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  • Três dicas para vencer desafios do ambiente de TI


    20 de January de 2012

    São três as estratégias usadas por um grupo profissionais para lidar com os desafios de ambientes de TI, cada vez mais complexos. Ou seja, avaliar o software em relação às vulnerabilidades antes de comprar, mudar de fornecedor e não de expectativas e fazer mudanças de forma frugal.
    1- Avaliar o software quanto às suas vulnerabilidades: é a filosofia adotada na Universidade de West Virginia. A instituição pede, cada vez mais, aos fornecedores de software para submeter os seus produtos propostos a um exame de avaliação de vulnerabilidades, antes de comprá-los.

    “Faz parte do processo contratual”, explica Alex Jalso, diretor-assistente de segurança da informação na universidade. O responsável utiliza o software IBM AppScan Enterprise como ferramenta de avaliação de vulnerabilidades, de análise e de correção de fragilidades de código.

    Jalso diz que o procedimento de análise permite à instituição ter um olhar mais profundo sobre o código. Como é de propriedade intelectual do fornecedor, a universidade compromete-se a trabalhar sob sigilo e não divulgar quaisquer questões que possam surgir.

    A organização ainda não convenceu todos os seus fornecedores de software, mas caminha nessa direção. A AppScan também é usada pela universidade para analisar eventuais falhas de segurança em aplicações web desenvolvidas internamente antes de entrarem em produção.

    Qual é a importância desse aspecto? Jalso diz que se trata de antecipar a identificação de pontos fracos no software, capazes de se tornarem um caminho de ataque para hackers e malware.

    Há uma série de questões jurídicas a considerar, também, como não violar as diretrizes de proteção de dados relacionadas com várias normas (HIPAA, PCI e FerpaA). A universidade considera não ser pedir demais a um fabricante que sujeite o seu software a um teste de vulnerabilidade – e na realidade, nem mesmo fazer isso várias vezes conforme ocorram mudanças na base do código, diz Jalso.

    2- Mudar de fornecedor em vez de alterar expectativas: Ross Elliott é gestor da rede para as escolas públicas de Brick Township, em Nova Jersey, um distrito com 12 escolas e 10 mil alunos. O departamento de TI para o distrito escolar oferece acesso à Internet com fio e sem fio para alunos e professores.

    Mas a parte mais aberta da rede sem fio mostrou sinais de tensão e congestionamento quando o número de alunos usuários aumentou, no início de 2011. Como efeito colateral, a firewall Astaro e o serviço da Comcast “não funcionavam bem juntos”, explica Elliott. Segundo ele, a configuração de firewall, baseada num “proxy” pode ter sido fator importante.

    Contudo, o responsável também estava insatisfeito com o suporte fornecido. O nível de disponibilidade da rede sofria queda e em junho a rede sem fio começou a ter desempenho fraco e “o departamento de TI foi bombardeado com telefonemas”, conta.

    O departamento da escola foi capaz de resolver os problemas de rede durante o verão, atualizando a largura de banda e adaptando firewall da SonicWall. E Elliott diz que podem ser necessárias mais mudanças no acesso à rede da escola para suportar os que são realizados por meio de dispositivos móveis.

    A Columbia Grammar and Preparatory School, em  Nova York, tinha cerca de 450 computadores Macintosh para uso em salas de aula, e não estava feliz com o desempenho dos servidores da Apple, há muito tempo. Por isso, mudou para servidores Windows, obtendo  melhores desempenhos no apoio aos computadores Macintosh, de acordo com Adam Gerson, codiretor de tecnologia da escola. Embora seja um fã dos Mac, numa “escola Mac”, não deixou que isso o impedisse de experimentar uma alternativa  aos servidores da Apple.

    3-Correção rápida: como em muitos sistemas escolares nos Estados Unidos, os professores realizam cada vez mais procedimentos de rotina online em vez de usarem papel. É o caso do grupo de cinco escolas do Belchertown School District, em Massachusetts.

    Professores e alunos vão a plataformas online para obter material das aulas ou outro tipo de suporte. O distrito começou a usar uma aplicação chamada PowerSchool, configurada com Cisco UCS a executar desktops virtuais VMware View, ligados a uma plataforma de armazenamento NetApp FAS2020.

    Mas de acordo com Scott Karen, diretor de tecnologia para o distrito escolar, haveria indícios de problemas de excessiva latência relativa à configuração das máquinas virtuais, quando muitos estudantes tentavam autenticar-se e usar o sistema ao mesmo tempo. Além disso, quando os professores usavam as plataformas nas salas de aula, em simultâneo, deparavam-se com a lentidão das mesmas, e a ocorrência de erros de arquivo.

    A falta de capacidade de “caching” nos velhos sistemas NetApp FAS era um problema, diz Karen. E adotar um sistema da NetApp maior e mais recente não era atraente do ponto de vista orçamental, para o distrito escolar.

    No entanto, como participante regular do grupo de usuários locais da VMware,  Karen descobriu uma solução mais econômica. Decidiu adotar um sistema de dois nós Avere FXT para optimizar as capacidades de leitura e registo.

    Foi rapidamente colocado a funcionar, trouxe a latência para um nível tolerável, e constituiu uma lição sobre virtualização de desktops.

    Fonte: Computer World

  • Cinco dicas para tornar os seus negócios mais interativos nas redes sociais


    19 de January de 2012

    Diferente de anos atrás, quando uma empresa mantinha seu foco em campanhas publicitárias para a TV, outdoors de rua e outros veículos de comunicação, hoje, por assim dizer, houve uma grande transformação no conceito de reinventar e divulgar sua companhia para o público.

    Por um lado, as organizações não podem mais se dar ao luxo de desenvolver projetos mais fechados e com chamativas simples, que geralmente não atraem o interesse dos consumidores. Por outro, não se pode optar em não participar e permanecer em silêncio diante das notícias, em especial no que diz respeito à internet, redes sociais e outros desses sites, já que esse ciclo de informações é constante, e exige das empresas cuidado e atenção para não hesitarem.

    Com o aumento dos canais de mídia social, existe a necessidade de se comunicar facilmente – e simultaneamente – com os usuários. Dessa forma, que tipo de mensagem sua marca visa transmitir aos clientes socialmente engajados?

    Foi pensando nisso que o site Social Media Examiner elaborou cinco dicas de como você e sua companhia podem formular seus objetivos de forma confortável, fácil, rápida e confiante, para então tornar sua marca ainda mais eficaz no mercado da competitividade.

    1. Determine a personalidade da sua marca

    Grande parte das pequenas empresas cresce gradualmente, acrescentando clientes e serviços ao longo do tempo. À medida que evoluem, elas garantem uma reputação de como conseguem evoluir e fazer bons negócios, determinando, assim a voz da sua marca. Com isso, ao identificar os traços de personalidade da sua companhia, os clientes terão razões para chegar até você

    Um bom exemplo dessa situação é comparar a marca da sua empresa a um tipo de carro, rede de hotéis ou até a um CEO de alguma multinacional, para saber qual deles melhor representa a sua mensagem. Richard Branson ou Bill Gates? Land Rover ou Porsche? Com qual deles você tem mais a ver? Definir o seu personagem lhe dará mais convicção acerca de como alcançar bons resultados.

    2. Identifique o público e sua verdadeira audiência

    Com a quantidade de dados que estamos sujeitos na geração atual, o mesmo produto pode servir para diferentes tipos de grupos. Por isso, certifique-se de conhecer o público que é mais receptivo à sua mensagem e que está mais de acordo com as propostas da sua marca.

    Por exemplo: se você é uma empresa B2B (Business-to-business), sites como LinkedIn e Google+ podem ser um terreno melhor e mais direcionado do que um serviço de ofertas profissionais no Twitter para seguidores aleatórios. Ao invés de uma abordagem menos direta, alinhe sua marca e empenhe o potencial de seus recursos para as comunidades que irão responder a suas demandas.

