuários adicionados, a maioria das pessoas só interage regularmente com quatro a sete pessoas. Além disso, as mulheres tendem a ter mais contatos do que os homens.</p>
<p><strong>2. 25% dos usuários já terminaram o relacionamento via Facebook</strong></p>
<p>Uma pesquisa feita em junho de 2010 com mil usuários do site &#8211; dos quais 70% eram homens &#8211; revelou que 25% deles já haviam &#8220;levado um fora&#8221; pela rede social, ou seja, alguém terminou o namoro com eles através de uma troca no status de relacionamento. Por outro lado, 21% dos entrevistados disseram que colocariam um ponto final na relação ao mudar o status para &#8220;solteiro&#8221;. Apesar de preocupante, o estudo mostra que a maioria dos indivíduos AINDA não termina namoros via Facebook&#8230;</p>
<p><strong>3. O Facebook não permite fotos de amamentação</strong></p>
<p>Ao tomar essa decisão, o site provocou uma ira materna quando retirou do ar fotos de bebês sendo amamentados postadas nos perfis pessoais de mulheres. A retirada teria acontecido pelo fato da rede social considerar as fotografias &#8220;reveladoras&#8221; demais. Como resposta à proibição, ativistas criaram um grupo com mais de 11 mil mulheres que divulgaram imagens de si mesmas amamentando seus filhos, além de atualizarem o status para: &#8220;Hey, Facebook, amamentação não é obsceno!&#8221;.</p>
<p><strong>4. Um em cada cinco divórcios é causado pelo Facebook</strong></p>
<p>De acordo com uma pesquisa da Academia Americana de Advogados Matrimoniais, um em cada cinco divórcios envolve a rede social de Mark Zuckerberg. 80% dos profissionais que lidam com processos de separação também relataram um aumento no número de casos em que usam o site para evidenciar uma traição.</p>
<p><strong>5. O primeiro &#8220;rosto&#8221; no Facebook era do ator Al Pacino</strong></p>
<p>Quem usa a rede social desde os primeiros meses após sua criação com certeza deve se lembrar daquele cara azul de semblante triste na página inicial do site, que costumava olhar para baixo cada vez que se efetuava o login. Aquela imagem no logotipo, criada por um amigo de Zuckerberg e que foi retirada em 2007, era o rosto do astro Al Pacino quando mais jovem, coberto com uma névoa de zeros e alguns componentes elementares da mídia digital.</p>
<p><strong>6. 36% dos usuários verificam o Facebook depois de fazer sexo</strong></p>
<p>Um estudo realizado em outubro de 2009 afirmava que as redes sociais estavam se tornando uma parte cada vez mais importante na vida das pessoas, em especial os jovens. Entre os menores de 35 anos, 36% admitiram que acesavam o Twitter, mandavam mensagens e verificavam o Facebook após o sexo. 40% dos entrevistados relataram fazer o mesmo enquanto dirigiam, 64% afirmaram usar no trabalho e 65% usam esse tipo de site durante as férias.</p>
<p><strong>7. 350 milhões de pessoas sofrem de distúrbio do vício no Facebook</strong></p>
<p>Sim, usar exageradamente a rede social mais famosa do mundo é uma doença! Com o nome de &#8220;Distúrbio do Vício em Facebook&#8221; (&#8220;Facebook Addiction Disorder&#8221; – FAD, em inglês), trata-se de um termo criado por psicólogos americanos para descrever aqueles que são viciados em Facebook, a ponto de suas respectivas vidas serem afetadas por atividades descontroladas no site. Os efeitos mais comuns da doença são a perda de produtividade, incapacidade de concentração, superficiabilidade das amizades e isolamento em casos extremos. Especula-se que 350 milhões de pessoas sofram desse transtorno.</p>
<p><strong>8. Usuários do Facebook têm notas menores</strong><strong></strong></p>
<p>Lembra daquele ditado &#8220;quem não cola não sai da escola&#8221;? Pode-se dizer que ele foi adaptado para a geração atual, já que, de acordo com um estudo americano de 2009, estudantes universitários que utilizam o Facebook possuem uma média de pontuação menor do que aqueles que não usam. Foram entrevistados 219 alunos de graduação e pós-graduação, e foi descoberto que as notas de usuários do Facebook variavam entre 3,0 a 3,5 contra 3,5 a 4,0 para os não usuários. Além disso, 79% dos membros da rede social não acreditavam que havia qualquer ligação entre as notas e seus hábitos em sites de relacionamento.</p>
<p><strong>9. Burger King deu lanches de graça para quem excluiu amigos no Facebook</strong></p>
