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  • Veja quatro dicas para trabalhar com mídias sociais


    20 de dezembro de 2011

    Em um universo que já foi dominado por áreas como medicina, engenharia, direito e outras profissões, os trabalhos envolvendo a internet têm crescido de maneira constante – especialmente no que diz respeito às mídias sociais. Só nos Estados Unidos, cerca de 30 mil vagas estão abertas para quem gosta e tem interesse em ingressar nesse mercado.

    Mas, o que fazer para, digamos, se adequar a esse tipo de oportunidade? Antes de tudo, vale lembrar que não basta ter uma conta no Twitter ou Facebook. Pensando nisso, o site Mashable listou quatro dicas que com certeza vão te ajudar quando o assunto são redes sociais, principalmente na hora de preencher uma vaga.

    1. Quantifique suas experiências nas redes sociais das empresas

    Você já sabe que, antes de comparecer a uma entrevista de emprego, aconselha-se buscar conhecer a companhia e estudá-la, para se diferenciar dos demais candidatos. E nas empresas de mídias sociais não é diferente. Contudo, é necessário se mostrar ativo e interessado nas ferramentas sociais da companhia – tudo, claro, de maneira discreta e informal, pois lembre-se: você está falando com alguém de maneira profissional, e não com um amigo, por exemplo.

    Muitos entrevistadores questionam qual foi a importância das redes sociais em experiênciais de trabalho anteriores. Logicamente, quanto mais experiências, melhores chances do empregador perceber que você tem potencial para administrar funções da área.

    Feito isso, como dar o seu melhor e conseguir um emprego? Primeiro, certifique-se de quantificar o impacto das redes sociais durante sua última experiência profissional. Seu currículo ou carta de apresentação, por exemplo, podem fornecer alguns dados específicos sobre sua participação nesses sites. Algo como “Ajudei a estabelecer um aumento de duas vezes o tráfego de usuários no Twitter para nossa página de produtos, o que resultou em um crescimento de 50% na receita trimestral”, ou até “Auxiliei no aumento de participação dos internautas no Facebook: de uma média de 24 comentários por semana, saltou para 75, em um período de três meses”.

    2. Prepare o caminho para ser bem visto na web

    De acordo com Amy Porterfield, uma consultora de mídias sociais americana, “quando existe a oportunidade de contratação para cargos em mídias sociais, as empresas vão buscar informações sobre você, antes de qualquer outro lugar, na internet”. E é verdade. Para se ter uma ideia, 69% das empresas já rejeitaram candidados por causa de sites de relacionamento, e 47% dos recrutadores realizam pesquisas sobre o entrevistado nas redes em que estão cadastrados.

    Nesse caso, é recomendado que você otimize seu Facebook, LinkedIn, Twitter ou qualquer conta em outros sites, e que você acrescente todos eles em seu currículo. A participação também é fundamental, como ter um blog e atualizá-lo com frequência, ou fazer um canal de vídeos no YouTube. Estes são apenas alguns exemplos de como mostrar que você já domina habilidades nas mídias sociais.

    3. Faça cursos online

    Algumas universidades gastam mais tempo com conceitos sobre marketing e não investem tanto em ferramentas online. Com isso, uma maneira de se diferenciar e buscar conhecimento é se matricular em programas de formação profissional, que trabalham em habilidades para aumentar seu desempenho e acrescentar maiores especificações ao seu currículo.

    Entre as opções estão aulas e cursos que você pode fazer onde quiser – desde que tenha um computador conectado à internet -, ou em instituições de ensino espalhadas por todo o Brasil.

    4. Por último, e não menos importante: não seja “careta”, e sim descontraído

    Geralmente, muitas vagas de emprego exigem certos comportamentos para os entrevistados. Algumas pessoas, por exemplo, não gostam de trabalhar com roupas mais sociais e, em outros casos, efetuam funções mais fechadas e mecânicas, sem direito à opinião. No entanto, a mídia social é baseada totalmente na personalidade do indivíduo ou da empresa. Dessa forma, o candidato pode expressar seu senso de humor, ser criativo e um grande comunicador diante daquilo que gosta de fazer – tudo para impressionar os recrutadores.

    Fonte: Olhar Digital

  • Sete competências-chave mais procuradas na área de TI


    31 de outubro de 2011

    O CIO da U.S. Gas & Electric, Greg Taffet, está buscando talentos. Ele empregou quatro nos últimos seis meses e está pensando em somar mais 11 à sua equipe de 20 pessoas. Sua lista de vagas em aberto inclui um programador de EDI, um programador de gestão de risco, um programador de CRM, um analista de negócios e um assistente do gerente de TI.

    No entanto, Taffet duvida que qualquer graduado preencha facilmente qualquer uma dessas posições. Os programas de graduação e pós-graduação não têm sido capazes de acompanhar as necessidades das empresas de TI, diz.

    “É algo horrível de se dizer, mas o pouco tempo na faculdade não é o suficiente para aprender todas as habilidades que as pessoas precisam para ser bem-sucedidas. Esperamos cade vez mais, e as universidades estão fornecendo mais. Porém estamos pedindo ainda mais”, diz Taffet.

    Afinal, qual é o “mais” que Taffet e outros líderes de TI querem? Eles continuam a valorizar o “soft skills”, particularmente as habilidades de comunicação, atendimento ao cliente e uma compreensão de como se comportar profissionalmente.

    Agora eles também estão encontrando várias lacunas na formação para negócios específicos e em habilidades técnicas. Os gerentes de TI entrevistados disseram quais as competências que desejam. Leia e tome nota.

    1. Conhecimento das funções empresariais básicas

    Novos graduados em ciência da computação entendem termos como contas a receber, logística ou projetos de marketing? Provavelmente não, diz o CEO da Computing Technology Industry Association (CompTIA). A maioria dos estudantes procura disciplinas dentro do campo de estudo de seus cursos de ciências da computação.

