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8 dicas para aumentar a retenção dos talentos de TI
6 de novembro de 2012
Rotatividade de funcionários é um assunto caro para os empregadores. O tempo consumido para procurar, contratar e treinar pessoas é algo crítico para os negócios e, naturalmente, a empresa quer proteger seu investimento. Então, o que você pode fazer para aumentar a retenção na companhia?
“O mais importante na atração e retenção de funcionários é a cultura da empresa”, opina Matt Chasen, CEO da uShip, no Texas (EUA), que oferece frete, bens domésticos duráveis e serviços de transporte de veículos. “Tudo começa com o processo de entrevistas, fase fundamental para os candidatos que vão até o nosso escritório”, completa.
De acordo com Chasen, uma vez lá, o objetivo é levá-los para conhecer o máximo de funcionários possível para que possam ter a sensação de como é trabalhar na uShip e para que o empregador veja como os candidatos se encaixam na cultura da companhia. “O que temos feito bem é criar uma grande cultura. Essa foi a estratégia que desenhei para ser mais eficaz em reter e atrair talentos.” Os resultados estão na baixa taxa de rotatividade da uShip, que em julho era de 1,5%.
O que é preciso, então, para construir uma grande cultura e manter colaboradores atuais e atrair novos? Aqui estão oito ações que você pode colocar em prática para impedir que seus funcionários abandonem o barco.
1 – Expresse claramente as expectativas – Isso pode parecer algo simples, mas não é. Você, provavelmente, em algum momento da sua carreira, teve um chefe que desejava ser mais claro ao distribuir tarefas, responsabilidades e projetos. Hoje, os funcionários de TI são inundados com tarefas e responsabilidades. Se você não deixa claro seu trabalho, como é possível avaliar seu desempenho? Expectativas claras tornam a vida de todos mais fácil.
2 – Fomente linhas de comunicação abertas – Na uShip, a cada semana, diz Chasen, as equipes se encontram e todos os temas de discussão são abertos. Do mais novo ao mais antigo funcionário, todos são incentivados a compartilhar suas ideias com o grupo. Ter uma política de portas abertas também contribui para a adoção da comunicação aberta. Profissionais que se comunicam mais terão um efeito positivo sobre a moral e são como um espelho para os colegas.
3 – Ajude seus funcionários a crescer – Esse item pode ser colocado em prática de muitas formas, incluindo treinamento interno ou reembolso para os externos. “Você perde as estrelas se não oferecer um caminho para o progresso”, avalia Chasen. Mostre uma direção clara para o avanço da carreira e faça o que puder para ajudar seus funcionários a alcançar objetivos.
4 – Valorize e promova os profissionais – Quando as pessoas observam como um funcionário ganha mais responsabilidade e credibilidade, e progride rapidamente, ele contamina os demais.
Se um colaborador sente-se em um beco sem saída e não há espaço para o avanço, ele estará mais propenso a procurar um novo emprego. Clareza sobre o caminho para a evolução pode oferecer paz de espírito e ajudar a afastar a ideia de encontrar outro emprego.
“Temos programas de mentoring e educação e quando as pessoas observam como alguém cresceu rapidamente na carreira elas também desejam aquilo”, ensina Chasen.
5 – Ofereça prêmios – Fornecer prêmios em dinheiro é uma alternativa sólida para promover a fidelidade e garantir que os empregados cumpram ou superem as expectativas. Mas lembre-se de recompensar os funcionários que estão no topo de acordo com o mérito.
6 – Forneça benefícios – A uShip emprega um chef em tempo integral que faz o almoço todos os dias para os funcionários e café da manhã às sextas-feiras. “Quando eles saem para o almoço, estão desconectados”, observa Chasen. “Preparar almoços em casa incentiva os profissionais a comerem juntos”, justifica.
Chasen também diz que o investimento para contar com um chef em tempo integral e outras regalias é menor do que encontrar e trazer alguém novo para a empresa com a velocidade que os negócios demandam. Pequenas ações podem contribuir para manter seus empregados animados para ir ao trabalho.
7 - Conheça seus funcionários – A maioria das empresas realiza uma entrevista quando o colaborador está de saída. Mas essa atividade não produz informação suficiente ou necessária para manter os demais. A melhor pergunta a fazer é: por que os funcionários decidem ficar?
“Entrevistas desse tipo exigem confiança e essa pode ser uma ferramenta mais eficaz para as empresas”, disse Susan Torroella, presidente e CEO da Columbia Medcom, em artigo recente na revista Forbes. Essa é uma ótima maneira de saber o que é necessário para manter o pessoal interno feliz.
8 – Forneça bons benefícios – Benefícios para a saúde são vitais na remuneração de um empregado. Geralmente incluem planos médicos, odontológicos e seguro de vida. Outros permitem que funcionários trabalhem remotamente, tenham horários flexíveis e contem com creches para os filhos. Fornecer bons benefícios pode fazer com que eles pensem duas vezes antes de procurar outro lugar para trabalhar.
Crie uma cultura corporativa positiva
Quando saírmos da recessão econômica e mais empregos de TI tornarem-se disponíveis, os empregadores precisam estar em sintonia com as necessidades e desejos de seus colaboradores. Se não fizerem isso, correm o risco de sofrer uma fuga em massa de talentos.
Em tempos altamente competitivos, oferecer mais dinheiro nem sempre é a resposta. “Você tem de acenar mais do que com o salário para atrair e reter pessoas”, diz Chasen. Criar uma cultura positiva e manter uma declaração clara da missão é um ótimo começo. O exercício de atrair pessoal nunca acaba e de tempos em tempos você precisa se perguntar: “O que mais posso fazer para manter meus profissionais satisfeitos?”.
Fonte: ComputerWorld
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5 formas de convencer seu chefe a te deixar trabalhar de casa
11 de setembro de 2012
Se você tem a sorte de ter um emprego, por que não levar a experiência a um outro nível e trabalhar de casa, de pijama? Inspirados por todos os recursos facilitadores de trabalho remoto do join.me, listamos algumas táticas úteis para se aproximar daquele Santo Graal que é se transformar em um funcionário-modelo hiperprolífico que não muda de CEP em horário comercial.
1. Diga a ele que você ficará mais produtivo
Pois é, as pessoas que trabalham de casa são realmente, em média, mais produtiva que seus compatriotas de escritório. Viva a ciência! Como afirmou o programa de rádio Marketplace, uma empresa da China chamada Ctrip conduziu um experimento onde eles dividiram um grupo de 500 funcionários de dois grupos aleatórios. Metade trabalhou de casa e metade permaneceu trabalhando no escritório. O resultado surpreendente foi: o grupo que trabalhou de casa foi 13% mais produtivo que os que ficaram em suas baias. Presume-se que esse resultado se deu porque eles tinham menos acesso a distrações que assolam um ambiente de trabalho, como telefones tocando, vizinhos de mesa, reuniões sem fim… você sabe, né?
