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Posts com a Tag ‘smartphone’



  • Veja como se livrar do vício pelo Instagram e melhorar suas fotos no iPhone


    13 de agosto de 2012

    Seu iPhone está cheio de fotos com tons alaranjados? Você vê um potencial efeito vintage em tudo ao seu redor? Às vezes se pega pensando coisas como, “Esse papel de chiclete ficaria muito mais interessante com um efeito lo-fi?”

    Então repita depois de mim: “Oi, meu nome é (insira aqui), e sou um viciado no Instagram.”

    Bom trabalho. Todos sabemos que o primeiro passo para a recuperação é admitir que você tem um problema. E agora, com isso fora do caminho, podemos começar a olhar para diferentes maneiras de resolver a situação.

    Acredite se quiser, mas a maior parte da edição de fotos exige nada mais complicado do que as ferramentas disponíveis até mesmo nos programas mais básicos de edição de imagens. No entanto, aprender quais ferramentas usar e quando utilizá-las exige um pouco de tentativa e erro.

    Faça uma tentativa – e antes que perceba, você pode estar fazendo suas próprias fotos livres de filtros prontos sem submeter seus amigos a uma quantidade interminável de efeitos cansativos no estilo do Instagram.

    Segundo passo para a recuperação: entender o problema.

    Instagram: não é tão ruim assim

    O mestre da fotografia Ansel Adams disse uma vez: “Uma boa fotografia é saber onde se posicionar.”

    É um bom conselho. Fotografia é, afinal de contas, apenas um instante congelado do que vemos todos os dias. E é claro que qualquer um que visita um parque como o Yosemite (um dos locais favoritos de Adams), nos EUA, consegue ver o Half Dome (OQ) em toda a sua glória a partir de vários locais diferentes e amigáveis à fotografia.

    Assim como Adams usava a tecnologia disponível para ele na revelação para conseguir o máximo de suas imagens, os fotógrafos de hoje – amadores e profissionais – sabem que o que eles fazem após soltar o disparador é essencial para alcançar os resultados que buscam. E isso é verdade esteja o obturador em uma câmera ou em um smartphone.

    O que acontece quando tecnologia de edição de imagens torna-se disponível para massas de aprendizes de fotografia sem conhecimento? Estamos descobrindo agora.  Os principais “criminosos” são fotógrafos que usam excessivamente aplicativos para smartphones como Instagram, que aplicam efeitos prontos às fotografias.

    Apesar de esses efeitos poderem funcionar muito bem para algumas poucas imagens precisosas (um ancinho antigo apoiado em uma garagem pode ficar fantástico com um efeito vintage), um passo importante para se recuperar de um vício indiscriminado pelo Instagram é limitar seu uso desses filtros.

    Na verdade, com tantas imagens nebulosas e granuladas do Instagram inundando nossos feeds de fotografias, uma foto naturalmente editada (livre de efeitos prontos) realmente se destaca.

    O Instagram merece um pouco de crédito. É uma ótima maneira para fazer as pessoas pensarem de maneira fotográfica sobre os objetos e cenas ao redor delas. Em um mundo em que qualquer um pode tirar uma foto a todo momento, o Instagram fornece uma entrada fácil de usar ao mundo da manipulação de imagens. Mas uma vez que você começa a levar um pouco mais a sério essa história de tirar fotos, é preciso expandir seus horizontes e ir além do uso de filtros a partir de presets.

    Editando na tela pequena

    Edição de fotos nas pequenas telas de smartphones apresenta alguns desafios, mas alguns apliactivos tornam esse processo muito mais fácil – e até mesmo divertido algumas vezes.

    Uma ótima opção para editar fotos de maneira natural e livre de presets em qualquer lugar é o Adobe Photoshop Express. Esse aplicativo surpreendentemente poderoso traz muitos dos recursos padrão de edição de fotos em uma interface fácil de usar, incluindo ajustes para exposição, saturação, contraste, matiz, cortar, e mais. O software também fornece atalhos para compartilhar suas imagens retocadas no Facebook, Twitter, e Photoshop.com.

    Apesar de ser gratuito, vale notar que muitos efeitos e opções bacanas de edição só estão disponíveis por meio de compras dentro do aplicativo, com preços que variam entre 2 dólares e 5 dólares.

    Outra opção na App Store é o PhotoForge2. Esse aplicativo te custará 3 dólares, mas fornece as mesmas ferramentas básicas de edição do Photoshop Express. O PhotoForge 2 também possui uma variedade de recursos relativamente avançados como camadas e máscaras, te dando mais liberdade para mexer com as suas imagens. Assim como o Photoshop Express, o PhotoForge possui suporte embutido para redes sociais para que você compartilhe suas fotos no Facebook, Twitter, Flickr, entre outros serviços parecidos.

    O aplicativo HDR+ Camera (US$2) para aparelhos iOS oferece uma outra ferramenta para fazer suas fotos ficarem ótimas. O aplicativo te permite combinar várias fotos em uma imagem HDR (High Dynamic Range), que são ótimas para fotografias tiradas em locações externas, onde variadas diferenças de iluminação podem afetar o resultado final.

