WordPress

Page Builders para WordPress: o que são e como podem nos ajudar?

Os Page Builders para WordPress são plugins que permitem um grande poder de personalização na criação de layouts e páginas sem o conhecimento prévio em programação, desta forma, expandindo as ferramentas nativas que o WordPress possui como padrão. Caso você não conheça a ferramenta WordPress aconselho ler o nosso artigo sobre o que é o WordPress e como instalar em sua máquina.

Existem vários page builders, tanto gratuitos quanto pagos, neste artigo vamos mostrar como utilizar dois deles: O Page Builder SiteOrigin e o Elementor, ambos possuem planos gratuitos e pagos (que são mais robustos com maiores complementos de personalização), porém a versão gratuita de ambos já nos permite criar páginas bem interessantes.

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Page Builder SiteOrigin

O Plugin de Page Builder da SiteOrigin é muito utilizado pela comunidade WordPress, possui a versão gratuita e a versão premium onde é disponibilizado mais complementos para a sua utilização, porém a versão gratuita é o suficiente para tirar muitas ideias do papel!

Home SiteOrigin Page Builder

Podemos instalar o plugin de duas formas, pelo próprio painel do WordPress em Plugin > Adicionar novo, pesquisar na barra de pesquisa sobre o Page builder SiteOrigin, irá exibir os resultados, vamos instalar e ativar.

Plugin WordPress Page Builder Site Origin

Também podemos acessar a página de download do SiteOrigin, baixar o arquivo zip e instalar manualmente.

O SiteOrigin possui um pacote de widgets que são os elementos pré-definidos que você pode usar na criação de suas páginas, ou seja, vale a pena baixar esse pacote no site do SiteOrigin e fazer a instalação da mesma forma que o Plugin do Page Builder ou baixar pelo painel administrativo pesquisando por “SiteOrigin widgets Bundle”, e após ativar ambos os plugins, a área de gerenciamento de plugins deve exibir os dois ativados conforme abaixo.

Plugins WordPress Ativados

Logo em seguida vamos localizar no menu as configurações, é importante revisar as configurações e adaptar as suas necessidades, após ajustar as configurações estamos prontos para criar uma página ou um artigo utilizando o Page Builder, no caso se você estiver utilizando uma versão do WordPress acima da versão 5.0 com o editor Gutenberg, o próprio plugin irá configurar o editor clássico como padrão e adicionar uma tab “Page Builder”, ela que vamos utilizar para criar nossas páginas.

Opção Page Builder no Editor do WordPress

Ao clicar na tab “Page Builder” será exibido o editor para criarmos a nossa página, ele funciona com o sistema de “arrastar e soltar” e segue a estrutura de widgets, linhas e colunas.

No exemplo abaixo criamos uma linha com duas colunas e adicionamos um widget de imagem em cada uma delas, desta forma posicionando uma imagem ao lado da outra. Podemos seguir essa lógica e criar várias combinações com diferentes números de colunas e com os mais variados widgets como slider de imagens, área de depoimentos, carrossel de posts, google maps, enfim, diversas opções.

Exemplo Utilizando Editor Page Builder SiteOrigin

Após criar o exemplo podemos visualizar a publicação efetivamente em uma página como abaixo:

Pagina de exemplo com Page Builder SiteOrigin

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Page Builder Elementor

Outro Page Builder conhecido da comunidade WordPress é o Elementor, ele se assemelha bastante ao SiteOrigin e conta com a função de construtor “ao vivo”, que facilita e agiliza a criação de páginas mais personalizadas.

O processo de instalação é semelhante ao Page Builder da SiteOrigin, por se tratar de um Plugin ele pode ser instalado pelo próprio painel do WordPress, basta ir em Plugins > Adicionar Novo e pesquisar por Elementor Page Builder.

Plugin Elementor Page Builder

Você também pode baixar o Elementor e efetuar a instalação manual a partir do arquivo zip.

Após instalar o plugin basta ativa-lo que ele estará pronto para uso, ao criar uma página ou post teremos a opção de “Editar com o Elementor”.

Opcao Editor Elementor

Aqui está um diferencial em relação ao Page Builder da SiteOrigin, o Elementor apresenta um editor “ao vivo”, com esta barra lateral podemos navegar entre as configurações da página e sobre os widgets com o sistema arrasta e solta a ferramenta se torna intuitiva e simples de utilizar.

Exemplo Editor ao vivo Elementor

No exemplo construímos uma linha com três colunas para simular uma área de features, de forma simplificada, adicionando os widgets e ícone e texto somente “arrastando e soltando˜, podemos visualizar em tempo real antes mesmo de publicar as alterações.

Vantagens x Desvantagens

Podemos dizer que utilizar os Plugins Page Builders para WordPress traz vantagens como: nos poupa tempo e facilita a criação de sites personalizados sem a necessidade de conhecimento em programação, além de utilizar o WordPress que é um CMS gratuito. Em contrapartida, para projetos maiores e mais complexos, por se tratar de complementos prontos e não otimizados para determinadas necessidades, eles podem não ser indicados por não alcançarem o desempenho esperado e por não ter a flexibilidade que um programador tem ao desenvolver algo específico.

Conclusão

Se você está buscando uma ferramenta para criação de sites institucionais, landing pages e projetos mais “simples”, os Page Builders para WordPress com certeza vão lhe atender e serão eficazes para construir sites e blogs com uma ótima aparência, de forma prática e objetiva.