2. Diga a ele que você ficará mais acessível
Sim, a gente sabe que os softwares de colaboração online tem uma reputação meio ruim por serem pesados, e não serem nada espontâneos (se você já teve sua caixa de entrada entulhada por avisos de reunião e lembretes, você sabe do que estamos falando). Join.me permite que você compartilhe sua tela de uma forma tão simples quanto enviar uma mensagem instantânea — quem a acessa não precisa nem baixar o programa. Bônus: você pode participar de reuniões através de seu celular, então mesmo que você não esteja na sua mesa, você ainda assim não fica de fora.
3. Mostre a economia que ele estará fazendo
Essa escrivaninha em que você trabalha não foi barata — principalmente se você está em uma cidade cara como Nova York. De acordo com um relatório divulgado pela firma de serviços imobiliários Cushman & Wakefiel, o aluguel de um escritório top de linha no centro comercial da cidade em 2011 era de US$120 por metro quadrado. Adicione a economia que fará em suplementos de escritório, eletricidade, bolos de aniversário e seu chefe pode poupar uma boa fatia te mantendo em casa.
4. Fale da segurança
O departamento de TI não é mais uma desculpa. Se você usa o join.me para compartilhar e colaborar com seus colegas, seus dados estão protegidos por um firewall do nível da NASA, com encriptação de 256 bits (é bit demais para um hacker ultrapassar). Esse software é simples o suficiente para qualquer um utilizar, sem precisar de assistência.
5. Diga a ele que o trânsito pode matar
Existe um sem-número de motivos para um chefe querer te manter saudável. Afinal, um funcionário que está bem é mais produtivo, tem menos dias de licença e pode manter os custos com saúde baixos. E não há nada que consuma mais a sua saúde do que pegar trânsito na ida e na volta do trabalho. Estudos já associaram longas locomoções com doenças cardíacas, alta pressão sanguínea e qualquer outra coisa que pode te matar. Caso em questão: Um estudo recente da Washington University em St. Louis mostrou que passageiros que percorrem longas distâncias estão mais propensos a ficar com sobrepeso do que aqueles que não precisam se locomover. Mostre os dados aos seu chefe: Trabalhar de casa te mantém saudável, produtivo e menos custoso para o departamento de saúde.
Fonte: Jezebel
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As 10 melhores maneiras de sobreviver no seu emprego chato
28 de agosto de 2012
Seu emprego é uma droga e por qualquer que seja o motivo você não pode sair. Ao mesmo tempo, se você não sair você muito provavelmente irá enlouquecer. O que você pode fazer sobre isso? Eis aqui as nossas 10 estratégias favoritas.
10. Coloque as coisas em perspectiva
Hoje é apenas um dia da sua vida. A menos que você vá morrer em breve, provavelmente não irá ser grande coisa daqui a algum tempo. Provavelmente você nem irá lembrar dele daqui a uma semana. Isso não quer dizer que você não deva prestar atenção no que você realmente se importa, mas você não deve ficar obcecado por isso também, se concentrando em ver o tempo passar. Você tem comida, um lugar para morar, e até mesmo algo para fazer na maior parte do tempo. Foque nas coisas boas, e lembre que o resto será uma memória distante em breve. Passar o seu tempo resmungando pra você mesmo (e para os outros) sobre quão ruim é o seu trabalho não irá resolver o problema. Não faça isso, e mantenha o foco no lado positivo.
9. Leve um pouco de você para o trabalho
Supostamente você já faz isso no sentido físico, mas se você tem um lado criativo ou outros interesses isso pode tornar o seu trabalho mais divertido se você encontrar maneiras de integrá-los. Uma das minhas principais funções em um emprego que tive há muito tempo envolvia colocar o endereço em catálogos em nome de uma escola de propaganda. Eu tornei isso mais divertido ilustrando os envelopes baseado no nome da pessoa. Em dado momento algumas pessoas ligaram porque gostaram e eu recebi alguns trabalhos de design. Em outro emprego nós tínhamos que aprender a usar um novo produto que a empresa adquiriu que fazia slideshows online basicamente. Eu escrevi uma música sobre um utensílio de cozinha garanhão que finalmente encontrou a mulher (ou, bem, objeto inanimado “fêmea”) dos seus sonhos, juntei algumas fotos de objetos de casa, e juntei tudo em um clipe musical em stop motion, usando a ferramenta nova. E tudo isso foi feito em espanhol traduzido pelo Google. Sempre que o meu emprego me botava para baixo, seja porque ou ele era chato, ou simplesmente porque eu precisava de algo para quebrar a monotonia, eu tentava levar algo que eu curtia para o trabalho. Obviamente isso consome mais tempo, mas todas as pequenas coisas estranhas que eu fiz nesses empregos são as minhas memórias favoritas. Apesar de nem todo trabalho permitir que você exponha a sua personalidade (potencialmente estranha), eu realmente recomendo que você o faça se encontrar uma maneira. Nada alegrava mais o dia.
8. Cuidado com os as pequenas coisas que vão acumulando
Dias ruins normalmente ocorrem quando um número de pequenas frustações acontece em sequência. Sozinhas elas podem não ser um grande problema e você acaba esquecendo-se delas, mas juntas elas fazem você acreditar que o universo está conspirando contra você. Isso é conhecido como “false start”, e normalmente é a raiz dos dias ruins. Quando as coisas parecem estar piores do que o normal, olhe para trás e pense no que aconteceu. Você não é tão importante que um dia inteiro foi reservado para te fazer infeliz. Disseque cada momento, perceba como está sendo ridículo, e tire sarro de si mesmo quando você puder. Se você puder olhar para a situação realisticamente, você às vezes pode parar um dia ruim em potencial antes que ele comece.
7. Seja Saudável
Corpo e mente balanceados fazem uma grande diferença quando se fala de tudo que você faz – mesmo as coisas que você não gosta. A ideia não é simplesmente se tornar uma pessoa musculosa que odeia o próprio trabalho, mas permitir que as suas necessidades físicas e mentais tenham prioridade acima de praticamente todo o resto. Para começar, decida quando você irá dormir à noite (pode ser uma janela de horários, não uma hora exata) e siga isso. Encontre algum exercício que você possa e irá fazer 3~4 vezes por semana e realmente faça. Não importa quão mínimo seja. Comece a fazer comida barata e saudável. Reserve algum tempo todo dia para apenas relaxar e não fazer nada. Programe tudo se você precisar, mas assegure-se que o seu emprego não irá atrapalhar o seu bem-estar. Se você já não gosta dele, negligenciar a sua saúde irá torna-lo muito, muito pior.
6. Bloqueie conversas negativas
Reclamar do seu trabalho pode ser divertido porque parece catártico, mas ficar falando das suas frustrações só irá aumentar a sua raiva. Se essa negatividade se espalhar para os seus colegas de trabalho você pode piorar o problema ao criar uma mentalidade de colmeia, ou pelo menos deixar todo mundo mais frustrado no final. Se você não quer reprimir seus sentimentos e arriscar explodir um dia, você não tem que encarar tudo de forma negativa. Ao invés de reclamar, considere soluções. Tente encontrar maneiras de melhorar as coisas. Se você não pode mudar a maneira que as coisas funcionam no escritório, considere maneiras que podem ajudar com que você lide com esses problemas. Ser mais proativo e menos negativo pode não resolver tudo, mas pode melhorar a sua situação.
