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Acessibilidade e User Experience (UX)

Como melhorar a experiência do usuário em e-commerce

O ato de fazer compras online cresceu nos últimos meses. Com isso, os clientes passaram a buscar ainda mais por sites que os fazem ter experiências positivas, que responda seus anseios e que o processo de compra seja fácil e seguro. É justamente nesses pontos que vem a importância do olhar para a experiência do usuário: não basta ter apenas uma boa estratégia de marketing se seu cliente não tem uma boa experiência no seu site. Sendo assim, veremos neste artigo algumas dicas de como melhorar a experiência do usuário no seu e-commerce.

O que é experiência do usuário (UX)?

Você já pensou em como está a experiência do usuário no seu e-commerce? Para pensar em uma resposta, você pode analisar considerando se qualquer pessoa poderia entrar no site, navegar, compreender os conteúdos e efetuar uma compra sem nenhuma limitação ou dificuldade.

A experiência do usuário é basicamente o que uma pessoa sente ao utilizar um sistema, produto ou serviço. O usuário tem que se sentir confortável. No caso do ecommerce, por exemplo, se o usuário precisa pensar muito ao utilizar seu site, provavelmente ele tem sérios problemas de usabilidade. É importante que os usuários saibam o que fazer para ver os produtos, comprar, ir para o carrinho de compras, dentre outras ações.

Por isso, é fácil perceber que a experiência do usuário tem um papel importante para um e-commerce, já que este, basicamente, depende de interações virtuais bem-sucedidas com seus usuários para ter sucesso e vender mais.

Como melhorar a experiência do usuário no seu ecommerce?

  • Analise o comportamento dos clientes
    Quem irá utilizar seu site são seus clientes, portanto, preste atenção neles. Caso tenha muito abandono de carrinho, tente perceber os motivos que levam isso a acontecer. Também tenha um bom mecanismo de pesquisa no site, boa parte dos usuários tendem a ir atrás de algo por ali.

  • Tenha um site responsivo
    Um site que não é responsivo fará com que o cliente tenha dificuldades em interagir com o seu site, o que acaba gerando frustração e, consequentemente, abandono da sua página. Portanto, o seu site deve ser funcional, atrativo e adaptável a qualquer ferramenta que os usuários estejam usando para facilitar a sua visualização.

  • Simplifique o checkout / deixe-o seguro
    Deixe o checkout o mais simples e transparente possível, a poucos passos do cliente finalizar a compra. Além disso, invista na segurança para que seu e-commerce seja seguro. Caso contrário, isso irá afastar muitos clientes que vão ter receio de colocar dados financeiros ali.

  • Ofereça ajuda em tempo real
    Oferecer ajuda em tempo real ou disponibilizar canais de comunicação faz com que o usuário tenha maior confiança em interagir e comprar no seu e-commerce. Tenha cuidado também com o pós venda, é muito importante ter um bom atendimento e suporte, depois que o cliente adquirir. Sendo assim, você pode disponibilizar chats, telefone, e-mail, whatsapp, redes sociais, etc, para atendê-los de uma forma amigável, com eficiência e agilidade.

  • Garantia de execução das funcionalidades
    Tente garantir ao máximo de que tudo está dentro dos conformes. Imagina o usuário encontrar páginas fora do ar, um botão que não funciona ou qualquer outra funcionalidade que o dificulte de finalizar sua compra? Além de passar insegurança para quem está do outro lado, acaba prejudicando muito o desempenho do site. Por isso, você deve estar sempre atento às funcionalidades do seu e-commerce.

  • Simplifique o que puder
    A maioria dos usuários não gosta de perder tempo procurando algo no site, nem de ter que entrar em várias páginas/menus para encontrar o que deseja. Por isso, seu site precisa ser fácil de usar. As informações precisam ser organizadas de uma forma que sejam fáceis de serem encontradas, isso fará com que o usuário tenha uma boa navegação.

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Cuidado com…

  • Exigir o preenchimento de formulários muito longo e de campos que não irão agregar nada;
  • Apresentar preços diferentes no carrinho e na página do produto, ainda mais se os mesmos estiverem em promoção;
  • Qualquer tipo de erros no carregamento;
  • Ausência dos certificados de segurança (lembre-se que seus clientes irão colocar dados financeiros em seu site);
  • Meios de pagamento limitados. Diversifique os meios de pagamentos para que possam atender a todos;
  • Falta de informações ou conteúdo mal escrito;
  • Cupons de desconto que não funcionam.

