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Índice do TIOBE aponta que Python supera PHP em popularidade
10 de February de 2011
De acordo com dados divulgados pelo Programming Community Index do TIOBE, referentes a fevereiro de 2011, a linguagem Python superou o PHP em popularidade, e o C# está se fortalecendo cada vez mais. Em relação ao índice dos últimos anos, as duas principais linguagens mais populares permanecem sendo Java e C, enquanto que o C ++ passou do quarto para o terceiro lugar.
O Python passou da sétima posição no ano passado para a quarta posição neste ano, enquanto que o PHP foi da terceira para a quinta colocação no ranking. A tendência é mostrada no compartilhamento de popularidade, já que o Python ganhou 2,72% em relação ao ano passado, enquanto que o PHP caiu 3,03% no mesmo período. O C# está em sexto lugar e ganhou 1,79% no ano de 2010.
O índice TIOBE é elaborado tendo como base dados recolhidos junto a promotores designados e a fornecedores de produtos de software, através dos motores de busca de Google, Wikipedia, YouTube, Baidu e Yahoo!
Fonte: Under Linux
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Curso de API do Twitter com PHP
30 de January de 2011
Boa tarde!
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Equipe TreinaWeb
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PHP para Android
4 de November de 2010

Você é programador PHP? Então se prepare, porque graças ao esforço de um empresa espanhola, o PHP para Android pode virar realidade e ampliar o universo de desenvolvimento para a plataforma móvel do Google.
Apesar de já existirem milhares de aplicativos no Android Market, a linguagem Java usada para desenvolver aplicativos Android ainda é uma barreira para muitos desenvolvedores. O PHP para Android deve abrir novos horizontes, além de permitir que outras linguagens comuns como o Python e Perl sigam o mesmo caminho.
O projeto tem como base outro projeto do próprio Google conhecido pela sigla SL4A, e permitirá que os desenvolvedores distribuam e vendam os aplicativos feitos em PHP da mesma forma que os criados atualmente em Java.
Veja o vídeo do PHP para Android em ação:
Clique aqui para assistir o vídeo: PHP para Android
Acesse http://phpforandroid.net para baixar os programas e instalar o PHP para Android.
Fonte: Android Brasil
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Novo PHP versão 6 promete ser polêmico
20 de April de 2010

A versão atual do PHP é a 5.3 mas o núcleo de desenvolvimento da linguagem já trabalha na versão 6. Da versão 4 para a 5 da plataforma ocorreram modificações profundas, tanto que muitos scripts deixaram de funcionar. Isso ocasionou uma série de transtornos para desenvolvedores, prestadores de serviço e usuários da linguagem. E, principalmente, um atraso muito grande na adoção da versão 5. É comum, quando se contrata um servidor de hospedagem, encontrar suporte ao PHP4 e ao PHP5 (este último normalmente em suporte Beta) pois existe uma preocupação dos prestadores de serviço em suportar os scripts mais antigos, que ainda são maioria.
A versão 6, que gera muitas discussões nas listas de desenvolvimento oficiais do PHP, pode retirar muitas características da plataforma em uma operação de enxugamento para torná-la mais prática de ser usada. O problema, novamente, é a compatibilidade legada. Com as características que devem ser abandonadas muitos scripts escritos para as versões 4 e 5 podem, outra vez, parar de funcionar. Enquanto a equipe que desenvolve o PHP está obviamente preocupada em tornar a linguagem mais profissional fica a dúvida se essas modificações constantes podem afetar a credibilidade e a adoção do PHP como ferramenta de desenvolvimento.
A notícia de que mudanças no PHP6 poderiam criar incompatibilidade com o legado das versões 4 e 5 surgiu de um dos desenvolvedores da linguagem, Derick Rethans. Ele afirmou publicamente que, entre outras coisas, o PHP6 dará suporte ao Unicode. Isso tornaria as aplicações escritas em PHP mais internacionalizáveis, aumentando a flexibilidade do que pode ser escrito com a plataforma. Entretanto, ao contrário dessa modificação, as outras propostas retiram características que, quando usadas por scripts de outras versões, podem ocasionar em erros de execução paralisando os serviços. Entre o que está planejado para mudar no PHP6 aparece:
1- Remoção completa de register_globals Desde a versão 4 do PHP fala-se em abandonar essa característica assim programadores mais experientes já produzem código sem usá-la. Ainda que aplicativos escritos por desenvolvedores menos preocupados possam deixar de rodar na versão 6 o impacto disso dever ser pequeno sobre os aplicativos profissionais.
2- Remoção de magic_quotes_* Boa parte dos programadores PHP sequer as usa e seu abandono já era discutido há muito tempo. Deve ocasionar pouco impacto sobre a plataforma.
3- O PHP6 deve incluir um mecanismo para que os desenvolvedores desliguem opções do ambiente que o administrador do site tenha deixado ligadas por padrão, e vice-versa. Aqui vemos luzes vermelhas, pois os usuários não deveriam poder alterar opções do sistema sem o uso de um mecanismo que limite o que pode ser alterado, nos moldes do Apache. Não há indicação de que esse sistema vá existir o que pode gerar a situação incômoda do desenvolvedor administrar mais o sistema do que o próprio administrador. É apenas uma suspeita de nossa equipe que essa característica vá trazer problemas, mas a possibilidade está em aberto.
