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Cientista de dados: profissão do futuro?
8 de novembro de 2012
Uma adolescente vai ao supermercado e, ao passar no caixa, recebe um folheto informativo sobre gravidez. Ela ainda não sabe, mas, a partir da listagem de produtos comprados, foi identificada a probabilidade de gestação, confirmada semanas depois. Como chegaram ao resultado? Por meio do somatório de tecnologia, análise e, claro, o trabalho de um… cientista de dados.
Nos últimos meses, a carreira despontou como uma das mais promissoras em tecnologia da informação, especialmente com a explosão do Big Data, termo usado para descrever a grande quantidade de dados que precisa ser analisada para apoiar as tomadas de decisão. Já é considerada por analistas do mercado a profissão do futuro. A previsão de dobrar o volume de dados a cada dois anos e o salto de Hadoop [projetado para uso intensivo de dados] tem impulsionado a importância desse talento.
“Em meio a uma montanha de dados, o cientista de dados deve localizar padrões e identificar insights, fornecendo subsídios para que empresas identifiquem o melhor caminho para conduzir os negócios e conquistar diferencial competitivo”, explica Pedro Desouza, cientista de dados da EMC, que há 20 anos trabalha no segmento.
É como encontrar uma agulha no palheiro. “Cientista de dados é aquele que, normalmente, tem formação em Ciência da Computação, Matemática e Estatística com conhecimentos profundos nessas áreas. Mais do que isso, ele entende de negócios”, descreve Desouza. É ainda alguém curioso, que gosta de resolver problemas e não tem medo de errar e se comunicar.
Explicar a aplicação dos resultados matemáticos na linguagem dos negócios é vital nessa profissão. “Existem pessoas altamente técnicas que falham em não se preocupar com esse ponto. Aquele que adota essa postura, rapidamente, vai parar no terceiro subsolo do prédio”, brinca. Saber extrair informação de um banco de dados também faz parte da lista de um bom profissional da área.
Cientista de dados é diferente de um estatístico. “Um estatístico não manipula dados. Ele os recebe em um arquivo e não participa do caminho anterior. O cientista tem conhecimento fim a fim, desde a fonte até o produto final”, esclarece.
De fato, prossegue o executivo, encontrar um profissional que reúna características tão particulares não é tarefa fácil. “Levando em conta que a demanda por cientistas de dados é latente e cresce, esse sujeito começa a ficar raro”, assinala. Não por acaso, seu salário gira em torno de seis dígitos nos Estados Unidos.
Esse quadro tem levado a uma inflação do mercado, observa. “A busca é tão alta que pessoas que trabalham em campos relacionados inserem em seus currículos palavras-chave como ‘Hadoop’, ‘Big Data’, para atrair a atenção das empresas, mesmo sem o conhecimento necessário”, explica.
Desouza enfrenta esse desafio na hora de contratar. “Para driblar, busco sólido embasamento estatístico e matemático, experiência em desenvolvimento Java, algoritmos estatísticos e PhDs.” Ele diz que uma das estratégias que tem adotado é localizar esses profissionais em conferências técnicas de alto nível. “Contratei dois dessa forma.”
Para companhias que querem fisgar esse especialista, ele recomenda a ajuda de uma consultoria. Isso porque, segundo ele, é preciso, em primeiro lugar, desenvolver uma cultura analítica. “Além disso, ainda há dúvidas sobre para quem o cientista de dados vai se reportar: para o CEO? Ele estará posicionado na estrutura de negócios ou TI?”, questiona.
Além da sala de aula
Desouza reuniu as competências necessárias ao longo do tempo por meio do acúmulo de experiência. “O volume de conhecimento é crítico e o grande desafio da profissão. Não se aprende com um único curso”, observa. O executivo, por exemplo, formou-se em 1985 no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e partiu para o mestrado em seguida, também no ITA, e doutorado na Carnegie Mellon University (CMU), em Pittsburgh, nos Estados Unidos, país que mora até hoje.
O tema de sua especialização foi o primeiro passo para que ingressasse na área. “Optei por abordar a otimização de problemas de grande porte. A complexidade me chamou a atenção”, diz. “Esse desafio passou a ter valor de negócios, abrindo oportunidades no mundo corporativo”, completa.
Atuou na IBM, BusinessObjects, Qualcomm e lidera, desde o início de 2011, na área de consultoria da EMC, uma equipe de 15 PhDs, que têm formação em matemática e estatística com conhecimento de indústrias. “Temos contratos com grandes clientes, especialmente em setores como varejo, finanças, companhias aéreas, internet e energia que querem tirar conhecimento de ‘caixas’ para reduzir custos e serem mais efetivos em suas estratégias”, aponta.
Estar em linha com o que há de novo na literatura fez a diferença em sua trajetória. “Muitos departamentos de pesquisa realizam estudos na área. É preciso ver o que é publicado nos jornais científicos, misturar com os requerimentos do cliente e adaptar os algoritmos para atender às necessidades”, afirma.
E como funciona o dia a dia do cientista de dados? Na área de consultoria, diz, tudo começa com um bate-papo com o cliente para entendimento dos processos. “Depois, pedimos acesso ao banco de dados. Não queremos que eles nos forneçam os dados, porque pode haver uma filtragem e eliminação de informações que podem ser importantes”, explica.
