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Quatro dicas para empresas garantirem a segurança de smartphones
15 de março de 2012
Muitos CIOs e CSOs já pararam de resistir ao uso dos dispositivos móveis nas organizações que gerenciam. Em vez disso estão empregando suas energias de outra forma: descobrir como aceitar que smartphones e tablets, iOS e Android, estão tornando-se rapidamente dispositivos de negócios.
Além de muito apelativos, aparelhos como o iPhone também são capazes cada vez mais de responder às necessidades de segurança e gestão nas empresas. A revolução dos PC, há 25 anos, obscureceu a distinção entre “trabalho” e “ambiente pessoal”. Hoje, os dispositivos móveis estão em linha com a TI empresarial, diluindo ainda mais essas fronteiras.
Mas questões de segurança são ainda uma preocupação central na maioria das organizações. A gestão de dispositivos móveis pode ser feita a partir de uma matriz de quatro classes em que são consideradas a maioria das necessidades de segurança empresariais.
É preciso ter em mente que a mobilidade está em mutação. As obrigações de segurança podem variar, mas é possível ajustar a estratégia para smartphones conforme essas categorias. As recomendações são baseadas apenas no que já está disponível hoje. Espera-se, entretanto, que os fabricantes continuem a melhorar os seus produtos.
Que categoria de segurança será mais adequada?
Muitas histórias assustadoras sobre a segurança dos smartphones assumem a necessidade de manter estes dispositivos sob normas quase militares. A maioria das empresas não exige níveis de segurança muito elevados para todos os usuários. Afinal, as empresas tanto podem suportar funcionários envolvidos em negociações sensíveis, como aqueles para os quais não há nenhuma necessidade de acesso a dados empresariais vitais.Na prática, a estratégia de segurança dos dispositivos móveis deve refletir essa diversidade interna. A verdade universal sobre a mobilidade é que uma solução única não satisfaz todos os conjuntos de necessidades.
Empresas dos setores da defesa e da área financeira já descobriram como dar suporte a iPhones e a iPads, apesar das suas maiores necessidades de segurança. O Bank of America e o Citigroup são exemplos disso. Normalmente, exigem uma mistura das quatro categorias descritas abaixo.
Categoria 1: engloba informações comerciais de rotina
Motoristas de caminhões, representantes de vendas, funcionários de vendas, designers gráficos, programadores, pessoal de manutenção etc, raramente lidam com informação muito sensível do ponto de vista pessoal ou legal.Se um smartphone usado por um desses profissionais for perdido ou roubado, o impacto passa apenas pela necessidade de reconstrução de alguns dados, e garantia de que os serviços de comunicação serão suspensos. Há também o risco do ladrão ter acesso à conta de e-mail do funcionário, razão pela qual é necessário mudar imediatamente os dados de autenticação no servidor. Os mecanismos de segurança recomendáveis incluem o uso de um PIN autorizar a utilização do dispositivo.
Boas, mas não essenciais, as práticas de segurança e de gestão de capacidades englobam a utilização de processos de expiração de passwords e requisitos complexos para obtenção das mesmas.
É importante garantir também a possibilidade de apagar os dados do dispositivo, remotamente, associada a uma política de eliminação de dados após certo número de tentativas.
Categoria 2: informações importantes ao negócio
Gestores de vendas, veterinários, assistentes pessoais, consultores de gestão, professores, editores, operadores de vídeo, programadores, gestores de nível médio – as pessoas com estas funções ou profissões têm acesso a alguma informação pessoal e financeira que não chega a destruir uma empresa se for roubada, mas pode causar danos financeiros e de imagem. Têm acesso também a alguns sistemas internos através de passwords que poderão ser usadas por pessoas mal intencionadas. Portanto, melhor prevenir que remediar.Se o smartphone for perdido ou roubado, o esforço para minimizar as falhas de segurança vai além da eliminação de informação e exigem alteração das senhas usadas. Pode exigir também informar aos parceiros de negócios sobre o ocorrido, e perder vantagens competitivas no curto prazo.
As capacidades necessárias de segurança e gestão incluem o uso de uma senha forte para o dispositivo, processos de expiração dessas senhas, a possibilidade de eliminação de dados remotamente, e encriptação SSL de e-mail e outros dados. A eliminação de dados após certo número de tentativas de autenticação erradas também é uma política importante.
