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Stadia: Plataforma de Games por Streaming da Google

Há algum tempo atrás, falamos aqui sobre o Project Stream, projeto desenvolvido pela Google que visava permitir que qualquer pessoa com uma boa conexão com a internet pudesse executar um jogo por meio do seu navegador, sem a necessidade de possuir um hardware de ponta para tal execução.

Na época o projeto foi executado e vários moradores dos EUA e Europa puderam testá-lo. Os feedbacks, em sua maioria, foram bem positivos, o que nos permite acreditar que o projeto foi um sucesso.

Após isso, o projeto foi “arquivado”… até o dia 19/04/2019, quando a Google, na GDC (Game Developers Conference), anunciou seu mais novo projeto, o Google Stadia, uma evolução do Project Stream.

O que é o Google Stadia?

O Google Stadia é uma evolução do Project Stream, porém, mantendo a mesma ideia. O principal foco do Stadia, é permitir que os jogadores possam executar seus games a partir de uma aba do Google Chrome, sem que qualquer processamento seja executado em sua máquina, mas nos servidores da Google.

O serviço estará disponível, segundo a Google, no decorrer de 2019 nos EUA, Canadá, Reino Unido e em grande parte da Europa. Ainda não há previsão de quando – e se – esse serviço chegará ao Brasil e nem a forma de cobrança (assinatura mensal, como a Netflix, ou valor por jogo).

Como funciona o Google Stadia?

Assim como o Project Stream, todo o processamento do jogo em execução será feito nos servidores da Google e apenas a imagem e som será devolvido ao seu computador. Da forma mais básica possível, o jogo será executado da seguinte forma:
1. O jogador aperta um botão (seja no joystick ou teclado);
2. Essa iteração é enviada ao servidor que está executando o jogo;
3. A iteração é realizada no jogo;
4. O servidor devolve ao jogador o efeito daquela iteração.

Sendo assim, até o seu Chromebook (sim, isso mesmo), com poder de processamento limitadíssimo, poderá executar jogos de última geração.

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Google Stadia x Consoles (Xbox e PS4)

Segundo a Google, o Google Stadia é mais poderoso que os consoles atuais (Xbox One X e PS4 Pro), processando até 10,7 teraflops – isto é, capaz de realizar mais de 10 trilhões de operações de ponto flutuante por segundo – mais que o PS4 (que atinge 4.2 teraflops) e o Xbox (que processa até 6 teraflops).

Para ter todo esse poder de processamento, a Google afirma que cada servidor utilizado pelo Stadia vem com uma GPU x86 rodando a 2,7 GHz com 16 GB de RAM e uma GPU HBM2 de 10,7 teraflops.

Assim, a Google afirma que o Stadia poderá, logo que o serviço for lançado, rodar jogos a 60fps em resolução 4k e, futuramente, a 120fps com resolução 8k.

Stadia Controller

Acompanhando a plataforma de streaming, a Google lançou um controle para o Stadia, bem similar aos já conhecidos controles do Xbox e PS4, com um direcional digital na parte superior esquerda, dois analógicos na parte inferior e quatro botões na parte superior direita. Além disso, possui um botão que permite criar uma live para o YouTube:

Vai funcionar?

Bom, este tipo de projeto não é novo, diversas empresas já tentaram criar um serviço parecido com o Google Stadia, porém, nenhuma delas possui o poder e localização que a Google tem (servidores espalhados por todo o mundo). Sendo assim, é bem provável que este serviço seja um sucesso. Segundo feedbacks na internet, o serviço funciona (e bem) nos testes realizados na GDC 2019, resta saber quando chega ao consumidor final. Até lá, a Google pode (e deve) melhorar bastante o serviço 🙂

Project Stream: Netflix de jogos da Google

Sabemos que a Netflix revolucionou o mercado de consumo de filmes e séries através da internet. Até pouco tempo atrás, era inimaginável que teríamos um serviço tão bom e que permitisse a comodidade de assistir Filmes e Séries sem sair de casa e a um toque do controle remoto de distância. Porém, o stream de vídeos é um pouco simples pois não há nenhuma interação dos dois lados, o vídeo é executado e exibido na sua TV.

Agora, imagine um jogo onde os comandos executados através do joystick tivessem que ser interpretados, executados no servidor e retornados para sua tela, tudo de forma remota… Complicado, né? Bom, segundo a Google, isso é possível e você só vai precisar do seu navegador para isso.

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O que é o Project Stream?

Segundo a Google, o Project Stream é um serviço que visa facilitar a execução de jogos sem que seja necessário o usuário possuir um computador com grandes configurações, como placas de vídeo, processadores e memória ram de alto desempenho. Segundo Catherine Hsiao, product manager da Google, “Ao transmitir fimes ou séries, os usuários ficam confortáveis com alguns segundos de buffer antes de tudo começar.” Porém, para o streaming de jogos, esse buffer é inviável, já que alguns segundos de delay podem fazer toda a diferença para a experiência em sua jogatina.

Sendo assim, o Project Stream da Google visa possibilitar que os jogos possam ser executados diretamente dos seus servidores, porém tudo controlado a partir do computador do jogador.

Por onde jogar?