Diante de terrabytes de dados, o profissional deve aplicar algoritmos, analisar e fazer descobertas. “A busca começa no escuro, já que o universo é baseado em algoritmos probabilísticos, então, não tem uma resposta correta para o problema”, observa.
Mas a natureza do Big Data ajuda a ser mais assertivo. “É diferente da estatística pura e por isso não generaliza. É possível entender o padrão de consumo de um usuário e não mais de um grupo”, explica. Ele aponta que a tecnologia é fundamental nesse processo, porque análise e modelo estatístico são somente a ponta do iceberg.
Ele cita a aplicação do conceito na área de saúde. Por exemplo, um médico recomenda uma cirurgia para um paciente em determinadas condições e ele pede autorização para o plano, a combinação tecnologia + análise + atuação do cientista de dados em tempo real pode alertar o médico se ele realmente quer partir para o procedimento, levando em conta que naquelas condições, 70% de seus colegas sugerem outros exames. “A TI tem enorme potencial do ponto de vista humano”, conclui.
Fonte: Computer World
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O que é necessário para conquistar um emprego em Big Data?
7 de novembro de 2012
A avalanche de dados produzida por redes sociais, sensores, redes de abastecimento e todos os tipos de dispositivos estão criando novos empregos. O Gartner estima que Big Data exigirá a contratação de um exército de 4,4 milhões profissionais em todo o mundo até 2015. Em solo nacional, cerca de 500 mil vagas serão abertas nesse mercado, de acordo com o instituto de pesquisas.
Segundo um relatório do McKinsey Global Institute, de maio de 2011, intitulado “Big Data: The next frontier for innovation, competition, and productivity”, há escassez de talentos para as organizações iniciarem suas estratégias em Big Data. Acredita-se que essa lacuna seja o maior bloqueio para a adoção em massa da tecnologia pela indústria.
Michael Rappa viu essa tendência emergente em 2007 e tornou-se o diretor-fundador do Instituto de Análise Avançada da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Ele criou na instituição educacional um mestrado no programa de Analytics, o primeiro curso acadêmico dedicado à análise de dados. Sua ideia era capacitar profissionais para atuarem com a grande massa de dados. Agora, universidades nos Estados Unidos estão criando programas semelhantes, iniciativas que devem ser replicadas no Brasil.
Por aqui, empresas estão promovendo cursos de Big Data, como é o caso da EMC. A fabricante abriu processo seletivo para a primeira edição da Summer School on Big Data (Escola de Verão EMC em Big Data). O curso gratuito reunirá, de 4 a 7 de fevereiro de 2013, pesquisadores de todo o Brasil para um programa focado em temas relacionados ao processamento e a análise de grandes volumes de dados.
Como atuar na áreaRappa explica o que constitui um trabalho em Big Data e os tipos de treinamento que os profissionais terão de buscar para atuar na área. Segundo ele, seria um equívoco descrever empregos em Big Data simplesmente a partir de um conjunto de ferramentas ou linguagens de programação.
O profissional que vai lidar com a tecnologia tem de ser experiente para poder extrair conhecimentos significativos a partir da avalanche de dados que invade as organizações. “Aí é que nasce a figura do cientista de dados”, resume Fernando Belfort, analista sênior de Mercado da Frost & Sullivan.
“Em meio a uma montanha de dados, o cientista de dados deve localizar padrões e identificar insights, fornecendo subsídios para que empresas identifiquem o melhor caminho para conduzir os negócios e conquistar diferencial competitivo”, explica Pedro Desouza, cientista de dados da EMC, que há 20 anos trabalha no segmento.
Com a rápida evolução desse mercado, Rappa afirma que, hoje, há um déficit de talentos na área. “Precisamos fazer mais para alinhar as ofertas educativas com as necessidades de rápida evolução do mercado”, avalia.
Ele afirma que no Instituto de Análise Avançada da Universidade da Carolina do Norte o número de vagas para profissionais interessados em especialização de Big Data dobrou do último ano para cá. “Se existissem mais dez institutos como esse, seriam 200 profissionais se formando ao ano. Ainda assim, isso representaria cerca de 1% do número de alunos matriculados em programas de MBA nos Estados Unidos”, destaca.
Para alunos de graduação em ciências, tecnologia, engenharia e matemática que querem seguir carreira em Big Data ele afirma que a boa notícia é que não é preciso um doutorado para atuar na área. “Tivemos grande sucesso com pessoas com nível de mestrado relatando que tiveram oportunidades imediatas”, relata.
Desde a fundação do Instituto, em 2007, ano após ano, segundo ele, a demanda por alunos se intensificou. “Os alunos que se formaram em maio passado realizaram uma média de 16 entrevistas de trabalho, e mais de 80% tinham duas ou mais ofertas de emprego”, detalha. “Quarenta empregadores foram até o Instituto para tentar contratar. Os seis maiores contrataram dois terços da classe. Pelo quinto ano consecutivo, mais de 90% dos nossos alunos foram empregadas pela graduação. Salários médios continuam a aumentar ano após ano”, observa.
No Brasil, lembra Belfort, não há certificações focadas no tema. “Esse profissional tem de ser criado pelas empresas e pela indústria a partir de uma necessidade”, ensina. “Fabricantes já começam a mapear o ecossistema para impulsionar o desenvolvimento da carreira de cientista de dados. Até porque, não se pode vender uma tecnologia sem ter quem operá-la. É como um barco sem comandante”, completa.
