TI

Você sabe a diferença entre um engenheiro e um arquiteto de software?

Dentro da área da TI existem diversos cargos como desenvolvedor, analista, engenheiro, arquiteto etc. Mas será que existe diferença entre esses profissionais ou só são nomes bonitos para a mesma função?

Dentro da área de TI temos diversas opções de carreira para seguir, o que pode ocasionar nessa confusão com relação às funções desempenhadas em cada cargo. Mas, para cada cargo é necessário diferentes habilidades e são exercidas diferentes atividades, e claro, como são cargos diferentes os salários também variam. Veremos a seguir alguns cargos de TI e o realmente faz cada um deles.

Desenvolvedor

Um desenvolvedor tem o papel de construir sistemas que facilitem processos organizacionais, seja administrativo, financeiro, comercial, entre outros. Além de programar, ele realiza a manutenção, corrige os erros que podem aparecer nessas aplicações e realiza atualizações quando forem necessárias.

Existem diversas graduações para o profissional que deseja ser um desenvolvedor de software, mas o que mais está em alta são as graduações de Análise e desenvolvimento de sistemas, mas você também pode fazer alguma faculdade similar, sempre olhando a grade para verificar se a mesma aborda bastante a área de programação.

Além de conhecimento em linguagens de programação, frameworks, banco de dados, etc, também é importante ter conhecimentos em negócios.

Engenheiro

O engenheiro de software projeta, desenvolve e implementa soluções de software, focando em aspectos estratégicos dos negócios, buscando oferecer mais qualidade e produtividade. Além de trabalhar com a parte de programação, ele também gerencia projetos e suas execuções, por isso trabalha tanto junto com desenvolvedores quanto aos líderes.

Na fase acadêmica esse profissional é geralmente formado em Engenharia da computação/Ciência da computação e além dos conhecimentos em TI, se beneficia de conhecimentos em estatística, matemática, inteligência artificial e até mesmo robótica. Para exercer a função, deve ter conhecimentos fortes em métodos ágeis, teste de software e engenharia de requisitos.

Arquiteto de software

O arquiteto de software é responsável por garantir que o software atenda aos requisitos, visando sempre a segurança, escalabilidade e desempenho. É responsável por todas as decisões técnicas do projeto, apoiar o time na resolução de problemas, reuniões tanto com a equipe quanto com os clientes e, claro, também deve saber gerir riscos técnicos.

Para essa função você pode fazer qualquer graduação na área de TI: Ciência da Computação, Sistemas de informação e afins. O importante é focar depois para ter conhecimentos mais fortes relacionados à arquiteturas, como análise de arquitetura de software, arquitetura orientada a serviços e outros tipos de arquitetura como web e de sistemas móveis.

Muitas pessoas pensam que o arquiteto e o engenheiro desempenham praticamente as mesmas tarefas. Mas, não. A diferença é justamente nos conhecimentos e atuações. O arquiteto modela e projeta o software enquanto o engenheiro é mais focado nos processos, controlando-os até a conclusão.

Analista

Um analista de TI é responsável pela infraestrutura da empresa, instalando softwares e hardwares, e também fazendo com que esses componentes operem na melhor performance possível. Dentre as funções também inclui a manutenção de toda a tecnologia disponível na empresa, além de dar o suporte aos usuários sempre que necessário.

Pode ter graduação em qualquer graduação de Informática/Ciência da computação e deve ter altos conhecimentos em infraestrutura, como hardware e redes.

Concluindo

Vimos aqui algumas diferenças de alguns cargos que temos na TI. Ainda tem muitos cargos para serem explorados. Mas algo em comum em todas essas funções é a questão da atualização. O profissional sempre deve estar se atualizando, com cursos extras, pós-graduação, enfim, qualquer para que cada vez mais sejam valorizados.

O que faz um Gestor de TI?

Uma das possibilidades que temos na carreira de tecnologia é a de Gestor de TI. Se você não gosta muito da área de desenvolvimento e quer ir mais para a área de gestão, porém sem deixar a TI de lado, essa carreira pode ser pra você. Mas o que realmente faz um Gestor de TI?

A vida acadêmica de um Gestor de TI é bem variada, aprendemos desde o desenvolvimento de software até outras disciplinas como marketing e administração. Isso tudo pois é essencial saber um pouquinho de cada área para poder desempenhar bem nossas tarefas, precisamos saber de rotinas administrativas a ferramentas tecnológicas.

Como o nome já sugere, é responsabilidade do Gestor de TI gerir toda a equipe de TI, mas além da área de tecnologia este profissional também precisa ter visão de negócios para poder fazer um planejamento com ações estratégicas em prol da empresa. Por isso, ele precisa entender muito bem os processos da empresa (ou seja, toda a rotina administrativa), para que a partir das ferramentas tecnológicas utilizadas ele busque otimizar os processos, visando aumentar a produtividade e potencializar os resultados. Isso também inclui ficar de olho nos indicadores importantes para a empresa, a fim de procurar sempre novas formas e novas tecnologias para aprimorar a produtividade da equipe, para atender melhor os clientes da empresa. Além de também ver o que pode ser melhorado, mudado e se há aspectos da equipe que precisam ser trabalhados.

Ter o espírito de liderança também é muito importante, pois ela será muito utilizada. Este profissional precisará gerenciar sua equipe, fazer a gerência de prazos, tarefas, realizar cobranças, escolher projetos e também tomar decisões importantes. Por isso, como lidaremos com pessoas, é necessário ter uma boa comunicação com a equipe e estar sempre disposto a auxiliar no que for necessário, tudo para que na medida do possível erros sejam evitados. E é claro, caso apareçam conflitos, devemos ter um jogo de cintura para saber administrá-los da melhor maneira possível.