5. Aceite um corte salarial
Sério. Aceite um corte salarial e ganhe mais flexibilidade no trabalho em troca. Aparentemente muitos não se importariam com essa opção, e a sua empresa provavelmente iria adorar pagar menos para você. Se você quiser diminuir sua carga horária, trabalhar de casa em algumas ocasiões, ou ganhar algum outro benefício que seja importante para você, troque por um corte salarial. Você pode conseguir o que quer, e esse benefício pode te deixar muito mais feliz do que o dinheiro.
4. Conviva bem com os seus colegas de trabalho
Quando você odeia o seu trabalho, é fácil não querer se envolver com os seus colegas. Fazer isso significa criar laços, e você não quer se sentir ligado a nenhum tipo de trabalho que esteja destruindo a sua vida. Dito isto, se você tiver amigos no trabalho você terá pessoas para te deixar menos triste. E também, de acordo com um estudo, você pode até mesmo viver mais. Mesmo se você não achar que irá se dar bem com algumas pessoas do seu trabalho, tente. Se não funcionar, você sempre pode tentar voltar a ser solitário.
3. Encontre equilíbrio
Encontrar equilíbrio é algo que é mais fácil falar do que fazer, mas pequenas mudanças estratégicas podem fazer uma grande diferença. Às vezes não é o trabalho que você faz que é terrível, mas é que ele está consumindo a sua vida. Ao invés de encontrar um novo emprego e acabar na mesma situação de novo, permaneça no seu emprego atual e preste atenção nas pequenas coisas. Tome nota dos pequenos momentos que te deixam feliz e aqueles que te deixam muito infeliz. Tente remover os detalhes que você odeia e troque por mais detalhes que você goste. Grandes decisões podem ser agradáveis por um curto período de tempo, mas se você nunca resolver os pequenos problemas e negligenciar aproveitar os pequenos momentos de felicidade, a história fatalmente irá se repetir.
2. Aprenda a lidar com o seu chefe maluco
Se o trabalho é uma droga, há alguma chance do seu chefe ter alguma coisa a ver com isso. Mas você pode aprender a lidar. Uma maneira de lidar com a insanidade do seu chefe é criar um distanciamento. Por exemplo, veja se você pode ter suas tarefas filtradas através de outra pessoa. Você pode também querer manter um diário das loucuras e ter tudo que você puder por escrito para que se as coisas um dia acabem tão mal que você precise ir ao setor de recursos humanos você estará preparado. Apenas assegure-se de não querer competir com a loucura do seu chefe, porque ele provavelmente é melhor nisso do que você.
1. Simplesmente peça demissão
Se você está realmente prestes a explodir e não há nenhuma maneira de aguentar mais tempo, você precisa criar um plano de demissão. Sim, você acha que tem que ficar para pagar o seu aluguel, e sim, você acha que nunca irá conseguir outro emprego do jeito que o mercado está. Economize dinheiro suficiente para sobreviver por pelo menos um mês e então você precisa sair. Você pode pegar alguns dias para relaxar e se recompor, e então você terá o resto do mês para encontrar outro lugar para trabalhar. Não há nada que motive mais do que a ameaça de ficar sem teto. Além disso, você terá todas essas horas de trabalho para encontrar outro lugar para trabalhar. Com oito horas por dia, isso são (mais ou menos) 180 horas durante o mês. É bastante tempo. Se você for diligente e usar esse tempo com sabedoria, você será capaz de encontrar outra coisa.
Fonte: Lifehacker
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Conheça as profissões que estão ‘bombando’ em TI
7 de agosto de 2012
A Michael Page, consultoria de recrutamento especializado, elaborou um estudo global que ajuda a entender como o mercado de trabalho vem se adaptando as variações da economia. Realizada em cinco países (Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, França e Brasil), a pesquisa destaca as atividades que nasceram para suprir as necessidades de um mercado em constante transformação.
“São profissões muito especializadas, que atendem a demandas atuais e futuras. A perspectiva para os próximos anos é de ampliação no campo de trabalho desses cargos”, diz Paulo Pontes, presidente da Michael Page no Brasil. Saiba quais são as profissões em alta na área de TIC.
Gerente de projetos
O que faz: joga no meio de campo entre o departamento de TI e as demais áreas da empresa. Por um lado, ele leva as necessidades dos diferentes departamentos da companhia aos técnicos de sistemas da informação. No caminho inverso, aponta aos funcionários as limitações dos recursos de TI. Como ele dialoga com grupos que muitas vezes não se entendem — tecniquês e juridiquês, por exemplo, são dois idiomas distintos —, a capacidade de comunicação é a sua principal característica.Formação: engenharia e informática.
Quem contrata: médias e grandes empresas de todos os segmentos.
Salário médio: 12 000 a 20 000 reais.
Gerente de relações governamentais
O que faz: é o interlocutor da empresa junto a órgãos governamentais e agências reguladoras, como Anatel e Aneel. Sua área de atuação é vasta: inclui desde questões legais até assuntos socioambientais. Por isso, o cargo exige um profissional que tenha grande capacidade de comunicação e, ao mesmo tempo, muito conhecimento e aptidão para os meandros da burocracia — uma combinação difícil, que, quando preenchida com eficiência, pode levar aos mais altos salários entre aqueles oferecidos por essas novas profissões.Formação: comunicação, direito, administração de empresas, relações internacionais ou ciências sociais, de acordo com a área de atuação da companhia.
Quem contrata: empresas de grande porte, principalmente aquelas sob a supervisão de órgãos reguladores.
Salário médio: 12 000 a 45 000 reais.
Gerente de marketing on-line
O que faz: elabora a estratégia de marketing de uma empresa nas mídias sociais, como Twitter e Facebook, de acordo com o público específico que se quer atingir e a rede social que se deve utilizar. Na Europa e nos Estados Unidos, os profissionais desse ramo já contam com experiência de até dez anos no currículo. No Brasil, o marketing on-line só agora começa a se expandir — daí a carênciade profissionais experientes nessa área.Formação: publicidade, propaganda e marketing.
Quem contrata: agências de comunicação e empresas que atuam nas redes sociais.
Salário médio: 8 000 a 15 000 reais.
Gerente de comunidade
O que faz: atua diretamente na comunicação com o consumidor por meio de redes sociais, blogs e fóruns on-line. É responsável, por exemplo, por impedir que as reclamações sobre um produto ou serviço de sua empresa divulgadas no Twitter ou no Facebook se transfo rmem em virais negativos na internet.Formação: marketing e publicidade e propaganda.
Quem contrata: agências de comunicação e empresas que atuam nas redes sociais.
Salário médio: 7 000 a 10 000 reais.
Fonte: Convergência Digital.
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Conheça os dez empregos mais exigentes de TI
27 de julho de 2012
A Emerson Network Power apresentou um relatório com “Os empregos mais exaustivos em TI”. O documento é baseado em uma pesquisa com cerca de 800 profissionais de TI na Ásia, Europa, América Latina e nos EUA, que visa determinar até que ponto eles devem estar sempre disponíveis, trabalhando na sua capacidade máxima e sempre sendo precisos.