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O que é WordPress e como instalar na sua máquina

O WordPress é o CMS (Content Management System) mais utilizado do mundo, de acordo com o wordpress.com 37% da web é criada com o WordPress, este fato pode ser uma consequência do WordPress ser gratuito, permitindo o uso tanto por pequenos sites quanto para grandes projetos.

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O seu foco é disponibilizar a criação de sites, blogs e E-Commerces de forma que os seus usuários não necessitem de conhecimentos de programação, assim possibilitando a criação de seus projetos de forma simples e eficiente. Isso se dá a uma série de ferramentas que o deixam mais atraente, com as features de temas, plugins, widgets e seu novo editor de blocos Gutenberg, ele permite uma infinidade de possibilidades.

Por ser o CMS mais utilizado do mundo ele conta com um grande ecossistema e uma comunidade ativa, existem milhares de plugins (mais de 50 mil atualmente) para ampliar as funções de seu site e uma variedade enorme de temas gratuítos e pagos para deixar o seu site com a sua cara.

Antes de escolher utilizar o CMS muitas pessoas tem a dúvida “mas devo criar um site do zero ou é melhor usar um CMS?”. A resposta é, depende. Nós temos um artigo muito interessante aqui no blog contando sobre as vantagens de utilizar um CMS, certamente irá te ajudar a tomar uma decisão. Se sua decisão for utilizar o WordPress há dois principais caminhos, baixar o software direto do site wordpress.org, onde você poderá localizar o download e toda a documentação da ferramenta ou assinar um plano no wordpress.com, o serviço especializado em planos de hospedagem.

wordpress.org

O wordpress.org é o site do Software WordPress, onde poderá efetuar o download da ferramenta e encontrar a documentação. O download e uso do WordPress é gratuito, mas para utilizar deverá configurá-lo em uma hospedagem de sites e possuir um domínio próprio, por exemplo “meusite.com.br”. Ao utilizar o WordPress em sua hospedagem você fica livre de qualquer limitação, podendo instalar temas e plugins externos, feitos por outros profissionais ou até por você mesmo caso possua conhecimento em programação.

Home do wordpress.org

Caso opte por baixar e instalar na sua hospedagem, temos um artigo no blog sobre os tipos mais comuns de hospedagens que lhe auxiliará na escolha da melhor opção para você.

wordpress.com

O wordpress.com é um serviço de hospedagem focado em WordPress, ele permite que você crie um site ou blog sem se preocupar com uma hospedagem. O serviço oferece planos gratuitos e pagos, entretanto, com limitações em diferentes planos, tanto de espaço quanto ao uso de domínios pessoais e propaganda no site, por exemplo.

Planos de hospedagem do WordPress

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Instalando em sua máquina

Antes de gastar qualquer dinheiro com hospedagem, você pode instalar a ferramenta facilmente na sua máquina com a finalidade de testar sem limitações.

O Software requer alguns recursos para rodar em um servidor como o MySQL 5.6+ e o PHP 7+. Para instalarmos o ambiente de forma prática e ser possível testar localmente podemos utilizar a ferramenta Bitnami, que em uma única instalação instala todos os complementos necessários. Veremos a seguir como instalar o Bitnami e rodar o WodPress no Linux, MacOS e Windows.

Instalando com o Bitnami no Linux

Instalando com o Bitnami no MacOS

Instalando com o Bitnami no Windows

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Como usar o novo editor Gutenberg do WordPress

Uma das maiores atualizações recentes do WordPress foi o seu editor, a partir da versão 5.0 o Gutenberg se tornou o editor oficial da plataforma, mas o que isso significa?

A novidade é que o editor Gutenberg traz um novo conceito no momento da criação de conteúdo visando facilidade e praticidade para montar seus posts e páginas, priorizando uma estética muito confortável e atual. Toda essa praticidade tem nome, o seu super poder, os blocos!

Editor Gutenberg WordPress

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Editor Gutenberg: baseado em Blocos

O editor Gutenberg é baseado em blocos, isso significa que ao montar sua página ou criar seu post, toda a estrutura é baseada em blocos, desde parágrafos, imagens, áudios, incorporação de serviços externos, enfim, tudo o que você já tinha a possibilidade de criar porém de uma forma prática e totalmente nova.

Outra das vantagens também é que a organização dos blocos pode ser feita com o famoso “drag and drop”, você consegue mudar a ordem e localização somente clicando com o mouse e soltando na posição desejada, nada de “control c + v”.

Resumo Blocos

Existe uma variedade de blocos, vamos entender como eles estão organizados e como serão utilizados. Os principais deles são:

  • Blocos de formatação: código, editor clássico, html personalizado, pré formatado, citação, tabela e verso.
  • Blocos de elemento de layout: quebra de página, botões, colunas, grupo, mídia e texto, leia mais, separador e espaçador.
  • Blocos de Widgets: shortcode, arquivos, agenda, categorias, comentários mais recentes, posts mais recentes, RSS, pesquisar, ícones sociais, nuvem de tags.
  • Blocos de códigos incorporados: twitter, youtube, facebook, instagram, spotify, Soundcloud, vimeo e de muitos mais serviços. Obs: Você pode conferir os serviços que são incorporados pelo WordPresss neste artigo oficial da plataforma.

Além dos blocos padrões do WordPress, ao instalar complementos como o WooCommerce por exemplo, novos blocos são adicionados.