A idéia da Google é que todos os jogos que sejam disponíveis a partir da sua plataforma sejam executados diretamente do Google Chrome, seu navegador de internet. E porque isso é tão bom?
Primeiro, não precisamos instalar nada além do Chrome (que, talvez, já seja seu navegador principal). Segundo (e mais importante) é que, pelo Chrome ser multiplataforma, não estaremos mais presos a determinados sistemas operacionais, tudo poderá ser feito através do seu SO favorito (Windows, Linux ou MacOS):

Mas, e ai, funciona mesmo?

No dia 12 de outubro de 2018, a Google abriu seu projeto para open beta (qualquer usuário poderia testar, desde que morasse nos EUA 🙁 ) para testar com o novo Assassin’s Creed Odyssey, um jogo extremamente pesado. Dos vários relatos obtidos pela internet, a solução funciona muito bem, desde que você tenha uma internet de qualidade (cerca de 40 mbps), o que é totalmente compreensível. Também há alguns relatos negativos, porém, por ser um serviço beta, também é bem comum.

Concluindo

Com o Project Stream, a Google entra em um novo nincho de mercado, tentando revolucionar a forma de como os jogos são executados. Se até ontem você tinha que comprar um computador “parrudo” para conseguir jogar os principais lançamentos do momento, creio que isso está prestes a mudar!

Conheça o Google Cloud Platform

O Google Cloud Platform é o serviço de computação em nuvem do Google. Ele possui uma quantidade enorme de serviços para as mais diversas áreas:

  • Computação
  • Armazenamento
  • Bigdata
  • inteligência artificial
  • IoT (internet das coisas)
  • StackDriver – ferramenta de monitoramento
  • Ferramentas auxiliares da utilização da própria plataforma
  • Ferramentas para desenvolvedores

A principal ideia da plataforma é prover ao cliente tudo que ele necessita em questão de serviço de nuvem, por isso possui uma extensa gama de serviços.

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Regiões e Zonas

O Google Cloud Platform (GCP) possui datacenters em diversas partes do planeta. Esses datacenters são chamados de Zonas que são agrupadas por regiões que indicam o local físico que elas ficam.

Atualmente o GCP possui as seguintes regiões:

regiões e zonas do GCP

Na imagem acima, os números indicam a quantidade de zonas em uma região.

No GCP (Google Cloud Platform) existem serviços com diferentes níveis de localização:

  • Zona – Serviço ficará localizado em uma única zona
  • Região – Serviço ficará localizado nas zonas daquela região
  • Multi-Região – Serviço ficará localizado em mais de uma região

Cadastro na plataforma

A criação da conta na plataforma do Google Cloud é feita através de uma conta do Google. Ao cadastrar eles inserem um bônus de $300,00 dólares para testar os produtos da plataforma. Esse valor é válido por um ano e pode ser utilizado em qualquer serviço:

Cadastro Google Cloud Platform

teste gratuito

Único detalhe é que durante o processo de criação da conta é necessário preencher os dados de um cartão de crédito válido, para o Google ter certeza que é um cadastro real. A grande vantagem é que eles não descontam do cartão após o término dos créditos ou do tempo, mesmo se houver serviços ativos, somente se fizer o upgrade da conta para paga.

Meios de acesso a plataforma

O Google Cloud Platform conta com 3 principais meios de acesso administrativo aos serviços:

  • Google Cloud Console – apesar desse nome lembrar o terminal de linha de comandos, é uma plataforma web que permite gerenciar serviços, faturamento e também as permissões. É o modo de acesso mais utilizado para administração direta devido as facilidades.
  • Google Cloud SDK – é um SDK que permite gerenciar os recursos via linha de comandos.
  • Google Cloud API – é uma API HTTP REST que permite gerenciar os recursos da nuvem. A API utiliza padrões bem definidos para que softwares clientes também possam se conectar nela e realizarem os procedimentos necessários.

Essas interfaces permitem que tantos usuários como sistemas consigam administrar os recursos na GCP (Google Cloud Platform) de forma eficiente.

Projetos

O principal item de organização na plataforma do Google Cloud são os projetos, todos os recursos que for utilizar precisam estar relacionados a um projeto. É a partir do projeto que os valores são cobrados da conta de faturamento.

Ao criar uma conta na plataforma automaticamente um projeto é criado na sua conta. Ao termino do cadastro é direcionado para o Google Cloud Console (a plataforma web de administração). Ao olhar na barra superior veja que o projeto selecionado estará como My Project:

Uma dica importante é sempre que for alterar algo na plataforma verificar o projeto selecionado. No caso do console ele fica visível conforme o acima, mas no caso do SDK ele não mostra diretamente, é necessário verificar via comando.

Menu de serviços

Para finalizar esse primeiro artigo sobre o Google Cloud gostaria de falar um pouco sobre a menu principal do Google Cloud Console. Nele podemos acessar todos os recursos da plataforma, que ficam agrupados por tipo:

menu serviços google cloud platform

Ao passar o mouse temos todos os sub-menus do serviço, podendo acessar diretamente o que desejar:

submenu serviço compute engine

Continuação

No próximo post vamos continuar conhecendo a plataforma e criar instancias de VMs no compute engine.