    O modo HDR funciona ao manter os melhores detalhes de cada imagem e jogar fora o resto, assegurando assim que você não perca nenhum detalhe por sub ou sobre-exposição. Ambos os aplicativos HDR te permitem incluir também algumas ferramentas básicas para editar suas imagens HDR, mas os aplicativos citados anteriormente oferecem melhores opções de edição.

    Além do que falamos acima e desses aplicativos de edição e HDR, também é importante sempre prestar atenção em três aspectos essenciais para a qualidade das suas imagens: iluminação, contraste e temperatura (de cor).

    E é isso aí pessoal. A estrada para a recuperação pode ser pavimentada com celeiros vintage e gatos laranja, mas com um pouco de trabalho você pode acabar com seu vício no Instagram e levar suas fotografias para outro nível.

    Fonte: MacWorld

  • Dicas surpreendentes para consertar o celular danificado


    23 de julho de 2012

    Quantas vezes você perdeu um celular porque o deixou cair na água ou a bateria simplesmente pifou? Acidentes vivem acontecendo e nem sempre nos melhores momentos, já que para comprar um novo aparelho é necessário desembolsar uma graninha. Pensando nisso, a Pitzi, empresa especializada em aparelhos celulares, divulgou três dicas valiosas que podem te ajudar na hora destes incidentes.

    Se seu celular caiu na piscina, molhou na chuva ou você deixou derrubar alguma bebida no aparelho, não se desespere, talvez você consiga reavivar seu dispositivo com esta dica. Primeiro de tudo, tire a bateria e seque o aparelho o máximo que der. Depois, deixe o celular e a bateria em um reservatório coberto com arroz por, pelo menos, uma noite. O arroz vai sugar a água que está no dispositivo, obviamente se não for um dilúvio e, com isso, ele volta a funcionar como antes. Lembre-se de não tentar secá-lo com nada que produz calor como secadores e microondas, pois este calor pode acabar com o seu celular.

    Já se você riscou seu celular por ter deixado cair ou tê-lo deixado próxima de alguma chave, por exemplo, a dica é simples: use pasta de dente. Com um cotonete ou pedaço de algodão, passe uma pequena (pequena mesmo!) quantidade de pasta de dente sobre os riscos em movimentos circulares. Se os riscos não forem muito profundos, eles irão desaparecer ou pelo menos diminuir. Ao terminar, passe um pano levemente úmido e retire o excesso da pasta. Não exagere na quantidade da pasta e nem na umidade do pano, pois as telas são supersensíveis.

    Por fim, caso seu celular não esteja carregando a bateria, a sugestão é usar uma borracha. Muitas vezes os contatos da bateria estão sujos e basta esfregar uma borracha comum suavemente nas áreas de contato para que ela volte a funcionar.

  • Como tirar fotos melhores com o seu iPhone


    11 de julho de 2012

    Os usuários do Flickr sobem cerca de 100 milhões de fotos no serviço de compartilhamento de imagens todo mês, e de acordo com o Yahoo, o iPhone continua a ser a “câmera” mais comum usada para fazer esses uploads. À medida que mais pessoas deixam suas câmeras SLR digitais (e até mesmo os modelos mais básicos point-and-shoot) em casa, vale a pena dar uma olhada em como conseguir fotografias melhores com seu smartphone.

    Vamos falar de quatro dicas úteis para conseguir fotos melhores com o smartphone da Apple.

    1- Ajuste a exposição com seu dedo

    Seu telefone não possui nenhuma opção sofisticada para modo de exposição que uma câmera digital completa costuma trazer. Mas você talvez não tenha percebido que pode ajustar a exposição mesmo assim, sem um fotômetro ou um dial de compensação de exposição. Tudo o que você precisa fazer é tocar na tela.

    Você provavelmente sabe que pode focar a câmera do iPhone (e de muitos outros smartphones) ao tocar na tela, a câmera imediatamente tenta focar em qualquer que seja o ponto que você tenha tocado. O que você talvez não saiba é que a câmera também ajusta a exposição da foto fora dessa parte da cena. Aponte seu telefone para uma cena de alto contraste, como um quarto escuro com uma lâmpada em um canto. Na tela do aparelho, toque na lâmpada, e então em uma parte escura do local. Você vai visualizar o iPhone ajustando a exposição de modo correspondente. Agora você não tem mais desculpas para tirar fotos com uma exposição ridiculamente ruim.

    2.Desligue o flash; ligue o modo HDR

    Se o seu telefone possui um modo HDR (High Dynamic Range), como o iPhone, você deve a si mesmo a opção de desabilitar o flash e usar o modo HDR no lugar dele. Cerca de 90% do tempo, você terá fotos melhores com o modo HDR do que com o flash. Você pode ficar preocupado com o HDR porque esse modo normalmente funciona ao se tirar várias fotos com diferentes exposições e então combiná-las em uma única imagem. Bem, não há o que temer: a maioria dos smartphones que oferecem modos HDR embutidos, incluindo o iPhone, “trapaceiam” ao tirar uma única fotografia e refinar seu alcance dinâmico. Por isso, não é preciso ficar parado por 10 segundos tentando segurar o iPhone de maneira que não trema.