Não é essencial que sejam usadas redes VPN, e/ou a autenticação por dois fatores para acesso a dados e sistemas de armazenamento. Mas a criptografia no próprio dispositivo pode ser muito útil se disponível.
Categoria 3: informações comerciais confidenciais
Funcionários financeiros, auditores, banqueiros, médicos, pessoal de RH, advogados, agentes reguladores, gestores de produto, investigadores, gestores de divisões, altos gestores de TI, gestores de marketing e chefes de vendas, executivos na maioria das empresas, e todos os seus assistentes – estes profissionais trabalham com informações muito sigilosas (legais, financeiras, de produtos e de RH).E geralmente têm acesso aos principais sistemas internos de armazenamento de dados. Se os seus dispositivos forem perdidos ou roubados, pode haver sérias consequências financeiras: devido a custos de notificação dos visados pela fuga de informação de identificação pessoal; e perdas competitivas se detalhes sobre as negociações comerciais, de salários dos RH, ou dados semelhantes forem revelados.
As capacidades necessárias de segurança e gestão incluem a exigência de senhas complexas para usar o dispositivo, um sistema de expiração de passwords, a capacidade de eliminar dados por via remota, conjugada com limites de tentativas de autenticação. Envolve também a utilização de encriptação SSL de e-mail e de outros, além do uso de redes VPN e, ou, sistemas de autenticação de dois factores para acesso aos sistemas e dados sensíveis.
A utilização da encriptação no dispositivo de criptografia, também é essencial. Menos importante, será o controlo de acesso a redes específicas, ou a capacidade de desligar a câmara, e o controlo sobre a instalação de aplicações.
Categoria 4: fornecer informações altamente sigilosas
Fornecedores da defesa, espiões, polícias, diplomatas, militares, responsáveis políticos e assistentes – as pessoas com essas profissões e funções trabalham com informações confidenciais, cuja exposição pode colocar vidas em risco.Os seus dispositivos devem suportar a utilização de passwords complexas, sistemas de passwords expiráveis, a eliminação remota de informação, a encriptação com nível militar, de dados de email e outros. Os processos de eliminação de informação depois de falhadas as tentativas de autenticação devem ser de nível militar.
E os dispositivos devem usar redes de acesso por VPN a sistemas internos, além de suportarem autenticação de dois fatores físicos. O dispositivo também deve suportar encriptação de grau militar no próprio equipamento e as normas MIME e FIPS 140. Deve possibilitar também o controle e o bloqueio discreto sobre o acesso à redes e a instalação de aplicações.
Fonte: IDGNow
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Cinco tendências entre os smartphones no Mobile World Congress 2012
29 de fevereiro de 2012
Grandes fabricantes de smartphones como a High Tech Computer (HTC) e LG Electronics estão tentando dar a volta por cima após tempos difíceis, e esperam conseguir isso colocando processadores quad-core e imensas telas de alta-definição em produtos que foram mostrados durante o Mobile World Congress, feira de telecomunicações que acontece entre os dias 27 de fevereiro e 1 de março em Barcelona.
Veja a seguir as cinco principais tendências de hardware nesta edição da feira
Processadores quad-core
Se você quer competir entre os smartphones Android top de linha em 2012, um processador quad-core é essencial. Durante o MWC a LG anunciou o Optimus 4X HD, a HTC o One X e a ZTE o Era. Todos os aparelhos tem um processador Nvidia Tegra 3.
A Huawei Tecnologies desenvolveu seu próprio processador quad-core, o K3V2, para uso em seus aparelhos Ascend D Quad e Ascend D Quad XL que, espera a empresa, a ajudará a competir do mercado high-end.
Embora o uso destes processadores resulte em melhor desempenho em tarefas que exigem alto desempenho como jogos em 3D, o poder extra nem sempre é necessário, então os novos chips tem modos de baixo consumo para aumentar a autonomia da bateria. O processador Tegra 3, por exemplo, tem além dos seus quatro núcleos um quinto processador auxiliar de baixo consumo, que é usado para dar conta de tarefas como chamadas, e-mail e reprodução de músicas, disse a LG.