Em geral, esse profissional é muito requisitado pelas empresas pois tem um papel bem importante, afinal a TI e as estratégicas corporativas de uma empresa andam cada vez mais juntas.

Podemos dizer que um Gestor de TI precisa ter um mix de conhecimento em gestão, gerenciamento de projetos e claro, em TI, principalmente no que é utilizado pela empresa.

E você? Já pensou em ser um Gestor de TI? Se você ficou interessado nessa carreira existem hoje muitas faculdades específicas de Gestão da Tecnologia da Informação. Caso não tenha nenhuma perto de você, pode optar por um curso de Sistemas de informação, Computação e afins. Se você já é graduado, pode fazer uma pós-graduação ou cursos específicos para adentrar mais nessa área também, existem várias opções.

Até a próxima! 🙂

O que fazer enquanto não me recoloco no mercado de trabalho?

Se atualmente você está fora do mercado de trabalho, seja porque acabou de perder o emprego ou por qualquer outro motivo, sabe que não é fácil. Algumas pessoas podem encontrar um emprego mais rapidamente, outras podem demorar um pouco mais.

O intuito deste artigo é dar algumas dicas do que você pode fazer nesse “tempo livre” com coisas que realmente vão te ajudar e não ficar apenas esperando uma oportunidade bater em sua porta.

Invista em você

Investir em nós mesmos é uma das melhores coisas a se fazer. Use o tempo que você tem disponível para investir em coisas que realmente agreguem valor ao seu currículo e a você como profissional. Faça cursos, invista em idiomas… Hoje se encontra de tudo na internet, tanto pago quanto gratuito. Você pode até utilizar esse tempo para desenvolver algum aplicativo próprio que você tanto quis, mas não tinha tempo.

Participe de eventos

Existem diversos eventos na área de TI que você pode participar. Essa é uma ótima maneira de você ser visto por empresas e fazer networking com outras pessoas. Além da troca de conhecimentos, através de palestras e conferências por exemplo, esse contato com outras pessoas pode te ajudar em uma oportunidade de trabalho, algum freela, parceria e por aí vai… Muitas vezes para ser lembrado você precisa ser visto, por isso essa rede de networking é importante até mesmo quando você estiver empregado. Se tiver algum conhecido para te indicar para uma vaga, isso aumenta bastante suas chances, então essa é uma boa hora de acionar sua rede de contatos.

Faça freelas

Precisamos pagar nossas contas, certo? Por isso, essa acaba sendo uma forma de ganhar um dinheirinho enquanto não encontramos um trabalho fixo. Ofereça seus serviços para alguém que possa precisar, peça indicação para amigos, ofereça ajuda a um colega em algum projeto e procure até mesmo em sites específicos de trabalhos freelancer. Além disso, é uma forma de você continuar a desenvolver suas atividades. Use a internet a seu favor, procure vagas online, existem muitas vagas até mesmo em home office e essas entrevistas podem ser feitas até online.

Considere oportunidades temporárias

Voltando ao assunto do tópico acima – que todos temos contas a pagar, se estiver demorando um pouquinho a se recolocar (em média mais de 3 meses), considere aceitar algum trabalho, sempre pensando que é algo temporário, até que você arrume alguma outra oportunidade. Ainda que não seja muito sua área de atuação, é uma forma de você voltar ao mercado e ainda pode até adquirir novos conhecimentos e habilidades. Claro que se for algo mais próximo de sua área melhor ainda. Se não for, aproveite o tempo livre para se especializar para conseguir um emprego na área que deseja.

Por último e não menos importante: sempre envie seu currículo para vagas que estejam condizentes ao seu perfil. Se tiver alguma dúvida em relação a elaboração do currículo, temos um artigo com algumas dicas para fazer um currículo bom na medida certa, que você pode conferir neste link.

Boa sorte! 🙂

Como ser efetivado no meu estágio?

O estágio é o primeiro passo para o profissionalismo. Este primeiro passo, que muitas vezes não é fácil, nos dá a possibilidade de abrir muitas portas posteriormente. Devemos nos dedicar para aprender o máximo que pudermos, até mesmo porque é no estágio que agarramos nossa chance no mercado de trabalho.

Certo, consegui meu estágio. Mas, o que fazer para que eu transforme essa oportunidade em um emprego efetivo? Aqui vamos dar algumas dicas que podem te ajudar nesse processo.

Esteja sempre disponível

Parece meio óbvio… não é? Mas sim, já vi muito isso acontecer. E o resultado você já deve imaginar rs.
Bom, o que queremos dizer com o “estar disponível”? Um exemplo é você sempre estar disposto a ajudar seu superior ou até mesmo um colega. Precisa ficar até mais tarde? Fique. Deu algum problema e precisam da sua ajuda em um fim de semana? Faça o possível para ir.
Isso mostra que você é um profissional dedicado, responsável e que se importa com a empresa. É bom quando seu superior percebe que pode contar com você para situações “urgentes”.

Invista seu tempo nos estudos

Nas horas vagas, é legal dar uma passada naquele assunto que você está com dificuldades no trabalho. Assim verão que você é uma pessoa interessada e que corre atrás sem ficar esperando alguém mandar.
Um outro ponto importante: não tenha vergonha de assumir que não sabe fazer algo, isso é normal, afinal o estágio é um lugar para você aprender. Mas deixe claro que apesar de não saber, você irá aprender a fazê-lo.

Demonstre interesse

Manter contato com os outros funcionários afim de conhecer mais as funções e como eles as desempenham, questionar coisas sobre o trabalho, ter curiosidade… tudo isso deixa claro que você está interessado naquilo que está sendo desenvolvido dentro da empresa e que quer contribuir também. Observe muito e questione quando necessário. Além de tudo, você ainda constrói um bom relacionamento no trabalho, afinal seu chefe não vai querer contratar alguém que não se relaciona bem na equipe, não é? E mesmo que você não consiga ser efetivado dentro da empresa por algum motivo de força maior, você cria uma rede de networking e seus colegas de trabalho podem te indicar para outras vagas.