Espera-se que as tecnologias, como smartphones e sites, estejam sempre ligados e disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, neste mundo super veloz e conectado. Mas e as pessoas que mantêm essas tecnologias? Elas também precisam sempre estar ligadas? Algumas delas estão mais ligadas que outras? Estas questões inspiraram a Emerson Network Power a consultar profissionais de TI do mundo inteiro em busca de respostas.
Os profissionais consultados confirmaram a suspeita de que profissionais de TI precisam estar sempre disponíveis, assim como a central de processamento de dados. Quando foi pedido que descrevessem uma situação na qual eles tivessem de sempre estar à disposição, os comentários típicos incluíram: “Tenho de estar ligado do mesmo jeito que o sistema precisa ser executado 24 horas por dia” e “Temos um prazo restrito para concluir projetos enquanto trabalhamos para apagar outros incêndios”.
“TI é uma profissão extremamente exigente”, disse Blake Carlson, vice-presidente do IT Business Segment, Avocent Products & Services da Emerson Network Power. “Eles precisam ser inteligentes, flexíveis e rápidos — assim como a tecnologia que trabalham para manter. E, eles devem ser capazes de lidar com múltiplas tarefas de uma vez, e descobrir como fazer as coisas com tempo e recursos limitados. Na minha experiência, profissionais de TI são uma espécie especial”.
De maneira geral, a pesquisa da Emerson Network Power constatou que:
- Todos os empregos de TI são extremamente exaustivos, com uma pontuação média de 71 pontos, de 0 a 100 na escala de Disponibilidade Necessária.
- Em média, profissionais de TI precisam estar disponíveis para trabalhar 119 horas a cada semana de 168 horas.
- Em geral, quanto mais alto o nível do emprego, mais exaustivo ele é.
Os participantes da pesquisa elegeram os seguintes 10 empregos mais exaustivos em TI:
- Diretor Executivo/Administrador
- Aquisições de TI
- CIO
- Diretor/Gerente de TI
- Operações de TI
- Gerente de Central de Processamento de Dados
- Engenharia
- Segurança de TI
- Desenvolvimento de Software/Aplicações
- Gerenciamento de Banco de Dados
Profissionais de TI na primeira posição têm títulos de trabalho, como administrador, líder, chefe de departamento e diretor. Todos os profissionais consultados que cumprem esse papel importante concordam que trabalham em vários projetos ao mesmo tempo, e que os suas tarefas exigem um nível elevado de inteligência. Apenas 25% concordam, ou concordam totalmente, que o sucesso depende de coisas que estão fora do seu controle. Em outras palavras: eles são os responsáveis pelo sucesso e isso se traduz em exigências de trabalho exaustivas. Como disse um diretor: “Tenho de estar sempre disponível para uma emergência, alerta e forçando os limites para poder oferecer resultados aos nossos clientes”.
A exigência de disponibilidade contínua foi uma constante no grupo. Um dos participantes resumiu isso muito bem: “Sempre disponível, sempre disponível, sempre disponível”. A pesquisa online foi realizada em fevereiro de 2012 com profissionais de TI selecionados aleatoriamente, a partir de uma lista da fornecedora de amostras EMI. Essa amostra foi balanceada e ponderada por porte de indústria e empresa, para representar a população real de profissionais de TI na Ásia, Europa, América Latina e nos EUA. Foram recebidas respostas de 792 pessoas, representando 17 funções, 18 indústrias e negócios de vários portes.
Fonte: Convergência Digital
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Cinco remédios para os males que afligem o departamento de TI
4 de junho de 2012
Seu departamento de TI pode ter os funcionários mais brilhantes e ambiciosos. Os melhores. Mas isso não garante que o grupo será eficiente.
Como na maioria dos departamentos, há muitas causas para a ineficiência. E sintomáticas. O grupo de TI deve estar preparado para ajustar forças que, por vezes, estão fora do seu controle. As mudanças no modelo de negócios aumentaram a pressão sobre os CIOs, que já não podem mais errar na seleção de fornecedores ou terem dificuldades de entender o significado de ROI.
“A cada falha, é fácil detectar uma infinidade de causas potenciais”, diz John Baschab, VP sênior de serviços de gestão da Technisource.
As quatro principais razões para a ineficiência da TI, diz Baschab, são: (1) turbulências na área de negócios da empresa, como a necessidade de rápido crescimento da receita ou uma fusão forçando uma maior demanda por TI; (2) seleção equivocada e uma fraca gestão dos fornecedores; (3) inexperiência de gestão ou uma gestão que afaste a equipe de TI das áreas de negócio; (4) e orçamento reduzido ou um gestor financeiro que não compreenda perfeitamente a relação custo/benefício da área.
Mas há bons remédios para cada uma delas. Baschab aponta cinco deles.
Melhorar a Gestão de TI
Um passo na melhoria da gestão de TI é formar um comitê diretivo de TI que atue como ponte entre os mundos de TI e as áreas de negócios. Este comitê seria composto normalmente por executivos internos com interesse em TI que também tenham influência dentro da empresa para promover mudanças necessárias.
“Na maioria das vezes o comitê é composto pelo presidente e seus subordinados diretos”, diz Baschab, “mas também pode incluir outros líderes influentes dentro da empresa.”
O comitê diretivo de TI deve servir como um CIO virtual” assessorando o CIO e resolvendo rapidamente os problemas entre as áreas de negócio e a TI. O comitê deve também ser responsável pela contratação do pessoal de gestão de TI, certificando-se de que os gerente sejam realmente gestores responsáveis por sua áreas não apenas um programador sênior, diz Baschab.
“Promover uma limpeza no organograma de TI é a melhor forma para começar”, acrescenta. “Não deve haver caixas flutuantes e linhas pouco definidas de responsabilidade.”
Ter disciplina no gerenciamento de projetos
CIOs precisam listar todos os projetos futuros, determinar claramente o ROI de cada projeto e em seguida priorizar todos os projetos por seu benefício para as áreas de negócios, diz Baschab.
É responsabilidade dos líderes de TI conhecer a real capacidade do departamento de TI e limitar o número de projetos abertos. “Não espere que a quantidade de projetos seja menor do que você quer, diz Baschab, mas “tenha certeza de que os projetos necessários serão realmente executados no tempo e dentro do orçamento previstos.”
Gerenciar melhor os fornecedores
A receita para manter seus fornecedores na linha, diz Baschab, é insistir em contratos favoráveis e gerir agressivamente as relações após a compra feita.
Mais especificamente, você deve “determinar que os fornecedores entreguem o combinado e não minem os orçamentos de TI com taxas e prazos improdutivos e inflados”, diz Baschab, que acrescenta que os gerentes de TI e CIOs não devem hesitar em abrir mão de fornecedores ruins, trocando-os por fornecedores melhores.
Ao negociar com um fornecedor, a TI deve exigir o melhor preço ou ameaçar abrir uma nova RFP (Request For Proposal). Também devem procurar se certificarem de como os fornecedores medem a satisfação do cliente.
“Experimente exigir um relatório de cada fornecedor, a cada trimestre, e mantê-los dentro de um padrão de entrega pré-definido”, diz Baschab.