Utilizando Blocos

Primeiramente, podemos adicionar um bloco de duas formas, clicando no botão adicionar blocos na parte superior ou no botão ao lado direito da linha no editor que você queira adicioná-lo, como abaixo:

Adicionar Bloco

Ao clicar no botão de adicionar bloco podemos ver as categorias dos blocos e, então, selecionar o bloco desejado que faz sentido para o conteúdo que está sendo criado.

Selecionando Bloco

Cada bloco possui configurações e características próprias, onde podemos fazer alterações e personalizações.

Configurações dos Blocos

No próprio bloco existe a barra de configurações na parte superior, no exemplo da imagem acima utilizamos o bloco de imagem, onde podemos: alterar o tipo e estilo do bloco, mudar alinhamento, substituir a imagem, inserir link e por último temos algumas ações em relação ao bloco como duplicar ou remover. Vale ressaltar que após a criação de um bloco qualquer, ao clicar “enter” o cursor irá para a linha seguinte em um bloco de parágrafo.

Outra característica nova do editor Gutenberg são as configurações de documento e de bloco, como podemos ver acima na coluna à direita, onde ele exibe o nome do bloco que está sendo utilizado e as configurações referentes a este bloco em específico.

Na aba documentos temos as configurações gerais do post ou página que já existia no editor clássico.

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Configurações Gerais e Opções

A disposição de algumas configurações gerais também foram alteradas no editor Gutenberg, onde temos a barra superior de configurações e o menu “mais ferramentas e opções”.

Configurações Gerais Gutenberg

Logo na barra superior temos o símbolo do WordPress, que ao clicar nos leva a página de listagem de posts, em seguida o botão de adicionar novo bloco, desfazer, refazer, estrutura do conteúdo, navegação de blocos e ferramentas. No canto superior direito temos as opções relativas ao post, onde podemos salvar como rascunho, visualizar e publicar, um ícone de engrenagem que exibe ou oculta a barra de configurações e o ícone de mais ferramentas e opções como podemos ver no print acima.

Com este breve artigo mostramos como utilizar o novo editor Gutenberg do WordPress, a utilização dos blocos e configurações, temos também um vídeo onde testamos o editor Gutenberg para você entender melhor o funcionamento do editor. Caso você prefira o editor clássico é possível utilizá-lo baixando o plugin “Classic Editor” pelo próprio WordPress.

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Otimizando conteúdo para SEO no WordPress com Yoast

Sabemos sobre a importância da otimização de SEO (Search Engine Optimization), das vantagens de utilizar um CMS (Content Management System) e que o WordPress é o CMS mais utilizado atualmente no mundo, facilitando a criação de sites e blogs para quem quer gerar conteúdo e não perder tempo.

Um ponto muito importante que não devemos esquecer no momento de criar este conteúdo, além da qualidade, é se ele está seguindo os requisitos de SEO, afinal não adianta criarmos um conteúdo sensacional se ele não for visto e encontrado.

Para nos ajudar nessa árdua missão existe um plugin chamado Yoast, que nos auxilia a verificar se os requisitos estão sendo aplicados e sugere onde podemos melhorar.

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Como Instalar o Yoast SEO no WordPress

Primeiramente, vamos efetuar a instalação do plugin, o Yoast pode ser baixado no próprio painel administrativo do seu WordPress, no menu Plugins > Adicionar novo e pesquisar sobre o Yoast, após baixar é necessário ativar o Plugin.

Plugin Yoast SEO

Após a ativação, o Yoast exibe dois painéis de análise e configurações na própria página de adicionar novo post/página, a exibição das configurações podem ser acessadas de duas formas, habilitando na coluna direita do editor Gutenberg ou abaixo dele, conforme podemos ver abaixo.

Posicao Yoast SEO Editor

Configurando Snippets

Uma das vantagens de utilizar o Yoast são as análises que o plugin faz para te auxiliar na otimização do SEO no WordPress, onde ele verifica certos requisitos em relação ao texto, sugerindo algumas configurações e melhorias, uma delas é sobre a exibição na página de busca do Google, como: título, meta-descrição e o slug, este conjunto de exibição é chamado de snippet.

Configurações Snippets

Em cada item do Snippet o Yoast apresenta uma barra logo abaixo, onde ela vai aumentando e mudando de cor conforme você escreve, esta barra mede o número de caracteres ideal para aquele item, o objetivo aqui é sempre manter essa barra na cor verde e não esqueça, seja objetivo e claro.

Com essas configurações sendo efetuadas corretamente com certeza você aumentará as chances de aparecer em melhores posições na busca da palavra-chave relevante ao seu conteúdo e gerar mais visitas para o seu site. Lembre-se que a meta-descrição é a primeira informação que alguém lê ao buscar o seu site no Google, portanto capriche!

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Análise de Palavras Chave

Contudo, além do snippet, não podemos esquecer do fator mais importante que o Google leva em consideração para posicionar um site em seu sistema de busca, o conteúdo e sua relevância.

Um dos pontos mais importantes do Yoast é em relação às palavras chaves, nele nós podemos identificar uma palavra chave específica e o plugin irá analisar o texto e se ele atende a vários requisitos que podem ajudar no ranqueamento e visibilidade do seu site perante o Google, por exemplo, a existência de links internos/externos, utilização de H1, tamanho do texto entre outros requisitos.

análise palavra chave

O Plugin é bem didático no momento de mostrar o resultado da análise, onde exibe item a item que pode ser melhorado e em que condição que está, o status verde significa que está atendendo ao requisito, laranja que pode melhorar e em vermelho o que precisa de atenção.