    Isso ocorre mesmo com os graduados de tecnologia que buscam posições corporativas de TI em que espera-se que desenvolvam aplicações que facilitem o trabalho de outros departamentos. E embora os programas de TI de pós-graduação tenham melhorado em relação a iniciar os alunos nos negócios, ainda há deficiências de conhecimento.

    Nos Estados Unidos, as faculdades estão começando a lidar com o problema, diz o professor do College of Business and Economy e associado FedEx Center for Supply Chain Management da Universidade de Menphis, Brian Janz.

    A universidade está em seu segundo ano com o modelo de currículo elaborado pela Association for Information Systems (AIS) e a Association for Computing Machinery (ACM), que oferece aos estudantes de tecnologia tanto habilidades de TI e quanto profissionais, como comunicação e liderança.

    A mudança trouxe mais cursos de negócios para a grade de Ciência da Informação, diz Janz. “Se conseguirmos dar-lhes a base sólida, [as empresas] pode dar-lhes o material específico para sua organização.”

    Nesse meio tempo, os líderes de TI têm desenvolvido estratégias para assegurar que seus empregados tenham uma visão básica de negócios. Taffet, por exemplo, procura novos graduados com alguma experiência em trabalho profissional, com a compreensão de como uma empresa opera. O CIO da U.S. Gas & Electric afirma que muitas vezes eles são encaixados mais rapidamente do que outros no mercado de trabalho.

    Para os novos contratados que não têm conhecimento do negócio suficiente, especialmente na área de finanças, Taffet oferece um curso que ensina o que ele chama de “Finance 101″, que são lições informais sobre conceitos básicos de contabilidade, como contas a receber e contas a pagar.

    “É menos glamouroso do que várias disciplinas que estão sendo ensinadas, mas é importante para um funcionário entender [as funções de negócio] que todas as empresas têm”, explica Taffet.

    2. Procura-se: sxperiência com empresa de integração de sistemas

    Não há como negar que os estudantes universitários têm muito conhecimento sobre computador. Mas essa experiência não significa que os alunos são escolarizados nos processos de TI que as empresas utilizam, diz o presidente e CEO da Computing Technology Industry Association (CompTIA), Todd Thibodeaux.

    A maioria dos estudantes de ciência da computação passa grande parte do tempo na faculdade aprendendo a construir suas próprias aplicações e sistemas, ainda que as companhias, muitas vezes, não precisem necessariamente, desse tipo de conhecimento.

    “Quando você entrar no mundo dos negócios, será menos necessário saber criar seu próprio sistema e mais sobre como integrar sistemas”, diz Thibodeaux.

    Os novos graduados que podem construir seus próprios sistemas a partir do zero podem impressionar, mas muitas empresas dão mais valor àqueles que podem integrar várias aplicações empresariais e grandes pacotes comerciais.

    Segundo Taffet, diante dessa lacuna de competências, muitos departamentos de TI corporativos optam por treinar os novos contratados. As grandes empresas tendem a contratar consultores para auxiliar no processo, enquanto as pequenas e médias encontram maneiras de treinar novos funcionários diretamente.

    3. Procura-se: conhecimento de tecnologias emergentes da empresa

    Business Intelligence (BI) e cloud computing são duas tendências emergentes de tecnologia que são de alta prioridade para os gerentes de TI nos dias de hoje, mas não são ainda tópicos nos currículos universitários.

    Algumas faculdades podem oferecer apenas alguns dos cursos mas, com as tecnologias mudando tão rapidamente, tendem levar algum tempo para o desenvolvimento de cursos extensivos sobre tendências que estão em evolução, diz o vice-presidente sênior da empresa de recursos humanos de TI Modis, Marty Sylvester.

    Sylvester diz que sempre ouve CIOs que falam da dificuldade de encontrar jovens trabalhadores treinados em tecnologias corporativas emergentes, particularmente a computação em nuvem.

    Algumas empresas oferecem cursos para obter uma evolução mais rápida dos ovos contratados. O CEO da consultoria de TI Pariveda Solutions, Bruce Ballengee, planeja abrir cem vagas de emprego para graduados da faculdade, oferecendo cursos para aqueles com graduação em ciência da computação ou MIS.

    Ainda assim, Ballengee diz que as novas contratações de sua empresa começarão com uma semana de “developer school”, para familiarizá-los com áreas emergentes que não foram abordadas na faculdade, como cloud computing e BI, assim como linguagens de programação da companhia como SQL, .Net e Java.

    4. Procura-se: o básico da tecnologia

    “Uma lacuna que estamos descobrindo é que as faculdades não ensinam o básico”, diz o diretor de Sistemas de TI da fornecedora de software Dassault Systèmes, Jeff Browden. Como a tecnologia se torna cada vez mais avançada, Bowden tem visto um declínio na capacidade dos recém-formados para lidar com tarefas simples de TI.

    As novas contratações realizadas por Bowden têm um baixo nível de competência técnica, e não conhecem o caminho de um prompt de comando ou não sabe como consertar um PC quando não está respondendo à entrada do mouse.

    “Se você começou 20 anos atrás foi forçado a aprender isso, mas como os computadores evoluíram, as pessoas ignoraram essas atividades básicas, mas pode haver demandas desae tipo quando se está solucionando problemas de computadores.”

    Bowden afirma que, muitas vezes, deixa os novos funcionários descobrirem  o que fazer por conta própria quando são confrontados com problemas básicos de tecnologia. “Nossa preferência é fazê-los aprender fazendo, pesquisando”, diz ele. “Depois de passar por algumas experiências, você passa a conhecer a tecnologia”, afirma o executivo, acrescentando que, em determinados casos, ele tem um membro da equipe mais experiente para ensinar o profissional recém-contratado.