Telas grandes de alta-definição
Além de um processador poderoso, uma tela grande é outro item que parece essencial entre os novos modelos. O LG Optimus 4X HD e o HTC One X tem telas de 4.7 polegadas com resolução de 1280 x 720 pixels. É a mesma resolução adotada pela Huawei no Ascend D Quad e Ascend D Quad XL, embora eles usem telas um pouco menores, de 4.5 polegadas.
Um número cada vez maior de fabricantes está fazendo experiências para determinar se há entre os consumidores interesse por produtos com telas ainda maiores. A LG está demonstrando na feita o Optimus Vu, um misto de smartphone e tablet com uma tela de 5 polegadas (como o Samsung Galaxy Note) em proporção 4:3.
NFC
Para que a tecnologia de pagamentos móveis via NFC (Near Field Communications, ou Comunicação por proximidade) se torne um sucesso, os consumidores terão de poder escolher entre um grande número de smartphones compatíveis, e eles estão lentamente chegando ao mercado. No Mobile World Congress a Acer, Huawei, LG, Nokia, Orange, Samsung e ZTE anunciaram aparelhos equipados com a tecnologia NFC.
A disponibilidade de aparelhos irá incentivar o uso de aplicativos, primeiro coisas mais simples como propagandas e cupons de desconto, e mais tarde sistemas de pagamento, diz Sandy Shen, gerente de pesquisas no Gartner. O maior empecilho para os pagamentos via NFC é mudar o comportamento do usuário, o que normalmente demora muito mais do que a implantação de uma infraestrutura ou dos aparelhos, disse ela.
LTE (4G)
Assim como o NFC, smartphones com LTE estão se tornando muito mais comuns. Novos produtos incluem dois aparelhos da ZTE, o N910 e o PF200, e dois da LG, o Optimus Vu e o Optimus LTE Tag. O objetivo da LG é ter a maior variedade de aparelhos LTE em toda a indústria em 2012, disse um representante da empresa.
Entretanto, o LTE não é sequer uma opção em alguns smartphones por causa do processador usado. Por exemplo, smartphones baseados no processador Nvidia Tegra 3 a princípio não terão suporte a LTE. Como resultado, a versão norte-americana do HTC One X vai usar um processador dual-core da Qualcomm, que suporte LTE, em vez do Tegra 3 quad-core. Mas a NVidia anunciou parcerias com fabricantes de modems como a GCT Semiconductor e a Renesas Mobile para mudar isto.
Embora o LTE tenha se tornado um recurso “essencial” nos EUA, não é tão importante em outras regiões devido à ausência de redes nestes padrão. Na Europa, por exemplo, há poucos fabricantes interessados em lançamentos nos poucos mercados onde o serviço comercial está disponível. A LG diz que irá lançar smartphones com LTE na Europa “durante 2012”. Não há redes LTE (e portanto aparelhos LTE) em operação no Brasil.
Smartphones baratos
Embora os smartphones mais caros chamem a atenção, há uma grande batalha pela atenção dos consumidores que não querem, ou não podem, ter um aparelho com um processador quad-core e tela de 4.7 polegadas.
No Mobile World Congress a Nokia anunciou o Lumia 610, um smartphone com o sistema operacional Windows Phone que irá custar cerca de US$ 250 (sem subsídios) e estará disponível no segundo trimestre. A Nokia terá de competir com a ZTE e seu Orbit, que será outra opçãode baixo custo para os consumidores que querem um Windows Phone.
A Intel também está de olho neste mercado, e anunciou uma versão de baixo custo de seu processador “Medfield” para smartphones, o Z2000. O chip roda a 1 GHz, e os primeiros aparelhos nele baseados devem chegar ao mercado no início de 2013 com um preço estimado em US$ 150 sem subsídios, segundo Paul Otellini, CEO da Intel.
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Cinco dicas para não estourar o plano de dados no celular
17 de agosto de 2011
São grandes as chances de que você não tenha um plano de dados ilimitado. Há alguns anos, os pacotes do tipo “consuma tudo o que puder” eram comuns, no entanto eles estão desaparecendo rapidamente. E mesmo que não haja um limite propriamente dito, existem algumas barreiras muito comuns, como as limitações de velocidade: quanto mais dados são consumidos, mais a velocidade de navegação é reduzida.
Sendo assim, o que um usuário viciado em internet móvel deve fazer? Na verdade, é uma questão do que “não fazer”. Separamos cinco “nãos” mais importantes para evitar sustos com a conta de telefone no final do mês.