4- Remoção do safe_mode e foco no uso de open_basedir O open_basedir é mais restritivo que o safe_mode e por isso permite uma flexibilidade maior, entretanto em servidores que armazenem diversos sites distintos (que é o caso mais comum na internet) o compartilhamento de scripts pode tornar-se problemático. Ponto para a segurança, mas os administradores de sistemas com PHP6 terão que suar um pouco mais a camisa.
5- Remoção de tudo que foi marcado como desatualizado desde o PHP 3/4 Muitos scripts, principalmente os mais “antigos” vão parar de funcionar definitivamente, exigindo que o código seja revisado e reescrito. Somando à isso o fato de querer aproveitar as novas funcionalidades vai haver muita gente decidindo que a migração não vale a pena ou que é melhor escrever a aplicação do zero do que ficar tapando buracos em código legado.
6-Tornar os identificadores sensíveis à caixa do texto Aqui haverá um problema para desenvolvedores de Windows, que podem não estar acostumados com essa característica já existente em diversas outras linguagens, como o C/C++, por exemplo. Desenvolvedores UNIX não sentirão diferença pois nessa classe de sistema operacional a sensibilidade à caixa é padrão. Nesse aspecto os hábitos antes alimentados pelo PHP podem exigir adaptação de parte dos desenvolvedores. Além disso, scripts escritos com pouco cuidado podem parar de funcionar.
7- Remoção de vários aliases de funções Scripts que fazem uso desses aliases não irão funcionar na nova versão do PHP. É uma simplificação boa, já que é melhor ter apenas um nome para cada coisa, e vai reduzir a complexidade do desenvolvimento. Mas outra vez os desenvolvedores terão que optar entre permanecer com uma versão antiga da linguagem ou trabalhar para modificar o código existente.
Essas são as principais modificações propostas para a versão 6 do PHP, que irão exigir cuidado dos profissionais que decidam pelo upgrade em seus servidores. Entretanto não são as únicas, mmuitas outras propostas e suas conseqüências podem ser observadas aqui. Certamente elas devem atrasar a adoção da nova versão, como aconteceu com o PHP5. Na versão 5 muito foi feito no sentido de tornar a linguagem orientada à objetos. Isso permite que os programadores escrevam aplicações mais complexas e maduras, mas as incompatibilidades com o legado das versões 3 e 4 do PHP foram um grande obstáculo para a adoção do PHP5. De tal sorte que o PHP5 ainda não tornou-se o padrão para as aplicações PHP no mundo, havendo uma forte presença do PHP4 no mercado.
O fato do cPanel demorar cerca de 6 meses para retirar do estágio Beta qualquer modificação na plataforma PHP irá atrasar a migração de boa parte dos usuários. Muitos scripts livres e gratuitos que são usados por uma parte grande do mercado, cujos administradores não são programadores e usam código de terceiros, podem demorar para serem migrados para o PHP6 paralisando ainda mais o movimento de migração para a nova versão. As mudanças da versão 4 para a 5 obrigaram muitos desenvolvedores a reescrever seus scripts do zero e as quebras de suporte legado propostas para a versão 6 irão deixar muitos programadores descontentes.
Ainda que os aplicativos desenvolvidos para o PHP4 que não tenham recebido adaptação para a versão 5 possam ser reescritos ou adaptados diretamente para a versão 6 é impossível negar que os programadores ficarão desconfiados. Começar os trabalhos para levar seus scripts para a versão 6 valerá a pena? Haverá outra quebra de suporte legado em uma futura versão 7? Essas perguntas agora encontram-se atrás de uma cortina de fumaça e devem levar algum tempo para serem respondidas. Talvez o mercado só comece a migrar realmente para o PHP6 quando o grupo que desenvolve a linguagem comprometer-se a manter suporte para uma nova versão. Podem se passar 2 ou 3 anos até que uma migração forte para a nova versão 6 seja verificada no mercado e até lá provavelmente poucos decidirão investir tempo e dinheiro para adaptar scripts antigos para a versão 5, dando uma sobrevida inusitada ao PHP4.
Essas mudanças na plataforma PHP que causam falta de compatibilidade com aplicações legadas são reflexos de um projeto pouco estruturado. A mudança de foco do PHP, desde seu nascimento até hoje, também contribuiram para que mudanças tão profundas fossem levadas à cabo. E é indiscutível que esse tipo de acontecimento abala o respeito que o mercado tem por dada solução. Essas guinadas bruscas demandam retrabalho de profissionais cuja hora de serviço não é das mais baratas. Produtos de empresas consolidadas, como Microsoft, Oracle, e outras, raramente colocam seus clientes em posições tão desconfortáveis em tão curto espaço de tempo. Esse panorama deixará muitos tomadores de decisão avessos ao PHP ainda que as mudanças efetuadas sejam reconhecidamente necessárias e bem vindas pelos profissionais técnicos.