<p>Em janeiro de 2009, uma campanha publicitária da rede de fast food Burger King recompensou os membros do Facebook com um lanche &#8220;Whopper&#8221; caso eles excluíssem 10 amigos e divulgassem o acontecimento publicamente. Os contatos excluídos recebiam uma mensagem informando que foram &#8220;trocados&#8221; por um hambúrguer grátis. A campanha, intitulada &#8220;Sacrifício Whopper&#8221;, usou o slogan: &#8220;A amizade é forte, mas o Whopper é mais ainda&#8221; e, na época, mais de 250 mil amigos foram &#8220;sacrificados&#8221; pelos sanduíches.</p>
<p><strong>10. Homem convida a filha adolescente para fazer sexo via Facebook e vai preso</strong></p>
<p>Muitos crimes já foram cometidos ou anunciados pela rede social. Mas um que chamou muita atenção foi um pai da Pensilvânia (EUA) que foi preso ao ser acusado de convidar a própria filha, uma adolescente de 13 anos, para fazer sexo pelo Facebook. John Forehand, de 39 anos, se intitulou como &#8220;Papai Mau&#8221; no post feito para sua filha, no qual deixou abertamente sugestões sexuais. Forehand disse à adolescente que tinha sonhos &#8220;inapropriados&#8221; com ela, e escreveu-lhe: &#8220;Eu vou cuidar muito bem da minha menina&#8221;. Em seguida, a jovem contou à mãe sobre as mensagens recebidas pelo Facebook, e ela prontamente alertou a polícia. A equipe capturou Forehand, enganando-o para pensar que teria um encontro com sua filha.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Olhar Digital</span><strong></strong><strong></strong></p>
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		<title>Como tirar melhor proveito das redes sociais nas empresas</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 11:07:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A medida em que o Facebook e outras redes sociais ganham popularidade, as empresas começam a estudar formas de usar essa tendência favoravelmente dentro do ambiente corporativo. O resultado: uma enxurrada de companhias de software social para uso corporativo brigando por um lugar no portfólio de TI e dezenas de executivos de TI e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A medida em que o Facebook e outras redes sociais ganham popularidade, as empresas começam a estudar formas de usar essa tendência favoravelmente dentro do ambiente corporativo. O resultado: uma enxurrada de companhias de software social para uso corporativo brigando por um lugar no portfólio de TI e dezenas de executivos de TI e de negócios, tentando mapear o cenário e desenhar planos de longo prazo.</p>
<p>Novo estudo da Forrester Research mostra, no entanto, que essa tendência ainda está muito incipiente. A chave para ampliar a adoção e o sucesso das novas ferramentas sociais, segundo o levantamento, está em entender quem as usa e como estão usando e que políticas as empresas precisam criar e colocar em prática para dar suporte a esse uso.</p>
<p>A seguir, você verá um cenário desenhado pelas principais descobertas da pesquisa da Forrester, chamado de “The Enterprise 2.0 User Profile: 2011”, junto com algumas recomendações de como a companhia pode tirar melhor proveito dessas ferramentas. O estudo foi realizado a partir das respostas de quase 5 mil profissionais de TI nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Quem usa e por que usa</strong></p>
<p>Dos 4.985 profissionais de tecnologia da informação ouvidos, 28% usam algum software</p>
<p>Há três tipos de pessoas usando software social com frequência na empresa atualmente: os early adopters; os mais atarefados e ocupados; e os funcionários mais jovens. Isso não é nenhuma surpresa, diz o analista da Forrester t T.J. Keitt, porque esses grupos são os candidatos óbvios a adotar a mídia social.</p>
<p>Os chamados early adopter são geralmente usuários de tecnologia assíduos, sempre abertos a ser os primeiros a testar novas soluções. Os mais ocupados na empresa sempre procuram encontrar formas de acelerar processos. E os mais jovens são os que naturalmente ajudam a levar ferramentas sociais para dentro da corporação.</p>
<p>Segundo o levantamento, 39% das pessoas que usam mídias sociais dizem que o fazem porque são fáceis de manusear e relevantes. “A principal razão para os trabalhadores em tecnologia da informação utilizarem ferramentas sociais é porque as barreiras para chegar até elas são poucas e a mídia social resolve os problemas de trabalho”, diz Keitt. A segunda razão mais importante é que “são jeitos eficientes de realizarperceptível no trabalho”, compelta.</p>