    Junte-se a subgrupos específicos da indústria e fóruns para se mostrar participativo, oferecendo respostas pensadas em sua área de especialização. Além disso, é importante que você faça a medição da influência de sua marca no mercado de negócios. Para isso, existe uma opção eficaz e gratuita que, inclusive, já falamos aqui no Olhar Digital: o Klout, um serviço que mapeia sua participação nas principais redes sociais da atualidade e lhe fornece gráficos, dados e outras informações demográficas sobre como sua empresa/mensagem tem se saído na internet.

    3. Desenvolva um objetivo mais consistente

    Algo fundamental para o crescimento da marca é a sua consistência. Por isso, não deixe de transmitir um estilo familiar de mensagens ao se comunicar com os demais consumidores. Vale lembrar que não há uma maneira certa ou errada de falar: o importante é saber falar com o público – que não exige frases mais fechadas. Seja mais próximo do seu cliente, utilize de uma linguagem mais informal (sem deixar a seriedade de lado), elabore uma comunicação mais sociável. Conheça-o.

    Contudo, não adote um perfil de multi-personalidades, como ter um lado mais rígido no Facebook, e no Twitter uma versão menos séria. Isso pode causar um certo transtorno para os usuários. Se vários funcionários contribuem para suas mídias sociais, certifique-se de que eles compreendem a personalidade de sua marca (como foi dito no item 1).

    4. O tempo é tudo

    Saber quando falar é muitas vezes crucial para estabelecer um contato confiável de sua marca no mercado. Se antecipar exageradamente ou esperar muito tempo pode dar a impressão de que você não está antenado ao que está acontecendo. Se organizar e mostrar-se ponderado é a melhor solução.

    Uma maneira simples que pode amenizar eventuais problemas desse gênero é o Google Alerts. Nele, você pode delimitar um assunto-chave na sua indústria, de modo que seus funcionários estarão informados, esclarecidos e preparados para oferecer insights e comentários quando for necessário.

    Outros meios, como o Twitter, por exemplo, também são ótimas ferramentas para estar por dentro – e em tempo real – sobre os principais fatos do dia a dia. E não se esqueça: cada segundo pode ser um fator determinante para definir a sua marca. Leia e responda os comentários de seus clientes para não se esquecer e ficar para trás.

    5. Praticar é essencial

    Hesitar pode gerar falta de confiança. E nada constroi melhor a confiança do que a prática. Felizmente, a web oferece uma ampla oportunidade para aperfeiçoar o poder da sua marca. Você pode começar com o blog da empresa (caso já exista um) e construir uma biblioteca de artigos úteis para seus clientes.

    Tais artigos podem ser reaproveitados a vários diretórios, que vão amplificar sua mensagem. Elabore alguns tweets, faça atualizações diárias no Facebook, contribua com o seu perfil no LinkedIn, e você terá o reconhecimento esperado para o seu setor. Sabendo bem que tipo de personalidade sua marca possui e o público a ser atingido, as características da sua empresa serão aprimoradas, para então melhorar e fortalecer sua voz no mercado de negócios.

    Ao seguir estas cinco dicas, você provavelmente se sentirá mais à vontade para se comunicar e alcançar uma audiência maior de sua marca e empresa. E qual sua opinião? Diga suas experiências nos comentários abaixo.

    Fonte: Olhar Digital.

  • 10 dicas para se livrar dos incômodos ao navegar na web


    18 de January de 2012

    Seu navegador está te incomodando? Você está cansado de brigar com o IE, Chrome, Firefox ou Safari por causa de coisas simples? Não se preocupe: temos algumas soluções rápidas para os problemas mais comuns. Veja como recuperar uma barra de endereços que sumiu, salvar imagens impossíveis de clicar, sincronizar favoritos entre vários aparelhos e manter suas senhas sempre à mão e seguras.

    1. Encontre uma barra de endereços que sumiu
    Talvez você tenha clicado onde não deveria, ou o gato tenha andado sobre o teclado, mas não importa: de alguma forma a barra de endereços do seu navegador sumiu. Mas não se preocupe, porque recuperá-la é fácil.

    No Internet Explorer, clique com o botão direito do mouse em qualquer barra de ferramentas e marque a opção Barra de Endereços. No Firefox clique no botão Firefox no canto superior esquerdo da tela e selecione o item Barra de Navegação no menu Opções. Ou faça como no IE: clique com o botão direito do mouse sobre qualquer barra de ferramentas e marque a opção Barra de Navegação no menu.

    Se você usa o Safari, segure as teclas Command (Ctrl se você estiver em um PC com Windows), Shift e \. A barra deve reaparecer.

    2. Sincronize seus favoritos
    Sincronizar seus favoritos é algo incrivelmente simples, graças a um utilitário gratuito chamado Xmarks (antigamente conhecido como FoxMarks). Ele armazena seus favoritos “na nuvem”, e você pode acessá-los a partir de qualquer computador. Você pode até criar perfis para diferentes grupos de favoritos, como “Casa” e “Trabalho”.

    Para usar o Xmarks, baixe-o em Xmarks.com e instale-o (ele roda no IE, Firefox, Chrome e Safari). Se for sua primeira vez usando o programa, um assistente irá guiá-lo pelos passos necessários para criação de uma conta e cópia dos favoritos de seu navegador para a “nuvem”.

    Se você já tem uma conta, ou está instalado o Xmarks em um segundo PC, o programa irá pedir para sincronizar os favoritos com a nuvem. Basta pedir para  “mesclar” os favoritos do PC com os armazenados no servidor (ou descartar o que está no PC e pegar uma cópia da lista do servidor) e pronto. A partir de agora, sempre que você salvar um favorito em um PC, ele automaticamente estará disponível no outro.

    3. Use atalhos de teclado para ganhar tempo
    Para quê tirar a mão do teclado e levá-la até o mouse para abrir uma nova aba, se você pode fazer isso usando um atalho de teclado? Aqui estão alguns que irão aumentar sua produtividade. Boa parte desses atalhos é “universal” e funciona em qualquer navegador.

    Gerenciamento de abas e janelas

    Ctrl-T: Abre uma nova aba
    Ctrl-N: Abre uma nova janela
    Ctrl-W: Fecha a aba atual
    F5: Recarrega a página atual
    Ctrl-L: Seleciona a barra de endereços
    Ctrl and +: Amplia/aproxima a página (zoom in)
    Ctrl and -: Reduz/afasta a página (zoom out)
    Ctrl-0: Retorna ao nível de zoom padrão.

    Navegação

    Ctrl-[: Volta uma página
    Ctrl-]: Avança uma página
    Espaço: Desce uma página inteira
    Home: Pula para o topo de uma página
    End: Pula para o fim de uma página

    4. Use sites sem precisar criar uma conta
    Criar contas para acessar conteúdo em um site que você só vai visitar uma vez é um saco, mesmo que você use um endereço de e-mail “descartável” para driblar o spam. Às vezes você só quer confirmar uma informação ou ver um vídeo com um gatinho engraçadinho e nada mais. Mas existe uma forma rápida de driblar a necessidade de registro: use o Bugmenot.

    Trata-se de um site com um banco de dados com nomes de usuário e senhas legítimos para vários sites que exigem registro antes que você possa acessar o conteúdo. O jeito mais fácil de usá-lo é acessar Bugmenot.com e digitar o endereço do site que você está tentando visitar. Em questão de segundos você verá uma lista com os nomes de usuário e senhas disponíveis. Se um deles funcionar, lembre-se de “votar” para que outros usuários do serviço saibam quais combinações são válidas.

