Internet

Conheça os principais termos e siglas do marketing digital

A mídia digital é uma fonte crescente de entretenimento e interação. Por isso, o marketing digital já foi definido como o futuro do marketing tradicional, devido aos métodos de comunicação digitais serem mais rápidos, versáteis e práticos.

A internet faz parte do dia a dia de seus consumidores e você deve acompanhá-los. Eles podem ver desde o que você diz sobre sua marca, mas também o que a mídia e amigos também falam. E é comum os consumidores darem mais credibilidade no que as pessoas falam de uma empresa do que a empresa fala sobre si própria.

Muitas pessoas costumam pesquisar na internet opiniões de outrem antes de comprar um determinado produto, seja para saber da sua qualidade, se realmente compensa, se a empresa é confiável, se entregam no tempo estimado.

Hoje em dia, o marketing digital é um dos melhores investimentos que uma empresa pode fazer. Com ele, você pode conhecer bem seu público para se comunicar com ele da melhor maneira possível, podendo envolver seus consumidores, utilizando desde e-mails a mídias sociais. Você também pode analisar os resultados de uma ação feita com o marketing digital.

Um marketing digital bem planejado e executado se torna essencial. Com ele você consegue ganhar mais reconhecimento, visibilidade e aumentar sua presença na internet.

Se você é iniciante e quer trabalhar na área ou é empresário e deseja levar isso para sua empresa, saiba que não é tão difícil assim. Para te ajudar, separamos alguns termos e siglas que você deve conhecer para começar nessa área.

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Vamos lá?

Alcance: quantidade de pessoas que visualizaram um post ou campanha que você veiculou.

Alcance orgânico: quantidade de pessoas que visualizaram um conteúdo naturalmente, sem que houvesse nenhum investimento pago para isso.

Alcance pago: quantidade de pessoas que visualizaram um conteúdo, mas que houve um investimento pago.

Application Programming Interface (API): grupo de padrões onde é possível integral facilmente softwares, aplicativos e outras plataformas web.

Banner: elemento gráfico de publicidade, podendo ser uma imagem ou vídeo, geralmente fica no topo das lojas virtuais para atrair a atenção do consumidor.

Black Hat SEO: estratégias que utilizam trapaças para enganar ferramentas e posicionar seus sites no topo dos resultados.

CAC (Custo de Aquisição por Cliente): investimento médio em esforços para conquistar um cliente, considerando os investimentos e número de clientes adquiridos no mesmo período.

Conversão: retorno do investimento quando o consumidor adquiri um produto/serviço ou realiza alguma ação desejada pela empresa, como a solicitação de um orçamento ou até a inscrição em uma newsletter.

CPC (Custo por Clique): custo que você só pagará quando o seu anúncio receber um clique do usuário. É muito utilizado em campanhas de links patrocinados, cujo objetivo é fazer com que o consumidor clique em uma publicidade e vá para o site do anunciante.

Engajamento: é o envolvimento e interação que o usuário tem com sua marca, como comentários, curtidas, reações e compartilhamentos.

Inbound Marketing: voltado ao ambiente criado pela internet, onde por meio de algumas técnicas, os clientes cheguem até sua marca através de publicação em blogs, redes sociais, vídeos, etc.

Landing Page: página destinada à um tipo de conversão, sobretudo à criação de leads.

Lead: potencial consumidor que demonstrou interesse em consumir seu produto/serviço por meio de um cadastro.

Link patrocinado: publicidade dos buscadores, como o Google, que permite que as marcas criem anúncios relacionados à pesquisa de um usuário, a fim de atrair novos clientes.

Outbound marketing: marketing mais tradicional, em que a marca vai atrás do cliente ativamente e tenta convencê-lo a comprar.

Opt-in: é a autorização dada pelo consumidor, para receber e-mails de conteúdo de uma determinada empresa.

Palavra-chave: principal instrumento de uma pesquisa. Pode ser usada para classificar o seu anúncio ou para segmentar uma publicidade, por exemplo.

Page rank: métrica utilizada pela Google dentro do seu algoritmo para entender a importância de um site, a fim de avaliar e ranquear os sites nas páginas, indo do resultado da mais relevante para a menos relevante.

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Page-view: número de visualizações de uma página na internet.

Persona: perfil criado que representa o cliente ideal, compreendendo melhor seu cliente e o que ele precisa. Além de guiar as estratégias de marketing e vendas.

Publieditorial: conteúdo patrocinado por uma empresa e publicado em um canal de conteúdo, como um blog ou portal.

ROI (Return on Investiment): retorno sobre o investimento feito em uma campanha. Primeiro deve-se subtrair o custo da campanha pela receita gerada e, depois, dividir o total pelo custo. Na sequência, multiplica-se o resultado por 100.

Segmentação: ato de separar os consumidores em diferentes grupos conforme suas necessidades, preferências, características, etc… a fim de garantir que campanhas de marketing sejam sempre direcionadas para as personas certas.

Search Engine Marketing (SEM): estratégias de marketing digital que tem como objetivo colocar em destaque suas páginas na resposta de grandes buscadores, como o Google.

Search Engine Optimization (SEO): conjunto de técnicas de otimização que um site pode adotar para se posicionar melhor nos resultados dos buscadores de forma orgânica.

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SERP: página de resultados que aparece para o usuário assim que ele procura por determinado assunto.

Taxa de abertura: quantidade de pessoas que abriram seu e-mail, dividida pelo número de pessoas que o receberam.

Taxa de clique (CTR): quantidade de cliques nos links dentro das campanhas de e-mail marketing ou redes sociais.

Visitante: pessoa que fez uma visita ao seu site, blog ou e-commerce.