1. Não seja um viciado em vídeos
Este fato é absolutamente irrefutável: fazer streaming de vídeos é uma das maneiras mais rápidas de consumir seu plano de dados. Por exemplo, assistir a um filme de 90 minutos de duração através de serviços como o Netflix consome 225MB de dados. Se o plano for de 200MB, você irá esgotá-lo antes dos momentos finais do filme.
Existem muitos outros sites que também fazem bons estragos na navegação móvel. Os mais famosos são o YouTube e o Facebook, com aqueles vídeos da festa da noite passada que você está tão ansioso para ver. Mas independente da fonte ou da vontade de assistir, espere até voltar para uma rede Wi-Fi.
Esse conselho se aplica a outros apps com conteúdo audiovisial também. Uma vídeochamada de uma hora pode consumir cerca de 450MB de dados. Um aplicativo de webcam remota que funciona como câmera de segurança (para você observar sua casa quando estiver longe) também pode comer preciosos megabytes.
2. Não troque o cartão de memória pelo streaming
A música é outro vilão do consumo de dados. Utilizar um aplicativo de streaming de música enquanto faz sua corrida matinal ou a caminho do trabalho pode consumir toda a cota do plano em um piscar de olhos.
Para se ter uma ideia, 10 minutos de música a partir de uma conexão 3G consomem, em média, 4MB de dados. Pode não parecer muito, mas são 24MB por hora, e em apenas oito seu plano de 200 MB irá pelos ares. Uma dica para quem não quer abrir mão do streaming é baixar a qualidade da transmissão de áudio para economizar nos dados. Se sua rádio online tem a opção de múltiplas qualidades de transmissão, prefira a baixa (geralmente 32 Kb/s).
O ideal é que você copie suas músicas favoritas para um cartão de memória e ouça elas no caminho para o trabalho ou na academia. Assim você não consome dados, e não abre mão da trilha sonora. Sim, dá um pouco mais de trabalho fazer uma seleção, mas em um cartão de memória de 16 GB você pode armazenar literalmente milhares de faixas.
3. Não dependa de mapas em tempo real
Versões mais recentes do Google Maps podem armazenar alguns mapas no cartão de memória de seu aparelho, evitando o uso da rede para baixá-los, mas se você estiver procurando por uma nova rota não planejada anteriormente, ele provavelmente terá que se conectar a um servidor para buscar a informação necessária, consumindo dados.
Apps de rastreamento, utilizados para encontrar aparelhos roubados ou perdidos, também podem utilizar grandes quantidades de dados, dependendo dos recursos que oferecem. E apps de segurança, que enviam informações sobre a segurança de um bairro consultando o número de ocorrências policiais no local, precisam comparar sua localização com um banco de dados remoto, e isso é feito pela internet.
Na hora de dirigir, é possível chegar até seu destino sem utilizar a internet móvel. Aplicações de navegação de fabricantes de GPS como a TomTom e a Navigon possuem mapas e pontos de interesse pré-definidos, que são armazenados na memória do aparelho e não dependem de conexão à internet. O efeito colateral dessa economia de dados é o tamanho dos aplicativos de GPS, que são imensos, e ocupam muito espaço no celular.
Se você precisa mesmo usar mapas e prefere uma solução gratuita (mas que depende de dados) como o Google Maps Navigation em vez do TomTom ou Navigon, há algumas formas de economizar no consumo de dados. Evite usar a visão “de satélite” no mapa, bem como informações de trânsito em tempo real e o “Street View”, que dá uma visão em primeira pessoa da rua.
4. Não abuse dos games
Não é surpresa de que jogos multiplayer online com gráficos pesados consomem uma grande quantidade de dados com uma velocidade incrivel. Porém, ninguém suspeitaria que um jogo simples como Angry Birds pudesse aumentar as tarifas no fim do mês. Isso acontece porque muitas versões gratuitas desses jogos trazem anúncios, que chegam ao celular via internet. Além disso, ao alcançar uma pontuação alta grande parte dos jogadores quer compartilhar seu feito, e essa informação também chega ao servidores por meio de uma conexão.