Para ingressar nessa seara
“Meu conselho para alunos de graduação é realizar um curso preparatório com os pré-requisitos necessários em matemática, estatística e ciência da computação, para se preparar para a pós-graduação. Isso significa ir além de um ano de cálculo e álgebra linear e matriz”, aconselha Rappa.
Para quem já está mais tempo no mercado, Rappa afirma que é preciso mergulhar em um rigoroso e intensivo treinamento por cerca de dez meses. “Não há nada como a proximidade física para maximizar o aprendizado”, acredita.
Como nem todos os profissionais podem abandonar seus trabalhos por dez meses, alguns podem acumular experiência na posição atual. “Certificações oferecidas por fornecedores e entidades podem ajudar os executivos a demonstrar seus conhecimentos e avançar a carreira”, completa.
As habilidades técnicas são apenas uma parte do pacote, avalia Rappa. “Os empregadores querem pessoas que entendem os métodos e as aplicações de análise, mas também que estejam focados no problema de negócios. Além disso, é preciso ser capaz de trabalhar em equipes multifuncionais e estabelecer comunicação de ideias aos executivos”, afirma.
Belfort afirma que o pessoal da área terá um salário acima da média e será disputado pelo mercado. “O profissional brasileiro de TI é um dos mais bem remunerados na América Latina e a tendência é que ele ganhe mais do que os demais”, observa.
Eliminando as barreiras de falta de talento e especialização, o analista da Frost acredita que cada vez mais o mercado brasileiro vai diminuir a distância e o tempo de adoção da tecnologia em comparação com geografias mais maduros. “É uma evolução natural”, finaliza.
Fonte: Computer World
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Conheça os avanços tecnológicos que ajudam deficientes a se inserir no mercado de trabalho
12 de setembro de 2012
Enquanto o mundo celebra as extraordinárias conquistas dos atletas paraolímpicos nos jogos de Londres, portadores de deficiências em todo o mundo enfrentam desafios cada vez mais sérios na luta por espaço no mercado de trabalho.
As dificuldades físicas, aliadas ao preconceito e ignorância, ficam ainda mais difíceis de superar em tempos de recessão econômica.
Muitos acreditam que a tecnologia – que auxiliou tantos atletas durante as Paraolimpíadas – tem um papel importante em permitir que o portador de necessidades especiais brilhe também fora do Parque Olímpico, realizando seu potencial nas mais diversas profissões. Para ajudar a entender esse cenário, temos alguns profissionais trabalhando para isso.
Revolução Biônica
Um dos líderes na batalha para que a tecnologia abra os caminhos do mundo aos portadores de deficiências está o americano Hugh Herr, professor do Media Lab do MIT (Massachusetts Institute of Technology), em Massachusetts, Estados Unidos.
Ele acredita que os avanços da tecnologia biônica podem liberar o potencial de uma força de trabalho que, até agora, vinha sendo subutilizada.
“Eu prevejo uma revolução de biônicos”, disse Herr.
“Estamos entrando em uma era biônica, onde começamos a ver tecnologia que é sofisticada o suficiente para imitar funções fisiológicas importantes”.
Ele fala com convicção e tem boas razões para isso.
Como diretor da companhia iWalk – que fabrica próteses robóticas que imitam as funções de membros do corpo humano – Herr trabalha com biônicos diariamente.
Além disso, o professor personifica a revolução que prevê. Durante uma mal sucedida expedição de alpinismo em 1982, Herr sofreu ulcerações tão graves provocadas pelo frio que suas pernas tiveram de ser amputadas abaixo dos joelhos.
Hoje, graças aos produtos que ele próprio desenvolveu, Herr continua a praticar alpinismo.
As próteses biônicas que produz são tão avançadas que não apenas imitam as funções de uma perna humana normal – elas são, em vários aspectos, superiores. E estão disponíveis comercialmente em outros 50 centros espalhados pelos Estados Unidos.
Um cliente da iWalk, um trabalhador de fábrica de Ohio, conseguiu voltar ao trabalho apenas duas semanas após ter suas novas pernas ajustadas.
“Podemos colocar as pessoas de volta no trabalho, o que é (uma conquista) imensa. Só isso custaria ao Estado milhões de dólares”.
“Além disso, podemos reduzir ou eliminar gastos”.
Herr explicou que, quando uma pessoa manca, há efeitos colaterais, como dor nas costas e nas juntas. E eles tendem a aumentar com o passar dos anos.
“Tivemos pacientes cuja dor foi cortada pela metade, ou em 75%, o que é bastante”
Combatendo o estigma
Para alguns, no entanto, não se trata de retornar ao antigo emprego e, sim, de conseguir um trabalho.
Barbara Otto é diretora da ONG Think Beyond the Label, uma entidade que tenta auxiliar empresas que desejam contratar pessoas com necessidades especiais.
A ONG criou um portal digital que funciona como uma rede social, permitindo que empregadores e força de trabalho façam contato.
A entidade organiza, por exemplo, feiras online onde empresas e candidatos a empregos podem se encontrar.
Com isso, Think Beyond the Label tenta romper o estigma que tantas vezes mantém pessoas com deficiência fora do mercado de trabalho.
“A grande vantagem dessas feiras profissionais online é que não há necessidade de que as empresas viajem, e não há a necessidade de que as pessoas com deficiências viajem para um determinado local”.
“Isso rompe quaisquer inibições que um empregador possa ter, ou que uma pessoa portadora de deficiência possa ter, ao entrar em contato”.