    5. Procura-se: familiaridade com sistemas legados

    Já Sylvester, da Modis, diz que as empresas estão procurando pessoas que possam trabalhar com sistemas legados. Eles querem que os profissionais de tecnologia saibam Cobol, Customer Information Control System (CICS) e tenham habilidades com mainframe entre outros conhecimentos. Mas faculdades não estão ensinando esse temas, diz Sylvester.

    “Há uma preocupação real de que as organizações devem perder algumas das habilidades com mainframe quando os [baby] boomers [nascidos imediatamente após a Segunda Guerra Mundial] se aposentar, pois elas não estão sendo ensinados nas universidades”, acrescenta Jerry Luftman, diretor-executivo e professor emérito da Escola de Gestão de Tecnologia do Stevens Institute of Technology em Hoboken. Ele diz que algumas companhias pedem que fornecedores de seu legado treinem novos contratados diretamente.

    Tanto Luftman quanto Sylvester dizem que as companhias estão buscando graduados dispostos a aprender lidar com sistemas legados, embora não seja uma tarefa fácil encontrá-los. Eles dizem que as empresas estão tentando atrair novos talentos para aprender habilidades de mainframe.

    6. Perspectiva do mundo real

    Para o executivo de TI da Geiger, Dale Denham, os recém-formados tendem a se concentrar na melhor tecnologia sem considerar o que é melhor para limitações fiscais da empresa ou população de funcionários.

    “Eu tenho um monte de pessoas que, por exemplo, sabem como projetar o banco de dados no papel [ou] o melhor storage, mas não estão olhando para os impactos sobre a experiência do usuário”, diz Denham.

    “Eles não sabem como equilibrar TI com as necessidades dos negócios. Ou não percebem o custo de fazer alguma atividade, o tempo que irá demorar, as habilidades necessárias etc”, acrescenta. A maioria das contratações pode até adquirir essas habilidades no trabalho, mas “as escolas poderiam dar uma bases para isso.”

    Denham diz que tenta trazer os novos funcionários para a realidade, mostrando as razões pelas quais seus projetos não ganharão sinal verde. “Se eles têm  mente aberta, funciona”, diz ele.

    7. Procura-se: capacidade de trabalhar em equipe

    Pode ser surpresa, mas a geração mergulhada em Facebook, Twitter e outras comunidades, acabam não tendo a habilidade de construir o mesmo espírito de colaboração no local de trabalho, segundo relato dos líderes de TI.

    Para Thibodeaux é um desafio para as empresas. Ele observa que as dificuldades de trabalhar em equipe é maior entre os que fizeram o curso de ciência da computação, que passaram muito tempo da faculdade trabalhando sozinho em projetos. “Muitos deles não sabem como trabalhar em conjunto de forma eficaz ou definir e gerenciar expectativas. Isso não está sendo ensinado muito bem em faculdades ou em escolas de pós-graduação.”

    O presidente da consultoria e de treinamento SEBA, James T. Brown, diz que algumas faculdades estão tentando resolver a lacuna por meio de mais cursos para as equipes, em vez de alunos individuais.

    Brown diz que poucas companhias têm liderança robusta e programas de formação de equipes de treinamento para seus funcionários, incluindo empregados de tecnologia, mas as empresas que oferecem tais programas reconhecem que obter o valor integral de qualquer funcionário quando ele ou ela trabalha bem com os outros .

    E alguns traços que os gerentes de TI amam

    Embora seja verdade que os gerentes de TI estejam consternados que os graduados em novas tecnologias não tenham habilidades específicas, em geral eles concordam que essa nova geração é tech-savvy, trabalhadora e com vontade de aprender.

    Thibodeaux, CompTIA, diz que ouve de colegas que a última geração de graduados é enérgica, criativa e disposta a contribuir.

    “Eu não tenho certeza de que foi sempre assim”, diz ele. “Vinte anos atrás havia mais de um ambiente de comando e controle. As pessoas não eram tão voluntariosas. As crianças de hoje gostam de variedade, energia, criatividade e uma boa natureza, que vem junto com isso.”

    Os executivos de TI também dizem que suas contratações mais recentes têm um senso intuitivo de tecnologia – em particular perspicácia, redes sociais e novas ideias sobre como aplicá-las para melhorar o negócio.

    “Muitas vezes eles têm grandes conhecimentos sobre o que deveria ser avaliado ou até se pode funcionar”, diz John N. Oglesby, executivo de TI e fundador da Society for Information Management. “Eles trazem uma nova perspectiva, completamente diferente, e é daí que a inovação vem.”

    Fonte: Computer World

  • 5 sinais de que seus concorrentes roubarão seus melhores funcionários


    5 de setembro de 2011

    Dizer que a contratação de TI está em ascensão é subestimar processos de seleção que estão acontecendo na indústria de tecnologia. As empresas não estão procurando apenas contratar um ou dois desenvolvedores, gerentes de projeto ou analistas para suas equipes; alguns empregadores precisam contratar centenas de trabalhadores de TI.

    Além de rede social voltada para o mercado de trabalho, a LinkedIn é também uma empregadora de profissionais em TI. Recentemente, anunciou planos para contratar mil funcionários este ano. Entre os potos de trabalho a serem preenchidos, 40% estão nos departamentos de engenharia e Pesquisa & Desenvolvimento. A empresa precisa, literalmente, de dezenas de analistas de dados, especialistas em mineração de dados e desenvolvedores de software com habilidades diversas.

    A mesmo tempo, o site de oferta de empregos Dice.com constata que os fabricantes de chips analógicos no Vale do Silício estão à procura de engenheiros de hardware, e a Microsoft busca desenvolvedores WebOS para trabalhar em Windows Mobile.