Melhorar a Gestão Fiscal e Orçamento
Cada líder de TI precisa ser capaz de explicar à diretoria qualquer irregularidade no orçamento, e ter uma compreensão clara da relação custos versus receitas.
“Os CIOs devem reconhecer que a maioria das empresas deve gerar 10 Reais em receita para cobrir cada Real gasto em TI”, diz Baschab. E se esforçarem para serem vistos como executivos que zelam pela saúde financeira da empresa.
“Os CIOs devem se tornar um parceiro da equipe de gerência sênior, sugerindo formas de redução de custo global da empresa através do uso de TI”, diz Baschab.
Promover a paz entre usuários de negócios e de TI
Um CIO deve fazer o possível para reduzir acusações entre os departamentos, diz Baschab. Membros do departamento de TI precisam caminhar lado a lado com os usuários de negócios e colaborar com eles regularmente. Se você não se envolver com os usuários de negócios, você não deve ser promovido, diz Baschab.
“A qualidade do relacionamento com os usuários de negócios deve ser parte do processo de avaliação e promoção para todos os membros da equipe de TI”, diz ele.
Fonte: CIO
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Veja quatro dicas para lidar com os desafios de TI
8 de maio de 2012
Um grupo profissionais explica três estratégias para lidar com os desafios de ambientes de TI, cada vez mais complexos. Avaliar o software em termos de vulnerabilidades antes de o comprar, mudar de fornecedor e não de expectativas, e fazer mudanças de forma frugal são as suas recomendações.
Avaliar o software quanto às suas vulnerabilidades
É a filosofia adotada na Universidade de West Virginia: a instituição pede, cada vez mais, aos fornecedores de software para submeter os seus produtos propostos a um exame de avaliação de vulnerabilidades, antes de comprá-los.
“Faz parte do processo de contratação”, explica Alex Jalso, diretor-assistente de segurança da informação na universidade. O responsável utiliza o software IBM AppScan Enterprise como ferramenta de avaliação de vulnerabilidades, de análise e de correção de fragilidades de código.
Jalso diz que o processo de análise permite à instituição ter um olhar mais profundo sobre o código. Como este é propriedade intelectual do fornecedor, a universidade compromete-se a trabalhar sob sigilo e não divulgar qualquer questão que possa surgir.
A organização ainda não convenceu todos os seus fornecedores de software, mas caminha nessa direção. A AppScan também é usado pela universidade para analisar eventuais falhas de segurança em aplicações Web desenvolvidas internamente antes de elas entrarem em produção.
Qual é a importância deste aspecto? Jalso diz que tenta antecipar a identificação de pontos fracos no software, capazes de se tornarem um caminho de ataque para hackers e malware.
Há uma série de questões jurídicas a considerar, também, como não violar as diretrizes de proteção de dados relacionadas com várias normas (HIPAA, PCI e FERPA). A universidade considera que não é pedir demais a um fabricante que sujeite o seu software a um teste de vulnerabilidade – e na realidade, nem o é fazer isso várias vezes conforme ocorram mudanças na base do código, diz Jalso.
Mudar de fornecedor em vez de alterar expectativas
Ross Elliott é gestor da rede para as escolas públicas de Brick Township, em Nova Jersey, um distrito com 12 escolas e 10 mil alunos. O departamento de TI para o distrito escolar oferece acesso à Internet com fio e sem fio, para alunos e professores.
Mas a parte mais aberta da rede sem fio mostrou sinais de tensão e congestionamento quando o número de alunos a usá-la aumentou, no início de 2011. Como efeito colateral, o firewall Astaro e o serviço da Comcast “não estavam funcionando bem juntos”, explica Elliott. Segundo este responsável, a configuração de firewall, baseada num “proxy”, foi um importante fator para a queda de desempenho.
Contudo o responsável também estava insatisfeito com o suporte fornecido. O nível de disponibilidade da rede estava descaindo e em junho, a rede sem fio começou a ter desempenhos muito fracos e “no departamento de TI, estávamos sendo bombardeados com telefonemas”, conta.
O departamento da escola foi capaz de resolver os problemas de rede durante o verão, atualizando a largura de banda e adotando uma firewall da SonicWall. E Elliott diz que podem ser necessárias mais mudanças na natureza de acesso à rede da escola para suportar os acessos por dispositivos móveis.
Outro caso, na Columbia Grammar and Preparatory School, em Nova Iorque, a equipe de TI geria cerca de 450 computadores Macintosh para uso em salas de aula, e não estava feliz com o desempenho dos servidores da Apple. Por isso, mudou para servidores Windows, durante o verão passado, obtendo melhores desempenhos no apoio aos computadores Macintosh, de acordo com Adam Gerson, codiretor de tecnologia da escola.
Embora seja um auto-proclamado fã dos Mac, em uma “escola Mac”, isso não o impediu de experimentar uma alternativa aos servidores da Apple.
Corrigir ligeiramente
Como em muitos sistemas escolares nos Estados Unidos, os professores realizam cada vez mais procedimentos de rotina online em vez de usarem papel. É o caso do grupo de cinco escolas do Belchertown School District, em Massachusetts.
Professores e alunos vão a plataformas online para obter material das aulas e outro tipo de suporte. O distrito começou a usar uma aplicação chamada PowerSchool, configurada com Cisco UCS para executar desktops virtuais VMware View, ligados a uma plataforma de armazenamento NetApp FAS2020.
Mas de acordo com Scott Karen, diretor de tecnologia para o distrito escolar, havia indícios de problemas de excessiva latência relativa à configuração das máquinas virtuais quando muitos estudantes tentavam autenticar-se e usar o sistema ao mesmo tempo. Além disso, quando os professores usavam as plataformas nas salas de aula, simultaneamente, deparavam-se com a lentidão das mesmas, e a ocorrência de erros de arquivo.
A falta de capacidade de “caching” nos velhos sistemas NetApp FAS era um problema, diz Karen. E adotar um sistema da NetApp maior e mais recente não era atraente do ponto de vista econômico.
No entanto, como participante regular do grupo de usuários locais da VMware – onde os problemas são discutidos e, sim, os fabricantes mostram os seus produtos – Karen descobriu uma solução mais econômica. Decidiu adotar um sistema de dois nós Avere FXT para otimizar as capacidades de leitura e registo que resolveu o problema.
Fonte: Computer World
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Como aumentar a colaboração interna no departamento de TI
19 de abril de 2012
Já faz algum tempo que o gerentes de TI lamentam a tensão entre as equipes encarregadas de mudar o negócio (desenvolvimento) e aquelas responsáveis por mantê-lo funcionando (operações). Na verdade, a maioria das organizações sofre essa maldição, e os estereótipos que refletem essa animosidade não são poucos.
Equipes operacionais, por exemplo, enxergam os integrantes da equipe de desenvolvimento como pessoas sentadas em suas torres de marfim produzindo código de todos os dias, criando aplicativos sem considerar as restrições do mundo real. Por outro lado, desenvolvedores veem o pessoal de operação como mantenedores da infraestrutura, responsáveis por mantê-la sempre disponível, sempre a postos para impedir que ela seja afetada por código mal escrito.