Otto acredita que empresas têm muito a ganhar ao empregar pessoas com necessidades especiais.
“Sempre digo, se você quiser contratar alguém que pense diferente, empregue uma pessoa portadora de alguma deficiência”.
“Suas experiências diárias fazem com que procurem inovar”.
“Quando buscamos inovações em design, tecnologia ou em usos de softwares, pessoas com deficiências são sempre capazes de oferecer essa inovação que faltava porque precisam inovar na sua vida diária”.
Acesso ao trabalho
Outra importante frente de batalha na luta para colocar portadores de deficiências no mercado profissional é garantir a eles o acesso ao local de trabalho.
“A tecnologia terá um papel central nesse processo”, disse Alan Roulstone, professor de inclusão da Northumbria University, nas imediações de Newcastle, no norte da Inglaterra.
Ele acredita que a grande estrela nesse palco são as tecnologias de navegação ambiental, ou sistemas de navegação por satélite adaptados para uso em prédios de escritórios.
“Tendo em vista a maneira como a telefonia e as tecnologias de GPS (Global Positioning Systems) estão se desenvolvendo, acho que é apenas uma questão de tempo para que você tenha apps para celulares que permitam que pessoas com deficiências visuais, declínio cognitivo ou dislexia naveguem pelo ambiente”.
Críticas
Alguns observam com cautela a emergência de tecnologias capazes de nos levar além das fronteiras da natureza – particularmente no caso dos biônicos, que podem ser usados para aumentar as capacidades do corpo humano.
Essas questões não preocupam Hugh Herr, do MIT Media Lab. E ele explicou por que:
“Existe tanta dor e sofrimento no mundo hoje por causa de corpos que não funcionam muito bem. A narrativa dominante é construir uma sociedade onde essa dor e sofrimento sejam reduzidos”.
“As pessoas, em geral, não acham que isso não seja ético”. E acrescentou:
“Eu não consigo ver um problema em irmos além do que a natureza pretendia. Nós já fazemos isso, com celulares, bicicletas, carros e aviões”.
Fonte: Uol Tecnologia
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Veja algumas dicas para quem vai trabalhar remotamente nas férias
6 de julho de 2012
Os dias presos entre as quatro paredes do escritório já eram. Até mesmo as pessoas que tradicionalmente trabalham em empresas, hoje em dia têm, ocasionalmente, a possibilidade de trabalhar de casa. O período de férias pode ser um destes momentos em que você saiu do escritório, mas não pôde se desligar completamente das atividades. Com a ascensão da tecnologia ficou fácil fazer conferências, reuniões e apresentações, pois já não é mais preciso estar fisicamente presente nos lugares, basta ter um computador com acesso à internet e uma webcam.
A flexibilidade é boa em diversas questões como não ser perturbado por colegas, chefes, não ter horários estabelecidos para executar tarefas e etc. Mas, por outro lado, as atividades profissionais podem competir com filhos, televisão, sono e outros confortos (e distrações) que só nossa casa tem. Segundo a jornalista Pamela Saccon, que há mais de seis anos trabalha de casa, o grande desafio da atividade remota é saber administrar o seu tempo, pois às vezes a falta de rotina atrapalha.
Quem vive ou viveu essa experiência acabou achando a sua maneira de manter a produtividade mesmo estando no aconchego do lar. “Eu preciso fazer uma lista de tarefas assim que eu acordo. Dessa forma estabeleço prioridades e limito o tempo adequado para cada coisa”, explica a jornalista. Assim como a Pamela, outros profissionais têm suas regrinhas e segredos para conseguir fugir das distrações e manter a disciplina na hora de colocar a mão na massa. Veja abaixo:
- Tenha um espaço de trabalho com porta. É difícil produzir com crianças gritando ou com o barulho da TV. Além disso, qualquer barulho que não represente um ambiente de trabalho convencional pode dar má impressão ao telefone.
- Mesmo que você seja o único em casa, tente ouvir música apenas pelos fones de ouvido. Isso ajuda a esquecer os outros barulhos e a focar na tarefa que está sendo feita.
- Se tiver filhos, deixe uma caixa com brinquedos, jogos e livros, que ele só poderá usar quando você estiver ao telefone. Use essa tática somente em momentos especiais (telefone ou conferência), assim a criança se mantém ocupada.
- Mesmo trabalhando em casa, se vista como se estivesse indo ao escritório e mantenha uma rotina. Acorde cedo, tome banho e troque de roupa.
- Não almoce no seu ambiente de trabalho. Use esse tempo para falar com outras pessoas e descansar. Se não fizer isso, o trabalho de casa pode se tornar algo constante e sem pausas.
- Saiba em que momento do dia você é mais produtivo. Se você trabalha melhor de madrugada, deixe para fazer as suas coisas nesse horário e preencha os outros períodos com suas atividades pessoais.
- Prenda-se à sua cadeira. Existem muitas distrações em casa, portanto é importante passar a mesma quantidade de horas que você trabalha no escritório, em casa.
- Una as tarefas similares. Por exemplo, se você precisa fazer três ligações diferentes, faça uma seguida da outra, então parta para os emails que precisa mandar, textos que precisa escrever, reuniões e etc. Também deixe um período reservado para checar as redes socias, assim perde-se menos tempo.
- Divida seu dia em três grandes tarefas a serem desempenhadas e faça pausas entre uma e outra.