<p>A pesquisa identifica que mesmo os early adopters ainda não fazem uso amplo do recurso. Mais da metade dos ouvidos (55%) disse utilizar no máximo uma ferramenta de social media, o que é interessante, argumenta Keitt, porque muitas empresas desse mercado oferecem plataformas sociais que consistem de uma série de aplicativos sociais.</p>
<p>Isso quer dizer que redes sociais públicas – especificamente o LinkedIn e o Facebook— são ainda as ferramentas corporativas padrão que os funcionários recorrem durante o trabalho. “Isso sugere que muitos profissionais descobrem o valor do social para os negócios não por trás de um firewall corporativo, mas por conta de poderem interagir com colegas e clientes na esfera social pública”, escreve Keitt.</p>
<p><strong>Como um CIO deve desenhar sua estratégia social</strong></p>
<p>Profissionais que lidam com conteúdo e colaboração enfrentam alguns desafios na hora de criar um mapa de adoção de software social: parcela pequena da força de trabalho adotou essas ferramentas e mesmo dentro desse grupo há limite para o uso da tecnologia. Diante disso, a Forrester sugere cinco ações iniciais nas quais vale a pena concentrar os esforços nessa primeira fase.</p>
<p><strong>1- Avaliar políticas corporativas</strong></p>
<p>A pesquisa é clara nesse sentido: mesmo que muitas empresas ainda imponham restrições aos empregados para acesso a redes sociais públicas, como o Facebook e o Twitter, isso não necessariamente tem impedido o acesso por meio de equipamentos pessoais e smartphones. Se você não pode impedi-los, junte-se a eles, diz o ditado.</p>
<p>Nessa linha, a Forrester recomenda gerar políticas internas que estimulem o uso responsável das tecnologias sociais no trabalho. Isso deve incluir mudar regras que descrevem o que é um comportavmento aceitável ou não e criar incentivos para que as pessoas ajam de acordo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 &#8211; Encorajar e engajar os early adopters</strong></p>
<p>Para a Forrester, será muito difícil replicar os efeitos da rede de milhões de usuários engajados em ferramentas sociais públicas. Mas você pode convocar os usuários mais antigos e experientes de redes sociais para ajudar a criar páginas de perfil social corporativo, assim como eles foram capazes de criar suas páginas pessoais no LinkedIn ou no Facebook, para facilitar a criação de uma cultura de uso dessas ferramentas.</p>
<p><strong>3 &#8211; Junte-se aos seus funcionários socialmente ativos</strong></p>
<p>Comece identificando os profissionais mais ativos em redes sociais internas e externas. Faça entrevistas com eles para entender como e por que usam as redes sociais.</p>
<p>Segundo a Forrester, o conhecimento coletivo identificado nessas conversas vai prover elementos para criar a fundação do plano de negócios para o uso eficiente de redes sociais na empresa.</p>
<p><strong>4 &#8211; Convoque os gestores</strong></p>
<p>Para tornar o software social valioso para a maioria dos empregados, a Forrester sugere que a gestão se envolva diretamente, investindo tempo e recursos para criar e alavancar a estratégia. Isso pode representar a convocação do diretor de Marketing ou do CEO para ajudar a escolher a plataforma, agir como elemento de ligação na divulgação das expectativas e também ser usuário ativo da tecnologia para dar o exemplo.</p>
<p><strong>5 &#8211; Com os fornecedores, mais, algumas vezes, é menos</strong></p>
<p>Segundo a Forrester, pode ser muito bom prover um portfólio vasto de ferramentas sociais para dar mais flexibilidade aos funcionários, contudo é mais importante escolher aquela que mais atende aos interesses coletivos e focar nela. Quando for avaliar fornecedores, certifique-se de que a pergunta será sobre como o que eles oferecem atende aos seus interesses, em vez de ficar fascinado pela quantidade das ofertas.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Computer World</span></p>