    Onde a LinkedIn, a AMD, a Atmel, a Microsoft e outros grandes empregadores estão tentando encontrar todos os trabalhadores de TI? Acertou quem disse que eles estão tentando recrutar os melhores e mais brilhantes funcionários de seus concorrentes. De fato, uma pesquisa de recrutamento de pessoal realizado pela Jobvite mostra que 61% das empresas que planejam contratar nos próximos 12 meses pretende recrutar profissionais alocados em seus concorrentes.

    Michael Greco, parceiro do escritório de advocacia Fisher & Phillips LLP, identificou em seu blog sete sinais que indicam uma empresa está correndo o risco de perder seus funcionários para os concorrentes. Aqui estão os cinco primeiros.

    1. Moral baixo

    Greco observa que os gerentes de RH e os recrutadores estão ativos nas mídias sociais atrás de sinais de descontentamento entre as atualizações de status de funcionários de concorrentes dos seus clientes. É comum o descontentamente se manifestar através de manifestações de interesse por novas oportunidades de carreira. Os recrutadores, então, procuram engajar esses profissionais em discussões sobre novos postos de trabalho.

    2. Crise na sua indústria

    “Os funcionários que estão enfrentando maior regulamentação, um ataque de fusões ou incerteza sobre a rentabilidades são mais propensos a querer encontrar um ambiente mais estável”, escreve Greco. “Se sua indústria está em transição, não deixe seus funcionários tentarem adivinhar o que está acontecendo. Seja aberto e honesto. Funcionários que se sentem participantes são mais leais às suas empresas e são menos propensos a fugir quando a turbulência surge.”

    3. Saída de gerentes e executivos top

    Segundo Greco, a rotatividade no nível executivo pode causar um efeito dominó dentro das empresas, levando a deserções em cascata. Se os funcionários vêem os gestores de topo de sair, eles também podem quer fazer o mesmo.

    4. Concorrentes se estabelecendo na vizinhança

    Se um concorrente abre um escritório perto de uma das instalações da sua empresa, diz Greco, você pode apostar que eles vão convidar seus talentos para uma visita.

    5. Deixar de compartilhar o sucesso com os empregados

    Como a recuperação da economia (embora fraca) e e os lucros de volta, os empregados que sofreram cortes salariais ou salários congelados durante a recessão começam a perceber que os empregadores não estão partilhando a sua riqueza com os colaboradores.

    São, todos, motivos para ver a força de trabalho sair pela porta da frente para sempre.

    Fonte: IDGNow

  • Em busca de emprego? Restrinja informações pessoais no Facebook


    31 de agosto de 2011

    Quando alguém que pode oferecer a oportunidade de emprego dos seus sonhos se conecta à sua conta do Facebook isso tende a representar um risco. Isso porque, informações pessoais – como fotos e comentários – contidas nas redes sociais podem se transformar em um fator negativo de análise para quem pretende contratá-lo.

    A saída, de acordo com o especialista em mídias sociais e autor do livro “Job Searching With Social Media for Dummies” (ainda sem versão em português), Joshua Waldman, não está em apagar todas as suas informações do Facebook, mas, sim, restringir os conteúdos pessoais apenas aos amigos.

    Waldman mostra, em seu livro, um tutorial de como restringir o acesso a conteúdos pessoais apenas a amigos e, assim, evitar problemas no ambiente profissional, em especial, para não afastar potenciais recrutadores.

    Crie uma lista de amigos com acesso limitado:

    1. Entre na área ‘Conta’ (no topo e à direita na tela do Facebook) e escolha a opção ‘Editar Amigos’
    2. Vá em ‘Criar uma Lista’ e monte um novo grupo, no qual colocará apenas pessoas com acesso restrito a seu perfil
    3. Adicione a essa nova lista todos os contatos do Facebook que terão acesso limitado. Essa escolha pode ser feita levando em conta quem você não gostaria que visse suas fotos na última festa com os amigos, por exemplo

    Ajuste as ferramentas de privacidade

    1. Volte para a área ‘Conta’ e escolha a opção ‘Configurações de Privacidade’
    2. Escolha a categoria na qual você quer limitar o acesso a suas informações
    3. Clique em ‘Personalizar Configurações’ e escolha os itens que você não quer divulgar para a lista mais restrita
    4. Clique no box do lado direito do item – por exemplo, ‘Publicações Enviadas por Mim’ – e escolha ‘Personalizar’ e, em seguida, escolha ‘Ocultar’ para essa lista que terá acesso restrito a seu perfil

    Fonte: Olhar Digital

  • Quatro erros que as pessoas cometem quando buscam um emprego na web


    29 de agosto de 2011

    A internet facilitou o trabalho para quem quer buscar um novo emprego. Hoje, existem diversos sites específicos que mostram as vagas disponíveis no mercado, além disso, as redes sociais servem, cada vez mais, para divulgar oportunidades de trabalho.

    A jornalista especializada em carreira e colunista do Wall Street Journal, Elizabeth Garone, alerta que as pessoas precisam evitar alguns erros que são comuns a quem busca um emprego pela internet. A seguir, a especialista cita os quatro equívocos mais frequentes cometidos pelos internautas:

    1. Deixar de lado as boas maneiras

    As pessoas não podem esquecer de que tudo o que elas escrevem na internet – em sites, blogs, redes sociais, entre outros – pode ser facilmente buscado, inclusive pelos recrutadores, quando eles procuram referências para um candidato a uma vaga de emprego na web. Elizabeth lembra que um estudo da Microsoft, divulgado em dezembro de 2009, mostrou que 79% dos profissionais que cuidam de recrutamento e seleção nas empresas procuram informações online sobre quem se candidata a uma vaga.