    3.Ilumine sua foto

    Se você insistir em usar o flash do aparelho (ou se estiver fotografando em um local particularmente escuro que exija luz extra) não é preciso fazer sua foto no escuro. Muitos aplicativos te permitem transformar o flash em uma lanterna, para que ele ilumine o ambiente de modo contínuo. O app Top Camera é um dos que possuem esse recurso. Ligue o flash, componha sua imagem com toda a luz possível, e então tire a foto. O flash é desligado automaticamente após a exposição, ajudando a preservar a bateria do gadget.

    4.Adicione uma lente

    Acredite ou não, é possível adicionar uma lente extra ao seu iPhone. Apesar de ser uma opção bastante geek, essa lente a mais te dá a habilidade de transformar seu smartphone em uma câmera como uma lente macro, grande angular, entre outras.

    Fonte: MacWorld Brasil

  • Quatro dicas para ser produtivo com o seu smartphone nas horas vagas


    24 de maio de 2012

    Os smartphones ajudam a passar o tempo. Em uma fila de banco, por exemplo, é só pegar o celular e começar a jogar alguma coisa que a espera não vai ser tão sofrida. Mas, em vez de ajudá-lo a bater recordes em Angry Birds, os smartphones também podem ser usados para melhorar a sua produtividade mesmo em horas vagas.

    Selecionamos quatro tarefas que podem facilitar a sua vida. Em vez de ficar entediado, tente ser um pouco mais produtivo!

    Cheque sua caixa de entrada e responda emails

    Pegue aqueles emails mais simples que você recebe – e que podem ser respondidos em alguns segundos – e tire-os da sua frente. Esses emails mais simples vão se acumulando e tornando a caixa de entrada cada vez mais cheia.

    Para facilitar o processo, crie uma pasta e coloque esses emails dentro dela. Assim, você pode acessá-la e começar a responder essas pequenas dúvidas.

    Faça pequenas tarefas

    A sua agenda deve ter diversos itens simples e rápidos espalhados e que são sempre adiados. Essas tarefas incluem fazer uma ligação, enviar um email, fazer alguma pesquisa na internet ou até mesmo comprar alguma coisa. Separe quais dessas tarefas podem ser feitas a partir do seu telefone e aproveite os momentos de espera para isso.

    Outra opção é organizar a sua agenda de tarefas. Veja o que você tem para fazer e comece a separar o que é prioridade, eliminar o que não pode ser feito e escolher o que pode ser feito rapidamente.

    Tenha ideias

    Quando você estiver entediado, pense em ideias para o trabalho. Faça brainstorms. Abra um editor de texto, ou um aplicativo de desenhar, e comece a escrever o que vier à cabeça. Pode parecer uma ideia besta na hora, mas se bem trabalhada pode virar algo grande mais para frente.

    Exercite o cérebro

    Angry Birds é bastante divertido, sem dúvidas, mas alguns outros jogos podem ajudar a fazer o cérebro trabalhar melhor. Palavras cruzadas, Sudoku, ou até mesmo o clássico Tetris, entre outros jogos de quebra-cabeça e de lógica, são conhecidos por ajudar a expandir o cérebro.

    Fonte: Olhar Digital

  • Quatro dicas para empresas garantirem a segurança de smartphones


    15 de março de 2012

    Muitos CIOs e CSOs já pararam de resistir ao uso dos dispositivos móveis nas organizações que gerenciam. Em vez disso estão empregando suas energias de outra forma: descobrir como aceitar que smartphones e tablets, iOS e Android, estão tornando-se rapidamente dispositivos de negócios.

    Além de muito apelativos, aparelhos como o iPhone também são capazes cada vez mais de responder às necessidades de segurança e gestão nas empresas. A revolução dos PC, há 25 anos, obscureceu a distinção entre “trabalho” e “ambiente pessoal”. Hoje, os dispositivos móveis estão em linha com a TI empresarial, diluindo ainda mais essas fronteiras.

    Mas questões de segurança são ainda uma preocupação central na maioria das organizações. A gestão de dispositivos móveis pode ser feita a partir de uma matriz de quatro classes em que são consideradas a maioria das necessidades de segurança empresariais.

    É preciso ter em mente que a mobilidade está em mutação. As obrigações de segurança podem variar, mas é possível ajustar a estratégia para smartphones conforme essas categorias. As recomendações são baseadas apenas no que já está disponível hoje. Espera-se, entretanto, que os fabricantes continuem a melhorar os seus produtos.

    Que categoria de segurança será mais adequada?
    Muitas histórias assustadoras sobre a segurança dos smartphones assumem a necessidade de manter estes dispositivos sob normas quase militares. A maioria das empresas não exige níveis de segurança muito elevados para todos os usuários. Afinal, as empresas tanto podem suportar funcionários envolvidos em negociações sensíveis, como aqueles para os quais não há nenhuma necessidade de acesso a dados empresariais vitais.