Análise de Legibilidade

Uma ferramenta interessante que o Yoast disponibiliza é a análise de legibilidade, o plugin faz a análise do seu texto e sugere melhorias em relação a estrutura de escrita, dessa forma verificando itens como tamanho dos parágrafos, tamanho das sentenças, quantidades de palavras de transição, entre outros.

Análise de Legibilidade

Os resultados são exibidos da mesma forma da análise das palavras chaves.

Análise Geral

Após a finalização do artigo e das configurações, o Yoast exibe na listagem de posts algumas informações como: número de links externos, número de links internos, pontuação do SEO e pontuação sobre a legibilidade, seguindo a lógica de cores verde (ok), laranja (necessita de melhorias) e vermelho (necessita de revisão). Desta forma facilitando a visualização dos posts que precisam de revisão e dos que já estão otimizados.

análise geral

Portanto é importante salientar que o Yoast possui a opção gratuita, utilizada neste artigo, e a opção paga que conta com certos diferenciais, como a possibilidade de análise de palavras-chave simultâneas, prévia de compartilhamento em redes sociais, entre outras. Mas não se preocupe, para pequenos sites e projetos a versão gratuita atende muito bem e com certeza irá elevar os resultados do seu site.

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Joomla: confira mais sobre esse CMS e se ainda vale a pena utilizá-lo

Muitas pessoas ao pensar em criar algum site, portal ou até mesmo uma loja virtual optam por utilizar um CMS. Afinal, temos diversas opções de CMS disponíveis no mercado atualmente. Uma dessas opções de CMS é o Joomla, que será abordado neste artigo.

Mas, antes de começarmos, primeiramente precisamos entender o que vem a ser um CMS.

Os CMS (sistema de gerenciamento de conteúdo) são plataformas que se instalam nos servidores, onde você pode ir construindo o site a sua maneira. Pode inserir menus, formulários, modificar templates, dentre outras coisas. Uma pessoa que não possui conhecimentos em programação pode utilizar normalmente, pois acaba sendo muito mais simples ao invés de construir um site do zero.

O que vem a ser o Joomla?

O Joomla é um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) gratuito e de código aberto para publicação de conteúdo na web. É construído em PHP e utiliza o MySQL como banco de dados.

Apesar do WordPress ser o CMS mais utilizado e falado do mercado, o Joomla ainda é um gerenciador de conteúdo relevante pelas inúmeras vantagens que ele possui, sendo o segundo CMS mais utilizado no mercado.

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Voltando um pouco para a história do Joomla, sua primeira versão foi criada em 2005 e, anteriormente, tinha o propósito de criar sites e portais de conteúdo. Hoje o Joomla é um sistema bem versátil, pois podem ser criados desde páginas pessoais até lojas virtuais.

Algumas características…

O sistema do Joomla é bastante intuitivo e personalizável, você pode utilizá-lo mesmo sem ter muitos conhecimentos em programação. Embora ele utilize templates com funcionalidades pré-definidas, você pode inserir novos, bastando baixar os templates e as extensões que desejar. Você também pode adicionar outros tipos de recursos no Joomla, através de extensões, complementos e módulos, que ajudam a deixar o seu site da maneira que você deseja. Um exemplo, se você possui uma loja e precisa receber pagamentos, pode utilizar as extensões prontas de gateway de pagamentos, como PayPal e PagSeguro, por exemplo.

Muitos desses recursos disponibilizados são gratuitos e, embora alguns sejam pagos, o preço acaba sendo bem atrativo, não é nada absurdo.

Como o Joomla é open source e muitas pessoas o utilizam, a comunidade se mantém ativa, desenvolvendo novos componentes e módulos. Por conta disso, você encontra muito conteúdo disponível no site oficial. Caso tenha alguma dúvida, você pode buscar ajuda em fóruns, sites e até em comunidades formadas por usuários do sistema.

O Joomla possui muitas vantagens, como sua versatilidade, recursos e a possibilidade que pessoas sem conhecimento técnico em programação possam criar seus sites, blogs e lojas virtuais. Certamente ainda há algumas desvantagens, como o tempo de aprendizado, que acaba sendo um pouco maior que a do WordPress, por exemplo.

O que vem por aí no Joomla…

Atualmente o Joomla está na versão 3.9, mas eles já estão planejando a versão 4. No site oficial podemos ter uma ideia do que vai mudar no sistema. Isso nos mostra que eles estão sempre em busca de melhorias e inovações. A versão beta está prevista para maio de 2020.

Considerações finais…

Certamente o Joomla é uma ótima opção para a criação de conteúdo, mais uma opção de escolha além do WordPress. Os sites desenvolvidos em Joomla atendem as expectativas dos pequenos aos grandes negócios na internet.

Se interessou pelo Joomla? Confira nossos cursos completos de Joomla da TreinaWeb!

Quais as vantagens de se utilizar um CMS?

Já se foi o tempo em que os CMS’s eram somente utilizados com a finalidade de criar blogs. Hoje em dia, eles estão muito mais avançados e com diversas facilidades.

O CMS é um sistema de gerenciamento de conteúdo que possui um conjunto de ferramentas, onde você pode criar, editar, gerenciar e publicar conteúdo. Sendo assim, se você não possui tanta experiência na criação de sites utilizando linguagens de programação, mas precisa criar um site rápido, com boa aparência e boas funcionalidades, você pode optar por utilizar um CMS.

Existem várias opções de CMS no mercado que atende diversas necessidades como a criação de sites, blogs ou até mesmo uma loja virtual. Uma das vantagens dos CMS’s é que eles são ferramentas que tem constantes atualizações, agregando novos recursos e focando sempre em oferecer segurança para o seu site.

