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Business Intelligence x Big Data: quais as diferenças?

No último artigo pudemos conhecer um pouco mais sobre o Business Intelligence e seus benefícios. Agora, veremos as diferenças entre o BI e o Big Data. Esses dois conceitos muitas vezes podem ser confundidos por se tratarem de um assunto similar, porém eles têm suas diferenças. Justamente por se tratarem de um assunto em comum, eles podem ser utilizados de forma complementar. Sendo assim, veremos como podemos uni-los para alcançar ainda mais resultados.

Não vamos aprofundar muito no conceito de cada um neste artigo, tendo o foco maior em suas diferenças. Caso queira se aprofundar mais antes de prosseguir, sugiro a leitura dos artigos: Business Intelligence (BI): o que é e para que serve? e Big Data: o que é e qual a sua importância?

Big Data

Como vimos acima, ainda que sejam correlatos, o Big Data e o BI tem suas diferenças. O Big Data se refere a um grande conjunto de dados armazenados, uma quantidade de dados muito grande mesmo. Tem foco no processamento dos dados em busca de descobertas, podendo trabalhar com dados estruturados ou não, de diferentes formatos como por exemplo textos, áudios, vídeos e até mesmo aqueles dados que você possui em uma base de dados.

Isso é algo muito legal e de grande importância, porém esses dados soltos não tem muita utilidade. É preciso encontrar uma relação entre os dados para que eles possam trazer informações relevantes para as empresas.

Business Intelligence (BI)

Depois de termos essa base gigante de dados, podemos considerar o BI como o passo seguinte. Você pode aplicar o BI nesses dados que foram processados utilizando o Big Data.

O BI é um conceito que define o processo de coleta, organização, análise e monitoramento de informações, o que leva as empresas a tomarem melhores decisões, de maneira mais eficiente. Além disso, com a utilização de ferramentas específicas de BI você consegue gerar informativos que melhora visualmente a leitura dessas informações.

O BI trabalha somente com dados estruturados (banco de dados, planilhas no excel, etc), onde os dados devem apresentar exatidão, para que possam dar suporte para a tomada de decisão, ao contrário do Big Data que não se preocupa tanto com isso, até mesmo porque o objetivo é outro: apontar novos caminhos, fazer correlações e descobertas.

Resumidamente, o Big Data é um termo mais abrangente e atua de forma mais contínua, já o BI trabalha mais focado em um objetivo específico, analisando o que já existe. Enquanto o BI responde perguntas do passado, de algo que já aconteceu, o Big Data prevê algo do futuro baseada em informações do passado.

Sendo assim, o ideal é fazer uso dos dois conceitos.

Assim podemos ter um melhor entendimento e ver de uma forma mais clara como esses dados podem ajudar as empresas. O Big Data não necessariamente entregará dados concretos com análises claras, por isso podemos fazer o uso do BI para que ele nos proporcione o entendimento, com saídas lógicas e estratégicas. Deste modo, como ambas possuem grande importância, elas devem ser bem entendidas para que as empresas possam aproveitá-las da melhor forma.

Metodologias ágil x tradicional: Quais as diferenças?

Para qualquer coisa que queremos desenvolver hoje em dia precisamos fazer um projeto. Em meio ao processo do projeto, devemos ficar atentos a algumas especificações, como os prazos, custos, qualidade e satisfação do cliente, pois o não cumprimento destes pode nos trazer alguns problemas mais à frente. Por isso, cada vez mais damos a devida importância ao gerenciamento de projetos e em como a utilização de metodologias podem nos ajudar a gerir melhor tudo isso.
Atualmente temos dois tipos de metodologias que são bem conhecidas, principalmente se tratando de desenvolvimento de software: as metodologias tradicional e ágil.

Metodologia Tradicional

A metodologia tradicional tem etapas bem definidas sendo o planejamento do projeto, uma estimativa em termos de prazo e orçamento, a execução e entrega no final. Por exemplo, em um desenvolvimento de software financeiro, teríamos o seguinte fluxo:

  • Planejamento do software (como ele ficará no final)
  • Planejamento das atividades que serão necessárias (programação, design, etc)
  • Definição de prazos e custos
  • Execução
  • Testes
  • Implantação

A metodologia tradicional segue um modelo sequencial, ou seja, uma etapa deve ser executada após a outra, sendo assim, uma tarefa não pode ser iniciada enquanto a anterior não for concluída. Também se espera que seja executado exatamente o que foi planejado, focando no resultado final. Para ser um sucesso, não basta apenas seguir essa ordem, é importante entregar no prazo, dentro do orçamento e da qualidade esperada. Na metodologia tradicional o produto só irá “fazer sentido” e ter valor quando o projeto estiver 100% concluído. Dentro dessa metodologia a mais conhecida é o modelo cascata.

O principal receio dentro da metodologia tradicional é que ela não tem muita flexibilidade em relação a mudanças. Qualquer mudança no meio do caminho é vista com grande preocupação pelo gerente de projetos.