    Se você usa o Firefox ou Chrome, pode usar uma extensão do Bugmenot que irá automatizar o processo de login. Se usa outros navegadores, pode experimentar o bookmarklet disponível no site do serviço (basta adicionar o link “Bugmenot Bookmarklet” aos seus bookmarks). Atenção: o Bugmenot não oferece nomes de usuário/senhas para sites pagos.

    5. Bloqueie propagandas incômodas

    Propagandas não são só chatas: elas aumentam o tempo necessário para carregar uma página, e isso pode comer um pedaço do seu plano de dados se você estiver acessando a internet através de um smartphone ou outro serviço com limite de tráfego. Notem que não estamos falando de pop-ups (a maioria dos navegadores atuais inclui um navegador de pop-ups), mas de propagandas embutidas nas páginas, acima ou ao lado do conteúdo.

    Para se livrar delas, instale um filtro de propaganda (também conhecido como “Ad Blocker”) em seu navegador. Usuários do IE podem experimentar o Simple Adblock, e quem usa o Firefox tem à disposição o popular Adblock Plus. Há opções similares para usuários do Google Chrome (AdBlock) e Safari (Adblock for Safari)

    6. Tenha suas senhas sempre à mão

    Lembra-se de uma senha já é difícil, então como fazer para se lembrar de dezenas delas sem anotar em algum canto ou usar a mesma senha em todos os sites? Simples: use um gerenciador de senhas seguro, como o LastPass. Desenvolvido pela mesma equipe do Xmarks, este utilitário é compatível com vários navegadores, incluindo o IE, Firefox, Chrome, Safari e Opera (seja no Windows, Mac OS X ou Linux), e também funciona em smartphones e tablets com Android e iOS, além de BlackBerry, Symbian e Windows Phone 7. Seus nomes de usuário e senhas são armazenados de forma segura em um servidor “na nuvem”, e podem ser acessados a partir de qualquer lugar.

    Depois de baixar e instalar o LastPass você precisará criar uma “conta mestre” que dará acesso ao “cofre” (Vault) com suas senhas. A partir daí é fácil: sempre que você fizer login em um site, o LastPass irá se oferecer para armazenar estas informações no cofre. Na próxima visita ele poderá preencher os dados de login automaticamente para você. Também há um recurso para geração automática de senhas fortes (como “Y6f3ckC8”), para evitar que você reuse senhas ou escolha uma senha fraca na hora de criar uma conta em um site.

    Se você usa múltiplos PCs, instale o LastPass em todos eles para ter acesso a suas senhas a partir de qualquer lugar. E mesmo que você não tenha o LastPass instalado em um PC, ainda poderá acessar suas senhas usando a interface web em LastPass.com. Indispensável.

    7. Salve uma imagem “impossível de clicar”.

    Ocasionalmente você pode encontrar uma imagem na web que quer salvar em seu PC mas ela é “impossível de clicar”. Geralmente porque está protegida por um script que intercepta o clique com o botão direito do mouse, evitando que você salve-a no HD. Mas se você realmente quer uma cópia da imagem, há formas de driblar a “proteção”.

    Uma delas é fazer uma captura de tela: no Windows 7 ou Vista abra a Ferramenta de Captura (Menu Iniciar / Todos os Programas /  Acessórios / Ferramenta de Captura). Clique na seta ao lado do botão Novo e selecione a opção Captura Retangular. Use o mouse para desenhar um retângulo ao redor da imagem que quer copiar, e clique em Salvar Captura para guardar a imagem.

    Outra alternativa é teclar Print Screen para fazer uma captura rápida da tela inteira. Depois abra um editor de imagens como o Paint e  tecle Ctrl-V para “colar” a captura em uma nova imagem. Agora basta salvá-la.

    Se você está em um Mac, pode usar o atalho Command+Shift+4 para fazer uma captura. O cursor vai virar uma “cruz” e basta arrastá-lo para selecionar a área a ser capturada. Quando você soltar o botão do mouse, a imagem será salva automaticamente em seu desktop. Para fazer uma captura da tela inteira o atalho é Command+Shift+3.

    8. Restaure uma aba que você fechou acidentalmente

    Isso acontece sempre: estou tentando fechar rapidamente um punhado de abas, mas acabo passando da conta e fechando uma que não deveria. Se você usa o IE, pode restaurar esta aba clicando com o botão direito do mouse em qualquer outra e selecionando a opção Reabrir guia fechada. Ou use o atalho de teclado, Ctrl+Shift+T, que também funciona no Chrome e no Firefox. Se você usa o Safari, tecle Ctrl+Z.

    9. Imprima só o que você quiser

    Imprimir uma página web é geralmente um transtorno: você acaba gastando uma tonelada de tinta e papel em imagens, links e anúncios que não servem para nada. Felizmente é possível imprimir só o que interessa usando um programa chamado Printliminator.

    Instale-o visitando o site e adicionando o bookmarklet aos seus favoritos. Na hora de imprimir uma página, clique no Bookmarklet e uma pequena barra de ferramentas irá aparecer sobre a janela do navegador, com opções como Remove All Graphics (Eliminar as imagens), Apply Print Stylesheet (Aplicar uma folha de estilo para impressão), Undo Last Action (Desfazer última ação) e Send to Printer (Enviar à impressora).

    Se você quiser eliminar todas as imagens, clique em Remove All Graphics. Se quiser eliminar apenas algumas partes da página, passe o cursor do mouse sobre elas. Você verá que um retângulo vermelho surgirá sobre a seção: basta um clique para fazê-la “sumir”. Para corrigir um erro escolha Undo Last Action, e quando estiver satisfeito com o resultado escolha Send to Printer.

    10. Fique de olho em todas as suas redes sociais

    Um agregador de mídias sociais pode ser a solução para você não perder uma única mensagem sequer de seus amigos no Facebook, StumbleUpon, Google+, LinkedIn e tantas outras redes sociais. O Yoono é um deles, um complemento que funciona no Firefox e no Chrome.

    Ele se conecta a todas as suas redes sociais, incluindo o Facebook, Flickr, FourSquare, LinkedIn, MySpace, Twitter e YouTube, entre outras menos conhecidas, e coloca todas elas em uma imensa barra lateral na janela do seu navegador. Tudo o que você precisa fazer é “passar os olhos” pela barra para saber o que os seus amigos estão fazendo, não importa a rede.

    Se você não se importa muito com o que seus amigos estão fazendo, mas quer compartilhar conteúdo em múltiplas redes ao mesmo tempo, experimente o Ping.fm. Ele pode postar em múltiplas redes direto da janela de seu navegador. Basta criar uma conta, adicionar suas redes na janela de configuração e pronto.

    Mas se você não se importa em usar um novo navegador, experimente o RockMelt. Este “navegador social” baseado no Google Chrome tem múltiplas barras laterais que podem lhe trazer informações em um piscar de olhos, além de ferramentas para facilitar o compartilhamento. E é grátis.

    Fonte: PCWorld

  • 10 tecnologias revolucionárias que prometem mudar o mundo


    17 de January de 2012

    Quem podia imaginar que há apenas alguns anos todos os cidadãos do mundo estariam conectados por meio da internet? Quem pensava que poderíamos entrar em contato com pessoas que estão a milhares de quilômetros por meio de um pequeno dispositivo chamado smartphone? Com o tempo, essas tecnologias passaram a fazer parte do dia a dia, mas um dia foram propostas revolucionárias que ninguém tinha ideia de que poderiam emplacar.

    Hoje, a situação permanece a mesma e novos projetos que prometem mudanças disruptivas na forma como entendemos o mundo surgem, não só no campo tecnológico, como também na sociedade. Abaixo, veja uma lista de dez iniciativas que podem ser desenvolvidas no curto e médio prazos e que o alcance é imprevisível.