Esses estereótipos existem porque os comportamentos organizacionais, com uma área sempre pronta a culpar a outra pelas falhas, acirrar conflitos. As duas partes devem agir rapidamente para mudar.
O conceito de DevOps (desenvolvimento + operações) tem sido apontado por muitos como a maneira das duas áreas passarem a trabalhar juntas, de forma eficiente e harmônica, para beneficiar o negócio. Mais especificamente, a Forrester define DevOps como um conjunto de processos, métodos e sistemas de comunicação, integração e colaboração entre as funções de TI responsáveis pelo desenvolvimento das aplicações, infraestrutura e operações. Faz parte do trabalho de devs e ops estarem alinhados e colaborarem um com o outro.
Líderes de TI podem começar a construir uma relação mais próxima entre aqueles que criam o software e os que mantêm tudo funcionando, em produção, considerando as seguintes ações:
1. Alterar a gestão de mudança
A reputação do pessoal de operação é a de resistir às mudanças, porque todo mundo – pessoal operacional, desenvolvedores, e os próprios clientes – passou a acreditar que a mudança é ruim. Falhas de serviço são frequentemente atribuídas a mudanças, por isso, se poucas são executadas, menos falhas ocorrerão. Esta associação ridícula apenas nos diz que o nosso processo de gestão de mudança é falho, muitas vezes profundamente.
Da mesma forma que conseguimos conciliar objetivos aparentemente contraditórios, como disciplina e velocidade, os profissionais de desenvolvimento deverão olhar os de operações como parceiros, não como um obstáculo irritante. O pessoal operacional da área de gestão de mudanças permite garantir que o processo está sendo executado de forma consistente. Todas as alterações realizadas fora do processo devem ser identificadas e corrigidas imediatamente.
2. Aumentar a comunicação entre as áreas, para que o grupo de desenvolvimento conheça melhor a área de operações
Para melhorar a compreensão, reduzir o preconceito e melhorar a percepção, as equipes de TI precisam melhorar a comunicação. O objetivo é adaptar as práticas de trabalho para garantir uma maior colaboração entre as áreas em novas iniciativas de TI. Essa colaboração não só ajuda a maximizar ganhos, como também a melhorar a qualidade das soluções de TI.
3. Educar os desenvolvedores de aplicações sobre a evolução de I&O orientada a serviço
Líderes de TI devem estender a ITIL ao gerenciamento de serviços. Com a introdução da ITILv3, em 2007, o quadro já não é mais centrado na operação. Ela explica todas as fases do ciclo de vida de serviços, incluindo aqueles relacionados com a área de desenvolvimento. É preciso educar os profissionais de desenvolvimento e operações a identificarem como ferramentas de automação de serviços podem colaborar para a implantação dos processos de TI e usá-las. A abordagem certa dele levar o pessoal de desenvolvimento a desejar ter um papel em ITIL e não se sentirem forçados a isso.
4. Considere o desenvolvimento de aplicações como serviço
A declaração pode soar chocante e provavelmente ofensiva para alguns desenvolvedores, mas o desenvolvimento de aplicações é, em última análise, um subcomponente do serviço geral de TI. O líder de TI deve trabalhar para reposicionar o até então isolado grupo de desenvolvedores dando a eles um papel mais central, de parceiros do pessoal de infraestrutura e operações na prestação de serviços relevantes para clientes comuns.
5. Compreender e gerir a diversidade de opiniões sobre a entrega de serviços
Existem razões pelas quais alguns de nós gostam de trabalhar em desenvolvimento e por que os outros odeiam programação. No entanto, essa não é uma desculpa para não trabalhar juntos para o bem do negócio. A liderança de TI precisa assegurar que haja um melhor mix de habilidades e tipos de personalidade nos grupos funcionais de TI. A revisão dos processos de gestão de pessoas deve ser feita em conjunto com o RH. Isto irá identificar problemas e lacunas nos conhecimentos e habilidades do pessoal de TI.
6. Integrar TI às áreas de negócio
Pare de repetir o mantra de alinhamento das áreas de TI e negócios e trabalhar para tornar-se de fato um facilitador de um parceiro de valor estratégico. A TI não deve estar alinhada ao negócio, simplesmente porque a TI é o negócio! As equipes de TI precisam entender como o seu trabalho está em sintonia com os objetivos mais amplos do negócio. Ter uma equipe eficaz, que compreenda isso, é essencial para posicionar a área de TI como um grupo que pode aumentar a vantagem competitiva da empresa por meio da tecnologia e da inovação.
Fonte: Olhar Digital
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Conheça os nove círculos do inferno da TI
17 de abril de 2012
Passe tempo suficiente na indústria de tecnologia, e você eventualmente se encontrará no inferno da TI – um local não muito diferente do submundo descrito por Dante em sua “Divina Comédia”.
Nos centros de dados, salas de conferências e cubículos, a versão deste inferno na área de TI não é alegoria. É um teste muito real de sanidade e alma.
Quantos de nós têm sido abandonados no limbo por nossos fornecedores de TI, só para venderem facilidades. Quantas vezes fomos acusados de heresia por argumentar a favor ou contra o uso de código aberto? Certamente muitos de nós foram vítimas de fraude e traição por parte dos fornecedores.
Felizmente, como no universo poético de Dante, há maneiras de escapar dos nove círculos do inferno de TI. Mas tenha cuidado: de uma outra para outra você pode ter que enfrentar seus próprios demônios para fazê-lo.
1° Círculo do Inferno de TI: Limbo
Descrição: Um pântano lamentável onde nada é feito e a mudança é impossível
Pessoas que você encontra lá: Usuários presos por fornecedores, departamentos algemados por bloqueios de software, organizações refém de desenvolvedores.
Há muitas maneiras de cair no Limbo. Quando os problemas surgem e os vendedores começam a apontar o dedo uns para os outros, quando você está preso a um software de baixa qualidade, sem alívio à vista, quando seus programadores o deixam preso, sem nada poder fazer a não ser começar de novo a partir do zero.
Você sabe que está no Limbo quando “os caras software começam a dizer que o problema está no hardware enquanto os caras hardware dizem que o problema está no software”, diz Dermot Williams, diretor da Threatscape, uma empresa de segurança de TI com sede em Dublin, na Irlanda . “Passe a eternidade neste círculo e você vai descobrir que, sim, é possível que ninguém seja culpado e todos se sintam culpados, ao mesmo tempo”, completa o executivo.
Algo semelhante acontece quando os vendedores de aplicativos culpam o OS, e fornecedores de sistemas operacionais culpam dos desenvolvedores de aplicações, aponta Bill Roth, vice-presidente executivo da empresa de gerenciamento de dados LogLogic. “A Oracle diz que é culpa da Red Hat, enquanto a Red Hat culpa a Oracle”, diz ele. “O suporte de TI é ruim de ambos os lados.”
Como escapar: “Quando você está cavando um buraco no inferno, a primeira coisa a fazer é parar de cavar e escalar o seu caminho para fora”, diz Roth. Isso significa ter certeza que você tem o conhecimento técnico em casa para resolver seus próprios problemas, pode adotar código aberto para evitar os bloqueios de software, e ter tempo para refatorar seu código para que você possa ser mais eficiente da próxima vez.