Vá além

Além de desempenhar as tarefas que são designadas a você, tente oferecer ajuda para que você consiga demonstrar suas capacidades. Seja proativo e tenha iniciativa, se antecipe a alguma tarefa antes mesmo de ser solicitada. Demonstre comprometimento e dedique-se a suas atividades dando o seu melhor para que assim você consiga gerar resultados que justifiquem sua efetivação.

Peça feedback

Isso é muito legal pois demonstra ao seu supervisor que você está interessado em saber como está indo, no que pode melhorar, o que está fazendo certo e que está disposto a ouvir críticas e, se houverem essas críticas, aprenda com elas e trabalhe para melhorá-las. Lembrando que um bom profissional sempre está atento a esses pontos e disposto a melhorar. Além de tudo isso demonstra maturidade.

Como última dica, vou deixar um outro artigo que fala um pouco sobre quais habilidades as empresas esperam dos profissionais de TI. Você pode conferir aqui.

Até a próxima!

Gerenciamento de projetos: essa carreira é para você?

A área de TI possui muitas vertentes. Não é só porque você não gosta de programar por exemplo, que você não tem vez na TI, pois existem muitas carreiras que você pode seguir, incluindo as que vão mais para a área de gestão. Uma delas é o gerenciamento de projetos. Esse cargo pode ser assumido por profissionais de várias áreas, inclusive por um profissional de TI.

O gerente de projetos vem sendo muito requisitado e visto com muita importância já que cada vez mais as empresas estão voltadas a ter um melhor gerenciamento de seus projetos, a fim de atingir suas metas e planejamentos. Vamos abordar alguns pontos para que você conheça um pouco mais dessa profissão.

O que é gerenciamento de projetos?

Antes de tudo precisamos saber o que realmente vem a ser um gerenciamento de projetos, mas antes ainda precisamos definir o que é um projeto. Um projeto é um conjunto de atividades que são realizadas em grupo e tem como objetivo final a produção de um produto ou serviço. O Gerenciamento de Projetos vem a ser a aplicação de técnicas, habilidades e conhecimentos para a execução de projetos, buscando concluí-los de forma eficaz. Neste gerenciamento, os resultados dos projetos devem estar alinhados aos objetivos do negócio. O gerenciamento de projetos aplica-se não somente a projetos de TI, mas a todos os ramos de atividades.

O que faz um gerente de projetos?

Começando pela parte mais técnica, um gerente de projetos exerce algumas atividades como o planejamento de cada etapa com todos os envolvidos do projeto, gerenciamento e acompanhamento das atividades que estão sendo feitas, verificação dos resultados de cada etapa, estar atendo às mudanças quando necessário etc.

Além de desempenhar tarefas técnicas relacionadas ao gerenciamento de projetos, esse profissional deve ter habilidades interpessoais, para liderar sua equipe, motivar, corrigir e principalmente fazer com que a comunicação flua da melhor maneira possível. Deve-se ter um equilíbrio entre seu conhecimento técnico com essas habilidades interpessoais, pois é um cargo que envolve muita responsabilidade e maturidade, ainda mais que estamos lidando com prazos, custos e pessoas.

Talvez você já deva ter ouvido falar sobre o Guia PMBOK, onde existem dez áreas de conhecimento em gerenciamento de projetos que você deve conhecer. Não iremos adentrar nelas aqui, pois temos um outro artigo explicando tudo sobre este guia, que você pode estar conferindo neste link.

Como posso me tornar um gerente de projetos?

Se você nunca trabalhou com gerenciamento de projetos, é legal começar por algum curso da área, seja presencial ou online. Deve-se começar pela base – os fundamentos – e depois começar a se aprofundar sobre as técnicas e softwares. Além disso, livros desse segmento também te agregarão bastante conhecimento. A prática sempre é mais legal, mas não se esqueça de que os conceitos são muito importantes. Se você realmente se interessar pela área, você pode partir para uma pós-graduação ou MBA, já que existem vários que são específicos para o gerenciamento de projetos. Lá você terá uma estrutura ainda melhor de conhecimento.

Apesar do estudo ser muito importante, apenas ele não é o suficiente, é imprescindível em algum momento colocar tudo em prática. Você pode tentar aplicar alguns conceitos na própria empresa em que trabalha, tomando a liberdade de ser proativo e até tentar administrar uma equipe. Com esses pequenos passos você já terá uma pequena noção de como é o profissional dessa área na realidade e até tentar esse tipo de vaga em sua própria empresa.

Agora, para dar um peso maior ao currículo – e também de conhecimento – temos as certificações. Sim, nessa área também existem as certificações. Elas dão um upgrade na construção de sua carreira, porém um ponto muito importante: se estiver iniciando você deve ficar atento pois para algumas dessas certificações, o profissional já tem que ter certa experiência, pois são exigidos alguns pré-requisitos, como por exemplo uma quantidade mínima de anos de experiência em gerenciamento de projetos e por aí vai…

Para exemplificar podemos citar algumas das certificações mais importantes. O PMI oferece uma gama de certificações, como a certificação PMP (Project Management Professional) que é uma das principais e é reconhecida no mundo todo. Também temos a CAPM (Certified Associate in Project Management). Essa é focada em profissionais que não tem um diploma universitário ou para aqueles que querem tirar a certificação PMP em etapas.