    HoloDesk
    Cientistas da área de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Microsoft, composta por 300 pesquisadores e engenheiros, estão trabalhando em um projeto conhecido como HoloDesk que busca permitir que nossas mãos interajam com objetos virtuais em três dimensões. Para fazer isso, a solução usa uma tela que projeta uma imagem 2D na área de visualização, enquanto as mãos são reconhecidas pelo Kinect, tecnologia já usada no console Xbox 360.

    PocketTouch

    Outro projeto da Microsoft, nesse caso chamado de PocketTouch, busca permitir que uma pessoa trabalhe com um dispositivo de toque (como smartphone ou tablet) por meio da roupa ou tecidos similares a partir do reconhecimento de gestos do usuário, que é captado por meio de um sensor.

    Vermeer
    Há um terceiro projeto conduzido pela empresa de Steve Ballmer chamado Vermeer. A proposta gira em torno de uma imagem 3D que responde ao toque, um projeto intimamente relacionado com o HoloDesk. A solução utiliza dois espelhos parabólicos para criar uma imagem em três dimensões sem óculos que pode ser utilizada pelas capacidades, novamente, do Kinect.

    Watson
    Talvez o Watson seja a iniciativa mais conhecida e com futuro comercial claro no curto prazo. O Watson foi a joia da coroa do mundo de TI em 2011. Passou a ter esses status quando o supercomputador da IBM ganhou de humanos o game show Jeopardy. A tecnologia conta com uma inteligência artificial revolucionária que permite processamento de linguagem natural. A IBM já usa a tecnologia em várias soluções médicas para tratar o câncer e anunciou recentemente que deverá usar as capacidades do Watson em suas soluções de análise em tempo real para grande volume de dados.

    Programmable friction
    A universidade British Columbia em Vancouver desenvolve o projeto da tecnologia. Trata-se de uma nova forma de resposta da tela de toque, usando pequenos discos mecânicos para vibrar o tablet ou o smartphone de modo que você sente o aparelho de maneira diferente, dependendo do que está fazendo com o dispositivo.

    Robonaut

    A Nasa e a General Motors estão trabalhando em um robô humanóide para ajudar os astronautas no serviços espacial. Seu nome é Robonaut 2 (R2) e as possibilidades são quase infinitas com ele. Atualmente, o robô está no espaço, maias especificamente na Estação Espacial Internacional.

    Humvee convertible

    O setor militar não está atrás no desenvolvimento de tecnologias inovadoras. A Defense Advanced Research Projects Agency desenvolve um Humvee [veículo de gurra] capaz de se mover tanto pelo ar, como pela estrada. O veículo tem quatro lugares, permitindo o uso de pequenas armas de fogo e pode rapidamente tornar-se um avião e voar sem o conhecimento específico da aeronáutica.

    PC com energia solar
    A Intel anunciou em setembro de 2011 que estava trabalhando em um processador de baixo consumo, eficiente o suficiente para ser carregado e executado a partir da energia solar. O projeto recebeu o nome de Claremont, um chip experimental que ainda não tem data de lançamento oficial ou qualquer planejamento para se tornar uma iniciativa comercial.

    SuperHD

    Os fabricantes Sharp e NHK trabalham em um padrão de alta definição chamada Super Hi-Vision que oferece resolução 16 vezes superior em comparação com o atual HD 1080 polegadas. Sua comercialização não deve acontecer antes de 2020.

    Robo Dog

    Boston Dymanics e a mesma agência que está desenvolvimento o veículo Humvee estão criando um cachorro robô que deverá ajudar soldados a carregar cargas pesadas em locais remotos, como as montanhas do Afeganistão.

    O cão será equipado com um motor de combustão interno com potência suficiente para suportar uso por 24 horas. Ao que tudo indica, a primeira versão desse sistema será apresentada ao longo de 2012.

    Fonte: Computer World

  • 5 projetos prometem reforçar batalha do opensource em 2012


    16 de January de 2012

    O sucesso do Linux e do Apache é bastante conhecido, mas outras tecnologias de código aberto estão em ascensão e deverão ganhar mais espaço no mercado. Entre as quais cinco prometem se destacar em 2012 são: Nginx, Openstack,Stig, Linux Mint e Gluster.

    Em 2012, se tudo correr conforme o planejado, a Red Hat deverá tornar-se a primeira empresa de software opensource a gerar mais de mil milhões de dólares em receitas. Será um marco para a comunidade de código aberto, que há muito tempo vê a sua abordagem de desenvolvimento baseada em comunidades como uma alternativa viável.

    ”Estamos percebendo uma mudança fundamental sobre onde a inovação começa a acontecer, deixando os enormes laboratórios das empresas de software, e emergindo das enormes comunidades de código aberto”, defende Jim Whitehurst, presidente e CEO da Red Hat.

    O opensource tem deixado o mundo do software proprietário em tumulto durante os últimos anos. O Linux, Apache Web Server, Perl, Apache, Hadoop, OpenOffice e GIMP têm disputado mercado com programas comerciais concorrentes.

    Mas quais serão os pesos pesados do opensource no futuro? Há cinco projetos para acompanhar de perto em 2012 e que podem formar a base para novos negócios e indústrias. Ou podem apenas seduzir as mentes dos programadores e administradores com formas de fazer alguma coisa mais facilmente, ou pelo menos, menos cara.

    Veja a seguir quais são essa tecnologia que prometem dar um novo gás em 2012 ao ambiente de código aberto, segundo os especialistas:

    1- Nginx

    Durante a maior parte da última década, a oferta de software para servidores Web têm sido bastante estável. O Apache tem sido utilizado na maioria dos servidores Web, enquanto o Microsoft IIS (Internet Information Services) é usado no resto.

    Entretanto, a utilização de um terceiro software, o Nginx (pronuncia-se em inglês “engine-x”), passou a ser considerada graças a sua capacidade de lidar facilmente com elevados volumes de tráfego.

    O Nginx está sendo executado em 50 milhões domínios de internet, com participação de 10% do ambiente web, estimam os vários programadores de software.

    Essa tecnologia é particularmente utilizada em sites de alto tráfego, tais como Facebook, Zappos, Groupon, Hulu, Dropbox, e WordPress. O Nginx foi criado por Igor Sysoev em 2004, especificamente para lidar com um grande número de usuários simultâneos, com capacidade para gerenciar até dez acessos mil por servidor.

    “É uma arquitetura bastante enxuta”, disse Andrew Alexeev, co-fundador de uma empresa fornecedora de uma versão comercial do software. Ele diz que 2012 promete ser de grande adoção do Nginx. Em 2010,  ano passado, o projeto recebeu três milhões de dólares de apoio de uma série de empresas de capital de risco, incluindo capital do CEO da Dell, Michael Dell.

    A empresa de Alexeev formou uma parceria com a Jet-Stream para fornecer o Nginx para uma plataforma de Content Delivery Network. O fornecedor de software também está trabalhando com a Amazon para atuar como integradora do serviço de cloud AWS (Amazon Web Service).

    Além de uso em operações de grande porte na web, Alexeev acredita que o Nginx será utilizado mais ampla pela nuvem e serviços compartilhados. “Este é o universo onde poderemos adicionar mais benefícios”, considera o executivo.

    O grande lançamento do software está previsto para este ano, com uma versão mais flexível para ambientes compartilhados. O produto promete melhorias também para lidar com ataques de Distributed Denial of Service (DDoS) e recursos adicionais de segurança.

    2- OpenStack

    O projeto OpenStack chegou relativamente tarde para participar da festa de cloud computing, mas traz uma característica particularmente indispensável: capacidade de expansão.

    “É importante destacar a possibilidade de o OpenStack ser processado em 100 ou até mesmo mil servidores. Outras opções não têm escala para esse volume de processamento”, diz Jonathan Bryce, presidente do OpenStack Board Policy Project.