Investir na experiência do usuário só nos traz vantagens, como a elevação da satisfação dos clientes, aumento das vendas, aumento da credibilidade da marca e até mesmo melhora o ranqueamento do seu e-commerce em sites de busca.


Acessibilidade e User Experience (UX)

Arquitetura da informação – um breve overview

Os profissionais de tecnologia sempre estão atentos para entregar os melhores sistemas e apps para seus usuários. Provavelmente você tem aquele app que você acha incrível a experiência que ele te traz. Por trás desses sites e apps de qualidade, existem muitos profissionais responsáveis por estruturar a informação e pensar nas melhores maneiras de você ter uma boa experiência. A Arquitetura da Informação (AI) é um importante conceito em UX e implica diretamente em questões como marketing e negócio. Apesar disso, esse processo não é tão simples assim, mas faz toda a diferença para a experiência do usuário.

O que é Arquitetura da Informação?

Segundo o IAI – Information Architecture Institute,

“Arquitetura da informação é a prática de decidir como organizar as partes de algo para ser compreensível”.

Em outras palavras, a Arquitetura da informação é a estruturação do seu conteúdo para que ele seja mais fácil de ser entendido por um determinado público em um determinado contexto.

Atualmente, investir no design centrado no usuário é crucial para o seu sucesso. O arquiteto da informação deve ser capaz de identificar as reais necessidades e características da persona e de solucionar os seus problemas. Tudo isso vai garantir ao site uma boa usabilidade, proporcionando ao usuário a melhor experiência possível.

A importância de estruturar

A AI (abreviatura para Arquitetura da Informação) está presente em quase tudo no nosso cotidiano, não se limitando ao ambiente online. Por exemplo, você já percebeu que ao entrar em um novo supermercado, você rapidamente consegue se situar? Tudo pela estruturação do ambiente e das placas que indicam o que tem em cada corredor. Até a organização das prateleiras é toda pensada. Essa série de práticas e processos são pensados para que o usuário consiga realizar o que ele precisa de uma forma mais simples e lógica.

Porém, se você está a procurar uma informação em um site e não encontra, ou é muito dificultoso encontrar, tendo que entrar em muitas páginas, etc, provavelmente é um site que não faz bom uso da Arquitetura da Informação em suas interfaces.

Do mesmo modo, quando um usuário entende bem o site, acha rapidamente o que deseja, dentre outras coisas, faz com que ele tenha uma ótima experiência. Além de garantir um cliente, isso pode até resultar em indicações. Já a frustração dos usuários, podem fazer com que eles abandonem sua página/app, aumentando sua taxa de rejeição.

Os três conceitos fundamentais…

A arquitetura da informação tem três conceitos fundamentais: usuários, conteúdo e contexto. A ideia é buscar o equilíbrio entre esses três itens.

  • Usuários: pessoas que vão interagir, que tem as necessidades, expectativas, elas que terão a experiência;
  • Conteúdo: são as informações, objetivos, qual o formato que ela tem, como ela é armazenada, qual é a estrutura;
  • Contexto: missão, cultura, política, restrições, processos, etc.

De acordo com esses conceitos podemos entender que um grupo de usuários buscam por um determinado conteúdo dentro de um contexto.

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Então, o que faz um arquiteto de informação?

Depois de vermos o que é a Arquitetura da Informação e no que ela se baseia, vamos ver algumas atribuições de um arquiteto de informação.

  • Pesquisa e definição das necessidades dos usuários;
  • Criar Personas;
  • Etnografia;
  • Análise de tarefas;
  • Testes de usabilidade;
  • Documentação;
  • Definição dos requisitos do negócio e do escopo do projeto;
  • Gerenciamento de projetos;
  • Análise de negócios;
  • Gerenciamento das expectativas do cliente;
  • Definição das restrições básicas;
  • Indexação e catalogação;
  • Mapeamento de sites;
  • Gerenciamento de conteúdo;
  • Análise de tarefas;
  • Teste de usabilidade;
  • Navegação e rotulação.

Por fim, como falamos no começo deste artigo, a UX (User Experience) e a AI tem tudo a ver, justamente porque ela ajuda a garantir uma melhor experiência para o usuário, ou seja, faz com que o usuário encontre o que deseja de uma maneira prática e eficiente.


Testes e Projetos

O que é JMeter?

A utilização de ferramentas para testes de carga e stress é essencial para que possamos testar a performance de nossas aplicações e mantê-las com qualidade mesmo com picos de tráfego.