Já a certificação CSM (Certified ScrumMaster) aborda o Scrum, super interessante já que as metodologias ágeis estão em alta e é muito importante um gerente de projetos – ainda mais na área de TI – saber utilizá-la. Enfim, existem muitas outras, mas de início você pode fazer cursos/pós/MBA na área e depois que estiver mais adentro da área tirar algumas certificações.

Aqui na TreinaWeb temos cursos que vão te ajudar a iniciar nessa área, como cursos mais conceituais abordando tudo sobre o gerenciamento de projetos, a ferramenta Microsoft Project, Scrum e ITIL, assim você pode dar os primeiros passos iniciais nessa jornada. E aí, será que a carreira de gerenciamento de projetos é para você?

Até a próxima!

Você sabe o que é ALM?

Atender as necessidades de negócio através do desenvolvimento de software é um desafio para qualquer desenvolvedor. Hoje em dia, devemos sempre pensar em como tornar o processo de desenvolvimento mais rápido, porém, sem perda da qualidade do software e sem com que a aderência do projeto de software ao negócio seja prejudicada. Podemos ainda somar a este cenário caótico o ciclo de desenvolvimento de um software por si só, já que escrever sistemas computacionais é uma tarefa já bastante complicada. No fim, temos a dúvida: como podemos escrever aplicações rapidamente, aderentes ao mercado e aos requisitos de negócio e ainda garantir a qualidade e a maturidade da solução?

Hoje, abordagens modernas no desenvolvimento de software (como o feedback contínuo e a entrega contínua) são importantes para que tenhamos também um bom processo de gestão do software e consigamos atingir alguns dos objetivos citados anteriormente. Dentro dessa gestão moderna,, temos algumas tendências como as práticas ágeis e o DevOps. Porém, um dos principais pontos no processo de desenvolvimento de um software com qualidade é dar a todos a visibilidade do que está sendo feito… Para auxiliar o gerenciamento do ciclo de vida de um software e no auxílio da integração de todas as operações, dando justamente esta visibilidade mais global, surgiu um conjunto de ferramentas dentro de uma prática comumente referenciada como ALM.

O que vem a ser o ALM?

ALM é uma sigla para Application Lifecycle Management (Gerenciamento do Ciclo de Vida de Aplicações). O ALM refere-se ao processo de governança envolvendo a gestão, desenvolvimento e entrega de software, combinando a gerência de negócio com a engenharia de software.

O ALM é fundamentado em 3 pilares, pilares estes considerados essenciais para o desenvolvimento de qualquer software: pessoas, processos e tecnologia. É importante garantir que estes pilares estejam alinhados e devidamente integrados para que tudo ocorra de forma eficiente durante o processo de desenvolvimento, mauntenção e maturação de um software. Se esses pilares não estiverem alinhados e bem definidos, provavelmente o desenvolvimento do software não irá transcorrer com a sua máxima eficiência, seja no que diz respeito à velocidade de desenvolvimento ou à garantia de qualidade. Certamente, pessoas com um grau de comprometimento baixo com o projeto do software, a falta de processos bem definidos ou a utilização de tecnologias inadequadas, por exemplo, provocarão a criação de um software deficiente, ou até mesmo o fracasso do projeto como um todo.

Etapas de desenvolvimento de software dentro do ALM

Tradicionalmente, o ciclo de desenvolvimento de um software é dividido nas seguintes fases quando estamos tratando sobre ALM:

  • Planejamento. Nesta fase, aspectos como a viabilidade do projeto, os riscos envolvidos e os recursos que serão necessários são previamente levantados;
  • Definição. Nesta fase, estamos falando na maioria das vezes da tradicional análise de requisitos. As funcionalidades que o software deverá desempenhar são previamente levantadas e definidas de acordo com as necessidades constatadas e os recursos disponíveis (recursos estes obtidos na etapa anterior);
  • Design ou modelagem. Neste ponto, a arquitetura técnica do projeto começa a tomar forma. Diagramas UML como diagramas de classe, de componentes e de sequência são tradicionalmente utilizados nesta fase para a documentação da estrutura técnica do projeto;
  • Desenvolvimento. Esta etapa consiste basicamente na produção do código de maneira alinhada com os levantamentos da etapa anterior. O processo de acompanhamento com metodologias ágeis ou os testes a nível de unidades de software (como os testes unitários) podem ser enquadrados também nesta fase;
  • Testes. Esta fase envolve o teste do software de uma maneira mais ampla. Aqui, é verificado se o software realmente está aderente aos requisitos levantados nas fases anteriores ou se o software realiza as integrações necessárias com outros componentes adjancentes ao projeto;
  • Implantação. Neste ponto, o software é colocado “em produção” e disponibilizado para todos os usuários-alvo da solução.

É muito importante que as etapas do ciclo de vida de um software também devem estar integradas e devem “conversar” entre si, garantindo unidade e coesão ao projeto.

A relação entre automação, agilidade e o ALM

Em um primeiro momento, o ALM pode soar como algo muito engessado, chegando a ser similar a metodologias como RUP ou waterfall. Porém, a situação é completamente oposta.
O ALM tem como premissa a automação do desenvolvimento, automação esta que deve ocorrer desde os requisitos até a entrega do software. No ALM, tudo que pode ser automatizado deve ser automatizado. Essa automação permite uma visualização de todas as fases de maneira mais minunciosa, permitindo identificar quais são os gargalos presentes e se há algo que está prejudicando o desenvolvimento praticamente em tempo real. Além disso, a automatização de processos tende a dar mais qualidade para estes processos envolvidos, removendo as possíveis interações humanas que podem deturpar os processos estabelecidos.