5. Não compartilhe tanto
Dividir as coisas é muito bom, no entanto se você capturou a foto mais linda de sua filha ou descobriu o video mais bonito da cidade, não é preciso compartilhá-lo imediatamente. Não poste no Facebook, YouTube ou envie como anexo de e-mail. Acalme-se e repita: o Wi-Fi é seu amigo. De acordo com informações da operadora norte-americana AT&T, com um plano de 200MB por mês os usuários podem fazer o upload de 50 fotos.
No entanto, caso você já tenha assistido a vídeos, jogado games e baixado diversos mapas, o limite para fotos é ainda menor. E sem um hotspot, enviar vídeos é a sentença de morte do plano de dados.
Fique ligado no consumo
Controlar o consumo de dados durante o mês não é tão complicado quanto parece – não é preciso converter kilobytes para megabytes e multiplicar por gigabytes. Apenas verifique com sua operadora: grande parte delas oferece ferramentas online para monitorar o uso da internet móvel, e a maioria dos smartphones possui ferramentas ou aplicativos de contagem de dados. Pode parecer um pouco chato, mas é melhor do que uma surpresa desagrável no dia da fatura.
Fonte: PCWorld
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5 conselhos para proteger seu aparelho Android
14 de julho de 2011

À medida que mais pragas surgem para atacar a plataforma Android, é preciso aumentar a atenção com a segurança de seu smartphone ou tablet. Eles são, essencialmente, computadores e, assim como todas as máquinas, também estão sujeitos às armadilhas de códigos maliciosos.
A seguir, veja as cinco dicas que elaboramos para que você mantenha seu dispositivo longe dos malwares.
1 – Pesquise
Procure se informar a respeito do desenvolvedor do aplicativo que queira baixar. Ele tem seu próprio site? E os outros programas, também são confiáveis? Se não for o caso, é melhor desistir do download. Leia as análises, mas lembre-se que as opiniões publicadas na Android Market nem sempre são fidedignas. O melhor é procurar em outros portais – principalmente os de reputação – o que se fala sobre os softwares.
2 – Permissões
Sempre que baixar um programa ou atualizá-lo, você verá a lista de permissões que ele exige pra ser instalado. Preste atenção: um alarme, provavelmente, não precisa de acesso aos seus contatos. A questão é simples. Se um software pedir por mais do que precise, é melhor deixá-lo de lado.
3 – Evite instalar pacotes
Quando o Angry Birds chegou ao Android, você poderia baixá-lo a partir de uma loja alternativa e instalá-lo com um arquivo APK. Embora o jogo, obviamente, não seja um malware, não é recomendado carregar essa extensão a partir de sites não oficiais. Na maioria dos casos, você não saberá o que há neles e, quando souber, talvez seja tarde demais.
4 – Antivírus
Proteja seu smartphones com um software antivírus. Há empresas renomadas que os oferecem, e alguns são gratuitos. O Lookout Mobile, por exemplo, faz uma varredura no sistema para garantir que nenhuma praga o está corrompendo. Além disso, programas do tipo, em geral, possuem uma ferramenta para localizar o celular em caso de perda ou mesmo para apagar dados pessoais.
5 – Scams
Acredite ou não, seu smartphone é alvo de phishing scams, sites maliciosos e downloads não requisitados, tal qual seu PC. Portais suspeitos costumam pedir informações pessoais do usuário, mas piores são aqueles que instalam, automaticamente, um malware no sistema e, a partir daí, obtêm o que querem.
Se você seguir esses passos simples – e sempre mantiver um olhar atento sobre o aparelho -, estará em melhores condições de aproveitar todo o potencial de seu smartphone.
Fonte: IDGNow
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5 maneiras de proteger seu smartphone contra hackers
2 de junho de 2011

Pegar o smartphone, baixar uns aplicativos e relaxar com uma xícara de café. Parece ótimo, certo? Porém, antes de aproveitar a facilidade, talvez seja melhor olhar um pouco o lado mais assustador do mundo dos dispositivos móveis: a vulnerabilidade dos smartphones aos hackers.
Um novo relatório da McAfee, empresa fabricante de softwares antivírus, afirma que, por causa das redes cada vez mais seguras, os hackers começaram a procurar novos alvos, e, no momento, as lojas de aplicativos para dispositivos móveis são a opções mais tentadoras.