Com certeza, você já passou por alguma experiência ruim ao acessar um site instável, como por exemplo na hora de comprar um ingresso de um show muito aguardado. Certamente, essa experiência comprometida afetou sua opinião e até mesmo a confiança nestas plataformas que eventualmente passam por alguma degradação de performance. Aqui, mais uma vez, fica evidente a importância de testar a performance da aplicação.

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Neste artigo, iremos abordar a ferramenta JMeter, uma ferramenta já consolidada e uma das mais conhecidas no mercado para realização de testes de carga e performance. Apesar de ser uma ferramenta muito popular entre os desenvolvedores web, ela tem muitos outros recursos a oferecer.

Mas, antes de adentrarmos no JMeter, precisamos entender um pouco o que vêm a ser os testes de performance.

Testes de performance

Os testes de performance visam testar como nossa aplicação se comporta em geral, principalmente em relação a quantidade de requisições simultâneas. Para isso, submetemos a aplicação a uma avaliação de carga, stress ou resistência para avaliar se os resultados são satisfatórios, visando garantir a qualidade da aplicação.

Realizar esses testes também nos ajuda a avaliar a experiência que o usuário terá na aplicação, onde conseguimos verificar qual o tempo de resposta a cada iteração, por exemplo.

Dentro do teste de performance, temos outros 3 subgrupos. Estes testes nos permitem fazer a análise e monitoramento de resultados, além de fornecerem indicadores importantes. São eles:

Teste de carga
Aqui vemos a quantidade de usuários simultâneos que a aplicação suporta, fazendo os usuários virtuais se comportarem como se fossem usuários reais. Para isso, nos testes de carga, simulamos picos de usuários, sendo feito de pouco em pouco. Também podemos injetar atrasos e paradas nos testes para uma simulação ainda mais realista. Depois, vamos aumentando o volume de usuários gradativamente, para podermos encontrar o limite de capacidade da aplicação.

Teste de resistência
Esse tipo de teste se concentra na estabilidade do sistema ao longo de um período específico, verificando se não há problemas de capacidade de recursos. Entre estes problemas em recursos a serem considerados, podemos citar vazamentos de memória e conexões com banco de dados.

Teste de stress
No teste de stress, geralmente colocamos inicialmente a capacidade máxima que a aplicação pode suportar. Após, é disparada uma grande carga contra a aplicação, onde se tem o objetivo de determinar a capacidade de recuperação e estabilidade do sistema.

É nesses tipos de testes que o JMeter vem para nos ajudar.

JMeter - Fundamentos
Curso de JMeter - Fundamentos
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JMeter

JMeter é uma aplicação gratuita, open source, multiplataforma e escrita em Java, sendo um projeto da Apache Software Foundation. Ela foi desenvolvida inicialmente para testes em aplicações web, mas hoje é possível o utilizar para testes em recursos variados, como banco de dados, servidores de e-mail, requisições HTTP, FTP, TCP, SOAP e outros.

Com o JMeter, você consegue realizar os testes de performance, carga e stress que vimos acima, tornando possível mensurar performance de uma aplicação web.

Em uma aplicação web, por exemplo, você consegue gravar todas as requisições que um usuário faria, simulando ações corriqueiras dentro da aplicação. Essas ações ficam gravadas no JMeter, em uma estrutura conhecida como “grupo de teste”. Após a gravação destas ações, o JMeter possibilita disparar lotes simultâneos e numerosos destas ações, simulando um grupo de usuários. No final, a resposta do servidor para cada solicitação feita é coletada e, com base nessas respostas, as estatísticas são calculadas e as métricas de performance são geradas. O objetivo do JMeter é simular cenários de testes mais reais possíveis.

Se você se interessou pelo JMeter, temos um curso específico dele, onde além de poder conhecê-lo um pouco mais, você ainda poderá vê-lo na prática. Te esperamos lá 🙂

Tester
Formação: Tester
A formação Tester da TreinaWeb tem como objetivo apresentar os tópicos essenciais para profissionais da área de teste de software, tópicos estes sendo técnicos e também com relação ao mercado de trabalho na área de qualidade de software. A formação aborda tópicos como o ciclo de vida e desenvolvimento de um software, as métricas básicas para mensuração de qualidade de uma aplicação, o ciclo de vida de uma suíte de testes, técnicas funcionais para teste de software. Além de apresentar duas ferramentas importantíssimas e extremamente utilizadas no mercado de trabalho para teste e garantia de qualidade de aplicações: o JMeter e o Selenium.
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Acessibilidade e User Experience (UX)

UX e UI: O que é e quais as diferenças?