Além disso, eles disponibilizam diversos templates prontos, mas que você também pode personalizar da sua forma, modificando textos, colocando imagens, vídeos, etc. Essas ferramentas também contam com os plugins, onde você pode instalar no seu site para agregar recursos e deixá-lo mais completo ainda. Você também poderá ter controle das estatísticas de visitação, frequência, vendas, etc. Assim você consegue fazer uma avaliação de seu site, identificar problemas, entre outros.

Se você for utilizar um CMS para criar um blog, você pode trabalhar em sincronia com outras pessoas. Cada autor terá um perfil e poderá postar na plataforma, de acordo com o nível de acesso, que você pode definir para cada um deles.

A utilização de um CMS é uma opção mais barata quando se tem um orçamento apertado. A maioria dos CMS são gratuitos. Se você optar por um gratuito, você gastará apenas com o domínio (endereço do seu site na internet) e a hospedagem do seu site.

Partindo para a escolha do CMS, você deverá previamente analisar suas necessidades e verificar as funcionalidades de cada CMS. A escolha também vai variar de acordo com as capacidades técnicas que se dispõe e qual atenderá melhor suas necessidades.

Segundo uma pesquisa do site W3Techs, podemos ver os mais utilizados e sua porcentagem de uso.

Vamos então adentrar rapidamente nos 4 CMS mais utilizados.

WordPress

O WordPress é o CMS mais utilizado na web e é o que tem maior repertório: só de plugins tem quase 53 mil extensões.

Era primeiramente conhecido pelo seu uso em blogs, mas hoje já é também utilizado em sites. Possui uma plataforma fácil e a comunidade em si é muito ativa.

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Joomla

O Joomla também é um CMS bem completo e também com muitos seguidores. Tem mais de 6000 extensões, fora os plugins e temas. Com ele você pode construir sites, portais, sites de comércio, etc.

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Drupal

O Drupal é um CMS mais complexo, então ele exige um pouco mais de conhecimentos em programação para realizar alterações e personalizações.

Tem uma comunidade que vem crescendo e possui um ótimo suporte para dúvidas. Pode ser utilizado para diversas finalidades, de sites pequenos até aos mais complexos.

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Magento

O Magento é o mais conhecido se tratando de e-commerce, sendo insuperável para se desenvolver lojas virtuais. Para utilizá-lo é necessário que você disponha um pouco mais de tempo para aprender a ferramenta.

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Lembre-se que independente da plataforma que você escolha, aqui no TreinaWeb temos cursos específicos de cada um deles para te ajudar. É só começar a estudar e desenvolver o que você precisa.

Mãos à obra! =D

Postar automaticamente no Facebook ao publicar no WordPress

Ao publicar um post no WordPress, dependendo do modelo de divulgação do seu blog, pode ser interessante já publicar no Facebook automaticamente. Esse processo é simples, porém, como envolve algumas configurações no Facebook é importante se atentar a alguns detalhes. Vamos colocar a mão na massa e realizar essas configurações.

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Conta de desenvolvedor e aplicativo no Facebook

A permissão para postagem automática é feita através de um aplicativo dentro do Facebook. Para criar esse aplicativo a primeira coisa que precisamos é usar uma conta comum para se escrever como desenvolvedor.

Acesse a página de desenvolvedor do Facebook e entre com login e senha de uma conta comum. Clique no botão Começar no canto direito superior, abrirá o seguinte assistente:

página de desenvolvedor do facebook

Clique em avançar e preencha as informações do aplicativo:

informações ao criar aplicativo para facebook

Por fim, ele pede algumas informações sobre a pessoa. Essa etapa pode ser ignorada:

Informações adicionais

Configurar o aplicativo

Agora precisamos configurar o aplicativo. No canto superior direito da página terá uma opção Meus Aplicativos. Clique nessa opção e selecione o aplicativo criado na etapa anterior. No menu da esquerda entre no item Configurações para ver a seguinte página:

página de configuração da aplicação

Clique no botão Adicionar plataforma e selecione Site:

página sobre a plataforma da aplicação

Insira o endereço completo do seu blog, por exemplo:

campo para inserir o endereço do blog

Clique em Salvar Alterações.

Por fim, precisamos tornar o aplicativo público. Acesse o menu Revisão do aplicativo e marque a opção Tornar “Nome do seu aplicativo” Publico como Sim:

configuração para tornar o aplicativo público

Plugin para WordPress

Existe uma série de plugins que fazem o serviço de auto post no Facebook para WordPress. No caso desse tutorial eu escolhi o plugin Facebook Auto Publish.

Abra o WordPress e entre na página de procura de plugins para instalação. Só lembrando, para chegar nessa página devemos acessar no painel do WordPress Plugins > Adicionar Novo. Procure pelo plugin Facebook Auto Publish e clique em instalar:

página com a opção de downlaod do plugin

Fique atento se está selecionando o plugin correto olhando se o desenvolvedor é realmente xzyscrips.com. Após o termino da instalação clique em Ativar.

