Monitoramento

Monitorar servidor em tempo real com o Netdata

O Netdata é uma ferramenta opensource para monitoramento em tempo real de sistemas baseados em Unix. Ela possui uma infinidade de coletores e métricas sobre o uso dos recursos do sistema como: memória, CPU, rede, operações de escrita/leitura no disco etc.

Painel do Netdata

Não obstante, a ferramenta também disponibiliza coletores para aplicações de bancos de dados, servidores web (como o Nginx) entre outros.

A melhor parte de usar o Netdata é que os resultados são imediatos, sem muitas configurações. Você instala e já começa a visualizar os dados coletados. Com o tempo você personaliza as configurações que julgar serem importantes pro seu caso de uso.

Esse artigo não tem o objetivo de teorizar todos os recursos do Netdata, para isso, você pode consultar o site oficial e a sua vasta documentação. A intenção aqui é ser um guia rápido de instalação para que você consiga monitorar o seu servidor em tempo real.

Você pode testar a interface fornecida pelo Netdata e ver as informações padrões que ela oferece através dessa demonstração: https://london.my-netdata.io/

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Instalando o Netdata

Existem diversos métodos de instalação do Netdata, sendo o mais simples, o que usa a ferramenta oficial de instalação automática e ela suporta todas as distribuições Linux.

Basta executar no seu servidor:

bash <(curl -Ss https://my-netdata.io/kickstart.sh)

O processo pode demorar alguns minutos. Muitas das coisas serão compiladas.

É isso. Tá tudo pronto. Na pós-instalação ele inicia o agente e você pode validar isso:

sudo service netdata status

Se exibir active (running), está tudo no ponto:

Netdata service running

Caso ele não tenha sido iniciado, você pode tentar forçar essa inicialização:

sudo service netdata start

O Netdata abre a porta 19999 para acesso à sua interface web, você pode acessá-lo assim http://seuservidor.com:19999/. Mas não é uma boa coisa deixar isso público para todas as pessoas que entrarem em seu site. Vamos restringir esse acesso para localhost.

Restringindo o acesso à localhost

Isso pode ser feito editando o arquivo /etc/netdata/netdata.conf e na seção [web] remover o comentário # da linha abaixo e definir o valor dela para o IP local:

[web]
    bind to = 127.0.0.1

Depois de cada alteração nos arquivos de configuração do Netdata, é preciso reiniciá-lo

sudo service netdata restart

Estratégias para acesso à interface do Netdata

Agora que bloqueamos o acesso ao socket do Netdata apenas para localhost, temos que definir por onde vamos visualizar os dados e as métricas coletadas do servidor. Existem duas principais estratégias:

  • 1) Através do seu servidor mesmo, criando um proxy reverso no Nginx e definindo uma senha para acessá-lo na web. Por exemplo, você poderia acessar assim: www.seusite.com.br/netdata ou netdata.seusite.com.br;
  • 2) Utilizando o Netdata Cloud, que é a forma mais simples (e é grátis). O Netdata Cloud permite coletar em tempo real os dados e métricas do servidor e organizá-los em espaços e salas de uma forma descentralizada. O Netdata Cloud funciona apenas no modo leitura e toda a comunicação nas duas pontas é feita via uma conexão segura.

Depois de se cadastrar no Netdata Cloud, ele pedirá um nome para o espaço onde as salas de nós monitorados ficarão agrupadas. Você pode colocar o nome que quiser:

Criar o primeiro espaço no netdata

Na tela seguinte, ele pedirá para criar uma “War Room”, que basicamente é uma forma de agrupar nós comuns que você estará monitorando. Por exemplo, se você tem 2 ou 3 servidores EC2 para monitorar, uma possível sala (war room) poderia se chamar EC2:

Netdata Cloud - War Room

Na próxima etapa, é hora de adicionar o nó do seu servidor:

Adicionar nó no Netdata

Em “Rooms” selecione a sala que você acabou de criar. Em seguida é só copiar o comando indicado e executar no servidor onde o agente do Netdata foi instalado. Só avançar até chegar na tela principal, onde o seu nó estará listado. Um exemplo de uma sala com vários nós:

Netdata nodes

É possível adicionar N nós e N salas no Netdata Cloud. A partir desse momento, é só você entrar no nó e usufruir das informações fornecidas por ele.

O que mais posso fazer?

Não existe lugar melhor para consultar os recursos, configurações e opções que a própria documentação do Netdata. Portanto, recomendo enormemente que você dê uma atenção especial a ela.

O que mais pode ser feito no Netdata?

  • Personalização de alertas e configuração de notificações para serem enviadas no seu Telegram, Slack, E-mail, SMS etc;
  • Coletores de outros serviços e aplicações;
  • Outras features e características você pode visualizar na documentação oficial;

Em um próximo artigo veremos como configurar o Netdata para monitorar a stack PHP-FPM e Nginx.

Até a próxima!

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Conheça os principais termos e siglas do marketing digital

A mídia digital é uma fonte crescente de entretenimento e interação. Por isso, o marketing digital já foi definido como o futuro do marketing tradicional, devido aos métodos de comunicação digitais serem mais rápidos, versáteis e práticos.

A internet faz parte do dia a dia de seus consumidores e você deve acompanhá-los. Eles podem ver desde o que você diz sobre sua marca, mas também o que a mídia e amigos também falam. E é comum os consumidores darem mais credibilidade no que as pessoas falam de uma empresa do que a empresa fala sobre si própria.