2° Círculo do Inferno de TI: Luxúria Techie
Descrição: Uma caverna profunda repleta de montanhas de aparelhos descartados, com criaturas lutando para alcançar o topo
Pessoas que você encontra lá: Quase todo mundo, em algum momento.
O círculo da luxúria techie permeia praticamente todas as áreas de uma organização.
Inclui desenvolvedores que abandonam a manutenção das ferramentas em uso para abraçar tecnologias mais recentes, sem parar para entender primeiro essas novas estruturas e metodologias. Gestores que querem aparelhos novos (como o iPhone) e inventam uma razão pela qual eles devem tê-los, independente do impacto sobre as políticas de TI. Executivos que se fixam em conceitos que mal entendem (como a nuvem) e acionam todos os recursos de uma organização por trás do medo de perder concorrência.
“Na realidade, todos nós visitamos o círculo da luxúria, cedo ou tarde”, diz Lowe. “O problema com a luxúria techie é o acúmulo de coisas. Você pode ficar atolado para sempre no “nós não podemos terminar este projeto, porque uma nova ferramenta acabou de sair e estamos começando tudo de novo”.
Como escapar: é difícil se libertar do círculo da luxúria techie, admite Lowe. “Nós todos amamos coisas novas”, diz ele. “Mas você tem que saber o que é bom o suficiente para começar a trabalhar com, e aprender a ser feliz com o que você tem.”
3° Círculo do Inferno de TI: Gula dos Stakeholders
Descrição: Um pântano fétido cheio de usuários de negócios insaciáveis que exigem mais e mais recursos, não importa o custo
Pessoas que você encontra lá: Demônios de vendas e marketing, finanças e administração. Este círculo é dolorosamente familiar para qualquer um que já tentou desenvolver um aplicativo de negócios, diz Dermot Threatscape, da Williams.
“Até o fim do projeto, as especificações, orçamentos e cronogramas reais não têm qualquer semelhança com as que você começou estimou, graças aos usuários que continuam acrescentando mais recursos”, diz Williams . “Um desenvolvedor que tenha a infelicidade de cair nesse círculo nunca vai realmente alcançar o nirvana de oferecer “todo os recursos “, porque a especificação, em si, nunca estará totalmente finalizado.”
Como escapar: há apenas um caminho para fora, e isso implica enfrentar algumas duras realidades, diz Williams. “Para escapar deste círculo é melhor empunhar o espelho mágico da verdade dolorosa”, diz ele. “Esta arma poderosa faz os demônios olharem em seus próprios corações escuros e perceberem que, em última análise, são eles que mais têm a perder com a inclusão desenfreada de recursos.”
4º Círculo do Inferno de TI: a ganância corporativa
Descrição:Uma fornalha acre onde criaturas se afogam em um rio de ouro derretido
Pessoas que você encontra lá: Os executivos e acionistas. Também: Donald Trump
Este círculo é preenchido com aqueles que colocam o ganho financeiro pessoal à frente das necessidades dos clientes, diz Anthony R. Howard, consultor de tecnologia.
“Quando os arquitetos de TI estão trabalhando em projetos capazes de trazer dezenas de milhões de dólares, o pessoal da torre de marfim quer que a receita entre o mais rápido possível para que possam apresentá-la à turma de Wall Street – e recolher seus bônus”, diz ele. “Ao mesmo tempo, os clientes querem tudo, incluindo os produtos que não existem ainda.”
Como escapar: A habilidade política, a dedicação ao cliente, o suporte e a gestão são as únicas maneiras de sair desse círculo, diz Howard. “Você tem que descobrir como entregar os resultados que eles querem de alguma outra forma.”
5º Círculo do Inferno de TI: Raiva do desenvolvedor
Descrição: Um poço de enxofre, fumaça e fogo onde geeks crescem
Pessoas que você encontra lá: programadores, desenvolvedores, executivos C-level
No mundo do desenvolvimento de software, os prazos são constantes, a pressão é intensa, e refletem nos temperamentos. Os habitantes deste círculo tendem a gritar primeiro e perguntar depois.
Larry Roshfeld, vice-presidente executivo de Sonatype, provedora de soluções de governança open source, diz que sua equipe trabalhou recentemente com uma grande instituição financeira para o desenvolvimento de software personalizado para a divisão comercial do banco. Mas quando a equipe jurídica do banco examinou o código, encontrou centenas de conflitos de direitos autorais que levariam semanas para resolver.
“A equipe da área comercial começou a gritar que precisava da aplicação o mais rápido possível”, diz ele. “Outra equipe ficou sabendo disso e também começou a reivindicar a atenção do pessoal de desenvolvimento, preocupada com o fato da demora no desenvolvimento do aplicativo da equipe de vendas prejudicar o desenvolvimento que precisava.” A equipe legal, por sua vez, garantia que o uso do aplicativo não seria liberado até que as questões com licenças e direitos autorais fossem resolvidos. “Ouvi palavrões que eu nunca tinha ouvido antes. As pessoas estavam literalmente espumando pela boca enquanto gritavam umas com as outras, em uma verdadeira guerra.”
Como escapar: Você pode evitar a maioria dos conflitos mantendo todos informados de cada passo do caminho, diz Roshfeld. “Em nosso exemplo, se a equipe de desenvolvimento tivesse as informações de licenciamento nos estágios iniciais do desenvolvimento, poderia ter tomado decisões mais acertadas, capazes de evitar a crise”, diz ele. “Tomar conhecimento de falhas críticas no final do processo de desenvolvimento inevitavelmente conduz ao caminho do quinto círculo.”
6º Círculo do Inferno de TI: Heresia Tech-cult
Descrição: Um labirinto insondável, onde todos os caminhos levam ao mesmo destino, iluminado pelos fogos de descrentes queimando na fogueira
Pessoas que você encontra lá:Fanboys da Apple, Google e Microsoft, wikipedistas, defensores do uso doe código aberto, e qualquer outro membro de um culto da área de TI
Onde verdadeiros nerds crentes se reúnem, o resto do mundo é lançado na cova de heresia.
Sistemas aberto versus software proprietário, Apple versus Microsoft – não importa que lado você defenda, haverá sempre uma heresia, do outro lado, diz David O’Berry, engenheiro de sistemas estratégicos da McAfee.
Como escapar: Depende do grau de fanatismo e da crença no poder da “evangelização”, diz O’Berry. Você pode evitá-los, mantendo a mente e os olhos bem abertos. “No momento em que você começa a tratar algo como um fanático, você reforça a noção de que o assunto é uma religião”, diz ele. “Não é religião, é negócio. O mundo sobrevive com compromisso. Ir longe demais em um sentido ou no outro não fará você resolver os problemas.”
7º Círculo do Inferno de TI: a violência do fornecedor
Descrição: Um local sombrio cheio de ogres com cortes de cabelo caríssimos, empunhando carteiras Louis Vuitton
Pessoas que você encontra lá: Advogados
No mundo da TI, a violência contra indivíduos é lamentável, mas felizmente rara. Já a violência entre as empresas é comum – e os danos colaterais muitas vezes muito mais extensos.