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Novidades do Android O para desenvolvedores

Não é novidade que a Google está a todo vapor para lançar o Android O, previsto para o terceiro trimestre deste ano (2017). Mesmo antes da Final Release, já é possível conferir as novidades que o robozinho verde traz para nós. Vejamos algumas delas para desenvolvedores.

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Notificações

As notificações foram reestruturadas para oferecer uma forma mais fácil e uniforme de gerenciar e configurá-las.

Foram adicionados canais de notificação. Estes canais permitem criar um canal personalizável pelo usuário para cada tipo de notificação que for exibir. Assim os usuário podem gerenciar a maioria das configurações associadas a notificação usando uma UI do sistema. Todas as notificações que pertencem ao mesmo canal se comportarão da mesma forma e quando o usuário faz alguma modificação, ela se aplica ao canal da notificação. Como por exemplo uma mudança no som, luz, vibração, etc.

Agora os usuários também podem adiar as notificações para uma nova exibição mais tarde. Assim, elas reaparecem com o mesmo nível de importância da primeira exibição. Também é possível determinar um tempo limite na criação de uma notificação. Desta forma você pode especificar um período de tempo para que uma notificação seja cancelada.

Foi adicionado também a possibilidade de determinar uma cor de fundo para a notificação. A recomendação para utilizar este recurso é que seja implementado apenas para notificações de tarefas contínuas e essenciais em que o usuário deve ver rapidamente.

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Acessibilidade

O Android O passa a oferecer os seguintes recursos para desenvolvedores que criam seus próprios serviços de acessibilidade:

  • Detecção de Idioma: Foi introduzida a classe TextClassificationManager que permite através do método detectLanguages() identificar os idiomas que a ferramenta Text-to-Speech (TTS) identificou em um intervalo de texto.

  • Botão de Acessibilidade: Agora é possível que seu serviço solicite que um botão de acessibilidade apareça na área de navegação do sistema. Esse botão oferece aos usuário uma maneira rápida de ativar a funcionalidade do seu serviço de qualquer tela do dispositivo.

  • Gestos de impressão digital: Os gestos de deslizamento direcionais (para cima, para baixo, para a esquerda e para a direita) juntamente com o sensor de impressão digital de um dispositivo, agora pode ser um mecanismo de entrada alternativo para seu serviço de acessibilidade.

  • Texto de dica: Através do método getHintText() da classe AccessibilityNodeInfo é possível acessar o texto de dica de um objeto EditText mesmo que o texto de dica não esteja exibido naquele momento.

  • Envio de gesto continuado: Com o Android O é possível também, especificar sequências de movimento que pertencem ao mesmo gesto programático.

Permissões

Agora é possível que aplicativos atendam a chamadas telefônicas recebidas programaticamente através da nova permissão introduzida: android.permission.ANSWER_PHONE_CALLS. Esta permissão é classificada como “dangerous”.

Aprimoramento de mídia

  • Métricas de mídia: Foi adicionado um novo método getMetrics() que retorna um objeto Bundle contendo informações de configuração e desempenho. Este método pode ser acessado através das classes: MediaPlayer, MediaRecorder, MediaCodec e MediaExtractor.

  • MediaPlayer: Para melhorar a forma como o seu app gerencia a reprodução de mídia, foi adicionado uma série de novos métodos à classe MediaPlayer, desta forma será possível aumentar a capacidade de desempenho controlando o comportamento de armazenamento de buffer, controle detalhado durante a busca de um quadro e a capacidade de reproduzir material protegido por DRM.

  • MediaRecorder: A partir de agora o MediaRecorder oferece suporte ao formato MPEG2_TS, para utilizar basta coloca-lo no formato de saída: mMediaRecorder.setOutputFormat(MediaRecorder.OutputFormat.MPEG_2_TS);. Através do MediaMuxer também foi adicionada a possibilidade de trabalhar com qualquer quantidade de streams de áudio e vídeo, não existe mais a limitação de uma faixa de áudio e/ou vídeo.

Dados em cache

O Android O ainda trouxe melhorias no sistema de cache para as aplicações. Agora, cada app recebe uma cota de espaço em disco para armazenar seu dados de cache.

Caso o sistema necessite de liberar espaço em disco, os arquivos em cache dos aplicativos que mais ultrapassaram a cota alocada serão os primeiros a serem excluídos. Assim, se os seus dados de cache sempre ficarem dentro da cota alocada, eles serão alguns dos últimos a serem excluídos pelo sistema (se necessário).

Foi incluído também dois novos comportamentos que podem ser ativados com base no diretório para controlar como o sistema libera seus dados em cache:

  • StorageManager.setCacheBehaviorAtomic(): pode ser usado para indicar um diretório e todo o seu conteúdo deverá ser excluído como uma só unidade atômica.

  • setCacheBehaviorTombstone(File, boolean): pode ser usado para indicar que, em vez de excluir arquivos dentro de um diretório, eles deverão ser truncados para terem 0 bytes de tamanho, deixando o arquivo vazio intacto.

Estas são apenas algumas das novidades já definidas para o novo sistema operacional, você pode conferir muito mais no site oficial Android O Developer Preview.

Um abraço e até a próxima!

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Google lança o Android Studio 2.3

O Android Studio é a IDE oficial para desenvolvimento Android. Inclui tudo o que o desenvolvedor precisa para criar os aplicativos. No inicio deste mês (Março/2017) o Google lançou a nova versão da IDE, o Android Studio 2.3. Uma versão baseada na correção de bugs e estabilidade, além de incluir novos recursos.