    Com base nisso, em momento algum, as pessoas podem esquecer as boas maneiras na internet, seja por meio de comentários inapropriados, fotos e vídeos com imagens inadequadas ou detalhes sobre a vida pessoal que possam ser prejudiciais no ambiente de trabalho. Os principais problemas ocorrem quando os indivíduos escrevem na web coisas que não falariam em público – como piadas racistas ou de conteúdo sexual -, achando que estão em um ambiente protegido.

    2. Não divulgar informações suficientes

    Ter um perfil em uma rede social, só com metade das informações preenchidas não serve para nada mais do que irritar quem o acessa, avisa a jornalista. Assim, os profissionais que querem ser facilmente achados em ambientes como LinkedIn ou Facebook devem perder algum tempo para escrever um perfil nas redes sociais, o mais detalhado possível.

    Além disso, ter uma rede de contatos online qualificada dentro de uma determinada área profissional pode servir como chamariz para potenciais recrutadores. Em outras palavras, não basta apenas estar na rede social, é necessário ser ativo para conseguir conexões interessantes.

    De acordo com Krista Canfield, porta-voz do LinkedIn, os profissionais que têm um perfil completo e mais de 35 contatos apresentam 40 vezes mais chances de receber oportunidades de emprego pela rede social.

    3. Ser generalista

    Antes de encaminhar o currículo para uma vaga de emprego divulgada na internet, o profissional precisa ter o cuidado de entender quais os requisitos necessários para a função e escrever uma carta de apresentação que o qualifique ao trabalho.

    O que acontece na prática, no entanto, é que pela facilidade de encontrar vagas online, as pessoas enviam currículos para diversas oportunidades, de forma genérica. O que fica perceptível também para quem está fazendo o recrutamento e seleção.

    Também em relação a ser generalista, os profissionais que se encontram desempregados costumam omitir essa informação nas redes sociais. O que é um erro, segundo Elizabeth, em especial, pelo fato de que boa parte das pessoas conseguem um novo emprego por meio de indicações.

    4. Ficar concentrado apenas na internet

    Por mais que a web tenha facilitado a busca por um novo emprego, a rede de contatos pessoais ainda é o caminho mais rápido para a recolocação. Assim, quem quer ser contratado por uma empresa não pode apenas mandar currículos ou acessar as redes sociais e achar que isso é suficiente.

    O caminho para cultivar essa rede de contatos – na vida real – é participar de eventos, estimular encontros informais com profissionais que atuem no mesmo setor e, até mesmo, buscar ajuda ou dicas de pessoas que estejam em áreas correlatas.

    Fonte: Olhar Digital

  • Como negociar o salário usando táticas do FBI


    24 de agosto de 2011

    O FBI (Federal Bureau of Investigation) – agência de investigações do governo norte-americano – publicou um livro no qual mostra algumas técnicas de como transformar uma pessoa comum em um bom negociador. A obra, batizada de “Crisis Intervention: Using Active Listening Skills in Negotiations”, explica como é possível convencer as pessoas, por meio de uma argumentação e postura adequadas.

    O especialista em carreira e autor de livros sobre o assunto Jim Hopkinson, por sua vez, transformou as técnicas do FBI em dicas para quem precisa negociar o salário com o chefe ou um futuro empregador.

    A seguir, veja três dicas de Hopkinson, divulgadas em sua coluna na versão online do jornal The Wall Street Journal, de como obter sucesso na hora de negociar o salário:

    Colha informações

    Um bom agente do FBI, assim que chega na cena do crime, se preocupa em avaliar toda a situação. No caso de um profissional em busca do salário ideal, isso significa que ele precisa analisar todo o cenário à sua volta, antes de sentar na mesa de negociações. “Isso inclui entender exatamente quanto as suas habilidades valem para a posição”, aconselha o especialista. Isso, segundo ele, pode ser feito pedindo ajuda para colegas e para a rede de contatos profissionais e por meio de pesquisas em sites que divulguem salários e informações de carreira.

    Mostre confiança

    O segredo para conseguir uma negociação favorável é também parecer alguém confiável. “Você pode fazer isso ao construir um diálogo agradável com a outra pessoa, ouvindo atentamente a proposta dela, entendendo sua posição e estando preparado para usar dados que o ajudem a suportar seus argumentos”, sinaliza. Uma dica é utilizar informações de pesquisas realizadas por fontes confiáveis de mercado e que, dessa forma, evitem a sensação de algo pessoal.

    Permaneça calmo

    “Não importa quão maluca fique a situação, um negociador de resgate [do FBI] sempre se mantém calmo, atento e positivo. O mesmo vale para discussões de salário”, afirma Hopkinson. Para ele, mesmo que o profissional descubra que outras pessoas que fazem o mesmo que ele ganham muito mais, deve evitar atitudes explosivas. “Entrar no escritório do chefe exigindo um aumento ou ameaçando ir embora, raramente, fará com que você alcance seu objetivo”, complementa.

    O especialista lembra que qualquer negociação de dinheiro tende a ser tensa e estressante. Mas ela sempre precisa ser tratada pelos profissionais como apenas uma transação comercial, com o mínimo de envolvimento pessoal possível.

    Fonte: Olhar Digital

  • Cinco mitos sobre a carreira em TI


    8 de agosto de 2011

    Ao longo do tempo, os profissionais que atuam na área de tecnologia da informação passaram a conviver com algumas regras extraoficiais e que, com o tempo, viraram um senso comum no setor. Assim, o que se vê hoje é que quem opta pela carreira em TI está sujeito a algumas regras e comportamentos que nem sempre são encontrados em outros departamentos.

    A adesão cega a esse comportamento padrão de TI pode ser bastante prejudicial para os profissionais. A seguir, acompanhe sete mitos a respeito da carreira em tecnologia, que precisam ser quebrados pelo bem do setor:

    1 – Trabalhar longas horas é sinônimo de sucesso.