Visita: número de vezes em que alguém acessou seu site, blog ou e-commerce.

White hat SEO: táticas para posicionar melhor seu site no Google que são recomendadas pelo buscador.

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Cabos submarinos: sua internet cruzando oceanos

Você já se perguntou como os dados trafegam de uma cidade até a outra? Entre países? Ou melhor, entre um continente e outro?

Provavelmente você já passou por situações em que tem a necessidade de ligar para uma nova operadora de internet para instalá-la em sua casa e obteve a seguinte resposta: “- No momento nós não temos uma rede cabeada próximo à sua residência, mas em breve a fibra óptica chegará até você e poderemos lhe oferecer o nosso produto”. Neste caso, fica fácil imaginar que a sua internet irá chegar via cabo da sua residência até a operadora que irá contratar e utilizarão, possivelmente, postes de energia elétrica como suporte para colocar os cabos. Isso se dá entre uma cidade e outra, regiões próximas, etc.

Mas o que acontece entre regiões separadas por oceanos? Brasil e Europa? EUA e Japão? Neste ponto entram os cabos transoceânicos. Então, vamos conhecer mais sobre eles, os responsáveis por conectar você até os cantos mais distantes do mundo.

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Um pouco de história

Cabos de comunicação ligando regiões através de oceanos não é algo tão novo assim. O primeiro foi lançado ao mar em meados de 1851 no canal Inglês de Dover. Em 1958, foi lançado o primeiro cabo submarino transatlântico metálico que ligava a Inglaterra a América do Norte. Era muito frágil e a largura de banda era muito limitada, permitia apenas o envio de duas palavras por minuto. A primeira mensagem transmita foi: “Glory to God in the highest, and on Earth, peace, good will to men” (“Glória a Deus no alto, e na Terra paz e boa vontade aos homens”, na tradução).

No Brasil, o primeiro cabo lançado ao mar ocorreu em 1857, fazia parte da primeira linha telegráfica brasileira e ligava a Praia da Saúde no Rio de Janeiro à cidade de Petrópolis.

Claro que os primeiros cabos lançados ao mar não eram tão resistentes e a latência era relativamente baixa, já para a época. Porém, isso mudou bastante graças ao desenvolvimento de cabos metálicos e posteriormente cabos ópticos.

Conectando o mundo

Para manter as diversas partes do mundo conectadas não é uma tarefa fácil. Vai desde o planejamento, produção dos cabos e definição de rotas até futuras manutenções.

Antes de jogá-los ao mar é necessário um bom planejamento da melhor rota possível para a instalação. É feita uma avaliação do local para que o caminho escolhido seja o mais plano possível, não contenha fendas e que não seja um local de oscilações de terremoto ou qualquer influência que possa interferir de maneira negativa na transmissão dos dados.

Após este trabalho minucioso de escolha das rotas a serem seguidas, é hora de lançar os cabos ao mar. Para isso é necessário um navio para realizar o transporte e lançamento dos cabos enquanto um robô submarino faz seu serviço no fundo do oceano realizando uma pequena escavação para deixar os cabos. Você pode ver este processo de forma resumida no vídeo abaixo produzido pela Global Marine Systems.

Mesmo após uma boa análise para o lançamento dos cabos, eles ainda podem sofrer danos. Como por exemplo ser atingido por barcos de pesca ou serem atacados por tubarões (parece estranho, mas acontece).

Estes cabos estão por toda parte, atualmente são mais de 360 cabos no fundo dos oceanos, ligando vários países e continentes. Apenas a antártica não possui nenhum ponto de conexão com estes cabos. Você pode ver no mapa abaixo as rotas existentes até o momento:

Atualmente o cabo óptico submarino de maior extensão é o SeaMeWe-3, com o tamanho em torno de 39.000 Km saindo do sudeste Asiático, passando pelo Oriente Médio até a Europa conectando 32 países.

Como você já deve ter percebido, manter o mundo conectado não é algo simples e, consequentemente, não muito barato! São milhões de dólares envolvidos em uma conexão submarina. Mas se os cabos submarinos são expostos a vários perigos além de ser caro, por que não utilizar satélites?

Os cabos submersos são bem mais vantajosos, principalmente por dois motivos: não estão sujeitos a chuvas fortes ou tufões que podem afetar o sinal da comunicação via satélite e a distância percorrida pelo sinal é bem mais curta pelo fundo do mar do que via satélites que orbitam à terra. Além disso, a velocidade de transmissão via fibra óptica chega até 1.000 vezes maior do que a comunicação via satélite. Hoje, a média de velocidade dos cabos transoceânicos chega a aproximadamente 4 Tbps (Terabites por segundo).

Futuras conexões Brasileiras

O Brasil já possui vários cabos que ligam à América do Norte, Sul e Central e alguns à Europa e África. Contudo o número de conexões deve aumentar.

Já está planejado um cabo ligando o Brasil à Angola, previsto para entrar em funcionamento em julho de 2018. Este cabo ficou denominado como “South Atlantic Cable System (SACS)” e possuirá uma extensão de aproximadamente 6.200 Km através do Oceano Atlântico. Além disso, o SACS prevê uma capacidade média de 40 Tbps.

Além do SACS, outro cabo pretende ligar Brasil e Espanha até 2019. Este projeto possui um investimento estimado de R$ 660 milhões (aproximadamente 212 milhões de doláres) que custeará o projeto e instalação de aproximadamente 12.200 Km de cabos ópticos.

Agora, quando você estiver trocando mensagens com pessoas ou acessando sites do outro lado do mundo, saiba que o caminho percorrido pelos seus dados é bem mais complexo do que você imaginava.

Compartilhe com a gente o que você achou dos cabos transoceânicos.

Um abraço e até a próxima!

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