Principais mudanças

A partir desta versão a paleta de Widgets no editor de layout foi redesenhada.

Todos os templates agora usam o ConstraintLayout como layout padrão.

Os botões AVD Manager e SDK Manager agora estão incluídos na barra de navegação, assim como a barra de ferramentas completa.

Também foi adicionado um novo botão para visualizar as modificações rapidamente com o Instant Run. Depois de fazer o deploy do app basta clicar em Aplicar alterações (ícone e um raio) para visualizar as modificação. Este recurso tem suporte apenas a dispositivos com Android 5.0 (API Level 21) ou superior.

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Novidades

Agora com o Android Studio é possível converter arquivos PNG, BMP, JPG e GIF estático para o formato WebP. WebP é um formato de arquivo de imagem do Google que fornece compressão com perdas (como o JPEG) e com transparência (como o PNG).

Com o novo editor de Layout é possível criar uma lista de atributos favoritos para que você não tenha que clicar em Ver todos os atributos para ter acesso aos que você mais usa.

Agora, ao adicionar um Material Icon usando o Vector Import Dialog, é possível filtrar a lista de ícones disponíveis por categoria ou pelo nome do ícone.

Também, para esta nova versão, foi incluído suporte para dois novos recursos do ConstraintLayout:

  • Definir o tamanho da view com base em uma proporção da tela.
  • Criar packed, spread, e weighted linear groups com constraint chains.

Você pode fazer o download do Android Studio através do site oficial para Desenvolvedores Android e conferir as novas atualizações.

Um abraço e até a próxima!

Android - Utilizando Material Design nas aplicações
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Android Things e a Internet das Coisas

O Android é conhecido por dominar o mercado de smartphones e tablets, sendo o sistema operacional para mobile mais utilizado nos últimos anos. E não parou por aí, o robozinho verde está ampliando e quer estar presente em todos os dispositivos possíveis! Depois do Android Auto (para carros) e o Android Wear (para dispositivos vestíveis como os relógios) o Google lançou o Android Things, uma versão do sistema operacional para a Internet das Coisas, também conhecida como IoT (Internet of Things).

Android - Básico
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A Internet das Coisas

Essa tecnologia está surgindo para revolucionar o nosso dia a dia. Tem como objetivo conectar todos, sim, você leu certo, todos os dispositivos que utilizamos à rede mundial de computadores. Geladeiras, televisão, micro-ondas, relógios, alarmes, ar-condicionado, termostatos, máquinas de lavar, carros, máquinas industriais, enfim, TUDO! A ideia vai além de simplesmente conectar todos os dispositivos a internet, mas sim, torná-los mais eficientes e fazer com que comuniquem entre si.

Imagine sair de casa e, quando estiver voltando, acionar pelo celular o ar-condicionado que consultará o termostato para identificar a temperatura ideal para o ambiente. Ou então, toda a rede elétrica da sua casa ser cortada automaticamente em caso de vazamento de gás e você ser notificado pelo celular. São inúmeras as aplicações que podem surgir a partir de todos os equipamentos conectados. Esta revolução tecnológica vai além de residências, também pode atuar em lojas, indústrias, hospitais, transporte público, fazendas, plantações, etc.

Mas, é claro, não será tão simples assim, se tudo está conectado e dependente da rede, existem riscos caso algum equipamento falhe, seja um erro de software ou até mesmo uma invasão hackers. Por isso, há muito o que discutir sobre o assunto, afinal, não queremos ser vítimas da nossa própria tecnologia.

Android Things

Como todas as coisas conectadas à internet precisarão de um sistema operacional, a gigante da tecnologia não demorou e lançou o Android Things. Este SO é dedicado exclusivamente para a IoT.

A ideia do Google é de que qualquer desenvolvedor Android possa desenvolver um dispositivo inteligente utilizando as APIs disponibilizadas, além de tornar a integração com os outros dispositivos, que já utilizam outras versões do sistema, de forma simples e fácil. Por isso, o Google já disponibiliza tudo o que você precisa para começar a desenvolver com o Android Things através do site para desenvolvedores.

Até o momento, existem quatro plataformas de hardware disponíveis para o Android Things:

  • Intel® Edison: Possui um processador Intel® Atom™ de 500MHz dual-core x86 e 1 GB de RAM;
  • Intel® Joule: Possui um processador Intel® Atom™ de 1.5GHz/1.7GHz quad-core x86 e 3GB/4GB de RAM;
  • NXP Pico i.MX6UL: Processador NXP i.MX6Ultralite de 500MHz ARM Cortex A7 e 512MB de RAM;
  • Raspiberry Pi 3: Com um processador Broadcom BCM2837 de 1.2GHz quad-core Cortex A53 e 1GB de RAM.

Para cada um destes hardwares existe uma imagem do sistema operacional para download.

A arquitetura do Android Things não é muito diferente do convencional. Ele estende o core do framework do Android com um adicional das APIs fornecidas pela Things Support Library. Essas APIs permitem que haja integração dos aplicativos com novos tipos de hardware que não são encontrados em dispositivos móveis.

