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Como ser um profissional freelancer de desenvolvimento: dicas essenciais

Ter um horário flexível e poder trabalhar de qualquer lugar (com internet, é claro), além da busca pela autonomia. Esses são alguns dos benefícios oferecidos para quem decide seguir como freelancer. Esse modelo de trabalho tem se popularizado cada vez mais, principalmente entre aqueles que não desejam “se sentir presos” a uma empresa e ter o controle da sua carreira.

Em matéria recente da Forbes, eles abordam sobre os motivos que levam profissionais a abandonarem (ou nem iniciarem) uma carreira regular, para seguir o modelo de freelancer. A insatisfação com os moldes atuais, com taxas governamentais e políticas inflexíveis de trabalho são alguns dos motivos que fazem aqueles que desejam se libertar dos mesmos e seguir por um caminho profissional que alinhe melhor com seus desejos pessoais.

Se você está buscando seguir a sua carreira profissional como freelancer ou em paralelo com um emprego formal, veja agora algumas dicas que vão te ajudar na hora de construir seu nome no mercado.

Desenvolvedor Java Júnior
Formação: Desenvolvedor Java Júnior
A formação Desenvolvedor Java nível Júnior da TreinaWeb tem como objetivo fornecer uma introdução ao desenvolvimento através do Java e todo o ecossistema para desenvolvimento da Oracle. Nesta formação, são abordados tópicos como o desenvolvimento da capacidade analítica, o paradigma orientado a objetos, a preparação do ambiente de desenvolvimento para o Java através do Eclipse e o controle de versão de código através do Git e do GitHub. Além disso, também são abordados aspectos mais essenciais da linguagem e estruturas importantíssimas dentro do ecossistema do Java, como a Stream API, que auxilia a lidar com coleções de dados; a implementação das estruturas de dados mais tradicionais como listas, filas e pilhas; e a API de coleções.
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Tenha seu portfólio online

O primeiro passo é se colocar como disponível para o mercado. Ter o seu portfólio online, através de um site, se mostra muito eficaz para você expor os seus trabalhos prévios, a qualidade do seu serviço e os possíveis clientes entrarem em contato contigo.

Por isso, se o seu objetivo é conseguir trabalhos para desenvolver e/ou gerenciar sites, é muito importante que você tenha um site impecável. Construa uma boa página, atentando sempre às melhores práticas de código, escrita de conteúdo e SEO, pois ela será a vitrine principal do seu trabalho. Deixe de lado o famoso “casa de ferreiro, espeto de pau”, pois quem busca pelo seu serviço, certamente avaliará o seu site e o outros que foram construídos por você.

Para captar clientes para o seu serviço através do seu site é muito importante também investir em técnicas básicas de marketing digital. Crie um blog, ofereça conteúdo sobre a sua área e siga as boas práticas de SEO para o seu site performar bem na busca orgânica. Trabalhe textos e cases em cima de trabalhos anteriores. Caso você esteja entrando no mercado e ainda não tenha muitas referências para alimentar seu site, a dica é oferecer seu serviços para familiares e conhecidos que estejam precisando de um site, além de ONGs.

Um passo de cada vez

Ao decidir seguir como freela, você terá que construir uma reputação de mercado para conquistar cada vez mais clientes. Esse é um momento que pode ser angustiante e frustrante, mas o importante é você focar nos resultados a longo prazo. A sua reputação, acima de tudo, é a fundação do seu negócio. Por isso, invista tempo e dedique-se para mostrar um serviço de excelência.

A cada trabalho, as experiências vão se somando e, com isso, você vai adquirindo maturidade dentro do serviço. Aprenda com os acertos, erros e mostre-se sempre disponível para melhorias. Uma boa dica é sempre pedir feedback para os clientes para entender quais são os pontos que estão bons e quais necessitam melhorar.

Sites e comunidades de freelancers

Uma prática que está cada vez mais forte ao longo dos anos são as comunidades de TI. Além de se especializarem por linguagem, plataforma e outros, também existe uma comunidade envolvida no mundo dos serviços freelancers. Por isso, busque se inserir dentro daquela que fizer sentido para a sua forma de atuação e busque apoio e clientes através destas. Um exemplo são os grupos de Facebook, como o WordPress Brasil, onde os membros podem compartilhar dúvidas, questionamentos e serviços prestados em cima do CMS mais popular do mundo. Você também encontra canais em plataformas como o Discord, para encontrar grupos nacionais e internacionais.