    Trabalho duro representa um pré-requisito para a maioria das posições de TI, mas isso não é medido em horas no escritório. Uma agenda muito ocupada e extensa pode acabar afetando a produtividade, por conta da exaustão do profissional. Além disso, trabalhar até muito tarde todos os dias pode passar a impressão de que o profissional falha ao gerenciar seu próprio tempo.

    Se as horas diárias de trabalho não são suficientes para cumprir com todas as atividades, o profissional precisa conversar com seu supervisor para estudar prioridades de projetos, delegar tarefas ou solicitar mais recursos para a companhia.

    2 – Escolher uma especialidade e ser muito bom nela.

    O departamento de TI sempre precisará de especialistas em certas tecnologias, mas ser bem-sucedido no cenário atual requer a habilidade de expandir o escopo de atuação de acordo com as necessidades da empresa.

    Com isso, o profissional não pode desperdiçar oportunidades de treinamento ou projetos que ajudem a ampliar suas competências. Ao demonstrar o comprometimento com a busca de novas habilidades, o profissional ganha mais chances de crescer na companhia.

    3 – Agarrar qualquer nova responsabilidade.

    A atitude do profissional que diz saber fazer de tudo não vai ajudar em nada se ele se responsabilizar por algum trabalho que não pode fazer. Quando alguém se voluntaria para projetos que se estão além das suas habilidades podem criar dores de cabeça para todo o departamento.

    Em cada caso, o profissional deve ser perguntar se tem o que é necessário para executar o projeto. Em algumas situações, faz mais sentido ter um papel coadjuvante e aproveitar para ganhar aprendizado.

    É interessante ponderar também se haverá tempo de devotar tempo às tarefas profissionais que dão mais prazer. Aceitar um papel com mais responsabilidade só pelo salário ou pelo prestígio pode minar a satisfação e acelerar a morte da carreira.

    4 – Quanto mais certificações, melhor.

    O mercado é altamente competitivo, razão pela qual alguns profissionais são tentados a buscar cada nova certificação que aparece. Mas essas credenciais só têm valor quando associadas a alguma experiência.

    A escolha pelos treinamentos e certificações deve estar de acordo com as atividades de trabalho atuais e aquelas vislumbradas no futuro pelo profissional.

    5 –  Seja discreto.

    O profissional de TI padrão tem medo de ser percebido na organização como fofoqueiro ou de ser desagradável ao tentar a socialização. No entanto, gastar um pouco de tempo todos os dias para manter conexões pessoais com pessoas de toda a companhia é essencial para a saúde da carreira.

    A reputação do profissional de TI é construída com diversas esferas da organização. Assim, quem atua no setor não deve estar preocupado apenas em agradar o superior, mas deve também manter um bom relacionamento com os profissionais de outras áreas de negócio.

    O profissional que ajuda seus pares sempre que possível, sem se desgastar demais, está em vantagem, pois ele tem aliados para os próprios projetos em momento difíceis, de prazos apertados. E o chefe gosta mais de prazos cumpridos do que de reverências.

    Além disso, as relações informais tornam o networking (rede de relacionamento) mais forte e pode abrir novas oportunidades de emprego.

    Uma definição resume as dicas: a melhor forma de mostrar à empresa que tem valor é proporcionar resultado. O profissional deve focar nos maiores benefícios que pode trazer ao empregador, sem se preocupar se as pessoas estão enxergando o quão duro você trabalho e o que você alcança. A forma mais interessante de manter a evolução na carreira é deixar um rastro de sucesso consistente.

    Fonte: IDGNow

  • Como obter sucesso com inovação


    4 de agosto de 2011

    Há muitas contradições no papel do CIO. A figura está intimamente envolvida em cada aspecto do negócio, mas muitas vezes está separada dele. O executivo é ainda aquele que busca sempre reduções de custos, mas especialmente agora também deve impulsionar a inovação. Não há como negar que tecnologia é fundamental para o sucesso da empresa, mas é difícil de demonstrar seu valor.

    Alguns em todo o mundo, estão à frente de projetos inovadores usando parcerias de negócios, pensamentos estratégicos e grandes equipes. Veja a seguir o que eles têm feito para serem bem-sucedidos na missão.

    1- Conheça o seu público.

    Todo CIO conhece o olhar vazio de executivos que não conseguem ver o valor dos investimentos em infraestrutura. Steve Agnoli, CIO mundial da empresa de advocacia K and L Gates, superou esse desafio com um projeto bem-sucedido para centralizar os data centers e realizar a integração de aplicações e redes em uma única plataforma.

    Ao apresentar o projeto para a diretoria, Agnoli focou na principal preocupação dos clientes internos (os advogados): a entrega ao cliente. “Fizemos nossa lição de casa e citamos clientes que gastam milhões de dólares ao ano por usar nossos serviços. O pulo do gato foi esse, já que os advogados querem saber o que está acontecendo com seus clientes”, diz Agnoli.

    2- Estabelecer governança em várias camadas.

    Em janeiro, a Hess, que atua no setor de Oil&Gas, completou a transição de seus processos financeiros empresariais e de suporte da SAP para vários provedores globais de outsourcing. O projeto envolveu uma grande área de TI da Hess, unidades de negócios e vários fornecedores. Por esse motivo, o estabelecimento de linhas claras de comunicação era vital.

    O CIO da companhia, Jeff Steinhorn, acredita que o sucesso do projeto está relacionado ao modelo de governança da Hess. “As pessoas pensam que governança é apenas o estabelecimento de direitos para a tomada de decisão”, diz Steinhorn. “Mas eu penso como comunicação, gestão, atividades operacionais e o ritmo do projeto”. Steinhorn afirma que o processo envolveu todas as camadas da organização.