- Diversifique o local de trabalho. Cafés sempre são uma boa alternativa, pois oferecem um ambiente agradável, têm comida e bebida a qualquer hora e, na maioria dos lugares, têm Wi-Fi.
- Imagine que as pessoas ao seu redor são clientes em potencial e estão lá para julgar o seus hábitos de trabalho. Pode parecer meio estranho, mas a possível pressão fará você trabalhar ainda mais.
- Volte sempre para a mesma mesa, assim vai parecer que você está indo para o escritório.
- Conheça o dono da cafeteria que você frequenta. Converse com ele, saiba sua história e nome. Ele provavelmente conhece seus clientes e se você for um freelancer, pode conseguir boas dicas de trabalho.
- Deixe seu carregador do computador em casa, assim você se força a terminar o serviço antes do laptop desligar. Isso vai te dar ânimo.
- Tente sentar de frente para uma parede e procure uma cafeteria em uma rua calma. Também peça pouca bebida para evitar as idas ao banheiro.
- Se você for desenvolver algo que não precise de acesso à internet, não vá a uma cafeteria que tenha Wi-Fi. É mais fácil de você terminar o trabalho sem a distração de emails e sites.
Com essas dicas dá para saber como lidar com a flexibilidade de um trabalho remoto. Teste e veja em quais situações seu trabalho rende melhor.
Fonte: Olhar Digital
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Como melhorar a capacidade da busca corporativa
15 de fevereiro de 2012
O Google e outros sistemas de busca na Internet quase nunca falham na hora de entregar resultados relevantes instantaneamente. Isso cria um desafio para o CIO na hora de pensar em um projeto para satisfazer as expectativas dos funcionários sobre as capacidades de pesquisa no ambiente de trabalho.. Porém, segundo especialistas, é possível implementar tecnologias eficientes que permitem realizar pesquisas corporativas com produtividade.
Entretanto, os especialistas afirmam que adotar um motor de busca para as tarefas corporativas com o mesmo despenho como do Google com a mesma capacidades que estamos acostumados a usar em nossas vidas diária não é tarefa simples. Não é fácil convencer todos os funcionários a usarem esse tipo de ferramenta. É importante antes de escolher o sistema de busca que sua empresa vai utilizar fazer uma uma avaliação prévia das necessidades da companhia e realizar uma prova de conceito para medir a performance da ferramenta a ser implementada.
Analistas recomendam adotar um motor de busca que integra os resultados de múltiplos repositórios. Essa tecnologia conhecida como “pesquisa federada” para fazer buscas em locais remotos sem a necessidade de abrir sites ou usar o browser, permite criar relatórios com uma quantidade muito maior de informações. O uso de relatórios independentes de repositórios diferentes simplesmente não têm o mesmo impacto.
A busca corporativa é uma necessidade premente para as empresas e uma tendência crescente. Uma pesquisa da Forrester, realizada no último trimestre de 2010, observou que 47% das companhias estão implementando ou planejando ter algum software para acessar informações, tais como ferramentas de busca da empresa.
Antes de embarcar em um projeto de pesquisa da empresa, você deve primeiro determinar o que é necessário para sua companhia. Alguns gerentes de TI consideram que as ferramentas de busca de desktop e recursos inerentes aos repositórios de informações organizacionais, tais como e-mail e sistemas de gerenciamento de conteúdo (CMS), são suficientes.
Existem produtos muito diferentes e fornecedores no mercado de busca corporativa. Há desde os provedores especializados em indústrias específicas, tais como Attivio, Coveo, Endeca, Exalead, Sinequa Vivisimo a fornecedores de busca integrado (Autonomy, Microsoft etc), pssando pelos de pesquisa independentes como plataforma Google, ISYS ou Fabasoft.
Faça prova de conceito
Depois de ter escolhido o produto certo, é hora de realizar uma prova de conceito (PoC). O objetivo é determinar se o motor de busca não só atende o que o vendedor prometeu, mas avaliar se a tecnologia permite fazer o que você precisa de acordo com as necessidades da companhia de forma bem-sucedida em seu ambiente técnico.Neste sentido, é preciso incluir uma mistura representativa de tipos de documentos, tamanhos e perfis de segurança para o motor de pesquisa e índice. Após esse trabalho, os repositórios de dados são rastreados e indexados. A próxima etapa é configurar a interface do usuário e os módulos de segurança. É essencial para confirmar se sistema de busca respeita as paredes de permissões que foram erguidas em torno de informações confidenciais.
Tratamento das informações
O tratamento de documentos sensíveis, incluindo memorandos confidenciais e avaliações de desempenho, é considerao como um dos maiores desafios enfrentado para implementação de um mecanismo de busca empresarial.As empresas às vezes descobrem conteúdo sensível apresentado em uma área pública do sistema de gestão documental. Os conteúdos tinham sido protegidos com sucesso porque as ferramentas de busca anteriores não eram fortes o suficiente. Mas com uma poderosa ferramenta, tais como pesquisa federada, é possível ajudar os usuários a encontrar mais informações do que a companhia poderia desejar.
Fonte: Computer World
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Cinco maneiras de usar seu smartphone para trabalho e vida pessoal
7 de fevereiro de 2012
Smartphones já representam quase metade de todas as vendas de celulares, e muitos milhões de pessoas usam seus aparelhos não apenas para as comunicações pessoais como também para tarefas relacionadas ao trabalho. No entanto, poucas pessoas querem levar vários telefones, sempre, apenas para separar a jornada de trabalho de sua vida doméstica.