Pelo fato de o Android Market ser menos controlado do que a App Store da Apple, os pesquisadores de segurança observaram um aumento no número de ataques contra essa primeira plataforma este ano, a partir das lojas de aplicativos. Com exceção de celulares mais antigos com Symbian, os dispositivos Android foram o maior alvo de ataques nos últimos três meses deste ano, de acordo com o documento.
Adam Wostowsky, pesquisador da McAfee que trabalhou nesse relatório, fez algumas sugestões que podem ajudar os usuários a evitar arapucas virtuais, e comportamentos que evitam dores de cabeça futuras.
1 – Não faça jailbreak no seu iPhone
O controle excessivo da Apple sobre o smartphone e os aplicativos de sua loja é um dos pontos fortes da plataforma. No entanto, possuir um aparelho que delega todo esse controle para uma outra pessoa assombra alguns usuários que “destravaram” seus aparelhos.
Fique atento: fazer o jailbreak, utilizando software baixado da Internet que altera e abre o sistema operacional do iPhone deixa o celular vulnerável a diversos ataques, que seriam evitados se o celular continuasse travado.
2 – Operações bancárias só com apps autorizados
Online banking e pagamento de contas são uma grande conveniência, e a possibilidade de fazer essas operações a partir de um dispositivo móvel torna ainda mais prática a antiga ida ao banco. Caso opte por essa facilidade, somente utilize aplicativos oferecidos pela instituição financeira, alerta Wostowsky. Caso contrário, o usuário pode mais tarde se dirigir a um caixa eletrônico e descobrir que sua conta foi completamente zerada.
3 – Somente baixe aplicativos populares
Isso pode parecer um pouco estranho, mas há uma razão para isso; apps que foram baixados muitas vezes tendem a não estar infectados. Por essa razão, vale mais a pena optar por esse tipo de aplicação – se o usuário acredita na sabedoria da grande massa.
Wostowsky disse que a margem de segurança é por volta de 150 mil downloads, além de outras confirmações que podem ser obtidas pela leitura dos comentários; apps desse tipo no iTunes são vetados pela Apple, mas isso não significa que o time de análise não pode deixar escapar um ou outro, logo este é um conselho para todas as plataformas.
4 – Faça download de empresas de boa reputação
Se estiver incerto a respeito de um app, faça uma rápida busca pelo nome da empresa que desenvolveu o aplicativo. Caso encontre resultados com um bom número de aplicações com bons comentários e muitos downloads, as chances de honestidade são maiores.
5 – Fique de olho nas suas contas
Alguns apps “vampiros” fazem coisas como executar chamadas para números no exterior ou enchem a conta bancária de diversos sites às suas custas. Geralmente essas ligações acontecem em segundo plano ou em momentos em que o usuário não percebe que o celular está fazendo alguma coisa.
Mesmo se não tiver sido infectado, você pode sem querer ter assinado um serviço indesejável, como aquelas cobranças mensais por ringtones, por exemplo. Por isso, verifique constantemente sua conta; é rápido e evita sustos no fim do mês.
Fonte: CIO
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5 dicas para blindar seu smartphone
28 de março de 2011

A massificação do uso de aparelhos como smartphones e tablets traz um desafio: a segurança. Por isto, listamos aqui cinco dicas fundamentais para evitar que esses aparelhos sejam infectados por vírus.
1) Não modifique o sistema
Evite os procedimentos de desbloqueios não-oficiais, como o Jail Break do iPhone e versões modificadas de firmware (sistema operacional do smartphone ou tablet). Além de causarem perda da garantia, as alterações podem incluir vírus ou programas que permitem o controle remoto do aparelho.
2) Cuidado com o Bluetooth
Só habilite a função Bluetooth durante o período em que o recurso for utilizado. Altere a identificação e a senha configuradas como padrão pelo aparelho. Já foram descobertas falhas em alguns aparelhos que permitem o roubo de dados e envio de arquivos sem autorização. Atenção para o uso de senhas padrões que facilitam o acesso de hackers. Elas são as primeiras a serem tentadas.
3) Instale aplicativos confiáveis
Procure instalar aplicativos a partir de fontes confiáveis em sites oficiais dos fabricantes como a iTunes Store, para o iPhone, e o Android Market para dispositivos que utilizam Android. Todos os sistemas possuem uma lista oficial de softwares confiáveis. O aplicativo pode, uma vez instalado, acessar informações importantes do telefone, efetuar chamadas e enviar dados por meio da internet. Por isso, é muito importante instalar somente aplicativos nos quais você confie, de preferência por indicação de alguém que já seja usuário.