    Desde o seu lançamento em julho de 2010, o OpenStack ganhou rapidamente apoio de grandes fornecedores de TI interessados que estão disputando cloud computing, como HP, Intel e Dell.

    Os “devotos” do OpenStack afirmam que o projeto já conta com a adesão de mais de 144 empresas e 2,1 mil participantes. A Dell lançou um pacote, chamado Dell OpenStack Cloud Solution, o qual combina o OpenStack com servidores da própria empresa e software. A HP anunciou um serviço de cloud ainda em beta com a tecnologia.

    Os componentes do núcleo computacional do OpenStack foram desenvolvidos no centro de investigação Nasa Ames, para suportar uma cloud interna de armazenamento de grandes quantidades de imagens espaciais. Originalmente, os administradores da Nasa tentaram usar o software Eucalyptus como plataforma de projetos de software.

    Entretanto, a agência espacial americana enfrenta desafios para expandir o uso desse software, de acordo com Chris Kemp, que supervisionou o desenvolvimento do controlador de cloud OpenStack, quando era CIO do Nasa Ames.

    Para promover uma adoção mais vasta, o OpenStack está sendo equipado com uma série de novos recursos para torná-lo mais atrativo para as empresas, disse John Engates, CTO da Rackspace fornecedor da solução.

    Um projeto, chamado Keystone, permitirá que as organizações integrem o OpenStack com os seus sistemas de gestão de identidade, baseados em Microsoft Active Directory ou outras implantações de LDAP (Lightweight Directory Access Protocol).

    Além disso, os programadores estão trabalhando num portal de interface para o software. A Rackspace fez uma primeira parceria com a Nasa para “empacotar” o OpenStack para uso generalizado. Mas está também apresentando o projeto como uma entidade totalmente independente, na esperança de ser uma opção atrativa para os fornecedores de cloud computing.

    “2011 foi o ano de desenvolvimento para a base do produto, mas acho que em 2012 esse projeto deslancha e será base para uma série de nuvens públicas e privadas”, acredita Engates.

    3- Stig

    Em 2010, houve um enorme crescimento no uso das bases de dados não relacionais, como a Cassandra, a MongoDB, a CouchDB e inúmeros outros. Mas na conferência NoSQL Now, realizada em setembro deste ano, muitas das conversas centraram-se numa base dados que será lançada chamada Stig. Sua chegada está prevista para 2012.

    O software Stig foi concebido para processar grandes volumes de dados característicos de sites de mídias sociais, dizem os seus gestores. Ele nasceu no ambiente da rede social Tagged, criada pelo engenheiro de software Jason Lucas, o qual classifica a tecnologia com base de dados gráfica distribuída.

    O Stig foi projetado para suportar aplicações web interativas e sociais. Sua arquitetura de armazenamento de dados permite busca diferenciada, possibilitando que os usuários e as aplicações encontrem conexões entre informações distintas.

    Essa capacidade é em razão de a tecnologia ter sido desenvolvida, em parte, na linguagem de programação funcional Haskell. Assim consegue dividir o seu volume de trabalho por vários servidores.

    O Stig é um pouco misterioso, pois ainda não foi lançado oficialmente. Mas analistas preveem que a tecnologia chegará para se destacar no nicho de redes sociais e outras aplicações que processam grandes volumes de variedade de dados.

    As necessidades das redes sociais são diferentes de outros serviços e a tecnologia pode ser uma aliada, espera Lucas.

    “Não é possível ter um serviço relevante neste espaço, sem capacidade de expansão para um ‘tamanho planetário’”, diz o engenheiro de software. A tecnologia Stig funciona atualmente num servidor do Tagged, embora a empresa espere expandir o seu uso para ser a única base de dados da empresa.

    Originalmente, os programadores estavam planejamento a liberação código em dezembro, mas adiou o lançamento para 2012. “O que eu vi parecia muito interessante”, disse Dan McCreary, um arquiteto de soluções semânticas da Kelly-McCreary & Associates, empresa de consultoria.

    4- Linux Mint

    Apesar de anos de apologia por parte dos adeptos do código aberto, o Linux nunca teve uma forte presença em ambientes pessoais de trabalho. Mas normalmente há sempre uma distribuição Linux mais fácil de usar, como alternativa ao Microsoft Windows.

    Nos últimos anos, o Ubuntu, da Canonical, tem cumprido esse papel, embora o Linux Mint está se tornando mais popular. Ele poderá ultrapassar o Ubuntu por ser mais fácil de usar.

    O engenheiro de software, Clement Lefebvre, concebeu o Linux Mint depois de rever outras distribuições Linux, para diversos fóruns online. A partir deste trabalho, ele desenvolveu vários recursos imprescindíveis para distribuição ideal para os consumidores finais.

    Assim como a Canonical se apropriou da distribuição Linux Debian para tornar o Ubuntu popular, Lefebvre usou o Ubuntu como base para o Linux Mint.

    Hoje, o projeto Linux Mint é financiado por doações, receitas de publicidade do seu site, e os rendimentos obtidos a partir das buscas dos seus usuários por meio de uma parceria polêmica com a DuckDuckGo.

    O Linux Mint foi projetado para atrair os usuários que querem um sistema operacional de código aberto sem seu PC, sem se preocupar e saber como funciona o Linux. Esta abordagem torna a instalação, a execução do software e a manutenção mais fáceis.

    Ainda mais do que o Ubuntu, o Mint centra-se na facilidade de uso em razão de não adotar novos recursos. O Mint evita, por exemplo, a interface de desktop Unity, um tanto controversa, escolhida pela Canonical para portar o Ubuntu para plataformas móveis. Em vez disso, a tecnologia adota a interface Gnome, que é mais madura.

    Segundo os desenvolvedores do Linux Mint, o projeto já é o quarto mais usado em desktops no mundo inteiro, depois do Windows, Apple Mac e Ubuntu.

    Em 2010, o Mint assumiu o lugar do Ubuntu, segundo o site de notícias DistroWatch Linux, que adota métricas para perceber a popularidade de distribuições Linux. Sem dúvida, 2012 deve trazer maior crescimento para essa tecnologia.

    5- Gluster

    A Red Hat poderá revolucionar o mundo do software de armazenamento como o fez com o mercado de sistemas operacionais baseados em Unix? A empresa adquiriu a Gluster, fornecedora do sistema de arquivos GlusterFS, que organiza em clusters drives SATA (Serial Advanced Technology Attachment), unidades NAS (Network Attached Storage) e sistemas em repositórios de armazenamento, com elevada capacidade de expansão.

    De acordo com o CEO Red Hat, Jim Whitehurst, o mercado de software de armazenamento gera quatro mil milhões de dólares em receita anual, mas não é por isso que a empresa está interessada na tecnologia de código aberto.

    A companhia quer é encontrar uma tecnologia de armazenamento capaz de fazer migrações para cloud computing com mais velocidade. “Não há outras soluções como esta no mercado”. Em 2010, os downloads do GlusterFS aumentaram 300%. Em novembro último, o software foi baixado mais de 37 mil vezes.

    Fonte: Computer World

  • Os 8 F’s do insucesso das lojas virtuais


    13 de January de 2012

    O negócio virtual é tão ou mais real do que qualquer outro negócio e oferece certos riscos de investimentos. Infelizmente no Brasil, 60% das lojas virtuais fecham antes de completar um ano de vida. Por que isso acontece e como evitar? Conhecendo as respostas, a chance de sucesso aumentará muito. Por isso é importante conhecer os motivos principais que levam a decadência, chamados por mim de os 8F’s do insucesso:

    1 – Falta de Planejamento: Planejar nunca foi uma atividade muito bem exercida pelo empreendedor brasileiro, talvez seja esse o motivo do SEBRAE apontar um insucesso na casa dos 53% para as micro e pequenas empresas nos 3 primeiros anos de vida. É impossível almejar o sucesso sem o planejamento prévio. A ferramenta mais importante nesse planejamento é o “plano de negócio”, o pontapé inicial que deve ser dado respondendo as seguintes questões: O que vou vender? Quem vai montar minha loja? Quem é o meu concorrente? Quanto gastarei para iniciar o negócio?