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Configurando o Plugin

O plugin cria um item dentro do menu principal do WordPress chamado Facebook Auto Publish, clique sobre ele para ver a página de configuração.

configurações  plugin auto post facebook

Nessa página precisamos configurar os dados do aplicativo que criamos no painel de desenvolvedor do Facebook. Na página principal dele temos todas as informações necessárias:

informações de id da aplicação

Copie o nome, ID do aplicativo e Chave Secreta para as configurações do Plugin:

configurações preenchidas do plugin

Clique em Save para Salvar as configurações. Após configurar os dados é necessário autorizar o acesso ao aplicativo, clicando no botão Authorize:

botão para autorizar a aplicação

Na página do Facebook confirme todas as permissões, ao voltar para a página de configuração do WordPress verá:

confirmação de autorização da aplicação

Isso indica que a autorização foi realizada com sucesso.

Postando o conteúdo

Ao abrir a página de criação de posts existirá um painel chamado Facebook Auto Publish no fim da página. Nele é possível alterar as configurações para o post especifico que está trabalhando:

painel de personalização do facebook auto publish

Temos as seguintes opções:

  • Enable auto publish post to my facebook account – Indica se deve ser feita a postagem no Facebook ou não;
  • Posting method – Qual método deve ser utilizado para postagem;
  • Message format for posting – Permite que você monte través das variáveis indicadas no select exatamente o formato que deseja no conteúdo da postgem no Facebook;

Essas mesmas configurações podem ser feitas globalmente na mesma página que configuramos os dados do aplicativo.

Ao publicar um post se tudo estiver correto será feita a postagem no Facebook automaticamente:

página de configuração de pubicação

Melhorando a exibição da postagem

O Facebook verifica na página do seu blog WordPress algumas meta informações para conseguir montar a exibição da postagem. Por padrão o WordPress não cria essas informações na página de cada post, para isso é possível usar um plugin. O plugin Yoast Seo entre várias outras funções adiciona essas informações. Faça a instalação dele e tente fazer uma nova publicação:

post efetuado com sucesso

Caso não queira as descrições do Post basta mudar o campo Message Format for Posting do plugin Facebook Auto Publish para removê-la.

Conclusão

Existem outros plugins que fazem a auto publicação no Facebook, basicamente todos possuem o mesmo processo de configuração. Fique a vontade para indicar nos comentários algum plugin que talvez você prefira. =)

Até a próxima!

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Teste os principais CMS’s do mercado sem precisar instalá-los ou pagar para hospedá-los

Uma das principais dificuldades de quem está querendo aprender sobre um gerenciador de conteúdo como WordPress, Drupal, Joomla, Ghost etc, é o processo de instalação. Diversas dificuldades podem ser encontradas, uma vez que são necessários alguns softwares instalados ou algum pacote que contenha todos eles, onde hospedar e quais tipos de hospedagens mais adequados além da instalação do próprio CMS.

A boa noticia é que existem alguns serviços de hospedagem oficiais que permitem testar essas plataformas gratuitamente ou até mesmo usar uma versão básica gratuita delas.

Testar o WordPress

No ambiente WordPress um dos serviços de hospedagens mais conhecidos é o da Automattic, empresa responsável pelo WordPress.com. O serviço de hospedagem começa com plano o gratuito que pode ser alterado conforme o site necessita de novos recursos.

Para criar um novo site gratuito basta ir até a página de novo cadastro e escolher a categoria do site que deseja criar, aparência visual, endereço e criar uma nova conta.

Após o término desse processo já é possível acessar o site no endereço criado. Dentro do painel de administração do WordPress.com, caso queira acessar o painel de administração clássico, basta acessar o menu My Site do canto direito e ir em WP Admin:

Acessar wp-admin classico no wordpress.com

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Testar o Drupal

No site oficial do Drupal existe uma página com as empresas que podemos usar para testá-lo. Uma das opções apresentadas é a Pantheon. Para criar uma instalação de teste basta acessar a página de registro e seguir os seguintes passos:

A empresa Pantheon também possui a opção de instalar o WordPress em ambiente de teste.

Drupal - Criação de Sites Avançado
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Testar o Joomla

O site oficial do Joomla também possui um serviço para teste da plataforma. Usa-se os serviços da empresa SiteGround e é possível testar por durante 90 dias gratuitamente. Basta entrar na página de demo e seguir os seguintes passos:

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Testar o Ghost

A mesma empresa que desenvolve o projeto do Ghost possui um serviço de hospedagem para a plataforma. O período de teste é de apenas 14 dias, porém, isso é suficiente para conhecer a plataforma. Para criar uma nova conta basta acessar a página do Ghost e seguir os passos abaixo:

Ghost - Criação de blogs
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Ainda está em dúvida se deve usar um CMS? Veja as vantagens de utilizar um CMS e tire suas conclusões 😀
Bons estudos!

Configurando um servidor web para produção com o ServerPilot

O ServerPilot é um serviço de configuração e gerenciamento de servidores web. Ele faz a instalação de todos os pacotes e configurações necessárias para os serviços funcionarem, além disso, ele possui gerenciamento de aplicativos, bancos de dados e outras ferramentas via painel. Outro ponto interessante é que ele mantém o sistema operacional sempre atualizado e configura por padrão o firewall da máquina.

Tipos de Aplicativos

Basicamente qualquer aplicativo que utilize a linguagem de programação PHP e banco de dados MySQL podem ser instalados nele. Aplicativos que utilizam outros bancos de dados como PostgreSQL também podem ser instalados, porém é necessário instalar e configurar o banco no Linux de forma automática.

Na hora de criar uma aplicação dentro de um servidor o ServerPilot permite escolher a versão do PHP que ele rodará, com isso, é possível rodar até mesmo aplicativos legados com versões mais antigas do PHP. Outra característica que permite a flexibilidade é que ainda terá total liberdade e acesso ao seu servidor para fazer algum ajuste caso uma aplicação específica precise.