Além disso, esta plataforma é simplificada e trabalha com single application. Não possui aplicativos de sistema e o seu app é iniciado automaticamente na inicialização do SO. Possui suporte para alguns serviços do google como as APIs de Localização, Mobile Vision, Firebase Storage, FCM, Firebase Realtime Database, entre outras. As APIs que requerem autenticação não estão disponíveis como AdMob, Firebase Authentication, Maps, etc.

Enfim, o Android Things está vindo com tudo para impulsionar a IoT e mostrar para o que veio. Então é bom ficar atento às novidades que, com certeza, não pararão de surgir.

Um abraço, e até a próxima!

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Firebase: descubra no que esta plataforma pode te ajudar

O Firebase é uma plataforma do Google que contém várias ferramentas e uma excelente infraestrutura para ajudar desenvolvedores web e mobile a criar aplicações de alta qualidade e performance.

Esta plataforma contém quatro seguimentos de serviços: Analytics, Develop, Grow e Earn. Veja um pouco sobre cada um deles.

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Analytics

O Firebase Analytics é uma solução gratuita e ilimitada, considerado o coração do Firebase, é utilizado para gerar as métricas da aplicação, mensurar o comportamento do usuário. Atualmente é disponibilizado para aplicações iOS e Android.

Develop

Com a missão de poupar tempo e fornecer um aplicativo de alta qualidade, esta plataforma contém vários recursos para os desenvolvedores, são eles:

  • Cloud Messaging: O Firebase Cloud Messaging – FCM permite a entrega/recebimento de mensagens e notificações entre as plataformas iOS, Android e Web.

  • Authentication: Este recurso de autenticação é fundamental para as aplicações onde é necessário saber a identidade do usuário e manter o controle do acesso ao app. Também, com o Firebase Authentication, é possível utilizar provedores de identidades federais para autenticação como as contas do Google, Facebook, Twitter e GitHub.

  • Realtime Database: O Firebase também disponibiliza um banco de dados NoSQL (Firebase Realtime Databse) hospedado em nuvem, onde os dados são armazenados como JSON e sincronizados em tempo real com todos os clientes conectados.

  • Storage: Útil para armazenar arquivos como imagens, vídeos e áudio, além de outros conteúdos gerados por usuários.

  • Hosting: Este serviço é oferecido para hospedar HTML, CSS e JavaScript para seu site, além de outros ativos fornecidos pelo desenvolvedor, como gráficos, fontes e ícones. O Firebase Hosting possui certificado SSL fornecido automaticamente, é ideal para aplicativos web e web para dispositivos móveis.

  • Remote Config: Armazena pares de chave-valor especificados pelo desenvolvedor que permite alterar o comportamento e a aparência do aplicativo sem exigir que os usuários baixem uma atualização do app.

  • Test Lab: O Firebase Test Lab fornece toda infraestrutura em nuvem que você precisa para testar seus aplicativos Android e mesmo que você não tenha escrito o código de teste para o app, o Test Lab pode operar no seu aplicativo automaticamente em busca de falhas. Todos os resultados do teste são disponibilizados no Firebase console.

  • Crash Reporting: Este recurso é capaz de criar relatórios de erro detalhados para os aplicativos Android e iOS. Os erros são agrupados em conjuntos e são organizados de acordo com a gravidade do impacto para os usuários. Até o momento está na versão beta e já demonstra ser um excelente aliado para os desenvolvedores.

Nem todos os recursos para desenvolvedores são disponibilizados em todas as plataformas (Android, iOS, web), para resumir, é possível ver no quadro abaixo a relação de Recurso x Plataforma:

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Grow

Além de vários recursos para auxiliar no desenvolvimento das aplicações, o Firebase também disponibiliza recursos voltados ao envolvimento e conquista dos usuários para a aplicação, estes recursos são:

  • Notifications: Através deste recurso é possível gerenciar campanhas de notificações para seu app e quando integrado ao Firebase Analytics é possível entregar mensagens a um segmento específico de usuários.

  • App Indexing: Com o App Indexing você consegue aumentar a visibilidade do seu app em pesquisas do Google e do Now on Tap em dispositivos Android. E um recurso interessante é que os usuários ao buscarem um conteúdo relacionado eles poderão iniciar o aplicativo diretamente dos resultados de busca, se app estiver instalado no dispositivo, e caso não esteja, é exibido uma opção para instalação do aplicativo.

  • Invites: O Invites, é uma solução desenvolvida para indicações e compartilhamento de aplicativos. Permite que os usuários do app compartilhem o aplicativo ou o conteúdo por e-mail ou SMS.

  • AdWords: Este recurso vinculado ao Firebase Analytics permite que você mostre anúncios direcionados a segmentos de usuários, assim é possível otimizar o desempenho de sua campanha de forma eficaz.

Earn

Para lucrar com seus aplicativos através da exibição de anúncios, o Firebase disponibiliza o AdMob. Com ele é possível monetizar seus apps mobile com publicidade segmentada dentro do aplicativo e assim gerar receita sem prejudicar a experiência do usuário.

O Firebase fornece tudo que você precisa para desenvolver aplicações web e mobile, desde o desenvolvimento e testes até a publicação e divulgação do aplicativo. Para conhecer mais sobre ele, acesse Firebase.