    2 – Foco no Mercado: Não tente vender de tudo, deixe isto para as grandes lojas. Lembre-se que a internet é um mercado totalmente diferente de uma loja física e que seu público é infinitamente maior. Procurar se especializar em um segmento específico é o começo. Na internet uma pequena fatia de mercado representa milhões de consumidores, basta ter “foco”.

    3 – Falta de mão de obra qualificada: Não basta saber navegar na internet, é importante conhecer minimamente o “gerenciamento de e-commerce”: marketing digital, ferramentas de otimização, monitoramento de trafego. Estes três itens são básicos e essenciais.

    4 – Falha na divulgação: Para dar um pequeno exemplo, imagine uma loja em rua movimentada, cheia de produtos nas prateleiras e com portas fechadas. Uma loja virtual sem divulgação é igual, ninguém consegue ver e portanto ninguém irá comprar. Aqui entra em ação o “planejamento de marketing e divulgação”, para otimizar o site nos mecanismos de busca, natural ou patrocinado, apoio em redes sociais, divulgação em outros sites, assessoria de imprensa, etc.

    5 – Falta de Planejamento Logístico: Um assunto delicado que acaba rendendo 80% dos desconfortos e demandas jurídicas entre a loja e o consumidor. Sabendo-se deste fato, é bom fazer um planejamento de maneira delicada e detalhada do seu sistema de lojística.

    6 - Fraude: A fraude, principalmente na venda com cartões de crédito, poderá acarretar grande prejuízo à loja virtual, levando ao seu fechamento, além de acabarem devendo às operadoras em função de antecipações negativadas em suas contas. Portanto, não é bom arriscar neste campo minado. Utilize portais especializados em pagamentos com sistema antifraude conferindo grande segurança nas transações.

    7 – Falta de Monitoramento: Muitas lojas acabam fracassando, pois a sua administração não consegue ou não sabe visualizar o que esta ocorrendo em termos de análise de acessos, resultados de campanhas e marketing. Acabam tomando decisões – na maioria das vezes erradas – baseadas em suposições. Sendo assim, a web análise é uma ferramenta importantíssima no mundo virtual, sendo primordial que o web empreendedor se familiarize com o “Google Analytics” ou algum outro similar.

    8 – Falha no Atendimento: Muito se fala em atendimento – e deveria se falar muito mais – e a sua loja pode ser virtual, mas o seu cliente é real e necessita de atendimento. Seu cliente precisa saber exatamente o que esta acontecendo com o seu pedido de compra, seu site precisa ter um bom canal de comunicação com o cliente e transmitir a este credibilidade.

    Fonte: Olhar Digital

  • 7 razões pelas quais os ultrabooks estão revolucionando o mercado


    12 de January de 2012

    Na CES 2012, os ultrabooks são os novos tablets. É claro que também existem muitos novos rivais do iPad sendo mostrados, mas 2012 está se preparando para ser o ano dos ultrabooks.

    Então, os ultrabooks são a segunda vinda dos laptops, ou apenas um tentativa desesperada e fútil de “segurar” a revolução dos tablets e manter alguma relevância no mercado móvel para os PCs mais tradicionais? Ou ainda, os ultrabooks são apenas clones do MacBook Air, da Apple?

    Os ultrabooks pegam a portabilidade de um netbook, e misturam-na com as capacidades de um notebook de tamanho completo para permitir que os usuários móveis sejam mais produtivos em trânsito. Confira abaixo 7 razões pelas quais os ultrabooks estão revolucionando a computação móvel.

    1.Mais fino e leve

    Os ultrabooks são – pela sua própria natureza – mais finos e leves do que outros laptops de poder comparável. A Intel definiu as especificações dos ultrabooks com espessura máxima de 2cm e peso de até 1,4kg. Mesmo nos limites das especificações aceitáveis, os ultrabooks possuem metade da espessura e peso de um notebook padrão.

    2.Duração

    Outro aspecto das especificações dos ultrabooks da Intel exige que eles tenha duração de bateria de pelo menos cinco horas – preferivelmente oito ou mais. Quando o assunto é trabalhar com o computador em trânsito, a duração da bateria é provavelmente um dos maiores problemas para muitos laptops. Um ultrabook que consegue funcionar por oito horas significa que você pode passar por um dia inteiro de trabalho com uma única carga, sem precisar carregar o adaptador de energia ou uma bateria extra no caminho.

    Por mais eficientes no uso de energia que os ultrabooks atuais sejam, quando os processadores Intel Ivy Bridge chegarem ao mercado até o final do ano, as coisas ficarão ainda melhores. Os chips Ivy Bridge são de uma voltagem menor, e rodam de forma mais eficiente, o que permite que os ultrabooks estendam sua duração de bateria para muito além de oito horas.

    3.Conversível em tablet/laptop

    Existem vantagens em possuir um sistema operacional padrão de desktop, e o poder completo de um laptop, mas os tablets também possuem muitos benefícios. Você poderia carregar um tablet junto com um ultrabooks, mas os fabricantes também estão apresentando produtos que misturam as linhas e entregam as duas experiências em um único aparelho.

    A Acer, por exemplo, revelou um tablet conversível que confunde a linha com os ultrabooks. Ele se parece com um ultrabook, mas sua tela pode ser destacada para que torne-se um tablet separado. No entanto, opções ainda mais intrigantes são os ultrabooks que podem atuar como tablets sem precisarem de mudanças físicas, como o modelo da Acer com a tela giratória, ou o Lenovo IdeaPad Yoga.

    4.Tela sensível ao toque

    Os puristas dos PCs provavelmente vão lutar contra isso com todas as suas forças, mas para a maioria das tarefas de rotina as telas sensíveis a toque (touchscreens) substituirão a dupla “mouse e teclado”. A interface Metro, do Windows 8, é desenvolvida para ser uma experiência interativa e sensível ao toque, e os ultrabooks equipados com touchscreens permitirão que os usuários aproveitem os benefícios de uma interface baseada em gestos como toque e deslizamento, enquanto ainda mantém um sistema operacional padrão de desktops e um teclado e mouse/trackpad para outras tarefas.

    5.Reconhecimento de voz

    Apesar de as interfaces touchscreen estarem revolucionando a computação, o futuro é o reconhecimento de voz. Os comandos de voz estão por aí há um bom tempo, mas a Apple aumentou a barreira com o assistente pessoal Siri no iPhone 4S, e na CES 2012 vemos novos gadgets de todos os tamanhos e formas que podem ser controlados e gerenciados com a sua voz. A intel revelou que os próximos ultrabooks vão incorporar reconhecimento de voz para também trazer essa experiência “parecida com a do Siri” para os Pcs mobile.

    6.Segurança embutida

    A Intel também está trabalhando para fornecer uma experiência de computação móvel mais segura. A companhia gastou uma boa quantia de dinheiro para comprar a empresa McAfee e poder ter a expertise na área para integrar a proteção na arquitetura dos ultrabooks. A Intel oferece as tecnologias Anti-Theft (anti-roubo, AT), e Identity Protection (Proteção de Identidade, IPT) como opções para seus ultrabooks.