    Na prática, a estratégia de segurança dos dispositivos móveis deve refletir essa diversidade interna. A verdade universal sobre a mobilidade é que uma solução única não satisfaz todos os conjuntos de necessidades.

    Empresas dos setores da defesa e da área financeira já descobriram como dar suporte a iPhones e a iPads, apesar das suas maiores necessidades de segurança. O Bank of America e o Citigroup são exemplos disso. Normalmente, exigem uma mistura das quatro categorias descritas abaixo.

    Categoria 1: engloba informações comerciais de rotina
    Motoristas de caminhões, representantes de vendas, funcionários de vendas, designers gráficos, programadores, pessoal de manutenção etc, raramente lidam com informação muito sensível do ponto de vista pessoal ou legal.

    Se um smartphone usado por um desses profissionais for perdido ou roubado, o impacto passa apenas pela necessidade de reconstrução de alguns dados, e garantia de que os serviços de comunicação serão suspensos. Há também o risco do ladrão ter acesso à conta de e-mail do funcionário, razão pela qual é necessário mudar imediatamente os dados de autenticação no servidor. Os mecanismos de segurança recomendáveis incluem o uso de um PIN autorizar a utilização do dispositivo.

    Boas, mas não essenciais, as práticas de segurança e de gestão de capacidades englobam a utilização de processos de expiração de passwords e requisitos complexos para obtenção das mesmas.

    É importante garantir também a possibilidade de apagar os dados do dispositivo, remotamente, associada a uma política de eliminação de dados após certo número de tentativas.

    Categoria 2: informações importantes ao negócio
    Gestores de vendas, veterinários, assistentes pessoais, consultores de gestão, professores, editores, operadores de vídeo, programadores, gestores de nível médio – as pessoas com estas funções ou profissões têm acesso a alguma informação pessoal e financeira que não chega a destruir uma empresa se for roubada, mas pode causar danos financeiros e de imagem. Têm acesso também a alguns sistemas internos através de passwords que poderão ser usadas por pessoas mal intencionadas. Portanto, melhor prevenir que remediar.

    Se o smartphone for perdido ou roubado, o esforço para minimizar as falhas de segurança vai além da eliminação de informação e exigem alteração das senhas usadas. Pode exigir também informar aos parceiros de negócios sobre o ocorrido, e perder vantagens competitivas no curto prazo.

    As capacidades necessárias de segurança e gestão incluem o uso de uma senha forte para o dispositivo, processos de expiração dessas senhas, a possibilidade de eliminação de dados remotamente, e encriptação SSL de e-mail e outros dados. A eliminação de dados após certo número de tentativas de autenticação erradas também é uma política importante.

    Não é essencial que sejam usadas redes VPN, e/ou a autenticação por dois fatores para acesso a dados e sistemas de armazenamento. Mas a criptografia no próprio dispositivo pode ser muito útil se disponível.

    Categoria 3: informações comerciais confidenciais
    Funcionários financeiros, auditores, banqueiros, médicos, pessoal de RH, advogados, agentes reguladores, gestores de produto, investigadores, gestores de divisões, altos gestores de TI, gestores de marketing e chefes de vendas, executivos na maioria das empresas, e todos os seus assistentes – estes profissionais trabalham com informações muito sigilosas (legais, financeiras, de produtos e de RH).

    E geralmente têm acesso aos principais sistemas internos de armazenamento de dados. Se os seus dispositivos forem perdidos ou roubados, pode haver sérias consequências financeiras: devido a custos de notificação dos visados pela fuga de informação de identificação pessoal; e perdas competitivas se detalhes sobre as negociações comerciais, de salários dos RH, ou dados semelhantes forem revelados.

    As capacidades necessárias de segurança e gestão incluem a exigência de senhas complexas para usar o dispositivo, um sistema de expiração de passwords, a capacidade de eliminar dados por via remota, conjugada com limites de tentativas de autenticação. Envolve também a utilização de encriptação SSL de e-mail e de outros, além do uso de redes VPN e, ou, sistemas de autenticação de dois factores para acesso aos sistemas e dados sensíveis.

    A utilização da encriptação no dispositivo de criptografia, também é essencial. Menos importante, será o controlo de acesso a redes específicas, ou a capacidade de desligar a câmara, e o controlo sobre a instalação de aplicações.

    Categoria 4: fornecer informações altamente sigilosas
    Fornecedores da defesa, espiões, polícias, diplomatas, militares, responsáveis políticos e assistentes – as pessoas com essas profissões e funções trabalham com informações confidenciais, cuja exposição pode colocar vidas em risco.

    Os seus dispositivos devem suportar a utilização de passwords complexas, sistemas de passwords expiráveis, a eliminação remota de informação, a encriptação com nível militar, de dados de email e outros. Os processos de eliminação de informação depois de falhadas as tentativas de autenticação devem ser de nível militar.