Um abraço e até a próxima!

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Google na .NET Foundation? SQL Server para Linux? Visual Studio para MacOS? Saiba como foi o Connect()

A Microsoft realizou no dia 16 de novembro sua tradicional conferência anual, a Connect(). Trata-se de um evento muito importante não somente para os profissionais envolvidos com tecnologias Microsoft, mas sim de um evento que vem ganhando cada vez mais relevância para a comunidade com um todo desde a mudança do comportamento da Microsoft com relação às plataformas Open Source.

A Microsoft utiliza este evento também para apresentar quais são as grandes novidades para desenvolvedores de software e profissionais de infraestrutura. E podemos afirmar que as novidades apresentadas neste ano são simplesmente de deixar o queixo caído!

Se você não está por dentro das novidades, dê uma olhadinha neste post que fizemos para que você fique por dentro de tudo! 😉

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Google entra oficialmente para a .NET Foundation

Aí está algo que era inimaginável há pouco tempo… A Google entrou de forma oficial dentro da .NET Foundation.

Caso você não conheça, a .NET Foundation é o braço open source da Microsoft, responsável por gerenciar e suportar o .NET Framework dentro da comunidade. Ela foi criada desde o momento em que a Microsoft decidiu tornar todo o ecossistema .NET completamente gratuito e open source. Ela seria, fazendo um paralelo com outras plataformas, o equivalente à Apache Foundation ou à Eclipse Foundation.

Já que o Google decidiu se juntar à .NET Foundation, isso quer dizer que ele irá contribuir de maneira oficial e permanente com o desenvolvimento e evolução das tecnologias .NET. Já já teremos então códigos dos engenheiros da Google dentro dos repositórios .NET!

A cooperação Google e Microsoft já não é tão recente. O Angular2, por exemplo, foi escrito em TypeScript, que é um superset do JavaScript criado pela… Microsoft! Houve uma intensa interação entre os times da Google e da Microsoft no processo de criação do Angular2, interação essa que foi muito proveitosa segundo ambos os lados. Mas, a entrada da Google como membro oficial da .NET Foundation expande os horizontes para essa parceria.

Segundo a Google, a intenção de fazer parte da .NET Foundation é melhorar o suporte à aplicações .NET dentro de sua plataforma de computação em nuvem, a Google Cloud. Mas, será que mais coisas estão para surgir dessa parceria inusitada?

Microsoft entra para a Linux Foundation

Se a parceria anterior era inusitada, esta aqui era no mínimo completamente inimaginável anteriormente. Mas, aconteceu: a Microsoft entrou como membro oficial da Linux Foundation! Isso quer dizer que a Microsoft agora se compromete de maneira oficial a contribuir com o desenvolvimento e evolução dos sistemas baseados em Linux. E aí entram todas as distribuições que nós conhecemos ou não, como Ubuntu, Debian e por aí vai.

A Microsoft já adotava o tom de cooperação com sistemas baseados em Linux há algum tempo, cooperação esta que foi se intensificando com o lançamento de softwares para ambientes Linux. Porém, a entrada da Microsoft como membro oficial da Linux Foundation leva tudo a um patamar muito superior. E o melhor: a Linux Foundation já se manifestou de maneira completamente favorável e entusiasmada à entrada da Microsoft.

É cedo para afirmar o que pode acontecer com relação a este acontecimento. Mas, certamente o suporte ao .NET Framework dentro de ambientes não-Windows (suporte que já é muito bom na verdade) tende a melhorar de maneira exponencial. Há também uma grande tendência de começar a surgir soluções interoperáveis entre servidores baseados em Linux e servidores Windows, interoperabilidade essa que existe hoje em dia mas pode ser perfeitamente aperfeiçoada. Vamos aguardar…

Samsung passa a dar suporte oficial para o .NET Framework no Tizen

Outro ponto importantíssimo para o .NET Framework. A Microsoft anunciou uma parceria com a Samsung, o que irá permitir o desenvolvimento de aplicações .NET nativas para dispositivos baseados no Tizen!

O Tizen é um sistema operacional desenvolvido pela Samsung para smartphones, wearable devices e smart TVs. Se você, por exemplo, tem uma smart TV Samsung, a chance de ela estar rodando o Tizen internamente é bem grande.

Você pode estar pensando que o Tizen não é um sistema operacional lá muito famoso e que o impacto disso não é tão grande. Mas, nos permita discordar disso, rs. As smart TVs, por exemplo, estão se tornando cada vez mais populares. A Samsung é uma das líderes de mercado neste segmento. Isso é uma possibilidade e tanto para desenvolvedores .NET começarem a expandir os horizontes de suas aplicações com o mínimo de esforço de reescrita de código. Há também o fato de que é uma oportunidade muito legal para que melhorias no suporte do .NET Framework a dispositivos “menores” possa ser melhorado com base na experiência da implantação de aplicações dentro do Tizen. E ainda há outro ponto: se a Samsung conseguiu dar este suporte, por que outras plataformas mobile futuramente não podem dar suporte ao desenvolvimento .NET nativo? 😉

Se quiser saber mais sobre o anúncio oficial do time do Tizen com relação ao suporte ao .NET, é só clicar aqui

SQL Server para Linux

Pois é, agora podemos rodar o SQL Server no Linux!