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		<title>Facebook: 5 coisas que você precisa saber antes de usar as listas</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 12:59:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última semana, notícias davam conta de que o Facebook estava testando um novo recurso de listas, similar aos círculos do Google+. A diferença é que a sua ferramenta organizaria os contatos automaticamente em grupos, como “trabalho”, “família” e “escola”. Na terça-feira (13/9) a empresa de Zuckerberg encerrou o mistério. Anunciou que, de fato, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2564" title="" src="http://www.treinaweb.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/facebook.jpg" alt="" width="320" height="240" /></p>
<p>Na última semana, notícias davam conta de que o Facebook estava testando um novo recurso de listas, similar aos círculos do Google+. A diferença é que a sua ferramenta organizaria os contatos automaticamente em grupos, como “trabalho”, “família” e “escola”.</p>
<p>Na terça-feira (13/9) a empresa de Zuckerberg encerrou o mistério. Anunciou que, de fato, a novidade fora desenvolvida e que ela chegaria aos internautas nos próximos dias.</p>
<p>O recurso aprimora as listas que já existem há anos na rede social. Elas precisavam ser alteradas, afinal, o modo como funcionavam era pouco intuitivo. Esse foi inclusive o motivo alegado por Blake Ross, diretor da área de produtos, para reformulá-las.</p>
<p>A seguir, listamos cinco coisas que você precisa saber antes de começar a usar a nova funcionalidade.</p>
<p><strong>1:: Organização automática</strong></p>
<p>As listas inteligentes organizam seus contatos automaticamente. Se você escolher utilizá-las, elas formarão quatro grupos: trabalho, escola, família e cidade. Os internautas serão colocados em cada um destes de acordo com as informações exibidas em seus perfis. Se você, por exemplo, informa que estuda em determinada faculdade, todos os seus amigos que também estudam nela serão inseridos na lista a ela dedicada.</p>
<p>Os grupos são atualizados automaticamente, de modo que o usuário não terá de adicionar todos os contatos manualmente – um grande avanço em relação ao modelo antigo.</p>
<p><strong>2:: Amigos próximos e conhecidos</strong></p>
<p>Há mais duas listas que serão incorporadas. Embora o Facebook destaque as inteligentes – ou seja, as que se organizam sem a interferência do usuário – os grupos adicionais serão úteis para dividir os contatos em dois lados: os que você conhece dos que você não conhece tão bem assim.</p>
<p>Ao incluir alguém na lista dos amigos próximos, você poderá escolher por visualizar apenas as suas atualizações, e mesmo optar por receber um aviso sempre que algo é postado, de forma que não perca nada.</p>
<p>Agora, ao inserir um contato na lista dos simplesmente “conhecidos”, as atualizações desta pessoa aparecerão em menor número. As mais importantes, como mudança no status de relacionamento ou de cidade, no entanto, serão exibidas.</p>
<p><strong>3:: Restritos</strong></p>
<p>Alguns usuários entram em pânico quando o chefe, por exemplo, pede para adicioná-los. No entanto, em vez de fingir que a solicitação não chegou, será possível inseri-los na lista “Restritos”.</p>
<p>Quem foi incluído nesse grupo, só poderá ver as atualizações que você colocar como públicas. É importante, portanto, verificar a quem a mensagem é direcionada antes de postá-la (pública, amigos, amigos de amigos). A vantagem é que você poderá conversar com seu chefe pelo chat ou marcá-lo em fotos sem que ele veja tudo o que é compartilhado em seu perfil.</p>
<p><strong>4:: Listas antigas</strong></p>
<p>Não se preocupe, as listas antigas continuarão existindo. Se você perdeu muito tempo organizando seus contatos em grupos distintos, saiba que essa seleção não será desconsiderada; será possível utilizá-las quando desejar.</p>
<p><strong>5:: Informações exibidas</strong></p>
<p>Caso você, por exemplo, compartilhe algo tendo selecionado sua lista de amigos próximos, eles não poderão ver o nome da lista nas quais estão inseridos, mas visualizarão quem mais recebeu a mensagem.</p>
<p>Segundo o Facebook, o recurso serve para dar aos contatos um “contexto” maior sobre o que estão vendo. A rede social explica que, ao verem quem mais está visualizando a atualização, os contatos se sentirão mais livres para comentá-la, já que pessoas de outro grupo não poderão ler o que foi dito.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: <span style="color: #888888;">IDGNow</span></span></p>
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