MySQL - Desenvolvedor
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Requisitos da instalação

O ServerPilot faz um setup inicial no servidor para instalar todos os pacotes que ele utiliza. Para esse processo acontecer sem problemas o servidor deve estar completamente limpo. O ServerPilot requer, nas novas instalções, o sistema operacional Ubuntu nas versões mais atuais, como 18.04 e 20.04.

O ServerPilot não impõem a utilização de nenhum serviço de nuvem específico, é possível instalar o ambiente em qualquer máquina que possua um IP público, acesso SSH com root e até mesmo uma máquina dentro da sua rede.

Onde instalar o servidor?

Apesar da possibilidade de ser instalado em qualquer local, para um servidor web usado em produção é aconselhável usar uma máquina na nuvem, a não ser que você tenha bons servidores, redundância de internet e outros recursos de infraestrutura dentro da sua empresa.

Uma das opções mais viáveis tecnicamente e em relação a custo benefício são as VPS (Virtual Private Server), são máquinas instalada na nuvem onde é possível ter total acesso ao sistema, alguns dos serviços mais conhecidos de VPS são Digital Ocean, Linode, OVH, AWS, Google Cloud Platform, Locaweb VPS.
Inclusive esinamos aqui no blog como utilizar a AWS EC-2 e Google Cloud Platform.

Além das listadas acima, com a popularização das VPSs quase todos os serviços de cloud possuem esse recurso à venda. Se possível, escolha um serviço com servidor no Brasil, assim diminui a latência.

Vale lembrar que ao escolher o serviço é necessário verificar se existe a imagem do Ubuntu conforme os requisitos do ServerPilot.

Instalação da VPS

Basicamente todos os serviços possuem uma interface de administração bem parecidas. Ao criar uma VPS terá que configurar as seguintes informações:

criação da vps ubuntu

Forma de acesso é importante usar senha ao invés de chave pública, pois será configurado dentro do ServerPilot.

Setup inicial

A primeira coisa que precisamos fazer é criar uma conta no ServerPilot. Após a criação da conta precisamos conectar o servidor, clique em + Connect Server e preencha os dados do seu servidor:

conexão do ServerPilot com servidor

Entre com o IP da máquina onde será instalado, senha do root e uma nova senha que será criada para o usuário serverpilot que se conectará na máquina através do SFTP uma versão segura do FTP para colocar os arquivos da aplicação no servidor.

Criando a aplicação

Um servidor pode conter várias aplicações e vários bancos de dados. Selecione o servidor que criamos, na imagem abaixo o servidor já possui duas aplicações:

lista aplicações web ServerPilot

Clique no botão + Create App e preencha para criar uma nova aplicação:

criação nova aplicação PHP

Precisamos selecionar os seguintes dados:

  • Nome da aplicação
  • Domínio que será usado para acessá-la. Geralmente o domínio é apontado para o servidor onde está a VPS e dentro do gerenciador de DNS da plataforma direcionado para o IP do servidor.
  • A versão do PHP que deve ser utilizado.
  • O Servidor onde ela será instalada.
  • O usuário do sistema usado pela aplicação.
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Uma opção interessante é, se você for usar WordPress, ele já faz a instalação automaticamente, basta marcar WordPress na criação da aplicação com os dados configurados:

Imagem instalação automática do WordPress

No caso do WordPress que ele já faz a instalação automaticamente basta acessar o endereço do seu domínio e terá a aplicação funcionando:

Imagem WordPress instalado automaticamente

Acessando os arquivos

Se sua aplicação não for WordPress será necessário acessar o servidor para inserir os arquivos. Isso pode ser feito através de SSH para clonar um repositório GIT, por exemplo, ou pode ser feito direto via SFTP usando um cliente como FileZilla:

conexão FTP filezilla ao ServerPilot

A senha do SFTP é aquela inserida no momento em que conectamos ao servidor para instalação. Ao conectar terá dentro da pasta apps o diretório de cada aplicação criada, basta colocar os arquivos da aplicação dentro desta pasta:

listagem de arquivos

Para finalizar, vale lembrar que uma aplicação pode ter vários bancos de dados, basta realizar a criação dentro da aplicação:

bancos de dados do ServerPilot

Conclusão

O serviço ServerPilot é uma opção muito interessante para desenvolvedores que precisam colocar suas aplicações online sem a necessidade de se preocupar com toda a parte de configuração dos serviços. O ServerPilot chegou a ter um plano gratuito, porém no momento só existe a opção de planos pagos sendo a paritr de U$5,00 por servidor mais U$0,50 por app (mensal), você pode testar a ferrmenta pelo período de teste (14 dias). Existem também outros serviços de gerenciamento de servidor como por exemplo o Forge do Laravel, focado em PHP, mas ele não tem uma versão gratuita.

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Conheça o tipo de plugin Must-use do WordPress

Você sabia que o WordPress possui um tipo especial de plugin usado quando as funções dele são essenciais para o projeto e que não pode ser desabilitado via web e nem mesmo pelo usuário administrador? Conheça os mu-plugins, suas vantagens e desvantagens.

Motivação do uso

Se você utiliza o WordPress para desenvolver diferentes tipos de projetos, com certeza já se deparou com alguma funcionalidade específica e que não pode ser encontrada exatamente do modo que você precisa em nenhum dos milhares de plugins existentes.