Isso não é bem uma novidade… Faz algum tempo que a Microsoft já tinha comentado sobre essa possibilidade, tendo inclusive disponibilizado uma versão do SQL Server para Linux em um beta muito restrito. Porém, agora a versão do SQL Server para Linux (chamado por hora de SQL Server vNext) é pública e qualquer um pode experimentá-la. Ela está aqui.

Para que você fique mais empolgado, o SQL Server agora também é oficialmente suportado pelo Docker! Inclusive, já há imagens oficiais disponíveis no Docker Hub. É só baixar as imagens e começar a se divertir! o/

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Visual Studio for Mac

Outra novidade que era inimaginável há pouquíssimo tempo atrás… Agora a Microsoft disponibiliza uma versão do Visual Studio para… Mac! E sim, estamos falando de Visual Studio mesmo, aquele igualzinho ao do Windows, e não do Visual Studio Code. Agora será possível ter a experiência do Visual Studio for Windows dentro do MacOS de maneira nativa. Você pode obter o Visual Studio for Mac aqui.

Nós instalamos o Visual Studio for Mac e também testamos alguns de seus recursos. Confira nas imagens abaixo:

Assim que você baixa e monta o arquivo DMG, você cai nesta tela. Basta dar um duplo clique na seta gigante que o processo de instalação será iniciado.

Você receberá o tradicional aviso do MacOS sobre a origem do instalador. Não se preocupe, pode confiar e clicar no “Abrir” ou “Open”.

Como não poderia faltar, os tradicionais termos de licença, haha. Marque o checkbox para afirmar que você concorda com os termos de licença para continuar com o processo de instalação.

Nesta página, você poderá escolher os componentes adicionais a serem instalados junto com o Visual Studio. Perceba que, por estes componentes adicionais, estamos na verdade falando de um único framework: Xamarin! Isso mostra que a Microsoft está cada vez mais absorvendo e integrando o Xamarin (que foi recentemente adquirido pela Microsoft) como um integrante nativo do .NET Framework.

Aqui você pode definir o local de instalação padrão do Visual Studio. Se quiser alterá-lo, basta clicar no botão “+” (sim, o ícone deste botão não ficou muito legal, rs).

Logo depois é apresentado um pequeno review dos componentes a serem instalados.

E agora é esperar pacientemente a instalação. Se você marcou os componentes do Xamarin anteriormente, a instalação levará um tempinho bom. Isso ocorre porque o instalador irá baixar todos os componentes necessários para o desenvolvimento de aplicações Android e iOS, o que inclui todos os SDKs necessários.

Quando a instalação for concluída, você verá a tela abaixo:

Agora é hora de abrir o Visual Studio!

Muito igual ao do Windows, não? Haha

O Visual Studio for Mac na verdade traz um misto da interface para o Windows com a interface de ferramentas de desenvolvimento tradicionais para o MacOS, como o XCode. A intenção da Microsoft foi suavizar a curva de aprendizado da IDE tanto para desenvolvedores acostumados a desenvolver aplicações dentro da plataforma MacOS com o XCode como para desenvolvedores acostumados com o Visual Studio para Windows.

E já dá até para criar uma série de projetos!

Agora, não se esqueça de que esta é a primeira versão, além de ser um preview ainda. O Visual Studio for Mac ainda tem vários bugs, além de não suportar completamente todas as plataformas da maneira como você pode estar esperando (um exemplo é o desenvolvimento de aplicações ASP.NET Core: nesta versão, você ainda não vai ter a experiência igual a que você tem no Visual Studio para Windows, muito pelo contrário, haha). Mas só a possibilidade de podermos desenvolver aplicações multiplataforma nativas com o .NET Core utilizando IDEs também interoperáveis é fantástico! Ah, provavelmente já já deve ser lançada uma versão para Linux também! 😉

Outro ponto importante: não pense que agora o Visual Studio Code será inutilizado dentro do Mac. Eles são ferramentas diferentes. O Visual Studio Code é um editor de código, enquanto o Visual Studio for Mac é uma IDE propriamente dita. Ambos possuem suas respectivas utilidades. Há ainda o fato de o Visual Studio for Mac ainda não suportar legal o desenvolvimento de aplicações ASP.NET Core, sendo melhor desenvolvê-las no Visual Studio Code junto com o grupo DotNET CLI + Yeoman + Gulp + Bower ainda. Isso também quer dizer que, se você fez nosso curso de Introdução ao ASP.NET Core, você não perdeu o que foi aprendido, muito pelo contrário! o/

E agora!?

Agora só nos resta, como desenvolvedores, aproveitar todos os benefícios que estas novidades nos trará. E não são poucos os benefícios, heim? Rs

A Microsoft já suportava o desenvolvimento multiplataforma com o .NET Framework, mas, a tendência é que o framework agora seja cada vez mais refinado com estas novas parcerias. Há também a forte tendência de que o framework evolua cada vez mais para o campo dos dispositivos mobile, smart devices e wearable devices com a parceria com a Samsung e com a Google, o que certamente ampliará mais ainda as possibilidades para desenvolvedores .NET. A entrada na Linux Foundation certamente ajudará a Microsoft a construir um .NET Framework cada vez mais multiplataforma, além de fomentar o surgimento de aplicações e soluções Windows que se encaixam perfeitamente com soluções Linux, e vice-versa.