    A primeira te permite desabilitar o acesso aos seus dados a partir de qualquer lugar no mundo caso seu ultrabook seja roubado ou perdido. Se e quando for recuperado, o PC pode ser reativado sem que nenhum dano seja causado aos dados. Já a Intel IPT ajuda a proteger sua identidade e informações pessoais.

    7. Tecnologia NFC

    Alguns ultrabooks, o HP Envy 14 Specetre (apresentado na CES 2012), também são equipado com a tecnologia NFC (Near Field Communications), um protocolo wireless de curto alcance usado em smartphones como o Samsung Galaxy Nexus para facilitar pagamentos com o aparelho. O HP Envy 14 Spectre também poderá ser capaz de realizar pagamentos, mas a NFC no ultrabook da HP é desenvolvido para habilitar o compartilhamento wireless de informações entre aparelhos com capacidade NFC.

    Conclusão

    Os ultrabooks são tudo em que os usuários móveis corporativos dependem com seus notebooks tradicionais, combinados com a maioria dos benefícios e vantagens dos netbooks e tablets, além de alguns truques extras. É uma combinação poderosa que tem potencial para revolucionar o mercado de computação mobile.

    Apenas o tempo dirá se os ultrabooks são uma evolução brilhante dos laptops, ou uma tentativa desesperada da Intel de redefinir a categoria e manter alguma relevância em um mundo móvel que ameaça deixá-la para trás.

    Fonte: IDGNow

  • 7 sinais que se tercerizou demais


    11 de January de 2012

    A atração por terceirização da TI é forte. Difícil resistir às promessas de melhores níveis de serviço e redução dos custos com a premissa de liberação de recursos internos para se concentrar em questões estratégicas de negócios.

    Infelizmente, poucos líderes de TI já entenderam que a terceirização bem sucedida requer um equilíbrio de competências internas e externas. No mínimo, esses CIOs “já perceberam a necessidade de ter uma equipe de TI suficientemente robusta para manter fornecedores honestos; ajuda na resolução de litígios e na obtenção do máximo valor a partir desta relação”, diz Bob Kriss, responsável por litígios de terceirização na Mayer Brown.

    Na prática, a terceirização é um terreno escorregadio. Uma vez que uma organização tome gosto pelos benefícios da terceirização, o apetite para terceirizar mais serviços de TI aumenta naturalmente. Em pouco tempo, a carteira de trabalhos terceirizados começa a comprometer os benefícios e a minar a produtividade dos serviços internos de TI.

    Quando a terceirização de TI é demais? Isso depende do cliente. Mas aqui estão sete sinais infalíveis de que você precisa trazer algumas atividades de volta para casa.

    1. Você tem de convidar o provedor de serviço para uma reunião de diretoria

    O CEO convoca uma reunião estratégica. O CMO quer falar de Big Data e analytics. CFO quer re-examinar as despesas de TI. É um mau sinal que você tenha de arrastar o contratante com você para todas as importantes reuniões de negócios. “Quando a única maneira de fornecer informações estratégicas de TI para os pares C-level é convidar o fornecedor para discutir o assunto com eles, você tem terceirizado demais”, diz Adam Strichman, fundador da consultoria de outsourcing Sanda Partners. “Um bom contrato de terceirização preserva o direito de controlar questões críticas e estratégicas que afetem o negócio principal”, acrescenta Brad Peterson, da Mayer Brown.

    2. Você está se afogando em pedidos de alteração

    Quando até mesmo mudanças menores mais importantes exigem uma papelada imensa, as chances são que você tenha terceirizado mais do que devia. “Sua equipe de governança é impotente para fazer qualquer coisa sem passar por um processo de aprovação de fornecedores, de modo que muitas vezes acaba por não se preocupar em fazer melhorias por demorarem muito tempo para serem implementadas e, muitas vezes, custarem muito caro?”, pergunta Phil Fersht, fundador da empresa de análise de terceirização HFS Research. Então… Em tais situações, as equipes de TI adiam a adopção de importantes tecnologias até que seus contratos sejam renovação, colocando a empresa em desvantagem estratégica.

    3. Você fica sem espaço para reuniões

    Quando você precisa fazer uma reunião de gerenciamento com fornecedores e de repente, a maior sala de conferência da empresa não é grande o suficiente, você terceirizou demais.

    4. Os custos de transação superam os benefícios

    “Apesar de soar como uma bandeira vermelha óbvia, mas os custos de gestão de uma carteira crescente de fornecedores de TI pode surpreender um cliente de outsourcing”, diz Stan Lepeak, diretor de pesquisa de serviços de consultoria da KPMG. “Isso geralmente acontece porque o cliente tem mais fornecedores do que necessita para obter as habilidades certas e manter a concorrência”, acrescenta Peterson, da Mayer Brown.

    5. Membros-chave da equipe de liderança de TI se transformaram em gestores de contratos

    Você começa a lamentar o fato de que nunca ter pensado em cursar direito, como sua mãe queria? Isso não é bom. É mais uma sinal de que você precisa retroceder o outsourcing, diz Fersht. Você sente que perdeu o controle sobre suas operações e tornou-se simplesmente um supervisor administrativo. As pessoas que deseja contratar para apoiá-lo não são tecnólogos, são administradores contrato… Você precisa de habilidades de contabilidade para melhorar o seu trabalho, não mais conhecimento de tecnologia. E o seu grupo interno teve que contratar pessoal para lidar com o fluxo constante de RFPs e declarações de trabalho de TI… Você realmente terceirizou demais.

    6. Você não pode mais responder a perguntas fundamentais da tecnologia

    Durante o planejamento de continuidade de negócios o seu Chief Risk Officer pede a localização exata dos dados da empresa e você percebe que você não tem ideia de onde estão armazenados. Soa algo impossível de acontecer, mas Strichman, da Sanda Partners diz que ele viu isso acontecer em muitas organizações de TI que optaram pela terceirização.

    7. Ninguém mais presta atenção ao trabalho do terceirizado ou a você

    Quando “não há mais espaço para reduzir mais custos empurrando mais trabalho para a equipe externa, e seu fornecedor continua indo às reuiniões de diretoria para convencer seus chefes de que pode fazer mais, o próximo a ser terceirizado pode ser você”, diz Fersht, da HFS Research. Quando “os patrocinadores da sua gestão estão menos interessados ​​nas suas iniciativas de terceirização eles já encontraram deslocaram suas mestas de redução de custo para outras iniciativas”, diz Fersht. Isso é um claro sinal de que é hora de conter a estratégia de outsourcing.

    Fonte: Computer World

  • 5 dicas para LinkedIn


    9 de January de 2012

    Já que 80% das pessoas supostamente não sabem como usar corretamente o LinkedIn, esta pode ser uma resolução de Ano Novo.

    Com mais de 800 milhões de usuários no mundo, a rede social não é apenas um lugar para encontrar emprego. “É também ferramenta para ajudar a construir sua rede de relacionamento profissional, bem como uma maneira de encontrar oportunidades de negócio para qualquer trabalho que você esteja fazendo atualmente”, diz Eve Mayer Orsburn, autor do livro “The Social Media Business Equation” e CEO da Social Media Delivered.

    Na opinião de Orsburn o uso correto do LinkedIn é uma boa maneira de “encontrar pessoas que querem fazer negócios com você e conectá-los virtualmente quando você não pode ter tido a chance de conhecê-las pessoalmente”.

    Aqui estão cinco dicas de dois especialistas no LinkedIn para ajudá-lo a usar melhor a rede em 2012.

    1. Concentre-se em seu perfil

    Um erro comum a usuários do LinkedIn é não ter um foco claro no seu perfil, diz Lewis Howes, autor do LinkedWorking: Generating Success on Linkedin. Para garantir que o perfil tenha impacto máximo sobre os outros, você precisa detalhar quem você é como profissional na seção “Resumo”.