    E os dispositivos devem usar redes de acesso por VPN a sistemas internos, além de suportarem autenticação de dois fatores físicos. O dispositivo também deve suportar encriptação de grau militar no próprio equipamento e as normas MIME e FIPS 140. Deve possibilitar também o controle e o bloqueio discreto sobre o acesso à redes e a instalação de aplicações.

    Fonte: IDGNow

  • Cinco tendências entre os smartphones no Mobile World Congress 2012


    29 de fevereiro de 2012

    Grandes fabricantes de smartphones como a High Tech Computer (HTC) e LG Electronics estão tentando dar a volta por cima após tempos difíceis, e esperam conseguir isso colocando processadores quad-core e imensas telas de alta-definição em produtos que foram mostrados durante o Mobile World Congress, feira de telecomunicações que acontece entre os dias 27 de fevereiro e 1 de março em Barcelona.

    Veja a seguir as cinco principais tendências de hardware nesta edição da feira

    Processadores quad-core

    Se você quer competir entre os smartphones Android top de linha em 2012, um processador quad-core é essencial. Durante o MWC a LG anunciou o Optimus 4X HD, a HTC o One X e a ZTE o Era. Todos os aparelhos tem um processador Nvidia Tegra 3.

    A Huawei Tecnologies desenvolveu seu próprio processador quad-core, o K3V2, para uso em seus aparelhos Ascend D Quad e Ascend D Quad XL que, espera a empresa, a ajudará a competir do mercado high-end.

    Embora o uso destes processadores resulte em melhor desempenho em tarefas que exigem alto desempenho como jogos em 3D, o poder extra nem sempre é necessário, então os novos chips tem modos de baixo consumo para aumentar a autonomia da bateria. O processador Tegra 3, por exemplo, tem além dos seus quatro núcleos um quinto processador auxiliar de baixo consumo, que é usado para dar conta de tarefas como chamadas, e-mail e reprodução de músicas, disse a LG.

    Telas grandes de alta-definição

    Além de um processador poderoso, uma tela grande é outro item que parece essencial entre os novos modelos. O LG Optimus 4X HD e o HTC One X tem telas de 4.7 polegadas com resolução de 1280 x 720 pixels. É a mesma resolução adotada pela Huawei no Ascend D Quad e Ascend D Quad XL, embora eles usem telas um pouco menores, de 4.5 polegadas.

    Um número cada vez maior de fabricantes está fazendo experiências para determinar se há entre os consumidores interesse por produtos com telas ainda maiores. A LG está demonstrando na feita o Optimus Vu, um misto de smartphone e tablet com uma tela de 5 polegadas (como o Samsung Galaxy Note) em proporção 4:3.

    NFC

    Para que a tecnologia de pagamentos móveis via NFC (Near Field Communications, ou Comunicação por proximidade) se torne um sucesso, os consumidores terão de poder escolher entre um grande número de smartphones compatíveis, e eles estão lentamente chegando ao mercado. No Mobile World Congress a Acer, Huawei, LG, Nokia, Orange, Samsung e ZTE anunciaram aparelhos equipados com a tecnologia NFC.

    A disponibilidade de aparelhos irá incentivar o uso de aplicativos, primeiro coisas mais simples como propagandas e cupons de desconto, e mais tarde sistemas de pagamento, diz Sandy Shen, gerente de pesquisas no Gartner. O maior empecilho para os pagamentos via NFC é mudar o comportamento do usuário, o que normalmente demora muito mais do que a implantação de uma infraestrutura ou dos aparelhos, disse ela.

    LTE (4G)

    Assim como o NFC, smartphones com LTE estão se tornando muito mais comuns. Novos produtos incluem dois aparelhos da ZTE, o N910 e o PF200, e dois da LG, o Optimus Vu e o Optimus LTE Tag. O objetivo da LG é ter a maior variedade de aparelhos LTE em toda a indústria em 2012, disse um representante da empresa.

    Entretanto, o LTE não é sequer uma opção em alguns smartphones por causa do processador usado. Por exemplo, smartphones baseados no processador Nvidia Tegra 3 a princípio não terão suporte a LTE. Como resultado, a versão norte-americana do HTC One X vai usar um processador dual-core da Qualcomm, que suporte LTE, em vez do Tegra 3 quad-core. Mas a NVidia anunciou parcerias com fabricantes de modems como a GCT Semiconductor e a Renesas Mobile para mudar isto.

    Embora o LTE tenha se tornado um recurso “essencial” nos EUA, não é tão importante em outras regiões devido à ausência de redes nestes padrão. Na Europa, por exemplo, há poucos fabricantes interessados em lançamentos nos poucos mercados onde o serviço comercial está disponível. A LG diz que irá lançar smartphones com LTE na Europa “durante 2012”. Não há redes LTE (e portanto aparelhos LTE) em operação no Brasil.

    Smartphones baratos

    Embora os smartphones mais caros chamem a atenção, há uma grande batalha pela atenção dos consumidores que não querem, ou não podem, ter um aparelho com um processador quad-core e tela de 4.7 polegadas.