Dentro do ALM, também temos como metodologia a integração contínua, onde os membros do time devem integrar seu trabalho frequentemente, garantindo a entrega contínua de valor ao cliente, além de permitir a este acompanhar in loco o processo de evolução do projeto. Como precisamos dessa integração de maneira constante e rápida, é importante ter processos e controles bem definidos a respeito desta integração, evitando-se possíveis erros entre diferentes versões do software, por exemplo. Assim, você poderá ter uma melhor coordenação das atividades, desde os requisitos, modelagem, desenvolvimento, teste, manutenção e tudo mais que precisar. E, logicamente, este nível de maturidade só pode ser alcançado com o auxílio da automatização de algumas destas tarefas.

Algumas ferramentas ALM

Algumas ferramentas ALM bem interessantes e utilizadas no mercado atualmente estão descritas abaixo.

As ferramentas da Atlassian, tradicionalmente o quarteto Jira + Confluence + Stash + Bamboo são famosas por sua aderência aos processos ALM. A Atlassian é uma empresa fornecedora de várias soluções de software, como o BitBucket por exemplo. Porém, o conjunto de ferramentas oferecidos pela Atlassian para auxiliar no processo de ALM, como o quarteto citado é que dão a fama à empresa. O Jira é uma ferramenta de gestão que permite acompanhamento de tarefas e monitoramento de performance da equipe em um único lugar centralizado. O Confluence é uma espécie de wiki, funcionando como uma base de conhecimento para os diferentes projetos. O Stash oferece a possibilidade de gerenciamento de repositórios de código in company de maneira integrada ao Jira e ao Confluence. Por fim, o Bamboo é uma ferramenta de gerenciamento e execução de integração contínua e implantação contínua que funciona também de maneira integrada às ferramentas previamente citadas.

O VSTS (agora chamado de Azure DevOps Services) é uma ferramenta da Microsoft que permite o gerenciamento de todas as etapas do ciclo de vida de um software em um único local. Ele oferece suporte às diferentes etapas do ciclo de desenvolvimento de um software através de várias ferramentas visuais e não-visuais que funcionam de maneira completamente integrada. Por exemplo: temos o Azure Pipelines para controlar e realizar o processo de integração contínua e implantação contínua de maneira automatizada. Temos também o Azure Repos, que funciona como local de armazenamento e gerenciamento de código. Também temos o Azure Boards, que permite acompanhar o processo de execução das diferentes fases do ciclo de vida de um software, além de permitir monitorar aspectos como a performance da equipe em tempo real;

Como ser um profissional freelancer de desenvolvimento: dicas essenciais

Ter um horário flexível e poder trabalhar de qualquer lugar (com internet, é claro), além da busca pela autonomia. Esses são alguns dos benefícios oferecidos para quem decide seguir como freelancer. Esse modelo de trabalho tem se popularizado cada vez mais, principalmente entre aqueles que não desejam “se sentir presos” a uma empresa e ter o controle da sua carreira.

Em matéria recente da Forbes, eles abordam sobre os motivos que levam profissionais a abandonarem (ou nem iniciarem) uma carreira regular, para seguir o modelo de freelancer. A insatisfação com os moldes atuais, com taxas governamentais e políticas inflexíveis de trabalho são alguns dos motivos que fazem aqueles que desejam se libertar dos mesmos e seguir por um caminho profissional que alinhe melhor com seus desejos pessoais.

Se você está buscando seguir a sua carreira profissional como freelancer ou em paralelo com um emprego formal, veja agora algumas dicas que vão te ajudar na hora de construir seu nome no mercado.

Tenha seu portfólio online

O primeiro passo é se colocar como disponível para o mercado. Ter o seu portfólio online, através de um site, se mostra muito eficaz para você expor os seus trabalhos prévios, a qualidade do seu serviço e os possíveis clientes entrarem em contato contigo.

Por isso, se o seu objetivo é conseguir trabalhos para desenvolver e/ou gerenciar sites, é muito importante que você tenha um site impecável. Construa uma boa página, atentando sempre às melhores práticas de código, escrita de conteúdo e SEO, pois ela será a vitrine principal do seu trabalho. Deixe de lado o famoso “casa de ferreiro, espeto de pau”, pois quem busca pelo seu serviço, certamente avaliará o seu site e o outros que foram construídos por você.

Para captar clientes para o seu serviço através do seu site é muito importante também investir em técnicas básicas de marketing digital. Crie um blog, ofereça conteúdo sobre a sua área e siga as boas práticas de SEO para o seu site performar bem na busca orgânica. Trabalhe textos e cases em cima de trabalhos anteriores. Caso você esteja entrando no mercado e ainda não tenha muitas referências para alimentar seu site, a dica é oferecer seu serviços para familiares e conhecidos que estejam precisando de um site, além de ONGs.

Um passo de cada vez

Ao decidir seguir como freela, você terá que construir uma reputação de mercado para conquistar cada vez mais clientes. Esse é um momento que pode ser angustiante e frustrante, mas o importante é você focar nos resultados a longo prazo. A sua reputação, acima de tudo, é a fundação do seu negócio. Por isso, invista tempo e dedique-se para mostrar um serviço de excelência.

A cada trabalho, as experiências vão se somando e, com isso, você vai adquirindo maturidade dentro do serviço. Aprenda com os acertos, erros e mostre-se sempre disponível para melhorias. Uma boa dica é sempre pedir feedback para os clientes para entender quais são os pontos que estão bons e quais necessitam melhorar.

Sites e comunidades de freelancers

Uma prática que está cada vez mais forte ao longo dos anos são as comunidades de TI. Além de se especializarem por linguagem, plataforma e outros, também existe uma comunidade envolvida no mundo dos serviços freelancers. Por isso, busque se inserir dentro daquela que fizer sentido para a sua forma de atuação e busque apoio e clientes através destas. Um exemplo são os grupos de Facebook, como o WordPress Brasil, onde os membros podem compartilhar dúvidas, questionamentos e serviços prestados em cima do CMS mais popular do mundo. Você também encontra canais em plataformas como o Discord, para encontrar grupos nacionais e internacionais.