4) Navegue de forma segura
Mantenha o mesmo nível de segurança do seu desktop ou notebook ao navegar na web. Evite sites que você também não acessaria a partir do computador pessoal. Sites com vírus podem ser preparados para infectar somente smartphones. Durante o acesso, é possível identificar qual é o tipo de aparelho do visitante e tentar ataques específicos para cada tipo de equipamento.
5) Use senha para bloquear o teclado
Poucos minutos longe do smartphone ou tablet já são suficientes para o acesso a dados importantes ou instalação de programas maliciosos. Além disso, caso você perca o aparelho ou ele seja roubado, a lista de contatos não será utilizada para o golpe do sequestro falso. A segurança física é tão importante quanto a tecnológica.
Fonte: Computer World
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9 dicas de segurança para o seu smartphone
10 de fevereiro de 2011

Atualmente o smartphone é praticamente um computador de bolso, e como tal, corre o menos risco que um computador de ser infectado ou atacado, por isto estamos listando aqui 9 dicas de segurança para o seu smartphone.
Segure firme
Atualmente, a ameaça número um para usuários de smartphones é que o dispositivo caia nas mãos erradas através de furto ou perda. Sua principal linha de defesa então é vigilância constante sobre o paradeiro do seu smartphone.
Use senha e criptografia
Caso seu celular seja furtado ou perdido, uma primeira camada de proteção é uma senha, uma opção que muitos usuários negligenciam. Escolha a senha mais difícil possível – uma frase, por exemplo, ao invés de um código de 4 dígitos ou pattern swipe. Opções de criptografia podem variar entre os SO dos dispositivos móveis, mas quando possível você deve codificar seu cartão de memória assim como a memória do dispositivo.
Faça backups dos seus dados
Assim como em um PC, fazer backups do seu smartphone é importante. Sincronizar regularmente o dispositivo com um computador conectado a ele resolverá o problema. É uma segurança contra a perda do seu telefone, SO corrompido ou qualquer outro evento que comprometa seus dados.
Não guarde dados confidenciais
A melhor maneira de proteger dados confidenciais é manter fora do seu smartphone. Minimize o número e/ou dias de e-mails que você guarda no celular, ou melhor ainda, guarde e-mails e anexos em um servidor. Faça com que mover ou apagar qualquer coisa que você não gostaria de compartilhar com estranhos seja um hábito regular.
Pratique a consciência de aplicativos
Uma abundância de aplicativos é uma benção e uma maldição para smartphones – não tem como todo app que chega no mercado ser inspecionado para garantir que ele é 100% à prova de falhas de segurança. Ao selecionar aplicativos com boa reputação, que receberam bastante reviews favoráveis de usuários, você pode diminuir os riscos. Evite apps com poucos reviews ou que foram enviados há pouco tempo. E tenha cuidado quando der permissões à um app; considere a função do aplicativo e o que ele possa razoavelmente precisar em termos de acesso.
Mantenha o Software/Firmware atualizado
Certifique-se que você está usando a última versão de seus aplicativos, SO, e do software e firmware do fabricante. Isto irá garantir que qualquer brecha de segurança seja consertada e seu dispositivo esteja menos vulnerável a ataques.
Desabilite Bluetooth e Wi-Fi quando não estiver em uso
Redes wireless sem segurança podem ser usadas por hackers tanto para atacar seu smartphone quanto roubar informações dele. Você pode se proteger mantendo Wi-Fi e Bluetooth desligados quando você não estiver precisando deles. Quando a Wireless for necessária, permaneça em redes Wi-Fi conhecidas que usem WPA2 e tenha cuidado com redes públicas, que às vezes são armadas por vigaristas tentando roubar dados das pessoas.
Quando usar Bluetooth, tenha certeza que está no modo não detectável para evitar hacks como “Bluesnarfing” (roubar dados), “Bluejacking” (enviar mensagens não solicitadas), e “Bluebugging” (ouvir suas chamadas).
Cuidado com Links e Anexos
Você já sabe dos riscos de abrir links estranhos e anexos – particularmente aqueles chegando em e-mails não solicitados e mensagens instantâneas. Todos estes riscos também se aplicam a smartphones. E estes avisos também se aplicam a telefonar para números não conhecidos que você recebeu em mensagens, e clicar em links de “updates” de aplicativos. Tenha certeza da autenticidade do update antes de ir ao website do app.