Muitas vezes quando precisamos criar um plugin específico para um projeto, quando as funções dele são essenciais para o funcionamento da aplicação, então surge aquela dúvida: criar um plugin para realizar essas funções ou colocar dentro do tema, já que ele estará sempre ativo. Exatamente nesse ponto surgem os mu-plugins, o principal objetivo deles é garantir que nenhum usuário conseguirá desativá-los, uma vez que as funções são imprescindíveis para o projeto. Esses plugins geralmente possuem uma questão de dependência, como se eles fizessem parte do core do WordPress do ponto de vista da aplicação, uma vez que o projeto não terá todas as funções necessárias sem ele.

No parágrafo acima dei como exemplo o plugin que é criado para um projeto específico mas, na verdade, qualquer plugin WordPress pode ser instalado como mu-plugin, desde de que obedeça algumas regras técnicas e que seja de total importância para o projeto de modo que não possa ser desativado ou deletado.

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História

Inicialmente o conceito de mu-plugin foi criado para utilização em instalações WordPress WPMU (Multi-User), um tipo de instalação que possuía facilidades para o administrador gerir vários sites WordPress. O objetivo desse tipo de plugin era permitir ao administrador instalar um plugin que ficasse sempre ativo em todos os sites da árvore de administração. Nessa época o WordPress ainda não possuía no admin uma seção para administrar os plugins das demais instalações como existe hoje em instalações WordPress Multisite Network.

Após a versão 2.8 o recurso de mu-plugin foi implementado em todos os tipos de instalações do WordPress, seja multisite ou não. Com essa interpretação as letras MU de multisite passaram a significar Must-Use e a pergunta para seu uso passou de “Esse plugin deve ser ativo em todas as minhas instalações?” para “Esse plugin é tão essencial ao ponto de ser considerado uma extensão do WordPress para meu projeto?”.

Características técnicas

Existem algumas características técnicas que devemos considerar ao instalar um plugin como must-use:

  • Instalação – A instalação e remoção do plugin deve ser feita diretamente no sistema de arquivos, não é possível fazer via gerenciador web;
  • Carregamento – O WordPress carrega esses plugins antes dos convencionais, isso significa que os hooks criados dentro deles podem ser usados nos demais plugins. O carregamento entre os mu-plugins é feito através de ordem alfabética;
  • Atualização – Diferente dos plugins convencionais, as atualizações desse tipo de plugin não são exibidas no admin, elas devem sempre ser verificadas pelo administrador;
  • Hooks de ativação – Muitos plugins executam códigos ao ativá-lo ou desativá-lo. Como os mu-plugins não são ativados e desativados, esses ganchos não são executados. Sempre se atente a esse detalhe ao escolher um plugin de terceiro para usar nessa categoria ou no desenvolvimento do seu próprio plugin.

Diferenças dos plugins comuns

Além das questões já levantadas acima, os mu-plugins não possuem muitas diferenças dos plugins normais do WordPress. Toda a parte de declaração dos metadados é feita da mesma forma, a utilização das APIs do WordPress também podem ser usadas de modo normal, só tomando cuidado para não utilizar os ganchos de ativação do plugin.

Uma diferença importante está na pasta de instalação dos mu-plugins. Diferente dos plugins comuns que são instalados dentro da pasta wp-content/plugins os mu-plugins devem ser instalados dentro da pasta wp-content/mu-plugins, pasta essa que deve ser criada, pois não existe por padrão no WordPress. Além disso os mu-plugins só são reconhecidos se o arquivo principal do plugin com os metadados for colocado dentro da pasta mu-plugins, se colocados em subpastas não são reconhecidos. No final desse artigo veremos como contornar esse comportamento.

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Testando mu-plugins

Vamos ver na prática como criar um mu-plugin básico, instalar no WordPress e ver como se comporta?

Acesse a pasta wp-content de uma instalação de teste do WordPress e crie a pasta mu-plugins:

Imagem pasta mu-plugins WordPress

Dentro dessa pasta crie um arquivo com nome de treinaweb.php e insira o seguinte código:

<?php
/*
Plugin Name: Treinaweb mu-plugin
Description: Plugin de teste criado no artigo sobre mu-plugins do Treinaweb
Version:     0.0.1
Plugin URI:  https://treinaweb.com.br/blog
Author:      Treinaweb Cursos
Author URI:  https://treinaweb.com.br

Copyright 2017 Treinaweb

*/

add_action('wp_footer', function(){
    echo "<h1>Impresso no mu-plugin</h1>";
});

Acesse a página de administração de plugins do WordPress e veja que ele mostra um filtro com nome indispensável, onde lista nosso plugin:

must-use plugin no painel do WordPress

Com isso já temos nosso plugin ativo. Acesse as páginas do site e veja no rodapé a mensagem que adicionamos dentro do plugin:

mu-plugin funcionando no wordpress

Carregando mu-plugins dentro de subpastas

Conforme já explicado, o WordPress só encontra os mu-plugins dentro da pasta principal dele, mas existe a possibilidade de criar proxies para carregamento dos plugins dentro de subpastas. Veja no vídeo de dica abaixo como isso é possível:

Conclusão

Os mu-plugins são uma ótima opção para o carregamento de plugins essenciais para o projeto, mas devem ser usados com cuidado, não substituindo o gerenciamento de plugins convencional do WordPress. Deve-se analisar a real necessidade de instalar um plugin nesse modo. Lembrando também que a atualização desse tipo de plugin deverá sempre ser feita de forma manual e que não podem ser usados neles os ganchos de ativação e desativação.

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