Além de sites e comunidades em redes sociais, você também vai encontrar sites especializados em conectar os profissionais freelancers com quem busca esse tipo de serviço. Alguns exemplos é a Workana, que é a maior plataforma de trabalho freelancer da América Latina, e oferece freelas na área de TI. Também tem a 99 freelas, que é uma plataforma nacional onde o cliente pode publicar uma vaga de freela e você pode se candidatar ao serviço.

Trabalhe com empresas parceiras

Ao trabalhar com freelas de desenvolvimento de sites, você vai perceber que alguns clientes não possuem muito conhecimento a respeito de tudo que envolve ter um site. Manutenção, plataformas, hospedagem e registro de domínio, entre outros itens. Por isso, o que você pode fazer para ganhar mais dinheiro com o projeto é oferecer uma hospedagem que você conheça e confie. A KingHost é uma empresa de hosting nacional, com hospedagem em SSD e suporte 24h e ao recomendar essa hospedagem para a pessoa e ela efetuar a compra, você pode receber dinheiro pela sua indicação.

Organização é a alma do negócio

Conseguir clientes é apenas uma parte que envolve a vida de um freelancer. Ao ser autônomo, é importante que você tenha uma organização estruturada para garantir uma boa entrega. Estabelecer um cronograma de desenvolvimento, mensurando quantas horas você precisa se dedicar a cada projeto e organizando dentro da sua pauta, para garantir que ele seja entregue na data prevista. Erros como atraso de projeto podem custar caro.

Outra parte que é muito importante é a financeira. Você deve pagar seus custos com compra de temas, hospedagem, registro de domínio, internet, luz, a sua remuneração, entre outros. Além disso, alguns clientes podem solicitar nota fiscal para declaração junto ao financeiro da empresa. Por isso, é importante pesquisar sobre o MEI (Micro Empreendedor Individual), que vai te garantir segurança e agilidade na hora dos seus compromissos financeiros com clientes e com o governo.

Se inserir no mercado e construir uma boa reputação não é um trabalho fácil, mas com essas dicas, esperamos que você consiga dar os primeiros passos e evoluir como profissional.

Esse post foi desenvolvido pela KingHost

Tendências de TI para 2019

O ano já começou a todo vapor! Por isso, nada melhor do que estar por dentro das tendências na área de TI para 2019. Além das coisas mudarem muito rápido, sempre aparece alguma novidade. Então, vamos começar o ano nos atualizando com as novidades e quais tecnologias continuam em alta neste ano que se inicia.

DevOps

Hoje em dia, quem conhece a cultura e as ferramentas DevOps conquista um bom destaque no mercado. Neste ano, a previsão é que este segmento da área de TI fique mais aquecido ainda.

Relembrando: DevOps é um modelo que combina práticas e ferramentas com a intenção de aumentar a capacidade de uma empresa distribuir seus serviços de forma muito mais rápida. Ela visa também a integração da área de desenvolvimento com a área de operação, pois assim conseguimos alcançar uma maior qualidade nas entregas, além de evitar falhas de comunicação entre as áreas, bem como atrasos e retrabalhamos nos projetos.

Essa é uma prática que vem ganhando muito destaque por causa dos processos de integração contínua e entrega contínua. As entregas são menores, visando as liberações de versões mais seguras, além dos ciclos de desenvolvimento menores, fazendo com que a qualidade aumente.

Outro ponto muito importante é o auxílio que ele traz no gerenciamento e controle sobre o ambiente e infraestrutura. Como a infraestrutura é gerenciada através de técnicas de desenvolvimento de software, tanto ela quanto os servidores são implantados muito rapidamente.

Mas, como podemos implementar a cultura e as ferramentas DevOps?

Existem diversas ferramentas para nos ajudar. Possivelmente, você já deve ter ouvido falar sobre Docker. O Docker é um exemplo, assim como o Kubernetes, o Openshift, o Jenkins e outras ferramentas. Essas ferramentas facilitam a criação e manutenção desses ambientes, geralmente baseados em containers. Com elas, você consegue criar, implantar, migrar e muito mais, de um ambiente para outro, de maneira muito eficiente, rápida e segura.

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial continuará em alta, pois cada vez mais empresas estão utilizando ferramentas de IA para melhorar suas operações.

Hoje, podemos dar vários exemplos do uso de ferramentas de IA que impactam em nosso dia a dia. Um exemplo bem palpável é a popularização do uso de chatbots de atendimento ao cliente, que está sendo inserida para melhorar o suporte e rapidez nas informações. Outro exemplo é o algoritmo de reconhecimento facial que o Facebook utiliza para identificar pessoas em uma foto.

Entre as ferramentas de IA que vêm ficando mais populares e que continuarão em alta em 2019, nós podemos citar o TensorFlow. O TensorFlow é uma biblioteca de software muito poderosa para computação numérica usando grafos computacionais, sendo o principal software para desenvolvimento em Deep Learning e aplicações de Inteligência Artificial.

Outra ferramenta de IA que podemos citar e que vêm ganhando cada vez mais demanda pelo mercado de trabalho é o Azure Cognitive Services, da Microsoft. O Cognitive Services amplia o acesso de APIs de aprendizado de máquina.

Esses serviços permitem a criação de aplicativos inteligentes com algoritmos e funcionalidades avançadas (como reconhecimento de objetos em fotos, visão computacional, reconhecimento de fala e outras), podendo ser utilizados em apps, sites e bots para que eles entendam as necessidades do usuário, tudo isso sem precisar de conhecimentos específicos em IA. Todos estes serviços são oferecidos através de APIs e aplicações hospedadas no ambiente do Microsoft Azure, ou seja, através de Cloud Computing.