Além de sites e comunidades em redes sociais, você também vai encontrar sites especializados em conectar os profissionais freelancers com quem busca esse tipo de serviço. Alguns exemplos é a Workana, que é a maior plataforma de trabalho freelancer da América Latina, e oferece freelas na área de TI. Também tem a 99 freelas, que é uma plataforma nacional onde o cliente pode publicar uma vaga de freela e você pode se candidatar ao serviço.

Trabalhe com empresas parceiras

Ao trabalhar com freelas de desenvolvimento de sites, você vai perceber que alguns clientes não possuem muito conhecimento a respeito de tudo que envolve ter um site. Manutenção, plataformas, hospedagem e registro de domínio, entre outros itens. Por isso, o que você pode fazer para ganhar mais dinheiro com o projeto é oferecer uma hospedagem que você conheça e confie. A KingHost é uma empresa de hosting nacional, com hospedagem em SSD e suporte 24h e ao recomendar essa hospedagem para a pessoa e ela efetuar a compra, você pode receber dinheiro pela sua indicação.

Organização é a alma do negócio

Conseguir clientes é apenas uma parte que envolve a vida de um freelancer. Ao ser autônomo, é importante que você tenha uma organização estruturada para garantir uma boa entrega. Estabelecer um cronograma de desenvolvimento, mensurando quantas horas você precisa se dedicar a cada projeto e organizando dentro da sua pauta, para garantir que ele seja entregue na data prevista. Erros como atraso de projeto podem custar caro.

Outra parte que é muito importante é a financeira. Você deve pagar seus custos com compra de temas, hospedagem, registro de domínio, internet, luz, a sua remuneração, entre outros. Além disso, alguns clientes podem solicitar nota fiscal para declaração junto ao financeiro da empresa. Por isso, é importante pesquisar sobre o MEI (Micro Empreendedor Individual), que vai te garantir segurança e agilidade na hora dos seus compromissos financeiros com clientes e com o governo.

Desenvolvedor Front-end Pleno
Formação: Desenvolvedor Front-end Pleno
HTML, CSS e JavaScript são a base de toda a web. Tudo o que você está vendo aqui agora depende deste tripé. Nesta formação vamos conhecer assuntos mais avançados do HTML5, CSS3 e JavaScript, conhecer o NPM, trabalhar com o RxjS (base do framework Angular), testes com Jasmine e uma pequena introdução ao TypeScript.
CONHEÇA A FORMAÇÃO

Se inserir no mercado e construir uma boa reputação não é um trabalho fácil, mas com essas dicas, esperamos que você consiga dar os primeiros passos e evoluir como profissional.

Esse post foi desenvolvido pela KingHost

Como ter ganhos recorrentes sendo um profissional freelancer

Quem nunca desejou ganhar um dinheiro extra todo mês? Qualquer profissional pode encontrar sua maneira de ter ganhos recorrentes, mas se você é designer, fotógrafo, filmmaker ou desenvolvedor, essas possibilidades são ainda mais diversas. O ganho recorrente (também conhecido no mundo dos negócios por faturamento recorrente, receita recorrente ou lucro recorrente ) não é novidade entre as grandes empresas como Netflix, Spotify e Adobe por exemplo. Mas como isso pode funcionar para profissionais freelancers?

Neste artigo, convido você, profissional freelancer, a explorar 6 possibilidades de ganhos que vão além daquelas que já conhecemos e que irão te render uma graninha todo mês.

Opção 1: Shutterstock

No Shutterstock você tem a possibilidade de se tornar um contribuidor, e através da plataforma, vender suas fotos, vídeos e vetores. O ganho por cada arquivo baixado é em média de $0,25 (25 centavos de dólar). Pode parecer pouco, mas se torna interessante a partir de um bom volume de downloads mensais.

Há também bônus adicionais que podem ser concedidos aos contribuidores a partir de indicações de novos profissionais freelancers, indicações de novos assinantes e também a partir da quantidade de downloads dos seus arquivos.

Sites semelhantes: Adobe Stock, Fotolia , FreePik e Envato

Opção 2 – BrandCrowd

Se você é designer de logotipo, você provavelmente terá um acervo grande de trabalhos que um dia já foram rejeitados por seus clientes e que hoje servem apenas para ocupar espaço no HD do seu computador, não é mesmo? O BrandCrowd surgiu como uma solução para gerar dinheiro com aquilo que um dia não foi útil para seus projetos, mas que agora podem render muita grana. Através da plataforma, empresas podem comprar marcas prontas a partir de uma vitrine exibida de acordo com o seu interesse. Os logos podem ser colocados à venda a partir de $49 (49 dólares) e o designer ganha uma porcentagem em cima do valor estipulado.