    “Nós alinhamos especialistas em negócios e em tecnologia com os seus respectivos fornecedores para que eles pudessem estabelecer os seus objetivos diários, semanais e mensais de reuniões e depois passasse para mim e os executivos de negócios. Montamos um conjunto estruturado de atividades de comunicação e isso é estabelecer boa governança”, afirma.

    3- Envolva todos.

    Quando Maria Gendron foi para a Celestica, que fabrica eletrônicos, como CIO em 2008 a empresa estava rodando dois sistemas de manufatura, um deles era customizado. O processo de manufatura é um diferencial competitivo para a empresa, por isso a companhia queria padronizar a tecnologia. “Dabatemos muito sobre qual sistema iríamos usar”, diz Gendron. Um comitê escolheu a solução personalizada, mas ainda precisava da aceitação da comunidade de negócios.

    “Nós usamos nossa plataforma de networking profissional para dar voz aos usuários internos”, diz Gendron, que usou um wiki com os requisitos do projeto. Em seis meses, o wiki registrou 16 mil visitas de um grupo global de colaboradores e a fase de definição de requisitos foi muito mais rápido do que em projetos gerenciados por meio de teleconferências e e-mails.

    “Foi muito interessante essa metodologia e poderosa, porque todos se sentiram como parte do projeto e eles podiam ver os resultados da sua contribuição”, diz Gendron. “Quanto mais pessoas você pode inserir no processo melhor”, finaliza.

    Fonte: CIO

  • 5 erros que os CIOs mais cometem em seus currículos


    3 de agosto de 2011

    Quando seleciono currículos no currículo CIO.com, observo os erros que os executivos da área cometem repetidas vezes . Entre as quais estão não enfatizar as experiências mais relevantes de trabalho, não explicar quais os benefícios das organizações que foram derivados de seu trabalho, entre outras muitas informações.

    O especialista em carreira, parceiro e consultor da empresa de recolocação profissional Essex Partners, Howard Seidel, também notou os erros que os executivos cometem com seus currículos. Aqui ele compartilha os cinco mais comuns.

    1. Currículo não tem uma marca pessoal.

    Ele é um veículo de comunicação de um indivíduo. Portanto, antes mesmo de pensar em fazê-lo, os executivos de TI precisam pensar sobre a sua imagem pessoal – isto é, quais são as qualidades singulares que reúne, sua experiência e personalidade que o distingue de todos os outros líderes de TI no mercado de trabalho.

    Cada elemento de um currículo de CIO, a partir do sumário executivo até as especifiações de sua experiência de trabalho e realizações, tem de conter a sua marca. Dessa forma, recrutadores e empregadores em potencial terão uma imagem clara do CIO.

    “O objetivo do currículo é, essencialmente, permitir que as pessoas identifiquem que tipo de líder você é, com base nas realizações e habilidades que você tem”, afirma Seidel.

    Os executivos de TI cometem dois erros comuns quando se trata de imagem: tentam retratar a si mesmos como um “faz tudo”, com o objetivo de apelar para tantos empregos e empregadores quanto possível, ou tentam retratar-se como alguém que se encaixa em qualquer empresa que quer um um CIO. (Atualmente é ser inovador ou líder transformador com foco no crescimento do negócio.)

    O problema em se descrever como um generalista em um currículo, diz Seidel, é que torna difícil para os recrutadores determinarem quais são seus pontos fortes. O problema com a última abordagem é que, quando os CIOs tentam retratar-se como algo que não é, os gerentes que estão contratando irão ver através dela: muitas vezes a experiência do CIO não comprova a imagem que ele ou ela está tentando mostrar.

    2. Currículo sem sumário executivo.

    Seidel diz que é fundamental ter um sumário executivo, destacando a especialidade e as caracteríticas profissionais do CIO que diferenciam ele, ou ela, dos outros que estão concorrendo. Sumários executivos claros e concisos são poderosos. São importantes porque são a primeira coisa que os recrutadores e gerentes de contratação leem. Se o sumário executivo de um CIO chama a atenção de um recrutador ele vai continuar lendo.

    Aqui está o exemplo de um sumário executivo bom para um CIO:

    Executivo de Gestão de TI influente, com mais de 20 anos de experiência em alavancar tecnologia para impulsionar o crescimento, desempenho e rentabilidade da organização. Atua como um agente de mudanças, capaz de orquestrar estratégias de negócios transformadoras por meio de decisões baseadas em dados. Inovador com foco no desenvolvimento de soluções flexíveis e escaláveis voltadas problemas dos consumidores e da organização. Experiência diversa em ambientes de alto crescimento, startup e recuperação com amplo conhecimento do setor de saúde.

    Sumários executivos também são fundamentais, diz Seidel, porque sinalizam para os recrutadores e empregadores que tipo de líder é o CIO e os tipos de posições ou organizações que melhor se adequam a ele, dado o seu fundo e habilidade.

    3. Currículo sem informar o nicho funcional do CIO.

    Recrutadores e empregadores procuram candidatos para serem classificados quando fazem a triagem dos currículos, diz Seidel.

    Uma história da carreira do CIO, combinada com o seu sumário executivo, deve comunicar o nicho funcional do CIO – isto é, os tipos de funções nas quais o CIO seria mais adequado. Idealmente, a descrição do CIO de sua experiência de trabalho e realizações vai demonstrar que tipo de CIO ele ou ela é.

    Os líderes de TI que tiveram uma carreira “eclética”, mudando de papéis de gerenciamento de TI para consultoria ou para iniciar suas próprias empresas, por exemplo, são mais difíceis de serem classificados pelos recrutadores e empregadores, diz Seidel. O truque é transmitir aos recrutadores que eles são versáteis e podem se encaixar em papéis diferentes.