Aqui estão cinco maneiras através das quais você pode ter acesso aos seus negócios e às contas pessoais sem ter que carregar dois telefones.
1. Máquinas Virtuais
Um método seguro de fazer o telefone pessoal carregar dados de trabalho é através de software instalado em seu telefone pessoal pelo seu empregador. O Gerenciamento de Software de Dispositivos Móveis (MDM) pode controlar as configurações em seu telefone, certificando-se de sua configuração de segurança é segura para os dados de trabalho. Outra opção é um software de máquina virtual como o MVP, da VMware, demonstrado na CES em um telefone LG com Android, que permite que um telefone mantenha um ambiente de negócios separado, com seus próprios aplicativos e configurações, como um telefone dentro de um telefone, fazendo uma clara distinção entre dados e Apps de trabalho e dados e Apps pessoais. Estas soluções são ainda muito novas, então podem não estar disponíveis ainda no seu local de trabalho. Sugira à equipe de TI que pense a respeito.2. Área de Trabalho Remota
Similar ao uso de uma máquina virtual, existem muitos aplicativos que permitem que um smartphone acesse um Mac ou PC , permitindo-lhe ver e controlar os programas em execução no computador remoto. Exemplos incluem o TeamViewer, disponível para iOS e Android, ou o LogMeIn, para IOS e o LogMeIn Ignition, no Android. Tais aplicativos de desktop remoto oferecem uma outra maneira de ter uma linha divisória clara entre os dados de trabalho e os dados pessoais, mas este método baseia-se fortemente em ter uma conexão de dados confiável. Sem isso, você não será capaz de ver seu computador de trabalho ou acessar qualquer um dos seus programas ou dados.3. Conta Proxy
Para alguns propósitos, existem maneiras de acessar os dados de um tipo de conta através de outra conta. Por exemplo, ao usar encaminhamento e filtros, é possível encaminhar mensagens de sua conta de e-mail de trabalho automaticamente para uma pasta específica na sua conta pessoal. Isso também é comum em calendários, onde você poderia dar aos seus Google Apps for Business o acesso completo à conta proxy do Calendário para poder vê-lo e gerenciá-lo através de seu Google Calendar pessoal. Nos Estados Unidos você ainda pode usar o Google Voice para encaminhar chamadas a partir de um de seus números para o outro. Algumas destas opções estão disponíveis através de outros sistemas também, como no caso do Exchange com o Outlook.4. Várias Contas
Tendo várias contas, semelhante ao uso de múltiplos perfis de login em um computador, é outra possibilidade. Embora os telefones Android não suportem o uso de vários perfis, eles permitem a sincronização com várias contas do Google. O Calendário do Google app usa isso para exibir calendários de várias contas, todos na mesma tela. O Gmail faz algo semelhante, mas mantém os dados de várias contas separadas, permitindo que você alterne entre elas. Você pode até ter sons de notificação diferentes para cada conta, assim você fica sabendo pelo tom quando o e-mail recebido é corporativo ou pessoal. O Windows Phone 7,5 acabou de adicionar algumas opções limitadas de sincronização, bem como, a permissão de acesso a 25 calendários do Google em um aparelho, e o recurso de “enviar email como”, que pode incluir o seu endereço de e-mail do trabalho.5. Vários aplicativos
Em qualquer telefone isso é comum para o e-mail. Você pode usar os aplicativos móveis do Gmail ou para ter acesso ao e-mail pessoal, e usar o usar aplicativo do Microsoft Exchange ActiveSync para acesso ao servidor Exchange da sua empresa. Se você quiser manter seus favoritos do navegador da Web, cookies e cache separados, você pode usar o navegador padrão do smartphone para uso pessoal e optar pela instalação de outro browser, como o Dolphin, disponível para o Android e o iOS, para o trabalho.Qual é Melhor?
O método que pode funcionar melhor para você depende das circunstâncias. Em geral, compartilhar seus dados é uma boa idéia , mas muitas empresas têm políticas contra o acesso a seu e-mail de trabalho através de uma conta de e-mail pessoal. Em um negócio onde a segurança dos dados é vital, o software de máquina virtual ou MDM é o melhor caminho. Se você tem sempre uma forte ligação de dados a partir do seu smartphone, um aplicativo de desktop remoto também irá ajudar a manter os dados confidenciais seguros.Fonte: IDGNow
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5 dicas para proteger seu e-mail no trabalho
2 de fevereiro de 2012
Apesar da popularidade dos meios de comunicação em tempo real como mensagens instantâneas, assim como updates no Facebook e no Twitter, a maioria dos ambientes de trabalho ainda usa e depende do bom e velho e-mail. Por mais útil que ele seja, também pode ser perigoso. Arquivos anexos podem trazer vírus, e mensagens de e-mail podem esconder links para ataques de phishing que te levam a sites falsos em uma tentativa de roubar suas informações de login.
Grandes empresas de tecnologia, incluindo Google e Facebook, buscam estabelecer um novo padrão chamado DMARC para reduzir essas ameaças no futuro. Mas enquanto isso não acontece existem cinco coisas que você pode fazer para deixar seu e-mail mais seguro. Confira abaixo.