Frameworks de gestão

Apesar de não ser uma novidade, os frameworks de gestão sempre estarão em alta, pois o mercado em geral vem ficando cada vez mais alinhado com as boas práticas de gestão alinhadas com os processos de desenvolvimento.

Hoje, é imprescindível saber pelo menos um pouco sobre os principais frameworks como ITIL, SCRUM, Kanban e outros. Esses frameworks são importantes por estabelecerem boas práticas de TI no mundo corporativo, fazendo com que a gestão de projetos seja simples, dinâmica e com foco na melhoria geral dos resultados.

O ITIL é um dos frameworks mais adotados atualmente, tendo como foco o alinhamento dos serviços de TI aos objetivos do negócio. Após a sua adoção, os processos de TI tendem a ficar mais consistentes, além da maior eficácia na entrega dos serviços.

Visando ajudar o gerenciamento desses serviços, um outro framework também muito utilizado hoje em dia é o Scrum. Ele é muito aplicado a projetos de desenvolvimento de software, dividindo o trabalho em tarefas menores e incrementais, sempre monitoradas por meio de reuniões diárias. Tudo isso para que os objetivos sejam alcançados da melhor maneira possível.

Outro framework de gestão que vem se destacando cada vez mais é o Kanban. Ele é um quadro onde você sinaliza através de cartões ou post-its o andamento da sua tarefa, com a intenção de que todos os envolvidos do projeto saibam o que está acontecendo. É uma ótima ferramenta, pois além de ser bem visual, você consegue se manter atualizado rapidamente com relação ao andamento do projeto.

Concluindo

Essas são algumas das tendências que continuam em alta nesse ano. Certamente, as melhores vagas na área de TI em 2019 exigirão que você conheça alguns dos tópicos que foram abordados. Aqui na TreinaWeb, além de cursos das tendências que abordamos neste artigo, também existem diversos cursos de desenvolvimento de software e muitos outros que vão fazer você alavancar sua carreira na área de TI.

Como escrever um bom currículo para a área de TI

Antes de chegarmos finalmente a entrevista, temos que enviar nosso currículo, certo? Ainda que no LinkedIn tenha todas suas informações, pode ser que ainda sim te peçam para enviar seu currículo.

O currículo pode ser uma porta de entrada (ou não) para uma entrevista. Já vi muitos currículos onde faltavam informações (ou com informações demais), várias páginas, com foto (o que não é necessário para nossa área) e por aí vai…

De acordo com o site Love Mondays, um recrutador não costuma demorar mais do que 30 segundos nessa análise.

Sendo assim, entramos na importância de se ter um currículo apresentável. Muitos currículos são rejeitados por estarem mal escritos, desleixados e com informações um pouco confusas. Por isso, nesse artigo, vamos te dar algumas dicas para que possamos fazer um currículo na medida certa.

Cabeçalho

Vamos dividir nosso currículo por seção e colocá-las nessa ordem. Começamos pelo cabeçalho.
Nesse primeiro passo deve conter seu nome, idade, cidade, detalhes de contato (telefone, e-mail) e algum link que seja importante, como seu site (se tiver) ou seu GitHub, que também é bem legal colocar.

Resumo

Esse resumo como o nome diz, deve ser muito breve sobre sua carreira profissional e deve principalmente instigar quem está lendo.

Experiência profissional

Se é seu primeiro emprego, essa seção não existirá. Você deverá mencionar em seu resumo que está em busca de uma oportunidade profissional para iniciar sua carreira.

Agora para quem já tem alguma experiência, deve-se manter um padrão para que fique bem fácil do entrevistador verificar rapidamente. Ser breve e incluir somente os pontos relevantes como “Nome da empresa – cargo – data que começou/terminou – breve resumo das atividades. Você sempre seguirá uma ordem do mais recente ao mais antigo. Seu emprego atual ou o mais recente será o primeiro da lista.

Formação acadêmica

Para muitas empresas essa é uma parte muito importante. Eles desejam saber qual faculdade você cursou, se fez alguma pós, MBA… Essa seção também segue o mesmo padrão do profissional, sempre do mais recente para o mais antigo.

Cursos adicionais

Se você tiver muitos, coloque os mais relevantes, que realmente farão diferença no seu currículo.

Idiomas

Aqui você colocará seus idiomas e o nível deles.

Informações adicionais

Você apenas colocará esse tópico se tiver realmente algo relevante para informar e que julgue importante aparecer aqui. Como por exemplo, se tem disponibilidade para viagens, mudança de cidade, etc.

Aqui nós finalizamos o currículo. Não esqueça de revisá-lo quantas vezes for necessário. Nada de erros de português ou de digitação. Verifique se as datas estão todas corretas para que não haja conflito de informações e nada saia errado.

Concluindo…

O foco principal é que o recrutador consiga ver seu currículo com muita clareza. Por isso salientamos desde o início desse post em como ele deve ser breve e que contenha o que realmente agregue valor. Não é necessário explicar tudo no seu currículo, ele deve primeiramente despertar interesse, depois na entrevista, aí sim você pode comentar alguns pontos caso o entrevistador te pergunte.

Até mais! =)

O que os recrutadores esperam dos candidatos em uma entrevista de TI

Sabemos que no mercado de TI sempre tem vagas disponíveis. Também sabemos do déficit de profissionais qualificados, o que acaba fazendo com que sobre mais vagas ainda, afinal, muitas vezes não há profissionais que realmente atendam às necessidades da vaga que aquela empresa exige.

Mas então, o que fazer para conquistar uma dessas vagas?

Já sabemos que estudar é uma delas, mas também existem algumas competências e conhecimentos que também são muito importantes e que serão abordadas neste artigo.