    4. Currículo sem realizações concretas.

    Ao escrever sobre sua experiência de trabalho, inclua três a cinco metas de negócios específicas que você alcançou, além de ressaltar as responsabilidades de seu núcleo e qual foi o seu papel, informa Seidel. “Certifique-se de que elas foram realmente difíceis de atingir”, diz ele. “Se você está se apresentando como um líder transformador, você tem de mostrar a sua experiência em como a organização mudou por meio de suas realizações”.

    Realizações concretas são os elementos particularmente críticos de um resumo executivo, acrescenta Seidel, porque dão aos recrutadores e aos empregadores uma noção clara das suas capacidades com base no que você realmente fez. “Os leitores podem inferir uma forte liderança a partir de exemplos de resultados”, afirma Seidel.

    5. Currículo visualmente pesado.

    Alguns executivos de TI sentem-se compelidos a embalar seus currículos com tantos detalhes, projetos e responsabilidades profissionais quanto possível, com o objetivo de dar aos recrutadores e empregadores um entendimento completo sobre suas capacidades e experiência. Essa abordagem, muitas vezes, cria currículos que são difíceis de ler.

    Se um recrutador dá uma varredura rápida no seu currículo e fica sobrecarregado por adjetivos ou parágrafos de texto, ele não saberá qual informação é a mais importante, diz Seidel, e irão rapidamente para o próximo currículo.

    “Às vezes quantidade deixa de fora a qualidade”, acrescenta. “Muitas vezes, mais é realmente menos. Espaço em branco é realmente importante.”

    Fonte: CIO

  • Cinco passos para alcançar o sucesso profissional


    2 de agosto de 2011

    Ao longo da vida profissional, muitas vezes as pessoas se deparam com o mesmo dilema: essa é a carreira certa para mim? A partir de sua própria experiência, a consultora Caroline Ghosn, que recentemente deixou a posição de diretora na consultoria McKinsey para montar o portal Levo League – voltado a jovens profissionais, entre 20 a 30 anos –, fez uma lista dos passos que precisam ser seguidos para quem quer fazer uma mudança radical de trabalho.

    A seguir, acompanhe os cinco passos descritos por Caroline em um artigo publicado originalmente no site da Forbes:

    Passo 1: Descubra uma área que realmente o atraia

    Uma atração inexplicável por outra carreira é o primeiro passo para definir que está na hora de de fazer uma mudança radical na carreira. Para isso, além de descobrir uma área que realmente seja atraente, o profissional deve entender a fundo como pode encaixar-se nesse novo segmento.

    As justificativas que os profissionais usam para se interessar por outra carreira são muitas, entre elas, tentar ganhar mais dinheiro, ter mais segurança no emprego ou, simplesmente, se sentir mais feliz com os benefícios oferecidos pelas empresas de outro setor. “Na realidade, sempre existe aquela sensação de que a grama do vizinho é melhor do que a nossa”, pontua Caroline.

    Passo 2: Comece a guardar um tempo do dia para fazer algo diferente

    Depois de decidir sobre prováveis caminhos a seguir para mudar de carreira, vale a pena começar a vivenciar um pouco da nova área escolhida para ver os prós e os contras. Para isso, é importante encontrar algum tempo do dia – seja durante a semana ou no sábado e domingo – para fazer pequenas incursões em outros setores. “Eu chamo isso de a fase de explorar outros peixes no mar, pois agora você aceitou que está em busca de algo novo, mas se sente culpado”, afirma a especialista. Ela ressalta, no entanto, que essa fase exige esforço e persistência.

    Passo 3: Se envolva, oficialmente, com um projeto que esteja próximo de sua paixão

    Nesse momento, o profissional assume que, oficialmente, ele está em uma dupla jornada de trabalho. “Você já descobriu algo novo e precisa – por mais que odeie admitir isso para si mesmo – gastar algumas horas semanais nisso”, destaca Caroline, que completa: “não importa como, você vai conseguir.”

    Se esse trabalho extra for algo que, realmente dê prazer ao profissional, muito provavelmente ele vai gastar cada vez mais tempo do dia nessa nova paixão, o que só tende a aproximá-lo mais do momento de mudança.

    Passo 4: Controle as horas gastas com o novo projeto

    “Faça balanços constantes para verificar quantas horas você gasta com seu trabalho atual e quanto tempo se dedica a seu novo projeto”, aconselha a especialista. Ainda segundo ela, chega um momento que fica quase impossível justificar, inclusive para seu empregador atual, o motivo de tantas ausências.

    Nessa hora, os profissionais também tendem a aprender a gastar melhor suas horas trabalhadas, mas não devem se iludir ao pensar que será fácil, avisa. Segundo ela, além da própria administração do tempo, quem decide por uma mudança radical na carreira deve estar preparado para enfrentar a opinião contrária de amigos e familiares.

    Passo 5: Assuma o risco

    O maior sinal de que chegou a hora de optar, definitivamente, pela nova carreira é quando a falta de motivação começa a prejudicar a performance no trabalho. “Isso mostra que é hora de seguir em frente e assumir um risco ao optar por esse novo projeto pelo qual está apaixonado”, pontua Caroline. Ela ainda cita que, preferencialmente, deve-se pedir demissão quando as coisas ainda não ficaram tão ruins.

    “Gaste um tempo para reuniões com pessoas que tenham te ajudado no trabalho, com o objetivo de agradecê-las e explicar sua transição. Se forem realmente mentores, eles saberão que é o melhor para você e apreciarão o fato de terem sido informados com antecedência”, afirma. Ainda segundo ela, ninguém deve decidir pelo profissional quando é o momento certo de dar uma guinada na carreira, a própria intuição ajudará a dizer qual a melhor hora para deixar o trabalho atual e se dedicar a uma nova paixão.

    Fonte: Olhar Digital