ANTI-VÍRUS DE SMARTPHONE: Adicione mais proteção com um app de segurança Third-Party
Atualmente, infecções de malware em smartphones são raras – principalmente se compararmos com o que vemos em PCs. Mas conforme os dispositivos vão se popularizando, espere que vírus, worms, e trojans tornarem-se cada vez mais um problema. Para combater essas ameaças, você precisa de um software de terceiros, e se você for como a maioria dos usuários de smartphone, você não tem um. Mas mesmo que malware não seja um problema tão grave no momento, um app de segurança pode fornecer outros benefícios úteis, como proteção contra SPAM no navegador, no telefone e nas mensagens de texto, e proteção contra roubo que pode oferecer travamento, limpeza de dados e até mesmo localizar o celular roubado.
Você pode achar apps de segurança para dispositivos móveis feitos por grandes nomes da proteção para PCs. O laboratório de testes de segurança independente AV Comparatives recentemente avaliou apps da ESET, F-Secure, Kaspersky e Trend Micro e deu a todos os citados a classificação de “Aprovado”.
Fonte: Gizmodo
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Facebook terá moeda virtual única para games e lançará smartphones
28 de janeiro de 2011
O Facebook terá sua própria moeda a partir do meio do ano. A empresa anunciou nesta quinta-feira que a partir de 1º de julho todos os jogos da rede social terão de usar essa moeda virtual – os Facebook Credits. Além disso, o Facebook terá sua própria linha de smartphones, a ser lançada pela HTC em fevereiro. Serão dois aparelhos com Android, com feed de notícias e posts do usuário na tela principal.
Segundo um comunicado oficial da empresa, as medidas serão positivas para os desenvolvedores, que poderão se concentrar em seus games e não precisarão construir sistemas de pagamento próprios.
“Os Credits também oferecem as formas mais avançadas de pagamento on-line e darão às empresas desenvolvedoras um único ponto de contato para as transações. E, quanto mais os Credits forem usados, melhor para todo mundo – o jogo evolui, e nós podemos investir mais. Além disso, com uma moeda só, o usuário fornece seus dados só uma vez e pode comprar o que quiser em vários games”.
Os desenvolvedores de games poderão manter suas própria moedas (conversíveis para Credits), se quiserem, mas terão vantagens ao usar o dinheiro oficial, como parcerias em promoções e acesso privilegiado a novas funções na rede social.
- Acredito que isso vai facilitar o trabalho dos desenvolvedores – opina Felipe Castello Branco, programador web da Seven Game, especializada em design e produção de jogos. – E, da parte dos usuários, quem não comprava itens virtuais nos jogos por não querer dar seu número de cartão de crédito a uma empresa desconhecida agora lidará mais com a própria moeda do Facebook.
Fonte: oGlobo -
Novos detalhes dos possíveis smartphones do Facebook são divulgados
27 de janeiro de 2011
Apesar de Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, negar que a rede social queira lançar smartphones sob sua marca, o jornal londrino City AM revelou detalhes de indícios que apontam que a rede social encomendou dois aparelhos à HTC.
Os gadgets teriam a marca e as cores do Facebook e devem estrear durante o Mobile World Congress 2011, que acontece me Barcelona no mês que vem.
De acordo com a fonte do jornal, um dos dispositivos terá apenas interface por tela sensível ao toque, enquanto o outro virá com a opção de um teclado QWERTY. O sistema operacional escolhido pelo Facebook será um Android com a versão mais nova do aplicativo da rede social, incluindo mensagens, bate-papo e a capacidade de chamar seus amigos.
A fonte do jornal ainda revelou que Joe Hewitt (ex-Mozilla) e Matthew Papakipos(ex-Google Chrome) estão chefiando a equipe responsável pelo desenvolvimento dos aparelhos do Facebook, que conta, inclusive, com a presença de Erick Tseng, o ex-gerente de produto do Google que trabalhou no Nexus One e que tem intima relação com a HTC.
Hoje, Dan Rose, do Facebook, negou que a rede social esteja preparando smartphones com sua marca. A declaração foi feita durante um evento da empresa em Londres.