    No Mobile World Congress a Nokia anunciou o Lumia 610, um smartphone com o sistema operacional Windows Phone que irá custar cerca de US$ 250 (sem subsídios) e estará disponível no segundo trimestre. A Nokia terá de competir com a ZTE e seu Orbit, que será outra opçãode baixo custo para os consumidores que querem um Windows Phone.

    A Intel também está de olho neste mercado, e anunciou uma versão de baixo custo de seu processador “Medfield” para smartphones, o Z2000. O chip roda a 1 GHz, e os primeiros aparelhos nele baseados devem chegar ao mercado no início de 2013 com um preço estimado em US$ 150 sem subsídios, segundo Paul Otellini, CEO da Intel.

  • Cinco dicas para não estourar o plano de dados no celular


    17 de agosto de 2011

    São grandes as chances de que você não tenha um plano de dados ilimitado. Há alguns anos, os pacotes do tipo “consuma tudo o que puder” eram comuns, no entanto eles estão desaparecendo rapidamente. E mesmo que não haja um limite propriamente dito, existem algumas barreiras muito comuns, como as limitações de velocidade: quanto mais dados são consumidos, mais a velocidade de navegação é reduzida.

    Sendo assim, o que um usuário viciado em internet móvel deve fazer?  Na verdade, é uma questão do que “não fazer”. Separamos cinco “nãos” mais importantes para evitar sustos com a conta de telefone no final do mês.

    1. Não seja um viciado em vídeos

    Este fato é absolutamente irrefutável: fazer streaming de vídeos é uma das maneiras mais rápidas de consumir seu plano de dados. Por exemplo, assistir a um filme de 90 minutos de duração através de serviços como o Netflix consome 225MB de dados. Se o plano for de 200MB, você irá esgotá-lo antes dos momentos finais do filme.

    Existem muitos outros sites que também fazem bons estragos na navegação móvel. Os mais famosos são o YouTube e o Facebook, com aqueles vídeos da festa da noite passada que você está tão ansioso para ver. Mas independente da fonte ou da vontade de assistir, espere até voltar para uma rede Wi-Fi.

    Esse conselho se aplica a outros apps com conteúdo audiovisial também. Uma vídeochamada de uma hora pode consumir cerca de 450MB de dados. Um aplicativo de webcam remota que funciona como câmera de segurança (para você observar sua casa quando estiver longe) também pode comer preciosos megabytes.

    2. Não troque o cartão de memória pelo streaming

    A música é outro vilão do consumo de dados. Utilizar um aplicativo de streaming de música enquanto faz sua corrida matinal ou a caminho do trabalho pode consumir toda a cota do plano em um piscar de olhos.

    Para se ter uma ideia, 10 minutos de música a partir de uma conexão 3G consomem, em média, 4MB de dados. Pode não parecer muito, mas são 24MB por hora, e em apenas oito seu plano de 200 MB irá pelos ares. Uma dica para quem não quer abrir mão do streaming é baixar a qualidade da transmissão de áudio para economizar nos dados. Se sua rádio online tem a opção de múltiplas qualidades de transmissão, prefira a baixa (geralmente 32 Kb/s).

    O ideal é que você copie suas músicas favoritas para um cartão de memória e ouça elas no caminho para o trabalho ou na academia. Assim você não consome dados, e não abre mão da trilha sonora. Sim, dá um pouco mais de trabalho fazer uma seleção, mas em um cartão de memória de 16 GB você pode armazenar literalmente milhares de faixas.

    3. Não dependa de mapas em tempo real

    Versões mais recentes do Google Maps podem armazenar alguns mapas no cartão de memória de seu aparelho, evitando o uso da rede para baixá-los, mas se você estiver procurando por uma nova rota não planejada anteriormente, ele provavelmente terá que se conectar a um servidor para buscar a informação necessária, consumindo dados.

    Apps de rastreamento, utilizados para encontrar aparelhos roubados ou perdidos, também podem utilizar grandes quantidades de dados, dependendo dos recursos que oferecem. E apps de segurança, que enviam informações sobre a segurança de um bairro consultando o número de ocorrências policiais no local, precisam comparar sua localização com um banco de dados remoto, e isso é feito pela internet.

    Na hora de dirigir, é possível chegar até seu destino sem utilizar a internet móvel. Aplicações de navegação de fabricantes de GPS como a TomTom e a Navigon possuem mapas e pontos de interesse pré-definidos, que são armazenados na memória do aparelho e não dependem de conexão à internet. O efeito colateral dessa economia de dados é o tamanho dos aplicativos de GPS, que são imensos, e ocupam muito espaço no celular.

    Se você precisa mesmo usar mapas e prefere uma solução gratuita (mas que depende de dados) como o Google Maps Navigation em vez do TomTom ou Navigon, há algumas formas de economizar no consumo de dados. Evite usar a visão “de satélite” no mapa, bem como informações de trânsito em tempo real e o “Street View”, que dá uma visão em primeira pessoa da rua.