Em uma análise mais profunda esse tipo de situação pode servir para o pessoal do Software Livre repensar um pouco mais a forma como grandes projetos é manejada. Não são raros os casos de projetos livres que obrigaram seus usuários a passarem pelo mesmo tipo de situação que o PHP.
Fonte: Meiobit
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PHP – Incluindo páginas no documento com Segurança
19 de March de 2010
Vamos mudar um pouco o tema, para dar uma dica simples: Como incluir um arquivo PHP com segurança através de QueryString ( Passagem de parâmetros ).
Por exemplo: http://www.seusite.com.br/?page=contato
O “segredo” da segurança é criar um Array ( White List ) das páginas PHP que existem no servidor e que poderão ser incluídas na página.
<?php $validas = array('cursos','matricula','contato','busca'); if ( in_array( $_GET['page'] , $validas ) ){ require_once( $_GET['page'] . ".php"); }else{ require_once("meio.php"); } ?>
O código é bem intuitivo, verificamos se o arquivo da QueryString “page” existe no Array White List de páginas liberadas, se existe, inclui, se não existe, então inclui a meio.php ( Suponha que esta seja a página index do site, a página que aparece quando o site é carregado. )
Usar require_once também é importante para a segurança, uma vez que, se o script a ser incluído estiver com problema, o require_once para a execução da página e mostra uma mensagem de erro, já o include continua a execução da página, podendo expor informações importantes de segurança.
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Trabalhando com headers em PHP
14 de May de 2009
Algumas vezes é necessário utilizar a função header no PHP, por isto mostraremos neste tutorial a maior parte das coisas que você pode fazer com esta função.
Para quem não sabe , a função header do PHP envia e altera informações do header http do browser.
Vamos ao tutorial:
1 – O header do http permite enviar varias informações para o browser, como um redirecionamento da pagina:
<?php header("Location: http://www.treinaweb.com.br/blog"); ?>
Neste caso o browser será redirecionado assim que começar o carregamento da pagina. É recomendado sempre utilizar urls completas, porque alguns browsers (antigos) não suportam urls relativas.
2 – Também é possível mudar o content type do documento.
<?php header("Content-Type: text/css"); ?>
Agora você pode apontar para o arquivo css.php, como se fosse um arquivo css. Com isto é possível criar dinamicamente arquivos css, sendo útil ao projetar css para funcionar em qualquer browser e resolução.
3 – É possível forçar o browser a exibir a janela de download e ter um nome recomendado para o arquivo.
<?php header("Content-Type: image/jpeg"); header("Content-Disposition: attachment; filename=imagem.jpg"); ?>
Com isto o browser mostrará a janela de download, com o nome do arquivo sendo imagem.jpg, independente do nome do arquivo php.
4 – Você também pode enviar erros específicos ao browser.
<?php header("HTTP/1.0 404 Not Found"); ?>
É importante não esquecer as diferentes mensagens de erro e o que elas significam.
5 – Finalizando, gostaríamos de sugerir, que sempre utilize o exit para ter certeza que nada depois do código será executado, a menos que o código seja utilizado para trazer uma imagem ou informações necessárias para o arquivo.
<?php header("Location: http://www.treinaweb.com.br/blog"); exit; ?>
Se você quiser se aprofundar mais na função header, ou estes exemplos não atendem suas necessidades, sugerimos que leia documentação oficial e na integra da função, que pode ser encontrada aqui.
Até a próxima!
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Pegadinha IF em PHP
5 de May de 2009
Básico? Sim, mas vamos a uma pequena dica para aqueles que programam em PHP.
Sem executar, diga-nos: Qual é o resultado dos dois IFs abaixo?
if ("6 Galinhas" + "4 Patos" == "10 Aves") { echo "Expressão Verdadeira!"; } else { echo "Expressão Falsa!"; } if ( 0 == "Não Encontrado") { echo "Expressão Verdadeira'; }else{ echo "Expressão Falsa!"; }
Se dissermos que ambos irão retornar verdadeiro como resultado, você acreditaria? OK, pode testar, não somos muito malucos.
Ainda não acredita? ou acha que não é PHP? Veja a explicação lógica para isto:
No primeiro exemplo, quem programa em PHP deve saber, que o operador ‘+’ é somente para expressões aritméticas (para concatenação, utiliza-se o ‘.’- ponto), então o PHP reconhece o primeiro digito das strings “6 Galinhas”, “4 Patos” e “10 Aves”, converte a string para o tipo inteiro e assim ignorando as palavras e deixando somente os números, resultando em 6 + 4 == 10, sendo assim o resultado será verdadeiro.
Já no segundo caso, o PHP irá reconhecer o número 0 e tentará converter a string “Não encontrado” para o tipo inteiro, pelo fato de não haver número na string a tentativa irá falhar e retornará Falso, como falso em PHP é 0(zero), então a pergunta será se 0(zero) == 0(zero), que também irá retornar verdadeiro.
Pode ser algo simples, mas quem está começando, pode perder alguns minutos até encontrar este “problema”que não ocorreria em outras linguagens.
Até a próxima!