    Para fazer isso, Howes recomenda rever o perfil, certificando-se de que os seguintes itens estejam incluídos no resumo: quem você é como profissional, quem você pode ajudar e como você pode ajudá-los.

    Outro erro comum no perfil: não concluí-lo totalmente.

    “Isso é uma mensagem ruim para qualquer um que busque informações para uma potencial parceria ou emprego”, diz Orsburn. “Se você não completa o seu próprio perfil, que outras coisas você deixa de terminar? Aproveite o tempo para preencher o maior número de campos como puder, e sempre inclua uma foto”, recomanda.

    2. Mantenha o seu perfil permanentemente atualizado

    Não é só porque você não está à procura de um emprego que o seu perfil do LinkedIn deve ficar abandonado. Manter o perfil atualizado, diz Howes, é essencial para manter uma marca pessoal, bem como mais alto o potencial para novas oportunidades de negócios.

    “Se alguém quer propor algum negócio, provavelmente vai fazer alguma pesquisa sobre você na web”, diz Howes. “É importante que você mantenha seu perfil atualizado, acrescentando novas recomendações e aplicações avançadas.”

    Howes também recomenda especial atenção para as palavras-chave que você usa em seu perfil. Elas ajudam a ter uma classificação melhor em buscas nas suas áreas de especialização.

    3. Inclua a área de notícias “Linkedin Today” na sua rotina

    No ano passado, o LinkedIn lançou um novo produto chamado “LinkedIn Today”, serviço de notícias sociais que agrega as principais manchetes e notícias relacionadas ao seu setor e com base no conteúdo que você compartilha com seus contatos. É um dos recursos no qual você deve prestar mais atenção em 2012.

    Você pode ter acesso ao “LinkedIn Today” a partir da opção “Notícias” no menu superior do LinkedIn, ou visitando www.linkedin.com/today.

    Ele pode ser uma ferramenta valiosa também para promover o seu conteúdo, se você tiver um blog. Howes recomenda adicionar o botão “Share” do Linkedin em seu blog para aumentar as chances de ser apresentado no LinkedIn Today.

    4. Seja reconhecido como um perito usando bem o “Respostas”

    Uma das características mais valiosas e subutilizadas no LinkedIn é a seção “Respostas”, diz Howes.

    Essa parte do site funciona como um fórum onde os usuários podem propor questões, consultar e pedir opiniões.

    “Assim, muitos usuários estão fazendo perguntas sobre seus pontos mais dolorosos de sua carreira ou negócios”, diz ele. “Se você é um especialista em um assunto, então você deve responder o que puder, com o objetivo de conquistar relevância”, diz ele.

    Ser mais ativo na seção “Respostas” é também uma boa maneira de contatar outras pessoas que estão interessadas nos mesmos temas que você, diz Orsburn. Se você está procurando um emprego na indústria de TI, por exemplo, pesquisar por meio de perguntas marcadas com a categoria pode levá-lo a encontrar alguma que o ajude a mostrar suas habilidades e conhecimentos nessa área.

    5. Faça novas conexões em 2012

    Quanto mais pessoas de qualidade que você tiver entre os seus contatos, mais oportunidades terá. Esse ano, foque no crescimento da sua rede e conecte-se com novas pessoas, diz Howes. Mas tenha cuidado ao solicitar novas conexões. Privilegie a qualidade, não a quantidade.

    Orsburn recomenda consumir dez minutos por dia no LinkedIn para ver onde seus esforços podem levá-lo.

    “Comece participando de grupos e discussões, e encontrando novas conexões para fazer”, diz ela. “A recompensa pode vir na forma de melhores negócios em 2012.”

    Fonte: Computer World

  • 5 motivos para aguardar ansiosamente o Windows 8


    6 de January de 2012

    2012 finalmente chegou! E embora a Microsoft ainda não tenha divulgado detalhes sobre a data de lançamento do Windows 8, todos os sinais apontam para algum momento ainda neste ano. Lá no fundo o Windows 8 ainda é um “Windows”, mas também traz grandes mudanças em relação às versões anteriores do sistema operacional.

    O que podemos esperar do Windows 8? Há algum motivo para ficar animado com o que ele tem a oferecer? Vamos dar uma olhada em cinco recursos do novo sistema que podem mudar a forma como você lida com seu computador em 2012.

    1. A “Ribbon” em todo lugar

    A controversa Ribbon, substituta dos tradicionais menus e barras de ferramentas que estreou no Microsoft Office, está se espalhando e em breve tomará conta de todo o sistema operacional. Embora alguns usuários detestem a Ribbon e lamentem a perda dos menus muitos usuários já abraçaram a nova interface, que é mais flexível, personalizável e no geral mais útil.

    Sei que os menus são mais “confortáveis” porque são familiares, mas depois que você adota a Ribbon nota que ela realmente lhe ajuda a trabalhar de forma mais eficaz e eficiente. Gostei dela no Microsoft Office, e estou ansioso para vê-la no Windows 8.

    2. Internet Explorer 10

    A Microsoft não descansou: assim que o Internet Explorer 9 foi lançado, começaram a surgir detalhes sobre a próxima geração do navegador. Com o IE10 a Microsoft está redefinido seus limites: o IE9 só está disponível no Vista e Windows 7, deixando os usuários do XP e de versões anteriores do sistema de fora.

    Mas o IE10 deixará o próprio Vista de fora e irá exigir pelo menos o Windows 7. A empresa se mantém firme em sua decisão, e insiste que apenas hardware e software modernos são capazes de atingir a experiência web a que almeja com o IE10.

    3. A Windows Store

    A Microsoft se “inspirou” em rivais como a Apple a a Canonical (criadora da distribuição Linux Ubuntu) para criar uma loja de aplicativos online. Parte fundamental do novo sistema, a Windows Store será o único lugar onde os usuários poderão comprar aplicativos especialmente desenvolvidos para a nova interface “Metro”. Segundo a empresa isto irá aumentar a qualidade dos programas, e reduzir o potencial de bugs e malware.

    4. Um sistema em um pendrive

    Um dos meus recursos favoritos do Windows 8 até o momento é a capacidade de armazenar uma cópia inteira do sistema operacional em um pendrive. Você pode levar literalmente todo o seu ambiente, incluindo sistema, aplicativos e documentos, no bolso, e “dar boot” em qualquer PC que esteja disponível.

    Isso poderá tornar as viagens a trabalho ou negócios muito mais fáceis. Você poderá, por exemplo, levar apenas um tablet para tarefas mais “leves” (e-mail, navegação web), e um pendrive com o sistema para usar em um PC qualquer quando chegar ao seu destino.

    5. Tablets

    Por último, mas não menos importante, temos os tablets. A partir da próxima versão o sistema da Microsoft também rodará em hardware baseado na arquitetura ARM, e poderá rodar tão bem em tablets quando em desktops e notebooks. De fato, a interface Metro e o comportamento do Windows 8 parecem ter sido feitos pensando especificamente no uso em aparelhos com telas sensíveis ao toque.

    O mercado de tablets é atualmente dominado pelo iPad 2, da Apple. O Kindle Fire da Amazon também fez muito sucesso, mas é mais voltado ao consumidor e não tão útil quanto um iPad como dispositivo móvel para negócios. Se o Windows 8 conseguir oferecer uma boa experiência de uso com um bom preço, os novos tablets podem ser um imenso sucesso.

    Uma versão “beta” do Windows 8 deve estar disponível ao público nos próximos meses (a expectativa é fevereiro), mas não espero que o Windows 8 seja lançado antes do quarto trimestre deste ano, ou seja, Outubro. Talvez em Agosto ou Setembro se tivermos sorte. Mas pelo que vimos até agora, acreditamos que o sistema tem o que é necessário para se tornar um sucesso.

    Fonte: PC World