    4. Não abuse dos games

    Não é surpresa de que jogos multiplayer online com gráficos pesados consomem uma grande quantidade de dados com uma velocidade incrivel. Porém, ninguém suspeitaria que um jogo simples como Angry Birds pudesse aumentar as tarifas no fim do mês. Isso acontece porque muitas versões gratuitas desses jogos trazem anúncios, que chegam ao celular via internet. Além disso, ao alcançar uma pontuação alta grande parte dos jogadores quer compartilhar seu feito, e essa informação também chega ao servidores por meio de uma conexão.

    5. Não compartilhe tanto

    Dividir as coisas é muito bom, no entanto se você capturou a foto mais linda de sua filha ou descobriu o video mais bonito da cidade, não é preciso compartilhá-lo imediatamente. Não poste no Facebook, YouTube ou envie como anexo de e-mail. Acalme-se e repita: o Wi-Fi é seu amigo. De acordo com informações da operadora norte-americana AT&T, com um plano de 200MB por mês os usuários podem fazer o upload de 50 fotos.

    No entanto, caso você já tenha assistido a vídeos, jogado games e baixado diversos mapas, o limite para fotos é ainda menor. E sem um hotspot, enviar vídeos é a sentença de morte do plano de dados.

    Fique ligado no consumo

    Controlar o consumo de dados durante o mês não é tão complicado quanto parece – não é preciso converter kilobytes para megabytes e multiplicar por gigabytes. Apenas verifique com sua operadora: grande parte delas oferece ferramentas online para monitorar o uso da internet móvel, e a maioria dos smartphones possui ferramentas ou aplicativos de contagem de dados. Pode parecer um pouco chato, mas é melhor do que uma surpresa desagrável no dia da fatura.

    Fonte: PCWorld

  • 5 conselhos para proteger seu aparelho Android


    14 de julho de 2011

    À medida que mais pragas surgem para atacar a plataforma Android, é preciso aumentar a atenção com a segurança de seu smartphone ou tablet. Eles são, essencialmente, computadores e, assim como todas as máquinas, também estão sujeitos às armadilhas de códigos maliciosos.

    A seguir, veja as cinco dicas que elaboramos para que você mantenha seu dispositivo longe dos malwares.

    1 – Pesquise

    Procure se informar a respeito do desenvolvedor do aplicativo que queira baixar. Ele tem seu próprio site? E os outros programas, também são confiáveis? Se não for o caso, é melhor desistir do download. Leia as análises, mas lembre-se que as opiniões publicadas na Android Market nem sempre são fidedignas. O melhor é procurar em outros portais – principalmente os de reputação – o que se fala sobre os softwares.

    2 – Permissões

    Sempre que baixar um programa ou atualizá-lo, você verá a lista de permissões que ele exige pra ser instalado. Preste atenção: um alarme, provavelmente, não precisa de acesso aos seus contatos. A questão é simples. Se um software pedir por mais do que precise, é melhor deixá-lo de lado.

    3 – Evite instalar pacotes

    Quando o Angry Birds chegou ao Android, você poderia baixá-lo a partir de uma loja alternativa e instalá-lo com um arquivo APK. Embora o jogo, obviamente, não seja um malware, não é recomendado carregar essa extensão a partir de sites não oficiais. Na maioria dos casos, você não saberá o que há neles e, quando souber, talvez seja tarde demais.

    4 – Antivírus

    Proteja seu smartphones com um software antivírus. Há empresas renomadas que os oferecem, e alguns são gratuitos. O Lookout Mobile, por exemplo, faz uma varredura no sistema para garantir que nenhuma praga o está corrompendo. Além disso, programas do tipo, em geral, possuem uma ferramenta para localizar o celular em caso de perda ou mesmo para apagar dados pessoais.

    5 – Scams

    Acredite ou não, seu smartphone é alvo de phishing scams, sites maliciosos e downloads não requisitados, tal qual seu PC. Portais suspeitos costumam pedir informações pessoais do usuário, mas piores são aqueles que instalam, automaticamente, um malware no sistema e, a partir daí, obtêm o que querem.

    Se você seguir esses passos simples – e sempre mantiver um olhar atento sobre o aparelho -, estará em melhores condições de aproveitar todo o potencial de seu smartphone.

    Fonte: IDGNow

  • 5 maneiras de proteger seu smartphone contra hackers


    2 de junho de 2011

    Pegar o smartphone, baixar uns aplicativos e relaxar com uma xícara de café. Parece ótimo, certo? Porém, antes de aproveitar a facilidade, talvez seja melhor olhar um pouco o lado mais assustador do mundo dos dispositivos móveis: a vulnerabilidade dos smartphones aos hackers.

    Um novo relatório da McAfee, empresa fabricante de softwares antivírus, afirma que, por causa das redes cada vez mais seguras, os hackers começaram a procurar novos alvos, e, no momento, as lojas de aplicativos para dispositivos móveis são a opções mais tentadoras.

    Pelo fato de o Android Market ser menos controlado do que a App Store da Apple, os pesquisadores de segurança observaram um aumento no número de ataques contra essa primeira plataforma este ano, a partir das lojas de aplicativos. Com exceção de celulares mais antigos com Symbian, os dispositivos Android foram o maior alvo de ataques nos últimos três meses deste ano, de acordo com o documento.