Sites semelhantes: Logo Ground e NewGlue.

Opção 3 – JivoChat

O JivoChat nada mais é do que uma solução de atendimento online para lojas virtuais. Ele possui um programa de afiliados que paga 30% de tudo aquilo que suas indicações gastarem com a ferramenta. Uma ótima opção de ganho recorrente para desenvolvedores freelancers e agências do segmento.

A plataforma oferece um período de teste da versão mais completa da ferramenta e possibilita que o cliente conheça o produto antes de migrar para a versão paga.

Opção 4 – Revenda de Hospedagem

Uma outra opção para você que é dono ou funcionário de uma agência que desenvolve sites, ou trabalha por conta própria como freelancer, é a revenda de hospedagens. De forma recorrente e com pouquíssimo esforço, é possível fazer uma renda extra todo mês. Hoje, praticamente todas as empresas desse segmento possuem programa de afiliação, tais como HostGator, Hostinger e GoDaddy.

Opção 5 – Venda de templates para sites

Bastante lucrativa também, é a criação de temas e templates para plataformas como WordPress, Magento, Joomla e Drupal. Muitas agências e usuários preferem adquirir temas prontos do que criar um do zero. Suas primeiras vendas podem demorar a acontecer, mas quando se possui um acervo grande, o céu é o limite. Para esse tipo de serviço, costuma-se juntar os esforços de designer e desenvolvedor, já que a criação envolve a parte visual das páginas.

Onde você pode vender seus temas: Envato, TemplateMonster, Codester, Mojo, Creative Market

Desenvolvedor React Júnior
Formação: Desenvolvedor React Júnior
O React é utilizado por várias empresas em suas aplicações por sua simplicidade e poder, como Facebook, Instagram, Whatsapp, Netflix e DropBox. Nesta formação teremos uma introdução a esta biblioteca tão poderosa.
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Opção 6 – Venda de plugins e extensões

Há ainda as opções de vendas de plugins para WordPress e extensões para Magento por exemplo. Ambas são ótimas oportunidades para se fazer um bom dinheiro. Por si só, essas plataformas são poderosas e muito eficientes, e acabam ganhando ainda mais robustez a partir de plugins e extensões que podem ser instalados. Eles vão desde bloqueadores de spam para sites até módulos que permitem pagamentos com dois cartões diferentes em seu e-commerce. Acredite, os usuários estão sempre em busca de novidades para essas ferramentas e você pode se beneficiar disso.

É isso! Espero que possa aproveitar alguma dessas dicas! Até a próxima 😉

O que pode dar errado no primeiro projeto de um programador como freelancer

Confira a história do primeiro projeto de um desenvolvedor freelancer ainda na faculdade, tudo que poderia e que deu errado e quais as lições aprendidas.

Essa semana indo levar minha sogra no ponto de ônibus ela me perguntou se eu continuava fazendo “bico”, como o pessoal mais antigo chama. Trabalho em projetos extras desde a faculdade e particularmente gosto bastante desse contato direto com o cliente.

Essa pergunta dela me fez pensar sobre alguns trabalhos que já tinha feito, como consegui fechá-los, o que aprendi e onde quebrei a cara. Achei que daria um post legal a história do meu primeiro projeto. Tomara que dê mesmo! 🙂

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Senta que lá vem história

Inicialmente tinha pensado em fazer uma lista das coisas que aprendi, pontos positivos e negativos, algo bem clichê. Porém, pensando com mais calma, acho que contando um pouco da história do projeto é possível entender como cheguei às conclusões.

A primeira vez agente nunca esquece

Quando ainda estava na faculdade trabalhava em uma empresa pequena de suporte e manutenção de redes. Um amigo que trabalhava comigo vivia me dizendo que eu precisava ter um sistema para vender, ganhar dinheiro, como se fosse a coisa mais simples do mundo.

Um belo dia esse amigo chegou falando que um cliente dele estava abrindo uma empresa, precisava de um sistema. Na época não tinha muita experiência, tinha apenas feito alguns projetinhos na faculdade, mas de tanto ele falar acabei aceitando ir conversar com o cliente. Antes mesmo da primeira reunião já conversei com um colega da faculdade que trabalhava com Delphi bastante tempo se ele toparia fazer o projeto comigo. Fui na reunião com o cliente sozinho, entendi mais ou menos o que ele queria, falei para ele quanto era cobrado por hora e alguns outros detalhes.