Quando estamos desenvolvendo algum software ou um site por exemplo, devemos colocar o cliente no centro das atenções. As pessoas querem praticidade quanto utilizam um sistema/produto, por isso devemos pensar muito na experiência do usuário, para que ela seja a melhor possível. Para isso, devemos nos colocar no lugar do usuário e verificar pontos que devem ser levados em conta na hora de criar a interface (meio pelo qual o usuário interage pelo sistema). Sendo assim, vamos abordar neste artigo dois pontos muito importantes: UX e UI. Esses termos ainda são bastante confundidos por iniciantes por serem semelhantes, mas eles são duas coisas distintas. Apesar de estarem unidas e trabalharem juntas, elas têm suas diferenças.

UX/UI - Introdução
Curso de UX/UI - Introdução
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User eXperience (UX)

UX (User eXperience) ou experiência do usuário, visa proporcionar ao usuário sempre a melhor experiência. Tem a finalidade de melhorar todos os aspectos da interação humana, não visando apenas em sistemas, mas também em produtos e serviços. UX está relacionado ao uso do serviço, a interação do usuário.

Pessoa apertando uma tecla do teclado

Existem diversas vantagens de aplicar as regras de UX, além de deixar a experiência do usuário tornando-a mais amigável, você gera satisfação, fazendo com que essas experiências encantem os clientes, o que acaba os fidelizando. Isso também resulta em uma maior conversão de vendas, indicações de forma orgânica e ainda aumenta o valor agregado do produto.

Vale ressaltar novamente que UX não é aplicado apenas para softwares e apps e sim para qualquer coisa, como produtos e serviços.

User Interface (UI)

UI (User Interface) ou interface do usuário, é o ponto de ligação entre o usuário e o sistema/produto/serviço. Através dele fazemos a projeção e criação de interfaces, juntamente com o design. Toda essa interação é feita através de uma interface. Nós pensamos como uma interface uma tela do computador, mas ela não precisa ser necessariamente uma tela: pode ser um microondas, um controle remoto, etc. Em geral, é o que faz a ponte entre uma pessoa e o objetivo que ela tem.

Uma pessoa manuseando um tablet

Uma boa interface é simples e fácil de utilizar. O usuário deve conseguir realizar o que ele deseja de um modo simples, e claro, com uma boa experiência. Um dos pontos para se chegar a essa boa experiência, é justamente o UX. Por isso, dizemos que UX e UI dependem uma da outra e trabalham juntas. Não tem como criar uma interface sem pensar na experiência do usuário, até mesmo porque você irá lidar com pessoas, não robôs.

Para facilitar, podemos pensar que o UI está mais ligado a parte física e prática (interface), guiando o que o usuário deve fazer enquanto usa o site. Já o UX lida mais com as emoções, como o usuário se sentirá ao usar a interface, tendo uma navegação agradável.

A pessoa que trabalha com UX e UI faz a prototipação da interface utilizando softwares, realiza pesquisas e pensa em vários aspectos no que diz respeito a experiência da interface, além de identificar e criar personas. Temos um post específico de personas em UX aqui no blog.

Uma empresa que pensa no UX e UI está pensando em seus clientes/usuários e isso é muito importante e deve ser levado em conta. Imagine que o usuário visite sua loja virtual e ao visualizar um produto não consiga achar as informações que gostaria, ou que ao clicar em comprar ele não conseguiu ver se o produto foi realmente para o carrinho? Isso é sinal de um UI mal feito, onde muitas vezes faz com que o usuário desista de comprar no seu site e vá para um concorrente. Por isso que muitas vezes a UX e UI são confundidas, porque elas têm uma ligação muito direta: se a navegação é ruim, a experiência também acaba sendo.

Confira nossos artigos sobre user experience.

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HTML, CSS e JavaScript são a base de toda a web. Tudo o que você está vendo aqui agora depende deste tripé. Nesta formação vamos iniciar aprendendo lógica. Em seguida veremos todos os aspectos do HTML, CSS e JavaScript. Por fim, aprenderemos Sass, Google Analytics, empacotar nossas aplicações com Webpack, criação de aplicações Desktop com Electron, UX/UI e uma introdução aos frameworks mais utilizados no mercado: Angular, React, Vue e Ember.
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