1. Use uma senha…
Parece óbvio, mas nem sempre é. Sua senha é sua primeira e mais importante linha de defesa na proteção do e-mail. Apesar de a maioria dos sistemas de e-mail exigir, existem muitas maneiras de não precisar para acessar seu e-mail. Por exemplo, usar o Outlook ou o Thunderbid em um notebook sem nenhuma tela de login deixa expostos todos os e-mails que já foram baixados, mesmo que você use uma senha para fazer o download. Se você não tem senha ou PIN em seu telefone móvel, seu e-mail também é deixado sem proteção. Esteja certo de exigir senhas em qualquer aparelho que tenha e-mail, assim como com em qualquer programa.2. …e esteja certa de que é segura
Apesar de usar uma senha ser algo essencial para proteger seus e-mails armazenados localmente, ter um código seguro é algo crítico para e-mails com acesso remoto. Ao usar uma senha que seja complexa, com pelo menos oito caracteres que misture letras e números e inclua maiúsculas e símbolos, o ato de adivinhar ou “crackear” torna-se dramaticamente mais difícil. Além disso, usar senhas diferentes para cada conta que você tem evita que uma exposta em um sistema seja usada e comprometa o acesso a outros serviços.3. Use conexões HTTPS
Quando estiver em sistemas de e-mail baseados na web, use o método seguro HTTPS, que criptografa seus dados à medida que viajam na Internet, e sempre que possível torna mais difícil que seus dados sejam interceptados e caiam em mãos erradas. Sistemas como o Gmail, da Google, ou o Hotmail, da Microsoft, oferecem uma opção para usar o HTTPS. Busque pelo HTTPS no início do endereço do site na barra do seu navegador. Em browsers mais novos, você verá também um cadeado verde lá, indicando que a página é segura.4. Evite anexos
Tome cuidado com o que você faz com seu e-mail, especialmente ao abrir anexos – como podem conter vírus e malwares, abra apenas as mensagens com arquivos que já esteja esperando. Os vírus podem se esconder em mensagens dos seus amigos (ou que parecem ser deles), por isso, quando estiver em dúvida, pergunte ao remetente o que há no anexo antes de abrir. Não recuse um scan por vírus se o seu serviço de e-mail oferecer ao baixar o anexo. Outros métodos de compartilhar arquivos, como usar o Box.com ou Dropbox, são mais seguros. Mas mesmo com esses, esteja certo de estar usando uma conexão segura e que o arquivo esteja vindo da conta do seu colega, e não de um impostor.5. Fuja de ataques de phishing
Se você é o alvo de um ataque de phishing, uma mensagem de e-mail enviada para você parecerá ter sido enviada por uma fonte que você conhece. Esses ataques usam links para te levar para um site falso que tenta te enganar e fazê-lo digitar suas informações de login, o que permitirá aos criminosos acessarem sua conta verdadeira. Esforços atuais tentam reduzir esse perigo, como a recém-anunciada colaboração DMARC, que uma vez adotada deve ajudar a assegurar que as mensagens sejam realmente de quem afirmam ser. Mas até que esses e outros esforços parecidos cheguem para valer, evite clicar em links dentro de mensagens de e-mail, mesmo aqueles que parecem ser dentro da sua própria empresa. Em vez disso, use um favorito (bookmark) que já tenha salvo ou digite um endereço manualmente para um site que deseja visitar.Fonte: Computer World
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Trabalho remoto pode ajudar empresas
10 de novembro de 2011
O telecomuting, teletrabalho ou trabalho remoto, que permite às pessoas trabalharem em diferentes locais, oferece inúmeras oportunidades para as pequenas empresas, incluindo a redução de custos e a capacidade de contratar rapidamente trabalhadores temporários. Ferramentas de telepresença, como videoconferência, tornam o trabalho remoto possível.
O governo dos Estados Unidos adotou o trabalho remoto antes de muitas companhias do setor privado. Um número crescente de empresas tem prosperado com trabalhadores remotos, fornecendo serviços por meio da web. No Brasil, não existe qualquer artigo na lei que rege as relações de trabalho que proíba a modalidade, mas muitas empresas evitam a prática, diante das dificuldades de controle da jornada de trabalho, principalmente em função do cálculo de horas extras. Razão pela qual algumas empresas proponham ao trabalhador um acordo no contrato de trabalho, registrando a flexibilidade de trabalho externo em carteira, liberando-as do pagamento de horas extras.
A seguir, listamos alguns argumentos que servirão para considerar a ideia de que oferecer trabalho remoto para os membros da equipe pode ser uma excelente alternativa.
1 – Funcionários mais produtivos
Quando podem trabalhar em casa, eles não têm as distrações do escritório, e não gastam tempo com locomoção. Vários estudos acadêmicos e pesquisas corporativas mostram que os trabalhadores remotos são muitas vezes mais felizes e mais produtivos do que aqueles que ficam na sede da empresa. Alguns trabalhadores podem precisar de supervisão, mas você pode fazer isso por meio de metas de produção em vez de monitorar horas trabalhadas por dia.
2 – Alcançar os profissionais da equipe onde quer que estejam,independentemente da localização
Geralmente, a adoção do trabalho remoto implica na construção de infraestrutura mínima adequada: software e conexão à internet apropriados. As ferramentas incluem aplicações de controle remoto, software de colaboração e software de videoconferência. Pode ser mais fácil alcançar os membros da equipe por meio da web do que caminhar pelo escritório.