Vendo que realmente existia a possibilidade de o projeto ser fechado, conversei com colega da faculdade e fizemos diversas reuniões com o cliente até definir mais ou menos o escopo e fechar o valor.

Como não sabia programar muito bem, o combinado com o meu colega de faculdade foi que eu levantaria os requisitos e faria as reuniões com o cliente e ele programaria. O cliente não tinha a menor ideia disso, na cabeça dele ambos tínhamos o mesmo conhecimento técnico e nós fizemos questão que ele acreditasse nisso.

No começo tudo foi muito bem, meu colega tinha grande conhecimento em Delphi. Usou uma arquitetura com DataSnap o que na época era algo bem legal, usava recursos e componentes avançados do Delphi, tudo extremamente profissional. Só que não. (tomara que ele não leia esse artigo :P).

As entregas que ele fazia geralmente apresentavam alguns problemas e o cliente queria que fossem corrigidas rapidamente. Porém, como ele também trabalhava, tinha vários freelas e a faculdade não dava tempo. Como eu conhecia bem pouco de programação também não conseguia corrigir, com isso o cliente ficava bem bravo, me ligava direto, além daquele meu amigo do começo da história ficar me cobrando toda hora por ter indicado o cliente.

Depois de um tempo a coisa começou a piorar. Como é comum em projetos onde valor fechado no inicio e o escopo do projeto é mal definido, toda hora o cliente queria uma coisa nova que falava que estava no escopo, além de estar sempre querendo mudar algo.

Com isso, meu colega programador acabou pegando raiva do cliente, então que a coisa não andava mesmo. Resolvi então eu mesmo programar ao menos as coisas que tínhamos ao meu ponto combinado com o cliente.

Lembro que uma das coisas que desenvolvi foi uma importação de XML de notas fiscais, para quem nunca teve a curiosidade de abrir um arquivo desse, geralmente eles possuem muitas informações. Criei uma tabela com uns 80 campos no banco de dados tudo varchar, só para ter uma ideia da qualidade do serviço. Por incrível que apareça, ainda acabou funcionando melhorar para o usuário final do que algumas funções que meu colega tinha feito com a mais alta elegância que o Delphi oferecia.

Com o tempo, o próprio cliente foi percebendo que não era eu quem programava. Ele também percebeu que apesar não ter conhecimento técnico estava fazendo o máximo para tentar ajudá-lo. Isso fez com que ele entendesse também meu lado e acabei contando a situação real.

Aos trancos e barrancos o projeto acabou sendo concluído. Não ficou o projeto dos sonhos do cliente, até porque isso é bem difícil na maioria dos casos, mas ele conseguia usar e fazer os processos necessários que tínhamos combinado no inicio do projeto. O cliente só nunca mais conseguiu realizar nenhuma alteração no programa, nem mesmo pagando, pois meu colega demorava tanto para fazer que o cliente teve que acabar comprando o código fonte e passar para outro programador Delphi.

Ao ver essa história você deve ter concluído que o cliente nunca mais quis me ver nem pintado a ouro. Mas, na verdade, não. Inclusive, alguns anos depois fiz um serviço para ele, dessa vez tinha bastante conhecimento técnico e o projeto andou muito bem.

Algumas coisas que aprendi nesse projeto

Abaixo compartilho algumas coisas que aprendi com esse projeto:

  • Se pegar um projeto que dependerá de outras pessoas para que ele seja concluído, é preciso tomar muito cuidado, pois, se algo der errado, a pessoa cobrada será você.

  • Nunca devemos esconder algo do cliente, pois quando o problema acontece fica bem mais complicado, se ele já souber desde o começo já contará com aquela possibilidade.

  • Sempre se coloque no lugar do cliente, conversar, tentar entender e resolver os problemas em relação ao projeto.

  • Não deixe o projeto totalmente na mão de outra pessoa ao ponto de que você não tenha como continuar caso algo aconteça.

  • Antes de pegar um trabalho é necessário o mínimo de conhecimento técnico das ferramentas utilizadas. Nem sempre conhecemos tudo que vamos usar em um projeto, porém, a maioria precisamos conhecer.

  • Gerar valor para o cliente é mais importante do que soluções técnicas avançadas e de última “geração”. Não que seja necessário fazer gambiarra, mas muitas vezes o cliente não quer saber qual a arquitetura ou as ferramentas que está utilizando, mas do sistema funcionando.

  • Definir bem o escopo do projeto no início, por mais que isso pareça impossível. Ou cobrar por hora e usar um processo de desenvolvimento, por exemplo, metodologia ágil, para tentar garantir os requisitos e expectativas do cliente.