Se você está em busca de uma vaga e precisa se destacar na hora da entrevista, elencamos algumas dicas que podem te ajudar em meio ao processo seletivo.

Algoritmos

Sabemos que programar não é apenas copiar código. Precisamos entender o que está acontecendo e ter a lógica do problema em si. Você deve saber resolver esse problema na linguagem que o computador entende e é exatamente esse o propósito do algoritmo.

Um algoritmo nada mais é que um conjunto de instruções detalhadas e ordenadas, com o propósito de realizar alguma operação ou tarefa.

O recrutador quer alguém que entenda as necessidades e do que ele precisa para poder transformar isso em um software ou qualquer outra coisa, e não uma pessoa que não saiba nem analisar as possibilidades de qual tecnologia utilizar, qual linguagem é melhor naquele caso, dentre outras coisas.

Estrutura de dados

É o nome dado a organização de dados e algoritmos de forma racional, para que eles possam ser utilizados de forma eficiente. Saber as diferentes características das estruturas de dados é muito importante.

Utilizando as estruturas de dados adequadas podemos administrar uma grande quantidade de dados de forma eficiente. Você poderá escolher a estrutura de dados mais adequada quando você for manipular conjunto de informações, além de desenvolver algoritmos realmente eficientes. Viu como uma coisa ajuda a outra? 😊

Conhecimento profundo do core da linguagem

As linguagens de programação geralmente oferecem várias diferentes maneiras para se fazer a mesma coisa. Por exemplo, se eu quiser fazer a ordenação de um vetor ou de uma lista no Java, eu posso utilizar o método estático da classe Collections, o método Sort, ou posso implementar um Comparable ou Comparator. A utilização de cada uma dessas maneiras possui prós e contras que vão variar em cada situação.

Você só vai conseguir saber a aplicabilidade real de cada recurso que sua linguagem de programação oferece, se você estudar o core da linguagem a fundo. Por isso, é importante para que um desenvolvedor conheça o core de maneira aprofundada pelo menos de uma linguagem na qual ele se propõe a ser especialista. Assim, você conseguirá detectar as nuâncias de cada funcionalidade oferecidas pelos SDKs das linguagens e consegue escrever um código mais adaptável e correto para cada situação.

GIT

O Git é um controle de versão de arquivos, onde podemos colocar um projeto e várias pessoas podem contribuir simultaneamente no mesmo, editando e criando novos arquivos, sendo muito utilizado no desenvolvimento de software. Apesar de todos esses benefícios, devemos saber usá-lo corretamente, por isso é importante saber o que fazer e os comandos corretos, para que você não tenha o risco de suas alterações impactarem negativamente outros arquivos ou que suas atualizações sejam sobrescritas.

Saber GIT é de uma importância muito grande para os desenvolvedores. Neste tópico temos duas lições: saber os comandos do GIT em si e ter seu GIT ativo.

Além de saber usar ele de forma correta, o GIT acaba sendo como uma rede social, mas de códigos. Além de você poder disponibilizar os seus projetos você também pode colaborar no código de outra pessoa. Você também pode contribuir com a comunidade criando um repositório com algum código que você queira compartilhar.

Além disso acaba sendo um portfólio aberto. Lá as pessoas vão poder ver as linguagens que você costuma trabalhar, como é seu código, sua forma de programar, dentre outras coisas. Você tem pelo menos um projeto que possa compartilhar, não é? 😊

Inglês

Apesar de clichê, isso é uma obrigatoriedade hoje em dia e querendo ou não, o inglês domina os negócios. Além de você encontrar muito material de estudo que estão apenas em inglês, ele provavelmente é um dos requisitos daquela vaga que você tanto almeja. Independente da forma e do tempo que você vá se dedicar ao estudo do idioma, tente praticar um pouco todos os dias, existem diversas opções online que se adequam a sua rotina.

Muitos desenvolvedores tem o hábito de escrever seus códigos apenas em inglês. Além de manter um padrão fica muito mais fácil caso a empresa seja multinacional e outra pessoa tenha que dar sequência a esse projeto.

Infelizmente isso não o faz mais um profissional diferenciado. É algo que você tem que saber, tendo em média um inglês intermediário. Mesmo que você tenha o básico e apareça uma entrevista, não se preocupe. Se você estiver estudando o idioma isso contará pontos, pois o recrutador saberá que você pode não saber tanto agora, mas que está se esforçando para melhorar.

Boa comunicação

A necessidade de uma boa comunicação já começa aí mesmo na entrevista de emprego, onde muitas vezes, a primeira impressão é a que fica. Você tem que conseguir se expressar, mostrar suas competências, atitudes, além de passar uma credibilidade.

Foi-se o tempo que o profissional de TI ficava apenas em uma sala programando. Hoje as empresas querem melhorar a comunicação de seus funcionários. Você pode ter que explicar algo a um cliente em uma reunião, ter que liderar uma equipe, realizar apresentações e por aí vai…

Proatividade

O fato de você ser ou querer se tornar uma pessoa proativa, pode te trazer muitos benefícios, além de ser uma característica muito apreciada. Se você é uma pessoa que sempre tenta encontrar diversas maneiras para resolver um problema, se faz as coisas sem ninguém ter que pedir, pode se colocar no time dos proativos.

Uma pessoa proativa basicamente se antecipa às situações e toma a iniciativa. Muitos recrutadores conseguem enxergar isso em uma entrevista. Apesar de ser associado mais ao ambiente corporativo, ser proativo nos ajuda até mesmo em outras áreas de nossa vida.

Sabe aquele ditado “Não deixe para fazer amanhã o que você pode fazer hoje”? Pois bem, então vamos começar hoje mesmo colocando em prática as outras dicas =D

Até a próxima! 😀

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