Para nos ajudar nesse quesito, entra uma outra metodologia: a ágil.

Metodologia Ágil

Apesar do nome, a palavra ágil aqui não significa agilidade e sim o poder de “quebrar” o projeto em partes menores. Ao contrário da metodologia tradicional que você faz apenas uma entrega já com o projeto final, aqui você faz entregas constantemente até entregar todo o projeto.

A preocupação com custo, qualidade e prazos são as mesmas da metodologia tradicional, porém você consegue controlar e gerenciar as mudanças que provavelmente irão aparecer no decorrer do projeto. Na metodologia ágil o foco principal é a entrega de valor ao cliente, por isso é priorizado a entrega à documentação, por exemplo. Mas isso não quer dizer que não é documentado, não planejado, assim como na tradicional. Na metodologia ágil também existem esses aspectos, mas de maneiras diferentes. Por exemplo, o planejamento da metodologia ágil é de forma iterativa e incremental enquanto a da tradicional planeja com muita antecedência como será cada etapa do projeto.
Dentro desta metodologia o mais utilizado e que provavelmente você já ouviu falar é o Scrum.

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Como saber qual utilizar?

Isso vai depender muito do tipo de projeto e cultura da empresa. A própria empresa pode preferir a metodologia tradicional, ainda mais se os envolvidos do projeto não estão acostumados a trabalhar com uma metodologia ágil, ainda que ela se aplique a aquele projeto.

O ideal é estudar o projeto, conhecer os requisitos, tecnologias a serem utilizadas… tudo o que julgar necessário. E a partir disso tudo analisar se é melhor partir pela metodologia ágil ou a tradicional. Em um projeto onde as necessidades do cliente podem mudar a qualquer momento (o que é muito comum), você precisará ter a liberdade de poder fazer mudanças necessárias tanto pelo lado do cliente quanto de tecnologia, se precisar. Projetos que provavelmente terão mudanças constantes, precisa ter um planejamento mais flexível, sendo assim a metodologia mais viável seria a ágil.

A metodologia tradicional é uma boa opção em casos mais específicos, como por exemplo em algo que precisa ser planejado e decidido desde o início. Se o projeto tem poucas chances de ter mudanças e com baixo risco, o ideal é ter um plano de projeto mais detalhado antes de iniciar.

Concluindo…

Vale lembrar que a escolha da metodologia é importante não somente para se ter sucesso no processo, mas principalmente, na entrega do produto. As duas metodologias têm vantagens e podem ser utilizadas até mesmo de forma conjunta, convivendo perfeitamente bem, até mesmo porque o foco das duas é a otimização de projetos. A escolha entre a metodologia tradicional e ágil não precisa ser um conflito. Deve-se respeitar às premissas das duas metodologias e saber o que cada uma pode agregar aos objetivos de cada projeto.

Git e GitHub: quais as diferenças?

Muitas pessoas pensam que Git e GitHub são a mesma coisa. Isso é uma dúvida comum principalmente de quem está começando. Entender cada um deles e como eles funcionam é importante, pois se não agora, uma hora você vai precisar.

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O que é o Git?

O Git é um sistema de controle de versão de arquivos. É um software livre e muito utilizado no desenvolvimento de software onde diversas pessoas estão contribuindo simultaneamente, podendo criar e editar arquivos. Sempre quando alguém disponibiliza sua parte do projeto no Git, ele gerencia as alterações feitas e guarda um histórico. Isso é importante pois se houver algum problema você pode desfazer as alterações e voltar para a versão que estava estável.

O Git foi projetado e desenvolvido pelo Linus Torvalds para o desenvolvimento do Linux e foi adotado por muitos outros projetos.

Existem sites que provêm hospedagem gratuita de código fonte para repositório Git, um deles é o GitHub.

O que é o GitHub?

O GitHub é uma plataforma onde você pode armazenar seus projetos. É como se fosse uma rede social, só que de códigos, onde seus desenvolvedores podem disponibilizá-los para outras pessoas verem.

Quando seu projeto está no GitHub, você pode facilmente baixar uma cópia em outro computador. É uma plataforma gratuita e armazena milhões de projetos, tanto open source, pessoais e até mesmo comerciais. Alguns projetos bem conhecidos são o WordPress e o Linux. Hoje o GitHub pertence a Microsoft, que o adquiriu no ano de 2018.

Muitas pessoas utilizam o GitHub como portfólio de seu trabalho para que empresas possam vê-lo. Se você ainda não possui um GitHub e quer fazer parte, basta criar uma conta e um repositório.

O GitHub só suporta o Git, então para você subir seus projetos deve utilizá-lo, mas a integração entre eles é bem fácil. Agora caso queira utilizar somente o Git, não tem problema. Ao contrário do GitHub, o Git não depende do GitHub para ser utilizado.

Se você quiser aprofundar seus conhecimentos no Git e GitHub, conhecer os comandos e tudo mais, dá uma conferida no nosso curso 😊

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Até mais!

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