O futuro para os desenvolvedores .NET parece excelente, não? =)

(Ah, se você estiver curioso para ver como já é possível desenvolver aplicações .NET de maneira nativa em ambientes Linux e MacOS, você pode dar uma olhadinha no nosso curso de Introdução ao ASP.NET Core. E fique ligado: já já estaremos lançando o nosso curso de Docker! o/).

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Aprenda a melhorar suas buscas no Google

Praticamente qualquer pessoa que navega na internet já utilizou a busca do Google, porém, poucos conhecem os recursos que este buscador nos oferece para o aperfeiçoamento das pesquisas.

Se você já pesquisou alguma coisa no Google e não obteve o resultado esperado, fique calmo! Nós temos algumas dicas que poderão te ajudar. o/

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Simplifique sua busca

Independentemente do que esteja pesquisando, tente simplificar ao máximo. Use palavras relevantes e evite frases extensas. Por exemplo, ao pesquisar pelo gabarito do Enem 2016, evite buscas como: Qual o gabarito da prova azul do ENEM 2016 do 1º dia de prova ou Ver o gabarito de Ciências Humanas e Ciências da Natureza da prova azul do enem 2016. Simplifique com apenas gabarito enem 2016.

Não se preocupe com letras maiúsculas (pesquisar por uma palavra com letras maiúsculas ou minúsculas tem o mesmo resultado) e pequenos detalhes de ortografia, pois o corretor ortográfico do Google fará as correções para você.

“Pergunte” e obtenha respostas rápidas

O Google é capaz de exibir uma reposta para sua pergunta em diversos tipos de pesquisa, como por exemplo:

  • Tempo: para ver o clima de uma determinada cidade, pesquise por clima Nome da Cidade ou simplesmente clima para visualizar o clima de onde você está.
  • Dicionário: saber o significado de uma palavra é muito simples, basta pesquisar por definição de e o nome da palavra na frente.
  • Cálculos: obtenha o resultado de simples equações matemática como 2+2 até logaritmos e expressões mais complexas como, por exemplo, exibir o gráfico de uma função (3x+5)³.
  • Conversões de unidades: para fazer conversão de unidade basta informar o valor seguido pela unidade, depois, a palavra em seguida pela unidade que deseja converter, como por exemplo: 1500 litros em metros cúbicos.

Utilize na busca símbolos e operadores de pesquisa

Para refinar ainda mais as suas buscas, o Google disponibiliza alguns símbolos e operadores de pesquisar que retornarão resultados mais satisfatórios.

No entanto, caso o Google não ache que a pontuação dará resultados melhores, poderão ser exibidos resultados sugeridos para aquela pesquisa sem a pontuação.

Símbolos

  • Para encontrar tags sociais basta utilizar o @ seguido pelo nome, como por exemplo: @treinaweb.

  • Encontre tópicos a partir de hashtags. Exemplo: #treinaweb.

  • Eliminar termos da pesquisa é bem simples, basta utilizar um tranço antes da palavra ou site, isso fará com que os resultados que contenham estes termos sejam desconsiderados. Exemplo: rosa –músicas ou teoria dos grafos -site:wikipedia.org

  • Para que o Google retorne um resultado exatamente como você está pesquisando, basta colocar a palavra ou frase entre aspas duplas. Como por exemplo: "hoje eu só quero que o dia termine bem", assim, será retornado resultados que contenham a frase específica.

  • Você também pode utilizar o * como substituto de uma palavra que não se lembre na hora da pesquisa, ele irá funcionar como marcador de um termo desconhecido ou caractere curinga. Exemplo: "sou quem * porque * todos nós".

  • Para pesquisar dentro de um intervalo de valores, basta utilizar os dois pontos juntos. Exemplo: apartamento 150m..300m.

Operadores de pesquisa

  • site: Para pesquisar os resultados a partir de sites ou domínios específicos. Exemplo: Android site:treinaweb.com.br.

  • related: Com este operador você encontrará sites semelhantes a algum que você já conhece. Exemplo: related:g1.globo.com.

  • info: Para saber as informações de um determinado site. Exemplo: info:treinaweb.com.br.

  • cache: Para visualizar a página armazenada em cache pelo Google. Exemplo: cache:uol.com.br.

  • filetype: Para buscar um tipo de arquivo específico. Basta informar o operados seguido pelo tipo de arquivo. Como por exemplo: redes neurais artificiais filetype:pdf.

O símbolo ou operador de pesquisa não pode ser separado do termo subsequente. Separá-los por espaço invalida a operação. Por exemplo: cache: treinaweb.com.br não retornará o cache da página salvo pelo Google, a forma correta é cache: treinaweb.com.br.

Você também pode trabalhar com mais de um símbolo ou operador de pesquisa para tornar sua busca mais específica. Desta forma, a busca a seguir retornará páginas que contenham em seus títulos exatamente as palavras paz mundial que pertençam a domínios .org e que sejam arquivos em .pdf:

intitle:"paz mundial" site:.org filetype:pdf

Com estas dicas você pode melhorar muito mais suas pesquisas no Google. Faça alguns testes e divirta-se um pouco.

Um abraço e até a próxima!