    Adam Wostowsky, pesquisador da McAfee que trabalhou nesse relatório, fez algumas sugestões que podem ajudar os usuários a evitar arapucas virtuais, e comportamentos que evitam dores de cabeça futuras.

    1 – Não faça jailbreak no seu iPhone

    O controle excessivo da Apple sobre o smartphone e os aplicativos de sua loja é um dos pontos fortes da plataforma. No entanto, possuir um aparelho que delega todo esse controle para uma outra pessoa assombra alguns usuários que “destravaram” seus aparelhos.

    Fique atento: fazer o jailbreak, utilizando software baixado da Internet que altera e abre o sistema operacional do iPhone deixa o celular vulnerável a diversos ataques, que seriam evitados se o celular continuasse travado.

    2 – Operações bancárias só com apps autorizados

    Online banking e pagamento de contas são uma grande conveniência, e a possibilidade de fazer essas operações a partir de um dispositivo móvel torna ainda mais prática a antiga ida ao banco. Caso opte por essa facilidade, somente utilize aplicativos oferecidos pela instituição financeira, alerta Wostowsky. Caso contrário, o usuário pode mais tarde se dirigir a um caixa eletrônico e descobrir que sua conta foi completamente zerada.

    3 – Somente baixe aplicativos populares

    Isso pode parecer um pouco estranho, mas há uma razão para isso; apps que foram baixados muitas vezes tendem a não estar infectados. Por essa razão, vale mais a pena optar por esse tipo de aplicação – se o usuário acredita na sabedoria da grande massa.

    Wostowsky disse que a margem de segurança é por volta de 150 mil downloads, além de outras confirmações que podem ser obtidas pela leitura dos comentários; apps desse tipo no iTunes são vetados pela Apple, mas isso não significa que o time de análise não pode deixar escapar um ou outro, logo este é um conselho para todas as plataformas.

    4 – Faça download de empresas de boa reputação

    Se estiver incerto a respeito de um app, faça uma rápida busca pelo nome da empresa que desenvolveu o aplicativo. Caso encontre resultados com um bom número de aplicações com bons comentários e muitos downloads, as chances de honestidade são maiores.

    5 – Fique de olho nas suas contas

    Alguns apps “vampiros” fazem coisas como executar chamadas para números no exterior ou enchem a conta bancária de diversos sites às suas custas. Geralmente essas ligações acontecem em segundo plano ou em momentos em que o usuário não percebe que o celular está fazendo alguma coisa.

    Mesmo se não tiver sido infectado, você pode sem querer ter assinado um serviço indesejável, como aquelas cobranças mensais por ringtones, por exemplo. Por isso, verifique constantemente sua conta; é rápido e evita sustos no fim do mês.

    Fonte: CIO

  • 5 dicas para blindar seu smartphone


    28 de março de 2011

    A massificação do uso de aparelhos como smartphones e tablets traz um desafio: a segurança. Por isto, listamos aqui cinco dicas fundamentais para evitar que esses aparelhos sejam infectados por vírus.

    1) Não modifique o sistema

    Evite os procedimentos de desbloqueios não-oficiais, como o Jail Break do iPhone e versões modificadas de firmware (sistema operacional do smartphone ou tablet). Além de causarem perda da garantia, as alterações podem incluir vírus ou programas que permitem o controle remoto do aparelho.

    2) Cuidado com o Bluetooth

    Só habilite a função Bluetooth durante o período em que o recurso for utilizado. Altere a identificação e a senha configuradas como padrão pelo aparelho. Já foram descobertas falhas em alguns aparelhos que permitem o roubo de dados e envio de arquivos sem autorização. Atenção para o uso de senhas padrões que facilitam o acesso de hackers. Elas são as primeiras a serem tentadas.

    3) Instale aplicativos confiáveis

    Procure instalar aplicativos a partir de fontes confiáveis em sites oficiais dos fabricantes como a iTunes Store, para o iPhone, e o Android Market para dispositivos que utilizam Android. Todos os sistemas possuem uma lista oficial de softwares confiáveis. O aplicativo pode, uma vez instalado, acessar informações importantes do telefone, efetuar chamadas e enviar dados por meio da internet. Por isso, é muito importante instalar somente aplicativos nos quais você confie, de preferência por indicação de alguém que já seja usuário.

    4) Navegue de forma segura

    Mantenha o mesmo nível de segurança do seu desktop ou notebook ao navegar na web. Evite sites que você também não acessaria a partir do computador pessoal. Sites com vírus podem ser preparados para infectar somente smartphones. Durante o acesso, é possível identificar qual é o tipo de aparelho do visitante e tentar ataques específicos para cada tipo de equipamento.

    5) Use senha para bloquear o teclado

    Poucos minutos longe do smartphone ou tablet já são suficientes para o acesso a dados importantes ou instalação de programas maliciosos. Além disso, caso você perca o aparelho ou ele seja roubado, a lista de contatos não será utilizada para o golpe do sequestro falso. A segurança física é tão importante quanto a tecnológica.

    Fonte: Computer World