Os aplicativos de controle remoto como LogMeIn, GoToMyPC ou Splashtop Remote Desktop registram o usuário em casa e controlam o computador usado para o trabalho. Os software de colaboração como o Google Apps e o Office 365 permitem que os usuários compartilhem documentos, arquivos, apresentações, e outros dados em diferentes locais, simultaneamente. E software de videoconferência – como o Cisco WebEx Meeting Center, Citrix GoToMeeting, ou o Google+ Hangouts, que é de graça – facilitam reuniões de grupo.
3 – Economia de espaço e corte de custos
O trabalhador remoto não apenas suprime a própria mesa e o PC, como também energia elétrica, lanches, água, banda larga, serviço de telefonia e muito mais. Isso permite reduzir despesas para o escritório. Mesmo se você reembolsar alguns custos, como conectividade com a internet ou o uso do telefone, ainda irá economizar na metragem quadrada do espaço da empresa.
4 – Gestão aprimorada de TI e redução de custos de manutenção
Em geral, os trabalhadores remotos fornecem sua própria conectividade e PCs. Se for necessário instalar antivírus, acesso remoto, e outros software, os custos totais devem ser muito menores em comparação com a gestão in-house. Você vai querer definir normas e talvez implementar o cumprimento delas, como a verificação de software para garantir que ninguém que se conecte à rede esteja infectado com vírus ou que tenha software desatualizados.
5- Desfrutar de serviços baseados em nuvem
Em vez de hospedagem de servidores em seus escritórios, você pode tirar vantagem de aplicações na nuvem que permitem a telepresença. As aplicações cloud podem fornecer serviço mais confiável do que seus próprios servidores. Fornecedores de cloud têm vários data centers redundantes para garantir a conectividade confiável. Obviamente, você vai precisar investigar minuciosamente a segurança disponível e as opções de backup de cada serviço.
6 – Negócio mais ágil
Se as ferramentas estão configuradas corretamente, o trabalho remoto pode tornar a empresa mais ágil, dando maior flexibilidade aos profissionais para atender às exigências do projeto. Você pode, rapidamente, encontrar e recrutar trabalhadores para projetos específicos.
7 – Mão de obra mais barata
Se você está localizado em uma área cara, pode economizar quantidades substanciais de dinheiro. Os profissionais podem viver em regiões com boa e mais barata conectividade de internet – e estarão satisfeitos com salários mais baixos do que nas grandes cidades. Além disso, muitos funcionários aceitam um salário menor em troca do trabalho remoto.
Finalmente, se você contratar profissionais por meio de contratos independentes, irá economizar ainda nos custos de folha de pagamento.
O trabalho remoto pode salvar a companhia com somas substanciais com poucas desvantagens reais se você gerenciar a segurança com cuidado. A percepção de dificuldade na supervisão de trabalhadores remotos, muitas vezes parece ser a maior barreira para implementar o trabalho remoto, mas é possível superar isso olhando para o lucro.
Fonte: IDGNow
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Seis dicas de como manter um ambiente de trabalho atraente
14 de junho de 2011
A satisfação dos funcionários ao desempenhar suas funções tem influência direta na produtividade. Por isso, os líderes devem dispensar atenção especial a comportamentos e ações que motivem seus colaboradores e garantam a retenção de talentos.
Mais do que promover a realização de tarefas em conjunto e a integração entre os funcionários, o gestor deve entender os anseios e as aspirações de cada um para, então, conseguir satisfazê-los.
A seguir, seis dicas práticas de como manter o ambiente de trabalho em harmonia e garantir que a companhia continue sendo um bom lugar para se trabalhar:
1. Não esconda a verdade: Certamente a comunicação aberta é mais eficiente do que o silêncio; portanto, discuta a situação da organização com a equipe e mostre como cada colaborador se encaixa na estratégia de atuação da companhia nos próximos anos;
2. Ouça os funcionários: Reúna o time e convide-o a contar quais foram as lições aprendidas em outras crises e como cada um acha que poderia aplicá-las no momento atual. Além disso, é importante observar o ambiente de trabalho de sua equipe: no dia-a-dia, você escuta algumas risadas de vez em quando ou somente o silêncio? Os funcionários parecem empolgados com as tarefas que lhe são passadas? O comportamento rotineiro mostrará importantes dicas sobre o real clima organizacional do grupo;
3. Distribua tarefas de forma estratégica: Avalie o papel de cada membro da equipe e ajuste a distribuição do trabalho de acordo com as habilidades individuais e o temperamento do funcionário. Peça que o time colabore nessa divisão de tarefas e tente atribuir responsabilidades que desafiem os empregados;
4. Não sobrecarregue as pessoas: Seja realista quanto à capacidade de trabalho de cada funcionário. Se perceber que algum deles está sobrecarregado, mude a estratégia da equipe antes que esse colaborador atinja um nível muito alto de stress;
5. Recompense os colaboradores: Muitas vezes pequenos gestos, como elogios e agradecimentos, são mais significativos do que aumentos salariais. Faça o exercício de incorporar palavras como “Parabéns” e “Obrigado” na rotina de trabalho. Além disso, peça e ouça a opinião da equipe antes de tomar algumas decisões;
6. Desenvolva um plano de carreira: Embora o momento não seja o mais adequado para firmar compromissos de longo prazo, converse com cada colaborador sobre os planos que a empresa tem para ele. Discuta os pontos nos quais ele deve melhorar e quais devem ser valorizados.
Fonte: CIO