“Quando as empresas não podem competir de forma justa, elas ficam predatórias”, observa O’Berry. “Acontece quando todos os processos de patentes começam a aparecer.
Como escapar: Saindo do círculo de empresa contra empresa, a violência só pode ser possível através de ação coletiva, diz O’Berry. “Quando você aperta o único ecossistema para a sua vantagem, e não se preocupa com as empresas que você matou ao longo do caminho, eventualmente, as pessoas vão dizer basta”, diz O’Berry. “Precisamos equilibrar a nossa natureza capitalista com alguma forma de responsabilidade social.”
8º Círculo do Inferno de TI: Práticas fraudulentas e hackers malévolos
Descrição: Um local escorregadio onde demônios espreitam nas sombras e nada é como parece
Pessoas que você encontra lá: Scammers, spammers, hackers black hat e administradores de sistemas desonestos
O oitavo círculo do Inferno de TI é povoado por almas perdidas que abusam de seus privilégios de acesso para roubar dinheiro, dados e propriedade intelectual, ou simplesmente promover danos em resposta a alguma percepção errada.
Como escapar: Você pode evitar cair no círculo de fraude melhorando o monitoramento dos privilégios de acesso. “As pessoas com mais poder – administradores de rede e de sistemas – muitas vezes não são controlados de forma alguma”, diz ele. “Você precisa ser capaz de ver o que estão fazendo e controlá-los em um nível granular. Quando as pessoas sabem que estão sendo monitoradas, tendem a manter seus narizes limpos “.
9º Círculo do Inferno de TI: Traição techie
Descrição: Um deserto gelado, cheio de almas perdidas desesperadamente agarrando as facas nas costas
Pessoas que você encontra lá: funcionários descontentes, os rivais de trabalho, qualquer geek rancoroso
Inveja, calúnia, subterfúgios e sabotagem – todos eles são apenas infelizes partes da vida de TI, diz Anthony R. Howard.
Como escapar: A possibilidade de traição aconselha ter um bom gestor do seu lado, diz Howard.
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Três dicas para vencer desafios do ambiente de TI
20 de janeiro de 2012
São três as estratégias usadas por um grupo profissionais para lidar com os desafios de ambientes de TI, cada vez mais complexos. Ou seja, avaliar o software em relação às vulnerabilidades antes de comprar, mudar de fornecedor e não de expectativas e fazer mudanças de forma frugal.
1- Avaliar o software quanto às suas vulnerabilidades: é a filosofia adotada na Universidade de West Virginia. A instituição pede, cada vez mais, aos fornecedores de software para submeter os seus produtos propostos a um exame de avaliação de vulnerabilidades, antes de comprá-los.“Faz parte do processo contratual”, explica Alex Jalso, diretor-assistente de segurança da informação na universidade. O responsável utiliza o software IBM AppScan Enterprise como ferramenta de avaliação de vulnerabilidades, de análise e de correção de fragilidades de código.
Jalso diz que o procedimento de análise permite à instituição ter um olhar mais profundo sobre o código. Como é de propriedade intelectual do fornecedor, a universidade compromete-se a trabalhar sob sigilo e não divulgar quaisquer questões que possam surgir.
A organização ainda não convenceu todos os seus fornecedores de software, mas caminha nessa direção. A AppScan também é usada pela universidade para analisar eventuais falhas de segurança em aplicações web desenvolvidas internamente antes de entrarem em produção.
Qual é a importância desse aspecto? Jalso diz que se trata de antecipar a identificação de pontos fracos no software, capazes de se tornarem um caminho de ataque para hackers e malware.
Há uma série de questões jurídicas a considerar, também, como não violar as diretrizes de proteção de dados relacionadas com várias normas (HIPAA, PCI e FerpaA). A universidade considera não ser pedir demais a um fabricante que sujeite o seu software a um teste de vulnerabilidade – e na realidade, nem mesmo fazer isso várias vezes conforme ocorram mudanças na base do código, diz Jalso.
2- Mudar de fornecedor em vez de alterar expectativas: Ross Elliott é gestor da rede para as escolas públicas de Brick Township, em Nova Jersey, um distrito com 12 escolas e 10 mil alunos. O departamento de TI para o distrito escolar oferece acesso à Internet com fio e sem fio para alunos e professores.
Mas a parte mais aberta da rede sem fio mostrou sinais de tensão e congestionamento quando o número de alunos usuários aumentou, no início de 2011. Como efeito colateral, a firewall Astaro e o serviço da Comcast “não funcionavam bem juntos”, explica Elliott. Segundo ele, a configuração de firewall, baseada num “proxy” pode ter sido fator importante.
Contudo, o responsável também estava insatisfeito com o suporte fornecido. O nível de disponibilidade da rede sofria queda e em junho a rede sem fio começou a ter desempenho fraco e “o departamento de TI foi bombardeado com telefonemas”, conta.
O departamento da escola foi capaz de resolver os problemas de rede durante o verão, atualizando a largura de banda e adaptando firewall da SonicWall. E Elliott diz que podem ser necessárias mais mudanças no acesso à rede da escola para suportar os que são realizados por meio de dispositivos móveis.
A Columbia Grammar and Preparatory School, em Nova York, tinha cerca de 450 computadores Macintosh para uso em salas de aula, e não estava feliz com o desempenho dos servidores da Apple, há muito tempo. Por isso, mudou para servidores Windows, obtendo melhores desempenhos no apoio aos computadores Macintosh, de acordo com Adam Gerson, codiretor de tecnologia da escola. Embora seja um fã dos Mac, numa “escola Mac”, não deixou que isso o impedisse de experimentar uma alternativa aos servidores da Apple.
3-Correção rápida: como em muitos sistemas escolares nos Estados Unidos, os professores realizam cada vez mais procedimentos de rotina online em vez de usarem papel. É o caso do grupo de cinco escolas do Belchertown School District, em Massachusetts.
Professores e alunos vão a plataformas online para obter material das aulas ou outro tipo de suporte. O distrito começou a usar uma aplicação chamada PowerSchool, configurada com Cisco UCS a executar desktops virtuais VMware View, ligados a uma plataforma de armazenamento NetApp FAS2020.
Mas de acordo com Scott Karen, diretor de tecnologia para o distrito escolar, haveria indícios de problemas de excessiva latência relativa à configuração das máquinas virtuais, quando muitos estudantes tentavam autenticar-se e usar o sistema ao mesmo tempo. Além disso, quando os professores usavam as plataformas nas salas de aula, em simultâneo, deparavam-se com a lentidão das mesmas, e a ocorrência de erros de arquivo.
A falta de capacidade de “caching” nos velhos sistemas NetApp FAS era um problema, diz Karen. E adotar um sistema da NetApp maior e mais recente não era atraente do ponto de vista orçamental, para o distrito escolar.
No entanto, como participante regular do grupo de usuários locais da VMware, Karen descobriu uma solução mais econômica. Decidiu adotar um sistema de dois nós Avere FXT para optimizar as capacidades de leitura e registo.
Foi rapidamente colocado a funcionar, trouxe a latência para um nível tolerável, e constituiu uma lição sobre virtualização de desktops.
Fonte: Computer World