Muitas pessoas costumam pesquisar na internet opiniões de outrem antes de comprar um determinado produto, seja para saber da sua qualidade, se realmente compensa, se a empresa é confiável, se entregam no tempo estimado.

Hoje em dia, o marketing digital é um dos melhores investimentos que uma empresa pode fazer. Com ele, você pode conhecer bem seu público para se comunicar com ele da melhor maneira possível, podendo envolver seus consumidores, utilizando desde e-mails a mídias sociais. Você também pode analisar os resultados de uma ação feita com o marketing digital.

Um marketing digital bem planejado e executado se torna essencial. Com ele você consegue ganhar mais reconhecimento, visibilidade e aumentar sua presença na internet.

Se você é iniciante e quer trabalhar na área ou é empresário e deseja levar isso para sua empresa, saiba que não é tão difícil assim. Para te ajudar, separamos alguns termos e siglas que você deve conhecer para começar nessa área.

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Vamos lá?

Alcance: quantidade de pessoas que visualizaram um post ou campanha que você veiculou.

Alcance orgânico: quantidade de pessoas que visualizaram um conteúdo naturalmente, sem que houvesse nenhum investimento pago para isso.

Alcance pago: quantidade de pessoas que visualizaram um conteúdo, mas que houve um investimento pago.

Application Programming Interface (API): grupo de padrões onde é possível integral facilmente softwares, aplicativos e outras plataformas web.

Banner: elemento gráfico de publicidade, podendo ser uma imagem ou vídeo, geralmente fica no topo das lojas virtuais para atrair a atenção do consumidor.

Black Hat SEO: estratégias que utilizam trapaças para enganar ferramentas e posicionar seus sites no topo dos resultados.

CAC (Custo de Aquisição por Cliente): investimento médio em esforços para conquistar um cliente, considerando os investimentos e número de clientes adquiridos no mesmo período.

Conversão: retorno do investimento quando o consumidor adquiri um produto/serviço ou realiza alguma ação desejada pela empresa, como a solicitação de um orçamento ou até a inscrição em uma newsletter.

CPC (Custo por Clique): custo que você só pagará quando o seu anúncio receber um clique do usuário. É muito utilizado em campanhas de links patrocinados, cujo objetivo é fazer com que o consumidor clique em uma publicidade e vá para o site do anunciante.

Engajamento: é o envolvimento e interação que o usuário tem com sua marca, como comentários, curtidas, reações e compartilhamentos.

Inbound Marketing: voltado ao ambiente criado pela internet, onde por meio de algumas técnicas, os clientes cheguem até sua marca através de publicação em blogs, redes sociais, vídeos, etc.

Landing Page: página destinada à um tipo de conversão, sobretudo à criação de leads.

Lead: potencial consumidor que demonstrou interesse em consumir seu produto/serviço por meio de um cadastro.

Link patrocinado: publicidade dos buscadores, como o Google, que permite que as marcas criem anúncios relacionados à pesquisa de um usuário, a fim de atrair novos clientes.

Outbound marketing: marketing mais tradicional, em que a marca vai atrás do cliente ativamente e tenta convencê-lo a comprar.

Opt-in: é a autorização dada pelo consumidor, para receber e-mails de conteúdo de uma determinada empresa.

Palavra-chave: principal instrumento de uma pesquisa. Pode ser usada para classificar o seu anúncio ou para segmentar uma publicidade, por exemplo.

Page rank: métrica utilizada pela Google dentro do seu algoritmo para entender a importância de um site, a fim de avaliar e ranquear os sites nas páginas, indo do resultado da mais relevante para a menos relevante.

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Page-view: número de visualizações de uma página na internet.

Persona: perfil criado que representa o cliente ideal, compreendendo melhor seu cliente e o que ele precisa. Além de guiar as estratégias de marketing e vendas.

Publieditorial: conteúdo patrocinado por uma empresa e publicado em um canal de conteúdo, como um blog ou portal.

ROI (Return on Investiment): retorno sobre o investimento feito em uma campanha. Primeiro deve-se subtrair o custo da campanha pela receita gerada e, depois, dividir o total pelo custo. Na sequência, multiplica-se o resultado por 100.

Segmentação: ato de separar os consumidores em diferentes grupos conforme suas necessidades, preferências, características, etc… a fim de garantir que campanhas de marketing sejam sempre direcionadas para as personas certas.

Search Engine Marketing (SEM): estratégias de marketing digital que tem como objetivo colocar em destaque suas páginas na resposta de grandes buscadores, como o Google.

Search Engine Optimization (SEO): conjunto de técnicas de otimização que um site pode adotar para se posicionar melhor nos resultados dos buscadores de forma orgânica.

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SERP: página de resultados que aparece para o usuário assim que ele procura por determinado assunto.

Taxa de abertura: quantidade de pessoas que abriram seu e-mail, dividida pelo número de pessoas que o receberam.

Taxa de clique (CTR): quantidade de cliques nos links dentro das campanhas de e-mail marketing ou redes sociais.

Visitante: pessoa que fez uma visita ao seu site, blog ou e-commerce.

Visita: número de vezes em que alguém acessou seu site, blog ou e-commerce.

White hat SEO: táticas para posicionar melhor seu site no Google que são recomendadas pelo buscador.

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